Posts Tagged 'Semana Santa'

Fazendo da Páscoa um tempo de mudanças

Mensagem-Pásco-Golden-2013

Alimentos da Páscoa

Páscoa é a festa mais importante entre os cristãos, pois celebra a ressurreição de Jesus Cristo que, após morrer na cruz, foi colocado em um sepulcro até seu corpo e espírito se unificarem novamente. A palavra “Páscoa” vem do hebraico “Pessach” e significa “passagem”, pois na Antiguidade, essa festa judaica comemorava a libertação dos hebreus após um longo período de escravidão no Egito.

A data é comemorada sempre em um domingo, ao final da Semana Santa, época em que os cristão relembram e oram pela morte e sofrimento de Cristo. A Semana Santa inicia-se no Domingo de Ramos, após o término da Quaresma, período de quarenta dias que começa na Quarta-feira de Cinzas e, segundo a tradição católica, é um tempo de reflexão e caridade.

Símbolos da Páscoa, o pão e vinho foram escolhidos por Jesus Cristo para simbolizarem seu corpo e sangue e a vida eterna, pois já sabia que seria perseguido e morto na cruz. Dessa forma, ofereceu aos seus discípulos na Santa Ceia esses que, na Antiguidade, eram os alimentos mais comuns para muitos povos, instituindo a Eucaristia.

colomba pascal é um pão de origem italiana cuja receita é parecida com a do panetone, a diferença está em seu formato parecido com o de uma pomba que, no cristianismo, representa a vinda do Espírito Santo e a paz. Ainda pode ter variações com raspas de laranja e cobertura com glacê e amêndoas. Conta a lenda que a receita surgiu quando um confeiteiro presenteou o rei lombardo Albuíno com o pão em forma de pomba , fazendo com que o monarca desistisse de invadir um vilarejo na Itália, promovendo a paz no local.

A tradição de comer peixe nessa celebração também está ligada ao cristianismo, mas a prática deve ser realizada na Sexta-feira Santa, ou seja, a sexta-feira que antecede o Domingo de Páscoa. O costume de não comer carne vermelha nessa data entre os cristãos é um símbolo de abstenção, sacrifício e fé. Atualmente, no Brasil, é bastante comum o consumo de bacalhau nessa ocasião, um peixe originário dos mares frios do hemisfério norte e muito saboroso.

ovo é um dos símbolos pascais mais conhecidos e no cristianismo representa a vida e a ressurreição de Cristo, mas a tradição de presentear outras pessoas com ovos pintados e enfeitados já vem de algumas civilizações da Antiguidade. Posteriormente, em vários países, assim como no Brasil, os ovos decorados foram substituídos por ovos de chocolate e atualmente podemos encontrar variedades dessas delícias, desde os simples aos recheados e em diferentes tamanhos.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra acessando o site: http://papofeminino.uol.com.br/

Feliz Páscoa 2012

A História do Chocolate

Eterno símbolo do desejo, o chocolate (que nesta época invade os mercados em forma de ovos de Páscoa) é hoje encontrado em quase tudo: batom, chapinha, shampoo, perfume – e em diferentes formatos, cores, sabores e preços. Mas, quando foi descoberto pelos europeus, o ‘chocolate primitivo’ era um líquido espesso feito com milho e pimentão.

As primeiras referências ao cacaueiro e a seus frutos foram encontradas nos relatos dos descobridores que seguiram Cristóvão Colombo. Os espanhóis encontraram o chocolate sendo usado pelos astecas e pelos maias na época da chegada de uma expedição em 1519, e logo depois o levaram para a Espanha.

As sementes eram tão importantes para os nativos da América Central que eram usadas não apenas para alimentação, mas também como elemento de troca e em cultos religiosos.

Segundo o site do Museu Field, em Chicago, que tem uma exibição que conta a história do chocolate, nas culturas maia e asteca a semente do cacau era oferecida aos deuses e as bebidas com chocolate eram servidas em cerimônias sagradas.

O professor de nutrição da Universidade da Califórnia e co-autor de “Chocolate: History, Culture, and Heritage”, Luis Grivetti, explica que achados arqueológicos indicam que os maias enterravam jarros de chocolate com os mortos. “O chocolate tinha um significado medicinal, social, e religioso para eles.”

Europa
Na Espanha, o cacau ganhou novas receitas e foi misturado com açúcar, canela e mais tarde com o leite. “A bebida quente foi inventada pelos espanhóis e tomou o nome de chocolate em diversas línguas européias”, escreve Henrique Carneiro, doutor em história social pela USP, no livro “Pequena enciclopédia da história das drogas e bebidas”.

Como tanto o cacau quanto o açúcar eram importados – e caros -, apenas as pessoas ricas podiam comprar o chocolate. Assim, a bebida se tornou símbolo de status pela elite de toda a Europa. No começo do século XVIII, o chocolate se tornou artigo de moda e a árvore de cacau virou nome de praças e locais públicos.

Cura doce
Além de ser caro, o chocolate também foi indicado por médicos como remédio para algumas enfermidades. Há até quem diga que algumas doenças do cardeal Richelieu foram ‘curadas’ com chocolate.

Segundo o professor Grivetti, por ser remédio e comida, o chocolate colocou a Igreja Católica em uma situação difícil quanto ao jejum eclesiástico. “Sendo usado tanto para curar quanto como alimento, o chocolate gerou controvérsias sobre a possibilidade de ser ingerido durante o jejum. A resposta dependia se a pessoa consumiu ou não algo junto com o chocolate. De qualquer maneira, os padres eram proibidos de beber chocolate antes da missa. Também há muitos documentos da época da inquisição que citam o chocolate.”

No Brasil, o cacau também era considerado pelos índios tupis e guaranis como remédio e estimulante. Quem explica é o especialista Timothy Walker, professor de História da Universidade Dartmouth de Massachusetts. Segundo ele, os colonos portugueses e os missionários jesuítas foram os primeiros a cultivarem os cacaueiros. “Nos séculos XIX e XX, Ilheus, na Bahia, se tornou o centro de produção de cacau do mundo. No entanto, não havia muito comércio para o produto no Brasil”, contou o professor.

Em barra
A produção do cacau nos séculos XVI e XVII era feita em plantations (que usavam trabalho escravo) em colônias tropicais. A partir de 1700, novas tecnologias permitiram a produção mais rápida do chocolate e, depois, do chocolate sólido. Dessa forma, o chocolate feito a mão deu lugar ao industrializado: mais acessível e com sabor diferente.

Carneiro escreve em seu livro que “atualmente, mais da metade da produção mundial de cacau vem da África ocidental, especialmente da Costa do Marfim, o maior produtor mundial, seguido de Gana e do Brasil”.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra acessando o site: http://g1.globo.com


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