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Asma: Sintomas e Recomendações

Asma é o estreitamento dos bronquíolos (pequenos canais de ar dos pulmões) que dificulta a passagem do ar provocando contrações ou broncoespasmos. As crises comprometem a respiração, tornando-a difícil.

Quando os bronquíolos inflamam, segregam mais muco o que aumenta o problema respiratório. Na asma, expirar é mais difícil do que inspirar, uma vez que o ar viciado permanece nos pulmões provocando sensação de sufoco.

A asma acomete pessoas de qualquer idade. A maioria dos casos, todavia, é diagnosticada na infância e é comum manifestar-se em pessoas de uma mesma família.

Sintomas

Os sintomas mais frequentes são falta de ar, tosse seca, chiado e opressão no peito. Gripes e resfriados costumam agravá-los.

Recomendações

* Não fume. Numa família de asmáticos ninguém deve fumar. Evite o contato com fumaça e com fumantes;

* Todos os membros de uma família de asmáticos precisam ser orientados a respeito das características da doença e das crises. A informação correta ajuda a reduzir os mitos que cercam a doença e os doentes;

* Identifique os sintomas iniciais das crises e tome as medidas necessárias para que não se tornem graves;

* Submeta-se a testes de pele para identificar possíveis alergias a alguma substância específica;

* Evite apanhar resfriados e gripes;

* Fumaças, gases, cheiros de tinta, de produtos de limpeza ou de higiene pessoal e perfumes podem ser prejudiciais aos asmáticos. Fuja deles;

* Evite mudanças abruptas de temperatura;

* Exercite-se moderadamente todos os dias. Não cometa excessos. A asma não deve limitar a vida ou a atividade física de ninguém. Caminhar, nadar e pedalar são atividades muito saudáveis;

* Tome muito líquido. Recomenda-se ingerir de cinco a oito copos por dia. Isso ajuda a diluir a secreção brônquica e facilita a expectoração;

* Pratique exercícios respiratórios. Ioga pode ser uma boa sugestão;* Não tome medicamentos indutores do sono, que usualmente tornam a respiração mais lenta;

* Se café, chá ou outro produto qualquer mantêm você desperto, não os tome no fim da tarde ou à noite;

* Se tosse ou outros sintomas não o deixam dormir, eleve a cabeceira da cama com calços ou utilize travesseiros extras;

* Use broncodiltadores ou outros medicamentos prescritos por seu médico. Evite a chamada medicação caseira. Inaladores orais podem ser muito eficientes;

* Combata a azia, que predispõe as pessoas a crises de asma;

* Evite o pânico nos momentos de crise;

* Observe corretamente as orientações do seu médico. Mantenha-o informado sobre todo tratamento caseiro que eventualmente você adote;

* A asma não controlada pode causar sérias complicações. Consulte o médico na ocorrência de qualquer febre durante as crises, tosse persistente, respiração difícil, falta de ar e dor no peito.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://drauziovarella.com.br

Redes Sociais Ajudam a Aumentar Número de Doadores de Sangue

O Ministério da Saúde quer aumentar o número de doadores regulares de sangue no país dos atuais 2% da população para 3%, patamar recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Para isso, a ideia é aproveitar as ferramentas das redes sociais para cadastrar potenciais doadores e direcionar essas pessoas aos hemocentros mais próximos. De acordo com o ministro Alexandre Padilha, o banco virtual criado pelo ministério no Facebook, em novembro de 2011, já conta com mais de 7 mil doadores voluntários e o objetivo é dobrar esse número, alcançando 15 mil até o fim do ano.

‘Vamos conectar esse banco virtual com cada hemocentro do país, que poderá fazer uma busca ativa dos doadores cadastrados. Quando seus estoques estiverem reduzindo, o hemocentro pode mandar mensagem aos doadores para que eles venham doar sangue naquela cidade, naquele estado’, explicou Padilha hoje (16), no Rio de Janeiro, após doar sangue no Instituto Estadual de Hematologia (Hemorio). O ato marcou o Dia Mundial do Doador Voluntário.

O ministro destacou que o Brasil conta com 36 polos de hemocentros e mais de 300 hemocentros públicos. Ele também ressaltou que os meses de junho e julho são considerados os mais críticos em relação aos estoques de sangue, quando são registradas reduções de até 25% nas doações. ‘São meses de férias, de inverno e de chuva em várias regiões. Nossas campanhas em locais abertos também ficam comprometidas’, explicou. Padilha acrescentou que o procedimento é totalmente seguro tanto para os doadores quanto para quem recebe sangue.

O secretário estadual de Saúde, Sérgio Côrtes, que acompanhou o ministro na ação de hoje, enfatizou que as doações servem não só para suprir as necessidades em casos de acidentes, mas também para abastecer hospitais da rede pública e contratados pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

‘As pessoas costumam associar a necessidade de doação apenas à ocorrência de acidentes, mas há também pacientes que fazem tratamento de câncer e de outras doenças em que há necessidade de transfusão o tempo todo. Então, é fundamental que essa doação ocorra os 365 dias do ano’, disse.

O consultor de empresas André Luiz Ribeiro, de 37 anos, esteve hoje no Hemorio para doar sangue pela décima vez. Segundo ele, o ato deveria ser rotina para todos os brasileiros. ‘É dever de todo o cidadão a partir do momento que ele tem condições físicas para isso. Não precisamos esperar que haja esse tipo de campanha, mas todo mundo deveria fazer isso sempre que puder. É uma forma de ajudar o próximo’, ressaltou.

O Ministério da Saúde investiu, no ano passado, R$ 380 milhões na rede de sangue e hemoderivados no país. Para este ano, está previsto investimento no valor de R$ 580 milhões.

Edição: Talita Cavalcante

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://noticias.br.msn.com/

Você pode ser um Doador de Sangue

Doar sangue não é uma atividade que demanda muito tempo, é segura e ainda pode salvar vidas.  Veja, abaixo, se você pode ser um doador e os cuidados que deve ter após a doação de sangue.

A doação:

– A doação de sangue é segura e demora cerca de trinta minutos;

– Todo material utilizado na coleta do sangue é descartável, garantindo a segurança do doador;

– O volume de sangue total a ser coletado não pode exceder 8 ml/kg de peso para as mulheres e 9 ml/kg de peso para os homens. O volume admitido por doação é de 450 ml +/- 50ml, aos quais podem ser acrescidos até 30 ml para a realização dos exames laboratoriais exigidos pelas leis e normas técnicas;

– Doar sangue não altera a pressão arterial, não engrossa, nem modifica o sangue;

– O doador não tem qualquer obrigação de doar sangue novamente. Só faz isso se quiser, com intervalo de 60 dias para os homens e 90 dias para as mulheres;

– É necessário apresentar um documento de identificação com foto, emitido por órgão oficial, ou sua cópia autenticada.

Para doar é preciso:

– Ter entre 18 e 65 anos e mais de 55 quilos;

– Estar em boas condições de saúde e alimentado, mas não pode ter ingerido comida gordurosa nas últimas quatro horas;

– Não ter ingerido bebida alcoólica nas 12 horas que antecedem a doação;

– Não ter tido gripe ou febre nos últimos sete dias;

– Ter feito a última doação há mais de 90 dias se for mulher ou 60 dias se for homem;

– Não ter feito tatuagem há menos de um ano;

– Não estar grávida ou ter tido parto ou aborto há menos de três meses;

– Não estar no período de amamentação;

– Não ter nenhuma doença crônica do tipo cardiopatia, diabetes, tuberculose, doença renal, epilepsia ou hepatite;

– Não ter antecedente ou apresentar fator de risco para doenças infecciosas transmissíveis por transfusão – sífilis, doença de Chagas, Aids, Hepatites B e C, malária, HTLV I/II.

Observação: O uso de medicamentos, vacinas, acupuntura e piercing serão avaliados individualmente.

Cuidados:

– A doação não traz riscos para o doador, mas eventualmente, após a coleta do sangue, a pessoa pode apresentar alguns sintomas: tontura, queda de pressão, desmaio, náuseas, vômitos, dor ou hematoma no local da punção;

– Alguns cuidados são necessários para diminuir os efeitos colaterais adversos após a doação: Ingerir bastante líquido, não tomar bebida alcoólica ou realizar exercícios físicos no dia da doação, não fazer força com o braço que foi puncionado, não fumar por no mínimo duas horas e aguardar 30 minutos para dirigir carro e 1 hora para dirigir motocicleta;

– Se o doador sentir alguns desses sintomas ou outros que não considere normal, deve comunicar imediatamente ou retornar ao Banco de Sangue para avaliação e orientação.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.band.com.br/

Ministério da Saúde Alerta para Redução dos Estoques de Sangue

O Ministério da Saúde alertou que os estoques nos hemocentros de todo o país começaram a baixar em razão do período de frio e chuvas e também da aproximação das férias. Dados da pasta indicam que, nessa época, há redução de 20% a 25% no número de doações no Brasil.

De acordo com o ministério, no Rio de Janeiro, em São Paulo e no Rio Grande do Sul, onde a necessidade de sangue é maior, o quadro é ainda mais grave: a queda nas doações chega a 40%.

Atualmente, cerca de 300 mil pessoas doam sangue todos os meses, o que representa 1,8% da população. Entretanto, como o material é perecível, a pasta faz um alerta para a necessidade de reposição do estoque.

Qualquer pessoa com peso acima de 50 quilos e idade entre 18 e 67 anos pode doar sangue. Jovens com idade entre 16 e 17 anos também podem ser aceitos como candidatos, desde que haja consentimento formal do responsável legal. No momento da doação, é necessário apresentar documento com foto válido em todo território nacional.

Não podem doar sangue pessoas com diagnóstico de hepatite após os 11 anos de idade; mulheres grávidas ou amamentando; pessoas expostas a doenças transmissíveis pelo sangue, como aids, hepatite, sífilis e doença de Chagas; usuários de drogas; e pessoas que tiveram relacionamento sexual com parceiro desconhecido ou eventual, sem uso de preservativos.

As orientações do ministério são para que os doadores não estejam em jejum; façam um repouso mínimo de seis horas na noite anterior à doação; não tomem bebidas alcoólicas nas 12 horas anteriores; evitem fumar por, pelo menos, duas horas antes da doação; e evitem alimentos gordurosos nas três horas antecedentes.

Pessoas que exercem profissões como piloto de avião ou helicóptero, condutor de ônibus ou caminhão de grande porte e, ainda, trabalhadores que sobem em andaimes devem interromper as atividades por 12 horas após a doação. A mesma recomendação é válida para quem prática de paraquedismo ou mergulho.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site:  http://www.jb.com.br/

Feliz Dia dos Namorados

Por que Doar Sangue?

A ciência avançou muito e fez várias descobertas. Mas ainda não foi encontrado um substituto para o sangue humano. Por isso, sempre que precisa de uma transfusão de sangue, a pessoa só pode contar com a solidariedade de outras pessoas. Doar sangue é simples, rápido e seguro. Mas, para quem o recebe, esse gesto não é nada simples: vale a vida. Seja doador voluntário. Faz bem também para você. Porque a satisfação de salvar vidas é a maior recompensa.

Requisitos Básicos para Doação de Sangue

  • » Estar em boas condições de saúde.
  • » Ter entre 16 e 67 anos, desde que a primeira doação tenha sido feita até 60 anos (menores de 18 anos, clique para ver documentos necessáriosformulário de autorização).
  • » Pesar no mínimo 50kg.
  • » Estar descansado (ter dormido pelo menos 6 horas nas últimas 24 horas).
  • » Estar alimentado (evitar alimentação gordurosa nas 4 horas que antecedem a doação).
  • » Apresentar documento original com foto emitido por órgão oficial (Carteira de Identidade, Cartão de Identidade de Profissional Liberal, Carteira de Trabalho e Previdência Social).

Impedimentos temporários

  • » Resfriado: aguardar 7 dias após desaparecimento dos sintomas.
  • » Gravidez: 90 dias após parto normal e 180 dias após cesariana.
  • » Amamentação (se o parto ocorreu há menos de 12 meses).
  • » Ingestão de bebida alcoólica nas 12 horas que antecedem a doação.
  • » Tatuagem nos últimos 12 meses.
  • » Situações nas quais há maior risco de adquirir doenças sexualmente transmissíveis, como não usar preservativo com parceiros ocasionais ou desconhecidos: aguardar 12 meses.

Acre, Amapá, Amazonas, Rondônia, Roraima, Maranhão, Mato Grosso, Pará e Tocantins são estados onde há alta prevalência de malária. Quem esteve nesses estados deve aguardar 12 meses.

Impedimentos definitivos

  • » Hepatite após os 11 anos de idade.
  • » Evidência clínica ou laboratorial das seguintes doenças infecciosas transmissíveis pelo sangue: Hepatites B e C, AIDS (vírus HIV), doenças associadas aos vírus HTLV I e II e Doença de Chagas.
  • » Uso de drogas ilícitas injetáveis.
  • » Malária.

Respeitar os intervalos para doação

  • » Homens 60 dias: até 4 doações por ano.
  • » Mulheres 90 dias: até 3 doações por ano.

Na triagem de doadores, a Fundação Pró-Sangue obedece a normas nacionais e internacionais de segurança do sangue, do Ministério da Saúde, da Associação Americana e do Conselho Europeu de Bancos de Sangue. O alto rigor no cumprimento dessas normas visa oferecer proteção ao receptor e ao doador.

Honestidade também salva vidas. Ao doar sangue, seja sincero na entrevista.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.prosangue.sp.gov.br

Dia dos Namorados da Golden Stern é na Walmart

Política Nacional de Promoção da Doação Voluntária de Sangue

O Ministério da Saúde aprovou nesta semana a proposta da Política Nacional de Promoção da Doação Voluntária de Sangue. Após dois dias de reunião em Brasília, gestores e técnicos da rede de hemocentros do País encaminharam documento propondo mudanças de comportamento e gestão da doação, além da realização de campanhas e ações educativas, com objetivo de manter os estoques da hemorrede. A proposta ainda será submetida à aprovação na Comissão Intergestores Tripartite, que reúne representantes da União, Estados e Municípios. As informações são do site do Ministério da Saúde.
“A manutenção dos estoques está diretamente relacionada à capacidade de mobilizarmos pessoas para doar sangue. Todo esse processo que discutimos no Fórum de Captadores e Gestores da Hemorrede Pública Nacional, em Brasília, girou em torno da definição de diretrizes e indicadores para uma política nacional, na qual serão fundamentados os projetos e estratégias de mobilização que devemos usar para que a população seja doadora de sangue”, disse Guilherme Genovez, coordenador geral de Sangue e Hemoderivados do Ministério da Saúde.

Para o coordenador, há necessidade de investir em ações de comunicação e educação para a fidelização do doador. Para se tornar um doador de sangue, a pessoa não deve ser portadora de doenças transmissíveis pelo sangue, ter peso acima de 50 quilos e repetir o ato de doar mais de três vezes por ano, por exemplo.

Segundo Genovez, outra vantagem da criação de uma política nacional é a padronização de procedimentos e protocolos para todo o Sistema Único de Saúde (SUS), melhorando o atendimento ao público na hemorrede brasileira. Outro avanço é que a política poderá assegurar mais recursos para a União, Estados e Municípios.

A proposta foi discutida durante o 1º Fórum de Captadores e Gestores da Hemorrede Pública Nacional, encerrado na quarta-feira em Brasília.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://noticias.uol.com.br

Vacinação

A vacinação é a maneira mais eficaz de se evitar diversas doenças imunopreveníveis, como varíola (erradicada), poliomielite (paralisia infantil), sarampo, tuberculose, rubéola, gripe, hepatite B e febre amarela, entre outras.

É Importante ressaltar alguns conceitos básicos sobre imunização:

Vacina é o mecanismo usado para controlar algumas doenças infecto-contagiosa. Consiste na inoculação de um antígeno na corrente sanguínea de uma pessoa, visando à produção de anticorpos.

pessoa vacinada é aquela que recebeu uma dose da vacina, independentemente de ter recebido o esquema completo.

pessoa imune é aquela que possui anticorpos protetores específicos contra determinado agente infeccioso. Essa imunidade pode ser adquirida naturalmente (pela doença) ou artificialmente (pela imunização adquirida por meio da vacinação).

Imunidade é a capacidade de o sistema imunológico reconhecer substâncias estranhas e promover uma resposta contra elas (micro-organismo responsável por uma doença infecciosa específica ou sobre suas toxinas).

As ações de vacinação são coordenadas pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI) da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde e têm o objetivo de erradicar, eliminar e controlar as doenças imunopreveníveis no território brasileiro.

O Programa foi criado em 1973, regulamentado no ano de 1975 pela Lei nº 6.259, de 30/10/1975, e pelo Decreto nº 78.231, de 30/12/1976, representando um instrumento destinado à proteção da população brasileira contra doenças que podem ser evitadas com o uso de imunobiológicos, incluindo as vacinas. Atualmente, o PNI preconiza a vacinação para a família e, além da imunização de crianças, oferece também a vacinação para adolescentes, adultos, idosos, povos indígenas e populações com necessidades especiais.

O Programa coordena e define normas e procedimentos técnicos e científicos articulados às secretarias de estado e estas com as secretarias municipais, mediante ações estratégicas sistemáticas de vacinação da população, com base na vigilância epidemiológica de doenças imunopreveníveis e inovações tecnológicas da área. Também tem o papel de adquirir, conservar e distribuir os imunobiológicos que integram os calendários de vacinação do PNI nas aproximadamente 34 mil salas de vacina em todo o país.

As ações de vacinação contribuíram, de forma significativa, para manter a erradicação do ciclo urbano da febre amarela e da erradicação da varíola no Brasil. Outro resultado de destaque é a ausência de registros da paralisia infantil há 22 anos e do sarampo, há dez anos.

O PNI do Ministério da Saúde, em consonância com a Constituição da República Federativa do Brasil e a Lei Orgânica da Saúde, proporciona o acesso equânime aos imunobiológicos especiais aos grupos portadores de imunodeficiências congênitas ou adquiridas e seus comunicantes, usuários com história associada a evento adverso pós-vacinação e profilaxia pré e pós-exposição a determinados agravos. Estão disponibilizados nos 42 Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais (Crie) das 27 unidades federadas.

Ainda encontram-se em discussão as recomendações de vacinas para viajantes nacionais e internacionais.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://portal.saude.gov.br

Dúvidas sobre a Vacina contra a Gripe H1N1

1. Para quem já tomou a vacina H1N1 e deseja tomar a da gripe comum, pode tomar a trivalente?

Sim, não há contraindicação.

2. Existe alguma contraindicação para quem está tomando outro medicamento?

Os pacientes que tomam medicação que altere a imunidade (como corticoides ou imunossupressores) podem não ter uma boa resposta com a vacina, mas não estão contraindicados para recebê-la.

3. Crianças devem tomar a vacina em uma ou duas doses?

Todas as crianças abaixo de nove anos de idade, que estejam tomando a vacina para Influenza A H1N1 pela primeira vez, devem receber duas doses com um mês de intervalo.

4. Como tomar a segunda dose da vacina se a mesma não está disponível atualmente?

Aguardamos a liberação das vacinas – que já foram adquiridas e que já estão no Brasil – pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). Ressaltamos que a aplicação da segunda dose da vacina, mesmo com um intervalo superior a um mês, deve ser realizada a fim de tornar efetiva a imunização contra a gripe.

5. A vacina pode ser aplicada independentemente da idade?

A vacina pode ser aplicada em crianças acima de 6 meses de idade.

6. Se a pessoa estiver gripada, ela poderá tomar a vacina?

Se a pessoa estiver sem febre, pode tomar a vacina.

7. Quem não pode tomar a vacina contra a Gripe A (H1N1)?

Pessoas com doença febril aguda, pessoas com doença neurológica em atividade, ou aquelas com antecedentes de alergia grave a componentes do ovo, ao timerosal (Merthiolate®) e à neomicina.
Nos casos de doença febril aguda, passada esta fase, a vacina poderá ser administrada normalmente.

8. Quem está grávida pode tomar a vacina contra a Gripe A (H1N1)?

Sim. Conforme orientação do Ministério da Saúde, publicada em nota técnica de Nº 05/2010, que descreve a estratégia de vacinação contra o vírus Influenza A (H1N1), as gestantes, por constituírem um grupo de alto risco para complicações graves, devem ser vacinadas, independente da sua idade gestacional. Recomenda-se aconselhamento prévio com o seu obstetra.

9. E quem amamenta pode tomar a vacina contra a Gripe A (H1N1)?

Quem amamenta pode tomar a vacina. Não existem contraindicações formais para a administração da vacina em mulheres que se encontrem amamentando.

10. Existe alguma precaução para se tomar a vacina?

A principal contraindicação é alergia grave a ovo.

11. Existe algum efeito colateral?

Os efeitos colaterais mais comuns são: dor local, febre baixa e mal-estar nas primeiras 48 horas após a aplicação.

12. Existe a vacina da gripe comum separada da H1N1 conjugada?

A vacina das clínicas particulares é trivalente, ou seja, tem a da influenza H1N1 associada a duas para influenza sazonais (H3N2 e B).

13. É necessário deixar o nome em uma lista de espera para se obter a vacina?

Não. As vacinas serão disponibilizadas conforme a procura.

14. Qualquer pessoa pode tomar a vacina H1N1?

Sim, desde que tenha mais de seis meses de idade e não haja contraindicação.

15. Qual é a origem dessa vacina?

A vacina que o Hospital Israelita Albert Einstein disponibiliza aos pacientes é de origem francesa, do laboratório SanofiPasteur.

16. O vírus da vacina está morto? Ela pode provocar a Gripe A (H1N1)?

A vacina é produzida por vírus inativados (vírus mortos e fracionados). Não existe, portanto, o risco de se adquirir gripe por meio da vacina.

17. A vacina contra a Gripe A (H1N1) tem efeito imediato?

A proteção começa a existir aproximadamente após duas semanas (15 dias) da administração, prolongando-se por cerca de um ano.

18. O hospital pode avisar aos clientes quando a vacina estiver disponível?

Infelizmente, por limitações operacionais, não há como viabilizarmos esta ação.

19. As vacinas que chegarão nesse segundo lote são iguais às do primeiro lote?

Sim, são da mesma composição, apenas de laboratórios diferentes.

20. A vacina chegará a todas as unidades na mesma data?

Sim.

21. Por quanto tempo a pessoa que tomar a vacina estará imune?

Em média, por um ano.

22. É necessário agendar para tomar a vacina?

Não, basta dirigir-se a uma das unidades do Centro de Imunizações.

23. Haverá reserva para clientes do hospital que apresentam doença crônica?

Infelizmente não há como viabilizarmos esta ação.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.einstein.br


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