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Dia Mundial da Raiva

Por iniciativa da Aliança Global para o Controle da Raiva (ARC), com o apoio da Organização Pan-Americana de Saúde (Opas) e da Organização Mundial da Saúde (OMS) foi comemorado anualmente, em 08/09, o Dia Mundial da Raiva.

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De acordo com a ONU, todos os anos, cerca de 20 milhões de cães – 38 a cada minuto – são mortos de forma cruel na tentativa de combater a doença. No entanto, há uma forma muito mais humanitária de erradicá-la. Envolvida com a causa, inclusive no Brasil, a Sociedade Mundial de Proteção Animal (WSPA) mantém há dois anos a campanha Coleiras Vermelhas – Na luta contra a Raiva, que busca conscientizar os governos de diversos países de que programas gratuitos de vacinação em massa são a melhor maneira de combater a doença, que mata cerca de 55 mil pessoas anualmente.

Dados do Ministério da Saúde revelam que o Brasil tem feito sua lição de casa quando o assunto é a luta contra a Raiva, estando atualmente entre os principais exemplos de combate eficaz à doença em todo o mundo. Desde 1973, quando foi implantado no país o Programa Nacional de Prevenção da Raiva, houve uma redução de 95% nos casos de Raiva canina. E mais: os casos de Raiva humana também caíram. Foram 73 em 1990, contra apenas dois em 2011.

Segundo a WSPA, além do Brasil, países como Chile, México e Peru estão, há mais de 30 anos, promovendo com sucesso métodos humanitários e sustentáveis de combate à Raiva. Como resposta, em toda a América Latina, os casos de Raiva canina apresentaram uma queda de mais de 99% entre 1977 e 2011.

Para comemorar o Dia Mundial da Raiva, a WSPA comemorou mais uma conquista: a organização acaba de firmar uma parceria com o governo de Bangladesh para o desenvolvimento de um Plano Nacional de Ações, visando erradicar a Raiva animal no país, onde cerca de duas mil pessoas morrem anualmente por conta da doença.

Assista, abaixo, ao vídeo da campanha Coleiras Vermelhas e não deixe de disseminar por aí a importância de levar os cães para serem vacinados gratuitamente contra a raiva.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site:  http://exame.abril.com.br/

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10 medidas que aliviam a pele da garotada

Pele seca, sensível e toda empipocada — se o seu filho vive se coçando e ainda tem histórico de rinite, bronquite ou asma na família, não é improvável que ele sofra de um distúrbio comum no mundo inteiro, mas pouco diagnosticado: a dermatite atópica. “Na verdade, as palavras atopia e alergia são sinônimas. Mas os médicos consideram o problema atópico quando ele é genético e de difícil controle”, explica a dermatologista Leandra Metsavaht, da Sociedade Brasileira de Dermatologia. Não estamos falando, portanto, daquelas irritações eventuais que aparecem depois do contato com um material que sensibiliza a pele, por exemplo.

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A doença em questão costuma aparecer cedo, aos 3 meses de idade, e, embora possa persistir a vida inteira, desaparece em 60% dos casos até os 12 anos. Segundo Leandra, até 20% das crianças no planeta são atacadas pelo martírio, mas a tendência é que o organismo se adapte e os sintomas deixem de ser tão intensos com o passar do tempo. A coceira é marca registrada: nos bebês, afeta mais o rosto, o pescoço e as dobrinhas da perna e dos braços. Já nos adolescentes se manifesta em algumas regiões do tronco e das pernas. E o pior é que o prurido gera vermelhidão e até machucados.

O problema pode, inclusive, causar manchas e cicatrizes, mas as sequelas mais evidentes são psicológicas. “Apesar de a dermatite não ser contagiosa, algumas crianças sofrem preconceito e se tornam tímidas, retraídas ou agressivas”, afirma a dermatologista Nadia Almeida, do Hospital Pequeno Príncipe, em Curitiba, no Paraná. Daí a importância de o pequeno ser apoiado pela família e receber ajuda médica. Pensando em todos esses aspectos, a Associação de Familiares e Pacientes de Dermatite Atópica da Espanha se uniu a especialistas na doença para criar o primeiro decálogo europeu de manejo do problema. Vale a pena conferi-lo a seguir.

1- NADA DE SE COÇAR!
A dermatite atópica é um problema marcado por crises recorrentes. Há um período em que a criança sente muita coceira e as áreas afetadas soltam uma espécie de líquido e outra fase caracterizada pelo espessamento da pele. O esfrega-esfrega, no entanto, só piora as coisas. “Quanto mais o pequeno coloca as mãos no local, mais machucada fica a pele, o que desata mais coceira e cria um círculo vicioso difícil de ser quebrado”, observa a dermatologista Leandra Metsavaht. Além disso, infecções oportunistas podem aparecer em decorrência das lesões, o que, é claro, agrava a situação. Ensinar disciplina e autocontrole à garotada é fundamental. Para os bebês, aposte em luvinhas e banhos frescos com amido de milho ou aveia, que acalmam a irritação. E é imprescindível manter as unhas dos pequenos sempre aparadas.

2- ATENÇÃO ÀS ESTAÇÕES DO ANO
O frio ou o calor podem piorar ou desencadear os ataques da dermatite. É recomendável, portanto, fazer o possível para manter a temperatura amena em casa. “No inverno, o quadro piora porque a pele tende a ficar ressecada e os banhos são mais demorados e com água muito quente”, aponta o dermatologista Samar El Harati, do Hospital e Maternidade São Luiz, em São Paulo. “Por isso devemos redobrar os cuidados e a hidratação nesse período.” E, na hora de proteger os filhos do frio, prefira sempre casacos de algodão. O verão também exige atenção, já que as crianças transpiram mais e o suor facilita o ressecamento da pele — além disso, o próprio ar condicionado contribui para a secura. A hidratação continua indispensável, especialmente quando o menino ou a menina brincam no mar ou na piscina. Banhos de sol são bem-vindos, mas sem exageros e com protetor solar.

3- MODA ANTIDERMATITE
Como o problema é fruto de uma sensibilidade exagerada diante de tudo o que entra em contato com a pele, é importante ficar de olho nas roupas das crianças. Dê preferência aos tecidos 100% de algodão e evite lãs e fibras sintéticas. A medida, aliás, vale tanto para os pequenos com o problema quanto para quem cuida deles. “Também orientamos usar o mínimo de sabão em pó e dispensar amaciantes e outros produtos na lavagem”, diz Nadia Almeida. Tudo para evitar possíveis gatilhos do problema. Outra orientação é recortar a etiqueta das blusas, que costuma arranhar a pele. E, por favor, trate de aposentar as peças muito apertadas ou de tecido áspero.

4- ESCOLA SEM CRISE
A irritação crônica na pele também causa feridas psicológicas. É fundamental que os pais conversem com os professores e diretores no colégio, explicando a situação do filho. Isso ajudará os mestres a minimizar o estresse da doença. “Não é raro que haja preconceito das outras crianças, que pensam que a doença é contagiosa”, afirma Nadia. Professores e alunos precisam se conscientizar de que essa é uma visão equivocada e impedir brincadeiras que estigmatizem o pequeno. Assim ele não precisará mascarar seu problema sempre se vestindo com roupas de manga comprida.

5- O TRATAMENTO À RISCA
Só com a ajuda de um médico — e da terapia prescrita — dá para controlar a dermatite. E uma palavra terá de guiar a criança e sua família: comprometimento. É necessário estabelecer um pacto com o especialista e seguir recomendações como abolir bichos de pelúcia — redutos de pó e ácaro —, conservar o quarto do pequeno arejado e, claro, aderir a pomadas, comprimidos e companhia. Além de hidratantes, o tratamento conta com antialérgicos orais para acelerar o fim da crise. Também são receitadas pomadas ou cremes à base de corticoide, que atenua a inflamação na pele. Em casos mais graves, os médicos apelam para remédios imunomoduladores e, se houver infecção no pedaço, a antibióticos. Quando a autoestima da criança está comprometida, a psicoterapia pode ser convocada para resgatá-la.

6- HIDRATAR, HIDRATAR, HIDRATAR…
Não tem jeito: esse mantra terá que ser repetido hoje e sempre por quem tem dermatite. Afinal, o distúrbio anda lado a lado com a pele seca. Você já deve ter reparado que há centenas de hidratantes no mercado — existem até opções só para a garotada. Fique atento e escolha as loções sem fragrância. O ideal é optar por cremes mais espessos, capazes de restaurar a barreira de proteção natural da pele. A hidratação deve entrar em campo mais de uma vez ao dia e é importante caprichar no uso dos produtos logo depois do banho. Também vale incentivar o filho a levar sempre na mochila um potinho de creme para evitar as rachaduras aonde quer que ele vá.

7- CARDÁPIO SEGURO
“A maioria dos casos de dermatite atópica aparece aos 3 ou 4 meses de idade”, conta Nadia. “Esse período coincide com o desmame e a introdução do leite de vaca”, completa. Assim como algumas crianças têm alergia à proteína do leite, outros alimentos podem desencadear a aparição de lesões na pele. Enlatados, ovos, cítricos, chocolates, alguns corantes, conservantes e hormônios lideram a lista de desencadeadores. “Se houver suspeita, podemos solicitar exames de sangue e testes de contato para descobrir se a criança é alérgica a determinados alimentos”, diz El Harati.

8- DIÁRIO DE BORDO
O lápis e o caderno podem ser aliados da criança com dermatite. Como a doença é fruto de uma interação entre os genes e o meio ambiente, os médicos espanhóis acreditam que anotar em que momentos a crise apareceu é um meio eficiente de identificar os fatores desencadeantes. Se a criança é pequena, os pais devem preencher o diário; se ela já sabe ler e escrever, pode assumir sozinha essa tarefa. Afinal, será que a dermatite irrompeu depois de um dia de calor intenso? Manifestou-se após um prato de comida? Deu as caras no momento em que brincava no quarto?

9- A HORA DO BANHO

Esse cuidado se aplica sobretudo quando a temperatura baixa e a criança quer tomar banho com água pelando… Banhos quentes e prolongados estão proibidos para quem tem dermatite. Prefira água fria ou morna e não ultrapasse os 20 minutos debaixo do chuveiro. Os sabonetes devem ser de origem vegetal, sem corantes e conservantes, e usados somente nos genitais, nas mãos e nos pés. “Também pedimos para que se evitem as buchas”, acrescenta El Harati. No momento de secar, não esfregue a toalha na pele. Em seguida, você já sabe, dá-lhe hidratante. Dobre a atenção nas férias, quando as crianças não querem sair da piscina — aquecida ou não.

10- CONSCIENTE DO PROBLEMA
De acordo com o recém-criado decálogo europeu, à medida que a criança cresce, é essencial que ela assuma os cuidados diante da doença. Os pais devem explicar, sempre que possível, o que é a dermatite e ensinar, desde cedo, as medidas que ajudam a evitar os surtos. Os pequenos não devem jamais se sentir culpados pela situação. Se eles souberem, por exemplo, que um banho com água morna e um bom hidratante amenizam os sintomas, irão se sentir mais seguros para tratá-lo e aproveitar as atividades do dia a dia. Selar uma parceria com o dermatologista ou o alergista e afastar tudo o que estimula as crises são fórmulas para a criança, dona de si, subjugar a dermatite — até que, com sorte, a própria idade se encarregue de suprimi-la.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://saude.abril.com.br

Alergia a Animais

Quando se fala em alergia a animais, muitos associam a causa do problema aos pelos ou às penas. Mas isso não é 100% verdade. Na realidade, o maior vilão desse problema é o grande aumento de ácaros no ambiente causado pela presença dos bichos de estimação. Isso ocorre porque, além de pelos, os bichinhos soltam muita pele – e o ácaro, que se alimenta desses fragmentos, procria aceleradamente.

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De acordo com o dr. Hélio Schainberg, médico do corpo clínico do Hospital Israelita Albert Einstein (HIAE) e especialista no assunto, 95% dos casos, na cidade de São Paulo são causados por ácaros, e não por pelos ou penas.

Os outros 5% têm como uma das causas o pelo dos animais. “Já com os gatos, a causa pode estar também na saliva do animal. O bichano se lambe muito e as partículas (proteínas) alergênicas presentes na saliva ficam impregnadas na pele e no pelo, provocando reações alérgicas nas pessoas sensíveis”, explica o dr. Schainberg.

Primeiros sinais

Para que os sintomas se manifestem, não é preciso contato direto com o bicho. Um encontro com seu dono ou com pessoas que brincam com ele pode ser suficiente para disparar os primeiros sinais de irritação. “Quem tem predisposição à alergia, com o tempo de contato pode se sensibilizar e então passar a ter sintomas”, afirma a dra. Cristina Kokron, alergista do HIAE. Além disso, no caso dos gatos, o dono pode levar o alérgeno na roupa e desencadear ou acentuar a crise em quem sofre do problema.

De modo geral, esse tipo de mal tem componente genético. Os médicos afirmam que, se um membro da família é alérgico, os descendentes têm 50% de probabilidade de ter o problema. “Se forem dois familiares, o risco dos demais parentes diretos sobe para 75%”, afirma o dr. Schainberg.

Quanto aos sintomas, podem ocorrer alergia na pele, congestão nasal, coceira, espirros, coriza, rinite, asma e conjuntivite. Há também a possibilidade, embora rara, de desencadear anafilaxia – reação alérgica rápida e grave, com sintomas cutâneos, respiratórios, digestivos ou circulatórios – e até choque anafilático, decorrente de queda da pressão arterial, taquicardia e distúrbio de circulação sanguínea, podendo ser acompanhado do fechamento das vias respiratórias.

“Quem tem alergia crônica e intensa deve ter sempre o contato de um especialista de confiança ou um clínico geral, pois caso ocorra uma crise aguda grave poderá ser necessário tomar atitudes rápidas e até encaminhar o paciente ao pronto-socorro”, afirma o dr. Schainberg.

A importância do controle

É possível a convivência entre bichos de estimação e pessoas alérgicas. Basta, é claro, verificar a gravidade do problema e tomar algumas medidas preventivas. “O animal é importante para o desenvolvimento da criança e faz as vezes de companheiro para adultos e idosos. Simplesmente tirá-lo da vida da pessoa nem sempre é a melhor saída”, alerta o dr. Schainberg. Para começar, é preciso dar banho no bichinho pelo menos uma vez por semana. Assim você diminui a quantidade de pele e de pelos que caem no ambiente e de saliva (no caso dos gatos).

Outro ponto essencial é deixar o bicho de estimação dormindo no quintal ou na área de serviço. Ele deve ficar por pouco tempo nas áreas comuns. Vale, nesse caso, aderir aos passeios pela vizinhança, para que o animal tenha espaço e faça exercícios. E, o mais importante, varrer ou aspirar o pó diariamente e higienizar a casa, uma ou duas vezes por mês, com aspirador de pó – os melhores são equipados com filtro de água – para eliminar ácaros.

Para fazer o diagnóstico de alergia, é preciso ter em mente o histórico familiar. É fundamental também realizar teste cutâneo e exame de sangue para identificar o agente causador. E, como parte do tratamento, são recomendados pelos médicos apenas métodos tradicionais, como corticoide nasal, descongestionante oral e antialérgico. “Em alguns casos, pode ser indicada a imunoterapia específica, ou seja, vacina contra o fator desencadeante”, afirma a dra. Cristina.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.einstein.br

Vídeo: Terapia com Animais – Globo Repórter

Terapia Assistida por Animais (TAA)

  Diante das mais variadas formas de terapias ocupacionais, temos a Terapia Assistida por Animais (TAA). Essa terapia existe desde 1792 na Inglaterra, e foi percebido que através dela os resultados de tratamentos de pacientes com desordens mentais e físicas aumentaram consideravelmente. Nos anos 80 essa terapia se tornou popular nos Estados Unidos, Reino Unido e na Europa.

  A TAA se dá por técnicas de reabilitação ou reeducação de alterações tanto físicas como psíquicas, sensoriais, sociais como de comportamento, em que são utilizados animais como assistentes. Esses devem ser especialmente adestrados, ter idade superior a um ano, apresentar bom comportamento, ser sociáveis a estranhos e habituados ao convívio com outros animais.

   Os animais podem ajudar em: problemas cardíacos, câncer, dor crônica, alergias, envelhecimento, artrite, depressão, transtorno do déficit de atenção/hiperatividade (TDAH), esquizofrenia etc.

Fonte: Projeto Pelo Próximo


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