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Todo dia é dia de cuidar das águas

No Dia Mundial do Meio Ambiente, comemorado em 5 de junho, vale lembrar que o futuro do planeta está nas mãos das novas gerações. É por isso mesmo que o Projeto Tecendo as Águas, do Instituto Supereco, tem investido tanto em Educação Ambiental revolucionando o ensino em escolas municipais de São Sebastião, litoral norte de São Paulo – região que possui importante trecho da Mata Atlântica e é um dos biomas mais ameaçados do mundo segundo a ONU.
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Em dois anos de projeto, foi possível atingir 2.439 alunos por meio da formação de 131 professores de diversas disciplinas que participaram de oficinas, reuniões e seminários focados em meio ambiente e, especialmente, nas bacias hidrográficas dos Rios São Francisco e Juqueriquerê que abastecem a região e garantem a vida de centenas de espécies animais e vegetais.
O trabalho do Tecendo consistiu em propor inserção de temáticas ambientais locais no conteúdo pedagógico. Deu tão certo que a própria Secretaria de Educação de São Sebastião solicitou ao Tecendo a formação de todos os professores de Ciência da rede municipal – uma capacitação de cerca de mil educadores dessa disciplina.
As Oficinas Saberes das Águas, ministradas pela equipe do Tecendo, contaram com material de apoio produzido pelo Institutio Supereco e Cadernos de atividades para os alunos com elementos presentes na realidade deles, por exemplo, rios que abastecem a cidade e personagens reais incentivando a preservação da natureza como o “Seu Áureo”, morador antigo do bairro de São Francisco que, num desses cadernos, conta como o Rio São Francisco já foi limpo a ponto das pessoas nadarem nele.

As ações do Tecendo junto as escolas, além da Educação Ambiental desde a infância, gerou ainda outros desdobramentos benéficos ao meio ambiente da região. Escolas passaram a coletar óleo de cozinha para fabricação de sabão e também a monitorar a qualidade da água. “Para ter permissão de levar as Oficinas Saberes nas escolas assumimos um compromisso com a Secretaria de Educação de causar mudança de atitudes. Creio que essa meta foi alcançada “ comenta Patrícia Matsuo, coordenadora de Educação Ambiental do Tecendo as Águas.
Participaram do Tecendo as Águas as escolas EE Nair Ferreira Neves, EMs Prof° Maria Francisca Santana M. Tavolaro e Prof Walfrido Maciel, as  EMEIs Algodão Doce, Chapeuzinho Vermelho  e Pingo de Gente, os Projetos  Cidadão Criança, Garoçá e Viração, o 3° Pelotão Policia Ambiental São Sebastião, APAE, Secretaria de Meio Ambiente de São Sebastião – EA e Instituto Terra e Mar.
Quem faz
O Projeto “Tecendo as Águas” é realizado em parceria com a Chevrolet e o Instituto Educa Brasil, com patrocínio da Petrobras, por meio do Programa Petrobras Socioambiental e tem seis objetivos que se conectam no sentido de trabalhar a floresta, a água, educação, saúde, cultura, turismo, geração de renda e qualidade de vida: “Saberes das Águas”, “Se Ligue nas Águas”, “Conhecendo as Águas”, “Caminho das Águas”, “Águas da Mata” e “No Ritmo das Águas”. Conta também com o apoio do Comitê das Bacias Hidrográficas do Litoral Norte (CBHLN), das prefeituras de São Sebastião e de Caraguatatuba, do Instituto Trata Brasil, da rede Made In Forest, do Centro de Educação Ambiental de Guarulhos (CEAG) e da Organização Brasileira de Mulheres Empresárias (OBME).
Sobre o Instituto Supereco
O Supereco é uma OSCIP que atua há 20 anos com a missão de promover a educação ambiental como ferramenta estratégica de conservação ambiental aliada ao desenvolvimento humano. Os 23 Programas, projetos e intervenções de educação pela sustentabilidade, abrangendo todos os Biomas do Brasil, formaram mais de 11.500 educadores e lideranças multiplicadoras em educação ambiental, atenderam mais de 1,5 milhão de crianças e jovens em programas de educação ambiental presencial e à distância, contemplaram 905 mil participantes diretos nas intervenções socioambientais e produziram 135 publicações especializadas na área. Site http://www.supereco.org.br
COMO PARTICIPAR DO TECENDO AS ÁGUAS
Os moradores da região do litoral norte podem participar ativamente das ações socioambientais do Projeto Tecendo as Águas cuja sede fica no centro histórico de São Sebastião.  Basta acompanhar o calendário de ações pelo facebook do projeto e se inscrever em oficinas, mutirões, concursos e eventos culturais. Há várias ações aos finais de semana, cursos com certificado e atividades que podem acolher voluntários, artistas, ambientalistas, estudantes, professores, agricultores, comerciantes e qualquer pessoa interessada em meio ambiente e sustentabilidade. Para quem não está no litoral norte de SP, o convite é para acompanhar e postar sugestões na página Tecendo as Águas do facebook.
Informações parciais. Confira os textos na íntegra, acessando os sites: http://www.segs.com.br/ e http://www.brasil.gov.br/
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Meio Ambiente: O momento é de ação

O Planeta chega ao Dia Mundial do Meio Ambiente em momento crítico. É preciso agir e agir agora, para minimizar os impactos da sociedade de hoje sobre as futuras gerações.
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Num momento em que a Natureza se apresenta especialmente inquieta, com manifestações causadas ou não pelo Homem – mas que cobram um preço alto em vidas –, tais como furacões furiosos, enchentes devastadoras, deslizamentos letais, invernos glaciais, chegamos ao Dia Mundial do Meio Ambiente chamando não somente à reflexão, mas, principalmente, à ação de todos em defesa da vida.

Todos temos como contribuir – direta ou indiretamente – para que as sociedades caminhem rumo à sustentabilidade e para que a harmonia entre o desenvolvimento socioeconômico e a conservação da natureza deixe de ser mera utopia.

Atitudes individuais e coletivas, como o consumo consciente no dia a dia e a exigência, pela população, do cumprimento das leis por órgãos governamentais em todos os níveis são fundamentais.

À iniciativa privada cabe não somente investir em conservação do meio ambiente, mas, principalmente, assumir uma postura de responsabilidade socioambiental, trabalhando de dentro para fora, com adequação de suas cadeias produtivas e meios de produção, distribuição etc.

À sociedade civil organizada, em especial às ONGs socioambientalistas como o próprio WWF-Brasil, cabe conceber e aplicar soluções, realizar campanhas, mobilizar e facilitar o engajamento de indivíduos, governos e iniciativa privada num esforço conjunto para o bem comum das gerações de agora e do futuro.

E tudo isto tem que ser feito agora.  A Natureza já nos envia seus sinais de alerta.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.wwf.org.br/

Brasil celebrou o dia de água submerso em uma severa crise hídrica

O Brasil se envolveu neste domingo nas celebrações do Dia Mundial da Água enquanto o sudeste do país atravessa uma das piores crises hídricas de sua história e que tem como principal foco o estado de São Paulo.

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Diferentes atos foram organizados durante o dia todo na capital paulista para conscientizar a população sobre a importância de água e reivindicar ao governo de São Paulo mais transparência frente à crise hídrica que o estado atravessa.

Os atos marcados para este domingo acentuam a situação paradoxal que se apoderou da vida de milhões de brasileiros, alguns dos quais sofrem com racionamento de água, enquanto sentem os estragos das inundações causadas pelas chuvas de verão em São Paulo.

“Neste momento em que o Brasil se mobiliza pelos escândalos de corrupção e os problemas na economia, é importante que a questão de água não seja posta em um segundo plano”, afirmou em comunicado Marussia Whately, coordenadora da Aliança pela Água, grupo que reúne mais de 40 organizações da sociedade civil.

Conferências com especialistas, exposições, debates, seminários e passeatas foram convocadas pela Aliança pela Água para aprofundar a compreensão dos cidadãos sobre a crise hídrica.

Os especialistas atribuem a crise hídrica a uma falta de gestão por parte do governo regional, que começou a ser visível no ano passado, quando uma seca afetou São Paulo e outros estados do sudeste do país.

A situação hídrica levou o governo de São Paulo a adotar medidas como benefícios para quem economize no consumo de água, multas por desperdício ou aumento não justificado de seu uso e redução na pressão.

Esta conjuntura deixou alguns bairros com falta de abastecimento inclusive até por 19 horas por dia e provocou continuados protestos na sociedade, que denunciaram os descontos na conta de água dos que supostamente se beneficiaram mais de 500 grandes empresas.

Mas além de São Paulo, os estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo, onde se concentra a maioria das indústrias brasileiras, também estão sentindo as consequências da crise hídrica.

Dado que a principal fonte é a hidrelétrica, alguns setores da indústria brasileira mostraram preocupação perante o temor de um possível racionamento energético, uma hipótese que por enquanto é descartada pelas autoridades.

As precipitações dos últimos meses deram um empurrão aos principais açudes do estado de São Paulo, mas apesar das intensas chuvas, os reservatórios seguem nos mínimos históricos.

O sistema da Cantareira, o maior de São Paulo e responsável pela provisão de água para 6,5 milhões de pessoas -um terço da região metropolitana- registrou o verão mais chuvoso desde 2011, embora siga operando com 16,5% de sua reserva técnica, considerada como “volume morto”.

Esta situação fez saltar os alarmes perante a entrada de outono e o fim da estação chuvosa, que não voltará até outubro.

Cenários futuros

A ONU prevê que, em 2030, a população global vai necessitar de 35% a mais de alimento, 40% a mais de água e 50% a mais de energia.

Água e energia estão entre os desafios globais mais iminentes, segundo o secretário-geral da Organização Meteorológica Global e membro da ONU-Água, Michel Jarraud, em nota divulgada pela organização.

Atualmente, 768 milhões de pessoas não têm acesso à água tratada, 2,5 bilhões não melhoraram suas condições sanitárias e 1,3 bilhão não têm acesso à eletricidade, de acordo com a ONU.

A situação é considerada inaceitável por Jarraud. Segundo ele, outro agravante é que as pessoas que não têm acesso à água tratada e a condições de saneamento são, na maioria das vezes, as mesmas que não têm acesso à energia elétrica.

O Relatório Global sobre Desenvolvimento e Água 2014, de autoria da ONU-Água, reforça a necessidade de políticas e marcos regulatórios que reconheçam e integrem abordagens sobre prioridades nas áreas de água e energia.

O documento destaca como assuntos relacionados à água impactam no campo da energia e vice-versa. Um dos exemplos citados lembra que a seca diminui a produção de energia, enquanto a falta de acesso à energia elétrica limita as possibilidades de irrigação.

Ainda de acordo com o relatório, 75% de todo o consumo industrial de água é direcionado para a produção de energia elétrica.

Energia e água estão no topo da agenda global de desenvolvimento, segundo o reitor da Universidade das Nações Unidas, David Malone, que este ano é o coordenador do Dia Mundial da Água em nome da ONU-Água, juntamente com a Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (Unido).

O diretor-geral da Unido, Li Yong, destacou a importância da água e da energia para um desenvolvimento industrial inclusivo e sustentável.

“Há um forte clamor hoje para a integração da dimensão econômica e o papel desempenhado pela indústria das manufaturas em particular, na direção das prioridades de desenvolvimento pós‐2015. A experiência mostra que intervenções ambientalmente saudáveis nas indústrias de transformação podem ser altamente efetivas e reduzir significativamente a degradação ambiental. Eu estou convencido que um desenvolvimento industrial inclusivo e sustentável será um elemento chave para uma integração bem sucedida das dimensões econômica, social e ambiental, ” declarou Li, em nota da ONU.

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Cerca de 750 milhões de pessoas não têm acesso à água

Cerca de 750 milhões de pessoas no mundo vivem sem acesso à água potável, o que resulta na morte de mais de 500 mil crianças por ano, informa comunicado divulgado no dia (18) pela organização Plan Internacional.

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Por ocasião do Dia Mundial da Água, que será comemorado domingo (22), a organização não governamental (ONG) de proteção aos direitos da infância lembrou que o recolhimento de água é um trabalho de mulheres e, sobretudo, de crianças, na maioria dos países em desenvolvimento da África, Ásia e América.

A falta de água de qualidade e potável “agrava a pobreza dos países em desenvolvimento” e causa “subnutrição e morte”, comenta.

“Uma criança morre por minuto devido à falta de acesso à água limpa”, destaca o comunicado.

No ano passado, a Plan Internacional investiu mais de 42 milhões de euros em projetos de água e saneamento e na melhoria de instalações sanitárias de mais de 800 mil famílias.

“Embora a meta fixada pelos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM), de 89% de cobertura de água potável em nível mundial, tenha sido alcançada em 2012, ainda há 45 países que não conseguiram chegar a esse objetivo e não deverão atingi-lo até 2026”, de acordo com os cálculos da ONG.

A diretora-geral da Plan Internacional na Espanha, Concha Lopez, garantiu que “o acesso à água potável em uma comunidade melhora de forma decisiva aspectos como a educação e a igualdade de gênero”.

Lopez acrescentou que ter um ponto de água próximo de casa “melhora os índices de presença na escola e contribui para o cumprimento de outro ODM: garantir a educação primária universal”.

Os programas dessa organização estendem-se a projetos contra doenças como a malária ou a cólera em vários países, como a região de Kayes, no Mali, onde uma de suas iniciativas, financiada pela União Europeia, contribui atualmente para a distribuição de água de qualidade a cerca de 20 mil pessoas.

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Cegueira e perda de visão

Sinônimos: nenhuma percepção de luz (npl)

Cegueira nada mais é do que uma condição caracterizada pela perda da habilidade de enxergar, mesmo com a melhor correção (qualquer recurso óptico como óculos ou lente de contato). Existem vários meios de avaliar a extensão da perda visual ou cegueira.

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A cegueira pode ser reversível ou irreversível. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que três quartos (75%) dos casos de cegueira no mundo são tratáveis ou preveníveis. Ir ao oftalmologista regularmente é uma das melhores formas de prevenir doenças que causam a cegueira.

De acordo com dados da Sociedade Brasileira de Oftalmologia, estima-se que existam 37 milhões de cegos no mundo. E 82% das pessoas que vivem com a cegueira têm mais de 50 anos, de acordo com a OMS.

Tipos

Segundo OMS, o termo “visão baixa” é usado para definir pessoas com visão limitada no melhor olho com a melhor correção. É usado o termo “cegueira” quando a pessoa tem uma visão muito baixa no melhor olho com a melhor correção.

A cegueira pode ser transitória, quando ocorre a perda da visão apenas por um intervalo indefinido de tempo, ou definitiva, quando a condição se torna permanente e irreversível.

Causas

As principais causas da cegueira reversíveis são:

  • Catarata
  • Opacidade da córnea
  • Tracoma (conhecida antigamente por “dordolho”)
  • Descolamento de retina (reversível se operado com urgência)
  • Enxaqueca.

As principais causas da cegueira irreversíveis são:

  • Glaucoma avançado
  • DMRI (Degeneração Macular Relacionada à Idade)
  • Retinopatia diabética avançada
  • Deficiência de vitamina A (principalmente em crianças)
  • Neurite óptica, uma inflamação no nervo óptico, que leva as informações da retina para o cérebro
  • Ambliopia (popularmente conhecido como “olho preguiçoso”).

Derrame cerebral (AVC), retinite pigmentosa e tumores são outras causas menos comuns da cegueira.

Fatores de risco

Existem alguns fatores de risco para cegueira ou perda de visão:

  • Idade
  • Pessoas com graus altos de miopia
  • Nascimento prematuro
  • Trauma
  • Cirurgias oculares ou neurológicas
  • Pessoas que trabalham com produtos químicos
  • Pessoas com diabetes.

Diagnóstico de Cegueira e perda de visão

Em todos os casos, o oftalmologista realizará testes de acuidade visual, biomicroscopia, exame de fundo de olho, medida de pressão intraocular e em alguns casos, exame de campo visual para avaliar visão periférica.

O exame oftalmologico consiste em avaliar qual a melhor visão de ambos os olhos com a melhor correção óptica. E caso a melhor visão de ambos os olhos não chegue a ter 100%, o oftalmologista realizará analise de cada estrutura ocular para investigar qual doença justifica a baixa de visão de cada paciente.

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Mais de 500 mil brasileiros sofrem de Cegueira

No próximo sábado (13) é lembrado o Dia do Cego. Criada em 1961, a data tem como objetivo promover a integração das pessoas que apresentam este problema. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 6,5 milhões de brasileiros têm algum tipo de deficiência visual. Deste total, mais de 500 mil pessoas são cegas.

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O oftalmologista Dr. Bruno Prieto, alerta que algumas patologias podem levar a perda total ou parcial da visão. “A principal causa de cegueira é degeneração macular relacionada à idade, uma doença degenerativa que atinge principalmente pessoas com mais de 50 anos. Além disso, problemas como catarata e glaucoma também podem levar a perda da visão”, considera.

O especialista acrescenta que os cegos também devem ter cuidados com os olhos. “Todos devem ir ao oftalmologista ao menos uma vez por ano, e é importante reforçar que até mesmo as pessoas que sofrem de cegueira precisam comparecer a consultas periodicamente.

Assim, o profissional poderá observar o paciente e dar a ele e à família as orientações necessárias para lidar com esta deficiência. Os cegos também podem ter doenças oculares, por isso, a saúde dos olhos dessas pessoas precisa de acompanhamento”, argumenta.

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EBOLA: Saiba Mais

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