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Obesidade quadruplica em países em desenvolvimento, diz relatório

O número de adultos acima do peso ideal ou obesos nos países em desenvolvimento quase quadruplicou desde 1980, diz um relatório divulgado na Grã Bretanha. De acordo com o estudo, quase um bilhão de pessoas vivendo nesses países –nações como China, Índia, Indonésia, Egito e Brasil– estão acima do peso.

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O relatório prevê um “enorme aumento” em casos de ataques cardíacos, derrames e diabetes à medida que os hábitos alimentares no mundo em desenvolvimento se aproximam dos padrões de países desenvolvidos, com mais consumo de açúcar, gordura animal e alimentos industrializados na dieta.

O estudo, feito pelo Overseas Development Institute, um dos principais centros de estudo sobre desenvolvimento internacional da Grã-Bretanha, comparou dados de 1980 com dados de 2008, e verificou que na América Latina, por exemplo, o percentual de pessoas acima do peso recomendado era de 30% em 1980 e de quase 60% 18 anos depois.

OBESIDADE GLOBALIZADA

Globalmente, o percentual de adultos que apresentavam obesidade ou sobrepeso –que têm um Índice de Massa Corporal (IMC) superior a 25– cresceu de 23% para 34% entre 1980 e 2008. Em números absolutos, isso representa um crescimento de 250 milhões de pessoas em 1980 para 904 milhões em 2008.

A maior parte deste aumento foi visto no mundo em desenvolvimento, especialmente nos países onde os rendimentos da população cresceram, como no Egito e no México.

O relatório do ODI diz que a composição das dietas nesses países mudou de cereais e grãos para o consumo de mais gorduras, açúcar, óleos e produtos de origem animal.

Isso se compara a 557 milhões em países de alta renda. No mesmo período, a população mundial quase dobrou.

Ao mesmo tempo, no entanto, a subnutrição é ainda reconhecida como um problema para centenas de milhões de pessoas no mundo em desenvolvimento, particularmente entre as crianças.

As regiões do Norte da África, Oriente Médio e América Latina apresentaram grandes aumentos nas taxas de sobrepeso e obesidade, para cerca de 58% da população geral, um nível em pé de igualdade com a Europa.

Enquanto a América do Norte ainda tem o maior percentual de adultos com excesso de peso, 70%, regiões como a Austrália e sul da América Latina não ficam muito atrás, com 63%.

O maior crescimento em pessoas com sobrepeso ocorreu no sul da Ásia oriental, onde a percentagem triplicou a partir de um ponto de partida mais baixo, de 7%, para 22%.

Entre os países, o relatório descobriu que a taxa de sobrepeso e obesidade quase dobrou na China e no México, e aumentou em um terço na África do Sul desde 1980.

Muitos países do Oriente Médio também registraram um alto percentual de adultos com excesso de peso.

‘PUBLICIDADE, INFLUÊNCIAS DA MÍDIA’

Um dos autores do relatório, Steve Wiggins, apontou para várias razões explicando os aumentos.

“Com renda mais alta, as pessoas têm a possibilidade de escolher o alimento que eles querem. Mudanças no estilo de vida, o aumento da disponibilidade de alimentos processados, publicidade, influências da mídia… tudo isso levou a mudanças na dieta”, afirma.

Wiggins vê o fenômeno especialmente em economias emergentes, onde uma maior classe média vive em centros urbanos e faz pouco exercício físico.

O resultado, diz ele, é “uma explosão de sobrepeso e obesidade nos últimos 30 anos”, o que poderia levar a sérias implicações para a saúde.

O estudo cita países que conseguiram evitar aumentos da obesidade graças à valorização de dietas tradicionais à base de cereais e vegetais, como Peru e Coreia do Sul.

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Diabetes e o Esporte: exercícios em dias alternados são recomendados

O dia 14 de novembro é o Dia Mundial do Diabetes (ou Diabetes Mellitus). É uma doença crônica que é representada pelo aumento dos níveis de açúcar no sangue, a hiperglicemia.

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tipo 2 é o mais comum nas pessoas com mais de 40 anos, e sua causa não está bem definida, pois o que se sabe é que pessoas com maiores riscos de desenvolverem o diabetes têm familiares próximos com essa doença. Pelo menos duas das seguintes condições estão presentes: obesidade ou sobrepeso, principalmente aumento abdominal (“a famosa barriga”), falta de atividade física, usuários de medicações que aumentam os níveis de glicose no sangue (como os corticoides).

Em geral, independente do tipo, além do óbvio controle alimentar, a prática de atividades físicas, são fundamentais para manter os níveis de glicose e o peso adequados e evitar possíveis complicações da doença. Para que seja efetiva a prática física deve ser aeróbica (caminhar, nadar, andar de bicicleta…) em 60% e 40% de fortalecimento muscular, em dias alternados e sempre alternando, em cada dia, os músculos exigidos no treino, para dar chance de recuperação muscular entre um dia e outro de exercícios físicos.

Os sintomas mais comuns do diabetes são: muita sede, rápida perda de peso, muita fome, cansaço inexplicável, grande vontade de urinar, dificuldade para cicatrização, infecções frequentes, visão embaçada, tonturas e falta de concentração. Não é necessário ter todos os sintomas para se desconfiar da doença. Em muitos casos está associada a níveis elevados de pressão arterial e do LDL ( o colesterol ruim).

diabetes tipo 1 aparece quando o organismo produz pouco ou não produz o hormônio insulina, responsável pela regulação dos níveis de açúcar no sangue. Apesar de a doença aparecer em qualquer idade, o tipo 1 é mais comum em crianças e adolescentes até os 14 anos. Nos últimos anos, o número de crianças portadoras de diabetes tipo 1 vem crescendo, mas o tipo 2, que era comum em adultos obesos, também aumentou entre as crianças devido à alimentação inadequada e á falta de atividade física, que levam ao aumento de peso.

Prevenção e cuidados gerais

Para se prevenir do diabetes, tendo risco familiar e pessoal aumentado para isso, a prática de atividades físicas moderadas reduz em até 70% o risco de desenvolver a doença, pois aumenta a sensibilidade do organismo à insulina produzida, que eleva sua eficiência diminuindo o nível da glicemia.

hidratação é básica, pois em geral a função renal do diabético é mais sensível ao estado de desidratação mesmo leve. a prática regular de atividade física é eficaz para controle. Uso de medicamentos (antidiabéticos orais e insulinas) só deve ser prescrito e orientado pelo médico.

Cuidados com dietéticos

Incrivelmente, estudos científicos alertam para o consumo de refrigerantes dietéticos, pois indivíduos que ingeriram mais de um refrigerante dietético por dia apresentaram um risco 44% maior de desenvolver doenças metabólicas como diabete, hipertensão e elevação das gorduras no sangue (triglicérides) em comparação com aqueles que ingeriram menos de um refrigerante dietético por dia. Outro alerta é sobre alguns adoçantes que tem o radical sódio na fórmula, o que aumenta o risco de desenvolver hipertensão arterial (sacarina sódica, ciclamato sódico). Existem outros de bons resultados como a sucralose e o aspartame.

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Dieta rica em proteína animal aumenta risco de Diabetes

Manter um peso saudável e praticar atividades físicas são algumas das recomendações para que as pessoas se previnam do diabetes tipo 2. A doença pode ser causada por uma combinação de fatores genéticos e ambientais, como a obesidade e o sedentarismo, por exemplo.

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Agora, cientistas franceses descobriram que diminuir o consumo de alimentos ricos em proteína animal também pode ser uma forma de reduzir o risco da condição. Isso porque esses alimentos aumentam a acidez no organismo, o que, segundo os pesquisadores, pode levar ao diabetes.

“Este é o primeiro estudo a estabelecer um vínculo entre a carga ácida da alimentação e um aumento significativo do risco de diabetes tipo 2”, diz Guy Fagherazzi, coordenador do estudo, cujos resultados foram publicados nesta terça-feira no periódico Diabetologia. Segundo Fagherazzi, carnes, especialmente as processadas industrialmente, além de queijos e produtos derivados do leite, estão entre os alimentos mais acidificantes. Frutas e legumes, por outro lado, são alcalinizantes.

Os autores do estudo relacionaram os hábitos alimentares das mulheres com a chance de elas terem a doença e, depois, ajustaram os resultados de acordo com outros fatores de risco, como obesidade, sedentarismo e tabagismo. As conclusões da pesquisa indicaram que as participantes que mais consumiam alimentos que aumentam a acidez do organismo apresentaram um risco 56% maior de desenvolver diabetes tipo 2 do que as que menos ingeriam esses alimentos.

A pesquisa ainda sugeriu que o efeito negativo desse tipo de alimentação é maior em mulheres que não apresentam outros fatores de risco para a doença do que entre aquelas que já são obesas ou sedentárias, por exemplo.

Os autores acreditam que uma maior acidez no organismo pode ajudar a aumentar o risco de resistência à insulina, levando ao diabetes. No entanto, eles admitem que são necessárias pesquisas maiores para que os resultados sejam confirmados.

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Descubra os mitos e verdades sobre o Diabetes

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Segundo estimativa da Sociedade Brasileira de Diabetes, há 12 milhões de diabéticos no País. Descubra alguns mitos e verdades sobre a doença:

1. Consumir muito doce causa diabetes? Mito. A doença surge porque o pâncreas para de produzir insulina (diabetes tipo 1) ou como reflexo de maus hábitos de vida, entre eles, obesidade e sedentarismo (diabetes tipo 2);

2. Diabetes gestacional traz riscos à mãe e ao bebê? Verdade. A mãe pode ter pré-eclâmpsia (hipertensão na gestação), ganhar peso excessivo e abortar precocemente enquanto a criança pode nascer muito grande, apresentar insuficiência pulmonar ou sofrer traumatismos;

3. Todo o diabético precisa de insulina? Mito. O uso de insulina depende do tipo de diabetes. No tipo 1 o hormônio é fundamental para a sobrevivência do paciente, mas no tipo 2 geralmente o controle é feito com medicamento oral;

4. Mulheres com diabetes podem engravidar? Verdade. A doença não impede a possibilidade da gestação nem do ato de amamentar. Nesse caso, a única recomendação é planejar a gravidez para a mulher prevenir complicações;

5. O diabético não pode consumir frutas? Mito. O portador de diabetes pode comer de tudo, inclusive doce, desde que em porções menores e de acordo com orientação da nutricionista. Algumas frutas têm mais frutose (açúcar), mas isso não significa que são proibidas;

6. O tratamento do diabetes permite uma vida duradoura? Verdade. O controle da glicemia associado aos hábitos de vida saudáveis permite que o paciente viva mais e com saúde. O diabetes não impede viagens, baladas, prática de exercícios e etc;

7. Todo diabético vai ter problemas nos pés? Mito. Se o paciente seguir o tratamento corretamente, ele consegue prevenir tanto a neuropatia diabética (falta de sensibilidade nos pés) como qualquer outra complicação decorrente da doença;

8. O estresse ajuda a descontrolar a glicemia? Verdade. O estresse, a depressão e a ansiedade podem alterar os valores de glicemia, por isso é sempre importante manter a calma;

9. O diabético não pode ingerir bebida alcoólica? Mito. O consumo de álcool é permitido desde que com alguns cuidados e moderação. A recomendação é sempre beber junto a uma refeição e nunca de “estômago vazio” porque o álcool tende a diminuir a glicemia e levar a um quadro de hipoglicemia;

10. O diabético pode comer alimento diet e light à vontade? Mito. Nem todos os alimentos dessas categorias são totalmente isentos de açúcar. Por isso, é importante sempre verificar o rótulo e consumi-los com moderação;

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Novembro Azul 2013: Já Fez Seu Preventivo?

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Novo órgão envolvido no controle da Obesidade

Não entre em pânico. O novo órgão não é uma agência federal encarregada de monitorar seu peso ou controlar sua dieta. O novo órgão é sua microbiota. Um novo estudo demonstrou que o transplante de microbiota não só é possível, mas pode ajudar a controlar a obesidade.

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Provavelmente você não sabia que tem um órgão chamado microbiota, mas isso não é motivo de vergonha. Faz pouco tempo que os cientistas passaram a acreditar que a coleção de microrganismos que habitam nosso intestino (a flora intestinal) pode ser considerada uma espécie de órgão, necessário para o bom funcionamento de nosso corpo.

Bilhões de microrganismos vivem no nosso intestino. São milhares de espécies distintas. A população de microrganismos que habitam nosso intestino é maior que o número de células que compõem nosso corpo. Durante muito tempo se acreditou que a flora intestinal era uma mera consequência da ingestão de alimentos contendo outros seres vivos. Acreditávamos que eles viviam em nosso intestino aproveitando os restos de alimentos, vez por outra provocando uma diarreia. Em meados do século 20, muitos consideravam a flora intestinal perniciosa e se submetiam a lavagens intestinais periódicas, para eliminar parte desses microrganismos, se mantendo “limpos” por dentro.

Nas últimas décadas, o verdadeiro papel desses microrganismos começou a ser compreendido. Foi descoberto que muitos deles degradam parte dos alimentos que ingerimos e produzem moléculas importantes que são absorvidas por nosso intestino, inclusive algumas vitaminas que nós próprios não somos capazes de produzir. Também se descobriu que a manutenção desses bichinhos é importante para nosso processo digestivo e que, quando nossa flora intestinal é alterada pela ingestão de antibióticos, é necessário repor a coleção. Surgiram produtos alimentares, como iogurtes, que contêm microrganismos que ajudam na reposição da flora intestinal, entre eles os famosos “lactobacilos vivos”.

Com o desenvolvimento do sequenciamento de DNA, essa população de microrganismos pode ser estudada em detalhe. Hoje sabemos que a composição da microbiota varia entre populações, é parcialmente estável, pode ser influenciada pela dieta, e é diferente em pessoas magras e obesas.

Foi essa observação que levou os cientistas a suspeitar que talvez a composição da microbiota possa ser um dos fatores que determinam se uma pessoa é magra ou obesa. Mas como testar essa hipótese? O mais simples seria eliminar a flora intestinal de uma pessoa magra e recolonizar seu intestino com a microbiota de uma pessoa obesa. Usei recolonizar como um eufemismo para evitar dizer que o receptor teria de receber (eufemismo para ingerir) conteúdo intestinal (eufemismo para fezes) do doador. Um experimento no mínimo desagradável. A solução foi usar camundongos.

Foram identificados pares de pessoas gêmeas em que um membro do par era obeso e o outro, magro. Essas pessoas doaram amostras de suas fezes. Os microrganismos presentes nas fezes foram transferidos para camundongos geneticamente idênticos, criados em condições estéreis, e que, portanto, não possuíam microrganismos em seus intestinos. Após receberem os microrganismos, os dois grupos de camundongos foram mantidos com a mesma dieta. Para surpresa dos cientistas, os camundongos que receberam microrganismos de pessoas obesas se tornaram obesos e os que receberam amostras de pessoas magras permaneceram magros. Esse experimento simples demonstra que a microbiota de pessoas obesas é capaz de alterar de tal forma o metabolismo dos camundongos que eles se tornam obesos mesmo consumindo a mesma dieta.

Esse novo modelo experimental vai permitir um estudo detalhado do papel da microbiota na obesidade humana. Usando esse modelo, os cientistas já descobriram que, se colocarem camundongos gordos na mesma gaiola dos magros, os gordos emagrecem, pois, como eles comem as fezes um dos outros (são coprófagos), a microbiota dos magros é transmitida para os gordos, fazendo com que eles emagreçam. Já o caminho inverso não foi observado, a microbiota dos gordos não passa para os magros. Analisando quais microrganismos estavam presentes nas duas microbiotas, os cientistas identificaram 39 espécies que poderiam ser responsáveis pela obesidade. Mas, quando somente esse grupo foi inoculado, não foi possível tornar os camundongos obesos. Também foi descoberto que a dieta dos camundongos afeta o resultado dos experimentos. Uma dieta mais rica em fibra é necessária para que os camundongos obesos sejam colonizados pela microbiota dos camundongos magros.

A demonstração de que é possível transplantar microbiotas e que elas carregam parte determinante da obesidade humana abre um enorme campo de investigação. Nos próximos anos provavelmente serão isolados os microrganismos responsáveis pela obesidade e, talvez, no futuro tenhamos métodos capazes de regular nossa microbiota, reduzindo a incidência da obesidade.

Já imagino a receita: “Para Fernando Reinach, ingerir duas colheres de microrganismos emagrecedores ao dia, durante 10 dias”. Prometo que vou tentar engolir o remédio me esforçando para esquecer a origem.

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Alerta contra o Excesso de Peso

A Organização Mundial da Saúde (OMS) considera a luta contra a obesidade uma prioridade, pois ela é um dos principais problemas de saúde enfrentados atualmente nos países desenvolvidos e em desenvolvimento. O excesso de peso está associado a uma série de doenças não contagiosas e compromete a qualidade de vida. No dia Nacional de Controle da Obesidade, saiba o que é preciso para prevenir o excesso de peso e ter uma vida saudável.

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Segundo a Coordenadora-Geral de Alimentação e Nutrição do Ministério da Saúde, Patrícia Jaime, prevenir a obesidade é muito importante para a população. “A obesidade vem aumentando ano a ano e uma parcela de brasileiros que não tinham obesidade, tem se tornado obesa.”

Na Atenção Básica são realizadas ações de prevenção, de educação alimentar e nutricional e promoção de vida saudável. Segundo a Coordenadora do CGAN, essas ações são promovidas pelos Núcleos de Apoio à Saúde da Família (NASF) que são compostos por nutricionista, educador físico, psicólogo e outros profissionais. “A população é orientada pelos profissionais de saúde em conjunto com o médico de Saúde da Família, com o agente comunitário e enfermeiros a adotar uma alimentação mais saudável e praticar atividades físicas”, explica.

O Sistema Único de Saúde (SUS) dispõe de polos da academia de saúde em todo o Brasil. São espaços que ficam próximos às Unidades Básicas de Saúde e servem para a promoção da atividade física, dança e práticas corporais sempre com profissionais de saúde supervisionando essas atividades. A coordenadora explica que “No dia a dia do cuidado da família na UBS ou mesmo no atendimento em domicílio são observadas as práticas alimentares da família. No atendimento na unidade básica as pessoas têm seu peso e altura aferidos, é uma rotina de vigilância do estado nutricional de todo usuário do SUS, avaliando e identificando o risco para o desenvolvimento da obesidade”.

Mudança de vida – A autônoma Lílian Lopes, 25 anos, nunca teve bons horários para comer. Ela confessa que sempre dormia tarde, se alimentava durante a madrugada e não seguia uma rotina alimentar. “Isso me fazia engordar bastante, pois eu não tinha hora para comer e quando comia, qualquer besteira já estava bom para mim e eu deixava de almoçar ou jantar normalmente”, diz. Após algum tempo o sobrepeso começou a afetar outras partes do corpo e ela apresentou dores nos joelhos e também insônia.

Lílian procurou um ortopedista, que a informou que a obesidade atrapalhava o bom funcionamento dos seus joelhos, pois não estavam preparados para suportar o sobrepeso. “Eu já estava insatisfeita com o peso e com a autoestima baixa. Depois de um tempo, passei a sofrer com pressão alta e problemas para dormir. Decidi procurar ajuda especializada e fui encaminhada para uma cirurgia bariátrica”, explica ela, que hoje afirma ser uma nova pessoa. Para Lílian, que perdeu 58kg, procurar tratamento foi a melhor solução e hoje ela se considera mais saudável e mais feliz.

De acordo com a Coordenadora do CGAN, o excesso de peso é um fator de risco para doenças que acometem a muitos brasileiros, como diabetes, doenças cardiovasculares e até alguns tipos de câncer. O tratamento é feito a partir de avaliação do grau da obesidade que o paciente apresentar. “Pacientes com obesidade severa, que não tiveram resposta na atenção básica nem na atenção especial, com cardiologistas e endocrinologistas, no intervalo de dois anos, podem ter indicação para a cirurgia bariátrica, após avaliação de exames e critérios” explica.

O procedimento é feito no âmbito hospitalar e de acordo com Patrícia Jaime, apresenta diversos resultados positivos na perda de peso e também no controle de outras doenças associadas. O Ministério da Saúde lançou portaria que redefiniu as diretrizes para a organização da prevenção e do tratamento do sobrepeso e obesidade como linha de cuidado prioritária da Rede de Atenção à Saúde das Pessoas com Doenças Crônicas, ampliando assim, o acesso da população aos cuidados com a saúde.

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Evite os sete maiores erros no combate à Obesidade

Amanhã é o Dia Mundial de Combate à Obesidade, doença relacionada a muitas causas e, por isso mesmo, de tratamento lento e multidisciplinar. A obesidade pode estar ligada a distúrbios alimentares, ao sedentarismo, a disfunções hormonais e, por trás disso tudo ainda, à herança genética. Um time de educadores físicos, nutricionistas, psicólogos e endocrinologistas forma a melhor equipe para dar um fim nos quilos a mais.

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De acordo com o endocrinologista Amélio Godoy Matos, ex-presidente da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM) e da Associação para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (ABESO), a maior parte dos tratamentos inclui um arsenal de remédios, já que são poucos os casos em que o paciente consegue reverter o problema apenas com disciplina. “Isso não significa, entretanto, que o uso de remédios dispense a adoção de hábitos saudáveis”, explica.

E está aí um dos principais nós relacionados ao controle de peso: muita gente acha que basta controlar a medicação para que os quilos comecem a desaparecer. “Quando isso não acontece, vem a frustração e o abandono das consultas”, aponta. O erro é comum, mas não o único. Se você já tentou emagrecer e não alcançou sua meta, veja os principais erros, apontados por especialistas, no tratamento da obesidade:

Ignorar as calorias totais da dieta

“A alimentação desequilibrada é um dos principais fatores relacionados à obesidade”, afirma a educadora física e doutoranda em nutrição Ana Dâmaso, coordenadora do Grupo de Estudo da Obesidade (GEO) da Unifesp. Segundo ela, quando este fator está associado ao excesso de peso, tona-se necessária a reeducação alimentar. Tudo começa estabelecendo um limite máximo de calorias que podem ser consumidas diariamente. “Uma pessoa acima do peso provavelmente ingere muito mais calorias do que seu metabolismo é capaz de queimar”, afirma a especialista. Para isso, procure um bom nutricionista que possa elaborar um cardápio individual.

Fazer escolhas pouco saudáveis à mesa

Bobagem ficar dentro das calorias previstas para o dia se os alimentos que você consome têm valor nutricional nulo. De acordo com a educadora física Ana, gorduras e açúcares são os grupos de alimentos mais presentes na alimentação do paciente com obesidade. Aprender a montar um prato colorido com muitas frutas, legumes e verduras, e uma parcela menor de carboidratos e proteínas, faz parte da reeducação alimentar. “Com o tempo, os pacientes percebem que não é preciso passar fome ou comer alimentos sem graça para perder peso”, explica.

Manter o sedentarismo

“Exercícios físicos são uma das principais estratégias terapêuticas não medicamentosas para combater a obesidade”, diz a educadora física Ana. Segundo a especialista, atualmente exercícios valem por remédio. O método mais eficaz para perder peso é combinar exercícios aeróbios, como a caminhada, com exercícios resistidos, com a musculação. “Juntos, eles não só combatem a obesidade, como ainda ajudam no controle da síndrome metabólica e da esteatose hepática não alcoólica (acúmulo de gordura no fígado)”, explica. Antes de iniciar o treino, procure um profissional para não realizar movimentos incorretos ou exagerar na dose, o que pode gerar lesões.

Perder o controle da ansiedade

A obesidade é uma doença multifatorial e, na maior parte dos casos, está ligada a disfunções emocionais. “Grande parte dos pacientes sofre de ansiedade, estresse e outros problemas que podem levar à compulsão alimentar, por exemplo”, afirma o endocrinologista Marcos Antonio Tambascia, professor da Unicamp. Por isso, incluir um terapeuta comportamental no tratamento da obesidade pode ser fundamental para alcançar o sucesso.

Adotar outros hábitos prejudiciais

“Principalmente pacientes que foram submetidos à cirurgia bariátrica são mais propensos a adotar outros hábitos prejudiciais para compensar o prazer que deixaram de ter por não poder comer compulsivamente”, afirma o endocrinologista Marcos. Segundo ele, é comum pacientes começarem a fumar e beber ao tentar seguir uma alimentação saudável. Por outro lado, alguns pacientes se sentem estimulados a mudar completamente de vida quando dão início ao tratamento da obesidade. Assim, começam a praticar exercícios, investem na reeducação alimentar e, de quebra, ainda adotam outros hábitos saudáveis como medida de prevenção da saúde.

Retomar os erros após a perda de peso

O paciente com tendência a ter obesidade não pode vacilar. Hábitos saudáveis adotados para perder peso devem ser mantidos mesmo após alcançar a meta. “Muitos pacientes acabam retomando os quilos perdidos porque deixam a disciplina de lado com o tempo”, diz o endocrinologista Marcos. Segundo ele, comer bem, praticar exercícios e fazer check-ups no médico regularmente deveriam ser regra na vida de todas as pessoas durante a vida inteira. No caso de pessoas com tendência a desenvolver a doença, entretanto, a medida se torna ainda mais relevante e não segui-la pode trazer consequências mais imediatas, como a desnutrição e a volta da obesidade.

Resistir a tratamentos mais agressivos

“A cirurgia bariátrica nunca é a primeira opção de tratamento para pessoas com obesidade”, afirma o endocrinologista Marcos. Mas indivíduos com índice de massa corpórea (IMC) maior do que 40 ou com IMC maior do que 30 e tendência a desenvolver doenças associadas à obesidade, como o diabetes, geralmente recebem indicação para a intervenção cirúrgica. Isso porque, neste caso, a necessidade de perder peso é imediata. Além disso, disciplina para mudar hábitos de vida nem sempre é o suficiente para vencer essa doença crônica. Por isso, o acompanhamento médico é fundamental.

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Dia Mundial do Coração: faça escolhas Saudáveis e previna Doenças

E, entre outras coisas, como a genética, o principal motivo que faz os índices de doenças do coração subir são os hábitos nada saudáveis de jovens, adultos e idosos no Brasil. Por isso, os hospitais estão cheios de pacientes com diversos  problemas cardiovasculares, entre eles o infarto, angina, obstrução das artérias coronárias, acidente vascular cerebral, insuficiência cardíaca e, o mais comum, hipertensão arterial.

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Quais as causas 
“Algumas doenças cardiovasculares, como a hipertensão, por exemplo, não têm, na maioria dos casos, um motivo único para o seu desenvolvimento. O conhecimento atual sobre as causas das doenças cardiovasculares aponta para uma combinação de predisposição genética, idade e estilo de vida – alimentação e atividade física, por exemplo”, contou ao Terrao cardiologista Dr. Abel Magalhães, do Vita Check-up Center.

“No geral, estas doenças não têm cura, têm controle. E isso é feito tendo alguns cuidados. Sempre é válido mudar os hábitos e se cuidar para diminuir os riscos”, informou o Dr. Guilherme de Menezes Succi, especialista em cirurgia cardiovascular com doutorado pela USP.

No entanto, apesar de ser comprovado que a prevenção é o principal fator de sucesso contra as doenças cardiovasculares, o Brasil ainda não tem grandes resultados neste aspecto. “Percebe-se que o Brasil ainda não possui uma cultura muito amadurecida de diagnóstico precoce e mudanças no estilo de vida (como preconizado através de check-ups médicos periódicos), ao contrário de países com mais tradição em medicina preventiva”, disse o Dr. Abel Magalhães.

Consuma alimentos que ajudam a proteger o coração
Por isso, o objetivo é buscar alimentos saudáveis que ajudam a proteger o coração, como  castanhas em geral, que possuem substâncias antioxidantes – um tipo de gordura boa que diminui as inflamações. Tomar álcool em pequenas quantidades, principalmente o vinho, que, segundo o Dr. Guilherme Succi, tem subtâncias flavonoides, que têm um efeito cardio protetor, também é um bom hábito. O ideal é uma taça de vinho por dia.

O cacau também tem efeito oxidante. Mas é preciso ficar atento com o chocolate ideal que é aquele com mais de 70% de teor de cacau. “Quem consome chocolates convencionais acaba trocando os benefícios do cacau pelos malefícios do alto teor da gordura”, explica o cardiologista.

As fontes de fibras, como verduras, legumes, frutas e cereais integrais também devem ser priorizados e ajudam tanto na redução da absorção de gorduras, além de controlar o colesterol, promovendo um funcionamento mais adequado do intestino evitando a retenção de toxinas. Mas os diabéticos devem prestar atenção ao consumo de frutas que, apesar de saudáveis, são bastante calóricas.

Alimentos a serem evitados
Para controlar os fatores de risco, como o colesterol, o ideal é trocar as gorduras que não são tão saudáveis por gorduras saudáveis. Tente diminuir o consumo de gordura saturada, como picanha, costela, cupim e todos os embutidos, como presunto, salame e bacon. Alimentos processados como creme de leite, molhos, cremes, recheios e coberturas também devem estar na mesa somente esporadicamente.

A nutricionista Camila Gracia alerta também para o controle do uso de sal. “O ideal é usar o mínimo de sal possível e optar por alternativas, como pimenta, alho, cebola e ervas em geral”.

Carne branca é sempre melhor que a vermelha?
Apesar do senso comum de que carne vermelha é sempre pior que a branca, o Dr. Guilherme Succi esclarece que o critério para avaliar a qualidade do produto é, na verdade, a quantidade de gordura.  “Não interessa a cor da carne. Um peixe de água doce, por exemplo, é extremamente gorduroso e uma coxa de frango com pele também tem mais colesterol que qualquer picanha”.

Ele alerta ainda que a gordura visível que tem nas carnes deve ser sempre retirada, pois é muito prejudicial.

Como cuidar da alimentação de quem foi diagnosticado com uma doença cardiovascular
Uma pessoa diagnosticada com alguma doença cardiovascular deve priorizar uma alimentação rica em verduras e legumes, com maior frequência de peixes, aves sem pele e evitar frituras. “Optar por alimentos mais grelhados, assados, ensopados e cozidos é a melhor opção”, esclarece a nutricionista do HCor.

Ela esclarece ainda sobre o modo de preparo das refeições e afirma que usar o óleo de soja em quantidade moderada para fazer a comida já é um começo. Trocar outros temperos pelo azeite na salada também é uma opção viável e mais saudável.  “No fundo as pessoas sabem o que têm que comer, mas no dia a dia, fazem escolhas erradas”, concluiu a nutricionista Camila Gracia.

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Saiba como prevenir Doenças Cardíacas

Neste sábado, 29 de setembro, é lembrado o Dia Mundial do Coração. O estilo de vida assumiu recentemente grande importância na prevenção de problemas do coração. De acordo com o cardiologista do Hospital Conceição (RS), vinculado ao Ministério da Saúde, e presidente da Sociedade de Cardiologia do Rio Grande do Sul, Justo Antero Leivas, os principais fatores que podem aumentar o risco de doenças cardiovasculares são obesidade, tabagismo, colesterol alto, sedentarismo, estresse e hipertensão arterial.

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“Infarto e acidente vascular cerebral (AVC) são as duas causas que mais matam no Brasil, tanto homens quanto mulheres. Somadas dão quase 40% das mortes no país. Mudanças no cotidiano fazem toda a diferença e não têm contraindicações, podem ser adotadas dos jovens aos idosos”, observa o especialista. “Uma das atitudes mais importantes para quem quer cuidar do coração é praticar exercícios. É necessário fazer atividade física leve por, no mínimo, 150 minutos por semana, que podem ser divididos em 30 minutos por dia, cinco vezes por semana”, indica o cardiologista.

Cultivar as amizades, ler bons livros e dar boas risadas também fazem bem ao coração. “É importante manter o hábito de sair com os amigos e praticar atividades prazerosas, que aliviem as situações de tensão. O estresse é uma das principais causas no aumento do colesterol e da pressão alta que prejudicam o coração”, frisa Justo Antero Leivas.

O médico salienta a importância de manter uma alimentação saudável para evitar obesidade, colesterol alto e hipertensão arterial, inimigos do bom funcionamento do coração. Isto, sem perder o sabor e o prazer à mesa. “Desde que tomada de forma comedida, uma taça de vinho tinto por dia, por exemplo, é benéfica para a saúde cardiovascular, pois contribui para o aumento do colesterol bom (HDL). O azeite tem a mesma propriedade. Este deve fazer parte da nossa alimentação diária, usado para temperar a salada”, diz o médico.

Para controlar a pressão arterial, é necessário diminuir a ingestão de sal. Tirar o saleiro da mesa tem resultado favorável. O brasileiro consome mais do que o dobro indicado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). O cardiologista destaca que a gordura abdominal é um motivo de preocupação. “É arriscada a gordura acumulada no abdome. É conhecida também como gordura visceral por se encontrar próxima aos principais órgãos do corpo e também pode ser responsável pelo aparecimento de doenças cardiovasculares”, completa.

Para estar dentro do peso ideal, o cardiologista explica a importância de calcular o Índice de Massa Corporal (IMC), obtido pela divisão entre o peso e o quadrado da altura. “O excesso de peso é diagnosticado quando o IMC alcança valor igual ou superior a 25 kg/m2, enquanto que a obesidade é diagnosticada a partir do IMC de 30 kg/m2”, diz.

De acordo com a última pesquisa Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), a frequência de adultos com excesso de peso variou entre 39,8% em São Luís e 55,4% em Porto Alegre. O cardiologista do Hospital Conceição credita aos hábitos alimentares do Rio Grande do Sul, como o consumo de carnes gordas e muito salgadas no churrasco, como um dos fatores do estado ser o maior em número de excesso de peso.

Justo Antero Leivas também lembra que o tabagismo não afeta apenas o pulmão. Também desenvolve uma série de doenças crônicas, como as cardiovasculares.

Alimentação saudável – De acordo com o Guia alimentar para a população brasileira a alimentação saudável é sempre constituída por três tipos de alimentos básicos: com alta concentração de carboidratos, como os grãos (incluindo arroz, milho e trigo), pães, massas, tubérculos (como as batatas e o inhame) e raízes (como a mandioca); frutas, legumes e verduras; e os alimentos vegetais ricos em proteínas, particularmente os cereais integrais, as leguminosas e também as sementes e castanhas. A recomendação é que 55% a 75% da energia diária provenham de frutas, legumes e verduras, cereais – de preferência integrais – e tubérculos e raízes.

 

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.blog.saude.gov.br/

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