Posts Tagged 'Qualidade de Vida'



Tipos de Diabetes: Sintomas e Fatores de Risco

Hoje é comemorado o Dia Nacional do Diabetes, não esquecendo a data, a partir de hoje, vamos falar sobre o assunto.

Diabetes Mellitus é uma doença do metabolismo da glicose causada pela falta ou má absorção de insulina, hormônio produzido pelo pâncreas e cuja função é quebrar as moléculas de glicose para transformá-las em energia a fim de que seja aproveitada por todas as células. A ausência total ou parcial desse hormônio interfere não só na queima do açúcar como na sua transformação em outras substâncias (proteínas, músculos e gordura).

Na verdade, não se trata de uma doença única, mas de um conjunto de doenças com uma característica em comum: aumento da concentração de glicose no sangue provocado por duas diferentes situações:

a) Diabetes tipo I – o pâncreas produz pouca ou nenhuma insulina. A instalação da doença ocorre mais na infância e adolescência e é insulinodependente, isto é, exige a aplicação de injeções diárias de insulina;

b) Diabetes tipo II – as células são resistentes à ação da insulina. A incidência da doença que pode não ser insulinodependente, em geral, acomete as pessoas depois dos 40 anos de idade;

c) Diabetes gestacional – ocorre durante a gravidez e, na maior parte dos casos, é provocado pelo aumento excessivo de peso da mãe;

d) Diabetes associados a outras patologias como as pancreatites alcoólicas, uso de certos medicamentos, etc.

Sintomas

* Poliúria – a pessoa urina demais e, como isso a desidrata, sente muita sede (polidpsia);

* Aumento do apetite;

* Alterações visuais;

* Impotência sexual;

* Infecções fúngicas na pele e nas unhas;

* Feridas, especialmente nos membros inferiores, que demoram a cicatrizar;

* Neuropatias diabéticas provocada pelo comprometimento das terminações nervosas;

* Distúrbios cardíacos e renais.

Fatores de risco

* Obesidade (inclusive a obesidade infantil);

* Hereditariedade;

* Falta de atividade física regular;

* Hipertensão;

* Níveis altos de colesterol e triglicérides;

* Medicamentos, como os à base de cortisona;

* Idade acima dos 40 anos (para o diabetes tipo II);

* Estresse emocional.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://drauziovarella.com.br/

Ex-presidentes pedem Mudanças nas Políticas Antidrogas

Em 1987, a Organização das Nações Unidas (ONU) determinou, hoje, dia 26 de junho como o Dia Internacional de Combate às Drogas.

No mundo todo, cerca de 200 milhões de pessoas – quase de 5% da população entre 15 e 64 anos – usam drogas ilícitas pelo menos uma vez por ano. Cerca de metade dos usuários usa drogas regularmente; isto é, pelo menos uma vez por mês. Os dados são do Escritório das Nações Unidas contra Drogas e Crime (UNODC, na sigla em inglês).

Existem diversas formas de combater os prejuízos causados pelo consumo de drogas. Uma delas é através da conscientização. É necessário que se reflita cada vez mais sobre este problema que afeta tantos indivíduos, constituindo-se em um grave problema de saúde pública.

Com isso, seis ex-presidentes, incluindo Fernando Henrique Cardoso, apoiaram um novo relatório que será apresentado nesta terça-feira, em Londres, que pede à comunidade internacional mudanças em sua política antidrogas baseada na repressão visando deter a propagação do vírus da Aids.

A Comissão Global de Políticas de Drogas é composta por cerca de 20 personalidades mundialmente reconhecidas, entre elas os ex-presidentes Fernando Henrique Cardoso, César Gaviria, da Colômbia, Ernesto Zedillo, do México, Ricardo Lagos, do Chile, Aleksander Kwasniewski, da Polônia, e Ruth Dreifuss, da Suíça, o prêmio Nobel de Literatura peruano Mario Vargas Llosa, o ex-alto representante da Política Externa da União Europeia Javier Solana, e o ex-secretário de Estado americano George Shultz.

“A guerra mundial contra as drogas está impulsionando a pandemia de HIV/Aids entre os consumidores de drogas e seus parceiros sexuais”, afirma o documento apresentado pela Comissão Global de Políticas de Drogas a um mês da realização de uma conferência internacional sobre a Aids em Washington.

Segundo o relatório, diversas investigações evidenciaram que as políticas repressivas contra as drogas aplicadas ainda em vários países levam os usuários a prescindir dos serviços de saúde pública e os colocam em situações de marginalização que aumentam o risco de contágio.

“A prisão em massa de infratores não violentos da legislação antidrogas também desempenha um papel importante no aumento do risco de contrair HIV”, completa o relatório.

O documento critica em particular países como Estados Unidos, Rússia e Tailândia, acusados de “ignorar” as recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS) em matéria de prevenção do HIV, com “consequências devastadoras”.

A Comissão pede às Nações Unidas, patrocinadora da próxima conferência através de sua agência UNAIDS, a reconhecer a existência desta relação entre a chamada guerra contra as drogas e a propagação do HIV/Aids e a pressionar todos os países para que atuem nesse sentido.

Os governos por sua vez devem implementar medidas de prevenção, como a distribuição de agulhas hipodérmicas esterelizadas para os consumidores de drogas injetáveis, e tratamentos de substituição como a metadona para os heroinômanos, afirma a Comissão, destacando o “dramático declive” registrado na epidemia de HIV nos locais onde já se aplicam.

“Atuem urgentemente: a guerra contra as drogas fracassou, e milhões de novas infecções por HIV e mortes pela Aids podem ser evitadas se agirem agora”, concluiu em suas recomendações.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site:  http://veja.abril.com.br

Asma ainda mata 2,5 mil pessoas por ano no Brasil

Ontem, dia 21 de Junho, foi celebrado o Dia Nacional da Asma, doença que alcança mais de 22 milhões de brasileiros, segundo dados da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia. Apesar de ser controlável por tratamento, que é oferecido gratuitamente na rede pública, a doença ainda mata cerca de 2,5 mil pessoas por ano, de acordo com o Ministério da Saúde.

Divulgada nacionalmente, uma complicação de asma matou o filho mais novo do presidente da Embratur, Marcelo Dino, de 13 anos, no dia 14 de fevereiro passado, depois de uma crise quando estava internado no Santa Lúcia, um dos mais conhecidos hospitais privados da capital federal. As circunstâncias da morte foram investigadas pelo Ministério Público do Trabalho e pela Polícia Civil do Distrito Federal.

A asma é uma inflamação pulmonar crônica, multifatorial, transmitida geneticamente, caracterizada por episódios recorrentes de falta de ar, tosse, chiado e aperto no peito. Na maioria dos casos, o problema começa na infância, mas pode surgir em qualquer faixa etária, como explica a alergista e imunologista pediátrica do Hospital da Criança, Cláudia França Valente.

Para prevenir os ataques, a pessoa deve ter cuidado com ambiente onde mora, segundo ela. O local deve ser iluminado, arejado e com a menor quantidade de objetos possível, para impedir a retenção de poeira. A Secretaria de Saúde do DF realizará a partir de amanhã (22), até 29 de junho, a 8ª Semana de Combate à Asma. No evento, serão realizadas palestras educativas para o público em geral sobre a doença.

O pneumologista e professor da Universidade de Brasília (UnB), Ricardo Martins, orienta que, além de cuidar do ambiente e usar os medicamentos, o asmático também deve manter uma vida saudável, se alimentar bem, ter boa qualidade de sono e praticar atividade física. ‘É uma doença que, apesar de não ter cura, tem tratamento, e os pacientes garantem a qualidade de vida’, explicou.

A alergista Cláudia Valente completa que a atividade física não é só a natação, mas qualquer exercício, como o futebol, a caminhada ou a corrida. ‘A prática esportiva ajuda porque aumenta a capacidade respiratória e a resistência à crise. Entretanto, a prática do esporte deve ser orientada pelo médico, e só deve ser feita sob a orientação desse profissional, se a asma estiver sob controle’, ressaltou.

Se a doença for tratada adequadamente, o paciente pode deixar de usar a medicação. ‘É como na hipertensão. O paciente passa pelo tratamento para se chegar ao controle da doença, mas não há cura. Em alguns casos, o asmático chega a deixar de usar o medicamento, mas deve estar sempre atento para que a doença não volte. Quando se está em tratamento, a medicação deve ser usada regularmente’, explicou a médica.

No entanto, caso a doença não seja tratada adequadamente, o paciente pode morrer. ‘A asma uma doença que pode matar, mas se for bem tratada, isso raramente ocorre’, disse o pneumologista Ricardo Martins.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://noticias.br.msn.com

Dia Nacional de Controle da Asma

Asma: Sintomas e Recomendações

Asma é o estreitamento dos bronquíolos (pequenos canais de ar dos pulmões) que dificulta a passagem do ar provocando contrações ou broncoespasmos. As crises comprometem a respiração, tornando-a difícil.

Quando os bronquíolos inflamam, segregam mais muco o que aumenta o problema respiratório. Na asma, expirar é mais difícil do que inspirar, uma vez que o ar viciado permanece nos pulmões provocando sensação de sufoco.

A asma acomete pessoas de qualquer idade. A maioria dos casos, todavia, é diagnosticada na infância e é comum manifestar-se em pessoas de uma mesma família.

Sintomas

Os sintomas mais frequentes são falta de ar, tosse seca, chiado e opressão no peito. Gripes e resfriados costumam agravá-los.

Recomendações

* Não fume. Numa família de asmáticos ninguém deve fumar. Evite o contato com fumaça e com fumantes;

* Todos os membros de uma família de asmáticos precisam ser orientados a respeito das características da doença e das crises. A informação correta ajuda a reduzir os mitos que cercam a doença e os doentes;

* Identifique os sintomas iniciais das crises e tome as medidas necessárias para que não se tornem graves;

* Submeta-se a testes de pele para identificar possíveis alergias a alguma substância específica;

* Evite apanhar resfriados e gripes;

* Fumaças, gases, cheiros de tinta, de produtos de limpeza ou de higiene pessoal e perfumes podem ser prejudiciais aos asmáticos. Fuja deles;

* Evite mudanças abruptas de temperatura;

* Exercite-se moderadamente todos os dias. Não cometa excessos. A asma não deve limitar a vida ou a atividade física de ninguém. Caminhar, nadar e pedalar são atividades muito saudáveis;

* Tome muito líquido. Recomenda-se ingerir de cinco a oito copos por dia. Isso ajuda a diluir a secreção brônquica e facilita a expectoração;

* Pratique exercícios respiratórios. Ioga pode ser uma boa sugestão;* Não tome medicamentos indutores do sono, que usualmente tornam a respiração mais lenta;

* Se café, chá ou outro produto qualquer mantêm você desperto, não os tome no fim da tarde ou à noite;

* Se tosse ou outros sintomas não o deixam dormir, eleve a cabeceira da cama com calços ou utilize travesseiros extras;

* Use broncodiltadores ou outros medicamentos prescritos por seu médico. Evite a chamada medicação caseira. Inaladores orais podem ser muito eficientes;

* Combata a azia, que predispõe as pessoas a crises de asma;

* Evite o pânico nos momentos de crise;

* Observe corretamente as orientações do seu médico. Mantenha-o informado sobre todo tratamento caseiro que eventualmente você adote;

* A asma não controlada pode causar sérias complicações. Consulte o médico na ocorrência de qualquer febre durante as crises, tosse persistente, respiração difícil, falta de ar e dor no peito.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://drauziovarella.com.br

Você pode ser um Doador de Sangue

Doar sangue não é uma atividade que demanda muito tempo, é segura e ainda pode salvar vidas.  Veja, abaixo, se você pode ser um doador e os cuidados que deve ter após a doação de sangue.

A doação:

– A doação de sangue é segura e demora cerca de trinta minutos;

– Todo material utilizado na coleta do sangue é descartável, garantindo a segurança do doador;

– O volume de sangue total a ser coletado não pode exceder 8 ml/kg de peso para as mulheres e 9 ml/kg de peso para os homens. O volume admitido por doação é de 450 ml +/- 50ml, aos quais podem ser acrescidos até 30 ml para a realização dos exames laboratoriais exigidos pelas leis e normas técnicas;

– Doar sangue não altera a pressão arterial, não engrossa, nem modifica o sangue;

– O doador não tem qualquer obrigação de doar sangue novamente. Só faz isso se quiser, com intervalo de 60 dias para os homens e 90 dias para as mulheres;

– É necessário apresentar um documento de identificação com foto, emitido por órgão oficial, ou sua cópia autenticada.

Para doar é preciso:

– Ter entre 18 e 65 anos e mais de 55 quilos;

– Estar em boas condições de saúde e alimentado, mas não pode ter ingerido comida gordurosa nas últimas quatro horas;

– Não ter ingerido bebida alcoólica nas 12 horas que antecedem a doação;

– Não ter tido gripe ou febre nos últimos sete dias;

– Ter feito a última doação há mais de 90 dias se for mulher ou 60 dias se for homem;

– Não ter feito tatuagem há menos de um ano;

– Não estar grávida ou ter tido parto ou aborto há menos de três meses;

– Não estar no período de amamentação;

– Não ter nenhuma doença crônica do tipo cardiopatia, diabetes, tuberculose, doença renal, epilepsia ou hepatite;

– Não ter antecedente ou apresentar fator de risco para doenças infecciosas transmissíveis por transfusão – sífilis, doença de Chagas, Aids, Hepatites B e C, malária, HTLV I/II.

Observação: O uso de medicamentos, vacinas, acupuntura e piercing serão avaliados individualmente.

Cuidados:

– A doação não traz riscos para o doador, mas eventualmente, após a coleta do sangue, a pessoa pode apresentar alguns sintomas: tontura, queda de pressão, desmaio, náuseas, vômitos, dor ou hematoma no local da punção;

– Alguns cuidados são necessários para diminuir os efeitos colaterais adversos após a doação: Ingerir bastante líquido, não tomar bebida alcoólica ou realizar exercícios físicos no dia da doação, não fazer força com o braço que foi puncionado, não fumar por no mínimo duas horas e aguardar 30 minutos para dirigir carro e 1 hora para dirigir motocicleta;

– Se o doador sentir alguns desses sintomas ou outros que não considere normal, deve comunicar imediatamente ou retornar ao Banco de Sangue para avaliação e orientação.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.band.com.br/

Por que Doar Sangue?

A ciência avançou muito e fez várias descobertas. Mas ainda não foi encontrado um substituto para o sangue humano. Por isso, sempre que precisa de uma transfusão de sangue, a pessoa só pode contar com a solidariedade de outras pessoas. Doar sangue é simples, rápido e seguro. Mas, para quem o recebe, esse gesto não é nada simples: vale a vida. Seja doador voluntário. Faz bem também para você. Porque a satisfação de salvar vidas é a maior recompensa.

Requisitos Básicos para Doação de Sangue

  • » Estar em boas condições de saúde.
  • » Ter entre 16 e 67 anos, desde que a primeira doação tenha sido feita até 60 anos (menores de 18 anos, clique para ver documentos necessáriosformulário de autorização).
  • » Pesar no mínimo 50kg.
  • » Estar descansado (ter dormido pelo menos 6 horas nas últimas 24 horas).
  • » Estar alimentado (evitar alimentação gordurosa nas 4 horas que antecedem a doação).
  • » Apresentar documento original com foto emitido por órgão oficial (Carteira de Identidade, Cartão de Identidade de Profissional Liberal, Carteira de Trabalho e Previdência Social).

Impedimentos temporários

  • » Resfriado: aguardar 7 dias após desaparecimento dos sintomas.
  • » Gravidez: 90 dias após parto normal e 180 dias após cesariana.
  • » Amamentação (se o parto ocorreu há menos de 12 meses).
  • » Ingestão de bebida alcoólica nas 12 horas que antecedem a doação.
  • » Tatuagem nos últimos 12 meses.
  • » Situações nas quais há maior risco de adquirir doenças sexualmente transmissíveis, como não usar preservativo com parceiros ocasionais ou desconhecidos: aguardar 12 meses.

Acre, Amapá, Amazonas, Rondônia, Roraima, Maranhão, Mato Grosso, Pará e Tocantins são estados onde há alta prevalência de malária. Quem esteve nesses estados deve aguardar 12 meses.

Impedimentos definitivos

  • » Hepatite após os 11 anos de idade.
  • » Evidência clínica ou laboratorial das seguintes doenças infecciosas transmissíveis pelo sangue: Hepatites B e C, AIDS (vírus HIV), doenças associadas aos vírus HTLV I e II e Doença de Chagas.
  • » Uso de drogas ilícitas injetáveis.
  • » Malária.

Respeitar os intervalos para doação

  • » Homens 60 dias: até 4 doações por ano.
  • » Mulheres 90 dias: até 3 doações por ano.

Na triagem de doadores, a Fundação Pró-Sangue obedece a normas nacionais e internacionais de segurança do sangue, do Ministério da Saúde, da Associação Americana e do Conselho Europeu de Bancos de Sangue. O alto rigor no cumprimento dessas normas visa oferecer proteção ao receptor e ao doador.

Honestidade também salva vidas. Ao doar sangue, seja sincero na entrevista.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.prosangue.sp.gov.br

Política Nacional de Promoção da Doação Voluntária de Sangue

O Ministério da Saúde aprovou nesta semana a proposta da Política Nacional de Promoção da Doação Voluntária de Sangue. Após dois dias de reunião em Brasília, gestores e técnicos da rede de hemocentros do País encaminharam documento propondo mudanças de comportamento e gestão da doação, além da realização de campanhas e ações educativas, com objetivo de manter os estoques da hemorrede. A proposta ainda será submetida à aprovação na Comissão Intergestores Tripartite, que reúne representantes da União, Estados e Municípios. As informações são do site do Ministério da Saúde.
“A manutenção dos estoques está diretamente relacionada à capacidade de mobilizarmos pessoas para doar sangue. Todo esse processo que discutimos no Fórum de Captadores e Gestores da Hemorrede Pública Nacional, em Brasília, girou em torno da definição de diretrizes e indicadores para uma política nacional, na qual serão fundamentados os projetos e estratégias de mobilização que devemos usar para que a população seja doadora de sangue”, disse Guilherme Genovez, coordenador geral de Sangue e Hemoderivados do Ministério da Saúde.

Para o coordenador, há necessidade de investir em ações de comunicação e educação para a fidelização do doador. Para se tornar um doador de sangue, a pessoa não deve ser portadora de doenças transmissíveis pelo sangue, ter peso acima de 50 quilos e repetir o ato de doar mais de três vezes por ano, por exemplo.

Segundo Genovez, outra vantagem da criação de uma política nacional é a padronização de procedimentos e protocolos para todo o Sistema Único de Saúde (SUS), melhorando o atendimento ao público na hemorrede brasileira. Outro avanço é que a política poderá assegurar mais recursos para a União, Estados e Municípios.

A proposta foi discutida durante o 1º Fórum de Captadores e Gestores da Hemorrede Pública Nacional, encerrado na quarta-feira em Brasília.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://noticias.uol.com.br

Vacinação

A vacinação é a maneira mais eficaz de se evitar diversas doenças imunopreveníveis, como varíola (erradicada), poliomielite (paralisia infantil), sarampo, tuberculose, rubéola, gripe, hepatite B e febre amarela, entre outras.

É Importante ressaltar alguns conceitos básicos sobre imunização:

Vacina é o mecanismo usado para controlar algumas doenças infecto-contagiosa. Consiste na inoculação de um antígeno na corrente sanguínea de uma pessoa, visando à produção de anticorpos.

pessoa vacinada é aquela que recebeu uma dose da vacina, independentemente de ter recebido o esquema completo.

pessoa imune é aquela que possui anticorpos protetores específicos contra determinado agente infeccioso. Essa imunidade pode ser adquirida naturalmente (pela doença) ou artificialmente (pela imunização adquirida por meio da vacinação).

Imunidade é a capacidade de o sistema imunológico reconhecer substâncias estranhas e promover uma resposta contra elas (micro-organismo responsável por uma doença infecciosa específica ou sobre suas toxinas).

As ações de vacinação são coordenadas pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI) da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde e têm o objetivo de erradicar, eliminar e controlar as doenças imunopreveníveis no território brasileiro.

O Programa foi criado em 1973, regulamentado no ano de 1975 pela Lei nº 6.259, de 30/10/1975, e pelo Decreto nº 78.231, de 30/12/1976, representando um instrumento destinado à proteção da população brasileira contra doenças que podem ser evitadas com o uso de imunobiológicos, incluindo as vacinas. Atualmente, o PNI preconiza a vacinação para a família e, além da imunização de crianças, oferece também a vacinação para adolescentes, adultos, idosos, povos indígenas e populações com necessidades especiais.

O Programa coordena e define normas e procedimentos técnicos e científicos articulados às secretarias de estado e estas com as secretarias municipais, mediante ações estratégicas sistemáticas de vacinação da população, com base na vigilância epidemiológica de doenças imunopreveníveis e inovações tecnológicas da área. Também tem o papel de adquirir, conservar e distribuir os imunobiológicos que integram os calendários de vacinação do PNI nas aproximadamente 34 mil salas de vacina em todo o país.

As ações de vacinação contribuíram, de forma significativa, para manter a erradicação do ciclo urbano da febre amarela e da erradicação da varíola no Brasil. Outro resultado de destaque é a ausência de registros da paralisia infantil há 22 anos e do sarampo, há dez anos.

O PNI do Ministério da Saúde, em consonância com a Constituição da República Federativa do Brasil e a Lei Orgânica da Saúde, proporciona o acesso equânime aos imunobiológicos especiais aos grupos portadores de imunodeficiências congênitas ou adquiridas e seus comunicantes, usuários com história associada a evento adverso pós-vacinação e profilaxia pré e pós-exposição a determinados agravos. Estão disponibilizados nos 42 Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais (Crie) das 27 unidades federadas.

Ainda encontram-se em discussão as recomendações de vacinas para viajantes nacionais e internacionais.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://portal.saude.gov.br

Como Socorrer uma Vítima de Queimadura

Pessoas com queimaduras profundas podem correr sério risco de vida. Quanto maior a extensão, maiores os perigos para a vítima. Existem diferentes graus de lesão. Leve em conta que uma pessoa pode apresentar, ao mesmo tempo, queimaduras de terceiro, segundo e primeiro graus – e cada tipo de lesão pede um socorro específico.

É proibido…
passar gelo, manteiga ou qualquer coisa que não seja água fria no local, em qualquer caso. Também não se deve estourar bolhas ou tentar retirar a roupa colada à pele queimada.

O que não se deve fazer:

  • Passar pasta de dente, pomadas, ovo, manteiga, óleo de cozinha… apenas água fria é permitida. Gelo também não pode.
  • Furar as bolhas.
  • Retirar a pele morta
  • Arrancar a roupa grudada na área queimada
  • Apertar o ferimento

Primeiro grau

As queimaduras deste tipo atingem apenas a epiderme, que é a camada mais superficial da pele. O local fica vermelho, um pouco inchado, e é possível que haja um pouco de dor. É considerada queimadura leve, e pede socorro médico apenas quando atinge grande extensão do corpo.

Como socorrer vítimas de queimadura de primeiro grau:

1. Use água, muita água. É preciso resfriar o local. Faça isso com água corrente, um recipiente com água fria ou compressas úmidas. Não use gelo.

2. Depois de cinco minutos, quando a vítima estiver sentindo menos dor, seque o local, sem esfregar.

3. Com o cuidado de não apertar o local, faça um curativo com uma compressa limpa.

4. Em casos de queimadura de primeiro grau – e apenas nesse caso – é permitido e recomendável beber bastante água e tomar um remédio que combata a dor.

Segundo grau
Já não é superficial: epiderme e derme são atingidas. O local fica vermelho, inchado e com bolhas. Há liberação de líquidos e a dor é intensa. Se for um ferimento pequeno, é considerada queimadura leve. Nos outros casos, já é de gravidade moderada. É grave quando a queimadura de segundo grau atinge rosto, pescoço, tórax, mãos, pés, virilha e articulações, ou uma área muito extensa do corpo.

Como socorrer vítimas de queimadura de segundo grau:

1. Use água, muita água. É preciso resfriar o local. Faça isso com água corrente, um recipiente com água fria ou compressas úmidas. Não use gelo. 2. Depois de cinco minutos, quando a vítima estiver sentindo menos dor, seque o local, sem esfregar.

3. Com o cuidado de não apertar o local, faça um curativo com uma compressa limpa.

4. Em casos de queimadura de primeiro grau – e apenas nesse caso – é permitido e recomendável beber bastante água e tomar um remédio que combata a dor.

Terceiro grau

Qualquer caso de queimaduras de terceiro grau é grave: elas atingem todas as camadas da pele, podendo chegar aos músculos e ossos. Como os nervos são destruídos, não há dor – mas a vítima pode reclamar de dor devido a outras quimaduras, de primeiro e segundo grau, que tiver. A aparência deste tipo de ferimento é escura (carbonizada) ou esbranquiçada.

Como socorrer vítimas de queimadura de terceiro grau:
1. Retire acessórios e roupas, porque a área afetada vai inchar. Atenção: se a roupa estiver colada à área queimada, não mexa!

2. É preciso resfriar o local. Faça isso com compressas úmidas. Não use gelo.

3. Nas queimaduras de terceiro grau pequenas (menos de cinco centímetro de diâmetro) – só nas pequenas! – você pode usar água corrente ou um recipiente com água fria. Cuidado com o jato de água – ele não deve causar dor nem arrebentar as bolhas.

4. Atenção: a pessoa com queimadura de terceiro grau pode não reclamar de dor e, por isso, se machucar ainda mais – como dizer que o jato de água não está doendo, por exemplo.

5. Se a queimadura tiver atingido grande parte do corpo, tenha o cuidado de manter a vítima aquecida.

6. Com o cuidado de não apertar o local, faça um curativo com uma compressa limpa. Em feridas em mãos e pés, evite fazer o curativo você mesmo, porque os dedos podem grudar um nos outros. Espere a chegada ao hospital.

7. Não ofereça medicamentos, alimentos ou água, pois a vítima pode precisar tomar anestesia e, para isso, estar em jejum.

8. Não perca tempo em remover a vítima ao hospital. Ela pode estar tendo dificuldades para respirar.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://saude.terra.com.br


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