Posts Tagged 'homenagem'

Dia da Mulher merece comemorações e reflexões

O calendário marca o dia 8 de março como a data especial para a alma feminina. Mulher de todas as latitudes e atitudes, operárias, empresárias, analfabetas, formadas, inconformadas, aplaudidas, vaiadas, amadas, dilaceradas, mas sempre vencedoras. Mulher na política, na crítica, no esporte, no volante de um caminhão, na celebração e no parto de um novo tempo, de Dilma Rousseff a Maria Anônima, de Vera Fischer a Sebastiana Nascimento, de Marina Silva a Naúdia Faedo, de Ivete Sangalo a professora Ana Cláudia, sopro de vida. A coisa mais cara no mundo é a lágrima de uma mulher traída. Mas ela sabe perdoar.

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Mulher da terra, amada, questionada, votada, largada na história e fazendo história. A alma gêmea venceu barreiras, mitos, menstruação, revolução, direitos sociais. Na música, na poesia, na rotina do lar, há muito que pensar e comemorar. Será que mulher vota em mulher? Será que as mulheres trabalhadoras que foram queimadas deixaram um legado de fé e atitude? O que quer a mulher foi uma pergunta feita por Freud nos seus estudos. A mulher ocupou o lugar do homem no trabalho, mas o homem não aprendeu a lavar louças em casa, mostrando criatividade e atenção. Cora Coralina, Lídia Gueiler, Ivete Vargas, Jane Fonda, Pagu, Lúcia Vânia, Edielma Torres, Sueli Pereira, Elis Regina, Maria Eugênia, Maria Valadão, Conceição Gaier, Marcia Elizabete, Elizabeth Caldeira, Preta Gil, Dayane Moratto, Princesa Isabel, Fernanda Montenegro, Zíbia Gaspareto, Sônia Regina, Castorina Rattes, Clarice Martins Leão, Nega Brechó, e ela só não quer ficar só. O que comemorar se a luta é eterna e as conquistas enormes? Uma raça determinada, testada, ampliada, gestada a fogo, ferro e luz. Maria da Penha é o traço que une todas as deusas apedrejadas, caladas, mutiladas. Beijinho no ombro só para as que têm disposição e atenção com seus pares.

Em célebres momentos a alma feminina mostrou sua curiosidade, amizade, cumplicidade com o homem, mas ela deseja colo, compreensão e direitos iguais, na sua versão de mãe, sedutora, professora, educadora, rainha do lar, motorista, escritora, possuidora de talentos múltiplos. A canção Maria, Maria, de Milton Nascimento, eternizada por Simone, parece definir todos os sonhos da mulher, que merece viver e amar, lutar e vencer. Não apenas no dia 8 de março se deve comemorar o dia da rainha das louças, panelas, canetas, atitudes, cabelos e unhas. A luta é constante em cada votação no Congresso Nacional ou aumento de salário concedido pelo patrão.

Na sua versão de Eva é a bela e a fera, a Monalisa ou a gari, a senadora e a empresária, a professora ou a doméstica, com direitos reconhecidos. No namoro, no choro, no parto, na celebração da vida de cada homem que vem ao mundo, ela está presente. Talvez a mulher seja um homem que vingou na vida ou o sexo alternativo de Deus. Rezar, lutar, amar, trabalhar com as mãos e pés descalços, são climas vividos pelas rainhas adormecidas ou rebeldes.

A clássica canção de Rita Lee dizia que “toda mulher é meio Leila Diniz”, enaltecendo a revolução da guerreira da praia. Hoje a história continua, com seus amores, dores, gestos de humildade ou gentileza, pois toda mulher se veste para si mesma antes de se produzir para os homens de bom gosto. Não é mais o solene objeto de cama, mesa e banho, e sim a metáfora dos desejos realizados pela sociedade, pois a mulher moderna guia caminhões ou apita jogos de futebol. Cecília Meireles, Fátima Bernardes, Maria José Cabral, Marta do futebol, Marta Rocha dos desfiles e concursos de beleza, Karolina Batista, atleta e veterinária.

Uma infinita lista de beldades, bondades, cumplicidades, valorizando um ser que carrega a intuição como dom principal. No namoro, mesmo quando se deixa conquistar, ressalte-se que foi ela quem conquistou primeiro, pois é a deusa de todas as seduções. Feliz 8 de março para todas as princesas, deusas, rainhas, deputadas, amadas, votadas, cinderelas, enaltecidas pelo tempo. Mas o melhor tempo é agora, com a revolução promovida pela deusa do batom e dos brincos notáveis. Se toda mulher é competente e bela, fica aqui a mensagem do Lela.

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O Dia da Consciência Negra é uma data para comemorar ou para reivindicar?

No Dia da Consciência Negra,  conversamos com três mulheres e três homens que compartilharam suas experiências e refletiram sobre as conquistas e as lutas do negro no Brasil. A data lembra Zumbi, líder do Quilombo dos Palmares, morto em 20 de novembro de 1695 — 319 anos atrás.

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Silvana Rodrigues, estudante de Políticas Públicas na UFRGS

“Eu fico muito feliz que exista um Dia da Consciência Negra. Ao mesmo tempo, parece que é uma maneira de a sociedade lavar as mãos, em mais uma forma de ‘exotizar’ a presença dos negros no universo. Comemoro as conquistas que vêm sendo alcançadas, mas nunca esqueço que estou em um país desigual, onde gente negra morre por nada: só por ser, só por estar.

Eu venho de uma realidade em que universidade não existia nem em sonho. E hoje trabalho em um espaço com mais oito artistas muito relevantes — um salto que só foi possível porque pude acessar o Ensino Superior. O aluno que entra pela política de cotas é diferenciado: muitas vezes, começou a trabalhar muito cedo e tem um conhecimento de vida para além das fórmulas ensinadas nas melhores escolas. E a universidade só é plural com a presença dessas pessoas.

Eu tinha a preocupação idiota de não saber me comportar quando eu fosse na casa de colegas ricos, até me dar conta que tenho colegas que têm vários talheres sobre a mesa e outros que não têm nem comida. Esses diálogos são possíveis por causa da política de cotas, com a qual eu concordo 100%.”

Maria Luiza Saraiva Pereira, geneticista e pesquisadora

“Não deveria existir um Dia da Consciência Negra. Deveríamos ter a civilidade de estarmos abertos às diferenças. O ideal seria que não tivéssemos nada para reivindicar, já que todos nós, seres humanos, deveríamos ter acesso às mesmas oportunidades de exercer a cidadania e garantir nossos direitos. Mas já que a data existe, que a gente a use pelo menos para refletir sobre alguns erros do passado que seguem acontecendo hoje, em pleno século 21.

Minha família, embora sem grande condição financeira, sempre colocou a educação acima de tudo. Procurei aproveitar todas as oportunidades que me apareceram, desde a entrada em uma universidade pública até o PhD, sem me colocar na situação de desfavorecida. Embora nunca tenha vivenciado um episódio muito marcante de racismo, sei que ele existe — a gente pode sentir o preconceito mesmo quando ele não é claro.

Eu sempre busquei enfrentar a vida de igual para igual, sem ficar me lamentando. Sou uma pessoa que não costuma falar muito sobre racismo. Prefiro um discurso menos extremista, sob pena de gerar muitas reações contrárias ao movimento negro.”

Cleiton de Freitas, delegado de polícia licenciado e vereador

“É um dia para refletir sobre os ganhos da sociedade em relação ao passado, mas a realidade é que temos 365 dias de luta contra o racismo, contra a anulação que sofrem as pessoas negras. Vi jovens negros, principalmente entre 14 e 27 anos, serem mortos justamente por quem deveria lhes garantir segurança: os policiais.

Acontece que as instituições refletem a sociedade. Quando eu era estudante de Direito, fui atacado na rua por policiais que jogaram minha bolsa no chão e chutaram todo o meu material — eu era um homem negro e, portanto, suspeito. Jogaram fora até a marmita que eu levava para a aula. Guardo como símbolo o Código Civil que foi entortado pelos pontapés e nunca mais voltou ao normal. Isso me fez refletir sobre as lutas que precisavam ser encaminhadas para que isso não acontecesse mais, para que houvesse um parâmetro de igualdade capaz de fazer a sociedade viver em paz.

Nunca existiu orientação dentro da Academia de Polícia para abordar negros. Policiais devem ter respeito ao ser humano, seja qual for a cor ou a raça. Abordar um negro porque ele está parado ou porque está vestido com tal roupa… eu sinto muito, mas isso não é investigar. É discriminar.”

Márcio Chagas da Silva, ex-árbitro e comentarista do Grupo RBS

“Acho que não há comemoração alguma, apesar de ser uma data referente a Zumbi dos Palmares, um representante dos negros. O principal é discutir o porquê de os negros ainda viverem às margens da sociedade. Desde 1888, quando a escravidão foi abolida, a situação mudou um pouco — mas muito pouco.

Não falar sobre racismo é fechar uma cortina para a luta dos meus antepassados e de tantos outros negros que lutam diariamente por espaço. O que aconteceu comigo em março não foi inédito (após apitar um jogo do Esportivo, encontrou seu carro, no estacionamento do Estádio Montanha dos Vinhedos, em Bento Gonçalves, com bananas no capô e no cano de descarga). Só que dessa vez eu resolvi me manifestar, muito porque meu pensamento mudou depois que virei pai. Como eu vou passar esse ensinamento para o meu filho se diante de uma situação dessas eu fraquejei? Disseram que eu poderia me prejudicar, mas minha alma vale mais que minha carreira. Foi um grito de liberdade.

Eu entrei com uma ação na Justiça e acho que a punição dos envolvidos vai ser um marco no nosso Estado. O ambiente do estádio favorece o racismo: onde tem multidão, as pessoas se escondem. Falam bobagem sabendo que podem ser acobertadas. Racismo é crime. Um negro ser chamado de macaco não é normal. Só quem é negro sabe o quanto é doloroso.”

Jeferson Tenório, escritor e professor de português e literatura

“Por remeter ao ícone do movimento negro, Zumbi, vale a comemoração. Mas também é uma data para protestar, pois ainda há uma ilusão de que existe uma democracia racial no Brasil, enquanto vários casos recentes mostram o contrário. Quando estudante, em uma entrevista de emprego ouvi: ‘Não contrato pessoas negras’. Se fosse hoje, eu denunciaria. Mas, na época, achava que o preconceito era uma realidade e não havia nada que eu pudesse fazer.

Já fui abordado por policiais 12 vezes. Da última, eu estava parado na frente de casa, esperando uma carona, quando parou um brigadiano e perguntou o que eu estava fazendo ali. Ele pediu minha identidade, viu que não havia nada de errado comigo, pediu desculpas e foi embora. Enquanto isso, eu ouvia minha descrição no rádio, como suspeito. Não podia mais aceitar isso e resolvi escrever um relato no Facebook, que foi muito compartilhado. Outros textos sobre o assunto, fiquei sabendo depois, foram discutidos em sala de aula, o que é muito legal.

Sei que não sou o único. Que todos os dias dezenas de pessoas são humilhadas por policiais só por serem negras. Mas a forma que eu encontrei de lutar contra o racismo foi através da palavra. É o meu dever enquanto escritor e professor.”

Kyndze Horlle, atriz

“A gente conquistou muitas coisas. Hoje, atrizes negras têm mais espaço, mas ainda é fundamental discutir os papéis que elas cumprem. Às vezes, aparecem como submissas. Outras, em função do corpo, do sexo e da beleza — mas nunca com destaque à inteligência, ao talento.

Apesar disso, ter mulheres negras em um espaço historicamente feito por pessoas brancas é uma vitória. Nem sempre precisamos falar, em peças de teatro ou programas de televisão, o quanto o negro sofre e é massacrado. Podemos falar de cotidiano, de amor. Quando a gente mascara o racismo, finge-se que ele não existe. Eu estava no Moinhos de Vento, um bairro predominantemente branco, caminhando em direção ao meu local de estágio quando uma senhora me disse, animada: “deve dar uma boa grana trabalhar nas casas daqui”. Respondi que, se ela estava procurando emprego, eu poderia perguntar no meu trabalho se sabiam de alguma oportunidade. E assim eu a desmobilizei e a fiz repensar sobre aquela atitude.

Não tem como passar ileso por uma situação dessas, mas enfrentá-las me fortalece.”

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Heróis Se Criam, Não Desistam!

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Mãe: tem poder de construir um mundo perfeito

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Dia Internacional de Luta pela Eliminação da Discriminação Racial

No dia 21, é o dia para homenagearmos e reverenciarmos os mártires na luta contra o racismo em todo o mundo. Mas no Brasil também comemoramos neste dia a criação da SEPIR (Secretaria Especial de Promoção da Igualdade Racial) e também da promulgação da Lei 10.639/2003 (que institui o ensino da cultura e da história da África na grade curricular das escolas), que neste  21 de março comemoram 10 (dez) anos de existência e que sem dúvida alguma, tanto a criação da SEPIR como a Lei têm tido papel fundamental no combate ao racismo no Brasil.

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No dia 21 de março de 1960, ocorreu um grande massacre na África do Sul , na cidade Johanesburgo, quando sulafricanos negros protestaram contra a lei do passe, que os obrigava a portar cartões de identificação  para poderem circular em seu próprio país. No Bairro Shaperville foram barrados por tropas do exército que atirou contra população desarmada , causando 69 mortes.

Em 1976 após muita pressão dos movimentos de luta contra o racismo do mundo inteiro, a ONU instituiu o dia 21 de março como o Dia Internacional de Luta pela Eliminação da Discriminação Racial ao condenar o regime racista da Africa do Sul, que só teve fim em 1994 com a chegada de Nelson Mandela ao poder.

Este dia para os negros brasileiros – e certamente também para nossos irmãos da África do Sul – permanecerá sendo um dia de luta contra o luto uma vez que ainda está longe o dia em que no Brasil (e no mundo) o racismo deixe de promover vitimas. Apesar disso a nossa luta tem demonstrado que dia a dia acumulamos vitórias, promovemos a diminuição do racismo e da discriminação racial. Muitos passos foram dados, mas muitos ainda restam!

Esta data chama a todos que lutam contra o racismo a ocupar espaços, trabalhar pela unidade dos diversos movimentos que lutam a favor do negro, pelo empoderamento das suas lideranças, denunciar cotidianamente o racismo, promover a igualdade racial na educação, no trabalho, nos espaços de poder e na mídia: são estas as tarefas principais colocadas diante de nós pela conjuntura atual.

No Brasil o racismo se apresenta de forma velada ou não, contra judeus, árabes, indígenas,ciganos, mas principalmente contra os negros. Mesmo compondo mais da metade da população do país essa grande maioria negra sofre intensa discriminação racial dos poderes culturais, políticos e econômicos do país compostos basicamente de brasileiros brancos. Assim, embora sendo maioria, os negros são perseguidos como se minoria fossem sendo-lhes vedado o acesso a melhores níveis de vida, educação, assistência médica de qualidade e cargos de poder.

Sabemos que a melhora das condições de vida da população negra se deu não apenas devido às políticas públicas, mas como resultado da organização e da mobilização do movimento negro, do movimento sindical e o crescimento da consciência racial do nosso povo.

Esse crescimento e amadurecimento permitiu que chegássemos a um momento muito especial de nossa história. Os negros brasileiros têm muito a comemorar em 21 de março de 2013. Não esqueçamos, contudo, que muito ainda precisa ser conquistado. Nossos jovens ainda sofrem com a violência policial, o desemprego e a falta de escolas afligem principalmente a população negra.  Continuamos sendo as principais vítimas da falta de atendimento à saúde, somos os que têm as maiores jornadas e os nossos salários se mantém inferiores ao dos brancos que realizam as mesmas atividades. A representação política segue inferior ao nosso peso social e as manifestações religiosas e culturais de matriz africana seguem criminalizadas, desprezadas e deturpadas pelo poder instituído e pela mídia.

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Vitória Interna

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Qual a origem do Dia da Consciência Negra?

Na década de 1970, um grupo de quilombolas no Rio Grande do Sul cunhou o dia 20 de novembro como o Dia da Consciência Negra: uma data para lembrar e homenagear o líder do Quilombo dos Palmares, Zumbi, assassinado nesse dia pelas tropas coloniais brasileiras, em 1695. A representação do dia ganhou força a partir de 1978, quando surgiu o Movimento Negro Unificado no País, que transformou a data em nacional.

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Segundo a historiadora da Fundação Cultural Palmares, Martha Rosa Queiroz, a data é uma forma encontrada pela população negra para homenagear o líder na época dos quilombos, fortalecendo assim mitos e referências históricas da cultura e trajetória negra no Brasil e também reforçando as lideranças atuais. “É o dia de lembrar o triste assassinato de Zumbi, que é considerado herói nacional por lei, e de combate ao racismo”, afirma. A lei federal de 2011 (12.519) institui o 20 de novembro como Dia Nacional da Consciência Negra. A adoção dos feriados fica por conta de leis municipais. Diversas atividades são realizadas na semana da data como cursos, seminários, oficinas, audiências públicas e as tradicionais passeatas.

O Quilombo dos Palmares ficava onde hoje se encontra o estado de Alagoas e é considerado o maior quilombo territorial e temporal do Brasil, pois durou cerca de 100 anos. Em seu auge, chegou a abrigar de 25 mil a 30 mil negros. “Funcionava como um Estado dentro de outro Estado. Os negros fugiam do sistema escravista e se refugiavam em uma área de difícil acesso, mas com solo muito rico”, conta.

Mas como a comunidade dos quilombos conseguiu resistir por um século contra o exército brasileiro, que utilizou canhões pela primeira vez em tentativas de destruir o quilombo? “O quilombo possuía um corpo bélico, com armas adquiridas por meio de trocas com fazendeiros do entorno, pela comida que produziam e também por assaltos’, explica Martha.

O quilombo também contava com uma rede de informação grande, onde negros ainda na condição de escravos passavam informações antes das tropas chegarem ao local. A prática de guerra adotada era a guerrilha, quando o atacado recua antes do inimigo chegar, deixando o local vazio. “No mundo, existem outras experiências de quilombos e utilização de datas importantes da cultura negra. Mas o Brasil se destaca pelo uso que faz do 20 de novembro e pela dimensão que ele tomou”.

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