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Proteína de Soja contra Pressão Arterial

Por mais um ano, o Dia Mundial do Coração – comemorado mundialmente no dia 25/9 – irá encorajar a população a reduzir os riscos de doenças do coração por meio de medidas simples, como escolher alimentos saudáveis e aumentar a atividade física.

Um dos maiores riscos para doenças do coração é a hipertensão, também conhecida como pressão alta. Segundo o Ministério da Saúde, a hipertensão afeta aproximadamente 30 milhões de brasileiros, um número alarmante. De acordo com dados publicados pela Sociedade Brasileira de Cardiologia (2010), a pressão alta não controlada é a principal causa das duas doenças que mais matam no Brasil: o acidente vascular cerebral e o infarto do miocárdio. Todos os anos, 300 mil brasileiros são vítimas das doenças cardiovasculares, principalmente causadas pela hipertensão. Isso representa um número 2 vezes maior que as mortes causadas por câncer de todos os tipos, 3 vezes maior que as mortes ocasionadas por acidentes e 4 vezes maior que as causadas por infecções, incluindo a AIDS.

No combate aos riscos de doenças do coração, a soja se mostra, mais uma vez, uma forte aliada: resultados de um novo estudo, reconhecido pela Associação Americana do Coração (American Heart Association) e recém-publicado na edição de agosto do Circulation (jornal científico publicado pela associação) sugerem que o consumo de proteína de soja ou da proteína do leite desnatado podem reduzir a pressão arterial.

O estudo envolveu três fases de intervenção e incluiu 352 adultos com pré-hipertensão. Os participantes do estudo foram divididos em três grupos e receberam 40g diárias de proteína de soja, de proteína de leite desnatado ou de um suplemento composto por carboidratos por mais de oito semanas. Um período de três semanas de pausa (washout) foi realizado entre cada uma das fases de intervenção para permitir que o produto administrado fosse eliminado do corpo. Os resultados mostraram que, quando comparados aos carboidratos, os suplementos de proteína de soja e de proteína de leite desnatado foram expressivamente associados a uma redução da pressão arterial sistólica (o número maior em uma medição da pressão arterial).

“Já se sabe que produtos com baixo teor de gordura e alimentos ricos em proteínas de soja devem ser incluídos como parte de uma dieta saudável. No entanto, os resultados deste estudo vão além, sugerindo que a substituição de uma parte da ingestão de carboidratos por alimentos que são ricos em soja e proteína do leite pode ser uma intervenção nutricional importante para reduzir a pressão arterial sistólica em pacientes hipertensos”, destaca a médica Ratna Mukherjea, Líder Global de Nutrição Clínica da Solae. “A redução na pressão arterial sistólica, mesmo que pequena, ajudará a melhorar a função cardiovascular como um todo e a reduzir os graves riscos de eventos cardiovasculares”, diz.

Ratna Mukherjea complementa: “a proteína de soja é a única proteína vegetal completa disponível. A soja também contém pouca gordura, é livre de colesterol e também uma opção sustentável e econômica”. Para incluir a soja à dieta, a dra. Ratna sugere, por exemplo, um delicioso smoothie de soja para o café-da-manhã, incluir uma xícara de soja em grão no almoço ou uma barra nutricional de soja entre as refeições.

Os participantes do estudo ingeriram 40g de proteína de soja em sua dieta diária. Esta quantidade vai além da quantidade diária recomendada pela alegação de saúde aprovada pela Anvisa – Agência Nacional de Vigilância Sanitária (2005), que afirma que “25 gramas de proteína de soja ao dia podem ajudar a reduzir o colesterol”. O consumo da soja deve ser associado a uma dieta balanceada e a hábitos saudáveis de vida.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://runnersworld.abril.com.br/

Dia Nacional de Luta da Pessoa Portadora de Deficiência

O Dia Nacional de Luta da Pessoa Portadora de Deficiência, comemorado em 21 de setembro, representa um segmento populacional bastante significativo, sobre o qual devem se estabelecer diversas discussões, principalmente englobando a questão dos direitos. Segundo o censo 2000 realizado pelo IBGE, no Brasil existem 24,6 milhões de pessoas com algum tipo de deficiência ou incapacidade, o que representa 14,5% da população brasileira. Esse dado mostra que ações visando a conquista, efetivação e defesa dos seus direitos são cada vez mais emergentes, e se faz necessário criar espaços de debates sobre a temática, principalmente nas escolas, que são os núcleos de formação cidadã e profissional.

Para marcar a data, os professores abordaram o assunto em suas disciplinas. Segundo a assistente social Renata Paiva, é urgente que os espaços institucionais estejam aptos a atender essa clientela, especialmente os de formação acadêmica, para que promovam tanto o acesso ao serviço educacional, como a preparação de profissionais com aptidões para trabalhar com e para o sujeito portador de deficiência.

Renata observa que há muito as pessoas portadoras de deficiência sofrem estigmas devido às limitações que apresentam, porém outras habilidades que possuem, muitas vezes, não são estimuladas. Muitos fatores contribuem para tal, mas o preconceito se mostra como a principal causa que inibe o desenvolvimento de potencialidades nesses indivíduos, ficando estes fadados a vivenciar uma realidade de restrições e dependência. Inciativas do Estado e da sociedade civil, entretanto, buscam melhorar esse cotidiano limitado através da formação de conselhos e órgãos de defesa dos seus direitos, bem como através da elaboração de uma política de atendimento às suas necessidades. Exemplos disso são a Secretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência, o Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa Portadora de Deficiência (CONADE), os Conselhos Estaduais e Municipais dos Direitos da Pessoa Portadora de Deficiência, o Programa Nacional de Acessibilidade, o Programa de Promoção e Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência, a Convenção sobre os Direitos da Pessoa com Deficiência (Assembleia Nacional das Nações Unidas) e a Lei 10.098/2000, que estabelece normas gerais e critérios para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida.

Nesse sentido, diz Renata, pensar na perspectiva de inclusão das pessoas portadoras de deficiência é pensar em discutir e conhecer as peculiaridades que compõem o seu cotidiano, e agir em sintonia com as especifidades deste público. Não se pode negar ou ocultar a sua existência, pois diariamente nos deparamos com situações que o envolve, seja na família, na escola, no trabalho, no lazer, etc. Ainda, reconhecer e se preocupar com esse segmento é o pontapé inicial para a superação de práticas discriminatórias e a para a construção de alternativas de inclusão e promoção da sua autonomia e emancipação.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://caninde.ifce.edu.br/

Políticas de Prevenção do Suicídio ‘não saíram do papel’, diz Psiquiatra

O Ministério da Saúde lançou em 2006 as Diretrizes Nacionais para Prevenção do Suicídio recomendando que cada Estado elaborasse suas estratégia nessa área. Depois de seis anos, no entanto, pouca coisa mudou, segundo Alexandrina Meleiro, psiquiatra filiada à Associação Brasileira de Psiquiatria e integrante da organização não governamental Centro de Valorização da Vida (CVV).

“Faz tempo que todas as coisas ligadas ao suicídio não ficam mais do que no papel. Reúnem-se grandes nomes, celebridades e não sai nada do papel”, afirmou. No Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio, lembrado nesta segunda-feira, a especialista dá sugestões do que pode ser feito para mudar esse quadro. Ela acredita que o primeiro passo para uma prevenção eficiente é a orientação. Na opinião dela, líderes de grupos como escolas e igreja deveriam ser diretamente orientados pelo serviço de saúde pública a reconhecerem os sinais que as pessoas dão de que estão pensando em suicídio.

“Eu instruiria professores e esses professores instruiriam pais. Eu instruiria representantes de todos os credos religiosos, seja padre, pastor, rabino, de tudo quanto é religião. Instruiria também comunidades como Lions, Rotary, e todas as comunidades que fazem serviços voluntários”, explica.

Outra atitude a ser tomada na prevenção do suicídio, de acordo com Alexandrina, seriam programas de treinamento das pessoas que trabalham nas emergências e nos serviços de qualidade mental, compostos por psicólogos, psiquiatras e terapeutas de família.

“Quando há uma tentativa de suicídio, a pessoa vai para um serviço de emergência. Nele, não há pessoas qualificadas para o tratamento. O primeiro tratamento médico-cirúrgico é feito como se fosse um trauma qualquer. Mas, dali, o paciente precisaria de um encaminhamento para internação, para um psiquiatra ou psicólogo. Do pronto-socorro ele vai pra casa. Nada é feito”, explica.

Para incentivar políticas públicas voltadas para a prevenção do suicídio em todo o mundo, a Organização Mundial da Saúde (OMS) cobrou em documento mais ações relativas à questão. O Distrito Federal também lançou hoje um programa para prevenir o suicídio. De acordo com a coordenadora de Prevenção ao Suicídio da Diretoria de Saúde Mental, Beatriz Montenegro, o DF é a primeira unidade federativa a desenvolver uma política pública voltada para a prevenção do suicídio.

A assessoria de imprensa do Ministério da Saúde foi procurada, no entanto não tinha informação sobre o desenvolvimento de ações previstas pelas Diretrizes Nacionais para Prevenção do Suicídio de 2006. De acordo com a portaria que estabelece as diretrizes, a Secretaria de Atenção à Saúde do Ministério da Saúde teria atribuição de regulamentar o documento em 120 dias.

Entre as determinações do documento, está a de desenvolver estratégicas de informação, de comunicação e de sensibilização da sociedade “de que o suicídio é um problema de saúde pública que pode ser prevenido”.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://noticias.terra.com.br

Alergias: Causas, Sintomas e Tratamento

Dia Nacional do Diabetes 2012

Asma: Sintomas e Recomendações

Asma é o estreitamento dos bronquíolos (pequenos canais de ar dos pulmões) que dificulta a passagem do ar provocando contrações ou broncoespasmos. As crises comprometem a respiração, tornando-a difícil.

Quando os bronquíolos inflamam, segregam mais muco o que aumenta o problema respiratório. Na asma, expirar é mais difícil do que inspirar, uma vez que o ar viciado permanece nos pulmões provocando sensação de sufoco.

A asma acomete pessoas de qualquer idade. A maioria dos casos, todavia, é diagnosticada na infância e é comum manifestar-se em pessoas de uma mesma família.

Sintomas

Os sintomas mais frequentes são falta de ar, tosse seca, chiado e opressão no peito. Gripes e resfriados costumam agravá-los.

Recomendações

* Não fume. Numa família de asmáticos ninguém deve fumar. Evite o contato com fumaça e com fumantes;

* Todos os membros de uma família de asmáticos precisam ser orientados a respeito das características da doença e das crises. A informação correta ajuda a reduzir os mitos que cercam a doença e os doentes;

* Identifique os sintomas iniciais das crises e tome as medidas necessárias para que não se tornem graves;

* Submeta-se a testes de pele para identificar possíveis alergias a alguma substância específica;

* Evite apanhar resfriados e gripes;

* Fumaças, gases, cheiros de tinta, de produtos de limpeza ou de higiene pessoal e perfumes podem ser prejudiciais aos asmáticos. Fuja deles;

* Evite mudanças abruptas de temperatura;

* Exercite-se moderadamente todos os dias. Não cometa excessos. A asma não deve limitar a vida ou a atividade física de ninguém. Caminhar, nadar e pedalar são atividades muito saudáveis;

* Tome muito líquido. Recomenda-se ingerir de cinco a oito copos por dia. Isso ajuda a diluir a secreção brônquica e facilita a expectoração;

* Pratique exercícios respiratórios. Ioga pode ser uma boa sugestão;* Não tome medicamentos indutores do sono, que usualmente tornam a respiração mais lenta;

* Se café, chá ou outro produto qualquer mantêm você desperto, não os tome no fim da tarde ou à noite;

* Se tosse ou outros sintomas não o deixam dormir, eleve a cabeceira da cama com calços ou utilize travesseiros extras;

* Use broncodiltadores ou outros medicamentos prescritos por seu médico. Evite a chamada medicação caseira. Inaladores orais podem ser muito eficientes;

* Combata a azia, que predispõe as pessoas a crises de asma;

* Evite o pânico nos momentos de crise;

* Observe corretamente as orientações do seu médico. Mantenha-o informado sobre todo tratamento caseiro que eventualmente você adote;

* A asma não controlada pode causar sérias complicações. Consulte o médico na ocorrência de qualquer febre durante as crises, tosse persistente, respiração difícil, falta de ar e dor no peito.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://drauziovarella.com.br

Hepatite A: Sintomas, Tratamento e Recomendações

Hepatite A é uma doença infecciosa aguda causada pelo vírus VHA que é transmitido por via oral-fecal, de uma pessoa infectada para outra saudável, ou através de alimentos (especialmente os frutos do mar, recheios cremosos de doces e alguns vegetais) ou da água contaminada.

Esse vírus pode sobreviver por até quatro horas na pele das mãos e dos dedos. Ele é também extremamente resistente à degradação provocada por mudanças ambientais, o que facilita sua disseminação, e chega a resistir durante anos a temperaturas de até 20ºC negativos.

A incidência da hepatite A é maior nos locais em que o saneamento básico é deficiente ou não existe. Uma vez infectada, a pessoa desenvolve imunidade contra VHA por toda a vida.

Diagnóstico

Além de levar em conta os sintomas, o diagnóstico da hepatite A é feito por meio da detecção de anticorpos contra o vírus VHA no sangue ou pela presença de seus fragmentos nas fezes.

Sintomas

A hepatite A pode ser sintomática ou assintomática. Durante o período de incubação, que leva em média de duas a seis semanas, os sintomas não se manifestam, mas a pessoa infectada já é capaz de transmitir o vírus.

Apenas uma minoria apresenta os sintomas clássicos da infecção: febre, dores musculares, cansaço, mal-estar, inapetência, náuseas e vômito. Icterícia, fezes amarelo-esbranquiçadas e urina com cor semelhante à da coca-cola são outros sinais possíveis da enfermidade.

No entanto, muitas vezes, os sintomas são tão vagos que podem ser confundidos com os de uma virose qualquer. O paciente continua levando vida normal e nem percebe que teve hepatite A.

Grupo de Risco

Geralmente, é na infância que se entra em contato com o vírus. Por isso, as crianças constituem grupo de risco importante, assim como os adultos que interagem com elas e os profissionais de saúde.

Evolução

Em geral, o quadro de hepatite A se resolve espontaneamente em um ou dois meses. Em alguns casos, porém, pode demorar seis meses para o vírus ser eliminado totalmente do organismo.
A hepatite A é uma doença de curso benigno, mas potencialmente grave. Embora não sejam frequentes, complicações podem surgir. Uma delas, a hepatite fulminante, é um quadro que se caracteriza pela necrose maciça e morte das células hepáticas nas primeiras seis a oito semanas da infecção. São raros os casos de pacientes com mais de 50 anos que sobrevivem a essa forma da doença.

Tratamento

Não existe tratamento especifico contra a hepatite A, nem embasamento terapêutico para recomendar repouso absoluto. Na vigência dos sintomas, porém, o próprio paciente se impõe repouso relativo.

Pessoas que vivem no mesmo domicílio que o paciente infectado ou que estão em más condições de saúde podem receber imunoglobulina policlonal para protegê-las contra a infecção.

É absolutamente fundamental que o consumo de álcool seja abolido até pelo menos três meses depois que as enzimas hepáticas voltaram ao normal.

Recomendações

* Não coma frutos do mar crus ou mal cozidos. Moluscos, especialmente, filtram grande volume de água e retêm os vírus, se ela estiver contaminada.

* Saiba que ostras que se comem cruas e mariscos são transmissores importantes do vírus da hepatite A;

* Evite o consumo de alimentos e bebidas dos quais não conheça a procedência nem saiba como foram preparados;

* Procure beber só água clorada ou fervida, especialmente nas regiões em que o saneamento básico possa ser inadequado ou inexistente;

* Lave as mãos cuidadosamente antes das refeições e depois de usar o banheiro. A lavagem criteriosa das mãos é suficiente para impedir o
contágio de pessoa para pessoa;

* Não ingira bebidas alcoólicas durante a fase aguda da doença e nos três meses seguintes à volta das enzimas hepáticas aos níveis normais;

* Verifique se os instrumentos usados para fazer as unhas foram devidamente esterilizados ou leve consigo os que vai usar no salão de beleza.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site:  http://drauziovarella.com.br

Hepatite: Sintomas e Vacinas

Sintomas

Em grande parte dos casos, as hepatites virais são doenças silenciosas, o que reforça a necessidade de ir ao médico regularmente e fazer os exames de rotina que detectam os vários tipos de hepatites. Geralmente, quando os sintomas aparecem a doença já está em estágio mais avançado. E os mais comuns são:
. Febre;
. Fraqueza;
. Mal-estar;
. Dor abdominal;
. Enjoo/náuseas;
. Vômitos;
. Perda de apetite;
. Urina escura (cor de café);
. Icterícia (olhos e pele amarelados);
. Fezes esbranquiçadas (como massa de vidraceiro).

O tratamento das hepatites virais consiste basicamente em repouso no leito na fase inicial de aparecimento dos sintomas. É dispensável o repouso absoluto, com retorno gradual das atividades à medida que a doença regride. A dieta deve ser leve para evitar as náuseas, com progressiva normalização acompanhando a melhora clínica. Recomenda-se a abstinência total de álcool e outras drogas que possam lesar o fígado já comprometido.

Para evitar contágio, basta os cuidados higiênicos normais, como lavar as mãos após as evacuações ou após contato com material contaminado. Exige-se cuidadosa manipulação de agulhas e seringas contaminadas.

São importantes as campanhas que previnem a contaminação por via sexual e os cuidados especiais com gestantes portadoras dos vírus a fim de evitar transmissão durante o parto. Aos grupos de alto risco recomenda-se a vacina contra hepatite B, que protege aproximadamente por nove anos.

Atualmente, existem vacinas para a prevenção das hepatites A e B. O Ministério da Saúde oferece vacina contra a hepatite B nos postos de saúde do SUS e contra a hepatite A nos Centros de Referência de Imunobiológicos Especiais (CRIE). Não existe vacina contra a hepatite C, o que reforça a necessidade de um controle adequado da cadeia de transmissão no domicílio e na comunidade, bem como entre grupos vulneráveis, por meio de políticas de redução de danos.

Vacina contra a hepatite A

A vacina contra a hepatite A não faz parte do calendário nacional de vacinação. O encaminhamento, quando indicado, deverá ser feito pelo médico. No entanto, essa vacina está disponível no CRIE nas seguintes situações:
. hepatopatias crônicas de qualquer etiologia;
. portadores crônicos das hepatites B ou C;
. coagulopatias;
. crianças menores de 13 anos com HIV/aids;
. adultos com HIV/aids que sejam portadores das hepatites B ou C;
. doenças de depósito (doenças genéticas);
. fibrose cística;
. trissomias (como síndrome de Down);
. imunodepressão terapêutica ou por doença imunodepressora;
. candidatos a transplante de órgão sólido, cadastrados em programas de transplantes;
. transplantados de órgão sólido ou de medula óssea;
. doadores de órgão sólido ou de medula óssea, cadastrados em programas de transplantes;
. hemoglobinopatias (doenças do sangue).

Vacina contra a hepatite B

A vacina contra a hepatite B faz parte do calendário de vacinação da criança e do adolescente e está disponível nas salas de vacina do Sistema Único de Saúde (SUS). Ela é indicada para quem tem até 29 anos, 11 meses e 29 dias. Além disso, todo recém-nascido deve receber a primeira dose logo após o nascimento, preferencialmente nas primeiras 12 horas de vida. Se a gestante tiver hepatite B, o recém-nascido deverá receber, além da vacina, a imunoglobulina contra a hepatite B, nas primeiras 12 horas de vida, para evitar a transmissão de mãe para filho. Caso não tenha sido possível iniciar o esquema vacinal na unidade neonatal, recomenda-se a vacinação na primeira visita à unidade pública de saúde.

A oferta dessa vacina estende-se, também, a outros grupos em situações de maior vulnerabilidade, independentemente da faixa etária:
. gestantes, após o primeiro trimestre de gestação;
. trabalhadores da saúde;
. portadores de doenças sexualmente transmissíveis (DST);
. bombeiros, policiais civis, militares e rodoviários;
. carcereiros de delegacia e de penitenciárias;
. coletadores de lixo hospitalar e domiciliar;
. comunicantes sexuais de portadores de hepatite B;
. doadores de sangue;
. homens e mulheres que mantêm relações sexuais com pessoas do mesmo sexo;
. lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais;
. pessoas reclusas (presídios, hospitais psiquiátricos, instituições de menores, forças armadas, entre outras);
. manicures, pedicures e podólogos;
. populações de assentamentos e acampamentos;
. populações indígenas;
. potenciais receptores de múltiplas transfusões de sangue ou politransfundidos;
. profissionais do sexo/prostitutas;
. usuários de drogas injetáveis, inaláveis e pipadas;
. caminhoneiros.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.aids.gov.br/hepatites-virais

Síndrome de Burnout

A Síndrome de Burnout, ou Síndrome do Esgotamento Profissional, é um distúrbio psíquico descrito em 1974 por Freudenberger, um médico americano. O transtorno está registrado no Grupo V da CID-10 (Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde).

Sua principal característica é o estado de tensão emocional e estresse crônicos provocado por condições de trabalho físicas, emocionais e psicológicas desgastantes. A síndrome se manifesta especialmente em pessoas cuja profissão exige envolvimento interpessoal direto e intenso.

Profissionais das áreas de educação, saúde, assistência social, recursos humanos, agentes penitenciários, bombeiros, policiais e mulheres que enfrentam dupla jornada correm risco maior de desenvolver o transtorno.

Sintomas

O sintoma típico da síndrome de burnout é a sensação de esgotamento físico e emocional que se reflete em atitudes negativas, como ausências no trabalho, agressividade, isolamento, mudanças bruscas de humor, irritabilidade, dificuldade de concentração, lapsos de memória, ansiedade, depressão, pessimismo, baixa autoestima.

Dor de cabeça, enxaqueca, cansaço, sudorese, palpitação, pressão alta, dores musculares, insônia, crises de asma, distúrbios gastrintestinais são manifestações físicas que podem estar associadas à síndrome.

Diagnóstico

O diagnóstico leva em conta o levantamento da história do paciente e seu envolvimento e realização pessoal no trabalho.
Respostas psicométricas a questionário baseado na Escala Likert também ajudam a estabelecer o diagnóstico.

Tratamento

O tratamento inclui o uso de antidepressivos e psicoterapia. Atividade física regular e exercícios de relaxamento também ajudam a controlar os sintomas.

Recomendações

* Não use a falta de tempo como desculpa para não praticar exercícios físicos e não desfrutar momentos de descontração e lazer. Mudanças no estilo de vida podem ser a melhor forma de prevenir ou tratar a síndrome de burnout;

* Conscientize-se de que o consumo de álcool e de outras drogas para afastar as crises de ansiedade e depressão não é um bom remédio para resolver o problema;

* Avalie quanto as condições de trabalho estão interferindo em sua qualidade de vida e prejudicando sua saúde física e mental. Avalie também a possibilidade de propor nova dinâmica para as atividades diárias e objetivos profissionais.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://drauziovarella.com.br

Hemofilia: Causa, Sintomas e Tratamento

Hemofilia é uma doença genético-hereditária que se caracteriza por desordem no mecanismo de coagulação do sangue e manifesta-se quase exclusivamente no sexo masculino.

Existem dois tipos de hemofilia: A e B. A hemofilia A ocorre por deficiência do fator VIII de coagulação do sangue e a hemofilia B, por deficiência do fator IX.

A doença pode ser classificada, ainda, segundo a quantidade do fator deficitário em três categorias: grave (fator menor do que 1%), moderada (de 1% a 5%) e leve, acima de 5%. Neste caso, às vezes, a enfermidade passa despercebida até a idade adulta.

Causa

O gene que causa a hemofilia é transmitido pelo par de cromossomos sexuais XX. Em geral, as mulheres não desenvolvem a doença, mas são portadoras do defeito. O filho do sexo masculino é que pode manifestar a enfermidade.

Diagnóstico

Além dos sinais clínicos, o diagnóstico é feito por meio de um exame de sangue que mede a dosagem do nível dos fatores VIII e IX de coagulação sanguínea.

Sintomas

Nos quadros graves e moderados, os sangramentos repetem-se espontaneamente. Em geral, são hemorragias intramusculares e intra-articulares que desgastam primeiro as cartilagens e depois provocam lesões ósseas. Os principais sintomas são dor forte, aumento da temperatura e restrição de movimento. As articulações mais comprometidas costumam ser joelho, tornozelo e cotovelo.

Os episódios de sangramento podem ocorrer logo no primeiro ano de vida do paciente sob a forma de equimoses (manchas roxas), que se tornam mais evidentes quando a criança começa a andar e a cair. No entanto, quando acometem a musculatura das costas, não costumam exteriorizar-se.

Nos quadros leves, o sangramento ocorre em situações como cirurgias, extração de dentes e traumas.

Tratamento

O tratamento da hemofilia evoluiu muito e, basicamente, consiste na reposição do fator anti-hemofílico. Paciente com hemofilia A recebe a molécula do fator VIII, e com hemofilia B, a molécula do fator IX. Os hemocentros distribuem gratuitamente essa medicação que é fornecida pelo Ministério da Saúde.

Quanto mais precoce for o início do tratamento, menores serão as seqüelas que deixarão os sangramentos. Por isso, o paciente deve ter em casa a dose de urgência do fator anti-hemofílico específico para seu caso e ser treinado para aplicá-la em si mesmo tão logo apareçam os primeiros sintomas.

Deve também fazer também aplicações de gelo, no mínimo, três vezes por dia, por 15 ou 20 minutos, até que a hemorragia estanque.

Vencida a fase aguda, o portador de hemofilia deve ser encaminhado para fisioterapia a fim de reforçar a musculatura e promover estabilidade articular.

Recomendações

* Os pais devem procurar assistência médica se o filho apresentar sangramentos frequentes e desproporcionais ao tamanho do trauma;

* Manchas roxas que aparecem no bebê, quando bate nas grades do berço, podem ser um sinal de alerta para diagnóstico da hemofilia;

* Os pais precisam ser orientados para saber como lidar com o filho hemofílico e devem estimular a criança a crescer normalmente;

* A prática regular de exercícios que fortaleçam a musculatura é fundamental para os hemofílicos. No entanto, esportes como judô, rúgbi e futebol são desaconselhados;

* Episódios de sangramento devem receber tratamento o mais depressa possível para evitar as sequelas musculares e articulares causadas pela hemorragia.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra acessando o site: http://drauziovarella.com.br


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