Posts Tagged 'Reflexão'

Pessoas Altamente Conscientes

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Finais de ano são sempre um convite à reflexão. É quando avaliamos os resultados e colocamos tudo na balança. Se tivéssemos agido diferente, se os resultados dependessem inteiramente de nossas escolhas, se tivéssemos autonomia, etc.
Enfim, temos tomado as melhores decisões?
Pessoas altamente conscientes tomam decisões melhores, dentro de suas possibilidades, e arrependem-se menos, pois realizam alguns processos internos específicos, prevenindo-se contra os enganos da mente, provocados por emoções represadas, stress, falta de autoconhecimento e precipitação.
Confira abaixo alguns hábitos de uma pessoa altamente consciente:
1 – Monitora constantemente a própria mente. Presta atenção no tipo de pensamento que surge com mais frequência.
Ao conscientizar-se dos próprios pensamentos, passa a ter mais controle sobre as próprias ações.
2 – Sente o que “está sentindo”. Ser altamente consciente não quer dizer “ser feliz para sempre”. Está relacionado à aceitação do momento presente tal como se apresenta. É necessário sentir o medo, a tristeza, a raiva do momento, sem tentar resistir ou controlar. Isto não quer dizer que deva sair agredindo ou berrando quando quiser. Sentimentos precisam ser sentidos para que a mudança possa ocorrer, quando necessária.
O que mais proporciona o sentimento de paz, é simplesmente estar presente, no presente, com suas experiências agradáveis e desagradáveis. 
3 – Aceita a natureza transitória das coisas.
Talvez a lei fundamental da vida seja que tudo está em constante mudança. Nada é permanente.
4 – Medita regularmente. Prática que ajuda a se manter desperto e presente nos altos e baixos de cada dia.
5 – Protege e alimenta a mente e o corpo, cultivando hábitos de vida saudável.
Ou seja, cuidado com o que lê, assiste ou vê. Selecione e alimente sua mente com o mesmo cuidado com que elabora suas refeições.
Se você não consegue lidar com algum sentimento, se pensamentos repetitivos estão incomodando, não hesite em procurar um profissional. Grandes mudanças em sua vida podem acontecer apenas a partir de uma transformação interna. Permita-se.
Informações parciais da fonte: http://mrsmindfulness.com/7-habits-highly-mindful-people-integrate-life/
Imagem: Freepik

Dia da Mulher merece comemorações e reflexões

O calendário marca o dia 8 de março como a data especial para a alma feminina. Mulher de todas as latitudes e atitudes, operárias, empresárias, analfabetas, formadas, inconformadas, aplaudidas, vaiadas, amadas, dilaceradas, mas sempre vencedoras. Mulher na política, na crítica, no esporte, no volante de um caminhão, na celebração e no parto de um novo tempo, de Dilma Rousseff a Maria Anônima, de Vera Fischer a Sebastiana Nascimento, de Marina Silva a Naúdia Faedo, de Ivete Sangalo a professora Ana Cláudia, sopro de vida. A coisa mais cara no mundo é a lágrima de uma mulher traída. Mas ela sabe perdoar.

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Mulher da terra, amada, questionada, votada, largada na história e fazendo história. A alma gêmea venceu barreiras, mitos, menstruação, revolução, direitos sociais. Na música, na poesia, na rotina do lar, há muito que pensar e comemorar. Será que mulher vota em mulher? Será que as mulheres trabalhadoras que foram queimadas deixaram um legado de fé e atitude? O que quer a mulher foi uma pergunta feita por Freud nos seus estudos. A mulher ocupou o lugar do homem no trabalho, mas o homem não aprendeu a lavar louças em casa, mostrando criatividade e atenção. Cora Coralina, Lídia Gueiler, Ivete Vargas, Jane Fonda, Pagu, Lúcia Vânia, Edielma Torres, Sueli Pereira, Elis Regina, Maria Eugênia, Maria Valadão, Conceição Gaier, Marcia Elizabete, Elizabeth Caldeira, Preta Gil, Dayane Moratto, Princesa Isabel, Fernanda Montenegro, Zíbia Gaspareto, Sônia Regina, Castorina Rattes, Clarice Martins Leão, Nega Brechó, e ela só não quer ficar só. O que comemorar se a luta é eterna e as conquistas enormes? Uma raça determinada, testada, ampliada, gestada a fogo, ferro e luz. Maria da Penha é o traço que une todas as deusas apedrejadas, caladas, mutiladas. Beijinho no ombro só para as que têm disposição e atenção com seus pares.

Em célebres momentos a alma feminina mostrou sua curiosidade, amizade, cumplicidade com o homem, mas ela deseja colo, compreensão e direitos iguais, na sua versão de mãe, sedutora, professora, educadora, rainha do lar, motorista, escritora, possuidora de talentos múltiplos. A canção Maria, Maria, de Milton Nascimento, eternizada por Simone, parece definir todos os sonhos da mulher, que merece viver e amar, lutar e vencer. Não apenas no dia 8 de março se deve comemorar o dia da rainha das louças, panelas, canetas, atitudes, cabelos e unhas. A luta é constante em cada votação no Congresso Nacional ou aumento de salário concedido pelo patrão.

Na sua versão de Eva é a bela e a fera, a Monalisa ou a gari, a senadora e a empresária, a professora ou a doméstica, com direitos reconhecidos. No namoro, no choro, no parto, na celebração da vida de cada homem que vem ao mundo, ela está presente. Talvez a mulher seja um homem que vingou na vida ou o sexo alternativo de Deus. Rezar, lutar, amar, trabalhar com as mãos e pés descalços, são climas vividos pelas rainhas adormecidas ou rebeldes.

A clássica canção de Rita Lee dizia que “toda mulher é meio Leila Diniz”, enaltecendo a revolução da guerreira da praia. Hoje a história continua, com seus amores, dores, gestos de humildade ou gentileza, pois toda mulher se veste para si mesma antes de se produzir para os homens de bom gosto. Não é mais o solene objeto de cama, mesa e banho, e sim a metáfora dos desejos realizados pela sociedade, pois a mulher moderna guia caminhões ou apita jogos de futebol. Cecília Meireles, Fátima Bernardes, Maria José Cabral, Marta do futebol, Marta Rocha dos desfiles e concursos de beleza, Karolina Batista, atleta e veterinária.

Uma infinita lista de beldades, bondades, cumplicidades, valorizando um ser que carrega a intuição como dom principal. No namoro, mesmo quando se deixa conquistar, ressalte-se que foi ela quem conquistou primeiro, pois é a deusa de todas as seduções. Feliz 8 de março para todas as princesas, deusas, rainhas, deputadas, amadas, votadas, cinderelas, enaltecidas pelo tempo. Mas o melhor tempo é agora, com a revolução promovida pela deusa do batom e dos brincos notáveis. Se toda mulher é competente e bela, fica aqui a mensagem do Lela.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.dm.com.br/

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Dia Internacional da Mulher: data para comemorar, mas também para refletir

No dia 8 de março é comemorado o Dia Internacional da Mulher. A data celebra as muitas conquistas femininas ao longo dos últimos séculos, mas também serve como um alerta sobre os graves problemas de gênero que persistem em todo o mundo. No Brasil, embora a legislação garanta a igualdade em várias esferas, a discriminação sexual ainda existe.

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Ao longo de toda a história, as mulheres conviveram com diversos elementos de opressão. Em um mundo comandado por homens, as pressões sociais para que suas atividades se restringissem a cuidar dos filhos e da casa eram enormes. A partir do Século 19 isso começou a mudar. Nos Estados Unidos e na Europa surgiram vários movimentos com o objetivo de reduzir o abismo de privilégios entre os sexos. Neste momento, a principal reivindicação era a garantia do direito ao voto.

No Brasil, uma das primeiras mulheres a colocarem em questão a dominação social masculina foi a educadora Dionísia Gonçalves Pinto. Mais conhecida por seu pseudônimo, Nísia Floresta, ela publicou, em 1832, o livro “Direitos das mulheres e injustiça dos homens”. Já na década de 1920, a Liga Brasileira pelo Progresso Feminino, liderada pela bióloga Bertha Lutz, lutava pelo direito ao voto, assegurado em 1932, durante o governo de Getúlio Vargas.

Hoje, as mulheres brasileiras conseguiram superar muitas barreiras e participam ativamente da sociedade. Mas ainda há um longo caminho até a igualdade. Segundo a última Pesquisa Mensal de Emprego do IBGE, realizada em Recife, Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre, apesar de 53,8% da população em idade ativa – com 15 anos ou mais – ser composta por mulheres, elas ainda respondem por apenas 46,1% da população ocupada. A comparação entre os salários também mostra que homens com o mesmo nível de escolaridade recebem mais em quase todos os tipos de trabalho.

Segundo a coordenadora da Sempreviva Organização Feminista (SOF), Nalu Faria, parte dessa disparidade ainda vem da noção de que a realização de tarefas domésticas é uma responsabilidade feminina. “O número de mulheres que fazem jornada dupla – trabalhando fora e dentro de casa – é muito grande”, afirma. “Isso prejudica seu desempenho no emprego e atrasa seu desenvolvimento educacional”, completa.

A disparidade é ainda maior na esfera política. Apesar de elas serem maioria na população brasileira – 51,5% das 195 milhões de pessoas – apenas 8,6% do Congresso e 16% do Senado são ocupados por mulheres. No restante do mundo a população feminina responde por pouco mais de 49% e ocupa, em média, 20,8% das câmaras e 18,2% dos senados. Nalu acredita que a situação brasileira vem melhorando no Governo Dilma Rousseff, mas que o fato de atualmente o país ter uma presidenta não representa, por si só, um grande avanço. “Muitas vezes a sociedade aceita algumas mulheres, sem, no entanto, mudar sua visão machista”, afirma. “O fato mais importante é que hoje temos várias ministras”, ressalta.

Origem da comemoração

A ideia de uma celebração internacional dedicada às mulheres surgiu em 1910, como uma proposta da dirigente socialista alemã Clara Zetkin. A data, entretanto, só foi escolhida depois de 8 março de 1917, quando um grupo de mulheres realizou uma manifestação em Petrogrado (atual São Petersburgo), na Rússia. Elas pediam melhores condições de vida e a retirada do país da Primeira Guerra Mundial. Popular entre os países comunistas, o Dia Internacional da Mulher só se popularizou no Ocidente a partir de 1975, ano em que a Organização das Nações Unidas reconheceu formalmente a data.

Segundo Nalu, é muito comum a crença de que o dia foi escolhido para homenagear as 146 mulheres que, em 1911, morreram vítimas de um incêndio que destruiu uma fábrica de roupas em Nova York. Esse episódio, ocorrido em 25 de março, foi muito importante para a intensificação da luta por melhores condições de trabalho, mas não teve influência específica na criação do Dia Internacional da Mulher.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site:  http://redeglobo.globo.com/globocidadania

Dia da Não Violência – 30 de janeiro

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A Importância do Trabalho

Para grande parte das pessoas o trabalho é apenas uma forma de conseguir comida e moradia. Muitos vivem sem uma verdadeira ambição profissional que leve à sua realização pessoal. Contentam-se em satisfazer as necessidades básicas e não percebem que existem tesouros além do horizonte.


Aqueles que usam o trabalho somente pensando em acumular dinheiro desperdiçam o prazer de resolver problemas que vão melhorar a vida de outros seres humanos, de ajudar alguém a aprender, de construir uma casa ou de salvar uma vida porque estão interessados apenas na remuneração. Todos nós conhecemos pessoas assim: vivem juntando dinheiro, para não terem preocupações na velhice e, no fim de suas vidas, descobrem que precisam de tantas coisas que o dinheiro não compra…

Lógico que o trabalho é o melhor instrumento para realizarmos as nossas conquistas materiais, mas além disso ele é um grande caminho para a realização pessoal. Trabalhar desenvolve a capacidade de pensar, de tomar decisões, de encontrar soluções, de construir projetos e de aprender a lidar com gente.

A força do trabalho como meio de estimular o desenvolvimento pessoal é tão importante que, quando não trabalhamos com esse objetivo, a aposentadoria vem e revela a verdadeira face de uma vida sem sentido. O aposentado que não cresceu através do trabalho envelhece rapidamente. Não tem mais razão para realizar algo sem a motivação do dinheiro. Quem, ao contrário, se realizou como ser humano através do trabalho jamais envelhece e, mesmo aposentado, continua atuante.

Lembre-se: transformar o mundo e através da sua ação tornar a vida do próximo melhor é o mais sublime poder do trabalhador. É maravilhoso pensar que existem pessoas que sabem transformar uma pepita de ouro em uma aliança de casamento, símbolo de um amor infinito; pessoas capazes de transformar um punhado de farinha num saboroso pão que alimenta não só o corpo mas também a alma; que transformam um deserto numa plantação de frutas e verduras; que fazem de uma criança carente um adulto responsável. A capacidade de transformação cria para o ser humano a experiência do divino que existe em cada um de nós.

Transformar a realidade da nossa vida em algo melhor ajuda-nos entrar em contato com a essência do trabalho: servir. É isso mesmo: transformar para servir ao outro!

Roberto Shinyashiki
Escritor e consultor organizacional.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.aceguarulhos.com.br/

Reflexão

“Os homens perdem a saúde para juntar dinheiro e depois perdem o dinheiro para recuperá-la, por pensarem ansiosamente no futuro, perdem o presente, de tal forma que acabam por nem viver o presente, nem o futuro. Vivem como se nunca fossem morrer e morrem como se nunca tivessem vivido.”

Confúcio


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