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Massagem para o alívio de quem tem Câncer
Published abril 9, 2014 Campanhas , Qualidade de Vida Leave a CommentTags:20 minutos, atenção, Campanha, Cancer, cuidados, Depressão, Dia mundial de combate ao Câncer, dia mundial do cancer, dopamina, Dor, Fadiga, Massagem, Saúde, Serotonina, Tristeza, vivamelhor, vivamelhoronline
Dia Mundial de Combate ao Câncer 2014
Published abril 8, 2014 Notícias , Qualidade de Vida Leave a CommentTags:apoio, Útero, Cancer, câncer de mama, Câncer de Ovário, Câncer de Prostata, Câncer no Brasil, cuidados, dia mundial do cancer, dicas, doença, INCA, mitos, Morte, OMS, oncologia, Prevenção, risco, Saúde, tratamento
Hoje, como ocorre todos os anos no dia 8 de abril, o mundo e, especialmente as instituições de saúde oncologicas, mobilizam-se para realizar uma campanha e disseminar informações sobre câncer nas regiões em que são afetadas. Sempre com um foco na Declaração Mundial do Câncer , o slogan principal da campanha é “Derrube os Mitos”.
Por ser uma doença complexa, existe uma disseminação enorme de conceitos equivocados sobre a doença. Entre os grandes mitos criados em torno do câncer, existem quatro deles que foram selecionados como os principais por atrapalhar o tratamento, a prevenção e o diagnóstico precoce da doença:
Mito 1: Não é necessário falar sobre câncer
Realidade: Apesar do câncer se um tópico difícil de abordar, em particular em algumas culturas e condições, afrontar a doença abertamente pode melhorar os resultados a nível individual, comunitário, e de políticas públicas.
Mito 2: Não há sinais ou sintomas de câncer
Realidade: Para muitos tipos de canceres, há sinais de alerta e sintomas e os benefícios de um diagnóstico precoce são indiscutíveis.
Mito 3: Não há nada que eu possa fazer sobre câncer
Realidade: Há muito o que fazer a nível individual, comunitário e político e, com a estratégia correta, um terço dos canceres mais comuns podem ser prevenidos.
Mito 4: Eu não tenho direito a tratamento de câncer
Realidade: Todos tem o direito a acesso a tratamentos efetivos contra o câncer em igualdade de condições, sem sofrer dificuldades.
Câncer no Brasil
Segundo estimativas do INCA, cerca de 580 mil casos novos da doença são esperados para 2014. A Estimativa 2014 – Incidência de Câncer no Brasil, lançada no ano passado, detalha ainda os cânceres mais incidentes na população brasileira no próximo ano serão pele não melanoma (182 mil), próstata (69 mil); mama (57 mil); cólon e reto (33 mil), pulmão (27 mil) e estômago (20 mil). Ao todo estão relacionados na publicação os 19 tipos de câncer mais incidentes, sendo 14 na população masculina e 17 na feminina. Excetuando-se pele não melanoma, a ocorrência será de 394.450 novos casos, sendo 52% em homens e 48,% entre as mulheres.
O número de casos novos para cada tipo de câncer foi calculado com base nas taxas de mortalidade dos estados e capitais brasileiras (Sistema de Informação Sobre Mortalidade – SIM). A Organização Mundial da Saúde (OMS) fez uma projeção de 27 milhões de novos casos de câncer para o ano de 2030 em todo o mundo, e 17 milhões de mortes pela doença. Os países em desenvolvimento serão os mais afetados, entre eles o Brasil.
O investimento do Ministério da Saúde na assistência aos pacientes com câncer foi de R$ 2,1 bilhões no ano passado, crescimento de 26% em relação a 2010. A previsão é que, até 2014, o valor alocado no fortalecimento do atendimento em oncologia chegue a R$ 4,5 bilhões.
Veja o que fazer para prevenir o câncer:
1) Se você fuma, deixe o cigarro de lado;
2) Alimentação saudável pode reduzir as chances de câncer em pelo menos 40%. Coma mais frutas, legumes, verduras, cereais e menos alimentos gordurosos, salgados e enlatados. A dieta ideal tem que conter cinco porções de frutas, verduras e legumes diariamente;
3) Evite ou limite a ingestão de bebidas alcoólicas;
4) É aconselhável que homens, entre 50 e 70 anos, na oportunidade de uma consulta médica, orientem-se sobre a necessidade de investigação do câncer da próstata. Os homens com histórico familiar de pai ou irmão com câncer de próstata antes dos 60 anos devem realizar consulta médica para investigação de câncer da próstata a partir dos 45 anos;
5) Pratique atividades físicas moderadamente durante pelo menos 30 minutos, cinco vezes por semana;
6) A mamografia, a partir dos 40 anos, deve ser realizada anualmente, ou no máximo, a cada dois anos;
7) As mulheres com idade entre 25 e 59 anos devem realizar exame preventivo ginecológico periodicamente. Após dois exames com resultado normal com intervalo de um ano, o preventivo pode ser feito a cada três anos;
8) É recomendável que mulheres e homens com 50 anos ou mais realizem exame de sangue oculto nas fezes, a cada ano (preferencialmente), ou a cada dois anos;
9) Evite exposição prolongada ao sol, entre 10h e 16h. Use sempre proteção adequada, como chapéu, barraca e protetor solar.
10) Realize diariamente a higiene oral (escovação) e consulte o dentista regularmente.
Informações parciais. Confira os textos na íntegra, acessando os sites: http://www.hcancerbarretos.com.br/ e http://noticias.r7.com/
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8 dicas para deixar sua vida mais saudável
Published abril 7, 2014 Notícias , Qualidade de Vida Leave a CommentTags:7 de abril, atenção, bem-estar, Check-up, cuidados, cura, Dia Mundial da Saude, dicas, doenças, dores, exames, médico, Prevenção, Qualidade de Vida, Saúde, tratamento, Vacinas, Visita ao Médico
Sabia que nesta segunda-feira (7) é comemorado o Dia Mundial da Saúde? Por isso, use esta data como incentivo para melhorar sua própria saúde. A médica clínica geral do Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos, Ligia Raquel Brito, disse que “nessa data é importante às pessoas lembrarem-se de fazer exames preventivos com regularidade e ter hábitos saudáveis, que incluem a prática de exercícios diários e a adoção de uma alimentação balanceada.”
A especialista reforça ainda que diversas doenças, quando diagnosticadas precocemente, têm melhor evolução ao serem tratadas.
— Isso é importante porque certos tipos de doenças podem não apresentar sintomas aparentes, como é o caso hipertensão arterial, diabetes, HIV, hepatites, dislipidemia (aumento de colesterol e/ou triglicérides).
Homens e mulheres precisam de cuidados específicos, assim como as crianças. Acima de 40 anos, eles devem fazer exames de colonoscopia e próstata, enquanto elas, ultrassom pélvico, de mama e papanicolau (esse apenas para quem tiver vida sexual ativa).
Veja dicas da médica:
1) Realizar exames de checkup, pelo menos, uma vez por ano. Além do teste ergométrico, que avalia o amplo funcionamento cardiovascular, a lista inclui outros para controlar os níveis de colesterol ruim, açúcar, ácido úrico, função do rim e fígado e triglicérides no sangue, além de sorologias para hepatite B e C, HIV, sífilis;
2) Ficar em dia com a caderneta de vacinação. Lembre-se de que nem só as crianças necessitam de vacinas. Doses contra difteria, tétano, sarampo, caxumba e rubéola, entre outras, devem ser repetidas na vida adulta.
3) Prestar atenção aos sinais do corpo. Cólicas, sonolências, fraquezas e enxaquecas podem ser indicativos de doenças sérias ou infecções por vírus e bactérias;
4) Praticar exercícios físicos regularmente e adotar uma alimentação mais saudável possível. Com isso, evitar excessos na ingestão de açúcar, gordura e fritura;
5) Evitar a prática do fumo e a ingestão demasiada de bebidas alcoólicas;
6) Crianças: Além de consultas com pediatra, os pequenos devem passar pelo atendimento com outras especialidades médicas. No caso do oftalmologista, a primeira consulta deve acontecer por volta dos 2 ou 3 anos, período em que ainda é possível a correção de diversos problemas;
7) Mulheres: Exames como ultrassom pélvico, de mama e papanicolau (esse apenas para quem tiver vida sexual ativa). As que tiverem mais de 40 anos precisam incluir: mamografia e densitometria óssea.
8) Homens: É indicado autoexame regular nos testículos. Quem tiver mais de 40 anos, exames de colonoscopia e próstata são recomendados.
Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://noticias.r7.com/saude/
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HIPERTERMIA: Previna-se
Published abril 4, 2014 Campanhas , Qualidade de Vida Leave a CommentTags:atividade física, úmidos, Campanha, cãimbras, Corpo, corporal, cuidados, dicas, dor de cabeça, hidratar, hidrate, Hipertemia, náuseas, palidez, pratique, Prevenção, Previna, quentes, suor, Temperatura, tontura, Viva Melhor, vivamelhor, vivamelhoronline
Falta de atividade física pode matar, alerta especialista
Published abril 4, 2014 Notícias , Qualidade de Vida Leave a CommentTags:atividade física, Celafiscs, Coração, cuidados, doenças, Equilíbrio, Especialista, esportes, exercícios, Falta, hábitos, Hipertensão, hipertensão arterial, Infarto, Morte, praticar, Qualidade de Vida, risco, Saúde, Sandra Matsudo, Sedentarismo, Vida Saudavel
Embora nunca tenha se falado tanto sobre vida saudável como hoje, é contraditório o aumento do número de pessoas sedentárias, que não gastam o que consomem. Em 2004, o sedentarismo era o quarto fator de risco e hoje é o segundo, perdendo apenas para a hipertensão arterial.
‘Isso acontece porque não há uma percepção de que o sedentarismo mata. Para as pessoas, o que mata é a hipertensão, o diabetes e o câncer’, afirma a médica Sandra Matsudo, do Centro de Estudos do Laboratório de Aptidão Física de São Caetano do Sul (Celafiscs).
Nos tempos atuais, gasta-se uma caloria a cada sete consumidas. Na Era Paleolítica, essa relação era de uma gasta a cada três consumidas.
‘Acredito no equilíbrio. As pessoas têm que buscar o seu balanço energético, ou seja, gastar o que consomem. Não tem mágica para isso, é uma simples soma’, resume ela.
Segundo a especialista, o estilo de vida é responsável por 50% das causas das principais doenças que mais matam, como infarto, AVC e câncer.
‘Temos 50% de chance de evitar essas doenças. Basta optar por mudanças de hábitos que incluam atividades físicas’, avalia.
A recomendação é de pelo menos 30 minutos de atividade física moderada, de forma contínua ou acumulada – duas sessões de 15 minutos ou três sessões de 10 – pelo menos cinco vezes por semana.
‘Essa rotina diminui em 84% os riscos de infarto e em 36% os casos de câncer, além de reduzir os riscos cardiovasculares e de hipertensão, mesmo no caso de fumantes’, ressalta.
A má notícia é que mesmo quem faz atividade física regularmente deve se preocupar com o tempo que permanece sentado ao longo do dia. Dados recentes mostram que esses casos apresentam um aumento de 40% nos fatores de risco de doenças cardiovasculares.
Segundo uma pesquisa, uma média de seis horas todos os dias sentado em frente ao computador ou à TV corresponde a cinco anos a menos de expectativa de vida. ‘A orientação é se movimentar por 10 minutos a cada uma hora sentado. Atender ao telefone andando ou colocar o notebook numa mesa mais alta para digitar em pé são boas dicas para quem trabalha em escritório’, sugere.
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Dia mundial da Atividade Física conscientiza e mobiliza população
Published abril 3, 2014 Notícias , Qualidade de Vida Leave a CommentTags:Agita, atividade, atividade física, Brasil, caminhada, Caminhar, Cardiovasculares, Cirurgia, corridas, cuidados, doenças, exercício, Hipertensão, Internações, Medicamentos, OMS, Portal Agita, Prevenção, Saúde, São Paulo
No domingo, Dia Mundial do Exercício Físico, o programa “Agita” programou diversas atividades físicas e até “exercício virtual” no computador.
O lema da campanha deste ano, “Atividade Física, um gol de placa para sua saúde”, aproveita a proximidade da Copa, e está focada em dois pilares: primeiro, aumentar o conhecimento da população sobre os benefícios da atividade física; e segundo, multiplicar o número de pessoas que se exercitam pelo menos 30 minutos diários recomendados.
Este ano os 72 países envolvidos no programa terão além da caminhada por várias cidades também a “caminhada virtual”, pela qual quem estiver no computador passará mensagens sobre a atividade física em todas as redes sociais às quais tiverem acesso.
“O público alvo são estudantes, trabalhadores de colarinho branco ou azul e idosos” diz o Dr. Victor Matsudo, diretor geral do “Agita”. Para o médico, olhando-se a iniciativa de forma pontual, não se avaliam os benefícios em médio prazo, cuidadosamente computados pelo Banco Mundial, que mostrou que a população que se exercita regularmente economizou em medicamentos, internações e cirurgias não realizadas, além de consultas, US$ 310 milhões anuais.
Segundo o diretor geral, na década de 1990, 70% da população brasileira eram sedentários e o índice era mais alto entre as mulheres, de 80%; mas hoje, só na Região Metropolitana de São Paulo, registrou-se uma redução de 41% no sedentarismo, que começa a se refletir também na redução da mortalidade por doenças cardiovasculares.
Se em São Paulo o resultado é bom, o mesmo não acontece no restante do mundo, onde a OMS (Organização Mundial de Saúde) calcula que 5,3 milhões de pessoas morrem a cada ano devido ao sedentarismo, que levam às doenças que provocam mortes precoces, que, só perde para a hipertensão arterial.
Caminhadas pelo Brasil
No dia 6 de abril ás 9 horas, milhares de pessoas sairão do vão do MASP (Museu de Arte de São Paulo), em São Paulo, para uma caminhada até a Assembleia Legislativa; no Rio de Janeiro, no dia 8 se inicia o Congresso Mundial da Atividade Física e Saúde Pública e às 16 horas, sairá a caminhada à partir do Hotel Windsor Barra, local do Congresso.
Em todas as capitais brasileiras teremos eventos semelhantes, organizados pela Sociedade Brasileira de Cardiologia uma tradicional aliada do programa “Agita Mundo”.
Para saber sobre o evento em sua cidade: http://www.portalagita.org.br
Participe efetivamente, essa é uma onda de saúde caminhando contra as doenças.
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Sociedade vive na “era do botão” e foge de exercícios físicos
Published abril 2, 2014 Notícias , Qualidade de Vida Leave a CommentTags:academia, Adalberto Souza, Ansiedade, Ansiedade Depressão, Articulações, atividade, atividade física, baixa Auto Estima, Câncer de Cólon, colesterol, cuidados, Dia Mundial da Atividade Física, Diabetes, doenças, Era do Botão, esportes, Medicina, obesidade, Prevenção, Problemas Cardiovasculares, Qualidade de Vida, Saúde, Sedentarismo
No dia em que se comemora o Dia Mundial da Atividade Física (05/04), o especialista em medicina do esporte e técnico da seleção brasileira paralímpica de natação de jovens, Adalberto Souza, alerta para a falta de costume das pessoas em fazer exercícios. No Brasil, 70% da população não realiza nenhum tipo de atividade física.
— Nós estamos na chamada “era do botão”, pois existe botão para tudo, para ligar e desligar a televisão, para usar o telefone, para chamar o elevador para até ao andar onde mora e hoje já existe no mercado imobiliário, condomínios com garagem anexa à sala dos apartamentos. Isso faz com que a pessoa não realize movimentos, o que pode deixá-la sedentária.
Segundo o professor, quem permanece nestas condições, pode vir a ter doenças, muitas vezes, até graves.
— O potencial de morte prematura por problemas cardiovasculares, diabetes, câncer de cólon, obesidade, problemas nas articulações, colesterol e triglicérides fora dos níveis ideais. Como resultado dessa somatória de doenças surgem a ansiedade, depressão e baixa auto-estima.
A atividade física tem papel fundamental na vida das pessoas, pois além de reduzir ou adiar o aparecimento dos problemas citados anteriormente, ele aumenta a produção de cálcio fortalecendo os ossos e músculos, combate a osteoporose (perda de massa óssea), aumenta a qualidade do sono e da mente, conforme explicação do especialista. Além do que, se movimentar periodicamente, melhora o sistema cardiorrespiratório, fortalece o coração, ossos e músculos. Além disso, ela é indicada para qualquer idade.
— Após os 30 anos,o declínio muscular acentua-se e, aos 50 anos, a perda de massa muscular pode chegar a 30% nas mulheres e 17% nos homens. Por isso, quanto mais velho, mais será necessário adquirir o hábito de se exercitar.
Escolha o que mais gosta
Antes de iniciar qualquer atividade física, o professor Souza recomenda que a pessoa seja submetida a uma avaliação médica.
— É preciso que o indivíduo respeite as orientações e tenha consciência do que faz bem ou não ao seu corpo.
Se a pessoa optar em ir à academia, os exercícios aeróbicos e musculares devem ser feitos de duas a três vezes por semana. Caso não tenha preferência por essa opção, há uma série de atividades que podem ser realizadas no dia a dia para evitar o sedentarismo.
— Realize atividades domésticas (varra o chão, limpe as janelas, arrume o quarto);
— Suba e desça as escadas do prédio onde mora;
— Vá a pé ao trabalho, à padaria, à faculdade;
— Caminhe durante uma hora ou divida o tempo da atividade (10 minutos de manhã, 30 minutos após o almoço, 20 minutos ao final do dia);
— Levante para ligar e desligar a televisão;
— Dê preferência para as escadas do metrô e não a rolante;
— No trabalho, alongue-se a cada 40 minutos para melhorar a postura; ande pelo escritório e evite ficar sentado várias horas seguidas;
O especialista ressalta que o exagero nos exercícios pode promover lesões precoces causando traumas psicólógicos e favorecendo o abandono às práticas físicas.
— A atividade física faz bem quando sua intensidade é moderada.
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O papel do Exercício na Doença de Parkinson
Published abril 1, 2014 Notícias , Qualidade de Vida Leave a CommentTags:aeróbico, condicionamento, cuidados, doença, Doença de Parkinson, Equilíbrio, exercícios, flexibilidade, força, fortalecimento, Idosos, Mal de Parkinson, marcha, musculos, Parkinson, Qualidade de Vida, Saúde, terceira idade, tratamento
As últimas duas décadas foram de um grande crescimento nas pesquisas e no interesse clínico em relação à prática de exercícios como tratamento para problemas de mobilidade em pessoas com Doença de Parkinson. Os estudos mostraram que os exercícios físicos podem reverter ou minimizar o declínio físico no processo do envelhecimento, e essas conclusões podem ser estendidas para indivíduos com doenças neurológicas, principalmente a Doença de Parkinson.
Os exercícios tem o potencial de ajudar tanto nos problemas motores (como marcha, equilíbrio e força), não-motores (depressão, apatia, fadiga e constipação intestinal) bem como nas complicações secundárias da imobilidade (doença cardiovascular e osteoporose).
A prática regular de atividade física pode ser preventiva para indivíduos sem o diagnóstico da doença e também pode atrasar o aparecimento dos sintomas parkinsonianos naqueles indivíduos com o diagnóstico. Hoje se sabe que a associação dos exercícios físicos com os medicamentos é melhor do que apenas o tratamento medicamentoso isolado.
E quais exercícios podem ser realizados?
- Exercícios para melhora da marcha e do equilíbrio: Mais da metade dos indivíduos com doença de Parkinson vão evoluir com quedas recorrentes no ano. Alguns fatores como congelamento da marcha, fraqueza muscular e dificuldade no equilíbrio podem ser causadores de quedas. Nesse sentido, treino de marcha, de equilíbrio e fortalecimento muscular tem mostrado impacto positivo.
Estudos mostraram que pacientes que realizaram reabilitação com fortalecimento muscular associado a treino de equilíbrio tiveram maior benefício quando comparados com aqueles que fizeram apenas exercícios de equilíbrio.
A dificuldade da marcha é considerada um dos fatores mais incapacitantes da doença. Dessa forma, o treino de marcha na esteira tem trazido bons resultados, pois favorecem um padrão de marcha mais estável e dinâmico. O treinamento na esteira pode ser realizado em associação com a fisioterapia, aumentando a velocidade e melhorando o ritmo da marcha, bem como a qualidade de vida dos indivíduos com doença de Parkinson.
- Exercícios para melhora da força e da flexibilidade: indivíduos com doença de Parkinson apresentam com frequência fraqueza nas pernas, que pode levar à dificuldade na marcha, instabilidade postural e risco aumentado de quedas. Treinamento para melhorar o fortalecimento da musculatura dos membros inferiores resulta em aumento da força muscular e, consequentemente, a marcha e a capacidade para mudar de posição, como passar de sentado para de pé e andar, também apresentam melhora.
Indivíduos com doença de Parkinson apresentam flexibilidade reduzida, principalmente do tronco e pescoço, adotando uma postura fletida. Com isso o equilíbrio pode ser prejudicado, assim como a realização de atividades do dia-a-dia que necessitem de tal mobilidade. Para melhorar a flexibilidade estão indicados exercícios específicos para aumento da mobilidade do tronco, relaxamento da musculatura e treinamento postural, trazendo bons resultados para o desempenho físico.
- Exercícios para melhora do condicionamento aeróbico: pessoas com doença de Parkinson apresentam função cardiopulmonar reduzida. Exercícios aeróbicos, por meio de caminhada ou treinamento na esteira, mostraram benefício na marcha e na qualidade de vida. E com qual frequência esses exercícios devem ser realizados?
Não existe uma regra padrão, pois a indicação da atividade e de sua frequência varia de pessoa para pessoa. Porém, com base nos diversos estudos já realizados, é recomendado que treinamento aeróbico seja feito pelo menos 5 vezes por semana com duração de 30 minutos se intensidade moderada, ou pelo menos 3 vezes por semana com duração de 20 minutos se a intensidade do exercício for elevada.
O fortalecimento muscular e exercícios para flexibilidade devem ser realizados pelo menos 2 vezes por semana, com a realização de 8 a 10 exercícios para aumento da força e pelo menos 10 minutos de técnicas de alongamento cada vez.
Em relação ao treinamento para equilíbrio, esse deve ser ajustado em relação às queixas do indivíduo e ao estágio da doença de Parkinson no qual se encontra.
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Parkinson: muito além dos tremores
Published março 31, 2014 Qualidade de Vida Leave a CommentTags:a, Caus, cérebro, cuidados, doença, Einstein, Estimulo, estimulo cerebral, Fases da Doença, Idosos, mal, Mal de Parkinson, Parkinson, Prevenção, Qualidade de Vida, quedas, Saúde, segurança, tratamento
Até pouco tempo atrás, a Doença de Parkinson era associada basicamente aos tremores constantes que provoca no indivíduo. Durante muito tempo, inclusive, foi tida como uma doença dos sistemas motores, com sintomas também como rigidez e instabilidade postural. Hoje em dia, porém, sabe-se que outros sintomas merecem atenção, porque podem comprometer ou ser ainda mais prejudiciais à qualidade de vida do paciente.
Fadiga, risco de queda, distúrbios do sono, sintomas psiquiátricos – como depressão, ansiedade e até sintomas psicóticos e delirantes – sudorese excessiva, risco de engasgue e disfunção autonômica, como mal funcionamento do intestino e disfunção sexual, são alguns dos problemas que podem atrapalhar a vida do indivíduo com Parkinson.
“Nos últimos anos, vemos que um bom tratamento precisa fazer uma abordagem que contemple todos esses aspectos. Muitas vezes, o famoso tremor, que embora seja fisicamente mais evidente, é o que menos atrapalha a qualidade de vida desses indivíduos”, explica o neurologista do Einstein, Dr. Marcelo Calderaro.
“Não adianta tratar a parte motora e se esquecer dos outros sintomas. Muitos dos quais, inclusive, aparecem antes mesmo dos tremores ou do diagnóstico da doença, como a disfunção intestinal”, afirma o médico.
A causa do Parkinson
De acordo com outro neurologista do Einstein, Dr. Orlando Barsottini, a doença acontece por um processo neurodegenerativo em que o principal achado é a deficiência de um neurotransmissor chamado dopamina. “Esse neurotransmissor atua na integridade de um circuito de neurônios responsáveis pelos movimentos”, explica.
As fases da doença
A doença de Parkinson é dividida em três fases principais:
- Leve: o paciente apresenta sintomas leves e continua independente para suas atividades habituais.
- Moderada: ele mantém sua independência, mas passa a necessitar de ajuda ou apresenta limitações para atividades específicas.
- Avançada: o paciente começa a ter severas limitações para realizar atividades do seu dia a dia.
Esta última fase acontece geralmente após 10 a 15 anos de evolução da doença. É quando podem aparecer sintomas cognitivos e psiquiátricos relacionados ao Parkinson.
Tratamento
Além do atendimento por uma equipe multidisciplinar, que visa a diminuir os sintomas que atrapalham a qualidade de vida do paciente com a doença, o tratamento é basicamente com medicações.
No geral, elas dividem-se entre as que repõem a dopamina sinteticamente e as que inibem as enzimas que degradam a dopamina. “O trabalho das medicações é reequilibrar os níveis de dopamina no organismo”, afirma o Dr. Barsottini.
Estimulação cerebral
Reservada para casos específicos, a chamada Estimulação Cerebral Profunda pode ser uma das opções de tratamento para pacientes na fase moderada da doença.
Por meio do implante de um marca-passo e de eletrodos em regiões profundas do cérebro, a cirurgia geralmente é realizada para diminuir complicações motoras decorrentes tanto da evolução da doença quanto do uso crônico de medicamentos.
Dentre essas complicações, as mais incômodas são as chamadas discinesias, que são movimentos involuntários do corpo em geral associadas ao uso das medicações.
“Não é uma cirurgia curativa, mas apenas para diminuir esses sintomas. Ela deve ser encarada como mais uma opção de tratamento”, explica Dr. Barsottini.
O procedimento é indicado também para pacientes mais jovens com tremores incapacitantes ou para aqueles que não responderam adequadamente ao tratamento medicamentoso. Mas em geral não se indica a cirurgia para pacientes com menos de cinco anos de doença.
“Pacientes na fase avançada, com comprometimento cognitivo severo, não devem fazer a estimulação cerebral pelo risco de piora dos sintomas cognitivos que já possuíam”, acredita Dr. Barsottini.
Segurança e qualidade de vida
Reunimos algumas dicas importantes para manter a segurança e a qualidade de vida do paciente com Parkinson. Confira.
- Existe uma forte tendência de o indivíduo ficar cada vez mais parado e sedentário, o que não é bom. “Por mais óbvio que pareça, quanto mais parado ele ficar, mais parado ele vai ficar”, afirma o neurologista. A recomendação é que o indivíduo não deixe de se movimentar, porque a falta de movimentação piora a postura, o alongamento e até o risco de quedas.
- Alguns estudos apontaram que a prática de dança e de tai chi chuan, que trabalham o equilíbrio, diminuem o risco de queda.
- Uma preocupação muito importante é com o engasgue. Se o paciente com Parkinson tem lentidão para se alimentar e apresenta uma espécie de pigarro ou tosse depois de comer, ou mesmo se apresenta repetidas pneumonias, isto pode ser sinal de microaspiração e vale a pena uma avaliação mais detalhada. O objetivo é prevenir o engasgue e possíveis infecções pulmonares.
- Para indivíduos com problemas de deglutição, o atendimento por um fonoaudiólogo também é uma boa ideia.
- Existem também substâncias espessantes para serem colocadas em líquidos e ajudarem na deglutição.
- O paciente com Parkinson deve continuar fazendo tudo o que fazia antes da doença, com atenção dos cuidadores em relação à sua segurança. Essa prática tende a retardar as perdas de função.
- O risco de queda merece esforços e atenção. O médico precisa reconhecer este risco e recomendar, inclusive, intervenções ambientais, como a retirada dos tapetes da casa ou a colocação de barras que auxiliem a locomoção do paciente.
- O paciente deve usar sapatos bem firmes ao pé, evitando sandálias e chinelos, que facilitam as quedas.
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Calendário Viva Melhor 2014: 2º Trimestre
Published março 28, 2014 Sem categoria Leave a CommentTags:Abril, calendário, Calendário da Saúde, cuidados, datas, datas comemorativas, Junho, maio, Ministério da Saúde, QR Code, Viva Melhor









