Posts Tagged 'chocolate'

Já ouviu falar no SII?

Freepik-Modificado-Estômago-Doendo

SII – Síndrome do Intestino Irritável é um termo associado a um conjunto de sintomas, conforme listado abaixo:

  • Dor abdominal
  • Estufamento
  • Constipação (intestino preso)
  • Diarréia

Não se trata de um defeito ou desordem física ou química identificável. Não há uma doença orgânica detectável.

A SII é uma desordem funcional do intestino, mais comum em mulheres e mais frequente em momentos de stress emocional. Geralmente, tem início na adolescência.

Sangramento, febre, perda de peso e dor abdominal persistente e contínua NÃO são sintomas da Síndrome e indicam outros problemas que precisam ser investigados.

Influência dos Alimentos nos Sintomas da SII

É muito importante que se tenha atenção na escolha dos alimentos e observe a forma como seu organismo reage à ingestão destes. Siga sempre orientações médicas e não deixe de consultar um especialista para orientação alimentar personalizada com objetivo de controlar o problema.

Causas do SII

Ninguém sabe o que leva uma pessoa a ter SII. Há estudos que mostram que o intestino dessas pessoas tem uma sensibilidade aumentada de acordo com estímulos provocados por alguns tipos de alimentos e emoções (ansiedade/estresse).

Seguem alguns fatores abaixo que podem estar ligados a piora dos sintomas:

  • Refeições volumosas
  • Grande quantidade de gases no intestino grosso
  • Medicamentos
  • Trigo, centeio, cevada, aveia, cereais, chocolate, leite e derivados
  • Álcool e bebidas com cafeína (café, chá e coca-cola)
  • Estresse, ansiedade

Pesquisas apontam que mulheres com SII apresentam exacerbação dos sintomas no período menstrual, sugerindo relação com os hormônios femininos.

Se há suspeitas de SII, procure um médico de sua confiança para mais informações e siga suas orientações.

Informações parciais da fonte:

http://www.fbg.org.br/Conteudo/197/0/SÃ%C2%ADndrome-do-Intestino-Irritável-(SII)-

Imagem modificada: Freepik

Os Benefícios do Cacau

A Páscoa está logo aí e bate aquela preocupação quanto ao consumo do chocolate, a quebra da dieta, as acnes e etc.

Encontrei um artigo muito bacana na GNT que, no mínimo, pode aliviar a consciência daqueles que não resistem a um bom cacau. Confiram abaixo:

chocolates amargo e ao leite

Os Benefícios do Chocolate

1 – Faz Bem Para Sua Pele

Por ser antioxidante e estimular a renovação celular, ele é indicado nos processos de rejuvenescimento e também na redução de celulite, já que possui substâncias como cafeína e teobromina, usadas em tratamentos estéticos no combate aos indesejáveis furinhos. Ele também protege a pele dos efeitos nocivos da exposição solar, por ser rico em flavonóides, que reduzem os efeitos negativos da radiação UV.

E a acne?

Não há comprovação científica sobre os malefícios que o chocolate pode causar à pele, excluindo casos especiais, como pessoas que apresentam alergias ou intolerância à lactose e glúten. A acne pode ser provocada por uma dieta rica em carboidratos de alto índice glicêmico (ex.: doces, pães, biscoitos, etc).

2 – Faz Bem Para Os Cabelos

Rico em nutrientes, o chocolate ajuda a restaurar, nutrir e hidratar as fibras capilares.

3 – Reduz o Risco de Doenças Cardiovasculares

O chocolate possui flavonóides que reduzem o risco de doenças cardiovasculares, propiciam melhora do fluxo sanguíneo, reduzem a pressão arterial e melhoram os níveis de colesterol ruim.

4 – Ajuda a Perder Peso

Os ácidos fenólicos presentes no cacau podem ajudar no processo de emagrecimento. Estas substâncias interferem na produção da leptina, o hormônio da saciedade, e ainda queimam mais calorias. Outra pesquisa sugere que o cacau pode inibir o organismo a estocar gordura.

Consumo ideal diário:

Cerca de 30g de chocolate do tipo amargo, com concentração de 50 a 70% de cacau.

chocolates diversos

 

 

Chocolate Amargo x Chocolate Branco:

O chocolate branco é produzido através de uma mistura de manteiga de cacau com outros ingredientes, como leite e açúcar. Como não possui massa de cacau, ele não contém as propriedades encontradas no chocolate preto amargo ou meio amargo. Ainda é mais calórico e rico em gordura saturada.

 

 

5 – Alimento Para o Cérebro

O chocolate pode melhorar a memória e as funções motoras.

Em pesquisa publicada na revista Neurology, um grupo de voluntários consumiu chocolate quente duas vezes ao dia, durante um mês. O outro grupo não teve tanta sorte e passou longe do chocolate durante 30 dias. Após este período, os participantes dos grupos foram submetidos a testes cognitivos que sugerem uma melhoria de 30% nas funções daqueles que consumiram o chocolate quente, quando comparados àqueles que não consumiram a bebida. De acordo com os pesquisadores, o fluxo sanguíneo para o cérebro também melhorou cerca de 8% nestes mesmos voluntários.

Atenção: o conteúdo deste post não substitui o parecer do seu médico, ok? Cuide sempre da sua alimentação, evite o sedentarismo mas, sobretudo, siga as instruções médicas.

Informações Parciais da Fonte: http://gnt.globo.com/bem-estar/materias/confira-os-beneficios-do-chocolate-para-saude-e-para-beleza.htm

Páscoa sem culpa: por que o chocolate faz bem à saúde

Apesar de ser calórico e conter gordura e açúcar, os vilões de qualquer dieta, o que faz do chocolate uma ameaça à saúde não é o doce em si, mas a sua ingestão em excesso. Por isso, mesmo durante a Páscoa é preciso maneirar para aproveitar os vários efeitos benéficos do alimento. Em quantidades pequenas, ele não faz mal, não engorda e, melhor ainda, pode até ser bom à saúde. A confirmação disso está nos resultados de muitas pesquisas científicas que concluíram que o chocolate, especialmente o amargo, pode evitar doenças cardíacas, beneficiar a cognição e até ajudar a emagrecer.

Ovo-de-Páscoa

Os grandes responsáveis por fazer com que o chocolate seja saudável são os flavonoides, compostos com propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias encontrados no cacau. Por esse motivo, quanto mais amargo é o chocolate – ou quanto maior for o teor de cacau dele – melhor para a saúde. “Os antioxidantes protegem as células dos radicais livres produzidos em excesso. Essa proteção reduz o risco de problemas cardiovasculares e desacelera o envelhecimento”, afirma Celso Cukier, nutrólogo do Hospital Albert Einstein. “Nenhum estudo mostrou efeitos benéficos à saúde com o consumo de chocolate branco, apenas com os tipos mais amargos.”

Segundo o médico, consumir 13 gramas de chocolate amargo por dia – mais ou menos dois quadradinhos de uma barra de chocolate – já é suficiente para obter os benefícios antioxidantes dos flavonoides. “Comer muito menos do que isso não adianta, mas é preciso tomar cuidado com o excesso para não engordar, uma vez que, em média, o chocolate possui seis calorias por grama”, afirma. “A dica é comer chocolate com moderação e, em momentos como a Páscoa, se divertir e consumir um pouco mais, mas não tornar o exagero parte da sua rotina.”

Motivos pelos quais você deve comer chocolate (com moderação)

Protege o coração

Entre as pesquisas que apontam para efeitos positivos do consumo do chocolate, as mais numerosas são, de longe, aquelas que associam o alimento a benefícios ao coração. Segundo um estudo publicado no ano passado no British Medical Journal (BMJ), por exemplo, é possível diminuir o risco de eventos cardiovasculares comendo chocolate amargo (com pelo menos 60% de cacau) todos os dias. Outro trabalho, feito na Universidade de Cambridge e divulgado em 2011, mediu o quão benéfico o chocolate pode ser ao coração: segundo o estudo, o consumo sem excessos do alimento diminui em 37% o risco de doenças cardíacas e em 29% as chances de acidente vascular cerebral (AVC).

Parte da redução das chances de doenças cardíacas proporcionada pelo chocolate pode ser explicada pelo fato de ele, antes disso, evitar o surgimento de fatores de risco ao coração, como hipertensão ou colesterol alto. De acordo com pesquisa australiana publicada em 2010 no periódico BMC Medicine, por exemplo, o chocolate amargo ajuda a diminuir a pressão arterial de pessoas que sofrem de hipertensão.

 

Ajuda a emagrecer

Em 2012, um estudo feito por pesquisadores da Universidade da Califórnia em San Diego, nos Estados Unidos, quebrou o mito de que chocolate engorda e ainda concluiu, surpreendentemente, que o alimento pode, na verdade, ajudar uma pessoa a emagrecer. Isso porque, das 1.000 pessoas que participaram da pesquisa, aquelas que comiam chocolate com maior frequência, embora consumissem mais calorias em um dia, foram as que apresentaram, em média, um índice de massa corporal (IMC) menor. Essa relação aconteceu principalmente quando o indivíduo consumia chocolate amargo. Segundo os autores do estudo, pode ser que as calorias no chocolate sejam ‘neutras’ — ou seja, que pequenas quantidades do alimento beneficiem o metabolismo, reduzam o acúmulo de gordura no corpo e, assim, compensem as calorias consumidas. Além disso, os pesquisadores acreditam que as propriedades antioxidantes do chocolate estejam por trás dos efeitos positivos demonstrados pelo trabalho.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://veja.abril.com.br/

Visite nosso site: http://www.vivamelhoronline.com.br

 

Como encontrar o melhor ovo de chocolate para a sua saúde

A pedagoga Simone dos Santos é chocólotra assumida. Nesta época do ano, ela conta que fica mais difícil resistir a tantas tentações. “Como chocolate todos os dias e quando chega essa época da Páscoa eu aumento mais ainda porque eu não sei entrar numa loja, ver um ovo de Páscoa, nem que seja aquele baratinho, mas tenho que comprar, nem que seja um coelhinho, mas tenho que comprar pra comer. Só chego lá pego e pronto, nunca dei importância pra olhar a quantidade de gordura, essas coisas assim. Agora eu vou passar a ler a embalagem, ver a importância que tem ali, já não vou pegar qualquer um, coisa que antes eu fazia”, relata.

img-598889-ovo-de-pascoa-funcional20140331141396288282

De acordo com a nutricionista do Hospital Federal Cardoso Fontes, no Rio de Janeiro, Maria Valéria Fontoura, a Simone faz bem em começar a ler o rótulo dos ovos de chocolate antes de levá-los para casa. Segundo a nutricionista muitos desses produtos são ricos em gordura e açúcar.

A especialista dá dicas para escolher um chocolate mais saudável, como as opções com alto teor de cacau, por exemplo. “O cacau é um alimento considerado atualmente muito saudável com vários benefícios, temos algumas outras vitaminas, alguns minerais, mas, principalmente, flavonoides que são os antioxidantes que vão ajudar a manter as artérias. Alguns trabalhos mostram benefícios para o coração, estresse, pra memória também, atuando na ansiedade. Quanto mais amargo acima de 70%, mais saudável ele vai ficar”, explica.

Mas não basta só ficar atento à qualidade nutricional do ovo chocolate. A nutricionista do Hospital Federal Cardoso Fontes, Maria Valéria Fontoura, conta que comer demais também pode ser prejudicial à saúde. “Não comer tudo de uma vez porque pode ter uma intoxicação, uma diarreia porque o chocolate já vem com muito leite, muito açúcar, então a acne também, espinha. Pessoas com açúcar alto, diabéticos vão ter um aumento desse açúcar, muitas vezes, vão precisar de mais remédios ou de mais insulina, isso não é legal, não faz bem. Então, sempre tentar consumir uma quantidade menor”, alerta.

O excesso de gordura e açúcar dos chocolates pode provocar doenças crônicas como diabetes e obesidade. Para saber sobre a política do Ministério da Saúde desenvolvida par a combater essas doenças, acesse a página do ministério.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.blog.saude.gov.br/

Visite nosso site: http://www.vivamelhoronline.com.br

Alimentos para o Bom Humor

Alimentos e sensações caminham juntos para os seres humanos. Essa ligação começa quando o bebê nasce: ao ser amamentado, ele não apenas é nutrido, mas sente prazer. A explicação para esse envolvimento de nossas emoções é científica: a química dos alimentos é capaz de alterar a produção de neurotransmissores – substâncias que transmitem impulsos nervosos no cérebro e são responsáveis pelas sensações.

alimentos_humor_171010817213484

Por isso, a máxima de que você é o que come se aplica também ao bom humor. Há uma série de alimentos que podem contribuir para melhorar o ânimo porque estimulam a produção dos neurotransmissores responsáveis pelo prazer, bem-estar e euforia – entre os quais serotonina, dopamina, noradrenalina e acetilcolina.

O mais estudado neurotransmissor é a serotonina. “Sua produção pode ser aumentada com o consumo de alimentos ricos em triptofano, um aminoácido, e carboidratos”, explica Rosana Raele , nutricionista do Centro de Medicina Preventiva Einstein. É por isso que quando alguém está chateado e como um doce tem a sensação de que melhorou.

Na Inglaterra, o estudo Food and Mood Project (Projeto Comida e Humor) revelou que mudanças no que comemos podem ser positivas para a saúde mental. Cerca de 200 pessoas fizeram uma dieta recomendada e avaliaram o impacto da mudança nutricional no seu humor. A experiência mostrou que 26% tiveram uma melhora na instabilidade emocional, 24% na depressão e 26% em ataques de pânico e ansiedade. Os indivíduos estudados diminuíram o consumo de açúcar, cafeína, álcool e chocolate e aumentaram o de frutas, peixes e líquidos.

Uma observação importante: ficar muito tempo sem comer reduz os níveis de glicose, o que pode afetar negativamente o humor. Assim, o ideal é alimentar-se seis vezes ao dia: café-da-manhã, lanche, almoço, lanche, jantar e ceia. Um exemplo de cardápio saudável e ótimo para o astral é apresentado adiante.

Fontes de bom humor

Conheça alguns dos principais alimentos que podem ajudar a melhorar e manter o astral.

Chocolate

Além do açúcar, contém tirosina – substância que estimula a produção de serotonina – e minerais importantes como cobre, manganês e magnésio (nutriente que fica em falta no período pré-menstrual). Dispara a produção de endorfina e dopamina, neurotransmissores responsáveis pelo relaxamento. Os mais recomendados são os com 70% de teor de cacau pelo alto poder antioxidante.

Aveia

Cereal que contém altas doses de triptofano. Além do aminoácido que auxilia o organismo a liberar a serotonina, também tem bons níveis de selênio, que colabora para a produção de energia.

Banana madura

Contém duas substâncias que auxiliam o humor: os carboidratos, que estimulam a produção de serotonina e a vitamina B6, que garante mais energia. É ótima como opção de lanche rápido.

Brócolis

Rico em ácido fólico, que é importante para a liberação da serotonina. Além de garantir o bom humor, renova as células e previne defeitos no sistema nervoso dos fetos, portanto é essencial para as gestantes.

Espinafre e folhas verde-escuras

Têm efeito antidepressivo por serem ricos em magnésio – que atua na produção de energia, potássio e vitaminas A, C e do complexo B, que ajuda a manter o sistema nervoso tranquilo.

Frutas oleaginosas

São as nozes, castanhas, amêndoas e a mais poderosa de todas, a castanha-do-brasil. Auxiliam na diminuição do estresse por conterem um importante antioxidante, o selênio.

Laranja, maracujá e jabuticaba

Por terem altas doses de vitamina C, previnem o cansaço e combatem o estresse. Também colaboraram com as defesas do organismo. A jabuticaba ainda tem a vantagem de conter vitaminas do complexo B.

Leite

Produz um efeito relaxante em toda a musculatura graças ao triptofano, que é precursor da serotonina.

Ovos

Contêm substâncias que garantem o bom humor, como a tiamina e niacina (vitaminas do complexo B), além de fazerem bem para a memória.

Peixes e frutos do mar

Grandes fontes de minerais importantes para a atividade cerebral, como o selênio. Também ajudam a combater o cansaço e a ansiedade. Os frutos do mar são ricos em zinco, mineral essencial para o bom humor.

Pimenta

A sensação de ardência é provocada pela capsaicina – substância presente na pimenta – e faz com que o cérebro produza mais endorfina, neurotransmissor responsável pela sensação de euforia. A pimenta-de-cheiro, a vermelha e a malagueta são as melhores para o humor.

Sementes de abóbora e girassol

Ricas em triptofano, além auxiliarem na manutenção do bom humor, também ajudam a melhorar a qualidade do sono. Podem ser consumidas entre as refeições, como lanche.

Alface

Tem poderoso efeito calmante em razão da lactucina, substância presente em maior quantidade nos talos e coração, que devem fazer parte das saladas, juntamente com as folhas.

Momentum-alimentos-do-bom-humor-762x333

Cardápio animado

Uma alimentação balanceada, sem radicalismo e perseguição de determinados itens, é sempre a mais recomendada. “É importante manter o equilíbrio no fornecimento de nutrientes, principalmente os envolvidos em uma estrutura bioquímica essencial como o nosso cérebro”, diz a nutricionista Rosana.

Ela elaborou este exemplo de cardápio com 2000 calorias para um dia com bastante bom humor e energia.

Café da manhã

  • 1 copo de suco de laranja
  • ½ mamão papaia com aveia
  • 2 fatias de pão integral
  • 1 fatia de queijo branco

Lanche da manhã

  • 3 castanhas-do-pará

Almoço

  • Salada de folhas verdes com tomate
  • 3 colheres (sopa) de arroz integral
  • 1 concha de feijão
  • 3 colheres (sopa) de espinafre refogado
  • Salada de frutas

Lanche da tarde

  • 1 banana com aveia

Jantar

  • Salada de folhas verdes / cenoura/ beterraba
  • 3 colheres (sopa) de arroz integral
  • Salmão assado com amêndoas
  • Brócolis sautée
  • Melão ou jabuticabas

Ceia

  • Chá de erva-doce
  • 4 biscoitos integrais

 

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site:  http://www.einstein.br/

Visite nosso site: http://www.vivamelhoronline.com.br

Teste compara benefícios de Chocolates ao leite e meio amargo

O chocolate tem sido um dos alimentos funcionais preferidos pelas pesquisas. Poderes contra doenças cardíacas, envelhecimento precoce e até sobrepeso são atribuídos ao produto, principalmente na sua formulação amarga. A razão apontada são as substâncias antioxidantes presentes no cacau.

foto4pascoabrasilprocessodetransformacaodochocolate

Folha e a Unicamp decidiram medir a quantidade dessas substâncias, os polifenois, em barras das três marcas mais vendidas do mercado. Foram comparadas as composições dos tipos “ao leite” e “meio amargo” (porcentagem de cacau entre 30% e 50%) dessas marcas.

Preferidos dos nutricionistas e valorizados em estudos, os chocolates mais escuros são tão calóricos e gordurosos quanto os com leite. A diferença está mesmo nos polifenois: sua quantidade dobra nas versões meio amargas.

Das marcas testadas, o meio amargo da Nestlé foi o que apresentou o maior teor de antioxidantes por 100 g do produto (2,4 g de polifenóis). A menor quantidade da substância foi encontrada no Lacta ao leite, 0,98 g.

O produto meio amargo da Lacta, que ficou em terceiro lugar no quesito antioxidante, é, entretanto, o menos calórico de todos. Mesmo assim, não é pouca coisa: são 504 calorias por 100 g.
O fato de o chocolate ter o gosto mais amargo sugere mais antioxidantes. Mas isso não é determinado diretamente pelo teor de cacau.

“Na porcentagem de cacau entram tanto a massa quanto a manteiga de cacau. Esta última não tem nada de polifenóis”, diz a engenheira de alimentos Priscilla Efraim, da Faculdade de Engenharia de Alimentos da Unicamp, onde foi feito o teste.

O amargor também não significa que o produto tem menos açúcar: em todos os chocolates testados, o açúcar é o ingrediente em maior proporção na fórmula–maior do que a do cacau, inclusive.

“Nessa época já se come muito chocolate; os benefícios não podem ser desculpa para exageros”, diz Lara Natacci, nutricionista do programa Meu Prato Saudável, do Instituto do Coração do Hospital das Clínicas de São Paulo.

PROPAGANDA

Para a endocrinologista Rosana Radominski, do Departamento de Obesidade da Sbem (Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia), a indústria estimula a divulgação da ideia de que comer chocolate todo dia é bom para a saúde.

“Não há prova disso. O que podemos dizer é que a pessoa pode comer uma coisa gostosa que não vai fazer mal se for consumida em pequenas quantidades”, diz a médica.
A maioria das pesquisas indicando benefícios do chocolate utilizou extratos com alta concentração de polifenóis, segundo Efraim.

Para obter esses efeitos com as marcas testadas, por exemplo, a pessoa precisaria comer quase cem gramas do tipo meio amargo por dia, avalia a professora.

“Do ponto de vista do consumo de antioxidantes, o meio amargo é melhor. Mas não vale apostar no chocolate como um superalimento. Não é tudo isso. Mas é gostoso”, diz o nutrólogo Daniel Magnoni, do HCor (Hospital do Coração) de São Paulo.

O consumo “controlado” das pesquisas dificilmente é replicado na vida real.

Uma sugestão da nutricionista Lara Natacci para quem come o doce habitualmente é trocar a versão ao leite pela meio amarga.

“O teste mostrou uma diferença significativa na quantidade de antioxidantes, mesmo em produtos populares e facilmente encontrados no mercado”, diz.

Os resultados sobre a concentração de polifenóis são coerentes com o que se espera de um chocolate mais amargo, na opinião de Carlos Thadeu de Oliveira, gerente do Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor).

“O que não dá para entender é por que poucos fabricantes colocam a porcentagem de cacau na embalagem dos produtos vendidos no Brasil”, diz ele.

Dos produtos testados, só o amargo da Lacta tem essa informação. Segundo Oliveira, o dado é comum nos chocolates importados e em “edições limitadas” de produtos gourmet. “Quanto mais barato o produto, menor o número de informações oferecido ao consumidor”, diz.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.folha.uol.com.br

Fazendo da Páscoa um tempo de mudanças

Mensagem-Pásco-Golden-2013

Páscoa pode ser saudável com chocolate

Açúcar, gordura e lactose. É o que vem à cabeça de muitas pessoas quando se fala em chocolate. Mas a nutricionista Lara Natacci, do programa Meu Prato Saudável, parceria do Instituto do Coração (InCor) e do Hospital das Clínicas da FMUSP com a LatinMed Editora em Saúde, faz uma defesa do “alimento proibido”.

f_93081
Segundo ela, se bem escolhido, o chocolate pode trazer benefícios à saúde. A nutricionista lembra que alguns tipos de chocolates são ricos em antioxidantes, substâncias que ajudam a evitar o acúmulo de metais tóxicos no organismo e melhorar a circulação.

Mas antes de sair comendo chocolate durante a Páscoa é preciso conhecer quais são os tipos benéficos e evitar exageros. O chocolate que contém pelo menos 70% de cacau, por exemplo, é mais recomendado do que outros tipos, uma vez que o cacau é a fruta que mais contém as substâncias antioxidantes.

“Uma porção de cerca de 30g, correspondente a uma barra pequena do chocolate com 70% de cacau, tem o conteúdo de substâncias antioxidantes equivalente a uma maçã ou a uma taça de vinho tinto”, afima Lara.

Para demonstrar a diferença entre este tipo de chocolate e os campeões de vendas dos supermercados, a nutricionista elaborou um comparativo entre substâncias com ação antioxidante presentes no chocolate com 70% de cacau, o ao leite, o branco e até mesmo o achocolatado.

Outras substâncias com efeitos benéficos presentes no chocolate, segundo a nutricionista, são as aminas biogênicas (que modulam o humor, melhorando a sensação de bem estar e felicidade), as metilxantinas, cafeína e teobromina (substâncias estimulantes), anadamina (provoca efeito de euforia), magnésio (ajuda a melhorar o ânimo, pois regula as concentrações de dopamina no cérebro), carboidratos (aumentam a formação da serotonina, substância que dá sensação de bem estar) e os lipídeos (aumentam a saciedade).

Os piores tipos a serem consumidos são os ao leite e o branco, pois são ricos em gorduras e açúcar, e os que contêm maior quantidade de gordura trans.

Para os chocólatras que não querem sofrer as consequências negativas na balança, a dica é não exagerar. “O consumo diário deve ser entre 10 e 20g”, explica a nutricionista do Meu Prato Saudável. Ela alerta que esta quantidade pode variar conforme características orgânicas individuais, além de sexo, idade e atividade física.

Diabéticos e intolerantes à lactose

A nutricionista alerta que, mesmo no caso do chocolate diet, sem açúcar, para diabéticos, o consumo deve ser ocasional e em pouca quantidade, uma vez que este tipo de chocolate tem alto teor de gordura.

“O recomendado, no geral, é ingerir no máximo entre 20 e 30 g, três vezes por semana, mas aqui também é necessário avaliar cada caso individualmente, por depender de condições orgânicas individuais, estágio da doença, tratamento, atividade física, sexo e idade”, complementa.

Já para quem tem intolerância à lactose, Lara alerta para que sempre se observe a composição do produto, bem como verificar o grau da intolerância. “Algumas pessoas toleram quantidades pequenas. Os chocolates meio amargos têm pouca lactose, alguns apenas traços da substância. Outros são isentos”, conta.

Outra opção é o chocolate de alfarroba, que tem um sabor semelhante ao meio-amargo, ou o chocolate de soja.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.saude.sp.gov.br

Chocolate faz bem ao Coração, diz Pesquisa

Comer chocolate faz bem ao coração. Ao menos é o que indica uma pesquisa apresentada nesta segunda-feira no Congresso da Sociedade Europeia de Cardiologia, em Paris. De acordo com o estudo, o consumo do alimento está associado à redução, em um terço, dos riscos de doenças cardíacas. Além de reduzir em 37% as chances de males do coração, a ingestão de chocolate faz cair em 29% os riscos de acidente vascular cerebral (AVC), popularmente conhecido como derrame. Os especialistas alertam, porém, que o consumo deve ser feito com cautela – já que o chocolate pode levar à obesidade.

Pesquisas recentes já vinham mostrando que o consumo de chocolate tem uma influência positiva na saúde, em função de suas propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias. Isso incluiria a redução da pressão sanguínea e uma melhora na sensibilidade à insulina (um dos estágios de desenvolvimento do diabetes). As evidências de como o chocolate afetaria o coração, no entanto, ainda permaneciam obscuras.

Pesquisa – Para responder a essa pergunta, uma equipe da Universidade de Cambridge, coordenada por Oscar Franco, realizou um revisão em larga escala de evidências existentes até aqui. Eles pretendiam descobrir como o chocolate influenciaria problemas cardiovasculares, como o infarte e o derrame. Foram analisados os resultados de sete estudos anteriores, que envolviam mais de 100.000 participantes – que podiam ou não ter problemas cardíacos. Os dados foram divididos entre os grupos de pacientes que apresentavam o maior e o menor consumo de choocolate.

Dos sete estudos analisados, cinco apontaram uma relação benéfica entre o alto consumo de chocolate e os riscos cardiovasculares. Não foi encontrada nenhuma redução significativa em relação à insuficiência cardíaca e nem houve diferenciação do tipo de chocolate – como o ao leite ou amargo. A pesquisa incluiu o consumo de barras de chocolate, bebidas, biscoitos e sobremesas.

Precaução – De acordo com os pesquisadores, os resultados devem ser interpretados com cuidado. Isso se deve ao fato de que o chocolate vendido comercialmente hoje é muito calórico – cerca de 500 calorias para cada 100 gramas. O consumo exagerado pode levar ao ganho de peso, o que pode acabar facilitando o aparecimento de problemas como diabetes e doenças cardíacas.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://veja.abril.com.br/

A História do Chocolate

Eterno símbolo do desejo, o chocolate (que nesta época invade os mercados em forma de ovos de Páscoa) é hoje encontrado em quase tudo: batom, chapinha, shampoo, perfume – e em diferentes formatos, cores, sabores e preços. Mas, quando foi descoberto pelos europeus, o ‘chocolate primitivo’ era um líquido espesso feito com milho e pimentão.

As primeiras referências ao cacaueiro e a seus frutos foram encontradas nos relatos dos descobridores que seguiram Cristóvão Colombo. Os espanhóis encontraram o chocolate sendo usado pelos astecas e pelos maias na época da chegada de uma expedição em 1519, e logo depois o levaram para a Espanha.

As sementes eram tão importantes para os nativos da América Central que eram usadas não apenas para alimentação, mas também como elemento de troca e em cultos religiosos.

Segundo o site do Museu Field, em Chicago, que tem uma exibição que conta a história do chocolate, nas culturas maia e asteca a semente do cacau era oferecida aos deuses e as bebidas com chocolate eram servidas em cerimônias sagradas.

O professor de nutrição da Universidade da Califórnia e co-autor de “Chocolate: History, Culture, and Heritage”, Luis Grivetti, explica que achados arqueológicos indicam que os maias enterravam jarros de chocolate com os mortos. “O chocolate tinha um significado medicinal, social, e religioso para eles.”

Europa
Na Espanha, o cacau ganhou novas receitas e foi misturado com açúcar, canela e mais tarde com o leite. “A bebida quente foi inventada pelos espanhóis e tomou o nome de chocolate em diversas línguas européias”, escreve Henrique Carneiro, doutor em história social pela USP, no livro “Pequena enciclopédia da história das drogas e bebidas”.

Como tanto o cacau quanto o açúcar eram importados – e caros -, apenas as pessoas ricas podiam comprar o chocolate. Assim, a bebida se tornou símbolo de status pela elite de toda a Europa. No começo do século XVIII, o chocolate se tornou artigo de moda e a árvore de cacau virou nome de praças e locais públicos.

Cura doce
Além de ser caro, o chocolate também foi indicado por médicos como remédio para algumas enfermidades. Há até quem diga que algumas doenças do cardeal Richelieu foram ‘curadas’ com chocolate.

Segundo o professor Grivetti, por ser remédio e comida, o chocolate colocou a Igreja Católica em uma situação difícil quanto ao jejum eclesiástico. “Sendo usado tanto para curar quanto como alimento, o chocolate gerou controvérsias sobre a possibilidade de ser ingerido durante o jejum. A resposta dependia se a pessoa consumiu ou não algo junto com o chocolate. De qualquer maneira, os padres eram proibidos de beber chocolate antes da missa. Também há muitos documentos da época da inquisição que citam o chocolate.”

No Brasil, o cacau também era considerado pelos índios tupis e guaranis como remédio e estimulante. Quem explica é o especialista Timothy Walker, professor de História da Universidade Dartmouth de Massachusetts. Segundo ele, os colonos portugueses e os missionários jesuítas foram os primeiros a cultivarem os cacaueiros. “Nos séculos XIX e XX, Ilheus, na Bahia, se tornou o centro de produção de cacau do mundo. No entanto, não havia muito comércio para o produto no Brasil”, contou o professor.

Em barra
A produção do cacau nos séculos XVI e XVII era feita em plantations (que usavam trabalho escravo) em colônias tropicais. A partir de 1700, novas tecnologias permitiram a produção mais rápida do chocolate e, depois, do chocolate sólido. Dessa forma, o chocolate feito a mão deu lugar ao industrializado: mais acessível e com sabor diferente.

Carneiro escreve em seu livro que “atualmente, mais da metade da produção mundial de cacau vem da África ocidental, especialmente da Costa do Marfim, o maior produtor mundial, seguido de Gana e do Brasil”.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra acessando o site: http://g1.globo.com


Twitter @vivamelhor

Enter your email address to follow this blog and receive notifications of new posts by email.

Junte-se aos outros seguidores de 2.164

Calendário

outubro 2020
S T Q Q S S D
 1234
567891011
12131415161718
19202122232425
262728293031  

Arquivos

Estatísticas do Blog

  • 1.001.795 hits

%d blogueiros gostam disto: