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Prevenção contra Obesidade Infantil começa com Educação de Mães, diz pesquisa

Obesidade infantil é um assunto que, vira e mexe, está presente tanto na mídia quanto nas rodas de mães. Pudera! Afinal, existem hoje em todo o mundo 43 milhões de crianças obesas e acima do peso em idade pré-escolar. Os números são de pesquisadores da Universidade de Sidney e da Western South Sidney e Sidney Medical School, na Austrália, que defendem a educação das novas mães para combater o problema.


Se você tem receio de que o seu filho sofra com excesso de peso, fique de olho nas suas atitudes. Afinal, você bem sabe que ele aprende por meio do seu exemplo, assim será a partir dos seus hábitos que ele vai ter (ou não) uma boa relação com a comida. Realizada com 667 mães de primeira viagem e seus filhos de até 5 anos, a pesquisa, publicada no British Medical Journal, no Reino Unido, revelou que há três pontos fundamentais relacionados com a obesidade infantil: a introdução dos alimentos sólidoscomo as crianças são alimentadas e quanto tempo elas passam em frente à TV.

Para o primeiro ponto destacado pelos pesquisadores, vale reforçar que, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), o aleitamento materno exclusivo deve acontecer até os 6 meses. Segundo Rosangela Rea, endocrinologista do Hospital Pequeno Príncipe (PR), neste período são estabelecidas a experiência sensorial da criança e de suas preferências alimentares futuras. Como o sabor do leite materno se modifica de acordo com a alimentação da mãe, a criança aprende a aceitar diferentes gostos, inclusive de frutas, legumes e verduras.

Acontece que não são todas as mães que conseguem esse tempo todo de licença-maternidade. Assim, muitas vezes introduzem os alimentos sólidos mais cedo e nem sempre da maneira correta. Por medo de que fiquem ser nutrientes necessários, alguns pais podem exagerar e fazer com que a criança coma mais do que realmente precisa. Se você está aflita com a alimentação do seu filho, converse sempre com o pediatra.

Cuidados desde a primeira papinha 

Fique de olho no preparo dos primeiros alimentos sólidos que você dá ao seu filho. Um dos erros mais comuns, diz Rubens Feferbaum, pediatra e nutrólogo do Hospital Infantil Sabará (SP), é incluir alimentos muito energéticos e pouco protéicos na alimentação da criança.

“As mães costumam colocar muita batata, arroz e grãos em geral e pouca carne nas papinhas”, diz ele. E essa comida precisa estar bem balanceada: ou seja, ter uma fonte de carboidrato (arroz, macarrão), uma de proteína (carne, frango) e duas de legumes ou verduras. E fuja do sal. Se for usar, só uma pitada (mesmo!). Para Feferbaum, ele nem deveria ser acrescentado, já que os alimentos possuem a quantidade necessária de sal para o bebê. “É desde o início que se estabelece bons hábitos”, reforça. Abuse de temperos, como salsinha, cebolinha, por exemplo, que dão sabor à papa.

Assim como o cuidado com o sal, o açúcar também é outro vilão. Por isso, nada de adoçar sucos e o leite do seu filho. Esses alimentos, por exemplo, já trazem seu açúcar natural. E não se esqueça: variedade de frutas e muita água também devem fazer parte do cardápio diário.

Hábitos dos pais = hábitos dos filhos

O segundo fator que os cientistas australianos ressaltam como um risco de obesidade é a maneira como você alimenta seu filho. A rotina aqui é peça fundamental. Estabeleça horários para a criança fazer as refeições, e sentada à mesa. Nada de TV ligada ou prato em cima do colo no sofá da sala. Sempre que possível, faça uma das refeições do dia com o seu filho. Vai ser importante ele ver como você se porta (e o que come e bebe!) e ter o seu incentivo para que experimente novos sabores.

O terceiro item destacado na pesquisa é o tempo em que a criança passa na frente da TV. O mesmo vale para jogos de videogame e computadores. Ambos influenciam a quantidade de atividade física que a criança faz (como brincar de pega-pega com os amigos), sem contar que ela tende a comer mais besteiras enquanto fica na frente das telas. Um estudo anterior, realizado pela Universidade de Harokopio, na Grécia, já havia alertado que ter esses aparelhos no quarto da criança era um fator de risco para a obesidade, já que ela se acomoda ainda mais a ficar dentro em casa.

Agora, se você também fica horas na frente da TV e nunca se exercita, vai ser difícil convencer o seu filho do quanto é importante ter hábitos saudáveis. E não precisa muito: fazer caminhadas no quarteirão da sua casa, levar o cachorro para passear, andar de bicicleta com seu filho no parque sempre que possível, brincar no playground do prédio com ele e até dançar na sala de casa já são maneiras de fazer todo mundo se mexer.

Falar de obesidade

Um estudo no Reino Unido publicado no site da revista Children and Younk People Nowmostra que o maior medo dos pais ao conversar com os filhos que estão acima do peso é desencadear algum tipo de distúrbio alimentar no futuro. Dos 1.000 pais entrevistados pelos estudiosos, 37% disseram que temem diminuir a autoestima do filho ao falar sobre peso com ele e 32% revelaram sentir dificuldade para ajudar a criança a se manter saudável.

Você não precisa dizer que ele está gordo! Basta falar sobre a importância de uma alimentação e hábitos mais saudáveis de vida e mostre que você está junto com ele nessa mudança de rotina. O maior problema da obesidade infantil é educacional, é preciso que toda a família mude o estilo de vida. E todos vão ganhar com isso, acredite!

Dicas para ajudar seu filho a ser sempre saudável
– Dê muito carinho ao seu filho durante a amamentação. Escolha um local tranquilo para amamentar e, se preferir, coloque uma música suave para aconchegar este momento;
– Respeite seu apetite. Não o force a comer quando não está com muita fome e cuidado com as porções e/ou restrições exageradas;
– No copo, prefira água. Evite sucos de caixinha, ricos em sódio. Opte por água de coco e sucos naturiais.
– Estabeleça uma rotina para as refeições, com a família unida à mesa, sempre que possível, e ambiente agradável e tranquilo;
– Não engane e não faça chantagem para a criança comer. Nada de “aviãozinho” e doce especial de sobremesa se ela comer tudo o que está no prato. Seu filho precisa aprender a importância da boa alimentação. Converse com ele desde cedo sobre isso;
– Seja exemplo. Alimentação saudável e exercícios físicos devem fazer parte da sua rotina.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://revistacrescer.globo.com/

Práticas Saudáveis para Crianças e Adolescentes

Para se desenvolver, todo ser humano precisa de atenção, carinho e condições saudáveis de vida. Isso envolve alimentação, sono e estímulos adequados.

Desde a gestação, a boa nutrição é fundamental para o organismo funcionar corretamente. Nos seis primeiros meses, o bebê precisa ser alimentado somente com leite materno. Nada mais, nem mesmo água, pois leite contém todos os nutrientes necessários. Sugar o peito da mãe ainda exercita a musculatura da face e fortalece o vínculo entre mãe e filho.

Dormir bem também é imprescindível. Segundo o médico Marcelo Masruha, professor de Neurologia Infantil na Universidade Federal de São Paulo e secretário geral da Sociedade Brasileira de Neurologia Infantil (SBNI), desde o início os pais devem treinar a criança a dormir no próprio quarto e sem interrupções. Nada de mamadeira ou água durante a noite.

Segundo o especialista, bebês não devem dormir de barriga para baixo, mas, acordados, devem passar alguns minutos nessa posição, pois ela estimula a musculatura em volta da coluna. Para uma boa estimulação motora, coloque o bebê em diferentes posições ao longo do dia.

O que jamais pode faltar na vida da criança são amor, carinho e atenção às suas necessidades. Nos primeiros três meses fora do útero, o chamado quarto trimestre da gestação, o conforto do corpo da mãe faz falta. Segundo a pediatra Honorina de Almeida, especialista em desenvolvimento e consultora internacional em aleitamento materno, o bebê tem temperamento próprio e precisa de tempo para se adaptar a esse novo mundo. Mas não há receita. “É uma relação puramente afetiva, sem regras. Os pais não devem ter medo de tomar decisões guiadas pelo que dita o coração”, diz.

O afeto é tão importante que interfere até o desempenho escolar. Estudos mostram que as crianças que mantêm um forte vínculo com a família são mais curiosas e tendem a se interessar mais pelos estudos. “A afetividade é o motor do aprendizado”, diz a pedagoga Silvia Colello, professora de psicologia da educação na Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo.

Televisão e videogame não substituem afeto e ainda aumentam o sedentarismo. A OMS recomenda passar no máximo duas horas por dia na frente da tela e aumentar a quantidade de brincadeiras e atividades que movimentem o corpo. Segundo o Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional de 2009, 13% da população de 10 a 19 anos estão com sobrepeso e 3% com obesidade.

Atividade física regular e uma alimentação saudável, rica, variada e equilibrada em proteínas, fibras e carboidratos e o mínimo possível de doces, refrigerantes, frituras e alimentos industrializados, são uma ótima receita de saúde.

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Doenças da Terceira Idade

No Brasil, os idosos (pessoas com 60 anos ou mais) representam 8,6% da população total do País. De acordo com o IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, da década de 1990 para os anos 2000, a população de terceira idade no Brasil cresceu 17%. O País tem hoje cerca de 20 milhões de idosos. Em 2025, esse número deve passar para 32 milhões de pessoas.

Segundo o Ministério da Saúde, as doenças do aparelho circulatório são a principal causa de mortalidade em idosos, com mais de 37% do número de mortes. As mais comuns são derrame, infarto e hipertensão arterial. Em seguida, vêm tumores e doenças do aparelho respiratório, por exemplo, pneumonia e DPOC (doença pulmonar obstrutiva crônica, como o enfisema e a bronquite crônica). A lista completa das doenças e as incidências podem ser acessadas no Portal da Saúde.

A médica geriatra da Santa Casa de São Paulo, Fabíola Borges, explica que o idoso tem alteração da imunidade e maior risco de infecção. Diversas alterações são peculiares a cada órgão. Características pessoais, questões sociais, dificuldades de higienização e alimentação também influenciam no envelhecimento do indivíduo.

Para evitar doenças e ter uma boa qualidade de vida é preciso ter uma alimentação adequada, com a presença de frutas, verduras, leite e vitaminas, já que o idoso tem naturalmente falta de vitamina B. “O exercício físico para aumento da força e da massa muscular está diretamente relacionado à saúde do idoso”, afirma. A partir dos 40 anos, a chance de ter um melhor envelhecimento está ligado a hábitos saudáveis.

Outro aspecto, não direcionado a doenças, mas que garante uma boa qualidade de vida ao idoso é o suporte social. “As relações pessoais que ele conseguiu manter, o trabalho e as condições financeiras vão ser diretamente ligados ao envelhecimento”, conclui.

Tumores também são frequentes fatores de mortalidade em idosos. Segundo o médico oncologista e professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Hakaru Tadokoro, os casos de câncer no Brasil aumentaram porque a população está envelhecendo mais. A doença é mais comum em pessoas com mais de 55, 60 anos, pois o organismo está exposto a substâncias nocivas há muito mais tempo.

O fumo é um dos principais fatores desencadeantes do câncer, além de comida gordurosa, industrializada, alta ingestão calórica e obesidade. Os mais comuns aos idosos são os de próstata (homens), de mama (mulheres) e no pulmão. Segundo o especialista, de 80% a 90% dos casos têm cura se o diagnóstico é precoce.

As pessoas se tornam mais vulneráveis com a idade. De acordo com o professor livre docente em cardiologia pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), Maurício Wajngarten, as doenças crônicas não-transmissíveis vão se acumulando, assim o diagnóstico na pessoa idosa é mais complexo e exige uma avaliação ampla.

Todas as doenças cardiovasculares, respiratórias, cerebrovasculares (AVC), diabetes e até o câncer podem ser consideradas doenças crônicas. Elas representam no Brasil 72% das causas das mortes. Quando se vive mais, há mais chance de ter uma doença crônica, daí a preocupação para que haja controle e prevenção. “O indivíduo pode viver com hipertensão e diabetes, por exemplo, mas precisa ter controle”, resume a gerontóloga.

A gerontologista e coordenadora nacional da Saúde do Idoso, do Ministério da Saúde, Luiza Machado, diz que o envelhecimento não começa aos 60 anos e sim quando o bebê ainda está no útero da mãe. Os hábitos saudáveis de vida desde a infância vão determinar a saúde do idoso. Como a expectativa de vida aumentou muito e o envelhecimento no Brasil é um fator relativamente novo, é preciso capacitar e formar profissionais de saúde para lidar com os problemas. “Hoje a expectativa de vida é de cerca de 75 anos de idade no País e pode chegar a 120 anos daqui a 50 anos”, diz.

A Área Técnica da Saúde do Idoso desenvolve ações estratégicas com base nas diretrizes contidas na Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa, para promover o envelhecimento ativo e saudável, a manutenção e a reabilitação da capacidade funcional. Um idoso saudável tem a autonomia preservada, tanto a física como a psíquica.

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Mitos e Verdades sobre a Terceira Idade

Não adianta negar, todo mundo vai envelhecer. O processo, que começa perto dos 30 anos com a queda da capacidade pulmonar e cardíaca máxima e com a diminuição na produção de colágeno, é inevitável. Saiba mais sobre os mitos e verdades que acontecem com o corpo quando você alcança a casa dos 60.  


Quando ficamos velhos, ficamos mais esquecidos

Mito. “Quando falamos de envelhecimento, temos alterações em todos os sistemas orgânicos. Do ponto de vista neurológico, existem modificações sim, porém, nem sempre elas comprometem a função cerebral do indivíduo”, explica Roberto Dischinger Miranda, geriatra e cardiologista do Instituto Longevità, de São Paulo. Algumas mudanças no estilo de vida fazem com que o idoso fique menos atento ou participativo. As pessoas mais jovens estão mais ligadas aos fatos que acontecem ao seu redor. À medida que a pessoa fica mais tranquila, tende a diminuir o poder de assimilação dos fatos. “A nossa memória está relacionada à atenção. Pelo próprio estilo de vida que levamos, implica em menor registro, menor foco de memória. Nem sempre lapsos de memória sinalizam doença”, explica o médico. Para evitar que eles apareçam, invista em atividades prazerosas para evitar que o cérebro fique acomodado. Aprender uma nova língua, um instrumento musical ou até mesmo usar o computador pode ser uma ótima maneira de estimular o funcionamento cerebral.

Quando ficamos mais velhos precisamos nos exercitar menos
Verdade. As alterações no organismo próprias do envelhecimento começam aos 30 anos e com elas vem a diminuição das capacidades pulmonar e cardíaca máximas. A repercussão dessas mudanças na vida cotidiana é pequena, porém, a queda de desempenho pode ser facilmente sentida durante os exercícios físicos. “Os exercícios devem ter uma intensidade diferente daquele praticado quando a pessoa era jovem. Mas, em qualquer idade, a atividade física é importante. E a performance ao se exercitar dependerá de cada um, é uma capacidade individual”, comenta o geriatra.

As dores são inevitáveis, principalmente as causadas pela artrite
Mito. Osteoartrose é uma das doenças mais comuns no envelhecimento e provoca dor. “Apesar das dores ocasionadas pela degeneração da cartilagem serem consideras comuns, não podemos considerá-las normais. O paciente deve ir ao médico para fazer um tratamento, fisioterapia e controlar o peso”, explica o médico.

O desejo sexual diminui com a idade
Verdade. Segundo Roberto Dischinger Miranda, o desejo sexual tende a diminuir com a idade, por ser próprio do envelhecimento humano. Nas mulheres, a menopausa faz com que a lubrificação diminua, o que causa dores durante a penetração. No homem, é comum a disfunção erétil. Porém, muitas vezes isso não impede a vida sexual do casal. É importante que os dois estejam bem com a prática, seja uma vez ao dia ou uma vez ao mês.

Acima de 60 anos devo procurar um geriatra
Mito. O geriatra é nada menos que um médico generalista com especialização em doenças mais comuns da terceira idade. Como o processo de envelhecimento começa quando somos jovens, é possível ir ao geriatra para acompanhar o avanço da idade, de maneira preventiva. “Não há nada que impeça a pessoa de envelhecer, o importante é manter a capacidade funcional, motora, física e mental”, explica o médico.

Pessoas com mais de 60 anos sentem menos sede
Mito. A estrutura fisiológica em si não causa essa alteração. “Muitas vezes, o que acontece é que o idoso perde bastante água por um quadro de incontinência urinária ou devido aos remédios diuréticos. Com isso, eles tendem a diminuir a ingestão de água – conscientemente ou não”, diz a nutricionista especializada em gerontologia Maristela Strufaldi. O quadro pode levar à desidratação, tontura, problemas intestinais e prejudicar a pele. “Por mais que o corpo não exija, deve-se tomar a mesma quantidade de água que antes”, defende Maristela.

Os idosos sentem menos sono
Mito. Algumas teorias defendem que o que acontece na verdade é uma mudança na arquitetura do sono. “Muitas vezes, o idoso tem a sensação de que dorme menos ou de que não dormiu bem. Mas nem sempre isso é real”, comenta Miranda. Quando a atividade do corpo é menor durante o dia, é natural que as horas de sono diminuam. Porém, nem sempre é preciso tratar com medicamentos. Primeiramente, é preciso investigar as causas dessa mudança e, se possível, tratá-las.

O paladar muda com a chegada da idade
Verdade. Assim como os outros músculos, as papilas gustativas, que ficam na língua, tendem a atrofiar. Isso influencia na percepção do paladar. “Para compensar essa perda, os idosos tendem a buscar alimentos ora muito doces, ora muito salgados”, elucida Maristela.

Os músculos desaparecem com o passar do tempo
Verdade. Segundo a nutricionista, a queda funcional do corpo faz com que aumente a quantidade de gordura, diminua a quantidade de massa magra e ocasione a queda no colágeno. O quadro, normal com o envelhecimento, acontece devido à morte celular e à atrofia muscular. O problema pode ser levemente corrigido com atividade física e alimentação balanceada.

Existem doenças consideradas normais na 3ª idade (diabetes, hipertensão)
Mito. Tudo que é considerado doença não pode ser chamado de normal. Pressão alta, diabetes, catarata são comuns, porém, jamais devem ser consideradas normais, uma vez que comprometem a vida do indivíduo. “O ideal é envelhecer com saúde e bem-estar”, completa o geriatra.

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Chocolate faz bem ao Coração, diz Pesquisa

Comer chocolate faz bem ao coração. Ao menos é o que indica uma pesquisa apresentada nesta segunda-feira no Congresso da Sociedade Europeia de Cardiologia, em Paris. De acordo com o estudo, o consumo do alimento está associado à redução, em um terço, dos riscos de doenças cardíacas. Além de reduzir em 37% as chances de males do coração, a ingestão de chocolate faz cair em 29% os riscos de acidente vascular cerebral (AVC), popularmente conhecido como derrame. Os especialistas alertam, porém, que o consumo deve ser feito com cautela – já que o chocolate pode levar à obesidade.

Pesquisas recentes já vinham mostrando que o consumo de chocolate tem uma influência positiva na saúde, em função de suas propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias. Isso incluiria a redução da pressão sanguínea e uma melhora na sensibilidade à insulina (um dos estágios de desenvolvimento do diabetes). As evidências de como o chocolate afetaria o coração, no entanto, ainda permaneciam obscuras.

Pesquisa – Para responder a essa pergunta, uma equipe da Universidade de Cambridge, coordenada por Oscar Franco, realizou um revisão em larga escala de evidências existentes até aqui. Eles pretendiam descobrir como o chocolate influenciaria problemas cardiovasculares, como o infarte e o derrame. Foram analisados os resultados de sete estudos anteriores, que envolviam mais de 100.000 participantes – que podiam ou não ter problemas cardíacos. Os dados foram divididos entre os grupos de pacientes que apresentavam o maior e o menor consumo de choocolate.

Dos sete estudos analisados, cinco apontaram uma relação benéfica entre o alto consumo de chocolate e os riscos cardiovasculares. Não foi encontrada nenhuma redução significativa em relação à insuficiência cardíaca e nem houve diferenciação do tipo de chocolate – como o ao leite ou amargo. A pesquisa incluiu o consumo de barras de chocolate, bebidas, biscoitos e sobremesas.

Precaução – De acordo com os pesquisadores, os resultados devem ser interpretados com cuidado. Isso se deve ao fato de que o chocolate vendido comercialmente hoje é muito calórico – cerca de 500 calorias para cada 100 gramas. O consumo exagerado pode levar ao ganho de peso, o que pode acabar facilitando o aparecimento de problemas como diabetes e doenças cardíacas.

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Curiosidades do Coração

Os nervos cardíacos, que comandam os batimentos pelos impulsos elétricos fornecidos pelo nodo sinoatrial, formam um corpo neural próprio com cerca de 40 mil neurônios. Eles funcionam para dar o ritmo certo da batida e podem ser influenciados pelos neurônios do cérebro: se uma pessoa está estressada, o batimento cardíaco aumenta. O inverso também é verdadeiro em muitos casos.

Em uma pessoa saudável, o coração bate em média 70 a 80 vezes por minuto. Mas, esse número pode ser elevado para até 150 em situações de pânico ou susto. O coração bombeia em média 74 mil litros de sangue por dia – o suficiente para, ao longo de uma vida inteira, encher 100 piscinas. A pressão exercida pelo órgão também é tão forte que o sangue poderia ser jorrado a 10 metros de altura.

Nem todos os animais possuem corações divididos em câmaras, como o homem, configurando o que chamamos de circulação dupla e completa. Nos peixes, o sangue passa apenas uma vez pelo coração, e sangue oxigenado e desoxigenado se misturam.

Anfíbios têm três câmaras: dois átrios e um ventrículo. Dois átrios e um ventrículo parcialmente separados formam o coração dos répteis – exceto os crocodilianos, que têm uma membrana vertical que divide o órgão em quatro partes–, havendo mistura de sangue venoso e arterial. Mamíferos e aves apresentam dois átrios e dois ventrículos, mas é a direção da aorta que muda.

Os casos mais interessantes ficam por conta dos invertebrados. As minhocas apresentam entre dois a 15 pares de vasos no esôfago que exercem a função do nosso coração, enviando o sangue para um vaso central que distribui o oxigênio e os nutrientes para a parte dianteira e traseira. Os três corações do polvo permitem que a pressão sanguínea permaneça constantemente alta, favorecendo a circulação de um sangue muito pobre em oxigênio.

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A Fórmula Ideal para manter o Coração Saudável

A vida moderna tem despertado em grande parte das pessoas a ilusão de que existem fórmulas mágicas, rápidas e eficientes para a solução de quase todos os problemas. Imagina-se, por exemplo, que é possível aprender inglês dormindo ou diminuir de peso enquanto se assiste televisão. E também se sonha com alguma solução milagrosa para manter nosso coração pulsando firme e forte, de preferência para sempre. Embora a ciência e a tecnologia tenham avançado muito nas últimas décadas, todas as soluções imaginadas ainda dependem, em grande parte, do esforço e do comprometimento individual.

Esses requisitos são essenciais quando se quer manter o coração saudável e em condições de desempenhar sua nobre missão de bombear o sangue oxigenado para todo o corpo. “Não há milagre que assegure o bom funcionamento e conservação desse importante órgão. A fórmula exige atividade física, a adoção de uma dieta adequada e a realização de check-ups regulares”, observa o dr. Cesar Jardim, cardiologista do HCor e coordenador do Clinic Check up HCor.

O exercício auxilia tanto na prevenção quanto no tratamento de doenças cardiovasculares. A prática sistemática de atividade física proporciona, entre outros benefícios, a melhoria do suprimento de sangue ao músculo cardíaco e eleva a capacidade cardíaca e pulmonar. Também ajuda no controle da pressão arterial e na manutenção de níveis adequados de colesterol e triglicérides.

A adoção de uma dieta saudável não significa se privar de todas as guloseimas, mas saber se controlar e respeitar os limites impostos pelo próprio organismo. Por exemplo, se a pessoa tem índices elevados do chamado mau colesterol – o LDL -, deve optar por alimentos menos gordurosos. Também é importante ter parcimônia no uso de sal para temperar a comida e também no consumo de bebida alcoólica.

A associação de uma dieta equilibrada e sem excessos com a realização de exercícios regulares também contribui efetivamente para a manutenção do peso ideal, outro fator de grande importância para a preservação da saúde do coração. São dois aliados que costumam potencializar, quando juntos, os benefícios que proporcionam individualmente. A atividade física, por exemplo, também contribui para a redução do mau colesterol.

E para completar essa fórmula certeira, a realização de check-ups regulares possibilita acompanhar permanentemente o estado e o funcionamento do coração, além de auxiliar a definir quais são os limites que devem ser respeitados no exercício físico, para que essa atividade produza benefícios com segurança. “Cuidar bem do coração é, acima de tudo, uma questão de atitude”, ressalta o dr. Cesar Jardim. Com a vantagem adicional de que ao adotar essa fórmula a qualidade de vida melhora de forma integral, permanente e segura.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.hcor.com.br/

HCor celebra o Dia Mundial do Coração

Profissionais do HCor realizarão aferição de pressão arterial, teste de glicemia, cálculo do IMC (Índice de Massa Corporal) e circunferência abdominal, medição de monóxido de carbono nos fumantes e teste de estresse para alertar sobre os riscos das doenças cardiovasculares, responsáveis por 29,4% das mortes registradas por ano no país

Para celebrar o Dia Mundial do Coração, hoje, 25/09, o HCor – Hospital do Coração, realizará uma ação gratuita com o objetivo de alertar e conscientizar à população sobre a importância da prevenção de doenças e a promoção da qualidade de vida à comunidade. As doenças cardiovasculares são responsáveis por 29,4% das mortes registradas por ano no país, mais de 308 mil mortes por ano, causadas principalmente por infarto e acidente vascular cerebral (AVC).

Com essa ação o HCor pretende levar mais informação sobre saúde e qualidade de vida à população e conscientizar sobre a importância de hábitos de vida saudáveis, com prática de esportes, alimentação balanceada, menos estresse e visitas regulares ao médico para prevenção e controle dos fatores de risco.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), as doenças cardiovasculares, incluindo infarto e acidente vascular encefálico (ou derrame), são responsáveis por 17,3 milhões de óbitos ao ano em todo o mundo, sendo quatro em cada cinco mortes em países pobres ou em desenvolvimento. Por outro lado, 80% dos infartos e derrames poderiam ser evitados com dieta saudável, prática de exercícios físicos pelo menos 30 minutos por dia, redução do estresse e fim do tabagismo.

” A hipertensão – que mesmo sem dar sinal ataca as artérias -, o excesso de açúcar – que leva ao diabetes – e o aumento de gorduras no sangue além de 200 mg/dL são os maiores vilões do coração. No Brasil, o número de hipertensos tem aumentado nas últimas décadas. Pelo menos 50% das pessoas acima de 65 anos têm pressão alta, mal que já atinge 5% das crianças e dos adolescentes. A doença é responsável por 40% dos infartos, 80% dos derrames e 25% dos casos de insuficiência renal grave”,esclarece Dr. Félix Ramires, cardiologista do HCor – Hospital do Coração.

A importância da prevenção e da qualidade da vida:
O HCor – Hospital do Coração por meio de sua equipe multidisciplinar do Clinic Check-up, estabelece avaliações com o intuito de identificar eventuais doenças e seus possíveis fatores de risco – baseado em dados clínicos e achados de exames. São pesquisadas doenças frequentes e clinicamente importantes com impacto na saúde e na qualidade de vida, como tumores, doenças cardiovasculares, metabólicas e infecciosas. Para isso, o serviço conta com uma equipe multidisciplinar composta por cardiologista, urologista, ginecologista, fisiatra, dermatologista, oftalmologista, proctologista e nutricionista.

No que diz respeito às doenças cardiovasculares, além da identificação e controle dos fatores de risco, o HCor conta com o ecocardiograma tridimensional e angiotomografia de artérias coronárias, no qual pode identificar a concentração de cálcio nesses vasos e a presença de placas de aterosclerose, além de ressonância magnética e tomografia computadorizada do coração.

Também são feitas orientações nutricionais para reeducação alimentar, para atividade física, pois é evidente que cada um de nós tem sua parcela de responsabilidade, já que algumas medidas preventivas estão relacionadas diretamente aos nossos hábitos de vida.
Para se ter hábitos saudáveis é necessário a prática de atividade física regularmente. Por isso, os cardiologistas do HCor recomendam as atividades de cunho aeróbico como caminhadas e corridas, porém elas devem ser praticadas moderadamente e nos horários em que o sol está menos agressivo. Outro fator importante para aqueles que participam de competições e realizam exercícios físicos é a hidratação. É importante abusar da água mineral ou de coco, sucos e líquidos isotônicos. Isso facilita a hidratação e reposição das energias dos atletas.

Um alerta para as doenças cardiovasculares:

Infarto Agudo do Miocárdio – um problema mundial:
De acordo com um estudo norte-americano desenvolvido por pesquisadores da Universidade do Colorado, 20% dos pacientes que sofreram ataques cardíacos permanecem sentindo dores no peito mesmo um ano depois de ter ocorrido o evento. Os pesquisadores analisaram quase dois mil pacientes, sendo que, de cada cinco, um deles sofria com as dores. Dos pacientes que responderam ao questionário do estudo, um ano após seus ataques cardíacos, 19,9% ainda tinham dores no peito e 1,2% deles sentiam dor todos os dias.

A angina, nome dado a essa dor no peito, é um sintoma comum de doenças cardíacas e, de acordo com os médicos, é normal que as vítimas de infartos continuem sentindo essas dores. Entretanto, é importante realizar tratamentos para tentar minimizar o problema.

Segundo os pesquisadores, os principais fatores que podem contribuir para essas dores são o fumo e a depressão. Ainda de acordo com a pesquisa, os homens jovens, fumantes ou com sintomas de depressão estão mais propensos a sofrer com a angina. Diante desse cenário, é importante seguir as recomendações médicas para que os pacientes que sofreram infarto parem de fumar, e, quando necessário, procurem ajuda psicológica para controlar a depressão.

O tratamento da Insuficiência Cardíaca:
A insuficiência cardíaca é uma síndrome muito frequente entre as doenças cardiológicas e com muitas formas de tratamento. Pesquisas internacionais apontam que o conhecimento que o paciente tem sobre a sua doença é aquém do desejável.
“Um atendimento multidisciplinar coordenado e efetivo junto ao paciente com IC, e aos seus familiares, esclarece e orienta sobre a doença e seus cuidados. Além disso, o acompanhamento pós-alta reforça a aderência ao tratamento e mantém em contato o paciente com a Instituição e com o seu médico para aumentar a segurança e auto monitoramento”, esclarece o Coordenador do Programa Clínico de IC e cardiologista do HCor, Dr. Felix Ramires.

A disponibilização a todo corpo clínico de serviço especializado em IC também aumenta a aplicação das diretrizes mundiais no tratamento da IC, além da implementação do que existe de mais atual no tratamento clínico e cirúrgico desta síndrome. “Portanto, esse esforço coordenado proporciona, sem dúvida, uma excelência no atendimento desses pacientes melhorando a qualidade de vida e reduzindo a mortalidade”, finaliza Dr. Ramires.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.maxpressnet.com.br

Diabetes e Hipertensão são Fatores de Risco para a Saúde dos Rins

O processo de filtragem de todo o sangue que temos no nosso corpo é encabeçado por dois pequenos órgãos que ficam situados nas costas. Os rins, que pesam entre 150 e 300 gramas cada chegam a filtrar até 180 litros de sangue durante o dia.

O programa Bem Estar desta segunda-feira (13) falou sobre a saúde desses órgãos, que são tão importantes para o corpo humano, com a participação da pediatra Ana Escobar e do nefrologista José Osmar Medina Pestana.

Além de filtrar o sangue, os rins são importantes para manter o equilíbrio de líquidos e sais do organismo – é o mecanismo de controle mais elaborado que o corpo tem.

Com isso, eles controlam a pressão arterial, eliminam o excesso de substâncias químicas, como o sódio, produzem um hormônio que interfere na produção de células de sangue e ativam a vitamina D, essencial para a absorção de minerais no intestino.

De acordo com a Sociedade Brasileira de Nefrologia, cerca de 10 milhões de pessoas no país tem alguma disfunção renal, mas poucas sabem. Os sintomas de problemas no rim não são de fácil identificação. Um deles é a retenção exagerada de líquido, que leva a inchaço e aumento da pressão arterial. Acordar várias vezes durante a noite para urinar também pode ser sinal de que algo está errado.

A hipertensão e, principalmente, a diabetes, estão normalmente associadas com as disfunções renais. Cerca de 100 mil brasileiros precisam fazer diálise – tratamento no qual alguma máquina ou líquido de fora do corpo é usado para filtrar o sangue – e, desses, 60% têm diabetes.

Os danos que essas duas doenças provocam nos rins são permanentes e, por isso, é importante mantê-las sob controle. A hipertensão machuca os rins porque o sangue passa com mais dificuldade pelos vasos. Já os diabéticos costumam perder proteína pela urina, o que também acarreta em lesões.

As pedras nos rins – ou cálculo renal – são formadas por substâncias que o rim elimina normalmente, como o cálcio ou o ácido úrico. A urina é formada por cristais, e algum distúrbio de metabolismo ou alimentação pode causar a formação das pedras. Elas podem sair pela urina ou com cirurgia.

Em geral, essa é uma alteração transitória e o funcionamento dos rins volta logo ao normal. A formação das pedras não está ligada à ingestão de minerais, como o cálcio, mas sim ao hábito de beber pouca água.

Uma enquete realizada pelo site do Bem Estar indicou que 49% dos leitores bebem até cinco copos d’água por dia. Outros 34% ingerem entre cinco e dez copos, e 17% tomam mais de dez por dia.

Um problema mais grave é a nefrite, uma inflamação no rim, precedida por algum outro problema. Por exemplo, uma infecção de garganta pode formar anticorpos que se juntam a algumas proteínas e formam um complexo proteico. Isso é depositado nos rins, que o enxergam como um corpo estranho, e isso provoca uma inflamação.

Existe ainda a doença renal policística, que é hereditária e atinge cerca de 3% da população. O rim cresce, fica cheio de cistos e perde a capacidade de filtrar. Existem casos em que o órgão cresce tanto que chega a pesar até 8 kg.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://g1.globo.com/bemestar

Diabetes pode atingir 552 milhões até 2030

A Federação Internacional de Diabetes previu que um em cada dez adultos pode ter diabetes até 2030, segundo as estatísticas mais recentes sobre a doença. Em relatório divulgado nesta segunda-feira, o grupo estima que 552 milhões de pessoas podem ter diabetes nas próximas duas décadas, por questões como o envelhecimento da população e mudanças demográficas. Atualmente, um em cada oito adultos tem diabetes. O estudo é divulgado no Dia da Diabetes, data em que a Organização Mundial de Saúde (OMS) chama a atenção para a doença.

O número inclui todos os diabetes, bem como os casos não diagnosticados. O grupo espera que o número de casos suba 90% na África. Sem incluir o impacto da crescente obesidade entre as pessoas, a federação diz que seus números são conservadores.

A OMS afirma que há 346 milhões de pessoas com diabetes no mundo. Mais de 80% das mortes relacionadas ao problema ocorrem nos países em desenvolvimento. A agência projeta que as mortes por diabetes irão dobrar até 2030 e afirma que a previsão da Federação Internacional de Diabetes é digna de crédito. “Mas se está correta ou incorreta não podemos dizer”, ponderou Gojka Roglic, chefe da unidade de diabetes da OMS.

Roglic disse que a projeção de aumento no número de casos se deve mais ao envelhecimento da população que ao crescente problema da obesidade. A maioria dos casos de diabetes é do tipo 2, o que atinge principalmente pessoas de meia idade e está ligada ao ganho de peso e a um estilo de vida sedentário. Segundo a especialista, um grande número de futuros casos de diabetes pode ser prevenido. “É preocupante porque essas pessoas vão ter uma doença que é séria, debilita e abrevia suas vidas”, disse ela. “Mas isso pode não acontecer se nós tomarmos as medidas corretas.”

As informações são da Associated Press.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.estadao.com.br


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