Posts Tagged 'peixes'

Fungos aumentam no frio e podem causar doenças respiratórias

Nos dias frios muitas pessoas fecham a casa para manter o ambiente aconchegante e quente. Mas isso pode oferecer riscos à saúde porque microrganismos, conhecidos como mofo, gostam de locais úmidos e escuros. O banheiro é o local mais propenso a dar mofo por causa do vapor dos banhos quentes. Pessoas que têm asma, bronquite ou rinite alérgica são as mais sensíveis à presença dos fungos em casa, podendo ter crises sérias dessas doenças.

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O alergista do Hospital Federal da Lagoa, vinculado ao Ministério da Saúde, Simonides Carriço, alerta que a presença do mofo em casa pode, nos casos mais extremos, causar complicações mais sérias. “O mofo pode causar principalmente as alergias respiratórias, rinites, asma, sinusites, e também pode provocar doenças mais graves, como sinusites fungicas, que é provocada pelo próprio mofo. Pode levar a pneumonias fungicas que é um quadro bem mais grave, ela é de difícil diagnóstico e o tratamento é meio complicado. Todas as doenças respiratórias são aumentadas quando você tem uma proliferação maior do mofo.”

O alergista Simonides Carriço diz quais cuidados devemos ter para evitar a proliferação dos microrganismos. “Você deve deixar entrar sol, se possível na casa, primeira coisa. Se possível também colocar um desumidifcador, isso tem que ser de acordo com a metragem da residência. Então todas as pessoas têm que limpar, colocar aqueles anti-mofos em armários. Todas as roupas têm que ser tiradas antes. Tem que tirar de preferência um ou dois dias antes, bater, deixar no sol, lavar antes para tentar controlar essa umidade.”

O especialista ressalta ainda que, para evitar o mofo, é preciso manter a casa sempre arejada, com janelas abertas para o vento circular e diminuir o excesso de umidade em armários.

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Rótulos deverão informar sobre alimentos que causam alergia

A diretoria colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou nesta quarta-feira (24) por unanimidade a resolução que trata da rotulagem obrigatória dos principais alimentos que causam alergias. Os rótulos, a partir de agora, devem informar a existência de 17 alimentos considerados alergênicos: trigo (centeio, cevada, aveia e suas estirpes hibridizadas); crustáceos; ovos; peixes; amendoim; soja; leite de todos os mamíferos; amêndoa; avelã; castanha de caju; castanha do Pará; macadâmia; nozes; pecã; pistaches; pinoli; castanhas; e látex natural.

Woman browsing in the dairy section of a supermarket --- Image by © Corbis

 Image by © Corbis

A regra prevê ainda que as informações nos rótulos de produtos derivados desses alimentos sejam as seguintes: Alérgicos: Contém (nomes comuns dos alimentos que causam alergias alimentares); Alérgicos: Contém derivados de (nomes comuns dos alimentos que causam alergias alimentares); ou Alérgicos: Contém (nomes comuns dos alimentos que causam alergias alimentares) e derivados.

Ausência de contaminação cruzada – Segundo a Anvisa, nos casos em que não for possível garantir a ausência de contaminação cruzada de alimentos (presença de qualquer alérgeno alimentar não adicionado intencionalmente), o rótulo deve apresentar a seguinte declaração: Alérgicos: Pode conter (nomes comuns dos alimentos que causam alergias alimentares).

As advertências, de acordo com a resolução, devem estar agrupadas imediatamente após ou logo abaixo da lista de ingredientes e com caracteres legíveis, em caixa alta, negrito e cor contrastante com o fundo do rótulo. Os fabricantes terão 12 meses para adequar as embalagens. Os produtos fabricados até o final do prazo de adequação poderão ser comercializados até o fim de seu prazo de validade.

O diretor da Anvisa Renato Porto, e relator da matéria, defendeu o prazo estipulado pela agência, e lembrou da urgência do tema. “Essa demanda nasceu muito fortemente da sociedade, do cidadão pedindo para que essa matéria fosse regulamentada”, disse. “A sociedade pode ter certeza de que terá rótulos de produtos muito mais adequados, que vão dar a possibilidade do consumidor escolher adequadamente, dado que a melhor maneira de se prevenir uma crise alérgica é evitando o consumo”.

A advogada Cecília Couri, coordenadora da campanha Põe no Rótulo, avaliou a aprovação da norma como um “grande passo”. Ela lembrou que a vitória só virá a partir do momento em que os rótulos forem adequados ao que foi estabelecido pela Anvisa. “Não queremos norma, queremos informação no rótulo. Só a gente sabe da dificuldade de fazer compras no mercado, das reações alérgicas por conta de rótulos que não estavam claros”.

Tatiana Araújo, 28 anos, comemorou a aprovação da resolução acompanhada do filho Samuel, 10 meses, que tem alergia à proteína do leite. O irmão mais velho de Samuel, Alexandre, 2 anos, também tem alergia à proteína do leite e à soja.

“Tenho sempre que ligar nas empresas para fazer perguntas. Muitas vezes, eles mudam os ingredientes e não avisam no rótulo. Meu filho mais novo ainda não come nada industrializado, mas o meu mais velho fica com feridas no corpo inteiro”, contou. “Espero que, com essa norma, meus filhos tenham qualidade de vida”.

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Seis alimentos que ajudam a controlar o colesterol alto

A dupla hábitos alimentares saudáveis e prática regular de exercícios físicos é capaz de manter as taxas de colesterol bom (HDL) e ruim (LDL) em perfeito equilíbrio, afastando o risco de infarto e derrame cerebral, além de outras doenças, como o mal de Alzheimer. Quem sofre com o problema sabe bem que a solução para esse mal não está somente nos remédios, mas, principalmente, na alimentação saudável.

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Os pacientes que estão com altas taxas de colesterol no sangue podem se beneficiar de algumas escolhas alimentares que ajudam a combater esse problema, muito comum entre a população mundial e um dos grandes responsáveis pela formação das doenças cardiovasculares.

A seguir, confira a lista de alimentos sugeridos pela responsável pela Monitorização Ambulatorial da Pressão Alta (MAPA), do Bronstein Medicina Diagnóstica, a médica Adriana Junqueira, para encampar uma batalha contra o colesterol alto e sair vencedor (sem, é claro, abrir mão de comer bem).

Peixes: são excelente fonte de ácido graxo ômega 3, um tipo de gordura boa, insaturada, encontrada nos peixes de água fria como salmão, atum, arenque, sardinha e truta. “A gordura insaturada ajuda na redução dos níveis de triglicerídeos e colesterol total do sangue; reduz o risco de formação de coágulos, além de tornar o sangue mais fluido; sendo, portanto, importante aliada na prevenção das doenças cardiovasculares”, explica Adriana Junqueira.

Aveia: além das fibras insolúveis, a aveia contém uma fibra solúvel chamada betaglucana, que exerce efeitos benéficos ao organismo. Ela retarda o esvaziamento gástrico, promovendo maior saciedade, melhora a circulação, controla a glicemia (açúcar no sangue) e inibe a absorção de gordura (colesterol). “A aveia diminui as concentrações de colesterol total, lipídios totais e triglicerídeos de forma significativa e aumenta ainda a fração do bom colesterol (HDL)”, explica a especialista.

Oleaginosas: nozes e castanhas apresentam grande quantidade de antioxidantes, responsáveis por combater o envelhecimento celular e prevenir doenças coronárias, além de diversos tipos de câncer. A arginina, também presente em quantidades interessantes nas oleaginosas, atua como importante vasodilatador, contribuindo para a redução da pressão arterial e do risco de desenvolvimento de doenças do coração.

Azeite: é fonte de ácido oleico, que regula as taxas de colesterol e protege contra doenças cardíacas. Faz bem ao aparelho cardiocirculatório e ajuda a controlar o diabetes tipo 2, reduzindo a taxa glicêmica. É também uma grande fonte de antioxidantes, como a vitamina E.

Laranja: ela não é boa só para gripes e resfriados. Um estudo realizado pela Universidade de Viçosa, em Minas Gerais, e publicado na revista American Heart Association, concluiu que os flavonoides, substâncias antioxidantes presentes na fruta, diminuem os níveis de LDL (colesterol ruim) no organismo, pois limitam a absorção do colesterol no intestino.

Linhaça: a semente é um dos alimentos mais ricos em ômega 3, por isso, previne doenças cardiovasculares e evita coágulos ao diminuir as taxas de colesterol total e de LDL colesterol (ruim), além de aumentar as de HDL colesterol (bom). Os benefícios da linhaça se potencializam quando a semente é moída ou triturada, já que sua casca é resistente à ação do suco gástrico e passa sem sofrer digestão no trato gastrointestinal.

Soja: além de ajudar a controlar problemas hormonais para as mulheres que estão na menopausa, a soja é uma excelente opção para quem quer proteger o coração. “Ela ajuda a diminuir o colesterol ruim (LDL), aumenta o colesterol bom (HDL) e fortalece o organismo de infecções”, finaliza Adriana Junqueira.

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Opção Mais Saudável: Sal Rosa

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Alimentos para o Bom Humor

Alimentos e sensações caminham juntos para os seres humanos. Essa ligação começa quando o bebê nasce: ao ser amamentado, ele não apenas é nutrido, mas sente prazer. A explicação para esse envolvimento de nossas emoções é científica: a química dos alimentos é capaz de alterar a produção de neurotransmissores – substâncias que transmitem impulsos nervosos no cérebro e são responsáveis pelas sensações.

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Por isso, a máxima de que você é o que come se aplica também ao bom humor. Há uma série de alimentos que podem contribuir para melhorar o ânimo porque estimulam a produção dos neurotransmissores responsáveis pelo prazer, bem-estar e euforia – entre os quais serotonina, dopamina, noradrenalina e acetilcolina.

O mais estudado neurotransmissor é a serotonina. “Sua produção pode ser aumentada com o consumo de alimentos ricos em triptofano, um aminoácido, e carboidratos”, explica Rosana Raele , nutricionista do Centro de Medicina Preventiva Einstein. É por isso que quando alguém está chateado e como um doce tem a sensação de que melhorou.

Na Inglaterra, o estudo Food and Mood Project (Projeto Comida e Humor) revelou que mudanças no que comemos podem ser positivas para a saúde mental. Cerca de 200 pessoas fizeram uma dieta recomendada e avaliaram o impacto da mudança nutricional no seu humor. A experiência mostrou que 26% tiveram uma melhora na instabilidade emocional, 24% na depressão e 26% em ataques de pânico e ansiedade. Os indivíduos estudados diminuíram o consumo de açúcar, cafeína, álcool e chocolate e aumentaram o de frutas, peixes e líquidos.

Uma observação importante: ficar muito tempo sem comer reduz os níveis de glicose, o que pode afetar negativamente o humor. Assim, o ideal é alimentar-se seis vezes ao dia: café-da-manhã, lanche, almoço, lanche, jantar e ceia. Um exemplo de cardápio saudável e ótimo para o astral é apresentado adiante.

Fontes de bom humor

Conheça alguns dos principais alimentos que podem ajudar a melhorar e manter o astral.

Chocolate

Além do açúcar, contém tirosina – substância que estimula a produção de serotonina – e minerais importantes como cobre, manganês e magnésio (nutriente que fica em falta no período pré-menstrual). Dispara a produção de endorfina e dopamina, neurotransmissores responsáveis pelo relaxamento. Os mais recomendados são os com 70% de teor de cacau pelo alto poder antioxidante.

Aveia

Cereal que contém altas doses de triptofano. Além do aminoácido que auxilia o organismo a liberar a serotonina, também tem bons níveis de selênio, que colabora para a produção de energia.

Banana madura

Contém duas substâncias que auxiliam o humor: os carboidratos, que estimulam a produção de serotonina e a vitamina B6, que garante mais energia. É ótima como opção de lanche rápido.

Brócolis

Rico em ácido fólico, que é importante para a liberação da serotonina. Além de garantir o bom humor, renova as células e previne defeitos no sistema nervoso dos fetos, portanto é essencial para as gestantes.

Espinafre e folhas verde-escuras

Têm efeito antidepressivo por serem ricos em magnésio – que atua na produção de energia, potássio e vitaminas A, C e do complexo B, que ajuda a manter o sistema nervoso tranquilo.

Frutas oleaginosas

São as nozes, castanhas, amêndoas e a mais poderosa de todas, a castanha-do-brasil. Auxiliam na diminuição do estresse por conterem um importante antioxidante, o selênio.

Laranja, maracujá e jabuticaba

Por terem altas doses de vitamina C, previnem o cansaço e combatem o estresse. Também colaboraram com as defesas do organismo. A jabuticaba ainda tem a vantagem de conter vitaminas do complexo B.

Leite

Produz um efeito relaxante em toda a musculatura graças ao triptofano, que é precursor da serotonina.

Ovos

Contêm substâncias que garantem o bom humor, como a tiamina e niacina (vitaminas do complexo B), além de fazerem bem para a memória.

Peixes e frutos do mar

Grandes fontes de minerais importantes para a atividade cerebral, como o selênio. Também ajudam a combater o cansaço e a ansiedade. Os frutos do mar são ricos em zinco, mineral essencial para o bom humor.

Pimenta

A sensação de ardência é provocada pela capsaicina – substância presente na pimenta – e faz com que o cérebro produza mais endorfina, neurotransmissor responsável pela sensação de euforia. A pimenta-de-cheiro, a vermelha e a malagueta são as melhores para o humor.

Sementes de abóbora e girassol

Ricas em triptofano, além auxiliarem na manutenção do bom humor, também ajudam a melhorar a qualidade do sono. Podem ser consumidas entre as refeições, como lanche.

Alface

Tem poderoso efeito calmante em razão da lactucina, substância presente em maior quantidade nos talos e coração, que devem fazer parte das saladas, juntamente com as folhas.

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Cardápio animado

Uma alimentação balanceada, sem radicalismo e perseguição de determinados itens, é sempre a mais recomendada. “É importante manter o equilíbrio no fornecimento de nutrientes, principalmente os envolvidos em uma estrutura bioquímica essencial como o nosso cérebro”, diz a nutricionista Rosana.

Ela elaborou este exemplo de cardápio com 2000 calorias para um dia com bastante bom humor e energia.

Café da manhã

  • 1 copo de suco de laranja
  • ½ mamão papaia com aveia
  • 2 fatias de pão integral
  • 1 fatia de queijo branco

Lanche da manhã

  • 3 castanhas-do-pará

Almoço

  • Salada de folhas verdes com tomate
  • 3 colheres (sopa) de arroz integral
  • 1 concha de feijão
  • 3 colheres (sopa) de espinafre refogado
  • Salada de frutas

Lanche da tarde

  • 1 banana com aveia

Jantar

  • Salada de folhas verdes / cenoura/ beterraba
  • 3 colheres (sopa) de arroz integral
  • Salmão assado com amêndoas
  • Brócolis sautée
  • Melão ou jabuticabas

Ceia

  • Chá de erva-doce
  • 4 biscoitos integrais

 

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Sete alimentos que ajudam a proteger a saúde dos olhos

A alimentação é tida por especialistas de diversas áreas como chave para deixar a saúde em dia. Segundo a oftalmologista Lara Murad Bichara, membro do Conselho Brasileiro de Oftalmologia e da Sociedade Brasileira de Oftalmologia, vários estudos já comprovaram que a escolha de nutrientes pode prevenir o aparecimento de doenças oculares , como a degeneração macular e olho seco, por exemplo.

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Ovo é indicado por ser fonte de luteína e zeaxantina, auxiliares na prevenção da evolução da degeneração macular.

Laranja é rica em carotenoides, nutrientes aliados da saúde ocular, que previnem um tipo de cegueira noturna.

Peixes, como salmão, sardinha e atum, são excelentes fontes de antioxidantes (como ômega 3) que ajudam a combater a formação de radicais livres prejudiciais aos olhos.

Cenoura é rica em carotenoides, nutrientes aliados da saúde ocular, que previnem um tipo de cegueira noturna.

Linhaça é fonte de vitamina E e de ômega 3, 6 e 9, todos de extrema importância para tratamento do olho seco, uma alteração comum e desconfortável.

Mamão é rico em carotenoides, nutrientes aliados da saúde ocular, que previnem um tipo de cegueira noturna.

Azeite de oliva outra fonte de omega 3, vitamina E e polifenóis, também é um alimento indicado para prevenir degeneração macular.

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Alimentação Saudável Previne Doenças Oculares

Vários estudos já comprovaram os benefícios da alimentação saudável, com redução de carne vermelha, açúcar e sal, frituras e gordura trans. O que pouco se fala é que, além de prevenir diversos tipos de câncer e doenças do coração, uma dieta bem equilibrada também tem o poder de retardar ou atenuar doenças oculares.

“Obviamente, é preciso tomar uma série de medidas para o bem da saúde em geral, não apenas mudar os hábitos de alimentação. Combater o sedentarismo, realizar check-ups regulares, usar protetor solar todos os dias (inclusive quando não há sol) e, principalmente, parar de fumar são atitudes que contribuem grandemente para fortalecer o organismo. Mas uma dieta bem elaborada, privilegiando alimentos antioxidantes – que combatem o envelhecimento – pode trazer grandes benefícios, retardando doenças como a degeneração macular, catarata, olho seco e tantas outras”, diz o doutor Renato Neves, diretor do Eye Care Hospital de Olhos.

De acordo com o especialista, todas as dietas saudáveis devem incluir grandes quantidades de frutas, legumes e verduras frescas – que podem ser consumidas ao longo do dia. A ideia é aumentar a ingestão de vitaminas, minerais, proteínas saudáveis, ômega-3 e luteína.

“Frutas de várias cores e verduras de tonalidade verde-escuro, como espinafre, couve e brócolis, contêm antioxidantes que protegem os olhos, reduzindo os danos provocados pelos radicais livres. Ovos, milho verde, mamão, laranja e kiwi também contêm luteína, substância fundamental no combate à degeneração macular relacionada à idade. A esses alimentos, acrescentamos cenoura e abóbora, que também são ricas em vitamina A e contêm muita vitamina C”, diz Neves.

Na opinião do médico, as pessoas ainda devem incluir na dieta importantes fontes de ômega-3 e reduzir a ingestão de sódio. Peixes, castanhas, óleo de linhaça e canola contribuem também para evitar a síndrome do olho seco – tão comum nas grandes cidades e na terceira idade. “Se alguns alimentos contribuem para a saúde dos olhos e para o bem-estar do paciente, o sódio pode colocar tudo a perder quando ingerido em altas quantidades, levando ao desenvolvimento de catarata. Por isso é tão importante ficar de olho nas embalagens e preferir comprar alimentos prontos com baixa quantidade de sódio”.

Complexos multivitamínicos contribuem para a saúde ocular

Pessoas que não têm restrições médicas – como quem faz uso de determinados remédios de uso contínuo, gestantes ou mulheres que estão amamentando – podem tirar grande proveito dos complexos vitamínicos, contribuindo para ter uma visão melhor por mais tempo.
Na opinião do oftalmologista Renato Neves, as cápsulas são bastante úteis para quem não consegue se adequar à dieta de forma natural. “Considere um multivitamínico diário composto por: 500 mg de vitamina C, 400 UI de vitamina E, 15 mg de betacaroteno, 80 mg de zinco, 2 mg de cobre, 400 microgramas de ácido fólico, complexo de vitaminas B e 2.500 mg de ômega-3. Também é indicado ingerir bastante líquido para hidratar o organismo”.

“Salada para os olhos” (Dr. Renato Neves):

§ 1 maço de espinafre cortado
§ 6 folhas frescas de alface romana
§ 2 cenouras raladas
§ 1 berinjela pequena levemente cozida e cortada em cubos
§ 1 maço de brócolis
§ Cubinhos de pimentões amarelo, vermelho e verde, sem pele
§ 6 couves de Bruxelas
§ Sementes de linhaça dourada
§ Castanhas do Pará trituradas

“Molho Caesar Ocular”:

§ 2 colheres (sopa) de óleo de canola
§ Suco de um limão
§ 2 colheres (sopa) de vinagre de maçã
§ 1 filé de anchova ralado
§ 1 gema de ovo
§ 1 colher (sopa) de mostarda de Dijon
§ 100 g de queijo parmesão

“Para uma refeição completa, a salada deve ser acompanhada de um salmão ou atum grelhado”, recomenda o médico.

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