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Hipertensão: Confira onde está o Vilão

Campanha-HIPERTENSÃO-2015

Rotina de exercícios pode reverter danos vasculares causados pela obesidade

Apesar das recomendações médicas, muitas pessoas com excesso de peso e problemas como hipertensão e diabetes relutam em incluir a prática de exercícios no seu dia a dia. No entanto, as evidências de benefícios da atividade física são cada vez maiores.

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Uma pesquisa realizada pelo Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) mostrou que, mesmo sem restrições alimentares, o exercício físico regular de intensidade moderada pode reverter o aumento da pressão arterial e das taxas de colesterol e açúcar no sangue, assim como os prejuízos à circulação provocados por uma dieta rica em gordura. O estudo realizado com ratos, que são considerados um modelo experimental da chamada síndrome metabólica, foi publicado na revista Metabolic Syndrome and Related Disorders.

Coordenador da pesquisa, o chefe do Laboratório de Investigação Cardiovascular do IOC, Eduardo Tibiriçá, explica que a síndrome metabólica é composta por um conjunto de alterações que aumentam o risco de doenças cardiovasculares, como o infarto e o acidente vascular cerebral (AVC). Entre os principais problemas estão a hipertensão arterial; o aumento de moléculas gordurosas – chamadas de lipídios – no sangue, incluindo o colesterol; e intolerância à glicose ou resistência à insulina, o que corresponde a um estado de pré-diabetes. O pesquisador ressalta que o quadro está associado ao excesso de peso, mas não afeta apenas pessoas obesas. “A doença está associada à gordura abdominal, também chamada de visceral, porque fica situada em volta das vísceras, como o intestino e o fígado. Principalmente em homens, é comum encontrarmos indivíduos que não são muito gordos, mas têm a barriga protuberante. Estas pessoas podem ter síndrome metabólica”, esclarece o médico.

Um aspecto importante investigado na pesquisa foi o impacto da atividade física sobre o fluxo sanguíneo nos pequenos vasos que compõem a chamada microcirculação, responsável pela entrega de oxigênio e nutrientes para todos os tecidos do corpo. De acordo com Tibiriçá, a síndrome metabólica envolve uma redução do número total e da capacidade de dilatação destes vasos, o que dificulta o fluxo sanguíneo e pode contribuir para o aumento da pressão arterial. No estudo, foi verificado que, entre os ratos submetidos a uma rotina de exercícios, as alterações causadas pela obesidade sobre a microcirculação foram completamente revertidas. Além disso, os animais deixaram de ser hipertensos.

Durante a pesquisa, ratos com um quadro semelhante à síndrome metabólica foram submetidos a 12 semanas de atividade física, exercitando-se na esteira, uma hora por dia, cinco vezes por semana. Mesmo mantendo a dieta hipercalórica neste período, foi observada uma redução significativa do percentual de gordura corporal. Enquanto os animais sedentários com a mesma alimentação alcançaram 60% de gordura corporal, entre os ratos ativos esta taxa ficou em 40%, pouco acima dos 30% de gordura corporal verificados nos animais com alimentação saudável. Efeitos semelhantes foram observados sobre os níveis de glicose e insulina no sangue, que se tornaram parecidos com os de animais saudáveis.

Segundo Tibiriçá, os dados apontam efeitos positivos da atividade física mesmo na ausência de uma dieta equilibrada. “Esse resultado poderia ter sido ainda melhor com a mudança alimentar, mas, desta forma, ele nos permite avaliar algo que ocorre na realidade. Mesmo quando não conseguem manter a dieta recomendada, as pessoas podem realizar o exercício e obter benefícios”, ressalta. O pesquisador acrescenta ainda que, no caso da função vascular, a atividade física promove uma melhora independentemente da perda de peso. “O exercício aumenta o fluxo sanguíneo e leva à dilatação dos vasos da microcirculação. Com a prática regular, os efeitos de cada sessão vão se somando, gerando um benefício duradouro”, completa.

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HIPERTENSÃO: a doença que atinge mais de 30 milhões de pessoas no país

A hipertensão arterial ou pressão alta, como é popularmente conhecida, é uma doença crônica que é determinada pelos níveis elevados da pressão sanguínea nas artérias. Ela faz com que o coração tenha que exercer um esforço maior do que o normal para fazer com que o sangue seja distribuído corretamente no corpo.

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A doença é um dos principais fatores de risco para a ocorrência do acidente vascular cerebral, enfarte, aneurisma arterial e insuficiência renal e cardíaca. Para evitar a pressão alta, o consultor-técnico da Coordenação Geral de Atenção à Pessoas com Doenças Crônicas do Ministério da Saúde, Marcelo Pellizzaro, explica que as pessoas precisam ficar atentas a alguns cuidados.“Das ações de prevenção, a principal delas são os hábitos saudáveis de vida: atividade física regular, 30 minutos de caminhada moderada por dia pelo menos cinco vezes por semana e uma alimentação saudável, especialmente com baixo teor de sódio, com pouca quantidade de sal. Ou seja, atividade física e sal são medidas tanto preventivas, quanto terapêuticas, de tratamento” , recomenda.

A hipertensão arterial pode ser provocada pela obesidade, consumo de bebidas alcoólicas, estresse, grande consumo de sal, falta de atividade física e sono inadequado. Para tratar a doença, o Ministério da Saúde oferece gratuitamente medicamentos pelo Farmácia Popular. Para retirar os remédios, basta apresentar um documento de identidade com foto, CPF e receita médica dentro do prazo de validade, que são 120 dias. A receita pode ser emitida tanto por um profissional do SUS quanto por um médico que atende em hospitais ou clínicas privadas. Para saber mais sobre as ações de prevenção e tratamento para combater a hipertensão e outras doenças crônicas, acesse http://www.saude.gov.br.

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Em 20% dos casos, pedra no rim pode levar à perda do órgão

Nos casos graves e sem tratamento adequado, alguns cálculos chegam a entupir os rins e causam perda da função renal.

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Em 20% dos casos de pedra no rim há risco de o paciente desenvolver insuficiência renal crônica. Os dados são do Centro de Referência em Saúde do Homem, unidade da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo. Desses pacientes, 5% podem evoluir para diálise, com perda dos rins em alguns casos. Mulheres também correm maior risco.

Quem teve cálculos renais uma vez, pode voltar a ter o problema novamente. Na maioria dos casos, 85% das pessoas conseguem expelir as pedras naturalmente pela urina. Nos casos graves, quando o paciente deixa de realizar o tratamento de forma adequada, alguns cálculos chegam a entupir os rins, causando a perda irreversível da função renal.

Veja sinais de que seu rim não está funcionando bem:

  • Palidez
  • Falta de Apetite
  • Náuseas
  • Mau Hálito
  • Vontade de fazer xixi durante a noite
  • Fragilidade Óssea
  • Hipertensão Arterial descontrolada
  • Vômitos
  • O inchaço também é um sinal de que o rim pode não andar nada bem. As causas devem ser investigadas.
  • Cansaço excessivo

O urologista Fábio Vicentini, do “Hospital do Homem”, explica que as pedras podem comprometer o funcionamento do rim ou pela obstrução e infecção ou até mesmo em razão da complexidade da cirurgia para a retirada de determinados tipos de cálculos.

“Pesquisas mundiais já mostraram que 10% da população poderá ter pedra nos rins. O tratamento adequado e a prevenção podem diminuir as chances do paciente evoluir para perda total da função renal”, salienta Vicentini.

Segundo o especialista, para prevenir o aparecimento de cálculos nos rins, é primordial aumentar a ingestão de líquidos, como água (cerca de dois litros ao dia) e sucos de frutas cítricas. A maneira mais fácil de monitorar a hidratação ideal do corpo é observar a coloração da urina. “Quanto mais transparente a urina estiver, melhor. A urina com aparência amarelada e escura dá sinais de que o corpo precisa de mais líquidos para manter-se hidratado e longe dos cálculos renais”, complementa.

Consumir diariamente verduras, legumes, frutas e saladas e diminuir a ingestão de sal nos alimentos também fazem parte dos cuidados para evitar o aparecimento de pedras nos rins. “Os frutos do mar, por exemplo, ainda contêm altas doses de ácido úrico, um dos responsáveis pelo desenvolvimento dos cálculos renais. É importante também considerar a redução de frituras e carne vermelha”, finaliza o urologista.

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Silenciosa, doença renal crônica atinge 10% da população

A doença renal crônica atinge 10% da população mundial e afeta pessoas de todas as idades e raças. A estimativa é que a enfermidade afete um em cada cinco homens e uma em cada quatro mulheres com idade entre 65 e 74 anos, sendo que metade da população com 75 anos ou mais sofre algum grau da doença. Diante desse cenário, no Dia Mundial do Rim, lembrado hoje (12), a Sociedade Brasileira de Nefrologia defende que a creatinina sérica e a pesquisa de proteína na urina façam parte dos exames médicos anuais.

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O risco de doença renal crônica, de acordo com a entidade, deve ser avaliado por meio de oito perguntas: Você tem pressão alta? Você sofre de diabetes mellitus? Há pessoas com doença renal crônica na sua família? Você está acima do peso ideal? Você fuma? Você tem mais de 50 anos? Você tem problema no coração ou nos vasos das pernas (doença cardiovascular)? Se uma das respostas for sim, a orientação é procurar um médico.

Os principais sintomas da doença renal crônica são falta de apetite, cansaço, palidez cutânea, inchaços nas pernas, aumento da pressão arterial, alteração dos hábitos urinários como urinar mais à noite e urina com sangue ou espumosa.

As recomendações das entidades médicas para reduzir o risco ou para evitar que o quadro se agrave incluem manter hábitos alimentares saudáveis, controlar o peso, praticar atividades físicas regularmente, controlar a pressão arterial, beber água, não fumar, não tomar medicamentos sem orientação médica, controlar a glicemia quando houver histórico na família e avaliar regularmente a função dos rins em casos de diabetes, hipertensão arterial, obesidade, doença cardiovascular e histórico de doença renal crônica na família.

Dados da Sociedade Brasileira de Nefrologia indicam que 100 mil pessoas fazem diálise no Brasil. Atualmente, existem 750 unidades cadastradas no país, sendo 35 apenas na cidade de São Paulo. Os números mostram ainda que 70% dos pacientes que fazem diálise descobrem a doença tardiamente. A taxa de mortalidade para quem enfrenta o tratamento é 15%.

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Como é a vida de quem tem apenas um rim

Os rins exercem funções muito importantes para o bom funcionamento do organismo, como regular a pressão arterial, produzir células vermelhas, ativar a vitamina D e, principalmente, filtrar fluidos para expelir toxinas.

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No entanto, muitas pessoas vivem com apenas um rim, como o ex-jogador Pelé, que foi internado no Hospital Albert Einstein, no ano passado, em São Paulo, para tratar uma infecção urinária 11 dias após a retirada de cálculos renais.

Isso não significa, porém, que essas pessoas sejam obrigadas a seguir determinadas restrições ou que elas corram risco de ter problemas de saúde.

É possível levar uma vida normal e saudável com apenas um desses órgãos.

Entenda a seguir os motivos pelos quais alguém vive com apenas um rim e os efeitos desta condição:

1) Por que uma pessoa tem só um rim?

Existem quatro razões mais comuns para isso.

A pessoa pode ter nascido com apenas um rim, uma condição conhecida como agenesia renal.

Isso é mais comum entre homens, segundo o instituto de pesquisa Kidney Research, do Reino Unido.

Também é possível nascer com ambos os rins, mas apenas um deles funciona.

A pessoa ainda pode ter um de seus rins retirados por causa de uma anormalidade na sua formação anatômica, para tratar um sério trauma causado por um acidente ou por causa de uma doença, como câncer, ou pode ter doado um dos rins a quem precisava de um transplante.

Segundo relatos da imprensa, Pelé teve um rim extraído nos anos 70 nos Estados Unidos, no final de sua carreira como atleta, por ter tido um tumor no órgão.

2) Ter só um rim gera problemas de saúde?

A maioria das pessoas que tem apenas um rim leva uma vida saudável.

Em geral, quem nasce com apenas um rim saudável ou tem um deles retirado ainda na infância não enfrenta problemas no curto prazo.

Isso porque o rim restante cresce mais rápido e se torna maior do que um rim comum, um fênomeno conhecido como “crescimento compensatório” ou “crescimento regenerativo”.

Este único rim pode chegar a ter quase o mesmo tamanho de dois rins juntos. Isso permite ao órgão realizar o trabalho que caberia aos dois rins.

O mesmo ocorre com quem vive com apenas um rim após um transplante. O órgão cresce e torna-se até 40% mais potente do que um rim comum.

Mas foram observados efeitos ao longo de um período maior de tempo entre aqueles que nasceram com um rim apenas ou tiveram um deles retirado na infância.

É possível sofrer uma pequena perda de função renal, o que não afeta muito a expectativa de vida. Esta condição leva, em média, 25 anos para ser desenvolvida, segundo o instituto americano de pesquisa National Kidney Foundation.

Estas pessoas ainda podem ter pressão alta quando ficarem mais velhas ou apresentar um excesso de proteína na urina, o que leva o corpo a reter fluídos e sódio, causando um inchaço nos tornozelos e no abdômen.

3) É preciso ir com mais frequência ao médico?

A pessoa deve testar sua função renal por meio de exames ao menos uma vez por ano, de acordo com a National Kidney Foundation.

Isso pode ser feito por meio de exames de urina e sangue.

Ainda é preciso monitorar a pressão arterial.

4) A pessoa pode praticar esportes?

O exercício físico é uma prática saudável e recomendada, mas alguns médicos recomendam ter cuidado e evitar lesões ao órgão, que, por ser maior e mais pesado, também é mais suscetível a traumas.

Uma forma de fazer isso é usar uma proteção sobre a roupa durante a atividade.

Alguns médicos ainda recomendam evitar esportes de contato, como futebol, basquete, lutas e artes marciais, para prevenir danos aos órgão.

5) Há uma dieta especial?

A maioria das pessoas com só um rim não precisa seguir uma dieta especial. Mas a Kidney Research recomenda consumir menos sal e beber bastante água, entre seis a oito copos por dia.

Mas, quando a pessoa precisou de um transplante motivados por uma doença ou falha renal, pode haver algumas restrições na alimentação, o que varia a cada caso e depende da avaliação médica.

Assim como quando a pessoa apresenta uma concentração de proteína acima do normal na urina, sendo recomendada uma dieta com menos proteína.

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Cuide dos RINS

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Óleo, sal e açúcar podem ser utilizados com moderação nas refeições

O óleo, o sal e o açúcar podem fazer parte de uma dieta saudável. De acordo com o Novo Guia Alimentar para a População Brasileira, do Ministério da Saúde, desde que utilizadas com moderação, esses produtos contribuem para uma alimentação mais diversificada e mais saborosa. É o que explica o coordenador geral de nutrição e alimentação do Ministério da Saúde, Eduardo Fernandes.

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“Nas recomendações da nova edição do Novo Guia Alimentar para a População Brasileira, existe inclusive a utilização de óleos, sal e açúcar nas preparações e no sentido das preparações culinárias que é incentivado no novo guia existe utilização dos óleos, sal e açúcar como ingredientes culinários. Então eles têm um papel na dieta que é assumido pelo novo guia, mas se sabe por outro lado que o excesso do consumo desses mesmos ingredientes está relacionado a maior risco de doenças crônicas, como tem por exemplo a vinculação do açúcar com a cárie dentária, a própria obesidade, o sal com hipertensão, as gorduras com problemas cardiovasculares”.

A professora de educação física de 26 anos, Clarissa Mara, sabe bem disso. Ela conta que na casa dela, toda a família consome pouco sal, óleo e açúcar para evitar problemas de saúde. “A minha mãe mesmo que faz a comida, ela coloca pouco sal, geralmente não fazemos muita fritura, porque a gente pode ter problema de saúde realmente, aumento da pressão, colesterol, tudo isso. Por exemplo, se for a salada, cada um coloca a sua quantidade e às vezes a gente come até sem mesmo. Evita mesmo”.

O coordenador geral de nutrição e alimentação do Ministério da Saúde, Eduardo Fernandes, ressalta que para ter uma refeição mais diversificada e saudável o ideal é diminuir a quantidade de sal, açúcar e óleo no preparo dos alimentos. “É muito mais a questão do hábito do paladar e esse paladar pode ser adaptado de uma forma mais saudável que trabalhe com quantidades menores e na própria questão das gorduras trabalhar o mínimo do uso das preparações culinárias para que tenha uma comida saborosa, diversificada, usando os ingredientes naturais mas sem o exagero.

Para ter alimentação saudável, o Ministério da Saúde recomenda que a pessoa coma bastante frutas, verduras e legumes, além de feijão, castanha, leite, queijo, carne e ovo, mas também é preciso evitar salgadinhos, doces e alimentos como lasanha de caixa.

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Melhor forma de combater a hipertensão arterial é com exercícios

O dia 26 de abril é o Dia Nacional de Combate à Hipertensão Arterial, e é bom relembrar os valores normais da pressão 12 x 8 para as pessoas até os 60 anos, e desde recentemente 14 x 9 já pode ser considerado normal para acima dessa idade, desde que não existam lesões no coração ou nos rins, após a avaliação médica detalhada.

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O sedentarismo é o nosso maior inimigo e em consequência a atividade física é uma das principais pontas do tratamento moderno, sendo os exercícios aeróbicos (andar, correr ou nadar) os mais indicados. Outros tipos de exercícios, como os de fortalecimento muscular, de intensidade leve a moderado são parte integrante dessa “terapia”, mas num ritmo de três a quatro vezes semanais indefinidamente. A suspensão dessas atividades provoca a perda dos benefícios em três semanas na média.

Fatores que influenciam na hipertensão

sal de cozinha, sal grosso e sal marinho tem como seu principal componente o sódio, um eletrólito necessário à vida, mas em excesso no organismo, a primeira complicação é a Hipertensão Arterial em qualquer idade com suas consequências no cérebro, no coração e vasos e nos rins.

A Medicina provou que o sal é o grande inimigo do homem moderno, os hábitos começam na infância, e aí… Os pais são os grandes responsáveis pelos hábitos em casa e devem estar alertas para as cantinas escolares com suas frituras salgadas etc.

Fique atento a quantidade de sal nos alimentos

Quando lemos um rótulo de alimentos industrializados sejam enlatados, frios, massas e refrigerantes, encontramos a quantidade de SÓDIO em miligramas. Para mantermos a quantidade de sal ao redor de 4 a 5 gramas por dia para pessoas normais e 2 gramas para pessoas com hipertensão arterial, fazemos a seguinte conta 1 grama de sal contém 400 mg de sódio. Lembro que os brasileiros costumam consumir 13 a 14 gramas de sal por dia segundo dados da Soc. Bras. de Cardiologia.

Como fugir do perigo do sal

A orientação que damos: retirar o saleiro da mesa, evitar salgar os alimentos para lhes dar mais sabor, usar outros temperos naturais como ervas, cebola, alho, pimenta etc. Sempre escolher alimentos que tenham menor quantidade de sódio. Concluímos que para um bom resultado do tratamento da hipertensão, ele deve ser contínuo sem interrupções, com medicações personalizadas, correção dos hábitos alimentares e atividades físicas regulares e por tempo indefinido, sem limites da idade e sim apenas das condições físicas.

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Siga estes 10 passos para controlar a pressão alta

A hipertensão arterial ou, simplesmente, pressão alta é gatilho certo para uma série de males — e não só aqueles que envolvem o sistema circulatório. “Normalmente, um paciente com pressão igual ou superior a 140/90mmHg é diagnosticado como hipertenso. São pessoas mais sujeitas a sofrer com falhas no coração, nos rins e até no cérebro” explica o cardiologista Enéas Rocco.

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A doença é crônica (não tem cura, mas pode ser controlada) e, por isso, é importante fazer exames regulares para detectar como andam seus batimentos cardíacos. Mas atenção: ter pressão alta não é sinônimo de ser hipertenso.

“Para ser considerado hipertenso, o paciente tem de permanecer com a pressão mais alta do que o normal” , diz o médico. Isso porque, momentaneamente, qualquer pessoa está sujeita a uma variação na freqüência cardíaca. Um esforço físico mais intenso ou momentos de estresse, por exemplo, alteram esses números.

Algumas atitudes, no entanto, ajudam não só a prevenir o problema como controlam níveis já elevados de pressão. Confira a seguir uma lista delas e imprima uma marca saudável ao seu dia a dia.

1. Manutenção do peso ideal– o sobrepeso aumenta dificulta o esforço do coração para conseguir bombear o sangue. Na prática, o músculo é exigido demais. “Como o bíceps de quem levanta peso, o coração de uma pessoa obesa acaba hipertrofiado” , explica o cardiologista. Com um risco: as lesões causadas pelo esforço excessivo podem se tornar irrecuperáveis.

2. Prática de atividade física atividades físicas regulares, principalmente as aeróbias, contribuem para a melhora de todo o sistema circulatório e pulmonar. Só tome cuidado com os exageros: antes de começar qualquer treino, procure um especialista e faça uma avaliação geral. 

3. Redução de sal – o excesso de sal na dieta leva à retenção de líquidos, acarretando a hipertensão. Por isso, maneire na hora de temperar a comida e diminua o consumo de enlatados e alimentos em conserva.

4. Evitar bebidas alcoólicas: O álcool em grande quantidade é inimigo feroz da pressão sob controle. Corte as bebidas da sua dieta ou consuma com muita moderação.

5. Dieta saudável: Gorduras saudáveis e pouco sal são medidas indispensáveis na dieta de quem quer manter o coração saudável. Inclua ainda muitas frutas, verduras e legumes. Cortar a carne não é preciso, mas dê preferência aos cortes magros, ou seja, com menos gordura.

6. Medicamentos: se o médico recomendou, não deixe de tomar. Mas nada de sair por aí imitando a receita alheia. Vale lembrar que alguns medicamentos podem elevar a pressão, como os antiiflamatórios e anticoncepcionais, ressalta o cardiologista.

7. Cigarro: o tabaco, em conjunto às outras substâncias tóxicas do cigarro, eleva a pressão imediatamente além de comprometer toda sua saúde. Parar de fumar imediatamente é fundamental , alerta o professor de Cardiologia da Santa Casa de São Paulo, Ronaldo Rosa.

8. Estresse: ele aparece como resposta do organismo às sobrecargas físicas e emocionais, acarretando a hipertensão e doenças do coração. Controle suas emoções e procure incluir atividades relaxantes na sua rotina.

9. Exames médicos: avaliações regulares não só ajudam a identificar o problema no começo, facilitando o tratamento, como servem para adequar o uso de medicamentos de forma mais eficaz.

10. Medir a pressão: no mínimo uma vez por ano, todas as pessoas devem fazer isso. A recomendação é da Sociedade Brasileira de Hipertensão, que alerta para esse simples exame como uma forma de prevenir problemas mais sérios.

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