Archive for the 'Qualidade de Vida' Category



Vacina contra Catapora é oferecida pelo SUS

O Ministério da Saúde, por meio do Programa Nacional de Imunização (PNI), passou a oferecer a partir desde setembro de 2013, em toda a rede pública de saúde, a vacina varicela (catapora) incluída na tetra viral, que também protegerá contra sarampo, caxumba e rubéola. A nova vacina vai compor oCalendário Nacional de Vacinação e será ofertada exclusivamente para crianças de 15 meses de idade que já tenham recebido a primeira dose da vacina tríplice viral. Com a inclusão da vacina, o Ministério da Saúde estima uma redução de 80% das hospitalizações por varicela (catapora).

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“Com apenas uma injeção o Brasil vai poder proteger suas crianças contra quatro tipos de doenças. Hoje, temos dados que mostram que quase nove mil pessoas são internadas por ano pela varicela e temos mais de 100 óbitos. Além disso, facilita o trabalho dos profissionais e traz economia, pois usa-se apenas uma agulha, uma seringa, um único local de conservação”, declarou o ministro Alexandre Padilha.

Com a tetra viral, o SUS passa a ofertar 25 vacinas, 13 delas já disponibilizadas no Calendário Nacional Vacinação. Foram investidos R$ 127,3 milhões para a compra de 4,5 milhões de doses por ano. A população deve se informar no posto de saúde mais próximo para saber se a vacina tetra viral já está disponível. Isso porque alguns municípios ainda estão adequando a rotina à nova vacina, por causa da necessidade de capacitação dos profissionais para administração da dose ou pela dificuldade de distribuição para as salas de vacina em locais de difícil acesso. A previsão é que todas as 34 mil salas de vacinação distribuídas no Brasil estarão ofertando as doses até o final do mês.

A vacina tetra viral é segura – tem 97% de eficácia e raramente causa reações alérgicas. Não haverá campanha de vacinação, pois a vacina tetra viral será disponibilizada na rotina dos serviços públicos em substituição à segunda dose da vacina tríplice viral. A vacina evita complicações, casos graves com internação e possível óbito, além da prevenção, controle e eliminação das doenças sarampo, caxumba e rubéola.

Parcerias – A produção nacional da vacina tetra viral é resultado da parceria para transferência de tecnologia entre o laboratório público Bio-Manguinhos e o laboratório privado britânico GlaxoSmithKline (GSK). Nos acordos de transferência de tecnologia, firmados pelo Ministério da Saúde, a produção se dá por meio de Parcerias para o Desenvolvimento Produtivo (PDP), feito com os laboratórios públicos. Nessa parceria, os laboratórios da rede privada, são responsáveis por produzir o princípio ativo e transferir a tecnologia. Como contrapartida, o governo garante exclusividade na compra do medicamento por cinco anos.

Esta é a sétima parceria entre o laboratório privado GSK e o laboratório público Bio-Manguinhos. Desde 1980, os laboratórios produzem juntos as vacinas poliomielite, Haemophilus influenzae tipo b (Hib) – que causa meningites e outras infecções bacterianas –, tríplice viral, rotavírus, dengue e pneumocócica conjugada, que protege contra a pneumonia e meningite causada por pneumococo.

Ao total, estão em vigor 35 PDPs para a produção de 33 produtos, sendo 28 medicamentos e quatro. As parcerias envolvem 37 laboratórios, 12 públicos e 22 privados, nacionais e estrangeiros.

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A importância da imunização antes da Copa do Mundo de Futebol 2014

A Copa do Mundo de Futebol no Brasil começa hoje, dia 12 de junho, e se estende pelo período entre o outono e o inverno, época em que há mais poluição devido a menor concentração de ar. Este cenário contribui para a propagação de vírus e bactérias. A imunização é fundamental todos os anos, mas especialmente agora, devido ao grande fluxo migratório temporário interno e a vinda de torcedores do exterior.

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O quanto antes nos imunizarmos, mais protegidos estaremos contra os vírus e bactérias responsáveis por transmitir diversas enfermidades. Por isso, atualize a carteirinha de vacinação do seu filho, mas não se esqueça da sua. A prevenção ainda é a melhor forma de combate às doenças, sobretudo as sazonais. Todo adulto deve procurar seu médico ou uma clínica de imunizações, visando proteger-se contra uma série de doenças, colaborando para a não proliferação delas para outras pessoas. E atenção redobrada com as crianças.

Como disse, a realização da Copa do Mundo entre o outono e o inverno, e a pior qualidade do ar neste período, são fatores que contribuem para a propagação de vírus e bactérias. Para evitar o frio, as pessoas se reúnem em locais fechados e menos arejados. E, devido aos jogos, muitos se reunirão em locais públicos, que abrigarão torcedores brasileiros e estrangeiros, podendo favorecer a transmissão de diversas enfermidades. No caso dos turistas internacionais, eles podem trazer diversas doenças, como vírus e bactérias aos quais nós não estamos imunes. E vice-versa.

As doenças mais importantes que necessitam de imunização são o sarampo, a coqueluche, a meningite, a catapora e a febre amarela. Uma das que mais preocupam é o Sarampo. Apesar de estar praticamente erradicado no Brasil, em alguns países da Europa ele ainda persiste. Até por uma questão de “cultura”, pois muitos estrangeiros não têm o hábito de se vacinar.

As crianças são sempre as mais suscetíveis, pois a imunidade dos baixinhos é menor. Por isso, é importante reforçar a necessidade de vacinação no adulto como prevenção à criança, uma vez que o germe nele incubado pode atingir os pequenos. As vacinas hoje disponibilizadas são acelulares (Vacina Tríplice Acelular) e não causam reações sérias, um dos motivos que afastou o público adulto das clínicas no passado.

Procure o melhor local de vacinação (Clínicas privadas e UBS) para você e seus filhos.

Planeje o quanto antes a sua imunização e de sua família. Afinal, a Copa passa, mas algumas doenças podem ter consequências para o resto da vida. Adultos e crianças saudáveis: esse é o jogo que tem que ser vencido!

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Feliz Dia dos Namorados: Amor Sem Tempo…

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Brasileiros têm o desafio de manter vacinas em dia, diz especialista

O Brasil tem um dos melhores programas de imunização do mundo, mas a população ainda não tem o costume de manter o calendário de vacinação atualizado. A avaliação é da presidente da Comissão de Revisão de Calendários da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), Isabella Ballalai, às vésperas do Dia Nacional da Imunização, comemorado ontem, segunda-feira (9).

Vacinação

“O brasileiro costuma se preocupar com a doença apenas quando ela assusta. É justamente o caso da gripe, banalizada, apesar de causar, segundo a Organização Mundial da Saúde, entre 250 mil e 500 mil mortes ao ano”, comparou.

Brasileiros devem manter calendário de vacinação atualizado, diz Sociedade Brasileira de Imunizações.

Os calendários de vacinação para todas as faixas etárias podem ser consultados no site da associação, com indicações sobre disponibilidade das vacina em postos de saúde ou somente em clínicas privadas.

Além de manter as vacinas em dia, a SBIm ressalta a importância de projetos educativos e da vacinação nas escolas para o aumento do número de imunizados.

Isabella cita a vacinação contra o HPV (Papiloma Vírus Humano), por exemplo, que, de acordo com o Ministério da Saúde, superou a meta de 80% do público-alvo. Segundo a médica da SBIm, o sucesso da campanha da primeira dose deve-se principalmente à forte presença de agentes de saúde nas escolas das redes pública e privada orientando e conscientizando os adolescentes a se vacinarem.

“Quando você facilita o acesso e orienta esse adolescente, ele adere à vacinação. Outros países, como a Inglaterra e a Austrália já fazem a vacinação do adolescente não só para o HPV, como também da hepatite B, entre outras”, explicou a médica ao defender a adoção dessa política pelo Brasil.

O êxito da campanha, porém, pode não se repetir caso a segunda e a terceira dose da vacina contra o HPV não sejam aplicadas também nas escolas. “Em países como os Estados Unidos, onde a vacina é oferecida apenas em postos de saúde, a cobertura fica em 30% a 40% [do público-alvo] e em países que oferecem a vacina nas escolas, a cobertura fica em 85% e 90%”, comparou. A segunda dose deve ser aplicada seis meses após a primeira; e a terceira, cinco anos depois da primeira dose.

A exemplo da vacinação contra o HPV nas escolas,  Isabella Ballalai defende que o mesmo seja feito para evitar a meningite meningocócica. Segundo ela, a imunização nas escolas poderia reduzir significativamente a circulação da doença, visto que os adolescentes estão entre as faixas etárias em que a infecção é mais recorrente.

“A incidência meningocócica é maior no primeiro ano de vida, mas se vacinarmos também os adolescentes, como faz a Inglaterra, diminuiremos a circulação e haverá uma queda importantíssima da doença. É o que chamamos de proteção coletiva”, explicou.

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Dia da Imunização

Em 09 de junho comemora-se o dia da Imunização para conscientizar a importância da vacinação para a prevenção de doença s e venenos.

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O termo “vacina” é derivado do latim materia vaccinia (substância que vem da vaca) Esse nome deve-se à primeira vacina contra a varíola, criada pelo médico inglês Edward Jenner, ao perceber que após contrair a varíola bovina, as pessoas ficavam imunes a varíola humana.

Porém, foram 20 anos de pesquisas. Em 1796, o Dr. Edward Jenner vacinou com êxito um menino, injetando a secreção das fístulas de uma vaca com varíola nele. Algumas semanas depois, inseriu na criança a varíola humana e este não adoeceu.

Ressaltamos que a comunidade médica resistiu inicialmente, entretanto, a vacina passou a ser mundialmente utilizada.

O QUE É IMUNIZAR?

IMUNIZAR é fazer um ser humano ou um animal ficar imune a uma moléstia infecciosa, tornando o organismo capaz de reagir a agentes como as doenças e os venenos. É um conjunto de métodos terapêuticos destinados a conceder resistência ao organismo.

FORMAS DE IMUNIZAÇÃO

A imunidade pode ser natural ou adquirida: A imunidade natural compreende mecanismos inespecíficos de defesa de pele, Ph, e a imunidade conferida pela mãe através da via transplacentária e pelo leite materno ao recém-nascido.

A imunidade adquirida pode ser espontânea, após um processo infeccioso, ou induzida de maneira ativa ou passiva:

Passiva: administração de anticorpos previamente formados (imunoglobulinas) ou soros hiperimunes. Útil em pacientes com defeito na formação de anticorpos ou imunodeprimidos;

Ativa: uso de microorganismos vivos atenuados, mortos e componentes inativados de microorganismos.

O MEIO para a imunização é a vacina. A vacina é uma substância não reagente que é feita do vírus da doença (morto ou inoculado) que é injetado no corpo humano ou do animal. O processo é o seguinte: ao receber a vacina, o corpo não reconhece que o vírus está morto e fabrica substâncias para combatê-lo.

Assim sendo, quando o organismo estiver vulnerável ao contágio da doença, será defendido pelos anticorpos da vacina.

Em 40 anos de existência, o Programa Nacional de Imunizações (PNI) do Ministério da Saúde tornou o Brasil um dos países que oferece o maior número de vacinas à população. Atualmente, o SUS disponibiliza todos os anos mais de 300 milhões de doses para a prevenção e tratamento de doenças. Ao todo, são 25 tipos de vacinas oferecidas na rede pública de saúde.

A coordenadora do Programa de Imunizações do Ministério da Saúde, Carla Domingues, destaca que o calendário nacional de vacinação beneficia toda a família. “Nós temos um calendário disponível para o adolescente, para o adulto, para o idoso, além da criança que já é rotineiramente vacinada. Então é importante que todas as pessoas procurem entrar no site do Ministério, conhecer esse calendário de vacinação identificar se ela tem alguma vacina que está desatualizada ou que ela nunca tenha tomado ou que ela começou a tomar e não completou o esquema e deixar sempre essa vacinação atualizada porque é dessa forma que a pessoa vai estar se prevenindo contra as doenças que estão incluídas no calendário nacional de vacinação”, explica Carla.

A estudante Joana Bittencourt, de 34 anos, é um exemplo de pessoa que mantém a vacinação em dia. “Sempre estou me cuidando e sempre estou tomando as vacinas regularmente, não deixo nada pendente. A minha carteira de vacinação está tudo certinho porque eu sempre tomei cuidado. Sempre que tem uma campanha de vacinação, alguma coisa, eu procuro verificar se eu posso tomar ou não. Tomei a tríplice viral, tomei a antitetânica, já tomei contra a febre amarela, tomei as doses contra hepatite. Então, eu sempre estou tomando esse cuidado para não deixar de me imunizar”, conta a estudante.

As ações de vacinação contribuíram para manter a erradicação do ciclo urbano da febre amarela e da varíola no Brasil. Além disso, há 22 anos não se tem registro da paralisia infantil e há dez anos o sarampo não é notificado no país.

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Vacinação 2014: Mantenha Em Dia

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Palestra Gratuita “Liderança – amor próprio e generosidade

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Dia Mundial do Meio Ambiente: aumente sua voz e não o nível do mar

Barbados é um pequeno país insular situado no Caribe e com área e população semelhantes à cidade de Limeira, no interior paulista. Mesmo com dimensões pequenas, Barbados planeja aumentar para 29% a cota de energias renováveis no consumo elétrico da população. Por conta disso, o local será sede das celebrações globais do Dia Mundial do Meio Ambiente, festejado todo dia 5 de junho.

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O tema deste ano é “Aumente sua voz, não o nível do mar” e aborda os desafios enfrentados pelas pequenas ilhas com relação às mudanças climáticas provocadas pelo aquecimento da Terra.

Porém, dados alarmantes indicam que a preocupação não deve ser apenas de quem vive em ilhas oceânicas, mas sim de todo o mundo. Aqui no Brasil, por exemplo, 90% da população afirma reconhecer problemas ambientais (de acordo com o levantamento do Ministério do Meio Ambiente), mas nem a metade pratica ações simples para contribuir pela redução de poluentes no planeta, como a separação de resíduos sólidos em casa.

Há diversas práticas sustentáveis simples que podem ser adotadas por todas as pessoas. Além da separação do lixo, é possível economizar água e energia elétrica apenas com a mudança de pequenos hábitos, como o banho, a lavagem de roupas e louças, ou ainda o desligamento de aparelhos elétricos da tomada. No ambiente corporativo, as empresas podem estimular colaboradores para evitar aumento no consumo de papel e energia elétrica. O uso de bicicletas na mobilidade urbana também é uma importante ferramenta na diminuição de poluentes.

O engajamento imaginado pelo lema deste ano nas questões climáticas é um desafio antigo da ONU quando o assunto é sustentabilidade e problemas ambientais. A criação do Dia Mundial é um exemplo de alerta para essas questões. A data foi instituída em 1972, em comemoração à abertura da Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente Humano, em Estocolmo (Suécia), quando foi desenvolvido o Programa das Nações Unidas para a área. O objetivo era justamente transformar as pessoas em agentes de transformação ambiental.

Quarenta e dois anos se passaram, mas apenas recentemente o conceito começa a ganhar força na agenda pública da maioria dos países. Entretanto, muito tempo foi perdido: pesquisas mostram que a emissão de dióxido de carbono no planeta pulou de 330 para 400 partes por milhão (ppm) em trinta anos. Isso ajudou na redução de 40% da camada de gelo que cobre o Oceano Ártico e na perda de 30% da biodiversidade mundial no mesmo período.

Chegou a hora da sustentabilidade deixar de ser mero discurso e entrar de vez em atitudes cotidianas! Nós podemos evitar que o planeta Terra continue caminhando para um futuro cada vez mais incerto, ou até que ele chegue a parar de caminhar.

*Cecília Vick é Diretora Executiva da GreenClick, empresa que contribui com a neutralização da emissão de CO2 no país.

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Tabagismo 2014: EVITE

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Cientistas fazem apelo à OMS em defesa dos cigarros eletrônicos

Em carta aberta, mais de 50 pesquisadores e profissionais de saúde estão apelando à Organização Mundial de Saúde (OMS) para que “resista à ânsia de controlar e suprimir o uso de cigarros eletrônicos”.

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A carta diz que os aparelhos “podem ser uma “inovação significativa para a saúde”.

Mas instituições ligadas à saúde, entre elas a Faculty of Public Health – a Faculdade de Saúde Pública da Grã-Bretanha – dizem que ainda é cedo demais para sabermos se os benefícios da tecnologia superam os possíveis riscos.

A OMS disse que ainda não decidiu que recomendações fazer a governos sobre a questão.

O cigarro eletrônico é uma engenhoca que substitui a combustão do tabaco e de outras substâncias pela queima de nicotina líquida, transformando-a em vapor. O usuário pode escolher o nível de concentração da substância e os ingredientes que quer misturar ao produto.

No Brasil, a Agência de Vigilância Sanitária, Anvisa, proíbe, desde 2009, a venda e importação do cigarro eletrônico. A proibição se baseia na ausência de comprovação científica a respeito da qualidade e dos possíveis efeitos do produto sobre a saúde.

Carta Aberta

A carta foi divulgada em antecipação a importantes negociações internacionais sobre políticas em relação ao tabaco que devem acontecer neste ano.

Grupos favoráveis ao cigarro eletrônico argumentam que o produto oferece uma opção de baixo risco para fumantes. Eles temem que os aparelhos sejam alvo de controle excessivo e que sejam excluídos de campanhas publicitárias.

Na Grã-Bretanha, houve grande crescimento no mercado de cigarros eletrônicos, mas autoridades de saúde no país dizem que eles não são isentos de riscos.

Um relatório encomendado recentemente pela Saúde Pública da Inglaterra disse que cigarros eletrônicos requerem “monitoramento cuidadoso e controle de riscos” para que seus benefícios sejam maximizados.

A carta foi assinada por 53 pesquisadores – entre eles, especialistas em políticas de saúde pública e especialistas como Robert West.

West publicou um estudo na semana passada que concluiu que cigarros eletrônicos têm mais probabilidades de ajudar uma pessoa a abandonar o fumo do que alguns métodos convencionais.

Outros especialistas que assinam a carta trabalham em pesquisas sobre a ciência do tabaco e a supressão do hábito de fumar.

‘Efeito perverso’

A carta diz: “Estes produtos podem estar entre as mais significativas inovações para a saúde do século 21 – salvando, talvez, milhões de vidas”.

“Se os reguladores tratarem produtos de nicotina de baixo risco da mesma forma como tratam produtos de nicotina tradicionais (…) estarão, erroneamente, definindo esses produtos como parte do problema”.

“Os reguladores deveriam evitar dar apoio a medidas que poderiam ter o efeito perverso de prolongar o consumo de cigarros”.

“A classificação desses produtos como tabaco nos preocupa bastante e pode trazer mais danos do que benefícios”.

“O potencial de produtos que diminuem os efeitos danosos do tabaco na redução do do fardo de doenças associadas ao fumo é muito grande”.

Os envolvidos na elaboração da carta citam um documento interno da OMS que se refere a cigarros eletrônicos como uma “ameaça (…) que pode resultar em uma nova onda da epidemia de tabaco”.

O tratado da OMS para o controle do tabaco cobre atualmente 178 países e 90% da população.

Cigarros eletrônicos são movidos a bateria e tentam imitar a experiência do fumar convencional. Os usuários inalam vapor de um líquido aquecido que contém uma concentração de nicotina.

West, professor da University College London, em Londres, disse à BBC que esses produtos deveriam ser “regulamentados de maneira apropriada” e explicou que são muito mais seguros do que os cigarros convencionais.

Ele pediu “regulamentação sob medida”, o que incluiria proibição de venda para menores de 18 anos e publicidade direcionada para os que já são fumantes.

Críticos

Um porta-voz da OMS disse que a organização “está trabalhando atualmente nas recomendações sobre regulamentação e marketing de cigarros eletrônicos”.

“Também estamos trabalhando com órgãos nacionais de regulamentação para considerar as opções regulatórias e com especialistas em toxicologia para compreendermos melhor o possível impacto dos cigarros eletrônicos e aparelhos similares sobre a saúde”.

A British Medical Association (Associação Médica Britânica, BMA, na sigla em inglês) pediu que os aparelhos sejam melhor regulamentados na Grã-Bretanha.

A diretora da entidade, Vivienne Nathanson, disse à BBC que há evidências de que crianças que nunca fumaram estão começando a usar cigarros eletrônicos, influenciadas por campanhas de marketing.

“Como os cigarros na década de 50 e 60, realmente precisamos ficar atentos a isso e, eu acredito, proibir (a propaganda) para impedir que sejam anunciados de uma forma que atraia as crianças”, ela acrescentou.

Outro especialista, o professor Martin McKee da London School of Hygiene and Tropical Medicine, disse que seria “prematuro” advogar o uso de cigarros eletrônicos até que sua segurança tenha sido estabelecida.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.bbc.co.uk/

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