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Equipamento destrói tumor com ondas de ultrassom superpotentes.

O Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp) está usando de forma experimental um novo equipamento capaz de destruir tumores por meio de ondas de ultrassom superpotentes. O High Intense Focus Ultrassound (Hifu) já foi usado com sucesso para eliminar miomas (tipo de tumor benigno) em seis mulheres na instituição no último mês.
O aparelho será usado também como tratamento para metástases ósseas. O câncer de mama, por exemplo, é o tumor em que há o maior risco de metástase óssea. Com a técnica, os pacientes não precisam receber anestesia, ficam livres dos riscos de infecção e recebem alta no mesmo dia do procedimento.
Segundo Marcos Menezes, coordenador do Serviço de Radiologia do Icesp, o instituto é o primeiro órgão público da América do Sul a adquirir o equipamento. A tecnologia, resultado de uma parceria entre a GE Healthcare e a empresa israelense Insightec, combina a ressonância magnética – que localiza com precisão o tumor – e um feixe de ultrassom intenso que consegue queimar as células cancerígenas.

“Com o Hifu, localizamos o tumor pela ressonância e direcionamos o feixe de ultrassom apenas no ponto focal onde estão as células cancerígenas. Essa energia é acumulada nesse ponto e eleva a temperatura do tecido em 80ºC”, explica Menezes. Assim, o tumor é queimado sem danificar os tecidos adjacentes.

Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,equipamento-destroi-tumor-com-ondas,706486,0.htm

O que é Radiologia?

A Radiologia é a parte da ciência que estuda órgãos ou estruturas através da utilização dos raios-x, gerando uma imagem. No Brasil o Conselho Federal de Medicina reconhece a especialidade pelo nome de “Radiologia e Diagnóstico por imagem”.
Nas últimas décadas foram acrescentados novos métodos aos já tradicionais, raios-x. A ultrassonografia, a ressonância magnética nuclear, a mamografia, os novos equipamentos de tomografia computadorizada e muitos outros avanços vieram a contribuir para tornar essa área ainda mais interessante.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Radiologia

Vídeo: Conheça a Radiologia Digital

10 dicas para uma boa higiene bucal

  • Escovar sempre os dentes ao acordar, depois de cada refeição e antes de dormir;
  • Manter uma alimentação sempre saudável, rica em fibras e com baixo teor de açúcares e carboidratos;
  • O grande risco dos açúcares para os dentes é a freqüência em que eles são ingeridos e não a quantidade;
  • Após as refeições, sempre passar o fio dental e realizar escovações com pasta fluoretada;

  • As escovas devem ser individuais e trocadas com freqüência;
  • O fio dental é indispensável, pois os dentes possuem cinco faces e algumas delas não são alcançadas pelas escovas;
  • Não esquecer de escovar sempre a língua ou utilizar limpadores de língua para remover a “saburra“restos de alimentos e células que deixam a língua com aspecto esbranquiçado/amarelado)
  • Evitar alimentos e bebidas com corantes que possam manchar os dentes e as restaurações de resina;
  • Evitar ingerir refrigerantes e bebidas ácidas, assim como chupar frutas cítricas com muita freqüência. Elas podem causar erosões dentárias e sensibilidade excessiva;
  • Previna problemas odontológicos visitando seu dentista a cada seis meses.

 

Fonte: Vida Equilibrio

Vídeo: Autoexame bucal

Campanha: Dia do Dentista

Câncer bucal: sintomas, prevenção

  Quando o assunto é saúde bucal, assuntos como higiene e problemas cardíacos são os temas mais abordados, mas uma questão tão importante quanto é o câncer bucal. Em alguns estados é realizada a Semana de Prevenção ao Câncer Bucal, em Sergipe já se trata de uma lei municipal.

  Os sintomas do câncer de boca são: Feridas não saradas há mais de 7 dias, manchas esbranquiçadas ou avermelhadas nos lábios ou na mucosa bucal, dificuldade para falar, mastigar e engolir, além de emagrecimento acentuado, dor e presença de linfadenomegalia cervical (caroço no pescoço) são sinais de câncer de boca em estágio avançado.

  A prevenção pode ser feita através do autoexame, evitar o consumo de bebidas alcoólicas, o fumo, ter uma boa higiene bucal e fazer consultas odontológicas periódicas.

Fonte: Infonet e INCA

Vídeo: Jornal Hoje – A importância da saúde bucal

Imagem: Dia do Médico

Dia do Médico: profissionais pedem mais leitos de UTI em hospitais públicos

  No dia em que se comemora o Dia do Médico, profissionais de saúde cobraram hoje (18) a ampliação do número de leitos disponibilizados em unidades de terapia intensiva (UTI) de hospitais filiados ao Sistema Único de Saúde (SUS).

  Durante audiência pública na Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado, a coordenadora-geral de Atenção Hospitalar do Ministério da Saúde, Ana Paula Cavalcante, admitiu que a pasta registra déficit de leitos em quase todos os estados.

  Segundo ela, a definição utilizada pelo ministério atualmente – de destinar 4% do total de leitos para urgências e emergências – representa o “cálculo mínimo” do que é necessário para o funcionamento de uma UTI.

  Para o representante do Conselho Federal de Medicina (CFM), Mauro Luiz Ribeiro, uma das “faces mais perversas” da crise que atinge o SUS trata exatamente do atendimento na urgência e emergência e, portanto, se reflete nos pacientes que mais precisam do suporte do Estado.

  “Pacientes graves, hoje, estão ficando nas salas de atendimento das emergências, entubados”, alertou. “Estamos aceitando isso como uma coisa normal. Esses pacientes morrem a granel. Essas salas não são leitos de UTI, estão muito longe disso”, completou.

   Para Ribeiro, além de mais leitos, o país precisa de capacitação para os profissionais que atendem nas urgências e emergências. De acordo com o representante da Associação Médica Brasileira, Fernando Dias, dos 20 mil médicos que trabalham em UTI atualmente, apenas 4 mil são especializados nesse tipo de atendimento.

  “Para se tornar especialista, são necessários dois anos em clínica médica e mais dois em terapia intensiva”, explicou. “Levar especialistas para áreas mais distantes tem um custo. É preciso suporte e implementação de políticas públicas”, completou.

   O representante da Associação de Medicina Intensivista Brasileira, Ederlon Rezende Alves, avaliou que há um consenso entre médicos brasileiros em relação à escassez de leitos no SUS, mas lembrou que foram feitos progressos nos últimos seis anos. Segundo ele, nesse período o número de leitos foi pelo menos duplicado.

  “Bastante foi feito, entretanto muito ainda precisa ser feito”, ressaltou. “A questão, neste momento, não é apenas abrir novos leitos. É preciso estimular e formar profissionais habilitados para cuidar desses pacientes”, concluiu.

Fonte: Agência Brasil, Diário de Pernambuco e Pernambuco.com


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