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Previdência mais perto do Cidadão

Avançando no aprendizado de melhoria da qualidade do serviço e da credibilidade da Previdência Social, diversas ações foram implantadas com o objetivo de levar a Previdência para mais perto do cidadão. São serviços que dão agilidade no atendimento ao segurado e segurada, tiram dúvidas quanto aos benefícios, trazendo mais comodidade àqueles que necessitam da Previdência.

Tais avanços são oriundos de profundos estudos que buscam trazer mais agilidade nos processos previdenciários, com mais comodidade para o segurado e segurada. A maioria dos avanços foram possíveis graças ao desenvolvimento tecnológico dos sistema, que trouxe, por exemplo, a concessão da aposentadoria em até 30 minutos, o extrato previdenciário – obtido na Caixa e no Banco do Brasil – e a carta-aviso, que informa ao segurado quando já tem todas as condições para requerer a aposentadoria. Saiba mais sobre os serviços disponíveis pela Previdência Social.

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• Central 135
Com esse serviço, o trabalhador que precisa requerer muitos benefícios da Previdência Social necessita apenas de um telefone, sem precisar sair de casa e nem enfrentar filas.

Por meio do telefone 135, você pode tanto agendar o seu atendimento, com dia e hora marcada, em qualquer Agência da Previdência Social, quanto requerer diretamente o auxílio-doença, pedido de prorrogação (PP), pedido de reconsideração (PR), salário maternidade e pensão por morte, com mais agilidade e respeito.

A ligação é gratuita, se feita de um telefone fixo, e paga, se feita de um telefone celular, mas, neste caso, o custo é de uma ligação local. O horário de funcionamento da Central 135 é das 7h às 22h, de segunda a sábado.

Agilidade
O agendamento, além de possibilitar o atendimento programado e personalizado, permite que você dê entrada no seu pedido de aposentadoria, auxílio-reclusão, benefício assistencial, pecúlio, pensão por morte e salário-maternidade e protocolo de recurso. Poderá ainda programar atendimento de carga para advogado constituído, devolução de carga, devolução de documentos, solicitação de cópias de processo, vistas de processo e análise para conclusão de processos pendentes.

Para ganhar tempo e não precisar ligar mais de uma vez para o 135, o beneficiário deve ter em mãos os seguintes documentos:
O número de inscrição na Previdência Social;
O número do PIS/PASEP (para empregado com carteira assinada);
O número do NIT (para os contribuintes individuais e domésticos);
O CNPJ ou CPF do empregador;
O número do CPF do interessado para agendar Benefício Assistencial;
O número do benefício (se estiver recebendo o auxílio-doença);
Papel e caneta

• Agência da Previdência Social (APS)
O atendimento ao público no INSS conta com uma rede de mais 1.000 Agências e Unidades Avançadas de Atendimento, distribuídas por todo o território brasileiro. Elas são responsáveis pela inscrição do contribuinte, para fins de recolhimento, bem como pelo reconhecimento inicial, manutenção e revisão de direitos ao recebimento de benefícios previdenciários e ampliação do controle social.

• PREVMóvel
São mais de 70 veículos adaptados e equipados com os mesmos sistemas das Agências da Previdência Social, que oferece à comunidade todos os serviços prestados em uma agência convencional. Também presta informações e orientações à população por meio do Programa de Educação Previdenciária (PEP). As unidades móveis evitam que o usuário seja obrigado a percorrer longos e onerosos trechos de um município a outro, para requerer benefícios ou sempre que precisar resolver alguma demanda junto ao INSS.

• PREVBarco
Unidade Móvel Flutuante que leva à população ribeirinha todas as facilidades e todos os serviços disponíveis nas Agências da Previdência Social. É equipada com alta tecnologia, que permite a transmissão de dados via satélite, possibilitando assim o acesso on line aos dados do segurado e a concessão de benefícios em até meia hora. Todos os anos, entre fevereiro e dezembro, embarcações levam os serviços da Previdência Social aos segurados que habitam as margens dos rios, em localidades onde não há acesso a uma agência fixa da Previdência Social.

• Site da Previdência Social
Apresenta um conjunto de serviços e informações para rápido acesso. Entre os serviços oferecidos está a inscrição do contribuinte individual, facultativo, empregado doméstico e segurado especial, além do cálculo de contribuições, Simulação de Contagem de Tempo de Contribuição e a emissão de guias. No site o trabalhador também pode consultar sua conta individual de contribuições e fazer o cálculo do valor mensal do benefício que pretende pedir, além de simular o cálculo de contribuições.

• PREVcartas
É mais um canal para quem precisa tirar dúvidas sobre benefícios e processos relacionados a Previdência Social. O PREVCartas é formado por três equipes de servidores lotados em Brasília, todos capacitados em esclarecer,  via correio e e-mail, as dúvidas tanto de quem já utiliza a Previdência, como quem pretende usá-la no futuro. O serviço é importante, principalmente, para indivíduos que não possuem computador e não podem acessar as informações via internet.  Para ter acesso ao PREVcartas, basta enviar para os endereços abaixo:

E-mail: cartas-df@previdencia.gov.br
Correio: Esplanada dos Ministérios, bloco F, sala 918, CEP 70059-900, Brasília – DF

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: blog.previdencia.gov.br

Ofertas de Verão Walmart – Golden Stern

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Atenção:
Condições válidas de 03/01/2013 até 31/01/2013 ou enquanto durarem os estoques, somente para as compras realizadas no hotsite ou pelo Televendas 3003-6000. Informe o código do “PARCEIRO” e da campanha “VERÃO 2013” (essas condições não são válidas para as lojas físicas do Walmart, BIG e Bompreço). Frete não incluso no valor dos produtos. Consulte o valor do frete e o prazo de entrega para a sua região. O Desconto no Boleto será concedido no mês de fevereiro de 2013. Não serão cumulativos com outras promoções do site e não serão creditados para categorias e marcas de exceção. Horário de Atendimento do Televendas: de segunda a sábado, das 9h00 às 21h00 (a chamada tem custo de uma ligação local, mais impostos). * O Desconto de 10% é válido nas categorias de Beleza e Saúde, Cama, Mesa e Banho, Tablets, Eletrodomésticos e Utilidades Domésticas. * O Desconto de 7% é válidos na categoria Câmeras Digitais e Filmadoras. * O Desconto de 6% é válido na categoria de Games. * O Desconto de 5% é válido nas categorias de Automotivo, Bebês, Telefonia Fixa, Brinquedos, Eletroportáteis, Ferramentas, Móveis e Colchões, Instrumentos Musicais, Casa e Segurança, Acessórios de Informática e Relógios. * O Desconto de 3% é válido na categoria de Esporte e Lazer. * O Desconto de 2% é válido na categoria de Informática PC e Notebooks. * Frete Grátis Brasil em Eletrônicos. * Os descontos já estão aplicados no preço dos produtos, não são cumulativos com outras promoções do site e não são aplicáveis às marcas Adidas, Apple, Samsung, Bebê Confort, Burigotto, Caloi, Cosco, Chicco, Epson, Fisher, Price, Galzerano, Hasbro, HP, Huggies, Infanti, Kodak, LG, Mattel, Multibrink, Nextel, Nikon, Nokia, Pampers, Peavey, Pioneer, Samsung, Safety, Seizi, Sony, Turma da Mônica, Taiff, Philips, Categoria Eletrônicos, Produtos Sustentáveis e Subcategorias Pneus, Consoles e Acessórios. * As promoções não são válidas e aplicadas para categorias de Market Place (Papelaria, DVDs e Blu-Ray, Livros, Shows e Peças Automotivas) e lista de serviços como (Vendas Corporativas, Lista de Casamento, Vale-Presente, Viagens e Lazer e Revelação Digital).
 

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Brasil tem Queda de 44% nos Casos de Dengue

Ministério da Saúde divulgou nesta quinta-feira (17) que, nos primeiros quatro meses deste ano, foram registrados 286.011 casos confirmados de dengue no Brasil. O número representa queda de 44% em relação ao mesmo período de 2011, quando foram registrados 507.798 casos. No entanto, sete estados brasileiros ainda registraram alta no número total de casos confirmados: Tocantins, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Bahia, Roraima e Mato Grosso.

A dengue é causada por um vírus, que é transmitido pelo mosquito Aedes aegypti. A doença pode ser apresentada em duas formas: a clássica, que causa febre e dores na cabeça e nas articulações, e a hemorrágica, que, além desses sintomas, provoca sangramentos e pode levar à morte.

O governo ainda informou que houve diminuição de 87% nos casos graves da doença  – os que requerem hospitalização, geralmente pela dengue hemorrágica. Neste ano, foram registrados 1.083 casos graves e em 2011, foram 8.630 entre janeiro e abril.

Em relação à mortalidade, foi constatada redução de 80% em relação ao mesmo período do ano anterior. Nos quatro primeiros meses de 2012, 74 pessoas morreram de dengue, enquanto no mesmo período do ano passado houve 374 mortes.

Já em comparação a 2010, o Ministério constatou queda de 91% dos casos graves da doença — naquele ano houve 11.845 notificações. A mortalidade em 2012, se comparada ao mesmo período de 2010, diminuiu 84% — foram constatadas 467 mortes. Os casos confirmados em todo país registraram queda de 58% frente 2010, ano que teve 682.130 casos registrados.

O número de mortes de 2012, no entanto, ainda pode ser maior. Segundo o secretário de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa, pode haver um aumento de até 20% até que o balanço seja finalizado — no final de maio. Segundo ele, há casos de mortes que ainda faltam ser confirmados pelo Ministério. Os quatro primeiros meses do ano são considerados o período de maior incidência da doença.

Vírus tipo 4
O vírus tipo 4 da dengue, que era raro até 2011, já é o que mais circula no país. Foi ele que causou 59,3% dos casos registrados nesses quatro meses. Em segundo lugar, aparece o tipo 1, com 36,4% dos casos. Os vírus tipo 2 e tipo 3 também foram registrados.

A presença dos quatro tipos diferentes do vírus é uma ameaça a mais para a saúde pública. Cada pessoa só pode ter dengue uma vez por cada tipo do vírus. Em outras palavras, quem já teve dengue devido ao vírus tipo 1 só pode ter a doença novamente se for infectado pelos tipos 2, 3 ou 4.

A possibilidade da reincidência da doença é preocupante. Caso ocorra um segundo episódio da dengue, os sintomas se manifestam com mais severidade, o que é um problema. Pode causar inflamações e, por isso, aumenta o risco de lesões nos vasos sanguíneos, o que levaria à dengue hemorrágica. Um terceiro episódio poderia ser ainda mais grave, e um quarto seria mais perigoso que o terceiro.

O Ministério reconheceu que o surgimento do novo tipo de vírus representa um “risco real” de aumento de casos, mas explicou que não há ações específicas para combater este vírus no Brasil.

Por regiões
De acordo com o Secretário de Vigilância em Saúde do ministério, Jarbas Barbosa, 81,6% dos casos – 233.488 – notificados neste ano ficaram concentrados em dez estados. O Rio de Janeiro foi o estado com maior número de casos notificados, com 80.160 notificações. Em segundo lugar, ficou a Bahia, com 28.154 casos, e em seguida vem Pernambuco, com 27.393.

A cidade do Rio de Janeiro foi a que teve mais por dengue em 2012 foi o Rio de Janeiro, com 15 óbitos confirmados. Em 2011, foram 43 mortes, enquanto em 2008 foram 161. Barbosa explicou que mais de 90% dos casos de dengue acontecem nos primeiros quatro meses do ano.

De acordo com o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, ainda há uma situação de epidemia de dengue em alguns municípios do país. O Ministério da Saúde considera cidades em situação epidêmica aquelas que tenham acima de 300 casos para 100 mil pessoas. Padilha afirmou que alguns municípios que ainda vivem nesta situação são Rio de Janeiro, Fortaleza, Recife, Palmas, Cuiabá e Aparecida de Goiânia.

Amazonas e Acre foram os estados que tiveram maior queda de casos da dengue. Em 2012, foram registrados no Amazonas 3.009 casos, enquanto em 2011 foram 56.176 casos. No Acre, foram 2.051 casos neste ano e 17.431 no ano passado. “Amazonas e Acre tiveram maior queda porque tiveram grande epidemia no ano passado, grande circulação do vírus tipo 4. Foram os primeiros estados com circulação do novo vírus”, disse o ministro.

Prevenção
De acordo com o Ministério, a diminuição dos números relativos à dengue é resultado de ações do governo. Neste ano foram repassados R$ 92,8 milhões a 1.158 municípios para ações de prevenção e controle da doença.

O ministro afirmou que a decisão do governo de criar incentivos aos municípios de acordo com o desempenho das equipes nas ações de vigilância e controle à dengue pode ter ajudado a diminuir os números. “No ano passado decidimos colocar 20% a mais de recurso nos municípios desde que fossem cumpridas as exigências na vigilância da saúde”, disse.

Padilha também acredita que o conceito de que se enfrenta a dengue ao matar os mosquitos transmissores é ultrapassado. “É preciso integrar as equipes, reduzir tempo de espera para tratamento, para diagnóstico e para início do cuidado de identificação dos riscos dos casos graves. O controle do mosquito é uma das ações”, explicou.

O governo prometeu continuar combatendo a dengue, principalmente no segundo semestre do ano, período em que a epidemia não se manifesta. Ele ainda alertou aos municípios que passarão por período eleitoral para que não haja desmobilização ou redução do trabalho contra a dengue.

Para o ministro, mudanças na quantidade de chuvas não justificariam a queda, pois têm pouca influência sobre as grandes cidades, que registram a maioria dos casos. “Provavelmente não foram mudanças climáticas que tiveram a maior influência no número de casos no país”, apontou.

Padilha também falou sobre as pesquisas para desenvolver a vacina contra a dengue. “Vamos continuar investindo para desenvolver uma vacina contra a dengue. Nós temos três estudos em andamento e vamos realizar um seminário no segundo semestre deste ano sobre o assunto”.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://g1.globo.com

Educador Físico, Essencial para a Saúde

A cabeça da molecada absorve cálculos, eventos históricos e línguas diferentes como uma esponja. Essa, portanto, é a fase mais propícia para guardar diversos conceitos na memória pelo resto da vida. O princípio acima, que você provavelmente já conhece, não se restringe às aulas de matemática, geografia, português… Na realidade, se há um momento para fixar a ideia de que as atividade físicas podem ser extremamente prazerosas e benéficas, é o que abrange a infância e a adolescência. “A literatura científica mostra que, quando as primeiras experiências com exercícios são positivas, a pessoa tem bem mais chances de não se tornar sedentária nas décadas seguintes”, relata Rodrigo Siqueira Reis, educador físico da Pontifícia Universidade Católica do Paraná. E quem melhor do que um professor graduado em educação física para oferecer esse contato agradável com o mundo dos esportes, da dança, das lutas e por aí vai?


“Pela sua formação, ele consegue apresentar um leque variado de práticas e, com isso, a probabilidade de ao menos uma delas satisfazer o aluno aumenta”, reforça Reis. Não à toa, a grande maioria dos municípios nacionais exige que esse docente possua licenciatura em educação física.

Agora, o trabalho desse profissional não se resume a colocar a meninada para suar em inúmeras modalidades. “Ele também precisa discutir o contexto de cada atividade, desde as regras até sua história, incluindo o que elas representam para a sociedade contemporânea”, avalia Marcos Garcia Neira, pedagogo e educador físico da Universidade de São Paulo. Só com esses estímulos, muitas vezes dados fora da quadra, os jovens criam um vínculo forte, crítico e duradouro com os exercícios.

Uma obra em construção

Dos neurônios aos músculos, passando por ossos e órgãos internos, o organismo juvenil está em pleno desenvolvimento. Tratase de uma época essencial à formação da estrutura física. “E a disciplina em questão, desde que bem conduzida, ajuda a deixar o corpo saudável como um todo, afastando o risco de uma série de doenças”, afirma Jorge Steinhilber, presidente do Conselho Federal de Educação Física, no Rio de Janeiro. Esse fator ganha ainda mais importância no atual cenário brasileiro, onde um quinto das crianças e dos adolescentes está acima do peso e começa a sofrer com problemas de gente grande, a exemplo de hipertensão, diabete tipo 2 e altas taxas de colesterol. Se esses transtornos não são freados no começo, fica difícil se livrar deles mais para a frente.

Além de prevenir males, o educador físico identifica eventuais anormalidades nos alunos. “Por observar diariamente corpos em crescimento e conhecer a anatomia do ser humano, ele reconhece desvios de postura, respiração fraca e falta de coordenação”, exemplifica Mário Sérgio Rossi Vieira, fisiatra do Hospital Israelita Albert Einstein, na capital paulista. Não é que ele diagnosticará, por si só, uma chateação qualquer. Contudo, sua avaliação em muitas ocasiões é o passo inicial para que o médico identifique e trate desde cedo uma enfermidade. Outra razão para os pais e diretores ouvirem com atenção o que esse professor tem a falar sobre a garotada.

Um gás para outras matérias

Como parte do projeto das Olimpíadas de Londres, o governo britânico criou o programa School Sports Partnership, que visa reforçar o papel dos esportes dentro do ambiente escolar. “A iniciativa trouxe resultados interessantíssimos. Um deles é o de que os estudantes favorecidos melhoraram seu desempenho em várias disciplinas”, analisa Daniela Castro, diretora executiva da organização não governamental Atletas pela Cidadania. Logo, a valorização das atividades físicas contribui, de alguma maneira, para o aprendizado em matemática, química, geografia…

“A médio e longo prazo, a educação física escolar controla a agressividade ao mesmo tempo que estimula a organização e a disciplina”, argumenta Reis. “Esses fatores contribuem para que a criançada fique focada e renda em diversas classes”, conclui. Sem contar que existem pesquisas científicas relacionando a malhação com a gênese de neurônios. Pelo menos em teoria, essa produção acelerada de células nervosas favorece a consolidação de informações no cérebro jovem.

Tudo isso justifica o recente levantamento do Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (Ibope), que aborda a situação do professor de educação física no Brasil. Encomendado pela ONG Atletas pela Cidadania e outras instituições, ele revela, entre outras coisas, que os colégios públicos reservam, em média, duas aulas por semana para o contato com esse profissional. “Parece pouco, principalmente porque crianças e jovens precisam se exercitar diariamente”, relata Steinhilber. “Porém, o intuito da disciplina não é cumprir essa meta sozinha, e sim incentivar o aluno a se movimentar no seu dia a dia”, arremata. Fica dada a lição.

Lição de casa
Acredita-se que a educação física é sempre recreativa e agitada. “Mas ela também deveria englobar o estudo teórico das práticas corporais”, diz Marcos Garcia Neira, da Universidade de São Paulo. Por isso, não estranhe se seu filho tiver que fazer pesquisas em casa para essa matéria. Aliás, auxiliá-lo nessa atividade é uma bela maneira de promover a saúde dele.

Sedentarismo no tempo livre
Não basta contar com o melhor professor de educação física se, fora da escola, o estudante tem poucas opções para se entreter com uma atividade física qualquer. Adolescentes que moram longe de parques e que não contam com amigos adeptos de uma chacoalhada no esqueleto, por exemplo, tendem a se exercitar pouco. “Os pais devem contra-atacar levando os filhos a locais onde eles possam se divertir mexendo o corpo”, diz Reis.

Os professores de educação física no Brasil
47% são homens
53% são mulheres

A média de idade

De 18 a 24 anos 8%

De 25 a 29 anos 19%

De 30 a 39 anos 35%

De 40 a 49 anos 27%

50 anos e mais 11%

Tempo de carreira

até 1 ano 11%

de 2 a 5 anos 29%

de 6 a 10 anos 20%

de 11 a 20 anos 20%

mais de 20 anos 20%

Formação dos docentes (em %)

Dança 4

Gestão escolar 4

Educação física 83

Pedagogia 13

Outros 13

Como o tempo é gasto na aula (em minutos)

Para obrigações burocráticas 5

Para realizar ações disciplinares 5

Para mobilizar e organizar os alunos 7

Para explicações iniciais 7

Para as tarefas em si 29

44% deles possuem pós-graduação com especialização na área de educação física dentro do ambiente escolar

8,2 é a nota que os professores de educação física dão, em média, à satisfação com o próprio trabalho

41% dos educadores físicos afirmam que seus alunos faltam muito à aula

 

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://saude.abril.com.br


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