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Alimentação Saudável Previne Doenças Oculares

Vários estudos já comprovaram os benefícios da alimentação saudável, com redução de carne vermelha, açúcar e sal, frituras e gordura trans. O que pouco se fala é que, além de prevenir diversos tipos de câncer e doenças do coração, uma dieta bem equilibrada também tem o poder de retardar ou atenuar doenças oculares.

“Obviamente, é preciso tomar uma série de medidas para o bem da saúde em geral, não apenas mudar os hábitos de alimentação. Combater o sedentarismo, realizar check-ups regulares, usar protetor solar todos os dias (inclusive quando não há sol) e, principalmente, parar de fumar são atitudes que contribuem grandemente para fortalecer o organismo. Mas uma dieta bem elaborada, privilegiando alimentos antioxidantes – que combatem o envelhecimento – pode trazer grandes benefícios, retardando doenças como a degeneração macular, catarata, olho seco e tantas outras”, diz o doutor Renato Neves, diretor do Eye Care Hospital de Olhos.

De acordo com o especialista, todas as dietas saudáveis devem incluir grandes quantidades de frutas, legumes e verduras frescas – que podem ser consumidas ao longo do dia. A ideia é aumentar a ingestão de vitaminas, minerais, proteínas saudáveis, ômega-3 e luteína.

“Frutas de várias cores e verduras de tonalidade verde-escuro, como espinafre, couve e brócolis, contêm antioxidantes que protegem os olhos, reduzindo os danos provocados pelos radicais livres. Ovos, milho verde, mamão, laranja e kiwi também contêm luteína, substância fundamental no combate à degeneração macular relacionada à idade. A esses alimentos, acrescentamos cenoura e abóbora, que também são ricas em vitamina A e contêm muita vitamina C”, diz Neves.

Na opinião do médico, as pessoas ainda devem incluir na dieta importantes fontes de ômega-3 e reduzir a ingestão de sódio. Peixes, castanhas, óleo de linhaça e canola contribuem também para evitar a síndrome do olho seco – tão comum nas grandes cidades e na terceira idade. “Se alguns alimentos contribuem para a saúde dos olhos e para o bem-estar do paciente, o sódio pode colocar tudo a perder quando ingerido em altas quantidades, levando ao desenvolvimento de catarata. Por isso é tão importante ficar de olho nas embalagens e preferir comprar alimentos prontos com baixa quantidade de sódio”.

Complexos multivitamínicos contribuem para a saúde ocular

Pessoas que não têm restrições médicas – como quem faz uso de determinados remédios de uso contínuo, gestantes ou mulheres que estão amamentando – podem tirar grande proveito dos complexos vitamínicos, contribuindo para ter uma visão melhor por mais tempo.
Na opinião do oftalmologista Renato Neves, as cápsulas são bastante úteis para quem não consegue se adequar à dieta de forma natural. “Considere um multivitamínico diário composto por: 500 mg de vitamina C, 400 UI de vitamina E, 15 mg de betacaroteno, 80 mg de zinco, 2 mg de cobre, 400 microgramas de ácido fólico, complexo de vitaminas B e 2.500 mg de ômega-3. Também é indicado ingerir bastante líquido para hidratar o organismo”.

“Salada para os olhos” (Dr. Renato Neves):

§ 1 maço de espinafre cortado
§ 6 folhas frescas de alface romana
§ 2 cenouras raladas
§ 1 berinjela pequena levemente cozida e cortada em cubos
§ 1 maço de brócolis
§ Cubinhos de pimentões amarelo, vermelho e verde, sem pele
§ 6 couves de Bruxelas
§ Sementes de linhaça dourada
§ Castanhas do Pará trituradas

“Molho Caesar Ocular”:

§ 2 colheres (sopa) de óleo de canola
§ Suco de um limão
§ 2 colheres (sopa) de vinagre de maçã
§ 1 filé de anchova ralado
§ 1 gema de ovo
§ 1 colher (sopa) de mostarda de Dijon
§ 100 g de queijo parmesão

“Para uma refeição completa, a salada deve ser acompanhada de um salmão ou atum grelhado”, recomenda o médico.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.drvisao.com.br

Cuidados com a Visão das Crianças

Você já levou seu filho ao oftalmologista? Saiba que não é preciso esperar muito para a primeira consulta. Os cuidados com os olhos são fundamentais para o desenvolvimento da criança.

O primeiro exame nos olhos da criança é realizado assim que ela nasce. É o chamado teste do olhinho. “São observados a cor pupila (que deve ser preta) e os reflexos da luz. Ou seja, ao acender a luz em um olho, a pupila fecha e o outro olho deve reagir também”, diz Paulo Grueenmacher, oftalmologista do Hospital Pequeno Príncipe, de Curitiba.

Os prematuros, por exemplo, em especial aqueles que nascem com menos de 1,5 kg e vão para o oxigênio, precisam de observação constante do oftalmologista, inclusive 90 dias após a alta do hospital, para avaliar se não há nenhuma alteração da retina.

A primeira consulta

Ela deve acontecer no momento em que houver alguma queixa da criança, ou orientação do pediatra, ou como rotina ainda no primeiro ano de vida. “O olho é o órgão que mais se desenvolve nos 12 primeiros meses, e aos 7 anos fica adulto. Por isso, o diagnóstico precoce de qualquer patologia é fundamental”, afirma Paulo. Se o olho for privado de receber nitidez por conta de alguma patologia, dificilmente terá chance de se desenvolver plenamente após essa idade.

O especialista ressalta que a criança pequena não precisa contribuir em nada na consulta. “Temos meios para examinar e medir a acuidade visual inclusive do recém-nascido, provocando movimentos oculares por excitação que já diz se a criança enxerga ou não”, diz.

Em casa, os pais podem observar se há algum problema com a visão da criança. Segundo Paulo, aquelas que caem muitas vezes possivelmente não têm visão de profundidade, e dificuldade em detalhes pequenos. Os pais podem também fazer um teste simples, oferecendo um brinquedo de que goste tampado um olho primeiro e depois o outro, e observar se ela terá a mesma desenvoltura e coordenação quando um dos olhos está vendado.

início do ano letivo é uma ótima oportunidade para realizar um check-up oftalmológico nas crianças. Estima-se que de 10 a 15% das crianças em idade escolar apresentam problemas oculares que podem influenciar o comportamento e o desempenho acadêmico.

A detecção e o tratamento precoces de doenças oculares nas crianças são muito importantes não só para evitar o comprometimento visual permanente, já que algumas doenças oculares só têm tratamento na infância, como também evitar atraso no aprendizado e no desenvolvimento da criança.

Alterações oculares mais frequentes

Estrabismo – um olho fica alinhado e o outro desviado, prejudicando a visão em terceira dimensão;

Erros de refração – há alteração no grau nos olhos; um pode ser normal e o outro, míope, por exemplo;

Ambliopia, ou olho preguiçoso – anatomicamente, os olhos são normais, porém um deles não se desenvolveu corretamente — as causas mais frequentes seriam os erros de refração e o estrabismo, que prejudicam a chegada da imagem nítida no cérebro.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://revistacrescer.globo.com

Dia das Mães Golden Stern na Walmart

Dia do Oftalmologista

Ao acordar, todo ser humano realiza uma ação em comum: abrir os olhos. Com a correria do dia a dia muitas pessoas nem se dão conta de quanto os olhos são importantes, e como são fundamentais e sensíveis, merecendo cuidados especiais. A oftalmologia é a especialidade médica responsável pelo estudo, diagnóstico e tratamento de doenças no olho e órgãos anexos. No dia 07 de maio, hoje, é comemorado o dia do oftalmologista, data que lembra a importância da consulta periódica ao especialista.

Em 2002, dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) apontou que existiam 37 milhões de pessoas portadoras de cegueira no mundo, fazendo uma estimativa de que até 2020 esse número deve subir para 75 milhões, caso não existam programas eficientes de prevenção. Ainda de acordo com a OMS, dois a cada três casos de cegueira poderiam ser evitados ou curados se houvessem mais consultas oftalmológicas.

O coordenador do serviço de oftalmologia do IMIP, Dr. Luciano Lira, explica que a consulta deve ser feita já nos primeiros dias de vida, com o teste do olhinho. “Esse exame pode identificar qualquer patologia como catarata, glaucoma congênito e opacidades congênitas de córnea. É muito importante cuidar da saúde do olho desde o nascimento e dar continuidade ao longo dos anos”, afirmou.

Com a consulta regular, é possível identificar e prevenir uma série de problemas comuns à visão. Segundo Dr. Luciano Lira, o ideal é visitar um especialista uma vez por ano. “A medida mais importante sempre é a prevenção”, disse. Ele também explica que em casos de doenças pré-existentes, os cuidados devem ser redobrados.  “Pacientes portadores de diabetes, hipertensão arterial e doenças infecciosas como sífilis e herpes, devem se consultar com maior freqüência”, completou.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.imip.org.br

Síndrome de Burnout

A Síndrome de Burnout, ou Síndrome do Esgotamento Profissional, é um distúrbio psíquico descrito em 1974 por Freudenberger, um médico americano. O transtorno está registrado no Grupo V da CID-10 (Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde).

Sua principal característica é o estado de tensão emocional e estresse crônicos provocado por condições de trabalho físicas, emocionais e psicológicas desgastantes. A síndrome se manifesta especialmente em pessoas cuja profissão exige envolvimento interpessoal direto e intenso.

Profissionais das áreas de educação, saúde, assistência social, recursos humanos, agentes penitenciários, bombeiros, policiais e mulheres que enfrentam dupla jornada correm risco maior de desenvolver o transtorno.

Sintomas

O sintoma típico da síndrome de burnout é a sensação de esgotamento físico e emocional que se reflete em atitudes negativas, como ausências no trabalho, agressividade, isolamento, mudanças bruscas de humor, irritabilidade, dificuldade de concentração, lapsos de memória, ansiedade, depressão, pessimismo, baixa autoestima.

Dor de cabeça, enxaqueca, cansaço, sudorese, palpitação, pressão alta, dores musculares, insônia, crises de asma, distúrbios gastrintestinais são manifestações físicas que podem estar associadas à síndrome.

Diagnóstico

O diagnóstico leva em conta o levantamento da história do paciente e seu envolvimento e realização pessoal no trabalho.
Respostas psicométricas a questionário baseado na Escala Likert também ajudam a estabelecer o diagnóstico.

Tratamento

O tratamento inclui o uso de antidepressivos e psicoterapia. Atividade física regular e exercícios de relaxamento também ajudam a controlar os sintomas.

Recomendações

* Não use a falta de tempo como desculpa para não praticar exercícios físicos e não desfrutar momentos de descontração e lazer. Mudanças no estilo de vida podem ser a melhor forma de prevenir ou tratar a síndrome de burnout;

* Conscientize-se de que o consumo de álcool e de outras drogas para afastar as crises de ansiedade e depressão não é um bom remédio para resolver o problema;

* Avalie quanto as condições de trabalho estão interferindo em sua qualidade de vida e prejudicando sua saúde física e mental. Avalie também a possibilidade de propor nova dinâmica para as atividades diárias e objetivos profissionais.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://drauziovarella.com.br

Saúde no Trabalho

Qualidade de Vida Começa no Trabalho

Artigo – Luiz Carlos Cabrera

Vamos supor que você durma oito horas e que esteja acordado durante as 16 restantes. Faça uma conta rápida: desse período em que fica acordado, quanto tempo você passa no trabalho? Provavelmente sua resposta vai ficar dentro da média nacional, que está entre 65% e 70% do tempo. Porém, quando falamos em qualidade de vida muitas vezes desconsideramos o expediente diário.

E isso é um tremendo engano. A qualidade de vida começa na empresa. Se você trabalha num bom ambiente, se existe camaradagem, se os valores da companhia são compatíveis com os seus e se sua chefia é inspiradora, você tem tudo para se sentir realizado. No mundo real, esses itens são difíceis de obter. Mas o esforço para construir melhores relações profissionais tem efeito enorme na qualidade “total” de vida.

Não existe mais o antigo aforismo “Não misturo a minha vida particular com a profissional”. Impossível separar as duas dimensões. O pior sintoma da má qualidade de vida aparece quando se pronuncia a frase “Pessoalmente, eu não faria isso, mas como sou empregado tenho de fazer”. Aí, você quebra sua integridade, o que é absolutamente inaceitável.

Então, se a vida é uma só e 70% dela você passa no trabalho, precisa cuidar para que esse período lhe proporcione bem-estar. Caso contrário, será muito difícil tirar o atraso e resgatar o equilíbrio nos 30% que restam. Alguns hábitos podem melhorar a qualidade de vida no trabalho. Por exemplo, sempre que puder, ensine. Compartilhar conhecimento é um ato nobre, que aproxima as pessoas.

Em segundo lugar, elogie. Refiro-me ao elogio verdadeiro, sincero, que diz ao outro que você admirou o que ele fez. Em terceiro, ouça ativamente. Isso significa ouvir com interesse, olhar nos olhos e completar as frases de quem fala com você. Por último, perdoe. Esse é o ato mais difícil, mas o de maior impacto na sua vida e na dos que o cercam.

Perdoar exige muita maturidade, mas cria uma energia ao seu redor que garante a qualidade de vida por muito tempo. Vamos melhorar a nossa qualidade de vida e a dos que nos cercam? Não é tão complicado e ainda sobram 30% do tempo para ir à academia, namorar e passear com os amigos.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://vocesa.abril.com.br

A Importância do Trabalho

Para grande parte das pessoas o trabalho é apenas uma forma de conseguir comida e moradia. Muitos vivem sem uma verdadeira ambição profissional que leve à sua realização pessoal. Contentam-se em satisfazer as necessidades básicas e não percebem que existem tesouros além do horizonte.


Aqueles que usam o trabalho somente pensando em acumular dinheiro desperdiçam o prazer de resolver problemas que vão melhorar a vida de outros seres humanos, de ajudar alguém a aprender, de construir uma casa ou de salvar uma vida porque estão interessados apenas na remuneração. Todos nós conhecemos pessoas assim: vivem juntando dinheiro, para não terem preocupações na velhice e, no fim de suas vidas, descobrem que precisam de tantas coisas que o dinheiro não compra…

Lógico que o trabalho é o melhor instrumento para realizarmos as nossas conquistas materiais, mas além disso ele é um grande caminho para a realização pessoal. Trabalhar desenvolve a capacidade de pensar, de tomar decisões, de encontrar soluções, de construir projetos e de aprender a lidar com gente.

A força do trabalho como meio de estimular o desenvolvimento pessoal é tão importante que, quando não trabalhamos com esse objetivo, a aposentadoria vem e revela a verdadeira face de uma vida sem sentido. O aposentado que não cresceu através do trabalho envelhece rapidamente. Não tem mais razão para realizar algo sem a motivação do dinheiro. Quem, ao contrário, se realizou como ser humano através do trabalho jamais envelhece e, mesmo aposentado, continua atuante.

Lembre-se: transformar o mundo e através da sua ação tornar a vida do próximo melhor é o mais sublime poder do trabalhador. É maravilhoso pensar que existem pessoas que sabem transformar uma pepita de ouro em uma aliança de casamento, símbolo de um amor infinito; pessoas capazes de transformar um punhado de farinha num saboroso pão que alimenta não só o corpo mas também a alma; que transformam um deserto numa plantação de frutas e verduras; que fazem de uma criança carente um adulto responsável. A capacidade de transformação cria para o ser humano a experiência do divino que existe em cada um de nós.

Transformar a realidade da nossa vida em algo melhor ajuda-nos entrar em contato com a essência do trabalho: servir. É isso mesmo: transformar para servir ao outro!

Roberto Shinyashiki
Escritor e consultor organizacional.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.aceguarulhos.com.br/

Vídeo: Hipertensão Arterial

Menor Consumo de Sal Pode Reduzir em até 3% as Mortes por Doenças Cardiovasculares

Um relatório elaborado na Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, indicou que a redução do teor de sal e a implementação de taxas sobre os produtos que contenham o composto poderiam reduzir em até 3% as mortes por doenças cardiovasculares. Os dados preliminares deste trabalho, que será publicado integralmente ainda este ano, foram apresentados neste sábado no Congresso Mundial de Cardiologia, em Dubai.

O estudo analisou o impacto desses dois tipos de intervenção — ou seja, da redução voluntária por parte das indústrias no teor de sal dos alimentos e da criação de taxas sobre esses produtos — em 19 países em desenvolvimento, que representam metade da população mundial. A pesquisa ressalta que o consumo de sal pode elevar a pressão arterial, um importante fator de risco para doenças cardiovasculares evitáveis e prematuras em todo o mundo.

Os autores do trabalho concluíram que ambas as estratégias implicariam a redução do dinheiro gasto com o tratamento de pessoas com hipertensão e problemas cardiovasculares, como ataque cardíaco e acidente cardiovascular cerebral (AVC). Além disso, essas intervenções, de acordo com o relatório, poderiam causar uma diminuição da taxa de mortalidade por doenças cardiovasculares de 2% a 3% nesses países. A incidência de ataques cardíacos poderia ser reduzida em até 1,7% e 1,47% na China e na Índia, respectivamente, e os casos de AVC em 4,7% e 4% nesses dois países, respectivamente.

“Esses resultados mostram que estratégias para redução de consumo de sódio, mesmo de pequenas quantidades, podem levar a uma diminuição significativa de mortalidade por evento cardiovascular em países em desenvolvimento, além de reduzir os custos de saúde pública associados a essas doenças”, diz Thomas Gaziano, um dos autores do estudo. Segundo o pesquisador, o peso dos problemas cardiovasculares é maior em nações em desenvolvimento e, por isso, medidas simples como as estudadas podem ter um impacto significativo a longo prazo.

Pressão arterial — Nesse mesmo trabalho, os pesquisadores também buscaram identificar o impacto de medir mais vezes a pressão arterial sobre a saúde da população. Os dados mostraram que um aumento de 25% nas triagens de pressão do sangue nesses mesmos 19 países poderiam desencadear uma redução de até 3% na incidência de doenças cardiovasculares. Além disso, esse maior rastreamento poderia aumentar em até 10% a taxa de tratamento adequado para hipertensão. Segundo os autores do relatório, um programa que aumentasse o acompanhamento da pressão arterial dos indivíduos teria custos adequados ao Produto Interno Bruto (PIB) desses países em desenvolvimento.

De acordo com o estudo, 900 milhões de pessoas em países em desenvolvimento têm pressão alta, mas somente um terço delas têm consciência sobre o problema e apenas 100 milhões recebem tratamento adequado.

A redução do consumo de sal é indicada oficialmente em diversos países desenvolvidos. No Brasil, o Guia Alimentar para a População Brasileira, do Ministério da Saúde, orienta que o consumo diário de sal deve ser de, no máximo, cinco gramas (uma colher rasa de chá).

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://veja.abril.com.br


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