Posts Tagged 'Educação Física'

Dia do Profissional de Educação Física

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Hoje, 1º de setembro, é Dia do Profissional de Educação Física. Aquele que garante nossa saúde física, reduzindo riscos de acidentes, determinando os exercícios adequados ao nosso perfil e nossos objetivos, sejam eles: melhorar o condicionamento físico, combater a obesidade e até mesmo recuperar de lesões sofridas.

Para quem não é fã de academia e não sabe onde procurar bons profissionais de educação física, já ouviu falar no FITFLY? Na busca de conteúdo pra o tema de hoje, encontrei este aplicativo, lançado em 2015: o FITFLY. Ele oferece conexão direta com profissionais de educação física cadastrados na plataforma. Após fazer o download pelo Google Play ou Apple Store, você contrata seu “coach” para a modalidade que preferir: corrida, funcional, musculação e/ou crossfit.  Sua escolha pode ser também por objetivo: emagrecer, ganhar massa muscular e saúde.

Como funciona: o profissional de educação física paga menos de R$ 40 para se cadastrar. O aluno pode negociar direto com o profissional ou adquirir o serviço através do site quando é cobrado uma taxa de intermediação. Segue o site: https://fitfly.com.br

Segundo a fonte, todos os profissionais cadastrados no site são registrados no Conselho de Educação Física.

Para quem não gosta de academia, é uma opção bem interessante.

Fontes: http://www.confef.org.br

https://fitfly.com.br

http://blogs.oglobo.globo.com/esporte-e-inovacao/post/tem-que-malhar.html

http://emais.estadao.com.br/noticias/bem-estar,medico-alerta-sobre-necessidade-de-acompanhamento-durante-exercicios-fisicos,10000006885

Fonte da imagem: Pixabay

Atividade física deve ser recomendada como tratamento e prevenção de Doenças

Apesar de a prática de exercício físico regular trazer inúmeros benefícios à saúde e ser um dos métodos preventivos mais eficientes contra muitas doenças, segundo a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), o sedentarismo é uma das principais causas das 300 mil mortes anuais por doenças cardíacas do país.

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Para o cardiologista e médico do esporte Daniel Kopiler, a atividade física deveria ser recomendada como medicação.

“O maior desafio é tornar a atividade física uma prioridade para melhorar a saúde da população e reduzir os riscos de doenças como diabetes, hipertensão, obesidade, entre outras”, defende.

De acordo com o especialista, “o exercício físico diminui em cerca de 30% os riscos de desenvolver doença coronariana, e reduz aproximadamente em 50% os riscos de hipertensão”.

Segundo Kopiler, um levantamento realizado com cardiologistas nos EUA mostrou que apenas 15 em cada 100 médicos reforçavam voluntariamente a importância da atividade física para seus pacientes em reabilitação cardíaca.

“Há muitas pesquisas sobre novos medicamentos, mas o melhor deles, o mais antigo e democrático, tem sido preterido. Todos os profissionais de saúde deveriam recomendar atividade física para tratamento e prevenção de doenças”, recomenda.

Um estudo realizado em 2002 pelo pesquisador Jonathan Myers (Universidade Stanford, EUA) comparou a aptidão física entre homens até 70 anos com e sem doença cardiovascular.

As pessoas sem doença cardiovascular que não tinham preparo físico adequado apresentaram risco de mortalidade duas vezes maior do que o grupo que tinha doença cardiovascular e ótimo preparo físico.

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“Há outros estudos comparando pessoas apenas com hipertensão e hipertensos com outros fatores de risco, como diabetes e colesterol elevado. Os resultados mostraram que os com melhor preparo físico conseguiram diminuir o impacto dos outros fatores de risco”, conta Kopiler.

Segundo um estudo de 2012, liderado por I-Min Lee, na América Latina, o estilo de vida sedentário é responsável por 11,4% de todas as mortes por doenças como diabetes, problemas cardíacos e câncer de mama e do cólon.

A busca por alternativas para estimular a população a ter uma vida mais ativa será discutida por profissionais de saúde da América Latina na Série Científica Latino-Americana 2014, em Buenos Aires, nos dias 11 e 12 de setembro.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://saude.terra.com.br/

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Caminhada é a atividade física preferida dos brasileiros, diz pesquisa

Quando o brasileiro resolve abandonar a vida sedentária, nada supera a escolha pela caminhada. É essa a atividade mais praticada pelos brasileiros, segundo um estudo realizado pelo Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Nutrição e Saúde (Nupens – USP).

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Um novo estudo revelou alguns dados interessantes sobre o perfil da população ativa. A pesquisa foi realizada entre 2006 e 2012 com moradores de todas as capitais brasileiras, por meio de entrevistas feitas pelo Vigitel (Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico), do Ministério da Saúde.

A conclusão é que 18,1% dos entrevistados elegeram a caminhada como principal atividade. Em segundo lugar, ficou a musculação e ginástica com 11,2%. Já para 7,2%, a prática do futebol foi eleita como uma maneira de se exercitar e a corrida é a opção de 3,1%.

A bicicleta é a escolha de 2% dos entrevistados. Outras atividades, como natação e hidroginástica, também foram citadas, porém não ganharam destaque pelo baixo percentual. “A estagnação do ciclismo nas capitais pode ser associada à escassez de áreas seguras para o uso da bicicleta”, explica o professor Rafael Moreira Claro, do Departamento de Nutrição da Escola de Enfermagem da UFMG (EEUFMG), um dos autores do estudo.

Para ele, é preciso preservar na cidade uma boa infraestrutura para a prática de exercícios. “O grande número de pessoas que fazem da caminhada e da corrida suas atividades físicas (mais de um quinto da população) destaca a importância da manutenção das condições adequadas para a realização dessa atividade nas grandes cidades, como a conservação de calçadas, parques e praças”.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.tribunadabahia.com.br/

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10 Coisas que você precisa saber sobre Atividade Física

Conheça os benefícios da realização de exercícios no 10 Coisas que Você Precisa Saber Sobre Atividades Físicas. Lembrando que o sedentarismo é uma das principais causas de doenças cardiovasculares, diabetes, obesidade e outras doenças crônicas não transmissíveis.

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Confira, então, os 10 coisas que você precisa saber sobre atividade física:

  1. A prática de exercícios, de intensidade moderada, durante meia hora por dia é suficiente para que o cidadão deixe de ser sedentário. Estes trinta minutos podem ser contínuos ou divididos em três períodos de 10 minutos cada.
  2. Quando se fala em exercícios, o mais importante é que você pratique alguma atividade que se adapte ao seu estilo de vida e que seja do seu agrado. Caso contrário, são muitas as chances de interrupções.
  3. Pequenas modificações no hábito diário – como subir escadas, saltar do ônibus um ponto antes, passear com cachorro, varrer, cuidar do jardim, lavar o carro, etc. – podem ajudá-lo a movimentar mais e servir como um estímulo para o início de uma atividade física diária.
  4. Os efeitos benéficos da atividade física ocorrem para as pessoas que se exercitam com regularidade. Aqueles com IMC entre 25 e 30 (sobrepeso), nestas condições, podem ter um risco menor de desenvolver diabetes e outras doenças metabólicas do que os sedentários.
  5. De acordo com o United States Departament of Health and Human Services, é importante os adultos pratiquem duas horas de atividades anaeróbicas (musculação localizada), por semana, além dos 30 minutos de caminhada intensa por dia. Nos casos de pessoas com diabetes, hipertensão, obesidade e pessoas com problemas no metabolismo ósseo, por exemplo, é preciso ter um cuidado especial na escolha dos exercícios a praticar. Nestes casos, é imprescindível o acompanhamento de um profissional.
  6. 1 minuto de atividade física intensa é compatível com 2 minutos de atividade moderada. Caminhada em ritmo acelerado, hidroginástica, passeio de bicicleta e jogo de tênis em dupla são alguns dos exemplos para atividade moderada. Já a corrida, a natação, o basquete e a corrida de bicicleta são consideradas intensas.
  7. Durante a prática de um exercício físico é possível que haja uma redução na taxa de glicose da pessoa. O indicado, principalmente para pessoas com diabetes, é que carreguem consigo algum tipo de carboidrato de rápida absorção.
  8. As atividades físicas melhoram a sensação de bem-estar, diminuem a ansiedade e a probabilidade de depressão, por liberarem a serotonina (hormônio conhecido como “molécula da felicidade”).
  9. Dentre os benefícios da prática de exercícios estão: a diminuição do apetite, a melhora do humor, a perda de gordura (emagrecimento), o enrijecimento dos músculos, a melhora da imunidade e o retardo do envelhecimento.
  10. Em uma recente pesquisa feita pelo Overseas Development Institute, na Grã Bretanha, mostrou que o número de aldutos obesos cresceu quatro vezes nos últimos 30 anos, em paises em desenvolvimento, ou seja, são mais de 1 bilhão de pessoas acima do peso.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.endocrino.org.br/

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Atividade Física regular auxilia na prevenção e redução do Colesterol

A prática contínua de exercícios físicos pode prolongar a vida com qualidade e independência
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Um dos fatores determinantes que contribuem para o colesterol alto e as doenças cardiovasculares é a inatividade física. “A falta de atividade física é um problema cultural mundial”, afirma Dr. Mauro Guiselini, consultor científico das atividades físicas do projeto “Uma cidade, um desafio”. De acordo com a pesquisa Vigitel, realizada pelo Ministério da Saúde em 2012 no Brasil, apenas 33,5% da população adulta pratica o nível recomendado de atividades físicas em seu tempo livre. Outro dado relevante apontou que a prática do nível recomendado de atividade física no tempo livre foi maior entre os homens (41,5%) do que entre as mulheres (26,5%).
Estudos já comprovaram que a prática de exercícios físicos é benéfica para a prevenção e o combate de diversas doenças, inclusive as cardiovasculares. A prática regular de atividades físicas pode promover uma melhora no funcionamento do sistema cardiovascular, que por sua vez utiliza a gordura como uma das fontes de energia, gastando o seu excesso. A atividade física regular pode melhorar não somente a saúde, mas também a capacidade funcional, qualidade de vida e independência das pessoas. Segundo Dr. Mauro, recomenda-se que seja feita pelo menos três vezes por semana, sendo cinco o ideal. “As pessoas que gastam de 2000 a 2500 calorias adicionais por meio de atividades cotidianas e exercícios, diminuem a mortalidade decorrente de doenças do coração. Essas medidas não farão o indivíduo viver mais, mas evitarão que morra mais cedo”, explica.
Os especialistas recomendam manter-se em movimento sempre, isso quer dizer que até mesmo as atividades do dia-a-dia são importantes, como uma caminhada até o supermercado, fazer tarefas domésticas, jardinagem etc. As atividades esportivas e recreativas como caminhadas com passos moderados, subir escadas, fazer aulas de aeróbica, pilates, treinos de circuitos leves e de malhação leve também são essenciais para manter o corpo em forma ativa, melhorando a saúde cardíaca e ajudando no combate ao colesterol ruim. Vale ressaltar que, antes de iniciar uma rotina de atividades físicas, é importante procurar um médico. Além disso, todo exercício deve respeitar o nível de condicionamento físico de quem pratica.
Ainda segundo o Dr. Mauro é importante que a população receba incentivos das autoridades, imprensa e de empresas privadas. “As pessoas precisam se identificar com os formadores de opinião para que vejam que a atividade física é para todos”, afirma o consultor.
Para conscientizar a população da importância de cuidar da saúde do coração, a Becel Pro-Activ trouxe para o Brasil o projeto “Uma cidade, um desafio”. O objetivo do programa é reduzir o colesterol e trazer hábitos mais saudáveis para uma cidade, no prazo de três semanas. O local escolhido foi Santo Antônio do Pinhal, munícipio localizado na região Metropolitana do Vale do Paraíba, Estado de São Paulo.
“No geral tenho uma boa alimentação, por isso, acredito que o meu colesterol está alto por conta da falta de atividades físicas. Depois que o projeto “Uma cidade, um desafio” terminar, quero continuar com os exercícios, vou fazer caminhadas ou entrar em uma academia. Não quero mais parar!”, afirmou Ludovirna Alves da Silva, 65 anos, aposentada, moradora de Santo Antônio do Pinhal e participante do projeto.
Nos dias 1, 2 e 3 de agosto mais de 1200 pessoas realizaram exames para medir o colesterol, glicose no sangue, pressão arterial, circunferência abdominal e IMC. Do total, 41,20% eram homens, 58,80% mulheres e 42,2% tinham mais que 50 anos. Um dado preocupante é que 35,4% apresentaram o colesterol fora dos níveis recomendados. De acordo com a Diretriz Brasileira de Dislipidemias e Prevenção da Aterosclerose da Sociedade Brasileira de Cardiologia *o valor ideal para o LDL colesterol é abaixo de 100 mg/dl, enquanto para HDL colesterol deve ser maior do que 60 mg/dl. Já o Colesterol total desejável é inferior a 200 mg/dl.
Desde o dia 6 e até o dia 29 de agosto todos participantes do projeto estão recebendo instruções nutricionais, além de praticarem exercícios físicos regularmente e consumirem diariamente 20g de Becel Pró-Activ. O projeto é inédito no Brasil, mas já foi realizado com sucesso pela marca em outros países, como Alemanha, África do Sul, Austrália, Espanha, Grécia e Inglaterra. Aqui, a iniciativa tem o apoio do Departamento de Aterosclerose da Sociedade Brasileira de Cardiologia.
Ao final das três semanas de programa os participantes voltarão a ter o colesterol medido para avaliar o impacto das mudanças de hábito no LDL-Colesterol.
Para conhecer mais sobre o projeto “Uma cidade, um desafio” e compartilhar as informações com outras pessoas, acesse http://www.becel.com.br/desafio-proactiv.
*Os valores mencionados são para adultos maiores de 20 anos.
Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.segs.com.br/

Educação Física é fundamental

Saúde e bem-estar são temas cada vez mais evidentes na rotina das pessoas. Isso reflete desde a infância, com a preocupação dos pais em estimular os filhos para uma vida mais saudável, buscando alternativas para adotar hábitos que possam prevenir doenças.

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As aulas de Educação Física, que para muitos é sinônimo de lazer, são na realidade uma atividade para incentivar as crianças a se movimentarem e praticarem exercícios físicos que são grandes aliados no combate a doenças relacionadas ao sedentarismo, como obesidade, diabetes e problemas cardíacos.

A disciplina é essencial para auxiliar o desenvolvimento motor das crianças, além de desenvolver o espírito de liderança e trabalho em equipe. Por isso, é fundamental que as escolas possuam profissionais capacitados, que consigam planejar aulas que aliem teoria e prática e despertem o prazer pela atividade física.

O envolvimento e o estímulo para a aprendizagem da disciplina estão na vivência prática do movimento pelo aluno, seja esta por meio do exercício, da atividade lúdica, do jogo, das brincadeiras e outros.

O lazer e a recreação devem ser obrigatórios no conteúdo curricular de todas as escolas, que devem oferecer jogos, brincadeiras e brinquedos, visto o potencial deste conteúdo no processo de ensino das crianças – tudo a ser trabalhado com responsabilidade.

A aula de Educação Física é o momento de praticar a saúde e aprender um pouco sobre o universo esportivo. Os esportes devem ser ensinados na escola, respeitando a metodologia, fundamentos, regras, aspectos técnicos e táticos.

Para crianças e adolescentes o objetivo da disciplina é a promoção do esporte com todos os benefícios inerentes aos que o praticam, e nesse caso, sem a exigência da perfeição do movimento técnico, pois este será necessário apenas aos futuros atletas.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://diariocatarinense.clicrbs.com.br/

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Atividade Física para o Corpo e a Mente

Ontem , 1º de setembro foi o Dia do Profissional de Educação Física, para lembrar a data vamos falar sobre a importância da atividade física. A atividade física ideal é aquela que dá prazer e respeita as restrições de cada um. Em todos os casos, o acompanhamento profissionais é imprescindível.

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O corpo não foi feito para ficar parado. Entretanto, a vida moderna o transformou em ferramenta das obrigações diárias. E é aí que entra a atividade física, como opção lúdica e eficiente de movimentar o corpo.

O geriatra João Macedo explica que, de uma maneira geral, a atividade física beneficia todos os grupos etários. “E aquele que mais extrai benefício é justamente o dos idosos. E nunca é tarde para começar”. E o início deve levar em conta o prazer que a pessoa terá com esse exercício.

Segundo o geriatra João Bastos Freire, a partir dos 30 anos, a pessoa passa a perder massa muscular. “Se você perde músculo, você está perdendo força”, alerta. Por isso, ele comenta que as melhores atividades são aquelas de resistência ou contra resistência, do tipo musculação.

E foi essa atividade, atrelada a caminhada, que Socorro Catunda, que afirma ter mais de 60 e menos de 65, escolheu. Mesmo morando próximo a uma praça, Socorro prefere ir até a Beira Mar antes das 6 horas para caminhar. Ela comenta que até tem preguiça, mas se sente muito bem após as atividades físicas, que evitam doenças e ainda a fazem conhecer pessoas ótimas.

Segundo o geriatra e professor da UFC, João Macedo, a não recomendação de uma determinada atividade para os idosos está relacionada à situação da saúde de cada pessoa e não pelo fator idade. Por isso, a importância de ser acompanhado por um médico.

Hidroginástica
Nas piscinas das academias cidade afora, seja no início ou fim do dia, elas são maioria. São as pessoas com mais de 60 anos que tomam conta das aulas de hidroginástica e transformam a piscina em local de convivência, alegria e exercício físico.

Luis Camilo Sobrinho despista a idade e dá uma dica não muito certeira: “Tenho mais de 60 e menos de 80 anos”. Se a exatidão da idade falha, ao falar do tempo que faz hidroginástica não vacila, afinal são 18 anos de atividade.

O funcionário público aposentado iniciou o exercício por indicação de um amigo e não parou mais. Atualmente, vai até cinco vezes por semana, mas não é só o exercício que o fidelizou, mas também o ambiente da academia. Um combo que beneficia a saúde física, mental e social. “Eu estou muito habituado aqui. Chego mais cedo, me divirto demais”, comentou enquanto esperava o início da aula.

O educador físico Sandro Teixeira é o professor das aulas animadas de Luiz Camilo. Segundo ele, atualmente, as pessoas de 60 anos são os jovens, pois alunos de 70, 80 e até 90 anos já são comuns, quadro que se inverteu desde que começou a dar aulas há 20 anos. “Eles vem muito em busca da socialização, pois muitos moram sozinhos. Estão em busca de um grupo e ainda contam com os benefícios do exercício”, comentou Sandro. Ele indica que mesmo aqueles que não tinham hábito de praticar atividades, conseguem resultados satisfatórios, desde que o exercício seja feito com regularidade. (Samaísa dos Anjos)

Saiba mais

Qualquer atividade física deve ser acompanhada por profissionais qualificados.

Os profissionais da saúde e da educação física apontam que os exercícios não possuem contraindicações para as pessoas da terceira idade.

Entretanto, cada um deve realizar atividades que respeitem as restrições do próprio corpo, assim como desenvolver exercícios que auxiliem os pontos da saúde que estão mais frágeis.

Segundo o geriatra João Macedo, “o idoso que tem uma diminuição da força muscular tem maior risco de se internar e, até de morte. É tanto que a gente diz que a força muscular proximal é um sinal vital para o idoso”.

Fique de olho! 

Caminhada 
Apesar de ser uma atividade genérica, algumas pessoas devem evitar a caminhada. Aquelas que tem artrose nos joelhos ou quadris, por exemplo, são mais indicadas a realizar exercícios em água.

Hidroginástica
É um exercícios de baixo impacto, por isso é muito procurado por idosos com restrições médicas. Segundo o professor Sandro Teixeira, os 50 minutos de aula englobam a parte aeróbica e exercícios localizados, trabalhando o corpo todo ao fim da semana.

Treinamento funcional
Segundo o professor Flávio Soares, os circuitos do TF são compostos por exercícios que preparam para situações reais do dia-a-dia, potencializando as funcionalidades do corpo, como agilidade, equilíbrio (estático e dinâmico) e força. Flávio também indicou que muitos exercícios são desafiantes, por isso as pessoas se sentem estimuladas.

Musculação
Estudos indicam que essa atividade melhora a estabilidade postural e a força muscular. Fortalecer a musculatura é uma forma de prevenir as quedas, constantes na vida de muitos idosos e garantir sua autonomia.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site:  http://opovo.com.br

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Alimentação Inadequada e Sedentarismo: o gatilho para a Obesidade

O consumo de feijão e arroz cai, enquanto cresce a procura pelos lanches fast-foods; aumenta o tempo médio diante da TV – é de 5 horas/dia, com um acréscimo de 15 minutos nos últimos quatro anos. A mudança de hábitos alimentares e o sedentarismo têm contribuído para o aumento da obesidade e do diabetes, males comuns em todo o mundo, mas que atingem ainda mais os latinos, os negros e a população dos países em desenvolvimento.

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Os dados foram apresentador pela professora de Educação Física da Sudesb, Ana Teresa Fernandez, ao abordar o tema “Importância da Atividade Física para a Obesidade”, no grupo de Reflexão do Núcleo de Obesidade do Centro de Diabetes e Endocrinologia da Bahia (Cedeba), onde também frequentam pacientes que estão sendo preparados para a cirurgia bariátrica.

Ana Teresa Fernandez explicou que se a ingestão de calorias é maior do que o gasto do organismo, estabelece- se o caminho para a obesidade.Tanto assim – pontuou – que atletas de alta performance chegam a consumir sete mil calorias/dia e não engordam. Dentro dessa lógica, além da atividade física regular – mínimo de 30 minutos três vezes por semana – é desejável que a pessoa se movimente na sua vida diária.

Benefícios da Atividade Física

A atividade física traz muitos benefícios, além do controle do peso corporal, como destacou a professora da Sudesb: reduz o risco e contribui para o controle de doenças como diabetes tipo 2, hipertensão arterial, osteoporose, artrite e alguns tipos de câncer. Além disso, contribui para músculos, articulações e ossos saudáveis: melhora o equilíbrio e a flexibilidade, melhora o humor e a sensação de bem-estar, atuando na prevenção da depressão.

Mas para ter sucesso com a atividade física é preciso que a pessoa escolha uma atividade que lhe dê prazer. Quem não gosta de atividade física em água, por exemplo, deve buscar outra atividade. São várias as atividades aeróbicas (as que mais ajudam no gasto calórico): caminhadas, corridas, ciclismo, natação, hidroginástica e atividades de academia (jump, axé, aeroboxe, step, dança de salão). Os principais exercícios de força muscular são musculação e pilates. No grupo de flexibilidade, estão os alongamentos. Há ainda os exercícios posturais (pilates, ioga e RPG).

A palestrante também deu orientações específicas para os pacientes que farão cirurgia bariátrica, explicando que a retomada de exercícios físicos, geralmente se dá 60 dias após a cirurgia, começando com atividades de baixa intensidade e baixo impacto. A atividade física é importante para todos, segundo destacou a professora Ana Teresa Fernandez. Para quem faz bariátrica é muitíssimo importante porque, ao perder peso, perde-se massa muscular também.

Para fazer atividade física é importante escolher roupas leves e calçados adequados. As pessoas que enrolam o corpo em filmes plásticos, imaginando que estão perdendo peso, na verdade, estão eliminando apenas água e sais minerais. “Suor não é perda de peso, mas para perder peso é preciso suar”, pontuou a especialista. E para mostrar a importância da atividade física, na prática, a professora de educação física, estimulou o pessoal a fazer exercícios de alongamento durante quatro minutos.

Aspectos Simbólicos da Alimentação

“A gente não quer só comida/a gente quer comida diversão e arte/A gente não quer só comida/A gente quer saída para qualquer parte”. A música “Comida”, dos Titãs, marcou o encerramento da apresentação “Aspectos Simbólicos da Alimentação”, da coordenadora de Planejamento do Cedeba, a endocrinologista Odelisa Matos, que despertou grande interesse nos participantes do Grupo de Reflexão sobre Obesidade.

A palestrante, de forma bem didática, mostrou que o alimento é a coisa mais essencial na nossa vida. Alimenta-se o corpo, a alma e o espírito. Envolve muitos aspectos simbólicos, como os culturais e religiosos, cada povo tem sua cultura alimentar.

Uma palavra que arrepia – destacou – é a dieta, porque exige mudanças de hábitos de alimentação que estão sedimentados em valores culturais. Uma solução é tentar adequar a preparação dos alimentos tornando-os mais saudáveis. Citou como exemplo a moqueca de peixe, onde o azeite de dendê pode ser substituído pela semente de urucum, dando o amarelo do dendê, mas pobre em gordura.

A saúde – explicou – passa pelo prazer do alimento e o bem-estar, cabendo a cada um fazer escolhas, diante da grande oferta de alimentos oferecidos pela indústria. No Brasil, o desperdício de alimentos é um problema sério, se consideraremos a fome que existe no mundo.

Além do crescente consumo de alimentos industrializados, a população também está deixando de lado hábitos importantes como o momento da refeição com a família em torno da mesa. Mesmo nos finais semana, quando há maior possibilidade dessa integração, muitas famílias preferem os restaurantes à comida feita em casa, com carinho.

A partilha do alimento com o momento da família reunida é muito importante, segundo Odelisa Matos. É o momento em que também são partilhadas informações, desejos, sonhos. E isso – resumiu – é muito importante para o relacionamento familiar saudável.

A.M.V. Mtb 694/Ba
Cedeba/obesidade

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site:  http://www.saude.ba.gov.br

Educador Físico, Essencial para a Saúde

A cabeça da molecada absorve cálculos, eventos históricos e línguas diferentes como uma esponja. Essa, portanto, é a fase mais propícia para guardar diversos conceitos na memória pelo resto da vida. O princípio acima, que você provavelmente já conhece, não se restringe às aulas de matemática, geografia, português… Na realidade, se há um momento para fixar a ideia de que as atividade físicas podem ser extremamente prazerosas e benéficas, é o que abrange a infância e a adolescência. “A literatura científica mostra que, quando as primeiras experiências com exercícios são positivas, a pessoa tem bem mais chances de não se tornar sedentária nas décadas seguintes”, relata Rodrigo Siqueira Reis, educador físico da Pontifícia Universidade Católica do Paraná. E quem melhor do que um professor graduado em educação física para oferecer esse contato agradável com o mundo dos esportes, da dança, das lutas e por aí vai?


“Pela sua formação, ele consegue apresentar um leque variado de práticas e, com isso, a probabilidade de ao menos uma delas satisfazer o aluno aumenta”, reforça Reis. Não à toa, a grande maioria dos municípios nacionais exige que esse docente possua licenciatura em educação física.

Agora, o trabalho desse profissional não se resume a colocar a meninada para suar em inúmeras modalidades. “Ele também precisa discutir o contexto de cada atividade, desde as regras até sua história, incluindo o que elas representam para a sociedade contemporânea”, avalia Marcos Garcia Neira, pedagogo e educador físico da Universidade de São Paulo. Só com esses estímulos, muitas vezes dados fora da quadra, os jovens criam um vínculo forte, crítico e duradouro com os exercícios.

Uma obra em construção

Dos neurônios aos músculos, passando por ossos e órgãos internos, o organismo juvenil está em pleno desenvolvimento. Tratase de uma época essencial à formação da estrutura física. “E a disciplina em questão, desde que bem conduzida, ajuda a deixar o corpo saudável como um todo, afastando o risco de uma série de doenças”, afirma Jorge Steinhilber, presidente do Conselho Federal de Educação Física, no Rio de Janeiro. Esse fator ganha ainda mais importância no atual cenário brasileiro, onde um quinto das crianças e dos adolescentes está acima do peso e começa a sofrer com problemas de gente grande, a exemplo de hipertensão, diabete tipo 2 e altas taxas de colesterol. Se esses transtornos não são freados no começo, fica difícil se livrar deles mais para a frente.

Além de prevenir males, o educador físico identifica eventuais anormalidades nos alunos. “Por observar diariamente corpos em crescimento e conhecer a anatomia do ser humano, ele reconhece desvios de postura, respiração fraca e falta de coordenação”, exemplifica Mário Sérgio Rossi Vieira, fisiatra do Hospital Israelita Albert Einstein, na capital paulista. Não é que ele diagnosticará, por si só, uma chateação qualquer. Contudo, sua avaliação em muitas ocasiões é o passo inicial para que o médico identifique e trate desde cedo uma enfermidade. Outra razão para os pais e diretores ouvirem com atenção o que esse professor tem a falar sobre a garotada.

Um gás para outras matérias

Como parte do projeto das Olimpíadas de Londres, o governo britânico criou o programa School Sports Partnership, que visa reforçar o papel dos esportes dentro do ambiente escolar. “A iniciativa trouxe resultados interessantíssimos. Um deles é o de que os estudantes favorecidos melhoraram seu desempenho em várias disciplinas”, analisa Daniela Castro, diretora executiva da organização não governamental Atletas pela Cidadania. Logo, a valorização das atividades físicas contribui, de alguma maneira, para o aprendizado em matemática, química, geografia…

“A médio e longo prazo, a educação física escolar controla a agressividade ao mesmo tempo que estimula a organização e a disciplina”, argumenta Reis. “Esses fatores contribuem para que a criançada fique focada e renda em diversas classes”, conclui. Sem contar que existem pesquisas científicas relacionando a malhação com a gênese de neurônios. Pelo menos em teoria, essa produção acelerada de células nervosas favorece a consolidação de informações no cérebro jovem.

Tudo isso justifica o recente levantamento do Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (Ibope), que aborda a situação do professor de educação física no Brasil. Encomendado pela ONG Atletas pela Cidadania e outras instituições, ele revela, entre outras coisas, que os colégios públicos reservam, em média, duas aulas por semana para o contato com esse profissional. “Parece pouco, principalmente porque crianças e jovens precisam se exercitar diariamente”, relata Steinhilber. “Porém, o intuito da disciplina não é cumprir essa meta sozinha, e sim incentivar o aluno a se movimentar no seu dia a dia”, arremata. Fica dada a lição.

Lição de casa
Acredita-se que a educação física é sempre recreativa e agitada. “Mas ela também deveria englobar o estudo teórico das práticas corporais”, diz Marcos Garcia Neira, da Universidade de São Paulo. Por isso, não estranhe se seu filho tiver que fazer pesquisas em casa para essa matéria. Aliás, auxiliá-lo nessa atividade é uma bela maneira de promover a saúde dele.

Sedentarismo no tempo livre
Não basta contar com o melhor professor de educação física se, fora da escola, o estudante tem poucas opções para se entreter com uma atividade física qualquer. Adolescentes que moram longe de parques e que não contam com amigos adeptos de uma chacoalhada no esqueleto, por exemplo, tendem a se exercitar pouco. “Os pais devem contra-atacar levando os filhos a locais onde eles possam se divertir mexendo o corpo”, diz Reis.

Os professores de educação física no Brasil
47% são homens
53% são mulheres

A média de idade

De 18 a 24 anos 8%

De 25 a 29 anos 19%

De 30 a 39 anos 35%

De 40 a 49 anos 27%

50 anos e mais 11%

Tempo de carreira

até 1 ano 11%

de 2 a 5 anos 29%

de 6 a 10 anos 20%

de 11 a 20 anos 20%

mais de 20 anos 20%

Formação dos docentes (em %)

Dança 4

Gestão escolar 4

Educação física 83

Pedagogia 13

Outros 13

Como o tempo é gasto na aula (em minutos)

Para obrigações burocráticas 5

Para realizar ações disciplinares 5

Para mobilizar e organizar os alunos 7

Para explicações iniciais 7

Para as tarefas em si 29

44% deles possuem pós-graduação com especialização na área de educação física dentro do ambiente escolar

8,2 é a nota que os professores de educação física dão, em média, à satisfação com o próprio trabalho

41% dos educadores físicos afirmam que seus alunos faltam muito à aula

 

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://saude.abril.com.br


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