Posts Tagged 'cuidar'

Exagerou no carnaval? Confira as dicas e recupere seu corpo

Uma alimentação saudável e equilibrada deve ser seguida o ano inteiro, mas principalmente quem cometeu excessos durante o Carnaval deve se preocupar em recuperar o corpo e voltar para a rotina alimentar.

ressaca-como-prevenir-curar-650x350

O primeiro passo é priorizar refeições com base em alimentos in natura ou minimamente processados, em grande variedade e predominantemente de origem vegetal. Principalmente após dias de alimentação desregrada e com base em alimentos ultraprocessados, deve-se utilizar óleos, gorduras, sal e açúcar em pequena quantidade. A regra de ouro que facilita o entendimento das recomendações é: prefira sempre alimentos in natura ou minimamente processados e preparações culinárias a alimentos ultraprocessados.

O consumo de frutas, verduras e legumes e água são ainda mais importantes, pois auxiliam na hidratação e reposição de sais minerais perdidos na sudorese, geralmente aumentada nos dias de folia. Alimentos leves e com alto teor de água, como melancia, laranja e melão, e saladas cruas, como alface, cenoura, tomate e rúcula, aumentam a sensação de saciedade e reduzem a sensação de sede.

Água,água de coco e sucos de frutas naturais, sem adição de açúcar, auxiliam na hidratação do corpo. Chás podem ser bons aliados. A água é indispensável ao funcionamento adequado do organismo humano e essencial à vida.
Dê atenção também ao consumo de fibras, elas ajudam a varrer as toxinas do organismo, além de auxiliar no bom funcionamento do intestino.

Temos uma sugestão de suco nutritivo para regular o metabolismo.

-1 folha grande de couve
-1 punhado de folhas de hortelã
– 1 maçã
– 1 cenoura
– 1 lasca de gengibre
– Água de coco ou água para bater

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.blog.saude.gov.br/

Visite nosso site: http://www.vivamelhoronline.com.br

Saúde na COPA 2014

Campanha-SAÚDE-NA-COPA-2014

10 dicas para aproveitar a Juventude

jovens-estudantes-16798

Sabe aquela época da vida em que você não se considera mais adolescente, mas também não se enxerga como adulto? Podemos dizer que esse é um dos principais sentimentos dos jovens. Não que seja ruim, mas é confuso. Aliás, a confusão de ideias também é uma constante. São tantas oportunidades e opções de carreira que a escolha da profissão pode se tornar uma verdadeira crise. Para não deixar essas coisas atrapalharem essa fase maravilhosa e inesquecível, separamos algumas dicas que ajudam você a aproveitar ainda mais seus 20 e poucos anos. Confira:

1. Viva o presente

Isso é muito difícil, já que os jovens passam muito tempo pensando no futuro com decisões importantes como a profissão, lugar para morar, relacionamentos, etc. Mas você deve se concentrar no presente e não focar suas energias exclusivamente no futuro. É importante estabelecer metas e sonhos, mas isso não deve ser sua principal perspectiva.

2. Pare de comparar

Não olhe para as pessoas e determine seu valor a partir das escolhas dos outros. Sempre haverá alguém mais rico, bonito, bem-sucedido, magro e feliz para deixar você deprimido. Você deve olhar para suas próprias conquistas e considerá-las melhores do que quaisquer outras, já que elas são suas. Encontre indivíduos que são inspiradores para você não por causa da conta bancária ou capas de revista, mas sim por seus valores e diferenciais.

3. Pare de se preocupar com o que outros pensam

A opinião das outras pessoas sobre suas escolhas deve ser só isso – uma opinião, não a verdade. Você deve estabelecer critérios para que as opiniões dos outros sejam importantes para você. Não deixe que omedo das reações das outras pessoas fique no caminhe de seus objetivos. Seja gentil, mas seja você.

4. Valorize a intuição

Todas as pessoas possuem intuição. Algumas valorizam e usam com maior frequência, enquanto outros a ignoram. Com o tempo, você irá perceber que sua intuição é muito importante e não deve ser menosprezada. Quando você não consegue se ouvir, como ouvirá aos outros?

5. Não espere pela permissão

Muitos jovens cresceram na dependência exclusiva de seus pais ou responsáveis, tornando-se adultos incapazes de tomarem decisões sozinhos. Essa é hora de fazer suas próprias escolhas, já que as consequências delas serão vividas principalmente por você. Isso não significa rebeldia, mas sim o amadurecimento de sua independência.

6. Faça escolhas

A abundância de possibilidades faz com que as escolhas dos jovens tornem-se cada vez mais confusas ou impossíveis. Se sua capacidade de decisão está fraca, procure por maneiras de fortalecê-la. Resista à tentação de ligar para amigos e familiares para pedir o conselho ou instrução. Aprenda a trilhar seus próprios passos.

7. Aprenda com seus erros

É claro que você vai errar. E isso não é exclusivo da juventude. É uma característica que irá persegui-lo por toda a vida. A diferença é como você irá enfrentar essa constante. Aprender com suas falhas traz crescimentos incríveis, já que os erros são possivelmente um dos maiores catalisadores para as realizações.

8. Se valorize

Junto com o amadurecimento chegam novas situações. Uma delas é o compromisso amoroso com outra pessoa. Acontece que muitos indivíduos, jovens ou adultos, não sabem se amar antes de amar alguém. Antes de estabelecer esse tipo de relacionamento você deve aprender a estar sozinho, a valorizar sua própria companhia.

9. Tenha seu grupo

Além de sua família, procure construir o grupo de amigos de confiança. Aqueles que você deseja ter por perto sempre. Cultivar esses relacionamentos é muito importante em todas as áreas, tanto profissional quanto íntima. Essas pessoas serão amigos fiéis, mentores de carreira e uma possível “segunda família” para você.

10. Contribua

Se você sempre esteve na posição de receber ajuda e apoio, aprenda a contribuir para as outras pessoas também. Algo pouco falado, mas que acontece com praticamente todas as pessoas é ter que lidar com os erros dos outros, inclusive daqueles que você ama. Da mesma forma que eles, você também têm seus pontos negativos e difíceis de conviver, por isso a compreensão e paciência são essenciais. Aprenda a impor limites e a se preservar, mas não se esqueça de mudar de perspectiva para entender melhor as circunstâncias.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://noticias.universia.com.br

Visite nosso site: http://www.vivamelhoronline.com.br

Dia Mundial do Meio Ambiente, por Ban Ki-moon

“Vivemos em um mundo de abundância, onde a produção de alimentos é superior à sua procura, mas cerca de 870 milhões de pessoas estão subnutridas e o crescimento retardado na infância é uma pandemia silenciosa.

environment_71022

Para criar o futuro que queremos, devemos corrigir essa desigualdade. Devemos assegurar o acesso a uma nutrição adequada para todos, duplicar a produtividade dos pequenos agricultores que cultivam a maior parte dos alimentos nos países em desenvolvimento e tornar os sistemas alimentares sustentáveis face aos choques ambientais e econômicos. Esta é a visão do meu “Desafio Fome Zero”, lançado no ano passado na Conferência das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20.

Uma forma de minimizar o problema da fome e melhorar o bem-estar dos mais vulneráveis é procurar soluções para a enorme perda e o desperdício inerente aos sistemas alimentares dos dias de hoje. Atualmente, pelo menos um terço de todos os alimentos produzidos não chega à mesa das pessoas. Isto é uma ofensa a todos os que têm fome, mas também representa um custo enorme para o meio ambiente em termos de energia, terra e água.

Nos países em desenvolvimento, as pragas, instalações inadequadas de armazenamento e cadeias produtivas ineficientes são os principais motivos para a perda de alimentos. Aqueles que cultivam alimentos para exportação também estão, muitas vezes, à mercê das expectativas de compradores rigorosos que valorizam a perfeição estética.

Nos países desenvolvidos, os alimentos jogados fora pelas famílias e pelas indústrias de restaurantes e varejo apodrecem em aterros, liberando quantidades significativas de metano, um gás poderoso que provoca o efeito estufa.

A perda e o desperdício de alimentos são algo que todos nós podemos resolver. É por isso que o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente [PNUMA], a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura [FAO] e os parceiros dos setores públicos e privados lançaram a campanha “Pensar. Comer. Conservar: Diga não ao desperdício”, para aumentar a conscientização em nível mundial e mostrar soluções relevantes tanto para os países desenvolvidos quanto em desenvolvimento.

Infraestrutura e tecnologia podem reduzir a quantidade de alimentos que estragam após a colheita e antes de chegarem ao mercado. Os governos dos países em desenvolvimento podem trabalhar para melhorar a infraestrutura essencial e maximizar as oportunidades de comércio com os países vizinhos. Os países desenvolvidos podem apoiar o comércio justo e racionalizar a ‘data de validade’ e outros sistemas de rotulagem. As empresas podem rever seus critérios de rejeição de produtos, enquanto os consumidores podem minimizar o desperdício comprando somente o que precisam e reutilizando os alimentos que restaram.

Neste Dia Mundial do Meio Ambiente, encorajo todos os atores da cadeia alimentar global a assumirem a responsabilidade por sistemas alimentares ambientalmente sustentáveis e socialmente justos.

A população mundial deve aumentar dos 7 bilhões atuais para 9 bilhões em 2050. Mas o número de pessoas com fome não precisa necessariamente aumentar. Ao reduzir o desperdício de alimentos, podemos economizar dinheiro e recursos, minimizar o impacto ambiental e, sobretudo, avançar no sentido de um mundo onde todos tenham o suficiente para comer.”

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site:  http://www.onu.org.br/

Planeta atingiu seu limite, diz Especialista

Um brasileiro está entre o grupo que ajudará a definir os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), uma atualização dos Objetivos do Milênio (ODM), lançados em 2000. Virgílio Viana, superintendente geral da Fundação Amazonas Sustentável, foi convidado pela Organização das Nações Unidas (ONU) para coordenar a definição de indicadores e metas relacionados a florestas.

O-mundo-que-queremos-–-Consulta-da-ONU-para-um-futuro-sustentável

Único representante brasileiro, ele é copresidente do grupo temático Florestas, Oceanos, Biodiversidade e Serviços Ambientais, que reúne acadêmicos especialistas na área. O documento preliminar, intitulado Agenda de Ação para o Desenvolvimento Sustentável, esteve disponível para consulta pública até o dia 22 de maio no site da Rede de Soluções para o Desenvolvimento Sustentável da ONU, período em que recebeu comentários e sugestões.

Engenheiro florestal, PhD em Biologia da Evolução pela Universidade de Harvard e pós-doutor em Desenvolvimento Sustentável pela Universidade da Flórida, Viana defende que as medidas para a preservação são urgentes, e que o planeta já não pode esperar. “Atingimos o limite da capacidade de o planeta responder à degradação. Há um ponto a partir do qual não é possível retornar”, alerta o especialista. Ele destaca que o principal objetivo do documento é criar uma rede de soluções para problemas imperativos e fomentar a sustentabilidade.

Qual a principal diferença entre este conjunto de indicadores que serão atualizados em relação aos objetivos desenvolvidos nos anos 2000?

Virgílio Viana – Até 2015, se encerram os Objetivos do Milênio, e esses novos indicadores vão ampliar os ODM e devem ser cumpridos até 2030. A principal novidade é a ênfase maior em temas ambientais. Os últimos objetivos eram bastante voltados a temas sociais, e estes seguem importantes, ainda que tenham ocorrido avanços. É importante ressaltar que esse documento que está sendo produzido vai subsidiar a negociação política, então, muitas coisas podem mudar. O documento ainda pode ser modificado, e não significa que as autoridades vão acatar.

Desde que os ODM foram criados, quais foram as principais mudanças no cenário mundial que levaram a essa ampliação no foco ambiental?

Viana– Principalmente a constatação de que nós atingimos o limite do planeta, da capacidade do planeta de responder à degradação. Há um ponto a partir do qual não é possível voltar atrás. É como um “joão bobo”, que vai e volta, mas que, nesse caso, chegou em um determinado momento que pode não retornar. Alguns casos, como as geleiras do Ártico, provavelmente não têm volta. Elas vão derreter. A Amazônia também está próxima do limite, se tivermos entre 20% e 30 % de desmatamento, vai entrar em colapso. Essa é a constatação de que o bem estar humano está ameaçado pela ação humana. A boa notícia é que existem soluções, e é isso que essa iniciativa está focando, não apenas escrever um documento base para a discussão do desenvolvimento sustentável, mas fomentar rede de soluções para a sustentabilidade, estimular empresas a se moverem antes de serem obrigadas por lei.

Quais dos indicadores previamente estabelecidos avançaram?

Viana– Houve avanços, eu diria que um grau cada vez maior de consciência ambiental da população vem pressionando governos a criar regulamentações. No Brasil, por exemplo, houve o aumento de unidades de conservação na Amazônia. Isso mais do que dobrou nos últimos anos, e é significativo. Claro que só criar não é suficiente. As políticas econômicas também têm se voltado para a questão ambiental, e o Amazonas é um bom exemplo disso – há várias políticas de desoneração tributária para iniciativas sustentáveis. Às vezes, as iniciativas demoram a ser implementadas, mas o sentido disso é importante. Acontece que a grande questão é a urgência, e a dúvida é se essa conscientização e essa mudança estão ocorrendo na velocidade necessária.

Qual a perspectiva para os próximos 15 anos no que diz respeito à questão ambiental no Brasil?

Viana– Talvez uma outra mensagem importante dessa iniciativa seja a necessidade de valorar serviços ambientais, e isso está sendo tratado no Brasil. As florestas e oceanos, por exemplo, prestam papel muito importante, além da produção de frutas e peixes, provêm oxigênio, armazenam carbono, mas não são objetivos físicos palpáveis. Esses serviços ambientais talvez sejam a principal falha da economia de mercado, que não considera externalidades. Se você produz determinado produto que polui o rio, o custo dessa poluição não está embutido no produto, e deveria estar. É necessário desenvolver mecanismos para que aquele que polui pague, e o que gera serviço ambiental receba.

Quais são as principais discussões dentro do grupo Florestas, Oceanos, Biodiversidade e Serviços Ambientais?

Viana– As coisas parecem simples, mas não são. É difícil dividir os desafios do mundo em 10 capítulos. Temos o tema das indústrias de mineração, e isso gerou uma polêmica para definir em qual capítulo iria entrar, e acabou entrando no nono (Serviços Ecossistêmicos Seguros, Biodiversidade e Gestão Adequada dos Recursos Naturais). Você e eu consumimos vidro, que está ligado à mineração. Como fazer com que essa mineração tenha pegada social positiva e uma pegada ambiental menor? Não há sustentabilidade do recurso renovável nessa área. Como fazer boas práticas? Essas são outras discussões.

Confira a entrevista completa aqui: http://noticias.terra.com.br

O que é Desenvolvimento Sustentável?

A definição mais aceita para desenvolvimento sustentável é o desenvolvimento capaz de suprir as necessidades da geração atual, sem comprometer a capacidade de atender as necessidades das futuras gerações. É o desenvolvimento que não esgota os recursos para o futuro.
Artigo
Essa definição surgiu na Comissão Mundial sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, criada pelas Nações Unidas para discutir e propor meios de harmonizar dois objetivos: o desenvolvimento econômico e a conservação ambiental.

O que é preciso fazer para alcançar o desenvolvimento sustentável?

Para ser alcançado, o desenvolvimento sustentável depende de planejamento e do reconhecimento de que os recursos naturais são finitos.

Esse conceito representou uma nova forma de desenvolvimento econômico, que leva em conta o meio ambiente.

Muitas vezes, desenvolvimento é confundido com crescimento econômico, que depende do consumo crescente de energia e recursos naturais. Esse tipo de desenvolvimento tende a ser insustentável, pois leva ao esgotamento dos recursos naturais dos quais a humanidade depende.

Atividades econômicas podem ser encorajadas em detrimento da base de recursos naturais dos países. Desses recursos depende não só a existência humana e a diversidade biológica, como o próprio crescimento econômico.

O desenvolvimento sustentável sugere, de fato, qualidade em vez de quantidade, com a redução do uso de matérias-primas e produtos e o aumento da reutilização e da reciclagem.

PEGADA ECOLÓGICA

Descubra qual é o impacto do seu estilo de vida. Faça o teste!

Os modelos de desenvolvimento dos países industrializados devem ser seguidos?

O desenvolvimento econômico é vital para os países mais pobres, mas o caminho a seguir não pode ser o mesmo adotado pelos países industrializados. Mesmo porque não seria possível.

Caso as sociedades do Hemisfério Sul copiassem os padrões das sociedades do Norte, a quantidade de combustíveis fósseis consumida atualmente aumentaria 10 vezes e a de recursos minerais, 200 vezes.

Ao invés de aumentar os níveis de consumo dos países em desenvolvimento, é preciso reduzir os níveis observados nos países industrializados.

Os crescimentos econômico e populacional das últimas décadas têm sido marcados por disparidades.

Embora os países do Hemisfério Norte possuam apenas um quinto da população do planeta, eles detêm quatro quintos dos rendimentos mundiais e consomem 70% da energia, 75% dos metais e 85% da produção de madeira mundial.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.wwf.org.br

Twitter @vivamelhor

Enter your email address to follow this blog and receive notifications of new posts by email.

Junte-se a 2.198 outros seguidores

Calendário

dezembro 2019
S T Q Q S S D
« out    
 1
2345678
9101112131415
16171819202122
23242526272829
3031  

Arquivos

Estatísticas do Blog

  • 978.494 hits

%d blogueiros gostam disto: