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Comer mais carne vermelha pode levar ao diabetes tipo 2

O consumo de carne vermelha já foi associado a uma série de problemas de saúde, especialmente ao maior risco de doenças cardiovasculares e de tipos de câncer, como o renal. Agora, um extenso estudo feito na Universidade Nacional de Singapura, com base nos dados de quase 150.000 pessoas, mostrou que aumentar o consumo do alimento pode causar o diabetes tipo 2. A pesquisa foi publicada nesta segunda-feira no periódico JAMA Internal Medicine.

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Segundo os autores do trabalho, outros estudos já haviam apontado para a relação entre carne vermelha e diabetes tipo 2, mas eles foram feitos durante um curto período de tempo. Isso, acreditam os pesquisadores, acaba limitando os resultados, já que os hábitos alimentares das pessoas estão em constante mudança.

A nova pesquisa foi feita a partir dos dados de três estudos sobre hábitos alimentares feitos na Universidade Harvard, Estados Unidos, que avaliaram, ao todo, 149.143 homens e mulheres. Os autores concluíram que aumentar o consumo de carne vermelha ao longo de quatro anos já é suficiente para elevar o risco de diabetes tipo 2.

Especificamente, comparadas a pessoas que passaram quatro anos sem alterar o seu consumo de carne vermelha, aquelas que aumentaram a ingestão do alimento em meia porção a mais por dia apresentaram um risco 48% maior de ter diabetes tipo 2. Diminuir meia porção da quantidade total de carne vermelha consumida em um dia, por outro lado, reduz em 14% as chances da doença em um período de quatro anos.

Como o estudo foi observacional, porém, não foi possível que os autores descobrissem de que forma a carne vermelha age no organismo, elevando o risco do diabetes tipo 2. “Nossos resultados confirmam a solidez da associação entre carne vermelha e diabetes tipo 2 e adiciona evidências de que reduzir o consumo do alimento durante o tempo confere benefícios à prevenção da doença”, escreveram os autores na conclusão do estudo.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site:  http://veja.abril.com.br

Câncer de mama aumenta entre as mais jovens, diz estudo

A incidência do câncer de mama avançado em mulheres de 25 a 39 anos nos Estados Unidos aumentou nos últimos 30 anos, segundo um estudo publicado no último dia (27).

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A pesquisa publicada no “JAMA”, a revista da Associação Médica Americana, descobriu que os casos passaram de 1,53 por 100 mil habitantes em 1976 para 2,9 por 100 mil habitantes em 2009.

Segundo os pesquisadores, isto representa um aumento médio ponderado de 2,07% por ano durante o período de 34 anos.

“A tendência não mostra sinais de diminuição e pode indicar um aumento da importância epidemiológica e clínica”, escreveram os autores do estudo, dirigido por Rebecca Johnson, do Hospital Infantil de Seattle e da Universidade de Washington.

As estatísticas utilizadas para o estudo são provenientes dos registros de três institutos nacionais de vigilância, epidemiologia e resultados finais de câncer.

“A trajetória da tendência da incidência prevê que um número cada vez maior de mulheres jovens nos Estados Unidos apresentará câncer de mama metastático em um grupo de idade que já tem o pior prognóstico, rotinas de detecção não recomendadas, um seguro mínimo de saúde e a maior quantidade de potenciais anos de vida”, segundo os autores.

Os pesquisadores descobriram que o maior aumento ocorreu entre as mulheres de 25 a 34 anos, com progressões cada vez menores nas mulheres mais velhas, medidas em intervalos de cinco anos. “Não houve aumento estatisticamente significativo da incidência em mulheres com mais de 55 anos”, escreveram.

Para as mulheres de 25 a 39 anos, o aumento foi “estatisticamente significativo” em mulheres negras e brancas não hispânicas desde 1992, quando as informações de raça e origem étnica começaram ser disponibilizadas nos dados utilizados.

“Quaisquer que sejam as causas — e é provável que exista mais de uma — a evidência observada do aumento da incidência do câncer de mama avançado em mulheres jovens exige corroboração e pode ser melhor confirmada com os dados de outros países”, afirmaram os autores.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://g1.globo.com/

De acordo com novas pesquisas, a ingestão de certos alimentos não reduz risco cardíaco

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Uma revisão de quase 200 estudos sobre alimentação e doenças cardiovasculares mostra que há pouca evidência de que alimentos como salmão, grãos integrais e fibras consigam, sozinhos, reduzir o risco cardíaco.

Segundo os autores do texto, publicado no “Archives of Internal Medicine”, um dos jornais do “Jama” (jornal da Associação Médica Americana), apenas nozes, vegetais e a dieta do Mediterrâneo apresentaram forte relação com a diminuição dessas doenças.

Entre os itens que demonstraram pouca relação com proteção ao coração aparecem peixes, ácidos graxos ômega 3 de fontes marinhas, grãos integrais, fibras, álcool e vitaminas C, E e betacaroteno -justamente os mais presentes em pesquisas sobre o tema.

Como a dieta mediterrânea inclui todos esses alimentos, segundo especialistas ouvidos pela Folha, isso reforça a tese de que, na verdade, é o estilo de vida o fator determinante do risco cardíaco -e não o consumo isolado de alimentos…clique aqui para ler a matéria na íntegra.

Fonte: Folha Online Equilíbrio (11.05.09) 
Foto (divulgação): Getty Images 


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