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Saúde Mental: Sinais de Que Precisa de Ajuda

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A Huffpost Brasil publicou um artigo bacana, em novembro de 2015, que vale a pena recordar. Quem sente desconforto no peito e palpitação vai logo procurar um cardiologista. Quem se resfria ou tem um mal jeito nas costas, também não deixa de tomar providências. Por que deveria ser diferente quando temos problemas em lidar com as emoções?

É comum pensar que os altos e baixos são parte da vida e que devemos lidar com eles por conta própria. Porém, às vezes as coisas não são simples e podem ser até fatais. Transtornos mentais são doenças sérias, causadas por desequilíbrio nos neurotransmissores, tais como a dopamina e a serotonina, que funcionam como reguladores de humor e controlam o sono, o estresse, entre outros.

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), uma pessoa entre quatro será afetada por problemas mentais em algum momento da vida.

Como qualquer doença, o transtorno mental é tratável. E, quanto mais cedo diagnosticado, maior a chance de cura.

Confira abaixo, os sinais que merecem atenção ou pelo menos uma consulta com seu médico para descartar a possibilidade de doença:

1. Seu humor oscila
É normal experimentarmos mudanças de humor causadas por mudanças nas circunstâncias que nos rodeiam. O importante é observar quando a mudança de humor é desproporcional. “Ficar atolado em emoções e ter dificuldade para sair desse estado” é algo a ter em conta, diz Harini Ramchandran, co-fundadora da Escola de Excelência, uma instituição de programação neurolinguística.

Fique atento para estes sintomas: “Se você se irrita ou se frustra com facilidade e seus níveis de tolerância estão muito baixos”, diz Sanju Gambhi, psiquiatra do Primus Super Specialty Hospital. “Você tem dificuldade de processar corretamente o que as pessoas dizem, sem encontrar explicações razoáveis.”

2. Você sente uma dor inexplicável
A dor é uma mensageira. Seu corpo envia alguns sinais físicos na tentativa de avisá-lo de que há um problema de saúde mental à espreita.

O sinal de alerta virá “na forma de sintomas físicos ou somáticos inexplicáveis, tais como dores no corpo, sintomas gastrointestinais e assim por diante”, diz Samir Parikh, diretor de saúde mental e ciências comportamentais da Fortis Healthcare.

3. Seu mundo parece desmoronar (durante um período prolongado)
“Chamo de efeito cascata múltiplo: quando os relacionamentos com pessoas importantes (amigos, pais, parceiros) ficam confusos e você tende a odiar as pessoas, há um problema”, afirma Ramchandran.

Se você sentir que está perdendo contato com o mundo funcional (relações interpessoais, socialização etc.), provavelmente é hora de parar e reavaliar sua saúde mental.

 

4. Você tem problemas para dormir e falta de apetite
Ambos são sintomas muitas vezes ignorados. Muitos transtornos mentais estão associados a distúrbios do sono. Psicoses, transtornos de humor, transtornos de ansiedade, síndrome do pânico e alcoolismo e costumam ser observados em pacientes que se queixam de problemas para dormir.

Dito isto, não se assuste à toa: não conseguir dormir de vez em quando, ou ter insônia depois de um dia agitado, é normal. 

5. Você anda muito esquecido
“A maioria dos problemas psiquiátricos e psicológicos também provocam dificuldades nos processos cognitivos e mentais, incluindo falta de atenção e concentração, esquecimento e dificuldade na tomada de decisões”, diz Parikh. O mesmo vale para a procrastinação.

“Muita gente fica presa num círculo: tenta se concentrar em algo, mas simplesmente não é capaz – uma parte da pessoa quer, mas outra não quer”, diz Ramchandran. Se vivido com muita freqüência, esse conflito interno merece investigação.

6. Você quer se prejudicar ou se ferir
Este é um sinal de alarme que não deve ser ignorado. Você deve agir imediatamente, procurando ajuda.

Isso inclui o abuso de substâncias. Impulsos incontroláveis de ceder a essas atividades são sinal de que algo não está certo.

Informações parciais da fonte:

http://www.brasilpost.com.br/2015/11/03/6-sinais-saude-mental_n_8461972.html

Protetor solar deve ser usado todos os dias

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A exposição ao sol e, consequentemente, aos raios ultravioletas (UV) tem efeito cumulativo e penetra profundamente na pele, sendo capaz de provocar diversas alterações, como o bronzeamento e o surgimento de pintas, sardas, manchas e rugas e até provocar doenças graves, como o câncer de pele.

De acordo com especialistas, o protetor solar deve ser aplicado ainda em casa, e reaplicado ao longo do dia a cada 2 horas, se houver muita transpiração ou exposição solar prolongada.

É necessário aplicar uma boa quantidade do produto, equivalente a uma colher de chá rasa para o rosto e três colheres de sopa para o corpo, uniformemente, de modo a não deixar nenhuma área desprotegida.

O filtro solar deve ser usado todos os dias, mesmo quando o tempo estiver frio ou nublado, pois a radiação UV atravessa as nuvens.

Também é importante consultar um dermatologista regularmente para uma avaliação cuidadosa da pele, com a indicação do produto mais adequado.

Câncer de pele

Responsável pela maioria dos casos de tumor no Brasil, o câncer de pele é mais comum em pessoas com mais de 40 anos com pele clara, sendo relativamente raro em crianças e negros.

Para prevenir tumores cutâneos, a recomendação é evitar a exposição solar entre 10 horas e 16 horas, período de maior incidência de radiação ultravioleta B, e fazer uso de protetor solar, fator mínimo 30.

Roupas apropriadas, como uma camisa de manga comprida, calças e um chapéu de abas largas e óculos escuros, complementam as estratégias de proteção.

“Temos uma situação privilegiada em relação ao câncer cutâneo: podemos impedir que a doença aconteça através das medidas de proteção solar”, afirma médico dermatologista e coordenador da Campanha Nacional de Combate ao Câncer da Pele, Marcus Maia.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.brasil.gov.br/

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Executivos estão no limite do estresse

Se a sua meta de carreira é a cadeira de direção de uma grande empresa é melhor você encontrar uma válvula de escape para o estresse.

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Pesquisa realizada pela consultoria Talenses mostra que 39% de 115 diretores estão, assumidamente, estressados. Mas este percentual pode ser maior, porque muitas vezes o executivo não se dá conta de que está se sacrificando pelo trabalho.

“A questão é a sensação que o executivo tem em relação ao estresse. Por estar tão envolvido com o trabalho, muitas vezes não se dá conta de que isso acontece com ele”, diz Rodrigo Vianna, diretor executivo da Talenses.

No ano passado, a filial do Brasil da International Stress Management Association (ISMA) estimou que 70% da população economicamente ativa do país já tenham apresentado sintomas (físicos e emocionais) de estresse, tendo no trabalho o seu grande gatilho.

E a pesquisa com os diretores confirma o trabalho como o vilão da história. É que todos os motivos citados como causas do estresse estão relacionados ao expediente. Veja quais são:

1. Pressão na tomada de decisão

“O executivo brasileiro está sob pressão. O mercado hoje está sob pressão”, diz Vianna. Segundo ele, este é o principal fator estressante na rotina dos executivos do topo da hierarquia na empresa.

Dentre os entrevistados, 78% alegaram que se sentem expostos a situações de pressão na tomada de decisão. “À medida que um profissional cresce a sua tomada de decisão não diz mais respeito só ao negócio. Envolve uma série de outros fatores, como a equipe e cenário econômico”, explica.

2. Horas extras no escritório

As longas jornadas no escritório também apareceram na pesquisa. Passar do horário frequentemente ou sempre foi fator pontuado por 62% dos executivos.

“Tem uma questão que é o estilo do brasileiro de trabalhar, sempre em contato com as pessoas, conversando, tem a pausa para o café. Isso tudo faz com que no fim do dia ele fique no escritório uma carga horária maior”, diz Vianna.

3. Realizar tarefas fora do escopo

Com estruturas mais enxutas, o acúmulo de funções virou rotina nas empresas. “Não tem como fugir, a ordem é fazer mais com menos”, diz o diretor da Talenses.Na pesquisa, 58% citaram este fator, quando frequentem como gatilho do estresse.

4. Deixar a família para resolver problemas do trabalho

Segundo o estudo, 30% alegaram que se acionado e ter deixar a família para solucionar questões e problemas do trabalho influencia nesse estado. “Essa é uma questão que está ligada à maneira como o executivo faz a gestão do tempo”, diz Vianna.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://exame.abril.com.br/

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Estresse: vilão ou aliado?

O brasileiro é o povo mais estressado do mundo. Esse foi o resultado de uma pesquisa realizada pela empresa de recrutamento Robert Half, que diz que 40% dos trabalhadores sofrem com esse mal em seu ambiente de trabalho – bem acima da média mundial de 11%.

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Trabalhar com prazos curtos, ter que tomar decisões rápidas e assertivas, atuar em longas jornadas, participar de reuniões exaustivas e ter a habilidade de gerir pessoas, cada uma com sua personalidade. Essa é a rotina de um líder na maioria das organizações, e são eles os maiores responsáveis pelo resultado da pesquisa.

Antes de qualquer coisa, que tal desconstruirmos a imagem tão negativa que temos do “estresse”? No mundo moderno, dizer que está estressado tornou-se uma situação normal. Se temos, por exemplo, um dia corrido, cheio de afazeres, já concluímos que passamos por um dia estressante. O mesmo termo é dado às pessoas grosseiras e sem educação.

O estresse, segundo Dráuzio Varela, é “um mecanismo fisiológico do organismo sem o qual nós, nem os outros animais, teríamos sobrevivido. Se nosso antepassado das cavernas não reagisse imediatamente ao se deparar com uma fera faminta, não teria deixado descendentes. Nós existimos porque nossos ancestrais se estressavam, isto é, liberavam uma série de mediadores químicos (o mais popular é a adrenalina), que provocavam reações fisiológicas para que, diante do perigo, enfrentassem a fera ou fugissem”.

Sim, o estresse nos fez chegar até aqui, e também é responsável por tantos problemas de saúde e relacionamentos. O acúmulo de obstáculos, o dia a dia repetitivo, e todos aqueles fatores citados anteriormente somados a tantas outras adversidades, são situações estressoras que desequilibram a quantidade de mediadores químicos. E é então que vem o desgaste, alterações do humor, tensão muscular, ansiedade e outros sintomas.

Para um líder é de suma importância entender e identificar os fatores estressantes em sua organização. Dependendo do caso, há necessidade de um profissional especializado para analisar em qual ambiente este profissional está inserido e assim trabalharem juntos, utilizando os elementos negativos como trampolim para o sucesso.

Quando entendemos quais fatores nos estressam é mais fácil lidar com eles. Não é possível controlar os fatores estressantes, mas mudar a maneira que reagimos diante deles, sim. Um líder desequilibrado influencia negativamente toda sua equipe. Ele pode contribuir significantemente para a famosa rádio peão, para faltas, conflitos de ideias, baixa produção, comunicação falha e clima de incerteza.

Portanto, o profissional deve ser consciente e orientado, pautado nos objetivos da organização, de sua equipe e principalmente seus próprios. O líder deve ser firme em seus propósitos, consciente de que gestão de pessoas não é apenas comandar um monte de subordinados e sim gerir seres únicos, diferentes em sua concepção.

Vivemos em um mundo onde os estímulos “estressantes” estão em tudo. Se não soubermos como enfrentar nosso dia a dia com mais leveza, ficaremos doentes e contribuiremos com a doença do outro.
Comece mudando as atitudes mais básicas. Durma direito, desligue-se por um momento dos problemas, alimente-se melhor, faça atividades físicas, crie e curta momentos de prazer. Arrume tempo para si e principalmente busque mudanças refletindo sobre a melhor maneira de enfrentar as adversidades. Resolva seus problemas, pare de empurrar com a barriga.

Por favor, não deixe de ser estressado, mas use toda a sua energia, para construir e contribuir. E que tal amanhã, quando estiver preso no trânsito, em vez de se estressar, aproveitar o momento e ouvir aquele CD de que tanto gosta? Se o estresse será um vilão ou aliado, quem decide é você!

Marcelo Cardoso é especialista em coaching, PNL (Programação Neuro Linguística) e fundador da Arco 7.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.administradores.com.br/

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Estresse prejudica a saúde, a pele, engorda e acelera o envelhecimento

A conta é simples, mas o resultado raramente fecha. A rotina da maioria das mulheres incluem oito horas de sono, somadas a oito horas de trabalho, no mínimo uma hora no trânsito, mais em média duas horas para as refeições e uma hora para os cuidados pessoais básicos. Do total de 20 horas completamente preenchidas, quatro é o que resta para ser dividido entre cuidados com a casa, crianças, estudos, vida pessoal, social e atividades físicas. O problema é que nunca sobra tempo e, essa correria diária, somada à pressão interna para que tudo seja realizado em tempo e com sucesso gera um grande estresse.

People dancing together on beach

– As múltiplas tarefas assumidas somadas a um alto grau de exigências consigo mesmas tem levado muitas mulheres ao estresse. E com toda essa pressão interna, é comum que elas se sintam irritadas, ansiosas e até mesmo tristes – diz Aretusa dos Passos Baechtold, psicóloga do Instituto Psicológico de Controle do Stress Dra. Marilda Lipp (IPCS).

A especialista explica ainda que o estresse prolongado pode levar a mulher a desenvolver distúrbios mais graves como anorexia, bulimia, ansiedade e depressão.

Mas as influências psicológicas do estresse não aparecem sozinhas. O físico também é bombardeado com a liberação de substâncias como adrenalina, cortisol e prostaglandinas que comprometem a imunidade e as funções corporais.

– É perfeitamente normal algum nível de estresse, o problema está no excesso. Quando ficamos “bombardeando” o corpo com um mecanismo de adaptação o tempo todo, e por muito tempo, geramos condições não saudáveis que podem acarretar diversas doenças graves como derrames, infartos, câncer e demências – exemplifica o Dr. Fábio Cardoso, médico especialista em anestesiologia, longevidade e antienvelhecimento.

O que começa no psicológico e passa pela parte física interna, logo se torna aparente do lado externo também. Aumento da oleosidade da pele, surgimento de acne,queda de cabelo e ocorrência de alterações nas unhas são os principais sinais de estresse emitidos pelo corpo.

– Situações de tensão extrema desencadeiam alterações do fluxo sanguíneo e a redução da nutrição da pele. Esse processo leva ao aumento da velocidade de deterioração das células – explica Dr. Fábio Cardoso.

O peso é outro fator que pode sofrer alterações decorrentes do estresse. Segundo o Dr. Fábio, por reduzir a capacidade do corpo de “queimar” calorias é comum que o estresse engorde.

– Outro dado importante é que níveis elevados de cortisol, o hormônio relacionado ao estresse, aumentam a retenção hídrica no corpo. Além do “inchaço”, esta retenção aumenta os espaços entre as células, dificultando as trocas e a passagens de informações entre elas, gerando um desequilíbrio no processo de manutenção da saúde do corpo. E, é óbvio que a beleza sofre junto – diz Dr. Fábio Cardoso.

A conta é simples, mas o resultado raramente fecha. A rotina da maioria das mulheres incluem oito horas de sono, somadas a oito horas de trabalho, no mínimo uma hora no trânsito, mais em média duas horas para as refeições e uma hora para os cuidados pessoais básicos. Do total de 20 horas completamente preenchidas, quatro é o que resta para ser dividido entre cuidados com a casa, crianças, estudos, vida pessoal, social e atividades físicas. O problema é que nunca sobra tempo e, essa correria diária, somada à pressão interna para que tudo seja realizado em tempo e com sucesso gera um grande estresse.

– As múltiplas tarefas assumidas somadas a um alto grau de exigências consigo mesmas tem levado muitas mulheres ao estresse. E com toda essa pressão interna, é comum que elas se sintam irritadas, ansiosas e até mesmo tristes – diz Aretusa dos Passos Baechtold,psicóloga do Instituto Psicológico de Controle do Stress Dra. Marilda Lipp (IPCS).

A especialista explica ainda que o estresse prolongado pode levar a mulher a desenvolver distúrbios mais graves como anorexia, bulimia, ansiedade e depressão.

Mas as influências psicológicas do estresse não aparecem sozinhas. O físico também é bombardeado com a liberação de substâncias como adrenalina, cortisol e prostaglandinasque comprometem a imunidade e as funções corporais.

– É perfeitamente normal algum nível de estresse, o problema está no excesso. Quando ficamos “bombardeando” o corpo com um mecanismo de adaptação o tempo todo, e por muito tempo, geramos condições não saudáveis que podem acarretar diversas doenças graves comoderrames, infartos, câncer e demências – exemplifica o Dr. Fábio Cardoso, médicoespecialista em anestesiologia, longevidade e antienvelhecimento.

Aumento da oleosidade da pele, surgimento de acne, queda de cabelo e ocorrência de alterações nas unhas são os principais sinais de estresse emitidos pelo corpo.” Dr. Fábio Cardoso

O que começa no psicológico e passa pela parte física interna, logo se torna aparente do lado externo também. Aumento daoleosidade da pele, surgimento de acne,queda de cabelo e ocorrência de alterações nas unhas são os principais sinais de estresse emitidos pelo corpo.

– Situações de tensão extrema desencadeiam alterações do fluxo sanguíneo e a redução da nutrição da pele. Esse processo leva ao aumento da velocidade de deterioração das células – explica Dr. Fábio Cardoso.

O peso é outro fator que pode sofrer alterações decorrentes do estresse. Segundo o Dr. Fábio, por reduzir a capacidade do corpo de “queimar” calorias é comum que o estresse engorde.

– Outro dado importante é que níveis elevados de cortisol, o hormônio relacionado ao estresse, aumentam a retenção hídrica no corpo. Além do “inchaço”, esta retenção aumenta os espaços entre as células, dificultando as trocas e a passagens de informações entre elas, gerando um desequilíbrio no processo de manutenção da saúde do corpo. E, é óbvio que a beleza sofre junto – diz Dr. Fábio Cardoso.

Uma boa forma de prevenir esse estresse e suas influências psicológicas e físicas é a prática de exercícios físicos. Mas como acrescentar mais uma hora na rotina? Não seria esse mais um motivo de estresse? Não! Apesar de ser uma das atividades mais negligenciadas, os exercícios são fundamentais. Conforme os especialistas, a hora a mais que eles ocupam se transformam em horas a mais de qualidade de vida e beleza.

– A prática esportiva tem papel fundamental dentro do controle e tratamento de estresse. Além de melhora a condição de adaptação do organismo a situações de estresse, ela libera substancias que nos trazem sensação de prazer e relaxamento, melhorando inclusive a qualidade do sono – explica Aretusa Baechtold.

– Estar em movimento faz a pessoa respirar melhor, o que contribui para controlar ansiedade, e gera adaptações de melhora nos processos recuperativos dos tecidos corporais. Ou seja, podem melhorar a pele, o cabelo e as unhas, além de reduzir a celulite e emagrecer. Enfim, o exercício físico é uma terapia eficaz no combate ao estresse e ainda pode deixar a mulher mais bonita – conclui Dr. Fábio Cardoso.

Além de servirem como “terapia” contra o estresse, os exercícios físicos trazem consigo uma enxurrada de benefícios físicos, portanto inclua alguma atividade na sua rotina já!

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Cuidados simples podem prevenir doenças oculares

A conjuntivite é uma das doenças que mais acometem os olhos. Porém, se a pessoa tiver uma boa conduta com o órgão da visão diariamente, há uma grande chance de evitar ou transmitir este tipo de enfermidade, que inflama a conjuntiva, membrana transparente e fina que reveste a parte da frente do globo ocular (o branco dos olhos) e o interior das pálpebras. Não usar objetos comuns, ter a própria toalha de rosto, usar lenço de papel, não levar as mãos aos olhos, manter as mãos higienizadas, podem impedir que a pessoa dissemine a infecção ocular.

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Existem várias formas de conjuntivite, e, geralmente, são altamente contagiosas. Os sintomas são coceira, irritação, dor, fotofobia, mal-estar e, às vezes, até febre. As principais causas de conjuntivites são as bactérias, fungos, vírus e reações alérgicas. “Nas conjuntivites virais, praticamente todos os tipos são contagiosos”, alerta o especialista em oftalmologia e professor da Faculdade de Medicina da Pontíficia Universidade Católica (PUC-Sorocaba), João de Campos Aguiar Filho. 

Há as que acontecem normalmente em municípios mais ligados à produção rural, onde o pólen das plantas circula livremente e atinge as pessoas sensíveis. Porém, os casos alérgicos são mais variados, porque há como ter alergia sem saber, como por animais domésticos e maquiagem. 

De acordo com Aguiar Filho, as alternativas a fim de curar o olho são enormes. “Leite de mulher, água do sereno, vale do não sei o que; parece brincadeira, mas é verdade. No leite realmente há anticorpos, mas não o suficiente.” Cada conjuntivite tem o tratamento adequado, de acordo com sua natureza. Nas bacterianas são utilizados colírios antibióticos. Já com os virais esses antibióticos não funcionam. “É muito comum ir à farmácia e pegar este colírio antibiótico. Às vezes, é caro e não tem ação nenhuma”, explica. Segundo o médico, o tratamento do viral é lavar os olhos com frequência com água ou soro fisiológico e também utilizar colírios mais simples. Na alérgica, é preciso evitar entrar em contato com a substância causadora da alergia.

A frequência com que se deve ir ao oftalmologista é uma vez por ano, de acordo com Aguiar Filho. Porém, no Brasil, é raro ver pessoas seguindo esse cronograma. Então, pelo menos a cada cinco anos já é interessante. “As causas mais comuns de cegueira estão relacionadas com vários assuntos, como a catarata não operada, que é uma cirurgia simples.” Ou seja, exames rotineiros podem evitar diversas enfermidades.

Outros problemas

Para o estrabismo existem oftalmologistas que cuidam apenas da motricidade ocular. “”Quando olhamos a uma distância superior a 5 metros, os olhos devem estar paralelos. O movimento é feito por músculos que atuam em conjunto, contudo, quando há desequilíbrio, ocorre o estrabismo. Deve ser corrigido por correção ótica ou até mesmo cirurgia”, elucida. 

De acordo com o médico, é comum encontrar pessoas com olho vermelho com hemorragia subconjuntival. “Ficam altamente apreensivas, porque o olho está vermelho. Porém, é mais feio do que grave.” A atenção deve focar na hemorragia interna do olho, que não se vê, mas perde a visão. Portanto, o exame de rotina é essencial – que verifica se há hemorragia.

Já a “viuvinha” é uma inflamação da raiz dos cílios. A pálpebra fica ligeiramente inflamada, com coceira e ardência. Outra que acomete os olhos é a retenção da secreção sebácea dentro das glândulas do interior da pálpebra. “Esta não tem problema, a não ser quando cresce e passa a incomodar.” 

É preciso também ter cuidado com algum corpo estranho que invada a córnea. “Se o trabalhador teimar em não usar os óculos de segurança recomendados. Assim, os olhos podem ser atingidos por faíscas, fagulhas. O corpo estranho mergulha na córnea, fica preso e necessita de intervenção cirúrgica.”

A lágrima limpa e protege o olho das substâncias estranhas ou micro-organismos. A falta de vitamina A no organismo pode fazer com que o olho fique seco, assim produzindo pouca lágrima (ou não tenha). Assim, recomenda-se os colírios lubrificantes e o soro fisiológico. 

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