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Zika Vírus – Perguntas e Respostas

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1. O que é a febre por Vírus Zika?

Resposta: É uma doença viral autolimitada, via de regra, de evolução benigna, caracterizada pelo quadro clínico de febre, hiperemia conjuntival não pruriginosa e não purulenta, artralgia e exantema maculo-papular.

2. Qual a distribuição dessa doença?

Resposta: O Zika virus (ZIKAV) é um arbovírus do gênero Flavivírus, família Flaviviridae. Este vírus foi isolado pela primeira vez em 1947, a partir de amostras de macaco Rhesus utilizados como sentinelas para detecção de febre amarela, na floresta Zika em Uganda. Por este motivo a denominação do vírus. mO ZIKAV é endêmico no leste e oeste do continente Africano e registro de mcirculação esporádica na África (Nigéria, Tanzânia, Egito, África Central, Serra mLeoa, Gabão, Senegal, Costa do Marfim, Camarões, Etiópia, Quénia, Somália e Burkina Faso), Ásia (Malásia, India, Paquistão, Filipinas, Tailândia, Vietnã, mCamboja, Índia, Indonésia) e Oceania (Micronésia, Polinésia Francesa, Nova Caledônia/França e Ilhas Cook). Nas Américas, o Zika Vírus somente foi identificado na Ilha de Páscoa, território mdo Chile no oceano Pacífico, 3.500 km do continente, no início de 2014. Casos importados de Zika vírus foram descritos no Canadá, Alemanha, Itália, Japão, Estados Unidos e Austrália.

3. Como é transmitida?

Resposta: A principal via de transmissão é vetorial, por meio da picada de mosquitos Aedes aegypti e após um período de incubação (período entre a picada do mosquito e o início de sintomas) de cerca de aproximadamente 4 dias, o paciente poderá iniciar os primeiros sinais e sintomas.

4. Quais são os principais sinais e sintomas?

Resposta: A febre pelo vírus Zika é uma doença pouco conhecida e sua descrição está embasada em um número limitado de relatos de casos e
investigações de surtos. Com base nessas publicações, os sinais e sintomas incluem exantema maculopapular de início agudo (erupção cutânea com pontos brancos ou vermelhos) e pode ser acompanhado de febre, hiperemia conjuntival não purulenta e sem prurido, artralgia ou artrite, mialgia, cefaleia e dor nas costas. Com menor frequência, há relatos também de edema, dor de garganta, tosse, vômitos e hematospermia. Segundo a literatura, apenas 18% das pessoas apresentarão manifestações clínicas da doença.

5. Qual o prognóstico?

Resposta: Segundo os relatos disponíveis, não há registro de óbitos por esta doença. A doença é considerada benigna e autolimitada, com os sinais e
sintomas durando, em geral, de 2 a 7 dias.

6. Há tratamento ou vacina contra o Zika vírus?

Resposta: O tratamento é sintomático e baseado no uso de acetaminofeno (paracetamol) para febre e dor, conforme orientação médica. Não está indicado o uso de ácido acetilsalicílico e drogas anti-inflamatórias
devido ao risco aumentado de complicações hemorrágicas, como ocorre com a dengue. Orienta-se procurar o serviço de saúde para orientação adequada. Não há vacina contra o Zika vírus.

7. Quais as medidas de prevenção e controle?

Resposta: As medidas de prevenção e controle são semelhantes às da dengue e chikungunya. Não existem medidas de controle específicas direcionadas ao homem, uma vez que não se dispõe de nenhuma vacina ou drogas antivirais. Dessa forma, o controle está centrado na redução da densidade vetorial, comopor exemplo, mantendo o domicílio sempre limpo, eliminando os possíveis criadouros. Roupas que minimizem a exposição da pele durante o dia, quando os mosquitos são mais ativos, proporciona alguma proteção às picadas dos mosquitos e podem ser adotadas principalmente durante surtos. Repelentes podem ser aplicados na pele exposta ou nas roupas.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.blog.saude.gov.br/

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Dez sinais de câncer frequentemente ignorados

Uma pesquisa da organização Cancer Research UK listou dez sintomas de câncer que muitas vezes são ignorados pelos cidadãos britânicos. A ONG diz que isso pode atrasar possíveis diagnósticos da doença.

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Veja abaixo os sintomas e a que tipo de câncer eles podem estar relacionados:

  • Tosse e rouquidão (câncer de pulmão)
  • Aparição de caroços pelo corpo (dependendo da região do corpo, pode indicar câncer)
  • Mudança na rotina intestinal (câncer no intestino)
  • Alteração no hábito de urinar (câncer na bexiga)
  • Perda de peso inexplicável (pode estar ligada a diversas variações da doença)
  • Dor inexplicável (pode indicar vários tipos de câncer)
  • Sangramento inexplicável (pode estar ligado a cânceres no intestino, na medula ou na vulva)
  • Ferida que não cicatriza (por estar ligada a diversas variações da doença)
  • Dificuldade de engolir (câncer no esôfago)
  • Mudança na aparência de uma verruga (câncer de pele)

De acordo com a Cancer Research UK, muitas pessoas tendem a achar que sintomas como esses são triviais e, por isso, não procuram seus médicos.

Outro fator que motivaria os britânicos a não procurar ajuda seria o receio de “desperdiçar” o tempo dos médicos com esse tipo de suspeitas.

Os pesquisadores da entidade entrevistaram 1.700 pessoas com mais de 50 anos de idade. Mais da metade (52%) afirmou ter sentido ao menos um dos sintomas nos três meses anteriores à pesquisa.

Em um estudo qualitativo mais aprofundado, a Cancer Research UK se concentrou no caso de 50 das pessoas que tiveram os sintomas. Foi constatado que 45% delas não procuraram ajuda médica após senti-los.

Uma das pacientes relatou não ter ido fazer exames após sentir dores abdominais. “Algumas vezes eu pensei que era grave… mas depois, quando a dor melhorou, você sabe, pareceu não valer a pena investigar”, disse ela.

Um homem, que percebeu mudanças na rotina na hora de urinar, disse aos pesquisadores: “Você só tem que seguir em frente. Ir muito ao médico pode ser visto como um sinal de fraqueza e podem pensar que você não é forte o suficiente para lidar com seus problemas”.

A pesquisadora Katrina Whitaker, ligada à University College London, afirmou: “Muitas das pessoas que entrevistamos tinham os sintomas que dão o alerta vermelho, mas elas pensavam que os sintomas eram triviais e por isso não precisavam de assistência médica, especialmente se não sentiam dor ou se ela era intermitente.”

Segundo ela, outros disseram que não queriam criar caso ou desperdiçar recursos do sistema de saúde público. O autocontrole e o estoicismo dos britânicos contribuem para esse tipo de atitude, e a persistência dos sintomas fazem com que as pessoas passem a considerá-los normais, de acordo com a pesquisadora.

Ela disse ainda que muitos pacientes só procuraram médicos depois que tiveram contato com campanhas de conscientização ou receberam conselhos de amigos ou de familiares.

Segundo o médico Richard Roope, na dúvida, é sempre melhor procurar um médico. Ele disse que muitos desses sintomas não são causados pelo câncer – mas se forem, o rápido diagnóstico aumenta as chances do paciente no tratamento da doença.

Ele afirmou que atualmente cerca da metade dos pacientes diagnosticados conseguiriam sobreviver por mais de dez anos.

Alarme falso

Uma outra pesquisa, também financiada pela Cancer Research UK, constatou que um “alarme falso” pode desestimular os britânicos a continuarem investigando possíveis sintomas da doença.

Para essa pesquisa, a University College London analisou 19 estudos científicos pré-existentes.

A pesquisa constatou que cerca de 80% das pessoas que são submetidas a exames para checar a existência do câncer após a manifestação de sintomas descobrem que não sofrem da doença.

Esse grupo tenderia a ficar desestimulado a voltar a investigar eventuais novos sintomas. Entre as principais razões para isso, segundo a organização, estariam a falta de orientação recebida dos médicos durante os exames anteriores e o temor de ser visto como “hipocondríaco”.

“Pacientes que vão a seus médicos com os sintomas obviamente ficam aliviados ao saber que não têm câncer. Mas como nosso levantamento mostra, é importante que eles não sintam uma falsa sensação de segurança e entendam que ainda devem procurar ajuda se perceberem sintomas novos ou recorrentes”, afirmou Cristina Renzi, uma das pesquisadoras envolvidas no estudo.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.bbc.co.uk/

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O café corta os efeitos do álcool?

Alguns anos atrás, fui ao teatro com um grupo de amigos. Meu marido chegou atrasado e um pouco “alegrinho”, já que tinha ido a um almoço de fim de ano e passou a tarde tomando vinho com os colegas. Por sorte, a peça em cartaz era uma comédia, mas até os atores ficaram um pouco constrangidos com as gargalhadas que ele dava.

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No intervalo, dei a ele um café bem forte, e ao fim do segundo ato, ele estava bem mais quieto. Mas será que eu estava certa ao achar que o café cortaria os efeitos da bebedeira?

Bem, a comunidade científica já está praticamente convencida dos efeitos sedativos de uma grande quantidade de álcool. Nas primeiras duas horas, quando a concentração de álcool no sangue é maior, a pessoa fica mais alerta. Depois disso, e até cerca de seis horas após o consumo, aumentam os indícios objetivos de sono.

A cafeína faz o contrário, tornando a pessoa mais alerta, o que provavelmente levou à sedutora ideia de que uma xícara de café é capaz de neutralizar os efeitos de meio litro de cerveja.

Conclusões contraditórias

Infelizmente, nada é tão simples. Historicamente, estudos sobre o efeito da cafeína na capacidade de uma pessoa dirigir quando está bêbada (em um laboratório, não na rua) têm apresentado resultados contraditórios.

Alguns indicam que a cafeína reverte a lentidão dos reflexos provocada pelo álcool, mas outros não provam isso.

Mais recentemente, uma pesquisa publicada em 2009 mostrou indícios mais detalhados sobre a combinação de álcool com cafeína: os cientistas deram álcool a ratos de laboratório e, em seguida, ofereceram o equivalente a oito xícaras de café aos animais. Depois disso, eles pareciam bem mais alerta, mas ainda tinham mais dificuldades de se movimentar por um labirinto do que ratos que estavam sóbrios.

Portanto, a cafeína pode melhorar o cansaço induzido pelo álcool, o que pode explicar por que um cafezinho depois de uma refeição é algo tão popular em alguns países.

Mas a substância não pode tirar a sensação de estar bêbado nem melhorar alguns problemas cognitivos causados pelo álcool.

Metabolizar é preciso

Isso acontece porque temos que metabolizar o álcool ingerido para que seus efeitos diminuam. E o corpo faz isso de várias maneiras.

Na maior parte das vezes, o álcool é quebrado no fígado por duas enzimas, a álcool-desidrogenase e a aldeído-desidrogenase. Após muitas outras etapas, o álcool é finalmente excretado na forma de água e dióxido de carbono.

O organismo leva cerca de uma hora para metabolizar uma unidade de bebida alcóolica, mas em algumas pessoas esse processo é mais rápido ou mais lento, dependendo de sua genética, de sua alimentação e da frequência com que bebem.

A cafeína não acelera a metabolização do álcool.

No entanto, seus efeitos variam de acordo com a função analisada. Um estudo, por exemplo, descobriu que uma grande dose de cafeína pode neutralizar os efeitos negativos do álcool sobre a memória. Mas a sensação de tontura permanece.

Sinais enganosos

Também há indícios de que a cafeína pode piorar as coisas. Quando você se sente cansado pode ser mais fácil perceber que está bêbado, mas como a cafeína tira a fadiga, você pode pensar que está sóbrio, quando não está.

Isso pode explicar os resultados de um estudo de 2008 realizado com estudantes universitários americanos. Aqueles que escolhiam bebidas contendo as duas substâncias, como vodca misturada a um energético, tinham duas vezes mais chances de se machucarem em um acidente ou mais de duas vezes mais chances de aceitar uma carona de alguém que não respeita o limite de velocidade.

Esse efeito independia da quantidade de álcool consumida.

O estudo mostra como a cafeína pode enganar as pessoas, fazendo-as sentir que estão recuperando a sobriedade, e as consequências potencialmente desastrosas disso.

Por isso, se um dia eu for novamente ao teatro com meu marido depois de ele ir a um almoço de fim de ano, saberei que o tempo é que faz a diferença. Melhor escolher uma peça com um terceiro ato.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.bbc.co.uk/

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Os Sinais do Suicídio

No Brasil, estima-se que haja uma média de 25 suicídios por dia. Uma tentativa aumenta em 50% a chance de uma segunda investida. E mais de 90% dos casos estão ligados a problemas de saúde mental. Como se fala muito pouco sobre o assunto — salvo quando um caso como o do músico Champignon ganha as manchetes — os indícios do suicídio, considerado um tabu social, são mal conhecidos.

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“Entre 1980 e 2010, oficialmente 195.607 pessoas se suicidaram no Brasil, o equivalente a três bombas atômicas como a de Hiroshima”, contabiliza o o sociólogo Gláucio Soraes, professor e pesquisador do Instituto de Estudos Sociais e Políticos (IESP) da UERJ, em artigo publicado na Revista Inteligência em edição de junho de 2012. “Ainda que condenado por muitas religiões, produto de desvios tenebrosos da nossa alma, o suicídio recebe menos atenção do que os eventos catastróficos”.

A única forma de evitá-lo é adotar estratégias de prevenção e, para isso, é preciso conhecer os sinais.

“Estão envolvidos em uma tentativa de suicídio os fatores predisponentes, como genética, psiquismo do indivíduo, círculo social, ambiente familiar e até religião. E os precipitantes, aqueles fatores que motivaram o ato”, diz José Manoel Bertolote, autor do livro “Suicídio e sua Prevenção” (Editora Unesp) e especialista em psiquiatria da Unesp em Botucatu.

Mas 90% dos casos de suicídio estão atrelados a algum problema de saúde mental, como depressão, transtornos de personalidade, alcoolismo, abuso de drogas, bipolaridade ou esquizofrenia, entre outros.

“Quem fala não faz” é um mito comum sobre o suicídio. A maioria dos suicidas dá sinais claros de que vai se matar. “São praticamente anúncios. Normalmente os mais jovens são mais diretos. Eles verbalizam claramente, ou avisam pelas redes sociais, por email. Já os mais idosos são mais sutis. Eles se despedem distribuindo posses”, diz Bertolote.

Há também os sinais indiretos, que precisam ser decodificados. Um tipo de sinal, neste caso, é começar a colocar a vida em risco, como abusar de álcool e drogas, dirigir de forma irresponsável, brincar com armas de fogos perigosas. São os chamados suicidas passivos.

Para Karen Scavacini, gestalt terapeuta e mestre em saúde pública de promoção de saúde mental e prevenção ao suicídio, outro mito é relacionado ao tabu que cerca o tema: perguntar se a pessoa pensa em se suicidar não a induzirá ao ato. Ao contrário, falar sobre o assunto pode salvar muitas vidas. “Se você ficou desconfiado diante dos sinais, pergunte a ela: ‘você está pensando em se matar?’ Faça então um encaminhamento desta pessoa. Não precisa ser só para o psicólogo ou para o psiquiatra. Pode ser para o padre, o diretor da escola, o agente comunitário, o bombeiro”, aconselha Karen.

Um estudo realizado pela Unicamp detectou que, no Brasil, 17 de 100 pessoas pensam seriamente em se matar. Com o silêncio que cerca o tema, a abordagem do suicídio como problema de saúde pública ainda engatinha. “Não existe no País saúde pública que dê conta deste fenômeno. A Estratégia Nacional de Prevenção continua até hoje no papel. O médico da unidade básica deveria ser o primeiro a detectar indícios”, diz.

Na Europa, as taxas de suicídio estão diminuindo porque a prevenção funciona. Já nos Estados Unidos foi lançada a campanha “Amigo bravo é melhor que amigo morto”, para incentivar os jovens a não manterem segredo e contarem o que sabem sobre as intenções dos colegas. “No Brasil, simplesmente não se fala no assunto”, completa Karen.

Mudança brusca

A voluntária do CVV Adriana Rizzo, que dedica quarto horas por semana para ouvir e aconselhar pessoas que pensam em se matar, diz quemudanças bruscas de comportamento são as principais pistas que o suicida dá. “Eram pessoas muito tímidas e, do nada, ficam muito agitadas. Também acontece uma retirada da vida social, um isolamento, ou abuso de álcool e drogas“, alerta.

Além da mudança de personalidade, ligue o alerta quando notar grande alteração alimentar ou de sono, sentimento de desvalor e desesperança. Pessoas que tiveram perdas recentes,como mortes, divórcio, histórico familiar de suicídio ou que tiveram diagnóstico de doença grave, fazem parte do grupo de risco.

O quanto antes se detectar, mais fácil prevenir. “Bem como intervir em crises”, conta a voluntária Adriana. “O nosso trabalho é oferecer atenção e conversar com a pessoa sobre um assunto que ela quer dividir e não consegue, pois se sente julgada, criticada. Ao desabafar e compartilhar o que está lhe afligindo, ela se sente valorizada. A gente procura a entender por que ela quer desistir de viver. Para o copo não transbordar, ela precisa esvaziar o que está sentindo antes”.

Ambivalência

Nem todo suicida quer morrer, apenas quer mudar a situação. Todo suicida é ambivalente: uma hora ele quer, na outra não. De acordo com Bertolote, isso explica porque muitas vezes, quando o suicida fez uso de um método letal e está à beira da morte, bate o desespero e ele se arrepende.

Tanto para quem convive com um suicida em potencial ativo, que toma objetivamente a decisão, quanto para quem vive com um passivo, que adota comportamento abusivo em busca de um “acidente”, o conselho mais importante é não ignorar qualquer sinal. Leve a sério as ameaças e tome providências para ajudar a pessoa em risco. “O tratamento dos transtornos mentais é a primeira intervenção. Isso porque a maioria dos suicidas têm um transtorno como depressão, alcoolismo ou esses dois males associados”, diz Bertolote.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://delas.ig.com.br

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Pedalando pra longe da falta de gentileza

  Durante o mês de setembro, vai ser muito comum ouvir ou ler por aí (e aqui no Trânsito+gentil também) sobre incluir a bicicleta como meio de transporte no dia a dia. Fácil entender o porquê disso: setembro é o mês do trânsito, comemora-se o dia da Amazônia e de causas ambientais (como o Dia Mundial sem Carro), além da chegada da Primavera.

  Melhor do que mudar uma atitude é ser gentil sempre, onde quer que esteja, e ter a ciência de que nem todos têm a gentileza como princípio. E isso pode ser um risco para quem pedala por aí.

  Se você usa bicicleta, ou quer incluir esta prática no seu dia a dia, leia as nossas dicas e deixe as suas também:

  Apareça | Fique bem visível para os motoristas. Luzes e reflexivos na bicicleta, no capacete e na roupa são itens de extrema importância. Evite usar roupas escuras à noite.

  Rota alternativa | Descubra, analise e trace caminhos que fogem de grandes avenidas e ruas muito movimentadas. De carro, é difícil perceber. Mas, os bairros oferecem uma porção de ruazinhas mais calmas, que são rotas perfeitas para os ciclistas – você vai com segurança e chega ao mesmo destino. Nada que uma boa pesquisa com mapas não ajude a resolver.

  Faça sinais! | O seu corpo é que vai mostrar suas intenções. Não tenha medo de balançar o braço para sinalizar se você pretende virar uma rua ou não. É sua obrigação mostrar para o motorista o que você quer fazer. E pense como todos os motoristas deveriam pensar: de forma defensiva.

  Sentido correto | Ande sempre na mesma mão dos carros, nunca na contrária. Motoristas conseguem ver com mais atenção o que está no mesmo sentido.

  Dialogue | Esteja preparado para ouvir reclamações e exclamações mal educadas de motoristas. Infelizmente, nem todos respeitam a bicicleta como veículo que tem o direito de transitar na cidade. Aja com prudência, claro, e, quando possível, estabeleça diálogos com quem está compartilhando a pista.

Fonte: Trânsito + gentil (http://www.transitomaisgentil.com.br)


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