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Cuide da Língua!
Published outubro 25, 2012 Campanhas , Qualidade de Vida Leave a CommentTags:alimentação, bem-estar, bucal, Campanha, Cancer, cuidados, dados, dica de saúde, doença, língua, Mau Hálito, médico, Ministério da Saúde, noticia, Prevenção, Qualidade de Vida, Saúde, sintomas, Viva Melhor
Vitamina C também pode ajudar a prevenir Osteoporose
Published outubro 19, 2012 Notícias , Qualidade de Vida Leave a CommentTags:acidentes, alimentação, artigo, atividade física, bem-estar, Brasil, cuidados, dados, Diabetes, dica de saúde, doença, doenças, médico, Ministério da Saúde, noticia, nutrição saudável, Ossea, Ossos, osteoporose, Prevenção, Qualidade de Vida, Revista Veja, Saúde, sintomas, Veja, Vitamina C, Viva Melhor
Pela primeira vez, um estudo mostrou que a vitamina C pode proteger uma pessoa contra a osteoporose, uma doença progressiva que diminui a densidade dos ossos e aumenta o risco de fraturas. Até agora, somente o consumo de cálcio e vitamina D são recomendados para a prevenção do problema. A pesquisa, feita com camundongos, foi publicada nesta semana no periódico PLoS One.
De acordo com Mone Zaidi, diretor do Programa para os Ossos da Faculdade de Medicina Monte Sinai, nos Estados Unidos, e coordenador do estudo, os especialistas já sabiam que baixos níveis de vitamina C estão associados, entre outros problemas de saúde, à fragilidade dos ossos. “O que essa pesquisa mostrou de novo é que a vitamina C, quando ingerida em grandes quantidades por camundongos, estimula o aumento da densidade óssea nos animais e protege o esqueleto”, diz o pesquisador. Ele explica que isso ocorre pois o nutriente induz os osteoblastos, células que estimulam a formação óssea, a amadurecerem.
Comparação — Na pesquisa, os camundongos tiveram seus ovários retirados — procedimento conhecido por provocar a redução da densidade óssea. Parte dos animais recebeu doses altas da vitamina C via oral e o restante não ingeriu o nutriente. Após oito semanas, a equipe observou que os camundongos sem ovários que não receberam a vitamina apresentaram uma densidade óssea “muito baixa” em comparação com os animais sem ovários que ingeriram o nutriente. Por outro lado, os camundongos que receberam vitamina C apresentaram a mesma densidade óssea do que animais que não haviam passado pela cirurgia.
De acordo com os autores, esses resultados sugerem que a vitamina C foi a responsável por impedir a perda de densidade dos ossos em animais propensos a apresentar o problema. “Mais pesquisas são necessárias para determinar se esses suplementos alimentares são capazes de prevenir a osteoporose em humanos. Se os estudos futuros confirmarem os nossos achados, a descoberta poderá ser útil em países em desenvolvimento onde a doença é prevalente e os tratamentos são, muitas vezes, caros”, afirma Zaidi.
Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://veja.abril.com.br/
Maioria das Brasileiras desconhece quantidade Ingestão de Cálcio para prevenir Osteoporose
Published outubro 19, 2012 Notícias , Qualidade de Vida Leave a CommentTags:Brasil, Brasileiras, Cálcio, cuidados, dicas, Estrutura Ossea, Ingestão, noticia, Ossos, osteoporose, Prevenção, prevenir, Saúde
Seis em cada dez brasileiras acreditam que apenas um copo de leite por dia é suficiente para prevenir a osteoporose, aponta pesquisa divulgada nesta quarta-feira (17) pela Associação Brasileira de Avalição Óssea e Osteometabolismo (Abrasso). Mas a quantidade necessária de consumo de leite e derivados, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), é maior: tem que ser pelo menos três porções diárias.
O levantamento da Abrasso, que avalia o nível de informação da população sobre a doença, mostra que houve avanço no conhecimento sobre a osteoporose, mas as medidas de prevenção ainda não são adotadas como deveriam.
“Na comparação com uma pesquisa feita em 2007, o grau de consciência aumentou muito, considerando que apenas 30% conheciam a doença e as medidas de prevenção. Agora, 60% sabem do que se trata e como prevenir, mas isso ainda não foi transformado em atitudes”, avalia o diretor da Abrasso, Marcelo Pinheiro. Para essa pesquisa, encomendada ao Ibope, foram entrevistadas 2 mil pessoas em todas as regiões metropolitanas do país.
O estudo mostra que menos de 20% das mulheres com mais de 45 anos consomem as três porções de leite e derivados recomendadas diariamente. Entre as que têm menos de 45 anos, o percentual não chega a 10%. O cálcio presente nesses alimentos previne a perda de massa óssea que caracteriza a osteoporose, conhecida como doença dos ossos porosos.
A aposentada Lucy Caldonazzi, de 90 anos, convive há 17 anos com a doença e, só depois do diagnóstico, passou a se preocupar com um consumo adequado de produtos que contêm cálcio. “Agora, como bastante leite, queijo e iogurte”, disse.
Lucy conta que, apesar de ter trabalhado como massagista com especialidade em coluna, nunca atentou para os cuidados com os ossos na juventude. “Fazia atividade física quando dava”, destaca como uma das medida que poderiam ter ajudado a prevenir a osteoporose. Dentre as entrevistadas pela pesquisa, 72% das que têm mais de 45 anos são sedentárias.
A pesquisa da Abrasso aponta que 70% das mulheres com mais de 45 anos desconhecem a necessidade de que a prevenção tenha início na infância. “Essa ação deveria ser pensada como política pública para ampliar a prevenção à doença, tendo em vista que hábitos adquiridos na infância costumam ser adotados por toda a vida”, defende Marcelo Pinheiro. Ele explica que o pico ósseo ocorre por volta dos 30 anos, quando, a partir de então, há uma perda óssea natural.
Outro resultado que preocupa os especialistas é que quase a totalidade das entrevistadas, 96%, associa a doença à dor, fazendo com que muitas dessas mulheres façam exames diagnósticos tardiamente. “É uma doença silenciosa. Muitas vezes, ela só é identificada com a primeira fratura”, explica Marcelo Pinheiro.
Apenas 39% das mulheres com mais de 45 anos lembram de ter feito o exame de densitometria óssea (aparelho que diagnostica a doença) alguma vez na vida. A maior parte dessas mulheres (89%) também não relaciona a menopausa como fator de risco para a osteoporose.
Lucy, por exemplo, descobriu a doença quando cumpria exames de rotina. “O médico olhou para as minhas mãos e viu que elas estavam tortas. Como eu não sentia dor, não sabia do que se tratava”, relembra. No caso da aposentada , as fraturas vieram depois do diagnóstico. Foram pelo menos sete desde então. “Os remédios não tiveram muito efeito, mas poderia estar pior se não fizesse o tratamento. Estou em um nível avançado, mas não sinto dor normalmente. A única coisa que faço é andar com muita cautela”, explica.
De acordo com a Internacional Osteoporosis Foudation (IOF), as fraturas em decorrência da osteoporose devem crescer 32% até 2050, considerando o processo de envelhecimento da população brasileira. Para Pinheiro, esse dado ganha destaque ainda maior diante dos resultados da pesquisa da Abrasso, tendo em vista que as medidas de prevenção ainda não são adotadas de forma generalizada pela população. “Se a gente não tomar uma atitude, esse quadro pode ser ainda mais grave”, destaca.
Dentre as medidas que seriam necessárias, ele aponta a ampliação do acesso ao exame de densitometria óssea e uma melhor qualificação dos médicos para o diagnóstico precoce da doença. Outro levantamento da Abrasso mostra que dos 1.717 equipamentos para o exame em funcionamento atualmente, apenas 367 estão Sistema Único de Saúde (SUS). Também há grande disparidade do ponto de vista regional, já que a maior parte dos aparelhos, 1.222 do total, está localizada nas regiões Sul e Sudeste.
Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.dci.com.br
Osteoporose
Published outubro 16, 2012 Sem categoria Leave a CommentTags:acidentes, Articulações, Artite, atividade física, bem-estar, Cálcio, cuidados, deficiência alimentar, densidade óssea, dica de saúde, doença, doenças, Mulher, noticia, nutrição saudável, obesidade, Ossos, Ossos finos, osteoporose, Prevenção, Problemas, Qualidade de Vida, Saúde, tecido ósseo, tratamento, Viva Melhor
Definição
Osteoporose é o afinamento do tecido ósseo e a perda progressiva da densidade óssea e pode resultar de doença, deficiência alimentar ou hormonal ou idade avançada. Exercícios regulares e suplementos vitamínicos e minerais podem reduzir e inclusive reverter a perda de densidade óssea.
Nomes alternativos
Ossos finos
Causas, incidência e fatores de risco
A osteoporose é o tipo mais comum de doença óssea.
Pesquisadores estimam que aproximadamente 1 em cada 5 mulheres americanas com mais de 50 anos tem osteoporose. Em torno da metade de todas as mulheres com mais de 50 anos de idade sofrerão uma fratura do quadril, do punho ou da vértebra (ossos da coluna vertebral).
A osteoporose ocorre quando o corpo deixa de formar material ósseo novo suficiente ou quando muito material dos ossos antigos é reabsorvido pelo corpo, ou ambos.
O cálcio e o fosfato são dois minerais essenciais à formação normal dos ossos. Durante a juventude, o corpo usa esses minerais para produzir ossos. Se a ingestão de cálcio não é suficiente ou se o corpo não absorve quantidade suficiente de cálcio da alimentação, a produção de ossos e tecidos ósseos pode ser afetada.
À medida que você envelhece, o cálcio e o fosfato podem ser reabsorvidos de volta para o corpo a partir dos ossos e, nesse caso, o tecido ósseo torna-se mais fraco. Isso pode resultar em ossos quebradiços e frágeis, que são mais suscetíveis a fraturas, mesmo sem lesões.
Em geral, a perda ocorre gradualmente com o passar dos anos. Na maioria das vezes, a pessoa irá sofrer uma fratura antes de se dar conta da presença da doença. Quando isso ocorre, a doença já se encontra em um estado avançado, e o dano é grave.
As principais causas da osteoporose são uma queda no estrogênio em mulheres na época da menopausa e uma queda na testosterona nos homens. Mulheres com mais de 50 anos e homens com mais de 70 anos têm risco maior de osteoporose.
Outras causas incluem:
- Estar confinado a uma cama
- Artrite reumatóide crônica, doença renal crônica, distúrbios alimentares
- Tomar medicamentos corticosteroides (prednisona, metilprednisolona) todos os dias por mais de 3 meses ou tomar alguns anticonvulsivos
- Hiperparatireoidismo
Mulheres brancas, especialmente aquelas com um histórico familiar de osteoporose, têm um risco maior de desenvolver a doença.
Outros fatores de risco:
- Ausência de períodos menstruais (amenorreia) por longo período
- Alto consumo de álcool
- Histórico familiar de osteoporose
- Histórico de tratamento com hormônios para câncer de próstata ou câncer de mama
- Baixo peso corporal
- Fumo
- Baixa quantidade de cálcio na dieta
Sintomas
Não existem sintomas nos estágios iniciais da doença.
Os sintomas que surgem com o avanço da doença são:
- Dor ou sensibilidade óssea
- Fraturas com pouco ou nenhum trauma
- Perda de estatura (por volta de 15 cm) com o passar do tempo
- Dor na região lombar devido a fraturas dos ossos da coluna vertebral
- Dor no pescoço devido a fraturas dos ossos da coluna vertebral
- Postura encurvada ou cifose, também chamada de “corcunda de viúva”
Exames e testes
Teste de densidade mineral óssea (especificamente uma densitometria ou exame DEXA) mede quanto de material ósseo você tem. Seu médico usa esse teste para prever riscos de fraturas ósseas no futuro.
Quanto menor a densidade de um osso, maior é o risco de fraturas. Um exame ósseo, juntamente com o histórico médico de um paciente, é um procedimento útil para avaliar a probabilidade de uma fratura e a necessidade de um tratamento preventivo.
A densitometria óssea apresenta a vantagem de ser indolor e de expor o paciente a apenas uma pequena quantidade de radiação.
Para obter mais informações sobre quando o teste deve ser feito, consulte Exame de densidade óssea.
A tomografia computadorizada quantitativa (QCT), um tipo especial de tomografia da coluna que pode mostrar perda de densidade mineral óssea, pode ser usada em casos raros.
Em casos graves, um raio X da coluna ou dos quadris pode mostrar fratura ou colapso dos ossos. No entanto, raios X simples de ossos não são muito precisos para prever se uma pessoa tem probabilidade de ter osteoporose.
Se sua osteoporose for devido a uma condição médica em vez de simplesmente a perda óssea normal observada em idade mais avançada, você pode precisar de exames de sangue e urina.
Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://saude.ig.com.br/
1º Passo para Tratar a Obesidade
Published outubro 11, 2012 Campanhas Leave a CommentTags:alimentação, atividade física, bem-estar, Campanha, Dia Nacional de Prevenção à Obesidade, gordura, médico, noticia, nutrição, nutrição saudável, obesidade, Pesquisa, Prevenção, Qualidade de Vida, Saúde, sintomas, sobre peso, tratamento, vida, Viva Melhor
Obesidade deve matar 10 milhões de Brasileiros até 2012, diz Estudo
Published outubro 11, 2012 Sem categoria Leave a CommentTags:2015, alimentação, atividade física, bem-estar, Brasil, Brasileiros, Coração, crianças, cuidados, dica de saúde, dicas, doença, Estudo, gordura, Hipertensão, Homens, Infartos, médico, Ministério da Saúde, Morte, mulheres, mundo, noticia, nutrição saudável, obesidade, Pesquisa, pressão, Prevenção, Qualidade de Vida, Saúde, sintomas, trabalho, tratamento, vida, Viva Melhor
Hipertensão e outras doenças ligadas ao excesso de peso atingem mulheres, homens e crianças em todo o mundo.
A obesidade possui relação estreita com a hipertensão. Estima-se que seja responsável por 30% dos casos da doença. Cerca de 75% dos homens e 65% das mulheres brasileiras apresentam pressão alta diretamente ligada ao sobrepeso. Um estudo da Organização Mundial da Saúde afirma que o sedentarismo, a alimentação irregular e compulsiva, inclusive em crianças, resulta em índices alarmantes de obesidade: São 55% dos homens e 62% das mulheres, além de 5% dos 70 milhões de crianças e adolescentes. A projeção, segundo a OMS, é ainda pior: Até 2015, 10 milhões de brasileiros morrerão em decorrência de doenças crônicas originadas pela obesidade. O Brasil está entre os recordistas mundiais desses casos.
Cerca de 30% dos óbitos são ocasionados por doenças cardiovasculares. São aproximadamente 300 mil mortes por ano. A principal causa é o acidente vascular cerebral (AVC), sendo a hipertensão arterial responsável por 40% destes casos. A elevação da pressão arterial aumenta progressivamente a mortalidade cardiovascular. A hipertensão e as doenças a ela relacionadas geram um contingente significativo de internações. Em 2005, foram mais de R$ 1,1 milhão de internações, com um custo que passa de R$ 1,3 bilhões, segundo o Ministério da Saúde.
Números que assustam
Segundo o Ministério da Saúde, a taxa de incidência de hipertensão varia entre 20% e 30% na população brasileira, alcançando 50% em faixas etárias mais avançadas. O mais grave é que dos 43 milhões de adultos hipertensos, 15 milhões (35%) desconhecem a existência do problema e apenas 7 milhões estão em tratamento. Crianças e adolescentes não estão ilesos. São 3,5 milhões de crianças e adolescentes que precisam de tratamento no Brasil.
Anualmente, cerca de 300 mil brasileiros morrem por doenças cardiovasculares, mais da metade em decorrência de pressão alta. Entre essas enfermidades, a principal causa de morte é o acidente vascular cerebral (AVC), que tem como principal fator de risco a hipertensão – responsável por 40% desses óbitos. A hipertensão é também causa direta de aproximadamente 25% das mortes por doença coronariana.
No Brasil, a prevalência hipertensão é de 26,6% nos homens e 26,1 nas mulheres. A doença é mais freqüente em mulheres afrodescendentes com risco 130% mais elevado em relação às mulheres brancas. Outro agravante é o sedentarismo que aumenta o risco de hipertensão em 30%.
O alerta quanto à pressão alta não é menos importante do que o referente à obesidade. No Brasil, 40% da população está acima do peso e 15% tem obesidade. Segundo relatório da OMS sobre doenças crônicas (2005), no país, 55% dos homens e 62% das mulheres estão acima do peso. A projeção para 2015 é de que chegue a 67% no sexo masculino e 74% no feminino, com um total de 10 milhões de mortes por doenças crônicas ocasionadas por obesidade.
Em busca da solução
A medicina mundial está lutando para reverter o quadro. Na América Latina importantes sociedades de cardiologia e endocrinologia se reúnem com esse objetivo. A Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) e seu Departamento de Hipertensão Arterial e outros grupos brasileiros e internacionais realizarão o I Congresso Latino-Americano de Hipertensão e Obesidade, de 29 de novembro a 1º de dezembro, no Rio de Janeiro, no Hotel Intercontinental. O objetivo é criar uma estratégia eficiente para reduzir esses males. “Tratamento, medicação e os métodos cirúrgicos mais eficazes e atuais estarão em pauta no congresso” diz Andréa Araújo Brandão, presidente da Comissão organizadora e do Departamento de Hipertensão Arterial da SBC.
Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://itodas.uol.com.br/
Obesidade pode contribuir para Evolução do Câncer de Mama
Published outubro 11, 2012 Sem categoria Leave a CommentTags:alimentação, atividade física, bem-estar, Cancer, câncer de mama, Coração, cuidados, dica de saúde, doença, doenças, Evolução, gordura, Mama, médico, Morte, noticia, nutrição, nutrição saudável, obesidade, Pesquisa, Prevenção, Qualidade de Vida, Saúde, sobre peso, tratamento, vida
Segundo um estudo publicado recentemente no Journal of Clinical Investigation, as células de gorduras dos seios podem contribuir para o crescimento de tumores na região. Esta gordura que circula no tumor tem fatores de oncogênese – que são ações celulares ou genéticas que podem causar algum tipo de câncer.
O motivo desta relação é que, tanto nas células do tumor, como nas de gordura, foram encontradas uma grande quantidade de um tipo de proteína chamado Col6.
Segundo os pesquisadores do Centro Médico da University of Texas Southwestern, Philip Scherer e Jiyoung Park, esta proteína acelerou o crescimento dos tumores e promoveu a metástase nos ratos observados. Além disso, os roedores que receberam menos quantidade de Col6 apresentaram um crescimento considerado bem inferior do tumor e pouca metástase.
Assim, os estudos concluíram que a obesidade pode estar ligada com a progressão de casos de câncer de mama e sugere também que o controle desta proteína pode contribuir para uma nova alternativa de tratamento contra a doença.
Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://saude.terra.com.br/
Práticas Saudáveis para Crianças e Adolescentes
Published outubro 9, 2012 Notícias , Qualidade de Vida Leave a CommentTags:adolescentes, alimentação, atividade física, bem-estar, Brasil, Coração, crianças, cuidados, Dia das Crianças, Diabetes, dica de saúde, dicas, doença, médico, Ministério da Saúde, noticia, nutrição, nutrição saudável, Prevenção, Problemas, Qualidade de Vida, Saúde, sintomas, tratamento, Viva Melhor
Para se desenvolver, todo ser humano precisa de atenção, carinho e condições saudáveis de vida. Isso envolve alimentação, sono e estímulos adequados.
Desde a gestação, a boa nutrição é fundamental para o organismo funcionar corretamente. Nos seis primeiros meses, o bebê precisa ser alimentado somente com leite materno. Nada mais, nem mesmo água, pois leite contém todos os nutrientes necessários. Sugar o peito da mãe ainda exercita a musculatura da face e fortalece o vínculo entre mãe e filho.
Dormir bem também é imprescindível. Segundo o médico Marcelo Masruha, professor de Neurologia Infantil na Universidade Federal de São Paulo e secretário geral da Sociedade Brasileira de Neurologia Infantil (SBNI), desde o início os pais devem treinar a criança a dormir no próprio quarto e sem interrupções. Nada de mamadeira ou água durante a noite.
Segundo o especialista, bebês não devem dormir de barriga para baixo, mas, acordados, devem passar alguns minutos nessa posição, pois ela estimula a musculatura em volta da coluna. Para uma boa estimulação motora, coloque o bebê em diferentes posições ao longo do dia.
O que jamais pode faltar na vida da criança são amor, carinho e atenção às suas necessidades. Nos primeiros três meses fora do útero, o chamado quarto trimestre da gestação, o conforto do corpo da mãe faz falta. Segundo a pediatra Honorina de Almeida, especialista em desenvolvimento e consultora internacional em aleitamento materno, o bebê tem temperamento próprio e precisa de tempo para se adaptar a esse novo mundo. Mas não há receita. “É uma relação puramente afetiva, sem regras. Os pais não devem ter medo de tomar decisões guiadas pelo que dita o coração”, diz.
O afeto é tão importante que interfere até o desempenho escolar. Estudos mostram que as crianças que mantêm um forte vínculo com a família são mais curiosas e tendem a se interessar mais pelos estudos. “A afetividade é o motor do aprendizado”, diz a pedagoga Silvia Colello, professora de psicologia da educação na Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo.
Televisão e videogame não substituem afeto e ainda aumentam o sedentarismo. A OMS recomenda passar no máximo duas horas por dia na frente da tela e aumentar a quantidade de brincadeiras e atividades que movimentem o corpo. Segundo o Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional de 2009, 13% da população de 10 a 19 anos estão com sobrepeso e 3% com obesidade.
Atividade física regular e uma alimentação saudável, rica, variada e equilibrada em proteínas, fibras e carboidratos e o mínimo possível de doces, refrigerantes, frituras e alimentos industrializados, são uma ótima receita de saúde.
Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.brasil.gov.br
Dentistas questionam a Vida Sexual de Pacientes
Published outubro 5, 2012 Notícias , Qualidade de Vida Leave a CommentTags:bucal, cuidados, dentes, dentista, escova de dentes, noticia, Odontologista, Saúde, saúde bucal, tipos
Dentistas britânicos estão sendo instruídos a perguntar sobre a vida sexual de seus pacientes para diminuir as crescentes taxas de câncer oral. Esta medida seria capaz de detectar a doença na região precocemente, evitando complicações e até mesmo óbitos causados pelo problema. As informações são do Daily Mail.
“Nós gostaríamos que os dentistas tivessem uma participação mais ativa e passassem maiores informações para seus pacientes. Para isso, eles precisam fazer as perguntas certas”, diz Nunn Hazel, um dos líderes do centro de pesquisas sobre câncer do Reino Unido, o Cancer Research UK.
Ao analisar a boca do paciente, o dentista consegue ver se ele é fumante ou se consome bebidas alcoólicas em exagero – fatores determinantes para que o risco aumente. Mas é impossível saber como é a vida sexual dele. O sexo oral, devido ao alto risco de transmissão do vírus do papiloma humano (HPV), também está entre os hábitos que aumentam as chances de diagnóstico.
Em 2030, prevê-se que 9.200 casos novos sejam diagnosticados por ano, contra os 6.240 em 2009. As taxas de morte em consequência da doença também devem aumentar em cerca de 22% nas próximas duas décadas.
Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://saude.terra.com.br
Para que serve cada Tipo de Escova
Published outubro 5, 2012 Notícias , Qualidade de Vida Leave a CommentTags:bucal, cuidados, dentes, dentista, escova de dentes, escovas de dente, noticia, Odontologista, Saúde, saúde bucal, tipos
O mais indicado pela maioria dos dentistas é optar por uma escova com cerdas planas, pontas arredondadas, do tipo ultramacia, e sempre com uma grande quantidade de cerdas. Existem diferenças nas bordas das escovas e, principalmente, no formato da cabeça. As variações são recomendadas para diversos fins, como faixa etária, diferenças no tamanho do arco dental, tipo de gengiva e casos específicos, como aparelhos ortodônticos.
Nas prateleiras são muitas marcas, números, tipos de escova de dentes. Para saber qual a mais indicada, nada melhor do que consultar o dentista. Mas, para tirar algumas dúvidas sobre essa protagonista da higiene oral, o cirurgião-dentista Hugo Roberto Lewgoy, desvenda mitos e explica para que serve cada tipo de escova.
Formas e formatos
O mais indicado pela maioria dos dentistas é optar por uma escova com cerdas planas, pontas arredondadas, do tipo ultramacia, e sempre com uma grande quantidade de cerdas. Existem diferenças nas bordas das escovas e, principalmente, no formato da cabeça. As variações são recomendadas para diversos fins, como faixa etária, diferenças no tamanho do arco dental, tipo de gengiva e casos específicos, como aparelhos ortodônticos.
Para alcançar os dentes do fundo
Nada de escolher sua escova entre os produtos infantis. Há um mito de que as escovas infantis servem para adultos por ter a cabeça menor e alcançar os espaços mais escondidos. Existem escovas de adulto com cabeça bem pequena para esta função.Outra opção são as escovas do tipo unitufo que chegam nos dentes do fundo por menor que seja o espaço. Estas escovas também são ótimas para a limpeza da margem gengival e para retoques na escovação tradicional.
Cerdas duras X cerdas macias
Antigamente as escovas eram classificadas como macias, médias e duras, porém, as escovas macias substituíram as outras e foram subdivididas em supermacias, extramacias e ultramacias. Hoje, não existe mais indicação para escovas duras e médias, pois provocam abrasão do esmalte e retração gengival em longo prazo. A ultramacia é a única escova livre de traumas, recomendada para prevenir o desgaste do esmalte e a retração gengival.
Muitos viveram a época em que o correto era a remoção total da placa bacteriana. No entanto, essa premissa foi deixada para trás. Atualmente sabe-se que apenas a desorganização deste biofilme oral é suficiente para prevenir as cáries e doenças gengivais. Isso quer dizer que não adianta escovar os dentes com uma escova mais dura e ter com o passar do tempo retração gengival e sensibilidade dental. A sensibilidade afeta aproximadamente 25% dos indivíduos em todo mundo. São milhões de pessoas com que sofrem com a hipersensibilidade dentinária, que é, muitas vezes, provocada pela utilização de uma escova muito dura e cremes dentais abrasivos.
É hora de trocar
O consumo de escovas dentais no Brasil é muito baixo atingindo uma escova per capta a cada ano e meio. Na Suíça, por exemplo, a troca de escovas dentais é praticamente mensal. Algumas escovas no mercado vêm com uma faixa azul, que, quando clareia, indica que está na hora de ser aposentada. Mas nem sempre estes indicadores mostram o momento ideal para troca. De forma geral, as escovas devem ser trocadas entre dois e três meses de vida. O melhor é mantê-las sempre novas, uma vez que escovas antigas, ou muito usadas, perdem efetividade e induzem a pessoa a aumentar a força durante a escovação. O mal disso é o desgaste do esmalte dental e a retração gengival.
Língua não se limpa com escova dental
As escovas que trazem limpador de língua e bochechas na parte de trás, não são as mais indicadas para garantir a limpeza da língua. Para esse fim existem os limpadores de língua que executam esta tarefa com mais eficiência e sem desconfortos ou ânsia. Eles têm formato anatômico: a cabeça acompanha o formato da língua, o cabo angulado se encaixa na mão perfeitamente, a altura é bem menor do que uma escova de dente normal o que permite alcançar bem no fundo da língua, Além de tudo, os limpadores não ferem a língua e eliminam o risco da contaminação cruzada.
Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://saude.terra.com.br









