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Castigos Físicos Aumentam chances de Crianças apresentarem Distúrbios Mentais na Vida Adulta

Punições físicas aplicadas pelos pais para disciplinar os filhos podem desencadear uma série de problemas mentais entre as crianças ao longo da vida. Segundo um novo estudo publicado nesta segunda-feira na revista Pediatrics, agressões — mesmo que não sejam as formas mais graves de abuso, como sexual ou negligência, comprovadamente prejudiciais à saúde mental — como empurrar, bater e agarrar, estão associadas a distúrbios de ansiedade e de personalidade.

Segundo os autores do trabalho, está clara a relação entre maus tratos às crianças, tanto físicos e emocionais quanto abuso sexual, e problemas emocionais apresentados por elas durante a vida adulta. No entanto, de acordo com eles, pouco foi estudado sobre os efeitos negativos das punições físicas que são usadas como uma forma de castigo, para a saúde mental dos indivíduos.

Para a pesquisa, uma equipe da Universidade de McMaster, no Canadá, se baseou em dados de 600 americanos inscritos no Exame Nacional de Epidemiologia em Álcool e Condições Relacionadas, dos Estados Unidos, que coletou dados de 34.653 pessoas maiores do que 20 anos entre 2004 e 2005. Os autores observaram que entre 2% e 7% dos distúrbios mentais apresentados pelos participantes — entre eles os transtornos de humor, ansiedade, bulimia, transtorno obsessivo compulsivo (TOC) e abuso de álcool e drogas — foram atribuídos a punições físicas na infância.

Os autores da pesquisa explicam que, embora essa porcentagem pareça pequena, ela já é suficiente para mostrar que os castigos físicos podem ser considerados como fatores de risco para problemas mentais. Eles acreditam que esses resultados reforçam a ideia de que reduzir o castigo físico pode ajudar a diminuir a prevalência de transtornos mentais na população em geral.

Brasil — Uma pesquisa divulgada em junho pelo Núcleo de Estudos da Violência da Universidade de São Paulo indicou que um em cada cinco brasileiros sofreu punição física regular, ou seja, ao menos uma vez por semana, na infância, e que pouco mais de 70% apanharam ao menos uma vez quando crianças. O levantamento, feito em 2010 com 4.025 pessoas de onze capitais do país, também mostrou que os indivíduos que relataram sofrer mais punições físicas apresentavam mais chances de adotar a violência na criação de seus filhos.

CONHEÇA A PESQUISA

Título original: Physical Punishment and Mental Disorders: Results From a Nationally Representative US Sample

Onde foi divulgada: revista Pediatrics

Quem fez: Tracie Afifi, Natalie Mota, Patricia Dasiewicz e Harriet MacMillan

Instituição: Universidade de McMaster, Canadá

Dados de amostragem: 600 pessoas com mais de 20 anos de idade

Resultado: Até 7% dos transtornos mentais — como ansiedade, abuso de álcool e drogas, transtorno obsessivo compulsivo (TOC),e variações de humor — apresentados por adultos podem ser atribuídos a punições físicas severas na infância (bater, empurrar, agarrar).

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://veja.abril.com.br

Segundo estudo, Problemas na Infância têm efeito no Desenvolvimento Cerebral

Um novo estudo feito nos EUA com exames de ressonância magnética mostra que problemas físicos e psicológicos na infância podem ter um efeito mensurável sobre o desenvolvimento cerebral. As conclusões estão publicadas na edição desta segunda-feira (23) da revista científica americana “Proceedings of the National Academy of Sciences” (PNAS).

A pesquisa, feita no Laboratório de Neurociência Cognitiva do Hospital Infantil de Boston, revela que algumas das crianças romenas analisadas apresentaram uma diminuição da massa cinzenta (constituída por neurônios e células da “glia”, que suportam e nutrem os neurônios) e da massa branca (formada por fibras que ligam os neurônios).

No sentido contrário, quando as circunstâncias sociais e ambientais melhoraram, a massa branca foi capaz de dar sinais de recuperação e reverter parcialmente essas mudanças. Nesse caso, os menores avaliados viviam em orfanatos e foram transferidos para lares de adoção.

Ao todo, foram observadas 74 crianças de 8 a 11 anos, divididas em três grupos. O primeiro incluía 29 menores criados em alguma instituição, 25 escolhidos para deixarem o orfanato e serem adotados após três anos, e 20 que nunca estiverem em lugares como esses.

Segundo os autores, crianças expostas a abuso, violência, abandono, pobreza extrema e outras adversidades podem sofrer os mesmos efeitos.

O pesquisador Charles Nelson, um dos responsáveis pelo estudo, diz que esses trabalhos cognitivos sugerem que pode haver um período sensível que abrange os dois primeiros anos de vida e que, quanto antes uma criança receber cuidados assistenciais, melhores os resultados.

Dados do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) apontam que pelo menos 8 milhões de crianças no mundo vivem em instituições como orfanatos, sendo expostas a situações de negligência física e psicológica grave.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://g1.globo.com/

Brincadeiras na Infância Ajudam a Modelar Vida Adulta

Funções das brincadeiras

Poderia a brincadeira de pega-pega ser o ingrediente necessário para a formação de futuros vencedores dos 100m rasos? Ou o conhecido “brincar de casinha” ser uma máquina de formação de futuras donas de casa e pais de família?

A resposta é que isso acontece naturalmente.

Como explica a pesquisadora Ilka Bichara, professora do Instituto de Psicologia da UFBA (Universidade Federal da Bahia), que estuda o tema desde 1990, brincadeiras na infância deixam uma herança para a vida adulta.

“Durante muito tempo se acreditou, na psicologia, que a principal função da brincadeira seria a de treino para as habilidades futuras”, lembra.

Contudo, segundo Ilka, essa crença e as teorias que a fundamentavam foram revistas, e a pesquisadora ressalta que atualmente acredita-se que o indivíduo não tem fases indissociadas na vida – todas as vivências de uma pessoa seriam, portanto, partes de um processo de formação e desenvolvimento, funcionando assim como esse “treino”.

“Nas brincadeiras, há negociação, exercício de habilidades sociais complexas, formação de valores e conceitos, como também há emoção”, explica.

Para a professora, as brincadeiras são vividas, e essas vivências tornam-se parte do indivíduo.

Como resultado, em brincadeiras, a criança traria essas suas experiências para uma nova interação com outras crianças, da mesma maneira que um adulto o faz.

“A criança não é um ser passivo que vai apenas reproduzindo aquilo que vê, pelo contrário, ela é um ser ativo, que reinterpreta e recria a realidade em suas brincadeiras e, com isso, cria cultura”, afirma Ilka.

Faz-de-conta

Não seria de surpreender se os adultos com maior criatividade fossem aqueles que mais brincaram de “faz-de-conta”, na infância.

Essas brincadeiras, segundo a pesquisadora, funcionam de maneira diferente da ideia que a maioria das pessoas tem, de que seria uma fuga da realidade.

Ilka reforça que é através do faz-de-conta que a criança tenta compreender a realidade a sua volta, assim como forma suas impressões e valores.

Segundo Ilka, o faz-de-conta pressupõe criatividade e ao mesmo tempo a estimula.

“A criança está sempre criando e recriando coisas. Todas as crianças brincam de faz-de-conta, porém os enredos, papéis, objetos, cenários, e diálogos variam conforme o contexto tanto físico quanto cultural”, analisa.

Novos universos de brincadeiras

A pesquisadora Ilka Bichara lembra ainda que as brincadeiras no ambiente virtual não atrapalham o desenvolvimento das atividades da criança.

“As brincadeiras mudam, passam a ter outros conteúdos, mas continuam. Nós é que temos dificuldade em vê-las, porque são diferentes das que brincávamos em nossa infância”, pondera.

Para Ilka, o ambiente virtual é um novo palco de brincadeiras, inclusive as de faz-de-conta. “Pais e educadores precisam ficar mais atentos a essa nova realidade”, aconselha.

Brinquedos da nova era tecnológica, segundo a pesquisadora, não implicam, necessariamente, na limitação da criatividade infantil, especialmente se puderem ter usos diferentes para os quais foram inicialmente projetados. “Na verdade, o que limita a criatividade das crianças não é o objeto, mas as restrições dos adultos.”

Thais Borges – UFBA

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.diariodasaude.com.br/

Trepadeiras nas fachadas ‘podem diminuir poluição nas cidades em até 30%’

Pesquisas anterioresPesquisas anteriores já previam que o aumento de áreas verdes em cidades poderia reduzir em 5% a quantidade de poluentes, mas o novo estudo conduzido por cientistas das universidades de Birmingham e Lancaster mostra que os “corredores verdes” têm um potencial mais efetivo.

Publicados no periódico Tecnologia e Ciência do Ambiente, os resultados do trabalho mostram que tais medidas poderiam ser mais eficientes do que iniciativas tradicionais.

“Até agora todas as iniciativas para tentar reduzir a poluição têm sido feitas ‘de cima para baixo’, como livrar-se de carros velhos, acrescentar catalisadores e até introduzir taxas de congestionamento – e elas não têm mostrado o efeito desejado. O benefício dos ‘corredores verdes’ é que eles limpam o ar que entra e fica no espaço entre os prédios”, diz Rob MacKenzie, um dos autores da pesquisa.

Os ‘corredores’ nada mais são do que placas cobertas com plantas ‘trepadeiras’, que crescem acopladas a uma estrutura, colocadas sobre as paredes exteriores de construções nas cidades.

“Plantar mais (‘corredores verdes’) de uma forma estratégica poderia ser uma maneira relativamente fácil de controlar nossos problemas locais de poluição”, acrescenta o cientista.

Vantagens e desafios

Especialistas sugerem que a criação deste tipo de “corredor verde” também tem vantagens práticas, além do previsto benefício ambiental.

Similares como as chamadas “paredes verdes”, que funcionam como jardins verticais, geralmente compostas por diferentes tipos de plantas e muitas vezes criados por paisagistas, necessitam de sistemas de irrigação específicos, além de fertilizantes e cuidados mais intensos.

Já os “corredores” consistem em uma parede inteira coberta por um tipo único de planta trepadeira, mais resistente.

Mesmo assim há desafios.

Tom Pugh, outro autor do estudo, lista algumas das dificuldades a serem enfrentadas. “Precisamos tomar cuidado quanto às plantas: como e onde plantaremos tais tipos de vegetação, (além de garantir que) não sejam afetadas por seca, não sejam atingidas por calor excessivo e que não sofram ações de vândalos”, diz.

Anne Jaluzot, de um grupo comunitário sobre plantio de árvores em áreas urbanas, diz que a estratégia tradicional, de plantar muitas árvores pequenas, não ajuda em nada para a biodiversidade, e o controle de enchentes e da poluição.

Ela diz que seria preferível se concentrar em regiões menores e nelas plantar árvores muito grandes, mesmo que em número menor. Ela também critica os “jardins verticais”, mais elaborados, como uma “perda de dinheiro”.

“Esses jardins verticais em geral são bonitos, mas são insustentáveis devido ao alto custo de manutenção e a necessidade de adubos. Simplesmente cobrir uma parede com plantas trepadeiras seria em geral uma solução muito melhor para prefeituras e organismos do setor”, avalia.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.bbc.co.uk/portuguese

A Poluição Sonora Traiçoeiramente o Corpo

A poluição química do ar, da água e da terra deixa muitos traços visíveis de contaminação. Muitas doenças e mortes devido a alterações do meio podem ser identificadas por qualquer pessoa. Mas, a poluição sonora, mesmo em níveis exagerados, produz efeitos imediatos moderados. Seus efeitos mais graves vão se implantando com o tempo, como a surdez, que não tarda a se acompanhar às vezes de desesperadores desequilíbrios psíquicos e de doenças físicas degenerativas.

O mais traiçoeiro ocorre em níveis moderados de ruído, porque mansamente vão se instalando estresse, distúrbios físicos, mentais e psicológicos, insônia e problemas auditivos. Muitos sinais passam despercebidos do próprio paciente pela tolerância e aparente adaptação e são de difícil reversão. Muitas pessoas, perdidas no redemoinho das grandes cidades, não conseguem identificar o ruído como um dos principais agentes agressores, e, cada vez mais, menos se sentem e vão ficando desorientados por não saber localizar a causa de tal mal. Por isso nada se faz e vive-se sob o impacto de uma abusiva, portanto ruidosa mecanização e sonorização, de ambiente fechados e abertos. Não se avalia devidamente os efeitos somados pela poluição sonora por desconhecer os trabalhos científicos, por não encontrar no dia-a-dia provas suficientes de convencimento, por não poder captar a causa pelos próprios olhos, nesta era considerada de predomínio visual, e por ter-se tornado insensível ao dano na comunicação verbal. Está colocado o enigma da civilização moderna: ou se decifra ou se é devorado.

Se o ruído é excessivo, o corpo ativa o sistema nervoso, que o prepara contra o ataque de um inimigo invisível, sem pegadas, que invade todo o meio embiente pelas menoresfrestas por onde passa o ar ou por toda ligação rígida à fonte ruidosa. O cérebro acelera-se e os músculos consomem.se sem motivo. Sintomas secundários aparecem: aumento de pressão arterial, paralisação do estômago e intestino, má irrigação da pele e até mesmo impotência sexual.

Na antiguidade, os gregos indignados puseram os barulhentos ferreiros para fora das cidades. Hoje, qualquer um tem seu aparelho portátil ou estrondoso som.

Pesquisa nos EUA mostrou que jovens em ruído médio inferior a 71 decibeis, entremeados com pulsos de 85 decibeis só a 3% do tempo, tiveram aumentos médios de 25% no colesterol e 68% numa das substâncias provocadoras de estresse: o cortisol. Mas já a partir de 55 decibeis acústicos a poluição sonora provoca estresse, segundo a Organização Mundial de Saúde. Pelo nível de ruído das nossas cidades e casas, a maioria dos habitantas deve estar sob estresse prolongado, surgindo ou agravando arterioscleroses, problemas de coração e de doenças infecciosas, fazendo inúteis dietas e acabando precocemente com suas vidas.

A ativação permanente do sistema nervoso simpático do morador da metrópole pode condicionar negativamente a sua atuação com as agressões. Muitas pessoas procuram se livrar dessa reação, por tornar-se desagradável, (por exemplo duma palpitação), usando drogas (tranquilizantes ou cigarro) para bloqueá-la. A falta de irrigação muscular pode levar a gangrena nos membros. O corpo cai na pior contradição: atacado sem saber bem porquê e como se defender, devido ao bloqueio das reações naturais do organismo. É um conflito, gerador de ansiedade, já que o nível de ruído em nosso ambiente urbano está quase sempre acima dos limites do equilibrio, e abre caminho para estresses crônicos. Certas áreas do cérebro acabam perdendo a sensibilidade a neurotransmissores, rompendo o delicado mecanismo de controle hormonal. Esse processo aparece também no envelhecimento normal e ataca os mais jovens, que se tornam prematuramente velhos num ambiente estressante. Os efeitos no sono não são menos importantes pela sua nobre função.

Em São Paulo, a poluição sonora e o estresse auditivo são a terceira causa de maior incidência de doenças do trabalho, só atrás das devido a agrotóxicos e doenças articulares. Inúmeros trabalhadores vêm-se prejudicados no sono e às voltas com fadiga, redução de produtividade, aumento dos acidentes e de consultas médicas, falta ao trabalho e problemas de relacionamento social e familiar.

O ruído estressante libera substâncias excitantes no cérebro, tornando as pessoas sem motivação própria, incapazes de suportar o silêncio. Libera também substância anestesiante, tipo ópio e heroína, que provoca prazer, abrindo campo para o uso de fortes drogas psicotrópicas. As pessoas tornam-se viciadas, dependentes do ruído, paradoxalmente caindo em depressão em ambiente com silêncio salutar, permanecem agitadas, incapazes de reflexão e meditação mais profunda.

Os países avançados, ao contrário, mantém o controle da poluição sonora para não prejudicar as atividades psicológicas, mental e física, e seus habitantes, beneficiados, atingiram um nível mais refinado. Mesmo assim esse tipo de poluição subiu para a terceira prioridade ecológica para a próxima década, pela Organização Mundial de Saúde.

O Brasil não deveria permitir tantos danos da poluição sonora nos insuficientes esforços na educação e saúde. Alguma coisa deveria ser feita nas nossas cidades excessivamente barulhentas, hoje com quase 80% da população. As providências seriam: seguir a lei e melhora.la, diminuir poluição das fontes ruidoras (veículos automotores, aparelhos industriais e eletro-domésticos etcl, reordenar as cidades ldesdentralizar e impedir crescimento excessivo, melhorar o uso do solo, urbanismo, arquitetura etcl e até reeducar as pessoas a viver em comunidade, porque, a nação, se não é capaz de reparar os danos da poluição sonora, poderia pelo menos preveni-los.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.icb.ufmg.br

Cuidado com a Poluição Sonora

Decibéis muito acima do tolerável ocupam hoje o terceiro lugar no ranking de problemas ambientais que mais afetam populações do mundo inteiro, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) a poluição do ar e a da água estão na dianteira. Não se trata de simples incômodo. Barulho mata. Só por infarto, são 210 mil vítimas fatais todo ano aponta um relatório da OMS que deveria, este sim, sair da surdina para soar em alto volume. A poluição sonora ainda não recebeu a devida atenção, lamenta o neurofisiologista Fernando Pimentel- Souza, da Universidade Federal de Minas Gerais, um dos maiores estudiosos brasileiros dos efeitos da poluição acústica na saúde humana.

Com tanto zunzunzum de carros, buzinas, telefones, eletrodomésticos, tocadores de MP3, um número incalculável de pessoas passou a sofrer, além dos óbvios distúrbios auditivos, de dor de cabeça crônica, hipertensão, alterações hormonais e insônia.

“Somos assaltados o tempo inteiro por ruídos altíssimos”, nota o otorrinolaringologista Arnaldo Guilherme, da Universidade Federal de São Paulo, a Unifesp. Só para você ter uma idéia, o trânsito em cidades como São Paulo, Belo Horizonte e Salvador alcança facilmente os 80 decibéis, o mesmo que um liquidificador ligado a 1 metro de distância. E, de acordo com a OMS, todo e qualquer som que ultrapasse os 55 decibéis já pode ser considerado nocivo para a saúde. As pessoas não se dão conta do problemão a que estão expostas porque as conseqüências não são imediatas, elas vão se acumulando e só aparecem com o tempo, diz Guilherme.

Seria preciso viver isolado feito um ermitão para passar incólume pelo estresse acústico, carga de tensão que age como gatilho para todas as encrencas relacionadas à vida moderna e barulhenta. “Como, na prática, isso é impossível para a maioria nos grandes centros urbanos, o corpo entra numa espécie de alerta. A musculatura fica tensionada, o coração dispara, a pressão arterial sobe, o estômago fica cheio de suco gástrico e o intestino trabalha bem devagarinho”, descreve o especialista.

“Muito barulho também provoca grande agitação, além de dificultar a concentração”, afirma o otorrinolaringologista Arnaldo Guilherme. Quem trabalha em locais onde o nível de ruído vai às alturas sabe disso muito bem. “Às vezes a pessoa sente dificuldade para relaxar até quando chega em casa, de tão elétrica que ficou durante o dia”, completa Guilherme. Tanta excitação assim costuma levar a quadros de hiperatividade, agressividade, mau humor, depressão e até bipolaridade.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site:http://saude.abril.com.br

Diabetes e Hipertensão são Fatores de Risco para a Saúde dos Rins

O processo de filtragem de todo o sangue que temos no nosso corpo é encabeçado por dois pequenos órgãos que ficam situados nas costas. Os rins, que pesam entre 150 e 300 gramas cada chegam a filtrar até 180 litros de sangue durante o dia.

O programa Bem Estar desta segunda-feira (13) falou sobre a saúde desses órgãos, que são tão importantes para o corpo humano, com a participação da pediatra Ana Escobar e do nefrologista José Osmar Medina Pestana.

Além de filtrar o sangue, os rins são importantes para manter o equilíbrio de líquidos e sais do organismo – é o mecanismo de controle mais elaborado que o corpo tem.

Com isso, eles controlam a pressão arterial, eliminam o excesso de substâncias químicas, como o sódio, produzem um hormônio que interfere na produção de células de sangue e ativam a vitamina D, essencial para a absorção de minerais no intestino.

De acordo com a Sociedade Brasileira de Nefrologia, cerca de 10 milhões de pessoas no país tem alguma disfunção renal, mas poucas sabem. Os sintomas de problemas no rim não são de fácil identificação. Um deles é a retenção exagerada de líquido, que leva a inchaço e aumento da pressão arterial. Acordar várias vezes durante a noite para urinar também pode ser sinal de que algo está errado.

A hipertensão e, principalmente, a diabetes, estão normalmente associadas com as disfunções renais. Cerca de 100 mil brasileiros precisam fazer diálise – tratamento no qual alguma máquina ou líquido de fora do corpo é usado para filtrar o sangue – e, desses, 60% têm diabetes.

Os danos que essas duas doenças provocam nos rins são permanentes e, por isso, é importante mantê-las sob controle. A hipertensão machuca os rins porque o sangue passa com mais dificuldade pelos vasos. Já os diabéticos costumam perder proteína pela urina, o que também acarreta em lesões.

As pedras nos rins – ou cálculo renal – são formadas por substâncias que o rim elimina normalmente, como o cálcio ou o ácido úrico. A urina é formada por cristais, e algum distúrbio de metabolismo ou alimentação pode causar a formação das pedras. Elas podem sair pela urina ou com cirurgia.

Em geral, essa é uma alteração transitória e o funcionamento dos rins volta logo ao normal. A formação das pedras não está ligada à ingestão de minerais, como o cálcio, mas sim ao hábito de beber pouca água.

Uma enquete realizada pelo site do Bem Estar indicou que 49% dos leitores bebem até cinco copos d’água por dia. Outros 34% ingerem entre cinco e dez copos, e 17% tomam mais de dez por dia.

Um problema mais grave é a nefrite, uma inflamação no rim, precedida por algum outro problema. Por exemplo, uma infecção de garganta pode formar anticorpos que se juntam a algumas proteínas e formam um complexo proteico. Isso é depositado nos rins, que o enxergam como um corpo estranho, e isso provoca uma inflamação.

Existe ainda a doença renal policística, que é hereditária e atinge cerca de 3% da população. O rim cresce, fica cheio de cistos e perde a capacidade de filtrar. Existem casos em que o órgão cresce tanto que chega a pesar até 8 kg.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://g1.globo.com/bemestar

Poluição

Os processos industriais e de geração de energia, os veículos automotores e as queimadas são, dentre as atividades humanas, as maiores causas da poluição do ar, muitas delas tóxicas à saúde da população e responsáveis por danos à flora.

A poluição atmosférica pode afetar bens materiais (corrosão), a qualidade do solo e das águas (chuvas ácidas) e prejudicar a visibilidade.

“O quadro de poluição do ar no Brasilé extremamente diverso”, declara o gerente de Qualidade do Ar do Ministério do Meio Ambiente, Rodolfh Noronho. Ele explica que, pelas diferenças nas características de cada estado em termos de recursos naturais, atividade econômica, entre outras, é difícil estabelecer um perfil nacional.

As fontes que provocam a poluição do ar são divididas em três principais: as fixas, que são as indústrias e os aterros; móveis, que têm origem em meios de transporte em geral; e as agrossilvipastoris, como a agricultura, queimadas e o desmatamento.

Para controlar a qualidade do ar no País, foi criado, em 1989, o Programa Nacional de Controle de Qualidade do Ar (Pronar), que, entre outros objetivos, estabelece metas para a área. Com o passar dos anos, outros programas foram incorporados ao Pronar.

É o caso do Programa de Controle da Poluição por Veículos Automotores (Proconve), que atualiza os padrões para carros, ônibus e caminhões novos. “Com esse programa, alcançamos resultados excelentes. O último inventário nacional traz as projeções e mostra que já tivemos reduções expressivas na emissão de poluentes”, diz Noronho.

Em 2012, o Proconve entrou na fase para veículos pesados. “Essa etapa estabelece limites de emissão de poluentes mais rígidos. Isso significa uma redução na poluição decorrente da incorporação de novas tecnologias nos motores e da utilização de umcombustível com menor teor de enxofre”, explica coordenador de Resíduos e Emissões da Diretoria de Qualidade Ambiental do Ibama,  Paulo Macedo, responsável pelo Proconve.

Mas o programa define mudanças apenas para os veículos novos. O gerente de Qualidade do Ar do MMA vê a necessidade de aumentar a adesão ao Programa de Inspeção Veicular, que hoje é obrigatório somente na cidade de São Paulo e no Estado do Rio de Janeiro. “É importante fiscalizar também os carros que estão em uso”, afirma.

Indústrias

Com relação às fontes fixas que provocam a poluição atmosférica, Rodolfh Noronho destaca a Resolução 382/2006 do Conama, que define os limites máximos de emissão de poluentes pelas indústrias que iniciaram atividade a partir de 2007.

Para ele, faltava uma resolução que atingisse também as indústrias mais antigas. Em 2011, essa lacuna foi preenchida durante a 104ª Reunião Ordinária do Conselho, que estabeleceu novos padrões de emissão para as unidades industriais que entraram em operação antes de 2007. A meta é reduzir as emissões de poluentes aos níveis adotados para as novas plantas.

“Esse resolução representa um ganho muito grande. Isso vai forçar uma inovação tecnológica no Brasil, além de impactar de forma positiva na qualidade do ar”, destaca Noronho.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site:  http://www.brasil.gov.br

Banana, A Barrinha Energética

A banana é sua velha conhecida. Provavelmente, ela esteve presente nas primeiras papinhas em sua época de bebê. Mas, apesar da intimidade, você deve acreditar que a fruta é inimiga da dieta: uma unidade tem aproximadamente 90 calorias e 22 g de carboidrato.

Pois bem, é o oposto: o fruto da bananeira não é somente uma potência nutricional, ele é a solução perfeita para matar aquela fome fora de hora e para prolongar a sensação de saciedade por mais tempo. “A banana também se destaca entre as demais frutas por ser rica em fibras, potássio, triptofano, fósforo, cálcio, magnésio e vitaminas A, C, B1, B2 e B6”, enumera a nutróloga Cristiane Coelho.

Na prática, o estoque de potássio ajuda no controle da pressão arterial, evita câimbras e dores musculares. Já o triptofano não só previne como trata a depressão, pois atua na produção de serotonina, o hormônio do bem-estar.

Banana-maçã, nanica, prata, ouro ou da terra… não importa! Todos os tipos apresentam as mesmas propriedades nutricionais. “Existe apenas uma diferença sutil no aroma, no sabor e na textura deles”, explica a médica nutrológa.

No ponto certo

Na hora de comprar a fruta, ela não deve estar 100% madura. Prefira as com casca amarela, um pouco esverdeada, e com manchinhas marrons. Evite as com partes moles ou machucadas. Em casa, deixe-as amadurecer na fruteira ou num lugar fresco e arejado. A banana estará boa para o consumo, com todo o sabor apurado, quando a casca estiver completamente amarela, inclusive as pontas. Depois de amadurecida, pode ser mantida na geladeira entre três e cinco dias.

Não precisa cair de madura

Já pensou em comer banana verde? Considere! Nesse estágio, a fruta é classificada como um alimento funcional, que nutre e ainda previne doenças. Sua polpa é rica em amido resistente,
molécula parecida com a fibra. Ou seja, além de auxiliar no bom funcionamento do intestino, o fruto aumenta a saciedade – na prática, você não terá picos de fome excessiva. “Estudos indicam que o consumo de amido resistente também atua na redução do colesterol, o que afasta doenças cardíacas”, conta Cristiane Coelho.

O jeito certo de consumir a fruta verde é na forma de biomassa: cozinhe seis bananas com casca na panela de pressão, por 15 minutos, e bata tudo no liquidificador até virar um purê. Adicione essa mistura a sopas, caldos, molhos ou no feijão e ganhe muito mais saúde.

banana, o quarto alimento mais produzido no mundo e uma das frutas mais consumidas pelos brasileiros, também é conhecida pelo seu alto teor de cálcio e potássio. Por ser extremamente benéfica aos praticantes de exercícios físicos, a banana recebe o status de ‘alimento dos atletas’, já que ajuda na prevenção de câimbras e dores musculares.

Outra variedade que faz muito bem para o organismo, mas ainda é pouco consumida é a banana verde. Segundo a nutricionista, a fruta nesse estágio é um excelente alimento funcional. “Por ainda estar verde, a banana concentra altas quantidades de fibras solúveis como a inulina, sendo considerada um prebiótico natural, ou seja, um alimento que contem bactérias boas que auxiliam em osso intestino”, comenta Dafne.

Receita de Biscoito de Aveia e Mel com Banana e Iogurte

Ingredientes:

1 copinho de iogurte natural de textura densa
. 2 bananas-prata cortadas em rodelas (bem maduras, mas não moles)
. 1 colher de sopa de mel
. 1 colher de sopa de suco de limão
. 8 biscoitos de aveia e mel
. Canela a gosto
. Tirinhas de limão para decorar

Modo de Preparo:

Coloque o iogurte num saquinho de pano ou num coador de café sem usar e deixe drenando até ficar com textura bem cremosa (cerca de 3 horas). Numa frigideira antiaderente, coloque as rodelas de banana e deixe dourar, mexendo de vez em quando. Junte o mel e o suco de limão para umedecer. Quando ferver, desligue o fogo e reserve. No centro de cada biscoito, coloque um pouco de iogurte drenado (deixando uma beirada do biscoito à mostra). Por cima, coloque de forma decorativa algumas fatias de banana. Derrame um pouco da calda da frigideira, polvilhe com canela e decore com tirinhas de limão. Sirva em seguida.

Informações parciais. Confira o texto e a receita na íntegra, acessando os sites: http://cyberdiet.terra.com.br e http://mdemulher.abril.com.br

Previna-se Contra a Gripe


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