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Linfoma de Não-Hodgkin

Linfomas são neoplasias malignas que se originam nos linfonodos (gânglios), muito importantes no combate às infecções.

Os Linfomas Não-Hodgkin incluem mais de 20 tipos diferentes. O número de casos praticamente duplicou nos últimos 25 anos, particularmente entre pessoas acima de 60 anos por razões ainda não esclarecidas.

Com base na média das taxas brutas encontradas nos 17 Registros de Câncer de Base Populacional (RCBP) do Brasil que possuem mais de 3 anos de informações consolidadas, estima-se que haverá aproximadamente 4.900 casos nos homens e 4.200 casos novos em mulheres no Brasil em 2009.

Fatores de Risco
Os poucos conhecidos fatores de risco para o desenvolvimento de Linfomas Não-Hodgkin são:

 Sistema imune comprometido – Pessoas com deficiência de imunidade, em conseqüência de doenças genéticas hereditárias, uso de drogas imunossupressoras e infecção pelo HIV, têm maior risco de desenvolver linfomas. Pacientes portadores dos vírus Epstein-Barr, HTLV1, e da bactéria Helicobacter pylori (que causa úlceras gástricas), têm risco aumentado para alguns tipos de linfoma;

 Exposição Química – Os Linfomas Não-Hodgkin estão também ligados à exposição a certos agentes químicos, incluindo pesticidas, solventes e fertilizantes. Herbicidas e inseticidas têm sido relacionados ao surgimento de linfomas em estudos com agricultores e outros grupos de pessoas que se expõem a altos níveis desses agentes químicos. A contaminação da água por nitrato, substância encontrada em fertilizantes, é um exemplo de exposição que parece aumentar os riscos para doença;

 Exposição a altas doses de radiação.

Classificação 
Classificar o tipo de linfoma pode ser uma tarefa bastante complicada, mesmo para hematologistas e patologistas. Os Linfomas Não-Hodgkin são, de fato, um grupo complexo de quase 40 formas distintas desta doença. Após o diagnóstico, a doença é classificada de acordo com o tipo de linfoma e o estágio em que se encontra (sua extensão). Estas informações são muito importantes para selecionar adequadamente a forma de tratamento do paciente, e estimar seu prognóstico.

Os Linfomas Não-Hodgkin são agrupados de acordo com o tipo de célula linfóide, se linfócitos B ou T. Também são considerados tamanho, forma e padrão de apresentação na microscopia. Para tornar a classificação mais fácil, os linfomas podem ser divididos em dois grandes grupos: indolentes e agressivos.

Os linfomas indolentes têm um crescimento relativamente lento. Os pacientes podem apresentar-se com poucos sintomas por vários anos, mesmo após o diagnóstico. Entretanto, a cura nestes casos é menos provável do que nos pacientes com formas agressivas de linfoma. Esses últimos podem levar rapidamente ao óbito se não tratados, mas, em geral, são mais curáveis. Os linfomas indolentes correspondem aproximadamente a 40% dos diagnósticos, e os agressivos, aos 60% restantes.

Tratamento 
A maioria dos linfomas é tratada com quimioterapia, radioterapia, ou ambos. A imunoterapia está sendo cada vez mais incorporada ao tratamento, incluindo anticorpos monoclonais e citoquinas, isoladamente ou associados à quimioterapia.

A quimioterapia consiste na combinação de duas ou mais drogas, sob várias formas de administração, de acordo com o tipo de Linfoma Não-Hodgkin. A radioterapia é usada, em geral, para reduzir a carga tumoral em locais específicos, para aliviar sintomas relacionados ao tumor, ou também para consolidar o tratamento quimioterápico, diminuindo as chances de recaída em certos sítios no organismo mais propensos à recaída.

Para linfomas com maior risco de invasão do sistema nervoso (cérebro e medula espinhal), faz-se terapia preventiva, consistindo de injeção de drogas quimioterápicas diretamente no líquido cérebro-espinhal, e/ou radioterapia que envolva cérebro e medula espinhal. Naqueles pacientes que já têm envolvimento do sistema nervoso no diagnóstico, ou desenvolvem esta complicação durante o tratamento, são realizados esses mesmos tratamentos; entretanto, as injeções de drogas no líquido cérebro-espinhal são feitas com maior freqüência.

Imunoterapias, particularmente interferon, anticorpos monoclonais, citoquinas e vacinas tumorais estão sendo submetidos a estudos clínicos para determinar sua eficácia nos Linfomas Não-Hodgkin. Para algumas formas específicas de linfoma, um dos anticorpos monoclonais já desenvolvidos, denominado Rituximab, mostra resultados bastante satisfatórios, principalmente quando associada à quimioterapia. No caso dos linfomas indolentes, as opções de tratamento podem ir desde apenas observação clínica sem início do tratamento, até tratamentos bastante intensivos, dependendo da indicação mais adequada.

Fonte: http://www.inca.gov.br/

Diabetes: Tirando Duvidas

Batizada pelos médicos de diabetes mellitus, a doença ocorre quando há um aumento do açúcar no sangue. Dependendo dos motivos desse disparo, pode ser de dois tipos:

• No tipo 1 as células do pâncreas que fabricam insulina, o hormônio que ajuda a glicose a entrar nas células, simplesmente foram destruídas.

• Já no tipo 2 ou a produção dela não é suficiente ou as células simplesmente não conseguem aproveitá-la da forma correta – a chamada resistência à insulina.

Nos dois casos, o excesso de glicose em circulação desencadeia várias complicações que, se não forem controladas, podem levar à morte.

O diabete é um dos problemas mais graves de saúde pública, pois responde por 40% das mortes por doenças cardiovasculares – a primeira causa de morte no mundo. No Brasil, ela atinge cerca de 10% das pessoas entre 30 e 69 anos. Mas apenas metade delas sabem que são portadoras do distúrbio.

Principais Sintomas

– Obesidade

– Perda de peso

– Muita fome

– Urinar muitas vezes, de dia e à noite, e em grande quantidade

– Cansaço

– Piora da visão

– Furúnculos freqüentes

– Cicatrização difícil e infecções de pele

– Impotência sexual

– Pressão arterial elevada.

 

Fonte : http://saude.abril.com.br/especiais/diabete

Vídeo: Animação sobre Diabetes

 

Vídeo de animação em 3D produzida para a Pzifer pela Vagalume Animation Studios.

Câncer bucal: sintomas, prevenção

  Quando o assunto é saúde bucal, assuntos como higiene e problemas cardíacos são os temas mais abordados, mas uma questão tão importante quanto é o câncer bucal. Em alguns estados é realizada a Semana de Prevenção ao Câncer Bucal, em Sergipe já se trata de uma lei municipal.

  Os sintomas do câncer de boca são: Feridas não saradas há mais de 7 dias, manchas esbranquiçadas ou avermelhadas nos lábios ou na mucosa bucal, dificuldade para falar, mastigar e engolir, além de emagrecimento acentuado, dor e presença de linfadenomegalia cervical (caroço no pescoço) são sinais de câncer de boca em estágio avançado.

  A prevenção pode ser feita através do autoexame, evitar o consumo de bebidas alcoólicas, o fumo, ter uma boa higiene bucal e fazer consultas odontológicas periódicas.

Fonte: Infonet e INCA

Outubro rosa: Uma luta contra o câncer de mama

Doença geralmente encontrada após os 50 anos, o câncer de mama é o segundo câncer que mais ataca mulheres, perdendo apenas para o câncer de pulmão. E no mês de outubro é realizada a campanha da conscientização contra o Câncer de Mama, chamada “Outubro Rosa”.

Entre os sintomas comuns, estão:

• Aparecimento de nódulo ou endurecimento da mama ou debaixo do braço

• Mudança no tamanho ou no formato da mama;

• Alteração na coloração ou na sensibilidade da pele da mama ou da aréola;

• Secreção contínua por um dos ductos;

• Retração da pele da mama ou do mamilo;

• Inchaço significativo ou distorção da pele e ou  mucosas.

É super importante fazer a identificação precoce para prevenção através de Exame Clínico das Mamas e da Mamografia.

 

Fonte: ABC da Saúde, Wikipedia

21 de Setembro – Dia Mundial do Alzheimer

Dia 21 de Setembro é o dia mundial do Alzheimer, doença neurológica considerada como uma das que mais afetam o mundo. Neste dia estão acontecendo vários eventos no país, e você pode consultar as atividades no seu estado correspondente clicando aqui.

A Doença de Alzheimer é uma doença do cérebro, degenerativa, isto é, que produz atrofia, progressiva, com início mais freqüente após os 65 anos, que produz a perda das habilidades de pensar, raciocinar, memorizar, que afeta as áreas da linguagem e produz alterações no comportamento, atualmente incurável mas que possui tratamento.

Abaixo segue 10 sintomas mais comuns desta doença e previna-se:

1. Perda de memória que afeta as relações pessoas

O esquecimento ocorre com mais frequência, sem que seja possível lembrar-se, por exemplo, de nomes, telefones, compromissos.

2. Dificuldade para executar tarefas domésticas

Atividades simples e rotineiras, como acender e apagar o fogão, são esquecidas, podendo oferecer risco.

3. Problemas com vocabulário

Ocorre o esquecimento de palavras comuns, podendo acontecer até a substituição por outras totalmente inadequadas.

4. Desorientação no tempo e espaço

Há dificuldade para localizar-se dentro da própria casa, em um determinado cômodo ou, ainda, para localizar a própria casa na rua onde vive.

5. Incapacidade para julgar situações

Caracterizada pela diminuição ou perda do senso crítico, levando a pessoa a ter comportamentos não usuais ou estranhos frente a outras pessoas.

6. Problemas com raciocínio abstrato

Quando existe , por exemplo, dificuldade para entender e controlar o próprio dinheiro, talão de cheques ou cartão bancário.

7. Colocar objetos em lugares errados

A pessoa guarda, por exemplo, o relógio no açucareiro ou um ferro elétrico na geladeira.

8. Mudanças de humor ou comportamento

Observam-se comportamentos de calma seguidos de choro ou sinais de raiva, sem nenhuma razão aparente.

9. Transformações de personalidade

A pessoa passa a demonstrar medo, complexo de perseguição, desconfiança ou confusão, por exemplo.

10. Perda de iniciativa

A pessoa torna-se muito passiva, necessitando de estímulos para voltar a se envolver em alguma atividade.

Fonte: Clic RBS, Associação Brasileira de Alzheimer (ABRAz), ABC da Saúde

Semana Mundial da Amamentação

  Esta semana acontece em 150 países a Semana Mundial de Amamentação, então o Viva Melhor estará trazendo informações e curiosidades sobre a importância do aleitamento materno.

  Uma das curiosidades da amamentação são os benefícios que o leite maternal traz para o recém-nascido. A amamentação exclusiva durante 6 meses previne a criança de desenvolver a asma. Esta informação vem de uma pesquisa feita na Holanda, no Erasmus Medical Center na qual foram estudadas cerca de 5.368 crianças de até 4 anos.

 

  O resultado foi que crianças que não tiveram a amamentação regular tiveram quatro vezes mais sintomas de asma; a secreção, tosse seca, respiração curta. O leite materno contém nutrientes e anticorpos que deixa o organismo do bebê mais resistente, portanto quanto maior a demora pela ingestão de outros produtos, melhor pra saúde da criança, que estará com o sistema imunológico mais avançado.

Fonte:  Revista Crescer

Cartum: Mais sintomas de Diabetes

 

Diabetes e seus tipos

     Para falarmos sobre como prevenir a Diabetes, primeiro devemos saber sobre os tipos que existem e quais são os sintomas desta doença que afeta cerca de 12% da população brasileira.

   O primeiro tipo de Diabetes existente é a do tipo 1. Causada pela destruição das células produtoras de insulina, em decorrência de defeito do sistema imunológico em que os anticorpos atacam as células que produzem a insulina. Seus sintomas são: vontade de urinar diversas vezes; perda de peso; náusea; entre outras.

   Já o tipo 2 é resultado da resistência à insulina e de deficiência na secreção de insulina. É mais comum desenvolver-se em etapas adultas da vida, aliando-se com a obesidade. É associada bastante ao uso prolongado de corticóides, com frequência associada à hemocromatose não tratada.

  E existe também a Diabetes Gestacional que é a diminuição da tolerância à glicose diagnosticada pela primeira vez na gestação, podendo ou não persistir após o parto.

  A partir destes conceitos estaremos abordando este assunto durante a semana, aqui no blog do Viva Melhor. Fiquem atentos para mais informações, dicas e notícias.

 Fonte:  Portal da Diabetes

Classificação da Gravidade da Asma

Legenda.

Vef1: Volume expiratório forçado no primeiro segundo
PFE: Pico do fluxo expiratório
Beta2: Broncodilatador.

PFE entre 80% e 100% do esperado: Você deve estar relativamente livre de sintomas e pode manter os medicamentos em uso.

PFE entre 50% e 80% do esperado: A asma está piorando. Um aumento temporário na medicação para a asma é indicado. Se você usa medicação crônica, a terapia de manutenção irá provavelmente precisar ser aumentada. Entre em contato com seu médico para ajustar seu tratamento.

PFE abaixo de 50% do esperado:  O controle da asma está falhando. Use seu broncodilatador inalatório. Se o PFE não retornar à zona amarela, entre em contato com seu médico imediatamente, ou inicie o tratamento orientado para os momentos de exacerbação da asma.

Fonte: http://www.asmasobcontrole.com.br/asma/como_tratar.asp


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