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Obesidade pode contribuir para Evolução do Câncer de Mama

Segundo um estudo publicado recentemente no Journal of Clinical Investigation, as células de gorduras dos seios podem contribuir para o crescimento de tumores na região. Esta gordura que circula no tumor tem fatores de oncogênese – que são ações celulares ou genéticas que podem causar algum tipo de câncer. 

O motivo desta relação é que, tanto nas células do tumor, como nas de gordura, foram encontradas uma grande quantidade de um tipo de proteína chamado Col6.

Segundo os pesquisadores do Centro Médico da University of Texas Southwestern, Philip Scherer e Jiyoung Park, esta proteína acelerou o crescimento dos tumores e promoveu a metástase nos ratos observados. Além disso, os roedores que receberam menos quantidade de Col6 apresentaram um crescimento considerado bem inferior do tumor e pouca metástase.

Assim, os estudos concluíram que a obesidade pode estar ligada com a progressão de casos de câncer de mama e sugere também que o controle desta proteína pode contribuir para uma nova alternativa de tratamento contra a doença.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://saude.terra.com.br/

Manual traz orientações sobre Alimentação Saudável para as Escolas Particulares

O Ministério da Saúde lançou em Porto Alegre (RS), no último dia (5) de setembro, o Manual das Cantinas Escolares Saudáveis: promovendo a alimentação saudável. O objetivo é incentivar as escolas particulares a oferecer lanches menos calóricos e com maior valor nutritivo aos alunos e assim diminuir a incidência da obesidade infantil. O manual traz diversas orientações às instituições de ensino, como substituição de alimentos fritos por assados e industrializados por opções mais naturais e livres de conservantes.

A iniciativa faz parte do acordo de cooperação técnica assinado entre o Ministério da Saúde e a Federação Nacional das Escolas Particulares (FENEP), que tem de perto de 18 mil escolas associadas. O evento na capital gaúcha contará com a presença de representantes das escolas particulares vinculadas ao SINEPE-RS – Sindicato do Ensino Privado.

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, destaca que os muitos hábitos alimentares começam a ser formados na infância e que o ambiente escolar tem um papel fundamental neste processo. “Oferecer um ambiente favorável às escolhas alimentares saudáveis às crianças ajuda a prevenir a obesidade infantil”. O ministro também reforça que a inciativa terá impacto positivo em um futuro próximo. “Crianças com hábitos saudáveis tendem a se tornar adultos saudáveis”, concluiu o ministro.

Segundo a Pesquisa de Orçamento Familiar de 2009 (POF), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 34,8% das crianças com idade entre 5 e 9 anos está acima do peso recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pelo Ministério da Saúde.

Já na faixa de 10 a 19 anos, 21,7% dos brasileiros apresentam excesso de peso – em 1970, este índice estava em 3,7%. Neste grupo, o índice de massa corporal (IMC) — razão entre o peso e o quadrado da altura — deve ficar entre 13 e 17. A manutenção do peso adequado desde a infância é um dos principais fatores para a prevenção de doenças na fase adulta.

Os maus hábitos alimentares dos estudantes brasileiros também podem ser constatados nos resultados da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PENSE/2009). A avaliação apontou que apenas um terço dos alunos matriculados no ensino fundamental da rede privada consome frutas e hortaliças em cinco dias ou mais na semana. Já refrigerantes e frituras fazem parte da rotina alimentar de 40% dos alunos.

Os hábitos ruins da infância podem se refletir na idade adulta. Nos últimos seis anos, o Brasil tem aumentado o percentual de pessoas acima do peso. De acordo com o Vigitel, a proporção de adultos com sobrepeso avançou de 43%, em 2006, para 49%, em 2011. No mesmo período, o percentual de obesos subiu de 11,4% para 15,8%.

DCNT – No Brasil, 72% das mortes registradas estão relacionadas a Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT).  Pessoas obesas também têm mais chance de sofrer com doenças cardiovasculares, além de problemas ortopédicos, asma, apneia do sono e alguns tipos de câncer.

PLANO– Lançado em 2011, o Plano de Ações Estratégicas para o Enfrentamento das DCNT estabeleceu metas para combater os fatores de riscos nos próximos dez anos.  Em relação à obesidade e ao excesso de peso, a intenção do Plano é  deter o crescimento entre os adultos brasileiros e reduzir entre crianças aos mesmos patamares de 1988: 8% entre os meninos e 5% entre as meninas, revertendo a curva atual. Já na faixa de 10 a 19 anos, o objetivo é diminuir as taxas de 5,9% para 3,2% entre os meninos e de 4% para 2,7% entre as meninas.

MENOS SAL – Com o objetivo de melhorar a dieta do brasileiro e promover maior qualidade de vida o Ministério da Saúde, a Associação Brasileira das Indústrias de Alimentação (ABIA) fecharam acordo voluntário para redução de sódio nos alimentos. Entre os alimentos que preveem a redução estão varias guloseimas comumente consumidas pelas crianças, como bisnaguinha, batata palha, salgadinhos de milhos e biscoitos recheados.  De acordo com dados do IBGE, os adolescentes brasileiros consomem mais salgadinhos (sete vezes mais), biscoitos recheados (quatro vezes mais), biscoitos doces (mais de 2,5 vezes mais) e biscoitos salgados (50% a mais) que os adultos.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://portalsaude.saude.gov.br/

Obesidade Infantil aumenta risco de Enfarte no Futuro

O número de crianças com problemas com a balança vem aumentando – e você mesma já deve ter percebido isso. Os últimos dados divulgados pelo IBGE, de 2009, mostram que, entre 5 e 9 anos, 16,6% das meninas e 11,8% dos meninos estão obesos. Em 1989, a estatística era de 4,1% para os meninos e 2,4% para as meninas nessa faixa etária. Um novo estudo agora reforçou o impacto da obesidade no futuro da criança. Cientistas da Universidade de Oxford, na Inglaterra, constatou que crianças obesas e com sobrepeso têm um risco de 30% a 40% maior de sofrerem um enfarte, na vida adulta, do que aquelas que têm peso normal.

Divulgado na última semana, o levantamento foi baseado em 63 estudos realizados entre os anos de 2000 e 2011. Ao todo, 49.220 crianças e adolescentes, com idades entre 5 e 15 anos, moradores de países desenvolvidos, foram analisados.

A pressão arterial mais elevada, a maior concentração de colesterol e de triglicérides – tipos de gordura que, em níveis elevados, trazem prejuízos à saúde – no sangue são alguns dos fatores que aumentam os riscos cardíacos desse grupo, em relação àquele com IMC normal.

Para o endocrinologista Luiz Eduardo Calliari, coordenador do ambulatório de endócrino pediatria do Hospital São Luiz e professor da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, isso acontece porque grande parte das crianças obesas se tornam adultos com sobrepeso, o que aumenta o risco cardiovascular. “O organismo de uma pessoa que é obesa desde a infância fica exposto a elevados níveis de gordura e açúcar por muitos anos, o que piora a situação”, diz.

Por isso, a melhor forma de garantir qualidade de vida para o seu filho agora e no futuro é manter o peso dele em dia. “Os pais não devem se preocupar com a alimentação do filho apenas quando ele estiver com sobrepeso. Essa preocupação deve surgir muito antes”, afirma Calliari, que reforça que, ainda hoje, há quem veja uma criança gordinha como saudável.

Agora, se o seu filho já está com sobrepeso, o primeiro passo é procurar um médico para ajudar você a modificar os hábitos alimentares e a rotina da família toda. “Os exercícios, aliados a uma boa alimentação, promovem uma mudança metabólica e a manutenção do peso”, diz o especialista. Também será fundamental o seu apoio e motivação durante essa mudança na vida da criança.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://revistacrescer.globo.com/

Prevenção contra Obesidade Infantil começa com Educação de Mães, diz pesquisa

Obesidade infantil é um assunto que, vira e mexe, está presente tanto na mídia quanto nas rodas de mães. Pudera! Afinal, existem hoje em todo o mundo 43 milhões de crianças obesas e acima do peso em idade pré-escolar. Os números são de pesquisadores da Universidade de Sidney e da Western South Sidney e Sidney Medical School, na Austrália, que defendem a educação das novas mães para combater o problema.


Se você tem receio de que o seu filho sofra com excesso de peso, fique de olho nas suas atitudes. Afinal, você bem sabe que ele aprende por meio do seu exemplo, assim será a partir dos seus hábitos que ele vai ter (ou não) uma boa relação com a comida. Realizada com 667 mães de primeira viagem e seus filhos de até 5 anos, a pesquisa, publicada no British Medical Journal, no Reino Unido, revelou que há três pontos fundamentais relacionados com a obesidade infantil: a introdução dos alimentos sólidoscomo as crianças são alimentadas e quanto tempo elas passam em frente à TV.

Para o primeiro ponto destacado pelos pesquisadores, vale reforçar que, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), o aleitamento materno exclusivo deve acontecer até os 6 meses. Segundo Rosangela Rea, endocrinologista do Hospital Pequeno Príncipe (PR), neste período são estabelecidas a experiência sensorial da criança e de suas preferências alimentares futuras. Como o sabor do leite materno se modifica de acordo com a alimentação da mãe, a criança aprende a aceitar diferentes gostos, inclusive de frutas, legumes e verduras.

Acontece que não são todas as mães que conseguem esse tempo todo de licença-maternidade. Assim, muitas vezes introduzem os alimentos sólidos mais cedo e nem sempre da maneira correta. Por medo de que fiquem ser nutrientes necessários, alguns pais podem exagerar e fazer com que a criança coma mais do que realmente precisa. Se você está aflita com a alimentação do seu filho, converse sempre com o pediatra.

Cuidados desde a primeira papinha 

Fique de olho no preparo dos primeiros alimentos sólidos que você dá ao seu filho. Um dos erros mais comuns, diz Rubens Feferbaum, pediatra e nutrólogo do Hospital Infantil Sabará (SP), é incluir alimentos muito energéticos e pouco protéicos na alimentação da criança.

“As mães costumam colocar muita batata, arroz e grãos em geral e pouca carne nas papinhas”, diz ele. E essa comida precisa estar bem balanceada: ou seja, ter uma fonte de carboidrato (arroz, macarrão), uma de proteína (carne, frango) e duas de legumes ou verduras. E fuja do sal. Se for usar, só uma pitada (mesmo!). Para Feferbaum, ele nem deveria ser acrescentado, já que os alimentos possuem a quantidade necessária de sal para o bebê. “É desde o início que se estabelece bons hábitos”, reforça. Abuse de temperos, como salsinha, cebolinha, por exemplo, que dão sabor à papa.

Assim como o cuidado com o sal, o açúcar também é outro vilão. Por isso, nada de adoçar sucos e o leite do seu filho. Esses alimentos, por exemplo, já trazem seu açúcar natural. E não se esqueça: variedade de frutas e muita água também devem fazer parte do cardápio diário.

Hábitos dos pais = hábitos dos filhos

O segundo fator que os cientistas australianos ressaltam como um risco de obesidade é a maneira como você alimenta seu filho. A rotina aqui é peça fundamental. Estabeleça horários para a criança fazer as refeições, e sentada à mesa. Nada de TV ligada ou prato em cima do colo no sofá da sala. Sempre que possível, faça uma das refeições do dia com o seu filho. Vai ser importante ele ver como você se porta (e o que come e bebe!) e ter o seu incentivo para que experimente novos sabores.

O terceiro item destacado na pesquisa é o tempo em que a criança passa na frente da TV. O mesmo vale para jogos de videogame e computadores. Ambos influenciam a quantidade de atividade física que a criança faz (como brincar de pega-pega com os amigos), sem contar que ela tende a comer mais besteiras enquanto fica na frente das telas. Um estudo anterior, realizado pela Universidade de Harokopio, na Grécia, já havia alertado que ter esses aparelhos no quarto da criança era um fator de risco para a obesidade, já que ela se acomoda ainda mais a ficar dentro em casa.

Agora, se você também fica horas na frente da TV e nunca se exercita, vai ser difícil convencer o seu filho do quanto é importante ter hábitos saudáveis. E não precisa muito: fazer caminhadas no quarteirão da sua casa, levar o cachorro para passear, andar de bicicleta com seu filho no parque sempre que possível, brincar no playground do prédio com ele e até dançar na sala de casa já são maneiras de fazer todo mundo se mexer.

Falar de obesidade

Um estudo no Reino Unido publicado no site da revista Children and Younk People Nowmostra que o maior medo dos pais ao conversar com os filhos que estão acima do peso é desencadear algum tipo de distúrbio alimentar no futuro. Dos 1.000 pais entrevistados pelos estudiosos, 37% disseram que temem diminuir a autoestima do filho ao falar sobre peso com ele e 32% revelaram sentir dificuldade para ajudar a criança a se manter saudável.

Você não precisa dizer que ele está gordo! Basta falar sobre a importância de uma alimentação e hábitos mais saudáveis de vida e mostre que você está junto com ele nessa mudança de rotina. O maior problema da obesidade infantil é educacional, é preciso que toda a família mude o estilo de vida. E todos vão ganhar com isso, acredite!

Dicas para ajudar seu filho a ser sempre saudável
– Dê muito carinho ao seu filho durante a amamentação. Escolha um local tranquilo para amamentar e, se preferir, coloque uma música suave para aconchegar este momento;
– Respeite seu apetite. Não o force a comer quando não está com muita fome e cuidado com as porções e/ou restrições exageradas;
– No copo, prefira água. Evite sucos de caixinha, ricos em sódio. Opte por água de coco e sucos naturiais.
– Estabeleça uma rotina para as refeições, com a família unida à mesa, sempre que possível, e ambiente agradável e tranquilo;
– Não engane e não faça chantagem para a criança comer. Nada de “aviãozinho” e doce especial de sobremesa se ela comer tudo o que está no prato. Seu filho precisa aprender a importância da boa alimentação. Converse com ele desde cedo sobre isso;
– Seja exemplo. Alimentação saudável e exercícios físicos devem fazer parte da sua rotina.

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Práticas Saudáveis para Crianças e Adolescentes

Para se desenvolver, todo ser humano precisa de atenção, carinho e condições saudáveis de vida. Isso envolve alimentação, sono e estímulos adequados.

Desde a gestação, a boa nutrição é fundamental para o organismo funcionar corretamente. Nos seis primeiros meses, o bebê precisa ser alimentado somente com leite materno. Nada mais, nem mesmo água, pois leite contém todos os nutrientes necessários. Sugar o peito da mãe ainda exercita a musculatura da face e fortalece o vínculo entre mãe e filho.

Dormir bem também é imprescindível. Segundo o médico Marcelo Masruha, professor de Neurologia Infantil na Universidade Federal de São Paulo e secretário geral da Sociedade Brasileira de Neurologia Infantil (SBNI), desde o início os pais devem treinar a criança a dormir no próprio quarto e sem interrupções. Nada de mamadeira ou água durante a noite.

Segundo o especialista, bebês não devem dormir de barriga para baixo, mas, acordados, devem passar alguns minutos nessa posição, pois ela estimula a musculatura em volta da coluna. Para uma boa estimulação motora, coloque o bebê em diferentes posições ao longo do dia.

O que jamais pode faltar na vida da criança são amor, carinho e atenção às suas necessidades. Nos primeiros três meses fora do útero, o chamado quarto trimestre da gestação, o conforto do corpo da mãe faz falta. Segundo a pediatra Honorina de Almeida, especialista em desenvolvimento e consultora internacional em aleitamento materno, o bebê tem temperamento próprio e precisa de tempo para se adaptar a esse novo mundo. Mas não há receita. “É uma relação puramente afetiva, sem regras. Os pais não devem ter medo de tomar decisões guiadas pelo que dita o coração”, diz.

O afeto é tão importante que interfere até o desempenho escolar. Estudos mostram que as crianças que mantêm um forte vínculo com a família são mais curiosas e tendem a se interessar mais pelos estudos. “A afetividade é o motor do aprendizado”, diz a pedagoga Silvia Colello, professora de psicologia da educação na Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo.

Televisão e videogame não substituem afeto e ainda aumentam o sedentarismo. A OMS recomenda passar no máximo duas horas por dia na frente da tela e aumentar a quantidade de brincadeiras e atividades que movimentem o corpo. Segundo o Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional de 2009, 13% da população de 10 a 19 anos estão com sobrepeso e 3% com obesidade.

Atividade física regular e uma alimentação saudável, rica, variada e equilibrada em proteínas, fibras e carboidratos e o mínimo possível de doces, refrigerantes, frituras e alimentos industrializados, são uma ótima receita de saúde.

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Obesidade Infantil

Foi-se o tempo que criança saudável era criança gordinha.

Hoje o cenário é assustador: a obesidade atinge 15% dos pequenos, que estão expostos a riscos de gente grande. A falta de exercícios e a alimentação inadequada são os grandes culpados pelos quilos a mais. Só para se ter uma idéia, quando o pequeno devora um pacote de bolacha na hora do lanche, está ingerindo o equivalente a uma refeição completa em calorias.

Os prejuízos são enormes: além do impacto na auto-estima, aumenta a chance de problemas ortopédicos, de infecções respiratórias e de pele, de cirrose hepática por excesso de gordura depositada no fígado – a chamada esteatose. Pior: uma criança obesa em idade pré-escolar tem 30% de chances de virar um adulto rechonchudo. O risco sobe para 50% caso ela entre na adolescência gorda. Explica-se: as células adiposas vão ficando cada vez mais recheadas de gordura até que estouram e se multiplicam, fenômeno mais comum justamente no primeiro ano de vida e na adolescência.

Reverter o quadro depende basicamente de uma coisa: reeducação alimentar.


Ele tem tendência à obesidade?

Os cientistas identificaram oito fatores que podem levar à obesidade a partir dos 7 anos:

1. Mães que engordam demais durante a gravidez podem gerar bebês com mais tendência à obesidade

2. Crianças com peso e altura acima da média entre 8 e 18 meses têm maior propensão ao problema

3. Ao completar um ano, o bebê não deve pesar mais do que o triplo do que tinha ao nascer

4. Também não deve crescer mais do que 25 centímetros no primeiro ano.

5. Bebês que dormem pouco ficam mais cansados e fazem menos atividades durante o dia, facilitando o acúmulo de gordura.

6. Crianças com mais de três anos que ficam mais de oito horas por semana na frente da TV

7. Aparecimento de gordurinhas localizadas antes dos quatro anos

8. Pais gordos: além da genética contra, os filhos podem imitar seus hábitos


Como anda a balança do seu filho?

Nas crianças, o IMC isolado não é o melhor parâmetro pois o rápido crescimento e as oscilações de peso e altura não permitem uma avaliação precisa. Mas estes valores servem de referência.

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Dentistas questionam a Vida Sexual de Pacientes

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Dentistas britânicos estão sendo instruídos a perguntar sobre a vida sexual de seus pacientes para diminuir as crescentes taxas de câncer oral. Esta medida seria capaz de detectar a doença na região precocemente, evitando complicações e até mesmo óbitos causados pelo problema. As informações são do Daily Mail.

“Nós gostaríamos que os dentistas tivessem uma participação mais ativa e passassem maiores informações para seus pacientes. Para isso, eles precisam fazer as perguntas certas”, diz Nunn Hazel, um dos líderes do centro de pesquisas sobre câncer do Reino Unido, o Cancer Research UK.

Ao analisar a boca do paciente, o dentista consegue ver se ele é fumante ou se consome bebidas alcoólicas em exagero – fatores determinantes para que o risco aumente. Mas é impossível saber como é a vida sexual dele. O sexo oral, devido ao alto risco de transmissão do vírus do papiloma humano (HPV), também está entre os hábitos que aumentam as chances de diagnóstico.

Em 2030, prevê-se que 9.200 casos novos sejam diagnosticados por ano, contra os 6.240 em 2009. As taxas de morte em consequência da doença também devem aumentar em cerca de 22% nas próximas duas décadas.

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Para que serve cada Tipo de Escova

O mais indicado pela maioria dos dentistas é optar por uma escova com cerdas planas, pontas arredondadas, do tipo ultramacia, e sempre com uma grande quantidade de cerdas. Existem diferenças nas bordas das escovas e, principalmente, no formato da cabeça. As variações são recomendadas para diversos fins, como faixa etária, diferenças no tamanho do arco dental, tipo de gengiva e casos específicos, como aparelhos ortodônticos.

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Nas prateleiras são muitas marcas, números, tipos de escova de dentes. Para saber qual a mais indicada, nada melhor do que consultar o dentista. Mas, para tirar algumas dúvidas sobre essa protagonista da higiene oral, o cirurgião-dentista Hugo Roberto Lewgoy, desvenda mitos e explica para que serve cada tipo de escova.
Formas e formatos
O mais indicado pela maioria dos dentistas é optar por uma escova com cerdas planas, pontas arredondadas, do tipo ultramacia, e sempre com uma grande quantidade de cerdas. Existem diferenças nas bordas das escovas e, principalmente, no formato da cabeça. As variações são recomendadas para diversos fins, como faixa etária, diferenças no tamanho do arco dental, tipo de gengiva e casos específicos, como aparelhos ortodônticos.
Para alcançar os dentes do fundo
Nada de escolher sua escova entre os produtos infantis. Há um mito de que as escovas infantis servem para adultos por ter a cabeça menor e alcançar os espaços mais escondidos. Existem escovas de adulto com cabeça bem pequena para esta função.Outra opção são as escovas do tipo unitufo que chegam nos dentes do fundo por menor que seja o espaço. Estas escovas também são ótimas para a limpeza da margem gengival e para retoques na escovação tradicional.
Cerdas duras X cerdas macias
Antigamente as escovas eram classificadas como macias, médias e duras, porém, as escovas macias substituíram as outras e foram subdivididas em supermacias, extramacias e ultramacias. Hoje, não existe mais indicação para escovas duras e médias, pois provocam abrasão do esmalte e retração gengival em longo prazo. A ultramacia é a única escova livre de traumas, recomendada para prevenir o desgaste do esmalte e a retração gengival.
Muitos viveram a época em que o correto era a remoção total da placa bacteriana. No entanto, essa premissa foi deixada para trás. Atualmente sabe-se que apenas a desorganização deste biofilme oral é suficiente para prevenir as cáries e doenças gengivais. Isso quer dizer que não adianta escovar os dentes com uma escova mais dura e ter com o passar do tempo retração gengival e sensibilidade dental. A sensibilidade afeta aproximadamente 25% dos indivíduos em todo mundo. São milhões de pessoas com que sofrem com a hipersensibilidade dentinária, que é, muitas vezes, provocada pela utilização de uma escova muito dura e cremes dentais abrasivos.
É hora de trocar
O consumo de escovas dentais no Brasil é muito baixo atingindo uma escova per capta a cada ano e meio. Na Suíça, por exemplo, a troca de escovas dentais é praticamente mensal. Algumas escovas no mercado vêm com uma faixa azul, que, quando clareia, indica que está na hora de ser aposentada. Mas nem sempre estes indicadores mostram o momento ideal para troca. De forma geral, as escovas devem ser trocadas entre dois e três meses de vida. O melhor é mantê-las sempre novas, uma vez que escovas antigas, ou muito usadas, perdem efetividade e induzem a pessoa a aumentar a força durante a escovação. O mal disso é o desgaste do esmalte dental e a retração gengival.
Língua não se limpa com escova dental
As escovas que trazem limpador de língua e bochechas na parte de trás, não são as mais indicadas para garantir a limpeza da língua. Para esse fim existem os limpadores de língua que executam esta tarefa com mais eficiência e sem desconfortos ou ânsia. Eles têm formato anatômico: a cabeça acompanha o formato da língua, o cabo angulado se encaixa na mão perfeitamente, a altura é bem menor do que uma escova de dente normal o que permite alcançar bem no fundo da língua, Além de tudo, os limpadores não ferem a língua e eliminam o risco da contaminação cruzada.
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Alimentação Saudável contribui com a Saúde Bucal

Ontem foi Dia Mundial do Dentista. E para comemorar esta data, nada mais justo que cuidar do nosso maior cartão de visitas. Um sorriso bonito e saudável pode abrir portas para amizades, relacionamentos e até mesmo para o trabalho.

Dados do Ministério da Saúde mostram que 89% da população, entre 15 e 19 anos, sofre com problemas de cáries – o que é reflexo do exagero em alimentos que contém açúcar.

A maioria das pessoas se preocupa apenas com os dentes, se esquecendo que a gengiva e a mucosa oral também fazem parte da saúde bucal. Uma boca saudável é aquela que permite uma mastigação correta e leva a uma melhor digestão e absorção dos nutrientes.

Grande parte das doenças dentárias pode ser influenciada pela alimentação. Além de uma higiene correta e visita periódica ao dentista, manter uma dieta saudável, com uma ingestão considerável de vegetais, frutas e grãos integrais, pode evitar muitos problemas de saúde bucal.

Os tecidos orais, como a gengiva, dentes e músculos de mastigação têm a mesma exigência nutricional que o restante do organismo e precisam de uma quantidade suficiente de nutrientes para se manterem saudáveis. Essa suficiência é alcançada através de uma alimentação balanceada e rica em vitaminas e minerais.

Seguem algumas dicas para manter sempre um sorriso bonito e saudável:

  • Opte por alimentos nutritivos, como frutas, verduras, legumes e produtos de origem animal, como carnes, leite e ovos;
  • Mantenha os dentes fortes, consumindo a quantidade adequada de cálcio, potássio e fósforo;
  • Ingira alimentos ricos em fibras e grãos;
  • A Vitamina C ajuda previne doenças da gengiva, por isso a inclua na sua dieta;
  • Evite alimentos gordurosos, café, refrigerantes, molhos, doces, condimentos fortes e cigarros, pois eles podem prejudicar o esmalte dos dentes e provocar cáries.
  • Uma alimentação adequada NÃO dispensa uma higienização correta. Abuse da escova e do fio dental.

Aí vão algumas dicas que irão lhe ajudar a cuidar bem dos seus dentes:

  • · Visite seu dentista a cada seis meses, mesmo não sentindo dor;
  • · Alimentação saudável, rica em cálcio, contribui para uma dentição perfeita;
  • · A escova de dente ideal deve alcançar os dentes do fundo;
  • · Use fio dental antes da escovação, assim, seus dentes ficarão livres dos resíduos mais difíceis de alcançar;
  • · Os dentes dos bebês devem ser limpos com cotonete, gaze ou ponta de fralda umedecida; com isto evita-se cáries que, por mais incrível que seja, podem aparecer nos primeiros dentinhos causadas por mamadeiras ou alimentação doce;
  • Após as refeições escove sempre seus dentes, pois com os restos alimentares transformam-se em ácidos que podem destruir o esmalte.

Informações parciais. Confira os textos na íntegra, acessando os sites: http://mundoverde.com.br e http://www.unimedvsf.com.br

Dia Mundial do Dentista

O dia mundial do dentista é comemorado em 03 de outubro.

A primeira escola dentária, para formar dentistas, surgiu em 1840, em Baltimore, nos Estados Unidos.

Os dentistas são profissionais capacitados para tratar das gengivas, da boca, dos ossos da face e dos dentes, estruturas duras que utilizamos para mastigar os alimentos. É importante visitar esses profissionais de seis em seis meses, a fim de cuidar da integridade e higiene dos dentes, fazendo limpeza e profilaxia.

Os dentes variam de acordo com os hábitos alimentares de cada espécie. Os humanos têm capacidade para rasgar, prender e triturar os alimentos, para que os mesmos passem pelo tubo digestivo em tamanhos menores, aproveitando seus nutrientes e facilitando o processo digestivo.

Os seres humanos possuem 32 dentes, divididos em duas dentições. A primeira delas, durante a infância, é chamada de provisória ou “dentes de leite” e é constituída de apenas 20 dentes. O nascimento dos primeiros dentes acontece por volta dos seis meses de idade, indo até os trinta meses. Essa dentição é trocada, variando com a idade e o tipo de dente, até que todos eles sejam definitivos.

Os dentes humanos possuem diferentes funções. Os incisivos (dentes da frente) e os caninos (os pontudos) servem para morder os alimentos, fazendo a divisão dos mesmos; os pré-molares e os molares servem para triturar, cortar e esmagar os alimentos.

Por volta dos 17 anos de idade, nascem os dentes sisos, bem ao final das gengivas. Porém, esses não têm muita utilidade para o processo de mastigação e normalmente são extraídos para não causarem problemas, como entortar os outros dentes por falta de espaço. É difícil encontrar pessoas que possuam esses dentes.

A formação para o exercício dessa profissão tem duração de cinco anos, terminando o curso como clínico geral, capacitado para tratar cáries, fazer restaurações, projetar e instalar próteses, etc.. É um curso que requer muita dedicação e estudo, pois possui disciplinas como anatomia, patologia e fisiologia. Ao término da faculdade, o profissional poderá se especializar em áreas específicas, como cirurgião dentista, odontopediatria, periodontia, traumatologia (quando se machuca a boca), saúde coletiva, além de cuidar da parte estética da boca, dentre várias outras.

Antigamente os dentistas eram chamados de dentistas práticos, sem formação ou com pouco conhecimento, que não tratavam os dentes, mas faziam apenas a extração daqueles que estavam muito estragados. Normalmente eram barbeiros ou ambulantes, que trabalhavam em locais precários e sem a higiene necessária.

Hoje em dia a consciência sobre os tratamentos dentários mudou muito. Sabe-se da importância dos trabalhos preventivos, motivo pelo qual a saúde bucal deve começar ainda no recém-nascido, com o uso de cotonetes molhados em água limpa.

Os primeiros cursos de odontologia do Brasil surgiram no Rio de Janeiro e na Bahia, determinados pelo decreto nº 9.311, em 25 de outubro de 1884. Em nosso país, o dia do dentista é comemorado nessa data.

Por Jussara de Barros
Graduada em Pedagogia
Equipe Brasil Escola

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.brasilescola.com


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