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10 dicas para amenizar a sensibilidade nos dentes

Quando o esmalte do dente está mineralizado, ele fica forte e impermeável. Mas o dia a dia muitas vezes não é muito gentil e fraturas, bebidas e alimentos ácidos, cáries, entre outros vilões, podem desgastar o dente. Essa é uma das principais causas dos dentes sensíveis, quando a superfície do dente é corroída e a dentina fica exposta.

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Ocorre que milhares de canalículos que ficam no centro do dente e levam o nervo da polpa até a superfície ficam expostos e causam dor. O problema é ainda pior para quem tem bruxismo, ou seja, para quem range os dentes durante o sono. “Ao pressionar os dentes, eles são comprimidos e estouram os prismas de esmalte, o que expõe a dentina e causa sensibilidade ao gelado, vento, frio ou doce. Isso, em conjunto com uma escovação pesada, piora o problema”, diz a cirurgiã-dentista, Debora Ayala Walverde, da Clínica Debora Ayala Studio de Odontologia.

Para indicar o melhor tratamento, é preciso fechar o diagnóstico, uma vez que a sensibilidade dentinária tem muitas causas. Há o laser de baixa potência com ação analgésica e anti-inflamatória, verniz de flúor para ajudar a mineralizar o esmalte e a dentina, agente fixador para impermeabilizar a superfície da dentina, entre outros.

Mas, antes de pensar nos tratamentos, é importante dizer que a sensibilidade causada por desgaste do esmalte pode ser prevenida com mudanças de hábitos diários. Confira:

1-    Escolha a escova com cuidado
A escova deve ter grande quantidade de cerdas e ser do tipo ultramacia. As cerdas arredondadas também são indicadas.

2-    Fique longe de bebidas ácidas
Refrigerantes, energéticos, isotônicos, devem passar longe dos dentes. Mesmo sucos mais ácidos devem ser ingeridos com canudinho. Assim evita-se o contato da acidez com os dentes.

3-    Na salada
O mesmo ocorre com o vinagre. Opte apenas pelo azeite e sal para evitar o choque nos dentes sensíveis.

4-    Tenha sempre um chiclete na bolsa ou no bolso
Em vez de comer e ir direto escovar os dentes, vale mascar uma goma sem açúcar. Isso estimulará o fluxo salivar, que neutraliza a acidez da boca. Por outro lado, caso a escovação seja feita com o pH desequilibrado, a acidez é passada nos dentes pela escova, o que desmineraliza o esmalte.

5-    Creme dental especial
O tipo de creme dental usado por quem tem dentes sensíveis deve ser indicado pelo dentista. Algumas vezes, ele pode recomendar marcas que sejam específicas para o problema. Os produtos branqueadores normalmente são mais abrasivos, ou seja, inimigos da sensibilidade.

6-    Flúor
Cremes dentais e enxaguante bucal com flúor podem ajudar a fortalecer o esmalte dos dentes. O flúor em gel também pode ajudar nas crises. Fale com o dentista sobre essas possibilidades.

7-    Higiene impecável
Escovar os dentes, passar fio dental, limpar a língua são passos imprescindíveis para deixar a boca saudável. Consequentemente, a cárie não se instalada e o esmalte dentário não corre riscos.

8-    Clareamento com supervisão
Todos os tipos de clareamento dentário devem ser recomendados pelo dentista. Mas, para quem já tem dentes sensíveis, até as soluções caseiras devem passar longe. No mercado existem cremes dentais, fitas adesivas e kits branqueadores. Eles podem agravar o quadro de sensibilidade. Para garantir dentes brancos e sem dor, só com acompanhamento profissional.

9-    Cuidado com a força
A escovação não exige força e sim movimentos e ferramentas adequadas. A pressão em demasia pode desgastar o esmalte e piorar a sensibilidade. A escova deve estar a 45 graus em relação aos dentes para alcançar mais fundo nas gengivas.

10-    Trate o bruxismo
Caso exista a desconfiança de bruxismo, é importante ir ao dentista para tratar o problema. O profissional pode indicar placas para serem usadas durante a noite, que evitam o desgaste do esmalte dental.

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27 milhões de brasileiros nunca foram ao Dentista

No Dia Nacional do Cirurgião-Dentista e da Saúde Bucal, a Associação Brasileira de Odontologia (ABO) afirma que ainda há 27 milhões de brasileiros que nunca foram a um dentista, por falta de informação ou por falta de acesso. “O problema básico é que a educação para a saúde ainda é deficiente. A ação governamental ainda é insuficiente”, diz Newton Miranda de Carvalho, presidente da ABO.

Health Care Divides New German Coalition

De acordo com o Ministério da Saúde, o Brasil tem 22.139 equipes de saúde bucal em atuação. Segundo Carvalho, “as 22 mil equipes de saúde bucal que existem no Brasil são um grande avanço, mas insuficientes para colocar o problema da saúde bucal em patamares aceitáveis”.

Aline Lopes, dentista de um núcleo de saúde da família em Samambaia, cidade do Distrito Federal, destaca a importância da atuação de uma equipe como essa na comunidade. ”A grande vantagem é que a gente consegue ficar próxima do paciente. Eu conheço as famílias que atendo. Consigo rastreá-las, acompanhá-las desde a raiz dos seus problemas”, afirma.

O Brasil concentra o maior número de dentistas do mundo, mas “a má distribuição geográfica é o problema” , diz o presidente da ABO. Ele explica que, em um simples exame, o dentista pode detectar o início de problemas que vão de uma simples cárie até algo mais sério, como o câncer de boca.

“O câncer bucal esta aumentando de forma absurda. Em 2012, estimamos que cerca de 7 mil pessoas foram diagnosticadas com a doença. Para 2013, estimamos 14 mil. Isso é um índice muito alto, está dobrando em pouco espaço de tempo. É o fumo, o álcool, o sol sem proteção, a radiação ataca o lábio”, afirma Carvalho.

Além disso, o presidente da ABO explica que a literatura científica médica e odontológica é rica em exemplos de relações comprovadas entre a boca e doenças cardíacas e pulmonares, diabetes, hipertensão e até o nascimento de bebês prematuros.

Newton de Carvalho recomenda a ida ao dentista de seis em seis meses. “Que escovem os dentes de três a quatro vezes por dia e não deixem de ir ao dentista. Não é só quando o dente dói que devemos ir ao dentista. Muitas vezes quando o dente dói, o problema já está avançado.” Para ele, o Dia Nacional do Cirurgião-Dentista “não é só de comemorações, é para lembrar que existem doenças bucais”.

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A Saúde Bucal dos Idosos

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Como posso manter uma boa saúde bucal na terceira idade?
Se você cuidar bem dos seus dentes e fizer consultas periódicas com seu dentista, os seus dentes podem durar a vida inteira. Independentemente da idade, você pode ter dentes e gengivas saudáveis se escovar pelo menos três vezes ao dia com creme dental com flúor, se usar fio dental pelo menos uma vez ao dia e se for regularmente ao dentista para exames completos e limpeza.

Que informações sobre a saúde bucal um indivíduo da terceira idade deve ter?
Até mesmo quem escova e usa fio dental regularmente, pode ter alguns problemas específicos. Muitas pessoas na terceira idade usam dentaduras, tomam remédios e têm problemas de saúde geral. Felizmente, seu dentista pode ajudar você a encarar estes desafios com êxito quase que garantido.

  • As cáries e os problemas com a raiz dos dentes são mais comuns em pessoas da terceira idade. Por isso, é importante escovar com um creme dental que contenha flúor, usar fio dental todos os dias e não deixar de ir ao dentista.
  • A sensibilidade pode se agravar com a idade. Com o passar do tempo é normal haver retração gengival que expõe áreas do dente que não estão protegidas pelo esmalte dental. Estas áreas podem ser particularmente doloridas quando atingidas por alimentos e bebidas quentes ou frias. Nos casos mais severos, pode ocorrer sensibilidade com relação ao ar frio e a alimentos e líquidos doces ou amargos. Se seus dentes estiverem muito sensíveis, tente usar um creme dental apropriado. Se o problema persistir, consulte o dentista já que esta sensibilidade pode indicar a existência de um problema mais sério, como, por exemplo, cárie ou dente fraturado.
  • As pessoas mais velhas se queixam de boca seca com freqüência. Este problema pode ser causado por medicamentos ou por distúrbios da saúde. Se não tratado, pode prejudicar seus dentes. Seu dentista pode recomendar vários métodos para manter sua boca mais úmida, como tratamentos ou remédios adequados para evitar a boca seca.
  • Enfermidades preexistentes (diabete, problemas cardíacos, câncer) podem afetar a saúde da sua boca. Converse com seu dentista sobre quaisquer problemas de saúde existente para que ele possa ter uma visão completa da situação e para que possa ajudar você de forma mais específica.
  • As dentaduras tornam mais fácil a vida de muitas pessoas da terceira idade, mas exigem cuidados especiais. Siga rigorosamente as instruções do seu dentista e, caso ocorra qualquer problema, marque uma consulta. Os portadores de dentaduras definitivas devem fazer um exame bucal geral pelo menos uma vez por ano.
  • A gengivite é um problema que afeta pessoas de todas as idades e que pode se tornar muito sério, especialmente em pessoas de mais de 40 anos. Vários fatores podem agravar a gengivite, inclusive:
    1. Má alimentação.
    2. Higiene bucal inadequada.
    3. Doenças sistêmicas, como a diabete, enfermidades cardíacas e câncer.
    4. Fatores ambientais, tais como o estresse e o fumo.
    5. Certos medicamentos que podem influenciar os problemas gengivais.
  • Como as doenças gengivais são reversíveis em seus primeiros estágios, é importante diagnosticá-las o mais cedo possível. As consultas periódicas garantem o seu diagnóstico e o seu tratamento precoce. É importante saber que a boa higiene bucalevita o aparecimento de enfermidades gengivais.
  • As coroas e pontes são usadas para reforçar dentes danificados ou substituir dentes extraídos. Uma coroa é usada para recobrir um dente que sofreu perda de substância. Ela fortalece a estrutura do dente e melhora a sua aparência, sua forma ou seu alinhamento. As pontes ou próteses fixas são usadas para substituir um ou mais dentes faltantes e são fixadas nos dentes naturais ou nos implantes situados ao lado do espaço deixado pelo dente extraído.

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Dentistas questionam a Vida Sexual de Pacientes

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Dentistas britânicos estão sendo instruídos a perguntar sobre a vida sexual de seus pacientes para diminuir as crescentes taxas de câncer oral. Esta medida seria capaz de detectar a doença na região precocemente, evitando complicações e até mesmo óbitos causados pelo problema. As informações são do Daily Mail.

“Nós gostaríamos que os dentistas tivessem uma participação mais ativa e passassem maiores informações para seus pacientes. Para isso, eles precisam fazer as perguntas certas”, diz Nunn Hazel, um dos líderes do centro de pesquisas sobre câncer do Reino Unido, o Cancer Research UK.

Ao analisar a boca do paciente, o dentista consegue ver se ele é fumante ou se consome bebidas alcoólicas em exagero – fatores determinantes para que o risco aumente. Mas é impossível saber como é a vida sexual dele. O sexo oral, devido ao alto risco de transmissão do vírus do papiloma humano (HPV), também está entre os hábitos que aumentam as chances de diagnóstico.

Em 2030, prevê-se que 9.200 casos novos sejam diagnosticados por ano, contra os 6.240 em 2009. As taxas de morte em consequência da doença também devem aumentar em cerca de 22% nas próximas duas décadas.

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Para que serve cada Tipo de Escova

O mais indicado pela maioria dos dentistas é optar por uma escova com cerdas planas, pontas arredondadas, do tipo ultramacia, e sempre com uma grande quantidade de cerdas. Existem diferenças nas bordas das escovas e, principalmente, no formato da cabeça. As variações são recomendadas para diversos fins, como faixa etária, diferenças no tamanho do arco dental, tipo de gengiva e casos específicos, como aparelhos ortodônticos.

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Nas prateleiras são muitas marcas, números, tipos de escova de dentes. Para saber qual a mais indicada, nada melhor do que consultar o dentista. Mas, para tirar algumas dúvidas sobre essa protagonista da higiene oral, o cirurgião-dentista Hugo Roberto Lewgoy, desvenda mitos e explica para que serve cada tipo de escova.
Formas e formatos
O mais indicado pela maioria dos dentistas é optar por uma escova com cerdas planas, pontas arredondadas, do tipo ultramacia, e sempre com uma grande quantidade de cerdas. Existem diferenças nas bordas das escovas e, principalmente, no formato da cabeça. As variações são recomendadas para diversos fins, como faixa etária, diferenças no tamanho do arco dental, tipo de gengiva e casos específicos, como aparelhos ortodônticos.
Para alcançar os dentes do fundo
Nada de escolher sua escova entre os produtos infantis. Há um mito de que as escovas infantis servem para adultos por ter a cabeça menor e alcançar os espaços mais escondidos. Existem escovas de adulto com cabeça bem pequena para esta função.Outra opção são as escovas do tipo unitufo que chegam nos dentes do fundo por menor que seja o espaço. Estas escovas também são ótimas para a limpeza da margem gengival e para retoques na escovação tradicional.
Cerdas duras X cerdas macias
Antigamente as escovas eram classificadas como macias, médias e duras, porém, as escovas macias substituíram as outras e foram subdivididas em supermacias, extramacias e ultramacias. Hoje, não existe mais indicação para escovas duras e médias, pois provocam abrasão do esmalte e retração gengival em longo prazo. A ultramacia é a única escova livre de traumas, recomendada para prevenir o desgaste do esmalte e a retração gengival.
Muitos viveram a época em que o correto era a remoção total da placa bacteriana. No entanto, essa premissa foi deixada para trás. Atualmente sabe-se que apenas a desorganização deste biofilme oral é suficiente para prevenir as cáries e doenças gengivais. Isso quer dizer que não adianta escovar os dentes com uma escova mais dura e ter com o passar do tempo retração gengival e sensibilidade dental. A sensibilidade afeta aproximadamente 25% dos indivíduos em todo mundo. São milhões de pessoas com que sofrem com a hipersensibilidade dentinária, que é, muitas vezes, provocada pela utilização de uma escova muito dura e cremes dentais abrasivos.
É hora de trocar
O consumo de escovas dentais no Brasil é muito baixo atingindo uma escova per capta a cada ano e meio. Na Suíça, por exemplo, a troca de escovas dentais é praticamente mensal. Algumas escovas no mercado vêm com uma faixa azul, que, quando clareia, indica que está na hora de ser aposentada. Mas nem sempre estes indicadores mostram o momento ideal para troca. De forma geral, as escovas devem ser trocadas entre dois e três meses de vida. O melhor é mantê-las sempre novas, uma vez que escovas antigas, ou muito usadas, perdem efetividade e induzem a pessoa a aumentar a força durante a escovação. O mal disso é o desgaste do esmalte dental e a retração gengival.
Língua não se limpa com escova dental
As escovas que trazem limpador de língua e bochechas na parte de trás, não são as mais indicadas para garantir a limpeza da língua. Para esse fim existem os limpadores de língua que executam esta tarefa com mais eficiência e sem desconfortos ou ânsia. Eles têm formato anatômico: a cabeça acompanha o formato da língua, o cabo angulado se encaixa na mão perfeitamente, a altura é bem menor do que uma escova de dente normal o que permite alcançar bem no fundo da língua, Além de tudo, os limpadores não ferem a língua e eliminam o risco da contaminação cruzada.
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Alimentação Saudável contribui com a Saúde Bucal

Ontem foi Dia Mundial do Dentista. E para comemorar esta data, nada mais justo que cuidar do nosso maior cartão de visitas. Um sorriso bonito e saudável pode abrir portas para amizades, relacionamentos e até mesmo para o trabalho.

Dados do Ministério da Saúde mostram que 89% da população, entre 15 e 19 anos, sofre com problemas de cáries – o que é reflexo do exagero em alimentos que contém açúcar.

A maioria das pessoas se preocupa apenas com os dentes, se esquecendo que a gengiva e a mucosa oral também fazem parte da saúde bucal. Uma boca saudável é aquela que permite uma mastigação correta e leva a uma melhor digestão e absorção dos nutrientes.

Grande parte das doenças dentárias pode ser influenciada pela alimentação. Além de uma higiene correta e visita periódica ao dentista, manter uma dieta saudável, com uma ingestão considerável de vegetais, frutas e grãos integrais, pode evitar muitos problemas de saúde bucal.

Os tecidos orais, como a gengiva, dentes e músculos de mastigação têm a mesma exigência nutricional que o restante do organismo e precisam de uma quantidade suficiente de nutrientes para se manterem saudáveis. Essa suficiência é alcançada através de uma alimentação balanceada e rica em vitaminas e minerais.

Seguem algumas dicas para manter sempre um sorriso bonito e saudável:

  • Opte por alimentos nutritivos, como frutas, verduras, legumes e produtos de origem animal, como carnes, leite e ovos;
  • Mantenha os dentes fortes, consumindo a quantidade adequada de cálcio, potássio e fósforo;
  • Ingira alimentos ricos em fibras e grãos;
  • A Vitamina C ajuda previne doenças da gengiva, por isso a inclua na sua dieta;
  • Evite alimentos gordurosos, café, refrigerantes, molhos, doces, condimentos fortes e cigarros, pois eles podem prejudicar o esmalte dos dentes e provocar cáries.
  • Uma alimentação adequada NÃO dispensa uma higienização correta. Abuse da escova e do fio dental.

Aí vão algumas dicas que irão lhe ajudar a cuidar bem dos seus dentes:

  • · Visite seu dentista a cada seis meses, mesmo não sentindo dor;
  • · Alimentação saudável, rica em cálcio, contribui para uma dentição perfeita;
  • · A escova de dente ideal deve alcançar os dentes do fundo;
  • · Use fio dental antes da escovação, assim, seus dentes ficarão livres dos resíduos mais difíceis de alcançar;
  • · Os dentes dos bebês devem ser limpos com cotonete, gaze ou ponta de fralda umedecida; com isto evita-se cáries que, por mais incrível que seja, podem aparecer nos primeiros dentinhos causadas por mamadeiras ou alimentação doce;
  • Após as refeições escove sempre seus dentes, pois com os restos alimentares transformam-se em ácidos que podem destruir o esmalte.

Informações parciais. Confira os textos na íntegra, acessando os sites: http://mundoverde.com.br e http://www.unimedvsf.com.br

Aprenda o Autoexame da Mastigação Correta

Mastigar é um ato mecânico, automático, que não recebe a menor atenção no dia a dia. Acontece que a maneira de mastigar e o número de repetições é muito importante para que o restante do processo de digestão do alimento seja concluído com sucesso, além de interferir diretamente na saúde bucal.

A cirurgiã-dentista, Rosileine Uliana, explica que quanto menor for o número de mastigações, mais preguiçoso o intestino será, sem força para trabalhar e produzir a quantidade necessária de estímulos gástricos essenciais para a digestão. “A principal função da mastigação é diminuir o volume do alimento, em partículas cada vez menores, preparando-as para a deglutição”, diz.
Mastigar errado sobrecarrega a articulação e pode até causar dor de cabeça. Para ver se há algum problema, basta fazer o autoexame. É só ficar na frente de um espelho e observe atentamente dois pontos: se um ombro é mais alto do que o outro e se, ao sorrir, o meio dos dentes de cima não está alinhado com o meio da arcada de baixo. Caso haja alteração, é hora de procurar um especialista.
Fórmula ideal
O recomendado é que os alimentos sejam mastigados por no mínimo 30 vezes, dependendo se são sólidos, pastosos ou líquidos.  O nome é complicado – mastigação bilateral alternada multidirecional -, mas quer dizer que o alimento deve ser distribuído homogeneamente nos dentes do lado direito e do lado esquerdo. “Assim, é possível garantir a estabilidade do sistema articular e periodontal – tecidos que sustentam os dentes, osso, ligamento e gengiva”, afirma Rosileine.
Nutricionistas recomendam soltar os talheres para prestar atenção no ato de mastigar. Isso faz com que a sensação de saciedade seja sentida antes da pessoa comer mais do que é necessário. Também é importante prestar atenção em dicas básicas, como colocar pequenas quantidades de alimento por garfada, comer devagar e manter a boca fechada.
Segundo a cirurgiã-dentista Lucina Saraiva, o desenvolvimento da mastigação começa desde o primeiro dia de vida, com a amamentação. “A força que o bebe faz para sugar o leite estimula a musculatura facial e é muito importante para o desenvolvimento ósseo”, diz. Bebês que não mamam podem se tornar adultos que só respiram pela boca e, com isso, mastigam apenas de um lado para conseguir respirar durante a refeição.
Ginástica da mastigação
Para a dentista Rosileine Uliana, a goma de mascar pode ser uma boa fisioterapia para as glândulas salivares. O ideal é mascar por 20 minutos, duas vezes ao dia. Isso aumenta a salivação, como também massageia as glândulas salivares. Porém, a especialista alerta. “Mascar chiclete em demasia pode saturar os músculos da mastigação, comprometendo o sistema articular e periodontal”.
Saiba quais são as fases da mastigação
-Fase de incisão: quando os alimentos são cortados. Tempo de duração: 5% a 10% do tempo da mastigação.
-Fase de trituração da comida: é a transformação das partes grandes dos alimentos em partes pequenas. Tempo de duração: 65% a 70% do tempo de mastigação.
-Fase de pulverização do bolo alimentar: é quando as partículas pequenas se transformam em elementos muito pequenos. Tempo de duração: 25% a 30% do tempo de mastigação.
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Aprenda a Usar o Fio Dental Corretamente

O uso correto do fio dental remove a placa bacteriana e os alimentos nos lugares onde a escova não consegue chegar facilmente – sob a gengiva e entre os dentes. Como o acúmulo de placa pode provocar cárie e gengivite, usar fio dental diariamente é altamente recomendável.

Para aproveitar ao máximo o uso do fio dental, uso a seguinte técnica:
Enrole aproximadamente 40 centímetros do fio ao redor de cada dedo médio, deixando uns dez centímetros entre os dedos.
Segurando o fio dental entre o polegar e indicador das duas mãos, deslize-o levemente para cima e para baixo entre os dentes.
Passe cuidadosamente o fio ao redor da base de cada dente, ultrapassando a linha de junção do dente com a gengiva. Nunca force o fio contra a gengiva, pois ele pode cortar ou machucar o frágil tecido gengival.
Utilize uma parte nova do pedaço de fio dental para cada dente a ser limpo.
Para remover o fio, use movimentos de trás para frente, retirando-o do meio dos dentes.
Que tipo de fio dental devo usar?
Fio de nylon (ou multifilamento)
Fio PTFE (monofilamento)
Existem no mercado fios dentais de nylon, encerados ou não, com uma grande variedade de sabores. Como esse tipo de fio é composto de muitas fibras de nylon, ele pode, às vezes, rasgar-se ou desfiar, especialmente se os dentes estiverem muito juntos. Embora mais caro, o fio de filamento único (PTFE) desliza facilmente entre os dentes, mesmo com pouco espaço, e não se rompe. Usados de maneira adequada os dois tipos de fio removem a placa bacteriana e os resíduos de alimentos.
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Aprenda 10 Passos para Higiene Bucal Perfeita

É difícil saber qual é a melhor forma de fazer a higiene bucal. Muitos mitos ainda são divulgados, conselhos da vovó que não se aplicam mais e falta de tempo para marcar horário no dentista. Para facilitar a vida, o cirurgião-dentista, Hugo Roberto Lewgoy, professor da Associação Brasileira de Odontologia (ABO), tira dúvidas com um manual de 10 dicas para uma higiene oral perfeita.

1° Passo – Antes de qualquer coisa
Lave mãos e unhas com água e sabão. Faça um bochecho com água para eliminar resíduos de alimentos, pois isto diminui a chance da comida ficar presa entre as cerdas da escova.
2° Passo – Escolha da escova
O principal item que define a qualidade da escova dental é o grau de maciez e a quantidade de cerdas. Opte pelas ultramacias com, no mínimo, cinco mil cerdas. Prefira escovas com cabos lisos, as borrachas nos cabos acumulam sujeira e facilitam a proliferação de bactérias. As escovas com tampa acrílica da cabeça, conservam e protegem as cerdas, além de evitar contaminações. Lembre-se de trocar a escova a cada dois ou no máximo três meses. Com cerdas novas, é mais fácil evitar o aumento de força na escovação.
3º Passo – Técnica de escovação
Faça movimentos vibratórios circulares com uma inclinação de 45° em relação à superfície dos dentes. As cerdas das escovas ficarão metade recobrindo a superfície dental e metade recobrindo a gengiva. Dessa forma é possível atingir o sulco gengival, região onde a sujeira (biofilme oral) mais se acumula. Estes pequenos movimentos vibratórios circulares devem ser executados por pelo menos 10 vezes em cada face do dente (parte de fora e parte de dentro). Esta técnica não pode em hipótese alguma ser realizada com escovas duras e sim do tipo ultramacias com uma grande quantidade de cerdas. Caso contrário, pode ocorrer retração gengival e abrasão do esmalte.
4° Passo – Medida certa de pasta
Tenha em mente que o importante é a escova e não a pasta dental. A pasta não pode ser abrasiva e deve ser utilizada em pequena quantidade – semelhante a um grão de ervilha. No caso das crianças, até os seis ou sete anos, procure um creme dental não abrasivo, sem flúor, até que haja controle sobre a deglutição, pois, a água de abastecimento já é fluoretada e o excesso de flúor pode ser prejudicial.
5° Passo – Fio dental nem sempre ajuda
O fio dental é um poderoso aliado para prevenção das doenças orais, porém, devido à região entre os dentes ser côncava (como um prato de sopa) o fio dental não é 100% eficiente. É recomendado usá-lo para a remoção de detritos alimentares e para a higienização da região entre os dentes onde o contato é muito apertado.
6° Passo – Já tem escova interdental?
Apenas as escovas interdentais alcançam completamente concavidades e irregularidades entre os dentes. Insira a ponta da escova interdental entre dois dentes de forma inclinada em direção a gengiva. Nos dentes superiores inclina-se a escova um pouco para cima e nos dentes inferiores inclina-se a escova um pouco para baixo. Lembre-se de fazer isso delicadamente. Se a escova deslizar muito facilmente, sem qualquer pressão, opte por uma de diâmetro maior. Não é necessário fazer movimentos de vai e vem, apenas coloque e retire a escova e a limpeza já estará feita. Mas lembre-se de usa-la diariamente.
7° Passo – Para improvisar
Para complementar a escovação durante o dia, principalmente quando está longe de uma pia, lance mão da escova unitufo. Esta escova permite a desorganização do biofilme oral das principais áreas de acúmulo que são justamente as margens gengivais. Passe a língua sobre os dentes, onde sentir que não está lisinho, escove com a escova unitufo. Não precisa enxaguar a boca ou usar creme dental. Esta escova pode ser utilizada a todo o momento como auxiliar a escovação principal, que deve preferencialmente ser realizada à noite antes de dormir.
8° Passo – Não se esqueça da língua
A limpeza da língua também deve fazer parte de uma higiene bucal perfeita, principalmente para prevenir a halitose.  A halitose está relacionada principalmente pela presença de um tipo de placa bacteriana formada sobre a língua chamada de saburra lingual. Esta saburra sofre um processo de fermentação que provoca a liberação de gases derivados do enxofre que causam um odor muito desagradável na boca. Para evitar esse problema, faça diariamente a higienização da língua para remover a saburra lingual. Para isso, escolha os higienizadores linguais plásticos, do tipo CTC, que removem a saburra lingual sem machucar a língua e sem provocar ânsia e náuseas. A escova foi desenvolvida para escovar os dentes e não a língua.
9° Passo – Cuidado para usar o enxaguante bucal
O uso de antissépticos deve ser recomendado pelo dentista. Quando a desorganização da placa é realizada de forma eficiente, os antisépticos são totalmente dispensáveis. Fazer uma boa escovação, usar o fio dental ou a escova interdental e limpadores de língua são os melhores métodos para prevenir doenças orais.
10° Passo – A escova também precisa de cuidados
Limpe a escova com água corrente. Dê pequenas batidas com a escova sobre a palma da mão. Pingue algumas gotas de antisséptico oral, preferencialmente a base de clorexidina 0,12%, normalmente utilizado para bochechos. Coloque o protetor de cabeça que também deve ser limpo com antisséptico. Guarde a escova com o cuidado de deixá-la separada das outras. Antes da próxima escovação, a escova deve ser novamente muito bem lavada e enxaguada em água corrente para a remoção dos resíduos do antisséptico.
Dica – Para os pequenos
Deixe a criança tentar escovar os dentes de forma divertida, sem repressão ou crítica. Não reclame, por exemplo, se ela estiver mordendo as cerdas, pois, no começo isto é normal. Quando acabar a escovação, cheque se está tudo bem. A higiene bucal deve ser feita pelos pais até os seis ou sete anos, a partir daí, a criança começa a ter coordenação, mas precisa haver treino. Procure tirar um pouco a higiene oral exclusivamente do banheiro. Assistir a um desenho na TV ou jogar videogame enquanto escova os dentes não é algo que deva ser reprimido, mas, sim, incentivado.
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Campanha: Dia do Dentista


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