Posts Tagged 'cuidados'



Crescimento da Aids entre os jovens preocupa Ministro da Saúde

O crescimento dos casos de Aids entre os jovens, especificamente entre os homossexuais, é uma das “grandes preocupações” do Ministério da Saúde, afirmou nesta terça-feira (20) o ministro Alexandre Padilha. A informação foi divulgada durante apresentação, que apontou ainda o novo número de pessoas infectadas pelo vírus HIV no país.

Segundo levantamento da pasta, com informações do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre o HIV/Aids (Unaids), o Brasil tem atualmente entre 490 mil e 530 mil soropositivos. Dado anterior, de 2010, utilizado pelo governo até então apontava que o país abrigava 630 mil infectados.

10_01_12_850_file

Para o ministério, a queda é decorrente de trabalhos de prevenção. No entanto, mudanças na metodologia de pesquisa — que passou a abranger mais cidades brasileiras — causaram a redução do índice.

Os novos dados revelaram ainda um aumento na contaminação de jovens homossexuais, com idade entre 15 e 24 anos. Em 2002, homossexuais com essa faixa etária eram pouco menos de 40% dos casos. Novos dados apresentados apontam que essa mesma camada da população já ultrapassou os 50% dos casos.

“Essa geração não acompanhou o início da luta contra a Aids e nem perdeu ídolos por causa da doença, por isso a importância da sensibilização”, argumentou Padilha.

‘Fique Sabendo’
Por isso, os jovens são um público-alvo importante do programa “Fique Sabendo”, que vai oferecer testes rápidos para detectar HIV, hepatite e sífilis. A meta do Ministério da Saúde é examinar 500 mil pessoas no período.

Para atingir esse público específico, o Ministério pretende levar a campanha de mobilização para locais frequentados por jovens – com atenção especial para os homossexuais –, como boates e bares. Além disso, a campanha será feita nas redes sociais, assim como no rádio e na televisão.

Entre 2005 e 2011, o número de exames rápidos feitos no país aumentou de 528 mil para 2,3 milhões, pelo programa “Fique Sabendo”. Só este ano, de janeiro a setembro, foram distribuídas 2,1 milhões de unidades, e a expectativa do governo é encerrar 2012 com uma remessa de 2,9 milhões de testes só para detectar o vírus da Aids.

Cerca de 38 mil casos são diagnosticados anualmente no país. Quanto antes é descoberto o vírus, mais eficaz é o tratamento. Segundo o Ministério, cerca de 70% das pessoas que tomam o coquetel antirretroviral apresentam cargas virais indetectáveis.

A nova campanha começa na próxima quinta-feira (22) e vai até 1º de dezembro, o Dia Mundial da Luta contra a Aids.

Por região
A região com a maior concentração de casos da doença no país é o Sudeste, com 43,8% do total. Porém, na taxa de incidência por habitante, a doença aparece mais nos estados do Sul – o Rio Grande do Sul lidera a lista, com 40,2 casos para 100 mil habitantes, seguido pela Santa Catarina, com 36,4. O vírus é mais comum nas cidades maiores – acima de 500 mil habitantes –, e tem seus menores índices nos municípios com menos de 50 mil pessoas.

Porém, os números desses locais estão razoavelmente estáveis, e o que mais chama a atenção do Ministério nos novos dados é o aumento na quantidade de infectados nas regiões Norte e Nordeste. “Precisamos aumentar a capacidade de testagem e melhorar a qualidade dos serviços de tratamentos nessas regiões o quanto antes,” destacou Padilha.

Ainda segundo o governo, das 530 mil pessoas que estão com o vírus HIV no país, 217 mil estão em tratamento e 130 mil ainda não sabem que estão contaminadas, segundo o ministério. “Nossa meta com a campanha é fazer com que pessoas que façam parte desses 130 mil, tomem conhecimento e comecem a se tratar,” disse o ministro.

O levantamento aponta ainda que o número de mortes se mantém estável no Brasil, com uma média de 11,3 mil óbitos por ano ao longo dos últimos dez anos. A pasta atribui a estagnação dos números ao aumento do uso de preservativos, juntamente com o tratamento, à base de medicamentos antirretrovirais.

“Um diagnóstico precoce, juntamente com o tratamento, estão fazendo o número de mortes diminuir e a qualidade de vida dos pacientes aumentar”, afirmou Pedro Chequer, coordenador do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre o HIV/Aids (Unaids) no Brasil.

Desde 2008, o exame é produzido no Brasil, pelo Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos), da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), e pela Universidade Federal do Espírito Santo (UFES).

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://g1.globo.com/bemestar

Mundo descumprirá metas para Aids por falta de empenho, diz ONG

O mundo está menos empenhado na luta contra a epidemia de Aids, e milhões de pessoas são contaminadas a cada ano, afirmou a fundação ONE em um relatório divulgado nesta terça-feira.

A conclusão contrasta com um relatório da Organização das Nações Unidas (ONU) na semana passada, segundo o qual o fim da Aids está à vista graças à melhora no acesso a medicamentos.

AIDS-NO-MUNDO

Mas a ONE disse que “o começo do fim da Aids” continua inatingível, já que o número de novos contaminados a cada ano supera o de pessoas que começam a ter acesso ao tratamento.

No ano passado, líderes globais se comprometeram em alcançar o “começo do fim da Aids” até 2015. Os avanços na última década têm reduzido a mortalidade da doença, principalmente devido ao melhor acesso a medicamentos capazes de tratar e prevenir a difusão do vírus HIV, segundo a avaliação da ONU na semana passada.

Mas, embora o acesso ao tratamento tenha melhorado, em 2011 houve 2,5 milhões de novos casos da doença. Isso é mais do que o dobro da meta de limitar o número de novas contaminações a 1,1 milhão por ano, segundo a ONE, entidade beneficente voltada para o combate à pobreza e a doenças evitáveis, e que tem o roqueiro irlandês Bono como um dos seus fundadores.

No fim do ano passado, havia no mundo 34 milhões de pessoas vivendo com Aids. No atual ritmo, o mundo só atingirá a meta de reversão do avanço da epidemia em 2022, sete anos depois da meta, disse a ONE.

“Reconhecemos que o mundo tem feito maravilhas (no combate à Aids) nos últimos dez anos. Mas 2015 está logo virando a esquina”, disse o executivo-chefe da ONE, Michael Elliott.

Grande parte do buraco é devido a cortes no financiamento dos principais países doadores. A ONU estima que há uma lacuna de financiamento de 6 bilhões de dólares para a Aids a cada ano. Os países também não coordenaram uma estratégia global para combater a epidemia, como tratamentos para os grupos de risco mais elevado.

O relatório da entidade critica Alemanha e Canadá por estarem atrás de outros países desenvolvidos do G7 –Estados Unidos, Canadá e França– em termos de financiamento e liderança política para o combate à epidemia. Japão e Itália, que completam o grupo, também ficaram bem para trás, por causa do terremoto de março de 2011 e da atual crise nas finanças públicas, respectivamente.

Mas Elliott disse que questões fiscais não deveriam impedir os países de fazerem doações para a luta contra a Aids, já que a ajuda ao desenvolvimento representa uma parcela ínfima da maioria dos orçamentos nacionais, um argumento que a ONE repete com frequência durante a recessão global.

“A Itália pode ter problemas fiscais, mas não vai resolver seus problemas fiscais em cima da assistência ao desenvolvimento”, disse ele.

Mas, com as medidas de austeridade que estão sendo adotadas nos países que são grandes doadores, nações de baixa e média renda estão ocupando o espaço, e agora respondem por mais de metade das verbas para o combate à Aids, segundo a ONE.

No futuro, acrescenta o relatório, grandes nações emergentes, como Brasil e China, devem assumir a dianteira nos programas de combate à Aids.

“É importantíssimo que as pessoas reconheçam ser uma luta global”, disse Elliott. “Não é uma luta que deva ser travada sobre as costas do generosíssimo contribuinte americano e britânico.”

(Reportagem de Anna Yukhananov)

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site:  http://br.reuters.com

Fique Sabendo sobre AIDS

Impunidade desafia combate à violência contra mulher no Brasil

Seis anos após a promulgação da Lei Maria da Penha, o Brasil tem demonstrado esforços no combate à violência contra a mulher, e o número de denúncias vem aumentando, mas a maioria ainda esbarra em um velho obstáculo que beneficia os agressores: a impunidade.

A legislação que foi sancionada em 2006 é considerada modelo internacionalmente e leva o nome da ativista cearense que ficou paraplégica após ser baleada pelo marido, que a espancou por mais de dez anos.

O serviço Ligue 180, criado na mesma época da promulgação da lei, recebeu quase 3 milhões de ligações nos últimos seis anos, sendo 330 mil denúncias de violência, algo interpretado por especialistas como um sinal de que cada vez mais mulheres vêm utilizando este canal em busca por justiça.

Mas analistas avaliam que, na prática, o que impede o avanço do país rumo à eliminação da violência contra a mulher é o Judiciário, que ainda processa os casos com muita lentidão. Além disso, muitos juízes ainda tratam a questão com preconceito e machismo, primando por tentativas de conciliação mesmo diante das evidências de abusos, dizem pesquisadores da área.

Também há indícios de uma morosidade do governo nas esferas municipal, estadual e federal em agilizar a estruturação da rede de atendimento à mulher prevista pela lei.

Mais violência

Enquanto isso, estatísticas recentes mostram uma tendência de aumento da violência.

Segundo um levantamento do Instituto Sangari, baseado em dados obtidos de certidões de óbito e da Organização Mundial de Saúde (OMS, ligada à ONU), o Brasil acumulou mais de 90 mil mortes de mulheres vítimas de agressão nos últimos 30 anos.

Em 1980 eram 1.353 assassinatos deste tipo por ano, e em 2010 a crifra saltou para 4.297. Além disso, o Brasil fica em 7º lugar no ranking dos países com mais mortes de mulheres vítimas de agressão.

Algo que Eleonora Menicucci, ministra chefe da Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM), órgão do governo federal, classifica como “lamentável”.

“É realmente lamentável que o Brasil ainda esteja na 7ª posição neste ranking. Eu gostaria que a gente nem aparecesse, mas creio que todas as nossas políticas públicas impactam este cenário e que estamos no caminho certo”, disse em entrevista à BBC Brasil.

Impunidade

Para Wania Pasinato, socióloga e pesquisadora do Núcleo de Estudos da Violência da USP, as estatísticas soam como um alerta de que a lei não está sendo aplicada como deveria e que o país falha em não reduzir mais o sofrimento e as mortes de milhares de brasileiras.

“A gente diz o tempo todo para essas mulheres denunciarem a violência, mas nada é feito. O Estado não reage à essa denúncia, ou se reage, fica apenas no papel. Essa ineficiência cria um cenário de impunidade muito perverso”, diz.

Já a ministra Eleonora Menicucci argumenta que na visão do governo federal o combate à impunidade é importante e configura a segunda etapa do esforço para conter a violência.

Mas ela admite que é “ponto pacífico” que existe uma “morosidade enorme nos processos”.

Na metade deste ano a SPM lançou a campanha “Compromisso e Atitude no Enfrentamento à Impunidade e à Violência contra às Mulheres”, focando no Ministério Público e Conselho Nacional de Justiça.

“Temos duas frentes: mudar a mentalidade da sociedade e do Judiciário. São os juízes que vão dar velocidade aos processos e audiências”, explica, acrescentando que “o Brasil é um país muito grande, as culturas e os procedimentos são muito diferentes”.

Ela destaca, no entanto, que entre julho de 2010 e dezembro de 2011 em todo o país foram realizadas 26.410 prisões de agressores, 4.146 detenções preventivas e que mais de 685.905 processos de agressão contra mulheres estão tramitando em cortes brasileiras.

O Observatório Lei Maria da Penha, ligado à Universidade Federal da Bahia (UFBA), que monitora a aplicação da lei em todo o Brasil, diz que ainda há muito machismo e preconceito entre delegados e juízes, que tendem a classificar a violência contra a mulher como um assunto de foro íntimo, relegado a um segundo plano diante de outras questões.

“Há casos de mulheres que denunciam o agressor e esperam mais de seis meses por uma audiência, e o juíz ainda tende a ignorar a gravidade da denúncia e primar pela conciliação e a retirada da queixa. Sobretudo no Nordeste, vemos até o assédio de policiais contra as mulheres no momento da denúncia, quando elas estão fragilizadas”, diz Márcia Tavares, uma das pesquisadoras do grupo.

Wania Pasinato acredita que o Judiciário brasileiro simplesmente não está preparado para aplicar uma legislação de proteção à mulher.

“Eles veem apenas a dimensão criminal. O posicionamento de juízes e da segurança pública precisa ser modernizado. É necessário haver mais esforço, o que não está acontecendo. Muitos magistrados desconhecem totalmente a lei”.

Um dos aspectos mais elogiados da lei Maria da Penha é o fato de que a legislação vê a violência contra a mulher não só como um problema criminal mas também social.

E para agir com mais eficiência rumo à uma transformação real da cultura de dominação machista e agressão, o texto da lei prevê a criação de uma rede de atendimento composta por diversas esferas, entre elas juizados especiais e abrigos onde as mulheres podem ficar seguras após fazer denúncias.

Mas até mesmo a SPM reconhece que essa estrutura ainda está muito aquém do necessário.

“É realmente verdade, infelizmente. A rede de proteção e as delegacias especiais são estaduais, já as casas-abrigo são municipais. Estamos propondo que os juizados sejam regionais, para melhorar essa estrutura”, diz a ministra Eleonora Menicucci.

Ela explica que a SPM repassa recursos federais aos Estados a cada quatro anos, quando ocorre um acordo mediante a apresentação de projetos. No ciclo atual, apenas três Estados já renovaram suas verbas (Distrito Federal, Paraíba e Pará), recebendo um total de R$ 29,9 milhões. Os outros estão pendentes.

A pesquisadora da USP Wania Pasinato diz que os investimentos para que a rede seja de fato ampliada e que “a maioria das tentativas têm fracassado”.

“Fica difícil transformar esse direito formal em um atendimento concreto sem essas estruturas previstas pela lei”.

Estrutura

Para a socióloga, o alto número de assassinatos de mulheres no país é um alerta de que a lei, de fato, não está sendo aplicada como deveria, e que a sociedade brasileira ainda precisa avançar para aceitar o fato de que “bater em mulher” é crime.

“Passamos por muitas transformações e o papel da mulher foi alterado de forma muito radical no país. Temos uma presidente mulher, algo muito simbólico. São mudanças que a nossa cultura machista ainda não conseguiu absorver e que ameaçam os homens com a mentalidade dominadora”.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.bbc.co.uk

Aplicativos de Saúde – Pocket Yoga

Aplicativos de Saúde – Medida Certa

Câncer de próstata é o segundo mais comum entre brasileiros

câncer de próstata é considerado uma doença com alta incidência na terceira idade, pois cerca de três quartos dos casos no mundo ocorrem a partir dos 65 anos, sendo o segundo tipo de câncer mais comum em homens, atrás apenas do câncer de pele não-melanoma. De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (Inca), a previsão esperada para 2012 é de mais de 60 mil novos casos no Brasil. Para se ter uma ideia sobre a evolução da doença, em 2010 o número estimado foi de 52.350 novos casos.

O aumento nas taxas de incidência no Brasil é parcialmente justificado pela melhora dos métodos diagnósticos e pela ampliação na expectativa de vida. Em alguns casos, há o registro de um crescimento rápido espalhando-se para outros órgãos (metástase), podendo levar a morte. No entanto, na maioria dos registros, o câncer cresce de forma lenta e não chega a dar sinais durante a vida e nem a ameaçar a saúde do indivíduo.

A próstata é uma glândula localizada na parte baixa do abdômen masculino e se situa abaixo da bexiga, à frente do reto. Ela envolve a parte inicial da uretra, canal pelo qual a urina acumulada na bexiga é eliminada e produz parte do sêmen. O câncer de próstata não apresenta sintomas nas fases iniciais e com o passar do tempo, o paciente pode sentir dificuldade ao urinar, o jato urinário fraco ou aumento do número de micções.

De acordo com o especialista em cancerologia clínica Paulo Vernaglia, “estes sintomas são comuns quando o crescimento é benigno de modo que a presença deles não indica obrigatoriamente a existência de câncer, exigindo sempre uma avaliação médica para diagnosticar de forma assertiva”.

O paciente com câncer de próstata fará um determinado tipo de tratamento dependendo do tamanho, classificação do tumor e idade. Os tratamentos existentes são: prostatectomia radical (remoção cirúrgica da próstata), radioterapia, hormonioterapia e quimioterapia. Para os pacientes idosos e com tumor de evolução mais lenta, a literatura reserva acompanhamento clínico com tratamentos menos invasivos como opção.

Para o paciente diagnosticado precocemente (estágio inicial) o tratamento tem intuito curativo e se faz com cirurgia e radioterapia. Nos casos mais avançados(doença localmente avançada e doença metastática),onde já houve invasão capsular da próstata ou a doença já disseminou para outros órgãos, o paciente é normalmente aconselhado a seguir com tratamento clínico paliativo a base de medicações injetáveis ou na forma de comprimidos, já existentes no mercado e que podem ampliar a sobrevida do paciente em até sete meses, sem haver progressão da doença e com qualidade de vida.

A forma mais conhecida e importante de prevenção ao câncer de próstata é o exame de toque digital. Quando a próstata apresenta um crescimento irregular, a glândula torna-se endurecida, e devido a essa alteração de consistência, ao efetuar o toque, o profissional consegue identificar a anormalidade apresentada.

Outros dois exames são utilizados para constatar o câncer: dosagens do antígeno prostático específico no sangue (PSA) e o exame de ultrassom. O PSA é uma proteína gerada exclusivamente pela próstata, e nos casos de câncer, essa substância se eleva de maneira significativa, o que ocorre também quando o paciente está com infecção ou com crescimento benigno exagerado da glândula. “Considerando a relação custo/benefício, a melhor forma de avaliar o câncer da próstata é a combinação de toque digital e dosagem do PSA. O exame de toque pode apresentar falhas em 30% a 40% dos casos, e as medidas de PSA em 20%, mas a execução conjunta dos dois exames reduz essa porcentagem para menos de 5% dos pacientes”, complementa o Venaglia.

Pesquisas sobre o crescimento tumoral indicam que as formas agressivas do câncer da próstata, quando não tratadas, levam de dois a oito anos para se ramificar pelo organismo, tornando a doença difícil de controlar. Sendo assim a melhor forma de cuidar da saúde, e prevenir o câncer de próstata é a realização anual do exame de toque, que sempre identificará o tumor ainda na próstata e potencialmente curável. Os homens sem casos do câncer na família devem realizar os exames preventivos a partir dos 50 anos.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://exame.abril.com.br

Prevenção ao Câncer de Próstata

Já está comprovado que uma dieta rica em frutas, verduras, legumes, grãos e cereais integrais, e com menos gordura, principalmente as de origem animal, ajuda a diminuir o risco de câncer, como também de outras doenças crônicas não-transmissíveis. Nesse sentido, outros hábitos saudáveis também são recomendados, como fazer, no mínimo, 30 minutos diários de atividade física, manter o peso adequado à altura, diminuir o consumo de álcool e não fumar.

A idade é um fator de risco importante para o câncer de próstata, uma vez que tanto a incidência como a mortalidade aumentam significativamente após os 50 anos.

Pai ou irmão com câncer de próstata antes dos 60 anos pode aumentar o risco de se ter a doença de 3 a 10 vezes comparado à população em geral, podendo refletir tanto fatores genéticos (hereditários) quanto hábitos alimentares ou estilo de vida de risco de algumas famílias.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.inca.gov.br

Saiba o que são Vegetais Crucíferos

Diabetes mata mais que Aids e Trânsito no Brasil

Dados do Ministério da Saúde divulgados ontem (13) indicam que 54 mil brasileiros morreram em 2010 em decorrência do diabetes. Isso significa que a doença matou quatro vezes mais do que a aids (12 mil óbitos) e superou o total de vítimas de trânsito (42 mil) no país.

A pasta alertou que o total de mortes provocado pelo diabetes é ainda maior quando se considera que a doença age como fator de risco para outras enfermidades, como câncer e doenças cardiovasculares. Em 2010, o diabetes esteve associado a 68,5 mil mortes, o que totaliza cerca de 123 mil mortes direta e indiretamente.

De 2000 a 2010, a doença foi responsável por mais de 470 mil mortes em todo o Brasil, enquanto a taxa de mortalidade avançou de 20,8 para 28,8 casos para cada 100 mil habitantes.

As mulheres são as principais vítimas e responderam, em 2010, por 30,8 mil mortes contra 24 mil entre os homens. Em 2000, 20 mil mulheres morreram por causa do diabetes, ante 14 mil homens.

A faixa etária com o maior número de mortes, em 2010, é acima dos 80 anos, totalizando 15,7 mil. O número mais que dobrou quando comparado ao ano 2000, quando 6,7 mil mortes foram notificadas na mesma faixa etária.

Para o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, o diabetes constitui um problema contemporâneo. Ele lembrou que, atualmente, 15% da população brasileira são obesos e que o quadro é um facilitador para a doença.

“Esta é a hora de revertermos a possibilidade do nosso país ser cada vez mais um país de diabéticos”, disse, ao citar mudanças como melhoria dos hábitos alimentares e aumento da atividade física. “É um momento fundamental para que o conjunto da população brasileira, sobretudo os profissionais de saúde, tenham atitudes em relação à prevenção”, completou.

No ano passado, o governo federal lançou o Plano de Ações para o Enfrentamento de Doenças Crônicas Não Transmissíveis, que inclui medidas para a redução de casos e de mortes por diabetes.

A meta é alcançar queda de 2% ao ano nas mortes prematuras provocadas por doenças crônicas, a partir da melhoria de indicadores relacionados ao consumo de álcool, alimentação inadequada, sedentarismo e obesidade, fatores considerados de risco para o diabetes.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://exame.abril.com.br


Enter your email address to follow this blog and receive notifications of new posts by email.

Junte-se a 772 outros assinantes

Calendário

março 2026
S T Q Q S S D
 1
2345678
9101112131415
16171819202122
23242526272829
3031  

Arquivos

Estatísticas do Blog

  • 1.077.733 hits

Crie um site como este com o WordPress.com
Comece agora