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A gripe suína e o monstruoso poder da indústria pecuária

 Em 1965, havia nos EUA 53 milhões de porcos espalhados entre mais de um milhão de granjas. Hoje, 65 milhões de porcos concentram-se em 65 mil instalações. Isso significou passar das antiquadas pocilgas a gigantescos infernos fecais nos quais, entre esterco e sob um calor sufocante, prontos a intercambiar agentes patógenos à velocidade de um raio, amontoam-se dezenas de milhares de animais com sistemas imunológicos debilitados. Cientistas advertem sobre o perigo das granjas industriais: a contínua circulação de vírus nestes ambientes aumenta as oportunidades de aparição de novos vírus mais eficientes na transmissão entre humanos. A análise é de Mike Davis.

Mike Davis

 

A gripe suína mexicana, uma quimera genética provavelmente concebido na lama fecal de um criadouro industrial, ameaça subitamente o mundo inteiro com uma febre. Os brotos na América do Norte revelam uma infecção que está viajando já em maior velocidade do que aquela que viajou a última cepa pandêmica oficial, a gripe de Hong Kong, em 1968.

Roubando o protagonismo de nosso último assassino oficial, o vírus H5N1, este vírus suíno representa uma ameaça de magnitude desconhecida. Parece menos letal que o SARS (Síndrome Respiratória Aguda, na sigla em inglês) em 2003, mas como gripe, poderia resultar mais duradoura que a SARS. Dado que as domesticadas gripes estacionais de tipo “A” matam nada menos do que um milhão de pessoas ao ano, mesmo um modesto incremento de virulência, poderia produzir uma carnificina equivalente a uma guerra importante.

Uma de suas primeiras vítimas foi a fé consoladora, predicada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), na possibilidade de conter as pandemias com respostas imediatas das burocracias sanitárias e independentemente da qualidade da saúde pública local. Desde as primeiras mortes causadas pelo H5N1 em 1997, em Hong Kong, a OMS, com o apoio da maioria das administrações nacionais de saúde, promoveu uma estratégia centrada na identificação e isolamento de uma cepa pandêmica em seu raio local de eclosão, seguida de uma massiva administração de antivirais e, se disponíveis, vacinas para a população.

Uma legião de céticos criticou esse enfoque de contrainsurgência viral, assinalando que os micróbios podem agora voar ao redor do mundo – quase literalmente no caso da gripe aviária – muito mais rapidamente do que a OMS ou os funcionários locais podem reagir ao foco inicial. Esses especialistas observaram também o caráter primitivo, e às vezes inexistente, da vigilância da interface entre as enfermidades humanas e as animais. Mas o mito de uma intervenção audaciosa, preventiva (e barata) contra a gripe aviária resultou valiosíssimo para a causa dos países ricos que, como os Estados Unidos e a Inglaterra, preferem investir em suas próprias linhas Maginot biológicas, ao invés de incrementar drasticamente a ajuda às frentes epidêmicas avançadas de ultra mar. Tampouco teve preço esse mito para as grandes transnacionais farmacêuticas, envolvidas em uma guerra sem quartel com as exigências dos países em desenvolvimento empenhados em exigir a produção pública de antivirais genéricos fundamentais como o Tamiflu, patenteado pela Roche.

A versão da OMS e dos centros de controle de enfermidades, que já trabalha com a hipótese de uma pandemia, sem maior necessidade novos investimentos massivos em vigilância sanitária, infraestrutura científica e reguladora, saúde pública básica e acesso global a medicamentos vitais, será agora decisivamente posta a prova pela gripe suída e talvez averigüemos que pertence à mesma categoria de gestão de risco que os títulos e obrigações de Madoff. Não é tão difícil que fracasse o sistema de alertas levando em conta que ele simplesmente não existe. Nem sequer na América do Norte e na União Européia.

Não chega a ser surpreendente que o México careça tanto de capacidade como de vontade política para administrar enfermidades avícolas ou pecuárias, pois a situação só é um pouco melhor ao norte da fronteira, onde a vigilância se desfaz em um infeliz mosaico de jurisdições estatais e as grandes empresas pecuárias enfrentam as regras sanitárias com o mesmo desprezo com que tratam aos trabalhadores e aos animais.

Analogamente, uma década inteira de advertências dos cientistas fracassou em garantir transferências de sofisticadas tecnologias virais experimentais aos países situados nas rotas pandêmicas mais prováveis. O México conta com especialistas sanitários de reputação mundial, mas tem que enviar as amostras a um laboratório de Winnipeg para decifrar o genoma do vírus. Assim se perdeu toda uma semana.

Mas ninguém ficou menos alerta que as autoridades de controle de enfermidades em Atlanta. Segundo o Washington Post, o CDC (Centro de Controle de Doenças) só percebeu o problema seis dias depois de o México ter começado a impor medidas de urgência. Não há desculpas para justificar esse atraso. O paradoxal desta gripe suína é que, mesmo que totalmente inesperada, tenha sido prognosticada com grande precisão. Há seis anos, a revista Science publicou um artigo importante mostrando que “após anos de estabilidade, o vírus da gripe suína da América do Norte tinha dado um salto evolutivo vertiginoso”.

Desde sua identificação durante a Grande Depressão, o vírus H1N1 da gripe suína só havia experimentado uma ligeira mudança de seu genoma original. Em 1998, uma variedade muito patógena começou a dizimar porcas em uma granja da Carolina do Norte, e começaram a surgir novas e mais virulentas versões ano após ano, incluindo uma variante do H1N1 que continha os genes do H3N2 (causador da outra gripe de tipo A com capacidade de contágio entre humanos).

Os cientistas entrevistados pela Science mostravam-se preocupados com a possibilidade de que um desses híbridos pudesse se transformar em um vírus de gripe humana – acredita-se que as pandemias de 1957 e de 1968 foram causadas por uma mistura de genes aviários e humanos forjada no interior de organismos de porcos – e defendiam a criação urgente de um sistema oficial de vigilância para a gripe suína: advertência, cabe dizer, que encontrou ouvidos surdos em Washington, que achava mais importante então despejar bilhões de dólares no sumidouro das fantasias bioterroristas.

O que provocou tal aceleração na evolução da gripe suína: Há muito que os estudiosos dos vírus estão convencidos que o sistema de agricultura intensiva da China meridional é o principal vetor da mutação gripal: tanto da “deriva” estacional como do episódico intercâmbio genômico. Mas a industrialização empresarial da produção pecuária rompeu o monopólio natural da China na evolução da gripe. O setor pecuário transformou-se nas últimas décadas em algo que se parece mais com a indústria petroquímica do que com a feliz granja familiar pintada nos livros escolares.

Em 1965, por exemplo, havia nos Estados Unidos 53 milhões de porcos espalhados entre mais de um milhão de granjas. Hoje, 65 milhões de porcos concentram-se em 65 mil instalações. Isso significou passar das antiquadas pocilgas a gigantescos infernos fecais nos quais, entre esterco e sob um calor sufocante, prontos a intercambiar agentes patógenos à velocidade de um raio, amontoam-se dezenas de milhares de animais com sistemas imunológicos muito debilitados.

No ano passado, uma comissão convocada pelo Pew Research Center publicou um informe sobre a “produção animal em granjas industriais”, onde se destacava o agudo perigo de que “a contínua circulação de vírus (…) característica de enormes aviários ou rebanhos aumentasse as oportunidades de aparição de novos vírus mais eficientes na transmissão entre humanos”. A comissão alertou também que o uso promíscuo de antibióticos nas criações de suínos – mais barato que em ambientes humanos – estava propiciando o surgimento de infecções de estafilococos resistentes, enquanto que os resíduos dessas criações geravam cepas de escherichia coli e de pfiesteria (o protozoário que matou um bilhão de peixes nos estuários da Carolina do Norte e contagiou dezenas de pescadores).

Qualquer melhora na ecologia deste novo agente patógeno teria que enfrentar-se com o monstruoso poder dos grandes conglomerados empresariais avícolas e pecuários, como Smithfield Farms (suíno e gado) e Tyson (frangos). A comissão falou de uma obstrução sistemática de suas investigações por parte das grandes empresas, incluídas algumas nada recatadas ameaças de suprimir o financiamento de pesquisadores que cooperaram com a investigação.

Trata-se de uma indústria muito globalizada e com influências políticas. Assim como a gigante avícola Charoen Pokphand, sediada em Bangkok, foi capaz de desbaratar as investigações sobre seu papel na propagação da gripe aviária no sudeste asiático, o mais provável é que a epidemiologia forense do vírus da gripe suína bata de frente contra a pétrea muralha da indústria do porco.

Isso não quer dizer que nunca será encontrada uma acusadora pistola fumegante: já corre o rumor na imprensa mexicana de um epicentro da gripe situado em torno de uma gigantesca filial da Smithfield no estado de Vera Cruz. Mas o mais importante – sobretudo pela persistente ameaça do vírus H5N1 – é a floresta, não as árvores: a fracassada estratégia antipandêmica da OMS, a progressiva deterioração da saúde pública mundial, a mordaça aplicada pelas grandes transnacionais farmacêuticas a medicamentos vitais e a catástrofe planetária que é uma produção pecuária industrializada e ecologicamente bagunçada.

Mike Davis é professor no departamento de História da Universidade da Califórnia (UCI), em Irvine, e um especialista nas relações entre urbanismo e meio ambiente. Ex-caminhoneiro, ex-açogueiro e ex-militante estudantil, Davis é colaborador das revistas New Left Review e The Nation, e autor de vários livros, entre eles Ecologia do Medo, Holocaustos coloniais, O monstro bate a nossa porta (editora Record), e Cidade de quartzo: escavando o futuro em Los Angeles (Boitempo) Também é membro do Conselho Editorial de Sin Permiso.

Artigo publicado originalmente no The Guardian (27/04/2009). Publicado também, em espanhol, no Sin Permiso.

Tradução: Katarina Peixoto

Promoção do Estilo de vida saudável na empresa e produtividade:

Redução de até 27% nas faltas ao trabalho (absenteísmo)

Redução de até 26% nos custos com assistência médica

Redução de até 32% nos custos com doenças ocupacionais e acidentes no trabalho

Pessoas mais criativas, motivadas e produtivas

Organização Mundial da Saúde/Forum Econômico

Mundial 2008 – Chapman, 2003

10 Health Habits That Will Help You Live to 100

You don’t need to eat yogurt and live on a mountaintop, but you do need to floss

Posted February 20, 2009

The biggest factor that determines how well you age is not your genes but how well you live. Not convinced? A new study published in the British Medical Journal of 20,000 British folks shows that you can cut your risk of having a stroke in half by doing the following four things: being active for 30 minutes a day, eating five daily servings of fruit and vegetables, and avoiding cigarettes and excess alcohol.

While those are some of the obvious steps you can take to age well, researchers have discovered that centenarians tend to share certain traits in how they eat, move about, and deal with stress—the sorts of things we can emulate to improve our own aging process. Of course, getting to age 100 is enormously more likely if your parents did. Still, Thomas Perls, who studies the century-plus set at Boston University School of Medicine, believes that assuming you’ve sidestepped genes for truly fatal diseases like Huntington’s, “there’s nothing stopping you from living independently well into your 90s.” Heck, if your parents and grandparents were heavy smokers, they might have died prematurely without ever reaching their true potential lifespan, so go ahead and shoot for those triple digits. Follow these 10 habits, and check out Perls’ lifetime risk calculator to see how long you can expect to live.

1. Don’t retire.  “Evidence shows that in societies where people stop working abruptly, the incidence of obesity and chronic disease skyrockets after retirement,” says Luigi Ferrucci, director of the Baltimore Longitudinal Study of Aging. The Chianti region of Italy, which has a high percentage of centenarians, has a different take on leisure time. “After people retire from their jobs, they spend most of the day working on their little farm, cultivating grapes or vegetables,” he says. “They’re never really inactive.” Farming isn’t for you? Volunteer as a docent at your local art museum or join the Experience Corps, a program offered in 19 cities that places senior volunteers in urban public elementary schools for about 15 hours a week.

2. Floss every day. That may help keep your arteries healthy. A 2008 New York University study showed that daily flossing reduced the amount of gum-disease-causing bacteria in the mouth. This bacteria is thought to enter the bloodstream and trigger inflammation in the arteries, a major risk factor for heart disease. Other research has shown that those who have high amounts of bacteria in their mouth are more likely to have thickening in their arteries, another sign of heart disease. “I really do think people should floss twice a day to get the biggest life expectancy benefits,” stresses Perls.

3. Move around.  “Exercise is the only real fountain of youth that exists,” says Jay Olshansky, a professor of medicine and aging researcher at the University of Illinois at Chicago. “It’s like the oil and lube job for your car. You don’t have to do it, but your car will definitely run better.” Study after study has documented the benefits of exercise to improve your mood, mental acuity, balance, muscle mass, and bones. “And the benefits kick in immediately after your first workout,” Olshansky adds. Don’t worry if you’re not a gym rat. Those who see the biggest payoffs are the ones who go from doing nothing to simply walking around the neighborhood or local mall for about 30 minutes a day. Building muscle with resistance training is also ideal, but yoga classes can give you similar strength-training effects if you’re not into weight lifting.

4. Eat a fiber-rich cereal for breakfast. Getting a serving of whole-grains, especially in the morning, appears to help older folks maintain stable blood sugar levels throughout the day, according to a recent study conducted by Ferrucci and his colleagues. “Those who do this have a lower incidence of diabetes, a known accelerator of aging,” he says.

5. Get at least six hours of shut-eye. Instead of skimping on sleep to add more hours to your day, get more to add years to your life. “Sleep is one of the most important functions that our body uses to regulate and heal cells,” says Ferrucci. “We’ve calculated that the minimum amount of sleep that older people need to get those healing REM phases is about six hours.” Those who reach the century mark make sleep a top priority.

6. Consume whole foods, not supplements.  Strong evidence suggests that people who have high blood levels of certain nutrients—selenium, beta-carotene, vitamins C and E—age much better and have a slower rate of cognitive decline. Unfortunately, there’s no evidence that taking pills with these nutrients provides those antiaging benefits. “There are more than 200 different carotenoids and 200 different flavonoids in a single tomato,” points out Ferrucci, “and these chemicals can all have complex interactions that foster health beyond the single nutrients we know about like lycopene or vitamin C.” Avoid nutrient-lacking white foods (breads, flour, sugar) and go for all those colorful fruits and vegetables and dark whole-grain breads and cereals with their host of hidden nutrients.

7. Be less neurotic. It may work for Woody Allen, who infuses his worries with a healthy dose of humor, but the rest of us neurotics may want to find a new way to deal with stress. “We have a new study coming out that shows that centenarians tend not to internalize things or dwell on their troubles,” says Perls. “They are great at rolling with the punches.” If this inborn trait is hard to overcome, find better ways to manage when you’re stressed: Yoga, exercise, meditation, tai chi, or just deep breathing for a few moments are all good. Ruminating, eating chips in front of the TV, binge drinking? Bad, very bad.

8. Live like a Seventh Day Adventist . Americans who define themselves as Seventh Day Adventists have an average life expectancy of 89, about a decade longer than the average American. One of the basic tenets of the religion is that it’s important to cherish the body that’s on loan from God, which means no smoking, alcohol abuse, or overindulging in sweets. Followers typically stick to a vegetarian diet based on fruits, vegetables, beans, and nuts, and get plenty of exercise. They’re also very focused on family and community.

9. Be a creature of habit. Centenarians tend to live by strict routines, says Olshansky, eating the same kind of diet and doing the same kinds of activities their whole lives. Going to bed and waking up at the same time each day is another good habit to keep your body in the steady equilibrium that can be easily disrupted as you get on in years. “Your physiology becomes frailer when you get older,” explains Ferrucci, “and it’s harder for your body to bounce back if you, say, miss a few hours of sleep one night or drink too much alcohol.” This can weaken immune defenses, leaving you more susceptible to circulating flu viruses or bacterial infections.

10. Stay connected. Having regular social contacts with friends and loved ones is key to avoiding depression, which can lead to premature death, something that’s particularly prevalent in elderly widows and widowers. Some psychologists even think that one of the biggest benefits elderly folks get from exercise the strong social interactions that come from walking with a buddy or taking a group exercise class. Having a daily connection with a close friend or family member gives older folks the added benefit of having someone watch their back. “They’ll tell you if they think your memory is going or if you seem more withdrawn,” says Perls, “and they might push you to see a doctor before you recognize that you need to see one yourself.”

FONTE: usnews.com

http://health.usnews.com/articles/health/baby-boomer-health/2009/02/20/10-health-habits-that-will-help-you-live-to-100.html?PageNr=2

Campanha – Férias de Julho

FÉRIA DE JULHO copy

Texto e Design: Lia Ito liaito@ig.com.br

Doenças Crônicas e Mapeamento nas Empresas

Em parceria com o IBC (International Business Communications), a AxisMed – Gestão Preventiva da Saúde, realizou pesquisa de opinião durante a 4ª Conferência Promoção da Saúde, que ocorreu em São Paulo. Foram consultados 23 participantes, entre médicos e executivos, integrantes de operadoras de saúde e empresas de diversos segmentos.
A seguir, apresentamos alguns resultados destacados da pequisa, lembrando que mais de uma alternativa por questão pode ser assinalada. Os percentuais representam a somatória de todas as respostas. Confira:
• O gerenciamento de doenças crônicas é citado por 45% dos entrevistados entre as ações de promoção da saúde e prevenção de doenças realizadas pelas respectivas empresas. Ele é visto como de alto impacto nos quesitos: redução do custo com saúde (79%), melhora da imagem interna e externa da empresa (68%), e redução do absenteísmo e presenteísmo (53%);
• A promoção da saúde específica para grupos de risco, previamente identificados, também alto impacto no que se refere à redução do custo com saúde (62%) e na melhora da imagem da empresa (52%).
• De todas as ações dirigidas aos colaboradores, as palestras e ações genéricas de saúde, como semana da saúde, mapeamento de risco, etc, aparecem entre as mais realizadas na empresas (82%). Por outro lado, elas têm baixo impacto na redução do absenteísmo e presenteísmo nos custos com saúde.
• Todas as iniciativas trazem resultados importantes para os entrevistados. O retorno é obtido em médio prazo para 48% deles, e, em um tempo maior, para 35%. Confira no link abaixo, os resultados detalhados da pesquisa em PDF.

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Em parceria com o IBC (International Business Communications), a AxisMed – Gestão Preventiva da Saúde, realizou pesquisa de opinião durante a 4ª Conferência Promoção da Saúde, que ocorreu em São Paulo. Foram consultados 23 participantes, entre médicos e executivos, integrantes de operadoras de saúde e empresas de diversos segmentos.

A seguir, apresentamos alguns resultados destacados da pequisa, Confira:

• O gerenciamento de doenças crônicas é citado por 45% dos entrevistados entre as ações de promoção da saúde e prevenção de doenças realizadas pelas respectivas empresas. Ele é visto como de alto impacto nos quesitos: redução do custo com saúde (79%), melhora da imagem interna e externa da empresa (68%), e redução do absenteísmo e presenteísmo (53%);

• A promoção da saúde específica para grupos de risco, previamente identificados, também alto impacto no que se refere à redução do custo com saúde (62%) e na melhora da imagem da empresa (52%).

• De todas as ações dirigidas aos colaboradores, as palestras e ações genéricas de saúde, como semana da saúde, mapeamento de risco, etc, aparecem entre as mais realizadas na empresas (82%). Por outro lado, elas têm baixo impacto na redução do absenteísmo e presenteísmo nos custos com saúde.

• Todas as iniciativas trazem resultados importantes para os entrevistados. O retorno é obtido em médio prazo para 48% deles, e, em um tempo maior, para 35%. Confira no link abaixo, os resultados detalhados da pesquisa em PDF.

Para sabe mais: http://www.axismed.com.br/mkt/Radar_AxisMed_4.pdf

Doenças Respiratórias

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Todo ano é assim, chega o inverno e com ele aumenta o número de pessoas queixando-se do agravamento de sua bronquite, sinusite, resfriado, rinite, amigdalite e outras doenças respiratórias que não escolhem suas vítimas. Elas atacam crianças e adultos sem distinção de sexo. Além das mudanças bruscas na temperatura, aumentam também, os níveis de poluição e a propagação de bactérias e vírus em ambientes fechados.

Principais Doenças Respiratórias

Gripes ou Resfriados: apesar de ainda não existir tratamento específico contra essas viroses, assim denominadas por serem causadas por vírus, sabe-se que você poderá amenizar os sintomas com uma boa alimentação e repouso.Esses distúrbios do aparelho respiratório se apresentam de diversas formas, podendo afetar apenas nariz e garganta, acompanhados de sintomas característicos como espirros, congestão nasal e coriza.

Sinusite: é uma infecção causada por germes que se alojam nas cavidades dos ossos da face, provoca congestão nasal, coriza e dor de cabeça intensa, geralmente agravando a situação com mudanças bruscas de temperatura.

Alergias Respiratórias: poeira doméstica, fungos, pêlos de animais, fumaça, odores fortes como cola de sapateiro e perfumes são apenas alguns entre tantos outros diferentes agentes externos, denominados alérgenos, que provocam reações alérgicas do nosso organismo.

Rinite: a rinite é um processo irritativo das vias nasais, caracteriza-se por espirro, produção excessiva de muco, coceira no céu da boca e congestão nasal.

Asma ou Bronquite: esta reação aos alérgenos causa obstrução e dificulta a passagem do ar pelas vias respiratórias, manifestando-se em forma de chiados no peito e falta de ar. Além da alergia respiratória, mudanças repentinas de temperatura, umidade, desgaste emocional e processos inflamatórios como gripes ou resfriados também contribuem para desencadear uma crise.

Amigdalite: é a infecção das amígdalas palatinas localizadas na parte de trás da garganta, na entrada das vias respiratórias. Elas agem como filtros, ajudando a prevenir que infecções da garganta, boca e seios da face se espalhem para o resto do corpo.

Pneumonia: é um processo inflamatório dos pulmões, causado por vários tipos de microorganismos, havendo tratamento específico para cada um deles. Falta de ar, fraqueza, febre alta, dificuldade de engolir líquidos e diminuição da capacidade para realizar atividades físicas são sintomas característicos da doença. O melhor a fazer é procurar um médico o quanto antes.

Tuberculose Pulmonar: causada por microorganismo denominado Bacilo de Koch, a tuberculose pulmonar atinge principalmente pessoas debilitadas, com deficiência no sistema de defesa orgânica, ou seja, pessoas de vida e alimentação irregular, que fazem uso diário de bebidas alcoólicas, portadores do vírus da Aids (HIV) e pessoas com dietas mal orientadas surgem como um novo e considerável grupo no aumento da incidência de casos.

Recomendações:

– Consuma frutas ricas em vitamina C, tais como laranja, limão, melão, abacaxi, entre outras, além de verduras como couve, alface e agrião.

– Beba sempre bastante líquido.

– Evite bebidas muito geladas.

– Vacine seu filho. A vacinação completa até o primeiro ano de vida previne a criança contra a coqueluche, a tuberculose e outras infecções respiratórias graves.

– Pratique esporte ao ar livre. Correr, nadar ou mesmo caminhar aumentam a capacidade respiratória.

– Não fume. Os efeitos do cigarro são os mesmos para as pessoas que convivem com os fumantes e pioram a situação em ambientes fechados.

– Mantenha a sua casa sempre bem ventilada, principalmente os quartos de dormir.

Foto: Reprodução.

Resfriado ou Gripe?

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A garganta arde, o nariz escorre, o corpo fica mole e lá vem a febre. Você sabe dizer se é resfriado ou gripe? Veja a diferença e os tratamentos: 

RESFRIADO
É uma infecção das vias aéreas superiores que pode ser causada por mais de 200 diferentes microorganismos. Os mais comuns são os adenovírus, os coronavírus e os rinovírus, responsáveis por destruir o revestimento interno das vias respiratórias. O resfriado ataca principalmente o nariz e a garganta. Espirros, tosses e obstrução nasal são os principais sintomas, além da diminuição do olfato e do paladar. Quando ocorre febre, é baixa ou moderada. 

O resfriado é bem mais ameno que a gripe e pode durar de dois a três dias. É contagioso e pode ser transmitido por meio de espirros, tosse ou fala. Para prevenir o resfriado, alimente-se bem, faça exercícios regulares e evite lugares fechados no inverno. Como não existem antibióticos e medicamentos efetivos contra os vírus, o melhor é atenuar os sintomas, tomando analgésicos, antitérmicos, usando spray nasal e fazendo gargarejos com água morna.

GRIPE
É uma infecção respiratória mais séria que o resfriado. É causada pelos vírus influenza A e B, descobertos em 1933 e até hoje bem contagiosos. Sua transmissão acontece pelas partículas da saliva de uma pessoa infectada, que são expelidas pela respiração, pela fala, por tosse ou por espirros. A gripe fica encubada, em média, dois dias.

Os sintomas variam de acordo com o vírus e as mutações que ele sofre a cada temporada. Cansaço, mal-estar, corpo mole e dolorido, febre elevada (entre 38 e 39ºC) que pode durar até três dias, calafrios, tosse seca, dores de cabeça e de garganta, além de nariz entupido são os mais comuns. 

A gripe demora mais para passar que o resfriado, mas também vai enfraquecendo aos poucos, de forma natural, dependendo da capacidade imunológica de cada indivíduo, o que pode ocorrer entre três a cinco dias.

Para se prevenir e tratar, o ideal é beber muito líquido – água principalmente – e se alimentar de maneira saudável, ingerindo frutas, verduras e legumes, e repousar bastante. Clique aqui para ler essa matéria na íntegra.

Fonte: Terra – Especial Inverno 2009
Foto: Reprodução

O Filtro Solar

Em de Junho 1997 a jornalista Mary Schmich publicou o texto em sua coluna no jornal The Chicago Tribune.

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O Filtro Solar
Nunca deixem de usar filtro solar.Se eu pudesse dar só uma dica sobre o futuro seria esta: use filtro solar. Os benefícios a longo prazo do uso de filtro solar estão provados e comprovados pela ciência. Já o resto de meus conselhos não tem outra base confiável além de minha própria experiência errante. Mas agora eu vou compartilhar esses conselhos com vocês…Aproveite bem, o máximo que puder, o poder e a beleza da juventude. Ou então, esquece. Você nunca vai entender mesmo o poder e a beleza da juventude até que tenham se apagado. Mas pode crer, daqui a vinte anos, você vai evocar as suas fotos e perceber de um jeito que você nem desconfia hoje em dia quantas, tantas alternativas se escancaravam à sua frente. E como você realmente estava com “tudo em cima”. Você não está gordo, ou gorda.Não se preocupe com o futuro. Ou então preocupe-se, se quiser, mas saiba que “pré-ocupação” é tão eficaz quanto mascar chiclete para tentar resolver uma equação de álgebra. As encrencas de verdade em sua vida tendem a vir de coisas que nunca passaram pela sua cabeça preocupada, que te pegam no ponto fraco às quatro da tarde de uma terça-feira modorrenta.Todo dia enfrente pelo menos uma coisa que te meta medo de verdade.Cante.Não seja leviano com o coração dos outros, não ature gente de coração leviano.Use fio dental.Não perca tempo com inveja. Às vezes, se está por cima; às vezes, por baixo… A peleja é longa e, no fim, é só você contra você mesmo.Não esqueça os elegios que receber, esqueça as ofensas. Se conseguir isso, me ensine.Guarde as antigas cartas de amor. Jogue fora os extratos bancários velhos.Estique-se.Não se sinta culpado por não saber o que fazer da vida. As pessoas mais interessantes que conheço não sabiam aos 22 o que queriam fazer da vida. Alguns dos quarentões mais interessantes que conheço ainda não sabem.Tome bastante cálcio. Seja cuidadoso com os joelhos: você vai sentir falta deles.Talvez você case, talvez não. Talvez tenha filhos, talvez não. Talvez se divorcie aos 40, talvez dance ciranda em suas bodas de diamante. Faça o que fizer, não se auto-congratule demais e nem seja severo demais com você. As suas escolhas têm sempre metade das chances de dar certo. É assim para todo mundo.Desfrute de seu corpo, use-o de toda maneira que puder mesmo. Não tenha medo de seu corpo ou do que as outras pessoas possam achar dele. É o mais incrível instrumento que você jamais vai possuir.Dance… Mesmo que não tenha onde, além de seu próprio quarto.Leia as instruções, mesmo que não vá segui-las depois. Não leia revistas de beleza. Elas só vão fazer você se achar feio.

——————————————————————————–

Dedique-se a conhecer os seus pais. É impossível prever quando eles terão ido embora, de vez. Seja legal com os seus irmãos. Eles são a melhor ponte com o seu passado e, possivelmente, quem vai sempre mesmo te apoiar no futuro.Entenda que amigos vão e vêm. Mas nunca abra mão de uns poucos e bons. Esforce-se de verdade para diminuir as distâncias geográficas e destinos de vida, porque quanto mais velho você ficar, mais você vai precisar das pessoas que conheceu quando jovem.More uma vez em Nova Iorque, mas vá embora antes de endurecer. More uma vez no Havaí, mas se mande antes de amolecer. Viaje.Aceite certas verdades inescapáveis: os preços vão subir, os políticos vão saracotear, você também vai envelhecer. E quando isso acontecer, você vai fantasiar que quando era jovem os preços eram razoáveis, os políticos eram decentes e as crianças respeitavam os mais velhos.Respeite os mais velhos.Não espere que ninguém segure a sua barra. Talvez você arrume uma boa aposentadoria privada, talvez case com um bom partido, mas não esqueça que um dos dois pode, de repente, acabar.Não mexa demais nos cabelos, senão quando você chegar aos 40, vai aparentar 85.Cuidado com os conselhos que comprar, mas seja paciente com aqueles que os oferecem. Conselho é uma forma de nostalgia. Compartilhar conselhos é um jeito de pescar o passado do lixo, esfregá-lo, repintar as partes feias e reciclar tudo por mais do que vale.
Mas no filtro solar, acredite!

Programa de Preparação para Aposentadoria – “PPA – VIVA MELHOR”

 Programa de Preparação para Aposentadoria – “PPA – VIVA MELHOR”
A equipe do www.vivamelhoronline.com.br juntamente com os seus parceiros desenvolveram um Programa de Preparação para Aposentadoria onde serão abordados assuntos como; vida pós-carreira, transição profissional, motivação, liderança entre outros.

Dentre as ações sugeridas está uma viagem de preparação para os candidatos a aposentadoria dentro de poucos anos e as suas esposas onde existirão várias atividades e “workshops” não só motivacionais, mas também técnicas de como administrar a área financeira sem entradas de salário,  psicológicas entre outras.

 Os fatores que tem determinado o reconhecimento da importância deste programa nas empresas  para seus colaboradores, podemos destacar:

 

  • Não conhecem as prioridades do cônjuge;
  • Insegurança ao tomar decisões
  • Afastamento do círculo social
  • Não acompanham o desenvolvimento dos filhos

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