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Calendário 1º Trimestre – 2013
Published dezembro 17, 2012 Campanhas Leave a CommentTags:1º trimestre, 2013, 25 anos, ABQV, ano novo, calendário, Calendário da Saúde, comemorativas, datas, Fevereiro, FGV, Golden Stern, Janeiro, março, Ministério da Saúde, Oline, QR Code, Viva Melhor, vivamelhoronline
Transtorno Bipolar: a vida na montanha russa
Published dezembro 7, 2012 Notícias , Qualidade de Vida Leave a CommentTags:Bipolar, bipolaridade, Brasil, Deficit, doença, Einstein, Gangorra, HIAE, Hospital, humor, Montanha Russa, Problema, Remedios, Saúde, Sérgio NIcastri, sentimentos, Transtorno, transtorno bipolar, Unifesp, vida, Viva Melhor
Primeiro a angústia, o desânimo, a falta de vontade de se levantar da cama. Depois, vêm a animação, extrema autoconfiança, sensação de poder, vontade de fazer mil coisas ao mesmo tempo. A primeira impressão é que essas sensações são de duas pessoas, uma depressiva, outra eufórica.
Mas, na verdade, trata-se do mesmo homem ou mulher – alguém que sofre de transtorno bipolar de humor, doença psiquiátrica que atinge cerca de 3% da população mundial, caracterizada por oscilações abruptas de humor, com episódios de depressão e de mania (o oposto da depressão).
A doença mental está entre as dez que mais afastam os brasileiros do trabalho. Ocupa o terceiro lugar na lista, depois da depressão e da esquizofrenia, conforme levantamento da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), em parceria com o Ministério da Saúde e a Organização Mundial da Saúde (OMS), divulgado em novembro de 2007.
“O humor é o pano de fundo da nossa vida emocional. Normalmente, se acontecem coisas boas, as pessoas ficam alegres, se acontecer algo ruim, ficam tristes. Para quem tem transtorno bipolar, a lógica não é sempre essa. O humor pode oscilar muito e de forma muitas vezes independente do que ocorre ao redor. Os acontecimentos influenciam de forma nem sempre previsível. Se morre alguém, imagina-se que a pessoa fique triste, mas o bipolar pode entrar numa crise de euforia, ficar ‘elétrico’, ou mesmo irritável e não porque não gostava da pessoa, mas porque o estresse desencadeou uma instabilidade da doença. Por isso, o transtorno é imprevisível”, explica Sérgio Nicastri, psiquiatra do Hospital Israelita Albert Einstein (HIAE).
Uma das principais evidências de que a doença está relacionada às reações químicas do cérebro é que os remédios dão resultado. Entretanto, o mecanismo de funcionamento da doença é um processo extremamente complexo. Ainda não há certezas sobre neurotransmissores ou reações químicas que estejam envolvidas no desencadeamento da doença. O que se sabe é que alterações da serotonina e da noradrenalina cerebrais estão relacionadas à depressão e a dopamina é o neurotransmissor mais relacionado aos episódios de mania.
Gangorra de sentimentos
“Não tinha idéia do que estava acontecendo comigo. Ia trabalhar todos os dias, mas, quando o ponteiro marcava três horas, era como se fosse um relógio biológico, eu precisava largar tudo o que estivesse fazendo e sair correndo para casa. Porque era insuportável continuar. Eu me jogava na cama e apertava o edredom contra meu peito, a sensação era que ele estava completamente aberto, sem nenhum tipo de proteção e coisas poderiam escapulir dali. Doía muito e o cobertor me dava segurança. Pouco depois, soube que isso se chamava angústia.”
Esse é um trecho do livro Não Sou Uma Só: Diário de Uma Bipolar, de Marina W. (editora Nova Fronteira). Trata-se de uma autobiografia que traz as alegrias e as angústias dessa jornalista, que só descobriu ser bipolar depois de casada e mãe de dois filhos, segredo guardado por ela durante mais de 20 anos. O diagnóstico tardio, inclusive, é um dos principais problemas no tratamento. Ainda é muito comum o paciente ser visto apenas como depressivo quando, na verdade, vai de um extremo a outro.
A transição abrupta entre as fases depressivas e maníacas é chamada pelos médicos de virada de humor. Os episódios de mania e depressão podem variar em dias, semanas ou até meses. “Os bipolares também têm fases de normalidade”, afirma o dr. Nicastri.
Durante a depressão, as sensações são de diminuição da energia, redução ou até incapacidade de sentir prazer, melancolia, desesperança e pensamentos pessimistas ou negativos, que podem incluir a idéia de suicídio. Os episódios de mania geralmente envolvem sensação aumentada de energia e poder, aceleração da velocidade do pensamento, diminuição da necessidade de sono, idéias de grandiosidade e comportamentos desinibidos e pouco críticos, que podem resultar em gastos excessivos, por exemplo. Muito do que se faz nessa fase, os bipolares nem sequer sonhariam em fazer no estado normal de humor.
Para desencadear uma crise não há motivos ou situações específicas. O estopim pode estar relacionado ao estresse, tanto positivo quanto negativo. Perder o emprego, separar-se ou mesmo casar-se e receber uma promoção no trabalho podem ser fatores com potencial para provocar uma crise de mania ou depressão. “Nos pacientes em tratamento, o uso irregular ou mesmo a interrupção da medicação são um fator importante para que novos episódios da doença voltem a se manifestar”, enfatiza o dr. Nicastri.
Diagnóstico na balança
Existe uma tendência de que, em uma mesma família, haja várias pessoas com diagnóstico da doença, o que sugere uma grande participação genética nesse transtorno. Entretanto, ainda não há comprovações científicas. Os fatores ambientais também interferem na manifestação do problema.
“O estresse e a rotina agitada podem colaborar para que os efeitos da doença sejam maiores ou menores”, explica o psiquiatra. Hoje, o ritmo de vida é mais acelerado, o acesso e o consumo de substâncias lícitas e ilícitas que interferem no humor são mais fáceis, por exemplo.
Quanto mais cedo for feito o diagnóstico, melhor para o paciente, sua família e amigos. O fato é que alguém que tenha depressão vai procurar ajuda porque se sente mal. Porém, a pessoa que passa por crises de euforia sente-se muito bem – até demais – para achar que esse estado inspire cuidados médicos. Isso pode atrasar a procura por ajuda e, conseqüentemente, o tratamento.
É uma barreira explicar e convencer alguém de que aquele estado de energia intensa, por mais agradável que pareça, é uma doença, por conta dos riscos a que a pessoa se expõe, como a impulsividade que leva a comportamento sexual desinibido, entre outros atos impensados.
Familiares e amigos podem ajudar o psiquiatra nesses casos, sinalizando comportamentos não habituais. Nos casos de gradação leve da doença, a chamada hipomania – quando o paciente é tímido e se torna extrovertido, por exemplo –, quem convive com a pessoa deve sinalizar ao médico que normalmente ela não se comporta daquela maneira. Entretanto, para o paciente é difícil perceber que essas mudanças no comportamento são manifestações do transtorno, mesmo que em grau leve.
Embora a doença apareça mais frequentemente no fim da adolescência ou início da vida adulta, crianças e adolescentes também podem sofrer com esse transtorno. Nos EUA, o número de diagnósticos de bipolaridade entre crianças e adolescentes cresceu 40 vezes na última década. A hipótese para esse aumento é a maior conscientização de médicos sobre o transtorno ou ainda um possível excesso de diagnóstico, em que uma criança mal-humorada pode ser tratada como doente.
Medicamentos e terapia: o caminho para uma vida normal
Assim como uma série de outras doenças, o transtorno bipolar não tem cura, mas controle. É como ter hipertensão ou diabetes: a doença continua ali, mas o paciente aprende a reconhecer sinais, controlar e conviver com ela, enquanto leva uma vida normal. “Queremos que o paciente seja o gerente de sua saúde para reconhecer uma estabilidade ou piora da doença, além de tomar os remédios corretamente”, esclarece o dr. Nicastri.
Os medicamentos mais utilizados atualmente são o lítio e alguns anticonvulsivantes, pois mostram bons efeitos na estabilização do humor. Algumas vezes, podem ser indicados também antidepressivos, mas com ressalvas porque podem, em vez de trazer o paciente para um estado de normalidade de humor, induzir à crise de euforia. Medicamentos conhecidos como antipsicóticos, sobretudo alguns desenvolvidos mais recentemente, têm sido empregados como estratégia para obter a estabilização de humor.
O lítio, primeiro estabilizador de humor, descoberto na década de 1970, ainda é largamente utilizado. Essa substância foi consagrada porque – além de tratar o transtorno bipolar – é capaz de prevenir novas crises. O problema é que se trata de uma substância potencialmente tóxica, o que torna a monitoração da sua quantidade no sangue fundamental para a segurança do tratamento.
Além dos medicamentos, a terapia pode ajudar a pessoa a entender que tem uma doença e a aceitar o tratamento. É dar-se conta de como funciona o transtorno e saber diferenciar o que é normal do que foge do controle.
Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.einstein.br
Portador ou Pessoa Deficiente?
Published dezembro 5, 2012 Campanhas Leave a CommentTags:2009, Brasil, Campanha, conferencia, deficiência, Deficiente, Golden Stern, Pessoa com Deficiência, Portador, Portador de Deficiência, QR Code, Viva Melhor
Crescimento da Aids entre os jovens preocupa Ministro da Saúde
Published novembro 30, 2012 Notícias , Qualidade de Vida Leave a CommentTags:AIDs, alimentação, atividade física, bem-estar, Bio-manguinhos, cuidados, dicas, doenças, Fiocruz, HIV, Ministério da Saúde, ministro, Morte, noticia, OMS, Pesquisa, Prevenção, Problemas, Qualidade de Vida, Saúde, sintomas, Soropositivos, trabalho, tratamento, UFES, Unaids, Viva Melhor
O crescimento dos casos de Aids entre os jovens, especificamente entre os homossexuais, é uma das “grandes preocupações” do Ministério da Saúde, afirmou nesta terça-feira (20) o ministro Alexandre Padilha. A informação foi divulgada durante apresentação, que apontou ainda o novo número de pessoas infectadas pelo vírus HIV no país.
Segundo levantamento da pasta, com informações do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre o HIV/Aids (Unaids), o Brasil tem atualmente entre 490 mil e 530 mil soropositivos. Dado anterior, de 2010, utilizado pelo governo até então apontava que o país abrigava 630 mil infectados.
Para o ministério, a queda é decorrente de trabalhos de prevenção. No entanto, mudanças na metodologia de pesquisa — que passou a abranger mais cidades brasileiras — causaram a redução do índice.
Os novos dados revelaram ainda um aumento na contaminação de jovens homossexuais, com idade entre 15 e 24 anos. Em 2002, homossexuais com essa faixa etária eram pouco menos de 40% dos casos. Novos dados apresentados apontam que essa mesma camada da população já ultrapassou os 50% dos casos.
“Essa geração não acompanhou o início da luta contra a Aids e nem perdeu ídolos por causa da doença, por isso a importância da sensibilização”, argumentou Padilha.
‘Fique Sabendo’
Por isso, os jovens são um público-alvo importante do programa “Fique Sabendo”, que vai oferecer testes rápidos para detectar HIV, hepatite e sífilis. A meta do Ministério da Saúde é examinar 500 mil pessoas no período.
Para atingir esse público específico, o Ministério pretende levar a campanha de mobilização para locais frequentados por jovens – com atenção especial para os homossexuais –, como boates e bares. Além disso, a campanha será feita nas redes sociais, assim como no rádio e na televisão.
Entre 2005 e 2011, o número de exames rápidos feitos no país aumentou de 528 mil para 2,3 milhões, pelo programa “Fique Sabendo”. Só este ano, de janeiro a setembro, foram distribuídas 2,1 milhões de unidades, e a expectativa do governo é encerrar 2012 com uma remessa de 2,9 milhões de testes só para detectar o vírus da Aids.
Cerca de 38 mil casos são diagnosticados anualmente no país. Quanto antes é descoberto o vírus, mais eficaz é o tratamento. Segundo o Ministério, cerca de 70% das pessoas que tomam o coquetel antirretroviral apresentam cargas virais indetectáveis.
A nova campanha começa na próxima quinta-feira (22) e vai até 1º de dezembro, o Dia Mundial da Luta contra a Aids.
Por região
A região com a maior concentração de casos da doença no país é o Sudeste, com 43,8% do total. Porém, na taxa de incidência por habitante, a doença aparece mais nos estados do Sul – o Rio Grande do Sul lidera a lista, com 40,2 casos para 100 mil habitantes, seguido pela Santa Catarina, com 36,4. O vírus é mais comum nas cidades maiores – acima de 500 mil habitantes –, e tem seus menores índices nos municípios com menos de 50 mil pessoas.
Porém, os números desses locais estão razoavelmente estáveis, e o que mais chama a atenção do Ministério nos novos dados é o aumento na quantidade de infectados nas regiões Norte e Nordeste. “Precisamos aumentar a capacidade de testagem e melhorar a qualidade dos serviços de tratamentos nessas regiões o quanto antes,” destacou Padilha.
Ainda segundo o governo, das 530 mil pessoas que estão com o vírus HIV no país, 217 mil estão em tratamento e 130 mil ainda não sabem que estão contaminadas, segundo o ministério. “Nossa meta com a campanha é fazer com que pessoas que façam parte desses 130 mil, tomem conhecimento e comecem a se tratar,” disse o ministro.
O levantamento aponta ainda que o número de mortes se mantém estável no Brasil, com uma média de 11,3 mil óbitos por ano ao longo dos últimos dez anos. A pasta atribui a estagnação dos números ao aumento do uso de preservativos, juntamente com o tratamento, à base de medicamentos antirretrovirais.
“Um diagnóstico precoce, juntamente com o tratamento, estão fazendo o número de mortes diminuir e a qualidade de vida dos pacientes aumentar”, afirmou Pedro Chequer, coordenador do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre o HIV/Aids (Unaids) no Brasil.
Desde 2008, o exame é produzido no Brasil, pelo Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos), da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), e pela Universidade Federal do Espírito Santo (UFES).
Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://g1.globo.com/bemestar
Mundo descumprirá metas para Aids por falta de empenho, diz ONG
Published novembro 30, 2012 Notícias , Qualidade de Vida Leave a CommentTags:AIDs, bem-estar, Brasil, Cancer, cuidados, dados, dica de saúde, doença, doenças, falta de empenho, HIV, médico, Medicação, Ministério da Saúde, Morte, mundo, noticia, OMS, ONE, ONG, Planeta, Prevenção, Problemas, Qualidade de Vida, Reuters, Saúde, tratamento, Virus, Viva Melhor
O mundo está menos empenhado na luta contra a epidemia de Aids, e milhões de pessoas são contaminadas a cada ano, afirmou a fundação ONE em um relatório divulgado nesta terça-feira.
A conclusão contrasta com um relatório da Organização das Nações Unidas (ONU) na semana passada, segundo o qual o fim da Aids está à vista graças à melhora no acesso a medicamentos.
Mas a ONE disse que “o começo do fim da Aids” continua inatingível, já que o número de novos contaminados a cada ano supera o de pessoas que começam a ter acesso ao tratamento.
No ano passado, líderes globais se comprometeram em alcançar o “começo do fim da Aids” até 2015. Os avanços na última década têm reduzido a mortalidade da doença, principalmente devido ao melhor acesso a medicamentos capazes de tratar e prevenir a difusão do vírus HIV, segundo a avaliação da ONU na semana passada.
Mas, embora o acesso ao tratamento tenha melhorado, em 2011 houve 2,5 milhões de novos casos da doença. Isso é mais do que o dobro da meta de limitar o número de novas contaminações a 1,1 milhão por ano, segundo a ONE, entidade beneficente voltada para o combate à pobreza e a doenças evitáveis, e que tem o roqueiro irlandês Bono como um dos seus fundadores.
No fim do ano passado, havia no mundo 34 milhões de pessoas vivendo com Aids. No atual ritmo, o mundo só atingirá a meta de reversão do avanço da epidemia em 2022, sete anos depois da meta, disse a ONE.
“Reconhecemos que o mundo tem feito maravilhas (no combate à Aids) nos últimos dez anos. Mas 2015 está logo virando a esquina”, disse o executivo-chefe da ONE, Michael Elliott.
Grande parte do buraco é devido a cortes no financiamento dos principais países doadores. A ONU estima que há uma lacuna de financiamento de 6 bilhões de dólares para a Aids a cada ano. Os países também não coordenaram uma estratégia global para combater a epidemia, como tratamentos para os grupos de risco mais elevado.
O relatório da entidade critica Alemanha e Canadá por estarem atrás de outros países desenvolvidos do G7 –Estados Unidos, Canadá e França– em termos de financiamento e liderança política para o combate à epidemia. Japão e Itália, que completam o grupo, também ficaram bem para trás, por causa do terremoto de março de 2011 e da atual crise nas finanças públicas, respectivamente.
Mas Elliott disse que questões fiscais não deveriam impedir os países de fazerem doações para a luta contra a Aids, já que a ajuda ao desenvolvimento representa uma parcela ínfima da maioria dos orçamentos nacionais, um argumento que a ONE repete com frequência durante a recessão global.
“A Itália pode ter problemas fiscais, mas não vai resolver seus problemas fiscais em cima da assistência ao desenvolvimento”, disse ele.
Mas, com as medidas de austeridade que estão sendo adotadas nos países que são grandes doadores, nações de baixa e média renda estão ocupando o espaço, e agora respondem por mais de metade das verbas para o combate à Aids, segundo a ONE.
No futuro, acrescenta o relatório, grandes nações emergentes, como Brasil e China, devem assumir a dianteira nos programas de combate à Aids.
“É importantíssimo que as pessoas reconheçam ser uma luta global”, disse Elliott. “Não é uma luta que deva ser travada sobre as costas do generosíssimo contribuinte americano e britânico.”
(Reportagem de Anna Yukhananov)
Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://br.reuters.com
Fique Sabendo sobre AIDS
Published novembro 29, 2012 Campanhas Leave a CommentTags:AIDs, alimentação, bem-estar, Campanha, cuidados, Descoberta, dica de saúde, dicas, doença, FiqueSabendo, HIV, médico, Ministério da Saúde, Prevenção, Prevenção de Doenças, Qualidade de Vida, Saúde, Teste, Viva Melhor
Aplicativos de Saúde – Boa Forma
Published novembro 22, 2012 Campanhas , Qualidade de Vida Leave a CommentTags:alimentação, Altura, Aplicativo, atividade, água, bem-estar, Boa Forma, calorias, Comer, dica, emagrecer, gordura, IOS, Iphone, líquidos, Malhar, peso, pressão, QR Code, Revista Boa Forma, Saúde, vida, Viva Melhor, Viver
Aplicativos de Saúde – RunKeeper
Published novembro 19, 2012 Campanhas , Qualidade de Vida Leave a CommentTags:Android, aplicativos, Apps, atividade física, Baixar, bem-estar, campanhas, Corrida, dicas, Fotos, IOS, QRCode, Qualidade de Vida, RunKeeper, Saúde, Smartphones, Viva Melhor
A busca pela qualidade de vida deve ser uma constante para colhermos resultados duradouros.
O desafio é grande quando tentamos combinar esta busca com o ritmo acelerado nos tempo de hoje. Reduzir o ritmo pode não ser uma alternativa viável, portanto, o ideal seria encontrar meios de nos cuidar enquanto vivemos nossa rotina corrida.
Com este objetivo em pensamento, esta semana divulgaremos diariamente os aplicativos disponíveis para você baixar em seu Smartphone (com sistemas operacionais Android e/ou IOS) e fazer com que o cuidado com a sua saúde se torne parte do seu dia-a-dia.
Artrite Reumatoide
Published outubro 31, 2012 Sem categoria Leave a CommentTags:artrite, Artrite Reumatoide, atividade física, bem-estar, Campanha, cuidados, dados, diagnóstico, dicas, doença, doenças, Fator Reumatoide, Hospital Sírio Libanes, Ministério da Saúde, noticia, Prevenção, Qualidade de Vida, reumatismo, Reumatoide, Saúde, sintomas, tratamento, vida, Viva Melhor
Qual a causa da artrite reumatoide?
A artrite reumatoide é definida como uma doença crônica que se caracteriza pela inflamação de várias articulações. Essa inflamação é provocada por alterações importantes no sistema de defesa do corpo, também chamado de sistema imune.
O sistema imune, formado por uma rede de órgãos, tecidos e células especializadas, tem como função manter a integridade do nosso organismo, protegendo-o de agressões, como, por exemplo, de uma infecção. Algumas vezes, ocorre um desequilíbrio e o sistema imune ataca o próprio organismo, provocando uma inflamação que pode danificar vários órgãos. As doenças nas quais o sistema imune promove lesões no próprio organismo são chamadas de doenças autoimunes, e a artrite reumatoide é uma delas. Na artrite reumatoide, a inflamação provocada pelo desequilíbrio do sistema imune começa em uma membrana que envolve parcialmente as juntas, chamada de membrana sinovial.
O processo inflamatório na membrana sinovial não desaparece, como seria normal, pois o desequilíbrio do sistema imune mantém a inflamação, que, dessa forma, se torna crônica ou persistente, liberando várias substâncias ou mediadores, que contribuem para a destruição da cartilagem que envolve a articulação e o osso. A membrana sinovial cronicamente inflamada recebe o nome de pannus, e pode contribuir também para a lesão das estruturas articulares.
Outras estruturas que estão perto das articulações, como tendões e ligamentos, também podem ser atingidas. O que ainda não se sabe é qual a causa inicial do desequilíbrio do sistema imune.
A artrite reumatoide não é uma doença herdada, ou seja, não passa diretamente dos pais para os filhos. O que pode ser herdada é uma tendência a ter artrite reumatoide, ou melhor, existem famílias onde genes que transmitem essa tendência passam de geração a geração, de modo que, em algumas pessoas, esses genes se manifestam e a doença aparece, enquanto em outras, embora a tendência exista, a doença nunca chega a se desenvolver.
Atualmente, muitos médicos e pesquisadores tentam melhorar nossos conhecimentos sobre esses genes e os fatores que podem ativá-los, fazendo a artrite reumatoide aparecer. Fatores como infecção, variação dos níveis de alguns hormônios e alterações do meio ambiente estão em estudo. Recentemente, foi descoberto que o hábito de fumar aumenta a chance de uma pessoa com tendência genética à artrite reumatoide vir a desenvolver essa doença. Embora alguns pesquisadores acreditem que a artrite reumatoide possa ser “disparada” por uma infecção, não existe uma prova definitiva de que isso seja verdade.
A artrite reumatoide não é contagiosa e, portanto, não é transmitida de uma pessoa para outra. Talvez, um vírus ou uma bactéria comum, aos quais a maioria da população esteja exposta, possa fazer com que o sistema imune seja ativado de forma irregular, provocando, assim, o aparecimento da doença em pessoas que já possuam uma tendência latente.
O que sente uma pessoa com artrite reumatoide?
Os principais sintomas da artrite reumatoide são dor e inchaço nas juntas. A inflamação pode aparecer em várias articulações, como nos dedos das mãos, punhos, cotovelos, ombros, quadris, joelhos, tornozelos e dedos dos pés. A coluna vertebral só é atingida pela doença na região do pescoço (coluna cervical).
Outra junta que pode ficar inflamada e dolorida é a articulação temporomandibular. Essa articulação é responsável pela abertura e fechamento da boca, e situa-se um pouco à frente dos ouvidos. Devido à sua localização, a dor nessa articulação pode ser confundida com dor de ouvido.
Geralmente, a dor começa em uma ou duas juntas e “se espalha”. Podem aparecer outros sinais de inflamação, como inchaço e calor. Muitos pacientes queixam-se de rigidez matinal (mãos duras), que, quanto maior a inflamação, maior a demora para passar.
Como é feito o diagnóstico da artrite reumatoide?
Para fazer o diagnóstico da artrite reumatoide, o médico primeiro conversa com o paciente, a fim de conhecer a história dos sintomas e, depois, realiza um exame físico à procura de sinais que caracterizem a doença. A história é muito importante, pois os diagnósticos da artrite reumatoide, em sua maioria, são feitos apenas pela descrição dos sintomas.
A presença de rigidez matinal prolongada, de artrite simétrica, ou seja, dos dois lados do corpo (as duas mãos, os dois ombros, etc), de artrite em várias articulações, bem como a persistência de dor intensa, causando sofrimento e impedindo a realização das atividades cotidianas, são, em conjunto, características importantes da história de um paciente com artrite reumatoide.
O exame físico permite a observação de quais juntas estão inflamadas e doloridas. Se a doença já está instalada no organismo há algum tempo e se a inflamação não foi abolida adequadamente pelo tratamento, o médico pode observar a presença de deformidades nas articulações.
Algumas deformidades existentes nos dedos das mãos são características da artrite reumatoide e têm designações próprias como dedo em pescoço de cisne ou dedo em botoeira. No exame físico, também pode ser observada a presença de outros sinais fora das articulações, como os nódulos reumatoides, ou, mais raramente, alterações nos olhos, indicando a presença de uveíte.
O médico também pode solicitar exames de laboratório. Alguns desses exames servem para avaliar o grau de inflamação e são chamados provas de atividade inflamatória. Os mais utilizados são a velocidade de hemossedimentação (VHS) e a proteína C reativa (PCR).
Cerca de 80% dos pacientes com artrite reumatoide têm uma proteína circulando no sangue chamada de fator reumatoide. A presença dessa proteína no sangue ajuda o médico a fazer o diagnóstico de artrite reumatoide, porém, sua ausência não elimina a possibilidade do diagnóstico ser positivo. Geralmente, quanto maior a quantidade de fator reumatoide no sangue, mais intensa é a doença.
Mais recentemente, surgiu um novo exame de laboratório para ajudar no diagnóstico da artrite reumatoide. Esse exame de sangue chama-se anticorpo anti-peptídeo citrulinado cíclico (anti-CCP) e tem como vantagem o fato de ser mais específico que o fator reumatoide para o diagnóstico de artrite reumatoide.
A artrite reumatoide em atividade (durante uma crise) pode provocar anemia, que é observada pelo médico em um exame de sangue chamado hemograma. O tratamento bem sucedido da doença faz reverter a anemia, normalizando o hemograma.
Radiografias das articulações podem ajudar bastante no diagnóstico da artrite reumatoide. No início da doença, as radiografias podem ser normais ou mostrar apenas que a articulação está inchada. Mais tarde, aparece uma diminuição da densidade dos ossos perto das articulações, que é denominada desmineralização periarticular. Se a inflamação não for contida pelo tratamento, haverá destruição da cartilagem, com diminuição da distância entre os ossos da junta, provocando uma alteração na radiografia, que é chamada de estreitamento articular.
A inflamação persistente, além de causar lesões na cartilagem, pode provocar lesões nos ossos, que podem ser vistas na radiografia e são chamadas de erosões ósseas.
Dr. Cristiano A. F. Zerbini / Dra. Andrea B. V. Lomonte
Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.hospitalsiriolibanes.org.br/
Reumatismo
Published outubro 30, 2012 Qualidade de Vida Leave a CommentTags:acidentes, artrite, artrose, atividade física, bem-estar, conceito, cuidados, dica de saúde, doença, dr. drauzio varella, médico, noticia, obesidade, Pesquisa, Prevenção, Problemas, Qualidade de Vida, reumatismo, Saúde, sintomas, tratamento, Viva Melhor
Tradicionalmente, reumatismo é considerado uma doença das articulações, músculos, ligamentos e tendões, de caráter não traumático, que acomete pessoas mais velhas.
Na verdade, a palavra reumatismo serve para designar inúmeras enfermidades, mais de duzentas. Provavelmente, as mais conhecidas são a artrite reumatoide e a artrose, ou osteoartrose, que afetam cartilagens e articulações e provocam dor, deformação e limitação de movimentos. No entanto, as doenças reumáticas acometem não só as articulações e cartilagens, mas também órgãos internos, como coração e rins e, para a grande maioria delas, existem fundamentos imunológicos bem definidos.
Descritos por Hipócrates, séculos antes de Cristo, os diversos tipos de reumatismo podem manifestar-se em pessoas de qualquer idade: crianças, jovens, adultos e idosos. Foi só nos últimos anos, entretanto, que surgiram drogas capazes de revolucionar o tratamento clássico da doença feito até então apenas com anti-inflamatórios.
CONCEITUAÇÃO
Drauzio – Como você define o reumatismo?
Isidio Calich – A palavra reumatismo vem do grego (rheuma), mas seu significado foi-se modificando com o passar do tempo. Atualmente, quando se fala reumatismo, estamos nos referindo a um grupo bastante extenso de doenças que acometem não só as articulações, músculos, ligamentos e tendões. Estamos nos referindo também a doenças em que o sistema imunológico está envolvido e atacam órgãos como cérebro, rins, coração, por exemplo.
Portanto, por englobar grupo tão grande de enfermidades, é muito importante caracterizar o tipo de reumatismo a fim de propor tratamento efetivo e adequado.
Drauzio – Mais ou menos quantas doenças estão classificadas como reumatismo?
Isidio Calich – Mais de 250, 300 doenças diferentes. Algumas acometem primeiro os órgãos internos. Um exemplo é o lúpus eritematoso sistêmico que, às vezes, começa pela inflamação do rim. Nesse caso, os primeiros sintomas são alterações na urina (presença de sangue e de proteína). Depois, o quadro vai se completando (as juntas incham, inflamam os músculos) e a doença adquire características reumáticas.
Outro exemplo é a febre reumática, doença que acomete principalmente crianças e pode começar pelo coração e não pelas articulações. Aliás, quanto menor a idade da criança, maior a probabilidade de comprometimento cardíaco.
Portanto, embora não seja fácil fazer o diagnóstico exato desde o início, atualmente, podemos contar com exames laboratoriais e um conhecimento maior das doenças, o que torna possível caracterizar e tratar corretamente cada tipo de reumatismo.
ARTRITE REUMATOIDE e ARTROSE
Drauzio – O reumatismo pode acometer articulações, músculos, ligamentos e tendões. Um dos principais sintomas da doença é a dor. Todavia, dores articulares podem ocorrer por diversas razões. Às vezes, a pessoa pisa de mau jeito ou exagera nos exercícios, e as articulações ficam doloridas. O que diferencia a dor reumática da dor ocasional provocada por traumatismos ou pela prática inadequada de exercícios?
Isidio Calich – Na verdade, nos dois casos, a dor não é muito diferente. Por isso é importante levantar a história clínica do paciente para determinar se a origem da dor é mecânica ou inflamatória. Se a pessoa torceu o tornozelo, que inchou e continua inflamado, obviamente a causa é mecânica e a dor é provocada por inflamação, porque líquido se formou dentro das articulações. Em outras palavras: a membrana sinovial que forra o interior da articulação começa a produzir um líquido que determina o processo inflamatório. Nos casos de reumatismo, a dor é causada por inflamação sem história de entorse, traumatismos ou esforço repetitivo.
Drauzio – Talvez a doença reumática mais conhecida seja mesmo a artrite reumatoide. Especialmente, nas pessoas de idade, essa doença provoca deformidades nas articulações e as mãos adquirem características típicas do reumatismo, que não é uma doença apenas dos idosos…
Isidio Calich – Reumatismo é uma doença que acomete crianças, adolescentes, jovens, adultos e idosos, e existem tipos preferenciais de acordo com a idade. A febre reumática, por exemplo, acomete principalmente crianças. O lúpus eritematoso sistêmico, uma doença autoimune, em geral se manifesta no sexo feminino, durante a puberdade, quando ocorrem alterações hormonais em virtude da transformação do sistema endócrino. Já nas pessoas de mais idade, os tipos predominantes são, sem dúvida, a artrose e a artrite reumatoide.
Drauzio – Qual a diferença entre artrose e artrite reumatoide?
Isidio Calich – Em geral, a artrose aparece depois dos 50 anos e evolui progressivamente a ponto de, aos 80 anos, todas as pessoas (100%) terem uma alteração da cartilagem que, no decorrer dos anos, vai deformando as articulações. Por que algumas pessoas sentem dor e outras não, não é bem conhecido. Há quem descubra que tem bico-de-papagaio na coluna, quando tira uma radiografia por outro motivo qualquer. Do mesmo modo, pequenas deformidades nas mãos (nódulos de Heberden) próprias da artrose podem provocar muita dor ou dor nenhuma dependendo do paciente.
Já a artrite reumatoide é uma doença autoimune que se caracteriza por inflamação que pode provocar também pequenas deformidades nas mãos. Como o sistema imunológico está envolvido no aparecimento da doença, de acordo com as características genéticas do indivíduo, sua intensidade varia para mais ou para menos.
Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://drauziovarella.com.br/









