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Saúde faz alerta para homens caírem na Folia com Segurança, sem abusar do álcool

De acordo com a última pesquisa Vigitel – Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico – do Ministério da Saúde, 26% dos homens brasileiros fazem uso abusivo de bebidas alcoólicas  Por isso, o Governo Federal faz um alerta para aqueles que vão aproveitar os dias de folia.

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Para evitar acidentes de trânsito ou brigas fatais, por exemplo, o coordenador da Saúde do Homem do Ministério da Saúde, Eduardo Chakora, pede para que o público masculino aproveite o feriado com moderação. “Beba moderadamente. Se for dirigir não beba, se beber não dirija. Vá pela carona solidária, pegue transporte coletivo e aproveite tudo, mas aproveite tudo com consciência, saiba o que está fazendo. Um dos maiores prazeres da vida é você poder fazer as coisas de forma lúcida e podendo aproveitar o prazer mesmo de cada situação.”

Eduardo Chakora lembra que tradicionalmente são os homens que mais se envolvem em acidentes fatais ou em casos de violência, especialmente em períodos de festas, quando aumentam a ingestão de bebidas alcoólicas. “Ele geralmente corre risco desnecessários porque ele pode não morrer, mas ele pode ficar tetraplégico, paraplégico, ou pode ficar com alguma sequela, em função de uma bala tomada de uma arma de fogo, ou muitas vezes leva a óbito mesmo. São vidas que teriam um longo caminho à frente, um belo percurso, que simplesmente são perdidas. É uma festa, uma festa coletiva maravilhosa e de celebração. Então celebrar com consciência e não celebrar com acidentes. Essa é a mensagem que fica para os jovens brasileiros.”

Política de Atenção Integral à Saúde do Homem do Ministério da Saúde desenvolve ações de prevenção aos acidentes ao longo de todo o ano. Para saber mais acesse a área de Saúde do Homem no Portal da Saúde.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.blog.saude.gov.br

Proteja a sua Saúde no Carnaval com essas 9 dicas

Fevereiro já chegou e, com ele, o tão esperado carnaval. A preocupação com diversão é tanta que é fácil se esquecer dos cuidados mais básicos com a saúde. O infectologista da Unifesp, Paulo Olzon Monteiro da Silva, explica que a alimentação errada, o abuso do álcool e a ausência de sono causam um desgaste muito grande ao organismo. “Há também os perigos do sexo sem camisinha e até das doenças transmitidas pelo beijo”, lembra o especialista. Você quer curtir todos os dias de folia com o pique lá em cima? Então siga os conselhos dos especialistas para manter a energia sem detonar a saúde.

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Sexo? Só se for seguro 

Muitas doenças podem ser transmitidas pelo sexo. Paulo explica que a contaminação pelo vírus da Aids, da gonorreia, da herpes e da sífilis pode acontecer numa única relação sexual. Mas a camisinha, por si só, já é eficaz para prevenir esses problemas. “O preservativo é sempre o melhor método para evitar Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTs) e a gravidez. Optar por métodos contraceptivos, como a pílula do dia seguinte, pode prejudicar o organismo, pois causam alterações hormonais e não previnem a contaminação de doenças”, conta.

 Não saia distribuindo beijos 
Não é apenas o sexo que pode transmitir doenças. Existem alguns vírus que podem ser passados também pelo beijo. Paulo explica que a mononucleose infecciosa, conhecida como a “doença do beijo”, é transmitida, principalmente, dessa forma. Ela pode causar febre, dor de garganta e até aumento do baço e do fígado.A herpes labial também é adquirida através do beijo. Uma vez adquirida, ela será a sua companheira pela vida toda. Basta uma situação estressante ou alguma queda da imunidade para que as bolinhas avermelhadas apareçam na mucosa da boca. Mas fique tranquilo, ela só é transmissível enquanto estiver aparente.

Não abuse das substâncias energéticas 
Algumas substâncias, como o pó de guaraná e as bebidas energéticas, dão mais pique para curtir o carnaval. Mas o infectologista faz a ressalva: essas substâncias são ricas em cafeína e, se consumidas em excesso, atrapalham o sono na hora de dormir, causam gastrite e sobrecarregam o organismo, podendo levar até à arritmia cardíaca.O especialista explica ainda que a quantidade segura é variável, pois a concentração de cafeína em cada cápsula varia de fabricante para fabricante. Além disso, o corpo se acostuma com a cafeína, que passa a ter menos efeitos, e o organismo precisa, progressivamente, de mais remédio para conseguir o efeito desejado.

Modere no álcool 
As bebidas alcoólicas são potencialmente diuréticas e, por isso, promovem uma eliminação de líquidos muito maior do que a ingestão em si e podem provocar desidratação. Paulo Olzon dá a dica: além de moderar no consumo de álcool, intercale um copo de bebida alcoólica com um de água. Dessa forma, os efeitos negativos, e até a ressaca, ficam mais brandos. Comer alguma coisa enquanto bebe também faz bem, pois mantém a glicose estável no sangue e evita que você passe mal.

Evite os remédios para ressaca

Paulo explica que o ácido acetilsalicílico pode provocar gastrite, principalmente durante a ressaca, quando o estômago já está comprometido. O paracetamol associado ao álcool pode levar a alterações de funcionamento do fígado.

Outros remédios para ressaca têm uma combinação de substâncias que ajudam a evitar os sintomas, mas não reparam os danos ao corpo. “O ideal é aproveitar a folia de maneira responsável, sem se esquecer de beber água, alimentar-se adequadamente e descansar o tempo suficiente para recuperação das energias”, recomenda o especialista.

Descanse 
O corpo precisa de seis a oito horas por dia para se regenerar. Caso ele não tenha esse o período de descanso, fica muito difícil manter o ritmo nos quatro dias. Em algum momento ele dará sinais de cansaço e esgotamento. Caso a folia vá até tarde, Paulo Olzon recomenda que seja feita uma compensação dormindo até mais tarde. Se não for possível, tirar um bom cochilo durante o dia já ajuda.
Cuidados com a alimentação 

“Antes das festas, evite alimentos ricos em gorduras, que tornam a digestão mais lenta e causam a sensação de estufamento”, adverte a nutricionista Roseli Rossi, especialista em nutrição clínica funcional. Ela recomendar fazer uma refeição ou um lanche reforçado com alimentos ricos em carboidratos (pão, arroz, batata, mandioca, milho, macarrão) antes de sair para a festa, para ter bastante energia.

Durante a folia, não fique mais do que quatro horas sem se alimentar. Escolha alimentos leves e que favoreçam uma rápida digestão, além de hidratação e nutrição, como barrinhas de cereais, frutas desidratadas, sanduíches naturais e sucos de frutas.

Passado o carnaval, a especialista recomenda uma dieta desintoxicante, com muita água, água de coco e sucos naturais, pobres em gorduras e carboidratos refinados. Isso ajudará a limpar e reequilibrar o organismo.

Hidrate-se 
A nutricionista Roseli Rossi recomenda que a hidratação seja feita com antecedência. ?O carnaval coincide com a estação mais quente do ano. Para uma hidratação correta, é necessária a ingestão diária de dois a três litros de líquidos antes mesmo das festas?, explica.Para prevenir a desidratação causada pelo excesso de transpiração durante a diversão, consuma muita água, sucos naturais de frutas, água de coco ou até mesmo bebidas isotônicas, que repõem os eletrólitos como sódio, potássio, magnésio e cloro perdidos. Os sucos de frutas são uma ótima opção, pois, além de hidratar, fornecem um açúcar natural (frutose) que repõe a energia gasta e impede a hipoglicemia.

Cuidado com o sol

Como a incidência dos raios ultravioletas está cada vez mais agressiva em todo o planeta, os cuidados com o sol devem ser redobrados. Se você vai curtir o carnaval durante o dia, não se esqueça de proteger a pele. A Sociedade Brasileira de Dermatologia recomenda o uso de chapéus, camisetas e protetores solares, com Fator de Proteção Solar (FPS) mínimo de 15, reaplicado de duas em duas horas. Também deve ser evitada a exposição entre as 10 e 16 horas.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.minhavida.com.br

Políticas de Prevenção do Suicídio ‘não saíram do papel’, diz Psiquiatra

O Ministério da Saúde lançou em 2006 as Diretrizes Nacionais para Prevenção do Suicídio recomendando que cada Estado elaborasse suas estratégia nessa área. Depois de seis anos, no entanto, pouca coisa mudou, segundo Alexandrina Meleiro, psiquiatra filiada à Associação Brasileira de Psiquiatria e integrante da organização não governamental Centro de Valorização da Vida (CVV).

“Faz tempo que todas as coisas ligadas ao suicídio não ficam mais do que no papel. Reúnem-se grandes nomes, celebridades e não sai nada do papel”, afirmou. No Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio, lembrado nesta segunda-feira, a especialista dá sugestões do que pode ser feito para mudar esse quadro. Ela acredita que o primeiro passo para uma prevenção eficiente é a orientação. Na opinião dela, líderes de grupos como escolas e igreja deveriam ser diretamente orientados pelo serviço de saúde pública a reconhecerem os sinais que as pessoas dão de que estão pensando em suicídio.

“Eu instruiria professores e esses professores instruiriam pais. Eu instruiria representantes de todos os credos religiosos, seja padre, pastor, rabino, de tudo quanto é religião. Instruiria também comunidades como Lions, Rotary, e todas as comunidades que fazem serviços voluntários”, explica.

Outra atitude a ser tomada na prevenção do suicídio, de acordo com Alexandrina, seriam programas de treinamento das pessoas que trabalham nas emergências e nos serviços de qualidade mental, compostos por psicólogos, psiquiatras e terapeutas de família.

“Quando há uma tentativa de suicídio, a pessoa vai para um serviço de emergência. Nele, não há pessoas qualificadas para o tratamento. O primeiro tratamento médico-cirúrgico é feito como se fosse um trauma qualquer. Mas, dali, o paciente precisaria de um encaminhamento para internação, para um psiquiatra ou psicólogo. Do pronto-socorro ele vai pra casa. Nada é feito”, explica.

Para incentivar políticas públicas voltadas para a prevenção do suicídio em todo o mundo, a Organização Mundial da Saúde (OMS) cobrou em documento mais ações relativas à questão. O Distrito Federal também lançou hoje um programa para prevenir o suicídio. De acordo com a coordenadora de Prevenção ao Suicídio da Diretoria de Saúde Mental, Beatriz Montenegro, o DF é a primeira unidade federativa a desenvolver uma política pública voltada para a prevenção do suicídio.

A assessoria de imprensa do Ministério da Saúde foi procurada, no entanto não tinha informação sobre o desenvolvimento de ações previstas pelas Diretrizes Nacionais para Prevenção do Suicídio de 2006. De acordo com a portaria que estabelece as diretrizes, a Secretaria de Atenção à Saúde do Ministério da Saúde teria atribuição de regulamentar o documento em 120 dias.

Entre as determinações do documento, está a de desenvolver estratégicas de informação, de comunicação e de sensibilização da sociedade “de que o suicídio é um problema de saúde pública que pode ser prevenido”.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://noticias.terra.com.br

Suicídio: um Gesto Extremo, Silêncio Irreversível

No dia 29/03/2009, no Paraná On Line, a jornalista Ruth Bolognese publicou a matéria “Quando a imprensa silencia” e o jornalista Wilson Bueno, o artigo intitulado “Suicídio & Suicidas”, ambos abordando o suicídio de uma adolescente de Curitiba, 15 anos, que abriu mão de sua existência num colégio de classe média e média-alta daquela cidade.

Os dois jornalistas se confessam consternados e estarrecidos. Porém, enquanto Ruth Bolognese envereda pela problemática de que se o fato deve ou não ser divulgado pela imprensa, Wilson Bueno, de forma tristemente poética viaja pelo inexplicável do ato.

Fala Ruth que, na semana do suicídio da garota, os jornais e emissoras de televisão de Curitiba, com raras exceções não noticiaram o fato. Disse ela que acadêmicos da área se apressaram em pegar o caminho da ética e dos bons costumes na imprensa e deram a explicação formal: “não se divulga suicídio, para não suscitar a imitação dos que possam se identificar com o gesto, aqui ou acolá”. Entretanto, lembrou ela: “Mas o suicídio da menina incontrolavelmente correu mundo. Daí afirmar ser melhor que se esclareça o fato. “Primeiro, porque pais e mestres têm o direito de tomar conhecimento das circunstâncias que levaram uma menina de 15 anos a entrar com um revólver dentro do pátio de uma escola. Segundo, porque a sociedade em geral precisa ser alertada para prestar mais atenção aos filhos e filhas desta geração movida a games e tecnologia. E, terceiro, do ponto de vista apenas da imprensa, porque não há como esconder um fato que choca a sociedade e se espalha como um rastilho de pólvora…”

Assim, conclui a jornalista que é preciso buscar a verdade na atuação cotidiana da mídia, contudo, intensificando-se o aprendizado sobre o respeito pela dor alheia, sabendo-se o momento de chegar e de se retirar. E a partir daí, cumpre-se a função social da imprensa de divulgar o necessário e de sempre alertar sem resvalar pelos caminhos da curiosidade.

Já Wilson Bueno alerta-nos que “por mais que a psicologia tente nos detalhar motivações e nos desvele a etiologia do ato suicida, a morte voluntária não tem explicação”.

E relembra ele “o caso da jamais esquecida poeta Ana C. Linda, esfuziante e dona de raro talento, aos 31 anos atirou-se do 8º andar de um edifício em Copacabana. Nenhum bilhete, nem um verso, nem uma palavra. Ficamos, as mãos vazias, os olhos secos, pasmos de horror. E recorda ainda o gesto extremo de Pedro Nava “um dos nossos mais luminosos escritores”, Rafael Rabelo, “o violonista-irmão”, Rita Pavão, “minha doce ‘ballerina’ que dançou ‘Bolero’s Bar’, com uma graça de passarinho”, e Antero de Quental, “poeta-ícone” português.

“Todos inexplicavelmente – diz Bueno- na glória do existir, disseram não ao sim, sonegando a si próprios céus e poentes que continuarão a existir sem eles…”

“A morte da menina foi estampido que dilacerou a manhã…”, concluiu ele. E nós, voluntários cevevianos, o que dizer ante a lembrança de uma manhã dilacerada, resultado do gesto de uma garota de 15 anos que não quis mais viver? Resta-nos sempre e cada vez mais colocarmos os nossos ouvidos disponíveis para aqueles que nos buscam e – quem sabe? – talvez ao desligarem o fone eles se permitam não sonegar os “céus e poentes” que a vida lhes possa ofertar diariamente, apesar de suas dores.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.cvv.org.br

Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio

Ex-presidentes pedem Mudanças nas Políticas Antidrogas

Em 1987, a Organização das Nações Unidas (ONU) determinou, hoje, dia 26 de junho como o Dia Internacional de Combate às Drogas.

No mundo todo, cerca de 200 milhões de pessoas – quase de 5% da população entre 15 e 64 anos – usam drogas ilícitas pelo menos uma vez por ano. Cerca de metade dos usuários usa drogas regularmente; isto é, pelo menos uma vez por mês. Os dados são do Escritório das Nações Unidas contra Drogas e Crime (UNODC, na sigla em inglês).

Existem diversas formas de combater os prejuízos causados pelo consumo de drogas. Uma delas é através da conscientização. É necessário que se reflita cada vez mais sobre este problema que afeta tantos indivíduos, constituindo-se em um grave problema de saúde pública.

Com isso, seis ex-presidentes, incluindo Fernando Henrique Cardoso, apoiaram um novo relatório que será apresentado nesta terça-feira, em Londres, que pede à comunidade internacional mudanças em sua política antidrogas baseada na repressão visando deter a propagação do vírus da Aids.

A Comissão Global de Políticas de Drogas é composta por cerca de 20 personalidades mundialmente reconhecidas, entre elas os ex-presidentes Fernando Henrique Cardoso, César Gaviria, da Colômbia, Ernesto Zedillo, do México, Ricardo Lagos, do Chile, Aleksander Kwasniewski, da Polônia, e Ruth Dreifuss, da Suíça, o prêmio Nobel de Literatura peruano Mario Vargas Llosa, o ex-alto representante da Política Externa da União Europeia Javier Solana, e o ex-secretário de Estado americano George Shultz.

“A guerra mundial contra as drogas está impulsionando a pandemia de HIV/Aids entre os consumidores de drogas e seus parceiros sexuais”, afirma o documento apresentado pela Comissão Global de Políticas de Drogas a um mês da realização de uma conferência internacional sobre a Aids em Washington.

Segundo o relatório, diversas investigações evidenciaram que as políticas repressivas contra as drogas aplicadas ainda em vários países levam os usuários a prescindir dos serviços de saúde pública e os colocam em situações de marginalização que aumentam o risco de contágio.

“A prisão em massa de infratores não violentos da legislação antidrogas também desempenha um papel importante no aumento do risco de contrair HIV”, completa o relatório.

O documento critica em particular países como Estados Unidos, Rússia e Tailândia, acusados de “ignorar” as recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS) em matéria de prevenção do HIV, com “consequências devastadoras”.

A Comissão pede às Nações Unidas, patrocinadora da próxima conferência através de sua agência UNAIDS, a reconhecer a existência desta relação entre a chamada guerra contra as drogas e a propagação do HIV/Aids e a pressionar todos os países para que atuem nesse sentido.

Os governos por sua vez devem implementar medidas de prevenção, como a distribuição de agulhas hipodérmicas esterelizadas para os consumidores de drogas injetáveis, e tratamentos de substituição como a metadona para os heroinômanos, afirma a Comissão, destacando o “dramático declive” registrado na epidemia de HIV nos locais onde já se aplicam.

“Atuem urgentemente: a guerra contra as drogas fracassou, e milhões de novas infecções por HIV e mortes pela Aids podem ser evitadas se agirem agora”, concluiu em suas recomendações.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site:  http://veja.abril.com.br

Drogas – Conhecer é Evitar!

Consumo de Álcool entre as Adolescentes Cresce 55%

Foi-se o tempo em que os clientes assíduos dos bares eram exclusivamente do público masculino. Ao reivindicar os “direitos iguais” perante os homens, a conduta da mulher contemporânea que segue um padrão considerado masculino: o consumo demasiado de bebidas alcoólicas. Já é possível afirmar que as mulheres frequentam bares com a mesma constância que os homens, e acabam exagerando na quantidade da bebida, contribuindo para o aumento das estatísticas.

Uma pesquisa realizada há 15 anos e atualizada a cada dois anos pela Universidade Federal de Minas Gerais, (UFMG), revela que dentre as mais de 50 mil pessoas entrevistadas, as jovens entre 10 e 18 anos lideram o ranking dos consumidores de substâncias etílicas. O coordenador do estudo e professor de Neurociência da UFMG, Amadeu Roselli Cruz, acredita que um conjunto de fatores culturais e sociais favorece esse comportamento. “Hoje, as mulheres ocupam cargos importantes, são empresárias e sustentam a família. Logo, as jovens visualizam esse novo perfil e consomem bebidas alcoólicas cada vez mais cedo”, revela.

O Brasil segue a tendência mundial e registra índices alarmantes. Neste estudo, o critério adotado para a análise dos entrevistados foi a frequência e quantidade de bebida ingerida entre as jovens. As meninas com idade entre 10 e 14 anos representam um percentual um pouco mais baixo, cerca de 30%. Já as jovens de 15 a 17 anos disparam com 55% e já é possível afirmar que as garotas já bebem mais do que os meninos da mesma faixa etária.

Em grandes metrópoles como São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre, o índice do alcoolismo entre as jovens é mais alto do que em cidades menores. Isto porque o fácil acesso à estabelecimentos que vendem bebidas alcoólicas permite às jovens comprar em excesso o tipo e quantidade desejada. “Hoje, tanto as adolescentes quanto as adultas bebem sozinhas pelo simples fato de buscarem diversão e, se não há companhia, se alegram da mesma forma, desde que a bebida seja sua companheira da vez”, explica o Prof. Amadeu Cruz.

Alcoolistas do futuro

O comportamento adotado pelas jovens brasileiras tende a refletir as futuras estatísticas. Assim como os homens, as mulheres têm encontrado pretextos para beber e seja um promoção no trabalho, o término de um relacionamento ou algum outro acontecimento pouco relevante é motivo para sair para beber.

Segundo o especialista, o fator “independência” é o que tem mais chamado a atenção na pesquisa e revela também que, não existe correlação entre o hábito do consumo alcoólico e indícios sociais, como situação financeira, escolar e cultural. “Não há distinção entre os tipos de jovens e mulheres que bebem. Inclusive, a maioria delas apresenta comportamentos saudáveis. A maior questão envolvida é realmente o desejo de ostentar este âmbito masculino”, diz.

Na tentativa de restringir a venda de bebidas alcoólicas para menores de 18 anos, a cidade de São Paulo intensificou a fiscalização em bares, padarias, supermercados, restaurantes, entre outros. Mediante o flagrante do responsável por esses locais, será cobrada uma multa e interdição de 30 dias do estabelecimento. Ações como essa visam reduzir o consumo de álcool entre os mais jovens e suscetíveis alcoólatras de amanhã.

Fonte: Alcoolismo.com.br

Vídeo: Os Perigos do Alcoolismo

Consumo de Drogas na Adolescência

A adolescência é um período de transformações e desenvolvimento humano, caracterizado pelas mudanças anatômicas, fisiológicas, psicológicas e sociais. Por ser um momento de grande aprendizado, descobertas e questionamentos, a maioria dos jovens atravessa este período sem traumas, mas outros possuem seqüelas temporárias ou permanentes.

Os adolescentes querem liberdade e autonomia, eles sentem a necessidade de afeto e proteção dos adultos. A adolescência é uma fase caracterizada pela insegurança camuflada aparente certeza, fortaleza, agressividade e transgressão.  As experiências ocorrem com grande intensidade, podendo haver a adoção de comportamentos que aumentam os riscos, a que estão expostos.

Nos dias de hoje, ­ viver implica em assumir (voluntariamente ou não) padrões de exposição a determinados riscos. Sob a denominação de estilos de vida estão agrupados as escolhas comportamentais, englobando os fatores de proteção e de risco a que estão sujeitos os indivíduos.  Estes fatores estão presentes no individuo, na família, nos amigos, na comunidade, na escola, nas unidades de saúde, em outros. O conceito de risco não se constitui em afirmações determinísticas, mas de possibilidades.

Proteção

Os fatores de proteção são recursos pessoais ou sociais que atenuam ou neutralizam o impacto do risco. Estimulam o senso critico, delimitam referencias e limites. Contribuem para diminuir a probabilidade da ocorrência do uso de drogas.

  • Dentre os fatores de proteção, destacam-se:
  • Educação formal estimulada e valorizada;
  • Critérios na aplicação de regras disciplinares;
  • Diálogo, monitoramento e afetividade familiar;
  • Com acolhimento e acompanhamento nas unidades de saúde;
  • Participação em grupos com objetivos sociais e comunitários, culturais e de lazer.

Risco

Os fatores de risco são situações ambientais, sociais e familiares que favorecem o desencadeamento de um determinado efeito ou comportamento indesejado. Expõem os adolescentes a situações de perigo. Aumentam a probabilidade de ocorrência de uso de drogas.

Dentre os fatores de risco destacam-se:

  • Comprometimento da saúde física e/ou mental;
  • Conflito e/ou violência familiar;
  • Dificuldades de interação social;
  • Vulnerabilidade dos laços sociais;
  • Pais usuário de drogas lícitas e ou ilícitas;
  • Moradia onde a violência e o tráfico de drogas são intensos;
  • Fragilidade das relações institucionais de saúde e de educação.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra acessando a fonte: Ministério da Saúde 


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