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Centros de Atenção Psicossocial – CAPS

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Os Centros de Atenção Psicossocial – CAPS são serviços da Rede de Atenção Psicossocial – RAPS abertos destinados a prestar atenção diária a pessoas com transtornos mentais. Os CAPS oferecem atendimento à população, realizam o acompanhamento clínico e a reinserção social dos usuários pelo acesso ao trabalho, lazer, exercício dos direitos civis e fortalecimento dos laços familiares e comunitários. Os CAPS também atendem aos usuários em seus momentos de crise.

O CAPS apoia usuários e famílias na busca de independência e responsabilidade para com seu tratamento.

São unidades de atendimento intensivo e diário aos portadores de sofrimento psíquico grave, constituindo uma alternativa ao modelo centrado no hospital psiquiátrico e permitem que os usuários permaneçam junto às suas famílias e comunidades. O CAPS é um serviço de saúde aberto e comunitário do SUS, local de referência e tratamento para pessoas que sofrem com transtornos mentais, psicoses, neuroses graves e persistentes e demais quadros que justifiquem sua permanência num dispositivo de atenção diária, personalizado e promotor da vida.

Os projetos desses serviços, muitas vezes, ultrapassam a própria estrutura física, em busca da rede de suporte social, potencializadora de suas ações, preocupando-se com a pessoa, sua história, sua cultura e sua vida cotidiana.

Dispõe de equipe multiprofissional composta por médico/psiquiatra, psicólogos, dentre outros.

Para acesso aos serviços, as pessoas podem ir diretamente as unidades.

Consulte a lista com a rede nacional existente: http://www.brasil.gov.br/

Brasil é 4º em crescimento de suicídios na América Latina

O Brasil é o quarto país latino-americano com o maior crescimento no número de suicídios entre 2000 e 2012, segundo um relatório inédito divulgado nesta quinta-feira pela OMS (Organização Mundial da Saúde).

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O documento, que reúne dados compilados em dez anos de pesquisas sobre o suicidio ao redor do planeta, descreve a questão como um grave problema mundial de saúde pública, frequentemente cercado de tabus, que precisa ser enfrentado pelas autoridades.

De acordo com o relatório, na América Latina, apenas cinco países tiveram um aumento percentual no número de suicídios entre 2000 e 2012: Guatemala (20,6%), México (16,6%), Chile (14,3%), Brasil (10,4%) e Equador (3,4%).

A OMS estima que 800 mil pessoas se suicidam por ano em todo o planeta, uma pessoa a cada 40 segundos. Essa é a segunda maior causa de morte em pessoas entre 15 e 29 anos, enquanto que os mais de 70 anos são aqueles que mais frequentemente se tornam suicidas.

Apesar disso, apenas 28 países têm uma estratégia nacional de prevenção de suicídios, de acordo com a OMS, e o Brasil é um deles. Segundo o Ministério da Saúde, “a rede pública oferece acompanhamento psicológico, psicoterápico e assistência psiquiátrica hospitalar” para prevenir suicídios.

Líder entre latinos

Em números absolutos, o Brasil é líder entre os países latino-americanos, de acordo com o relatório. Foram 11.821 suicídios entre 2010 e 2012.

Apesar de terem apresentado um aumento maior de suicídios que o Brasil, os outros três países que lideram o crescimento de casos na América Latina têm quantidades bem inferiores de casos.

A Guatemala, cuja cifra aumentou 20,6% desde 2000, teve 1.101 registros. Já o México, segundo no ranking, teve 16,6% casos a mais em 2012, mas o país soma 4.951, menos da metade dos casos brasileiros.

No Brasil, chama a atenção o fato de o número de mulheres que tiraram a própria vida ter crescido mais (17, 80%) do que o número de homens (8,20%) no período de 12 anos.

Números do suicídio no Brasil

Suicídios em 2012 Taxa por 100 mil habitantes (2012) Taxa por 100 mil habitantes (2000) Aumento em 12 anos
Mulheres 2.623 2,5 2,1 17,80%
Homens 9.198 9,4 8,7 8,20%
Total 11.821 5,8 5,3 10,40%

Nas escolas

A OMS diz o estigma social associado a desordens mentais impede pessoas de buscar ajuda e, em último caso, acaba levando muitas pessoas a atentar contra a própria vida.

Por isso, a organização está pedindo que os diferentes países ofereçam mais apoio às pessoas que já tentaram alguma vez se matar e que, por isso, fazem parte de um grupo de maior risco.

A meta estabelecida pela organização é reduzir, em 10%, a taxa de suicídio mundial até 2020.

No relatório, a OMS também ataca a mídia, dizendo que publicar notícias com detalhes sobre suicídios estimula outras pessoas a também tentar se matar. Isso teria acontecido recentemente com a cobertura do suicídio do ator hollywoodiano Robin Williams.

Outro ponto levantado pela organização é a necessidade de limitar o acesso das pessoas a armas de fogo e produtos químicos letais.

Ministério da Saúde

A reportagem da BBC Brasil entrou em contato com o Ministério da Saúde para saber se havia alguma ação específica da pasta para tratar o problema crescente do suicídio no país.

Na resposta, o Ministério mencionou um plano de ação chamado “Estratégia de Diretrizes Nacionais de Prevenção do Suicídio”, que inclui 2.128 Centros de Atenção Psicossocial (CAPs) espalhados pelo Brasil para realizar assistência especializada, com capacidade para 43 milhões de atendimentos por ano.

Nesses centros, ainda de acordo com o governo, “o paciente recebe atendimento próximo da família, assistência média e cuidado terapêutico conforme o seu quadro de saúde. O local também prevê a internação quando há orientação médica.”

O investimento total do Ministério da Saúde na prevenção ao suicídio com a criação dos CAPs foi de R$ 2 bilhões nos últimos três anos.

A pasta ainda informou que a rede pública disponibiliza medicamentos gratuitos (sob prescrição médica) para tratar doenças psiquiátricas, como a depressão – uma das causas mais comuns que levam ao suicídio.

Sobre o crescimento do número de suicídios no Brasil, o Ministério disse que “a taxa média brasileira (5,8 por 100 mil habitantes) é praticamente a metade da média mundial (11,4 por 100 mil) e está bem abaixo de outros países da América do Sul, como Argentina (10,3), Bolívia (12,2), Equador (9,2), Uruguai (12,1) e Chile (12,2).”

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.bbc.co.uk/

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No Dia Nacional da Luta por Medicamento, especialistas relatam dificuldades de regulação do fator pela Anvisa

Hoje é comemorado o Dia Nacional da Luta por Medicamento. Mas, será que pacientes crônicos têm muito a comemorar? Basta perguntar a um soropositivo, a um insulino-dependente – casos de diabete – ou a alguém com câncer, o que significa ficar sem medicação. Essa parcela da sociedade, por exemplo, sabe o que é depender de remédios de altos custos que os mantém vivos a cada dia. No Brasil, ainda há um entrave que dificulta o acesso a tratamentos e medicamentos para essas e outros tipos de doenças.

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Isso porque importantes medicamentos para inibição de progressão e avanço de doenças estão em fase de aprovação ou tiveram registro negado por questões burocráticas da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Os entraves ocorrem mesmo com aval de agências reguladoras norte-americana e europeia, como aprovação da pomalidomida, regulada pela Food and Drug Administration (FDA), entidade que regula os medicamentos nos Estados Unidos.

A medicação é usada para o tratamento de pacientes com mieloma múltiplo, tipo de câncer do sangue que atinge a medula óssea e que não tem cura. No Brasil, a Anvisa indeferiu regulação do pomalidomida essencial para pacientes com a doença especificada. O medicamento, de uso oral, inibe o crescimento das células cancerosas.

Cura prejudicada

O médico hematologista Angelo Maiolino, professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e diretor da Associação Brasileira de Hematologia, Hemoterapia e Terapia Celular (ABHH), diz que a pomalidomida representa um significativo avanço no tratamento de pacientes com mieloma múltiplo. O especialista lamenta que o Brasil ainda não tenha aprovado seu uso.

“Isso é um prejuízo para os pacientes brasileiros”, opina a médica hematologista e professora da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, Vania Hungria, que integra os comitês científicos da Associação Brasileira de Leucemia e Linfoma (Abrale) e da International Myeloma Foundation Latin America (IMF). No Brasil, não há estatísticas exatas, mas estima-se haver cerca de 30 mil pacientes em tratamento contra o mieloma múltiplo no País, sendo que 80% deles têm mais de 60 anos de idade.

Para ABHH, a medida priva direito à vida e sobrevida com qualidade a todos os brasileiros que possuem mieloma múltiplo. A entidade diz que não há motivação de caráter legal ou técnico que justifique a decisão da Agência. “O que temos à frente é um câncer incurável. Enquanto não existe a cura o que se busca é ampliar a sobrevida e melhorar a qualidade de vida. Assim temos de buscar todos os instrumentos com eficácia comprovada que estiverem ao nosso alcance”, frisa o hematologista Carmino Antônio de Souza, diretor-científico da ABHH.

Souza relata ainda que no Brasil o processo de aprovação e incorporação de novos medicamentos é extremamente lento, o que coloca os pacientes brasileiros em posição de desigualdade na luta pela cura, tratamento e controle de um grande número de doenças. Há quatro anos a comunidade científica brasileira tem mostrado estudos que justificam um parecer positivo ao registro do medicamento no País. Inclusive, o medicamento já é utilizado em mais de 80 países e tem aprovação nos Estados Unidos, pelo FDA, e na Europa, pela European Medicines Agency (EMEA), além de países sul-americanos.

Mais entraves

Outro problema enfrentado por pacientes, em especial os do Sistema Único de Saúde (SUS), é que mesmo aprovados, alguns medicamentos não chegam até a rede pública. O que contribui para fracassos de resultados esperados devido à ausência de complementos relevantes para manutenção e possível cura de determinada doenças.

O País também encara o problema de distribuição, como ocorre com os medicamentos de coagulação para indivíduos com hemofilia. Mesmo distribuídos pelo Ministério da Saúde (MS), o repasse de órgãos estaduais e municipais não são feitos e o remédio não chega até o paciente. Conforme a pasta da Saúde, o Brasil ocupa a terceira posição mundial em relação ao número de pacientes com hemofilia. Estima-se que mais de 10 mil brasileiros convivam com a doença.

Vias legais

Carmino de Souza, diretor da ABHH, explica que para ter acessos a alguns medicamentos, muitos pacientes e familiares recorrem à justiça, individualmente ou por meio de Organizações Não Governamentais (Ongs) e outras instituições, prática conhecida como “judicialização da saúde”.

Muitas iniciativas já foram tomadas para facilitar o acesso da população de baixa renda a medicamentos, como a distribuição gratuita de remédios considerados vitais para saúde de determinados pacientes. Além da quebra de patentes dos grandes laboratórios farmacêuticos. A difusão do medicamento genérico no Brasil também representou um grande avanço. Mas, ainda assim, é preciso avançar, caminhar na expectativa de que a saúde é um bem da humanidade e não um produto de interesses mercadológicos ou de terceiros.

(Com informações da RS Press)

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.dm.com.br/

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Saúde nas Eleições 2014

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Atividade física deve ser recomendada como tratamento e prevenção de Doenças

Apesar de a prática de exercício físico regular trazer inúmeros benefícios à saúde e ser um dos métodos preventivos mais eficientes contra muitas doenças, segundo a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), o sedentarismo é uma das principais causas das 300 mil mortes anuais por doenças cardíacas do país.

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Para o cardiologista e médico do esporte Daniel Kopiler, a atividade física deveria ser recomendada como medicação.

“O maior desafio é tornar a atividade física uma prioridade para melhorar a saúde da população e reduzir os riscos de doenças como diabetes, hipertensão, obesidade, entre outras”, defende.

De acordo com o especialista, “o exercício físico diminui em cerca de 30% os riscos de desenvolver doença coronariana, e reduz aproximadamente em 50% os riscos de hipertensão”.

Segundo Kopiler, um levantamento realizado com cardiologistas nos EUA mostrou que apenas 15 em cada 100 médicos reforçavam voluntariamente a importância da atividade física para seus pacientes em reabilitação cardíaca.

“Há muitas pesquisas sobre novos medicamentos, mas o melhor deles, o mais antigo e democrático, tem sido preterido. Todos os profissionais de saúde deveriam recomendar atividade física para tratamento e prevenção de doenças”, recomenda.

Um estudo realizado em 2002 pelo pesquisador Jonathan Myers (Universidade Stanford, EUA) comparou a aptidão física entre homens até 70 anos com e sem doença cardiovascular.

As pessoas sem doença cardiovascular que não tinham preparo físico adequado apresentaram risco de mortalidade duas vezes maior do que o grupo que tinha doença cardiovascular e ótimo preparo físico.

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“Há outros estudos comparando pessoas apenas com hipertensão e hipertensos com outros fatores de risco, como diabetes e colesterol elevado. Os resultados mostraram que os com melhor preparo físico conseguiram diminuir o impacto dos outros fatores de risco”, conta Kopiler.

Segundo um estudo de 2012, liderado por I-Min Lee, na América Latina, o estilo de vida sedentário é responsável por 11,4% de todas as mortes por doenças como diabetes, problemas cardíacos e câncer de mama e do cólon.

A busca por alternativas para estimular a população a ter uma vida mais ativa será discutida por profissionais de saúde da América Latina na Série Científica Latino-Americana 2014, em Buenos Aires, nos dias 11 e 12 de setembro.

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Caminhada é a atividade física preferida dos brasileiros, diz pesquisa

Quando o brasileiro resolve abandonar a vida sedentária, nada supera a escolha pela caminhada. É essa a atividade mais praticada pelos brasileiros, segundo um estudo realizado pelo Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Nutrição e Saúde (Nupens – USP).

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Um novo estudo revelou alguns dados interessantes sobre o perfil da população ativa. A pesquisa foi realizada entre 2006 e 2012 com moradores de todas as capitais brasileiras, por meio de entrevistas feitas pelo Vigitel (Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico), do Ministério da Saúde.

A conclusão é que 18,1% dos entrevistados elegeram a caminhada como principal atividade. Em segundo lugar, ficou a musculação e ginástica com 11,2%. Já para 7,2%, a prática do futebol foi eleita como uma maneira de se exercitar e a corrida é a opção de 3,1%.

A bicicleta é a escolha de 2% dos entrevistados. Outras atividades, como natação e hidroginástica, também foram citadas, porém não ganharam destaque pelo baixo percentual. “A estagnação do ciclismo nas capitais pode ser associada à escassez de áreas seguras para o uso da bicicleta”, explica o professor Rafael Moreira Claro, do Departamento de Nutrição da Escola de Enfermagem da UFMG (EEUFMG), um dos autores do estudo.

Para ele, é preciso preservar na cidade uma boa infraestrutura para a prática de exercícios. “O grande número de pessoas que fazem da caminhada e da corrida suas atividades físicas (mais de um quinto da população) destaca a importância da manutenção das condições adequadas para a realização dessa atividade nas grandes cidades, como a conservação de calçadas, parques e praças”.

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10 Coisas que você precisa saber sobre Atividade Física

Conheça os benefícios da realização de exercícios no 10 Coisas que Você Precisa Saber Sobre Atividades Físicas. Lembrando que o sedentarismo é uma das principais causas de doenças cardiovasculares, diabetes, obesidade e outras doenças crônicas não transmissíveis.

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Confira, então, os 10 coisas que você precisa saber sobre atividade física:

  1. A prática de exercícios, de intensidade moderada, durante meia hora por dia é suficiente para que o cidadão deixe de ser sedentário. Estes trinta minutos podem ser contínuos ou divididos em três períodos de 10 minutos cada.
  2. Quando se fala em exercícios, o mais importante é que você pratique alguma atividade que se adapte ao seu estilo de vida e que seja do seu agrado. Caso contrário, são muitas as chances de interrupções.
  3. Pequenas modificações no hábito diário – como subir escadas, saltar do ônibus um ponto antes, passear com cachorro, varrer, cuidar do jardim, lavar o carro, etc. – podem ajudá-lo a movimentar mais e servir como um estímulo para o início de uma atividade física diária.
  4. Os efeitos benéficos da atividade física ocorrem para as pessoas que se exercitam com regularidade. Aqueles com IMC entre 25 e 30 (sobrepeso), nestas condições, podem ter um risco menor de desenvolver diabetes e outras doenças metabólicas do que os sedentários.
  5. De acordo com o United States Departament of Health and Human Services, é importante os adultos pratiquem duas horas de atividades anaeróbicas (musculação localizada), por semana, além dos 30 minutos de caminhada intensa por dia. Nos casos de pessoas com diabetes, hipertensão, obesidade e pessoas com problemas no metabolismo ósseo, por exemplo, é preciso ter um cuidado especial na escolha dos exercícios a praticar. Nestes casos, é imprescindível o acompanhamento de um profissional.
  6. 1 minuto de atividade física intensa é compatível com 2 minutos de atividade moderada. Caminhada em ritmo acelerado, hidroginástica, passeio de bicicleta e jogo de tênis em dupla são alguns dos exemplos para atividade moderada. Já a corrida, a natação, o basquete e a corrida de bicicleta são consideradas intensas.
  7. Durante a prática de um exercício físico é possível que haja uma redução na taxa de glicose da pessoa. O indicado, principalmente para pessoas com diabetes, é que carreguem consigo algum tipo de carboidrato de rápida absorção.
  8. As atividades físicas melhoram a sensação de bem-estar, diminuem a ansiedade e a probabilidade de depressão, por liberarem a serotonina (hormônio conhecido como “molécula da felicidade”).
  9. Dentre os benefícios da prática de exercícios estão: a diminuição do apetite, a melhora do humor, a perda de gordura (emagrecimento), o enrijecimento dos músculos, a melhora da imunidade e o retardo do envelhecimento.
  10. Em uma recente pesquisa feita pelo Overseas Development Institute, na Grã Bretanha, mostrou que o número de aldutos obesos cresceu quatro vezes nos últimos 30 anos, em paises em desenvolvimento, ou seja, são mais de 1 bilhão de pessoas acima do peso.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.endocrino.org.br/

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Atividade Física regular auxilia na prevenção e redução do Colesterol

A prática contínua de exercícios físicos pode prolongar a vida com qualidade e independência
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Um dos fatores determinantes que contribuem para o colesterol alto e as doenças cardiovasculares é a inatividade física. “A falta de atividade física é um problema cultural mundial”, afirma Dr. Mauro Guiselini, consultor científico das atividades físicas do projeto “Uma cidade, um desafio”. De acordo com a pesquisa Vigitel, realizada pelo Ministério da Saúde em 2012 no Brasil, apenas 33,5% da população adulta pratica o nível recomendado de atividades físicas em seu tempo livre. Outro dado relevante apontou que a prática do nível recomendado de atividade física no tempo livre foi maior entre os homens (41,5%) do que entre as mulheres (26,5%).
Estudos já comprovaram que a prática de exercícios físicos é benéfica para a prevenção e o combate de diversas doenças, inclusive as cardiovasculares. A prática regular de atividades físicas pode promover uma melhora no funcionamento do sistema cardiovascular, que por sua vez utiliza a gordura como uma das fontes de energia, gastando o seu excesso. A atividade física regular pode melhorar não somente a saúde, mas também a capacidade funcional, qualidade de vida e independência das pessoas. Segundo Dr. Mauro, recomenda-se que seja feita pelo menos três vezes por semana, sendo cinco o ideal. “As pessoas que gastam de 2000 a 2500 calorias adicionais por meio de atividades cotidianas e exercícios, diminuem a mortalidade decorrente de doenças do coração. Essas medidas não farão o indivíduo viver mais, mas evitarão que morra mais cedo”, explica.
Os especialistas recomendam manter-se em movimento sempre, isso quer dizer que até mesmo as atividades do dia-a-dia são importantes, como uma caminhada até o supermercado, fazer tarefas domésticas, jardinagem etc. As atividades esportivas e recreativas como caminhadas com passos moderados, subir escadas, fazer aulas de aeróbica, pilates, treinos de circuitos leves e de malhação leve também são essenciais para manter o corpo em forma ativa, melhorando a saúde cardíaca e ajudando no combate ao colesterol ruim. Vale ressaltar que, antes de iniciar uma rotina de atividades físicas, é importante procurar um médico. Além disso, todo exercício deve respeitar o nível de condicionamento físico de quem pratica.
Ainda segundo o Dr. Mauro é importante que a população receba incentivos das autoridades, imprensa e de empresas privadas. “As pessoas precisam se identificar com os formadores de opinião para que vejam que a atividade física é para todos”, afirma o consultor.
Para conscientizar a população da importância de cuidar da saúde do coração, a Becel Pro-Activ trouxe para o Brasil o projeto “Uma cidade, um desafio”. O objetivo do programa é reduzir o colesterol e trazer hábitos mais saudáveis para uma cidade, no prazo de três semanas. O local escolhido foi Santo Antônio do Pinhal, munícipio localizado na região Metropolitana do Vale do Paraíba, Estado de São Paulo.
“No geral tenho uma boa alimentação, por isso, acredito que o meu colesterol está alto por conta da falta de atividades físicas. Depois que o projeto “Uma cidade, um desafio” terminar, quero continuar com os exercícios, vou fazer caminhadas ou entrar em uma academia. Não quero mais parar!”, afirmou Ludovirna Alves da Silva, 65 anos, aposentada, moradora de Santo Antônio do Pinhal e participante do projeto.
Nos dias 1, 2 e 3 de agosto mais de 1200 pessoas realizaram exames para medir o colesterol, glicose no sangue, pressão arterial, circunferência abdominal e IMC. Do total, 41,20% eram homens, 58,80% mulheres e 42,2% tinham mais que 50 anos. Um dado preocupante é que 35,4% apresentaram o colesterol fora dos níveis recomendados. De acordo com a Diretriz Brasileira de Dislipidemias e Prevenção da Aterosclerose da Sociedade Brasileira de Cardiologia *o valor ideal para o LDL colesterol é abaixo de 100 mg/dl, enquanto para HDL colesterol deve ser maior do que 60 mg/dl. Já o Colesterol total desejável é inferior a 200 mg/dl.
Desde o dia 6 e até o dia 29 de agosto todos participantes do projeto estão recebendo instruções nutricionais, além de praticarem exercícios físicos regularmente e consumirem diariamente 20g de Becel Pró-Activ. O projeto é inédito no Brasil, mas já foi realizado com sucesso pela marca em outros países, como Alemanha, África do Sul, Austrália, Espanha, Grécia e Inglaterra. Aqui, a iniciativa tem o apoio do Departamento de Aterosclerose da Sociedade Brasileira de Cardiologia.
Ao final das três semanas de programa os participantes voltarão a ter o colesterol medido para avaliar o impacto das mudanças de hábito no LDL-Colesterol.
Para conhecer mais sobre o projeto “Uma cidade, um desafio” e compartilhar as informações com outras pessoas, acesse http://www.becel.com.br/desafio-proactiv.
*Os valores mencionados são para adultos maiores de 20 anos.
Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.segs.com.br/

Educação Física é fundamental

Saúde e bem-estar são temas cada vez mais evidentes na rotina das pessoas. Isso reflete desde a infância, com a preocupação dos pais em estimular os filhos para uma vida mais saudável, buscando alternativas para adotar hábitos que possam prevenir doenças.

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As aulas de Educação Física, que para muitos é sinônimo de lazer, são na realidade uma atividade para incentivar as crianças a se movimentarem e praticarem exercícios físicos que são grandes aliados no combate a doenças relacionadas ao sedentarismo, como obesidade, diabetes e problemas cardíacos.

A disciplina é essencial para auxiliar o desenvolvimento motor das crianças, além de desenvolver o espírito de liderança e trabalho em equipe. Por isso, é fundamental que as escolas possuam profissionais capacitados, que consigam planejar aulas que aliem teoria e prática e despertem o prazer pela atividade física.

O envolvimento e o estímulo para a aprendizagem da disciplina estão na vivência prática do movimento pelo aluno, seja esta por meio do exercício, da atividade lúdica, do jogo, das brincadeiras e outros.

O lazer e a recreação devem ser obrigatórios no conteúdo curricular de todas as escolas, que devem oferecer jogos, brincadeiras e brinquedos, visto o potencial deste conteúdo no processo de ensino das crianças – tudo a ser trabalhado com responsabilidade.

A aula de Educação Física é o momento de praticar a saúde e aprender um pouco sobre o universo esportivo. Os esportes devem ser ensinados na escola, respeitando a metodologia, fundamentos, regras, aspectos técnicos e táticos.

Para crianças e adolescentes o objetivo da disciplina é a promoção do esporte com todos os benefícios inerentes aos que o praticam, e nesse caso, sem a exigência da perfeição do movimento técnico, pois este será necessário apenas aos futuros atletas.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://diariocatarinense.clicrbs.com.br/

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