Posts Tagged 'Guia Alimentar'

Os riscos de trocar as principais refeições por lanches rápidos

Comer bem todos os dias é uma tarefa difícil para muitos brasileiros. Para se ter uma ideia, segundo uma pesquisa realizada pelo Ministério da Saúde, cerca de 16 por cento das pessoas que vivem no Brasil trocam as principais refeições do dia por sanduíches, salgados, pizzas ou outros tipos de lanches sete vezes por semana ou mais.

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Era o caso da servidora pública, Milene Aguiar. “Eu acordava seis horas da manhã, eu ia almoçar no horário que eu tinha tempo. Porque, não tinha tempo de eu preparar um suco, fazer um achocolatado. Eu me sentia mal, mas eu achava que era normal, correria e tudo mais. Aí a minha amiga me disse assim: olha, eu acho que a sua alimentação está errada”, conta.

Os lanches rápidos geralmente são ricos em gordura, açúcar e sódio e podem provocar doenças como a obesidade e até o câncer. “Em geral essas refeições elas são de alto teor calórico, de alta densidade de gordura, de calorias e rapidamente a pessoa se vê na compulsão de comer outros alimentos, porque elas trazem uma saciedade rápida. Então, isso é um risco iminente para o excesso de peso, para a obesidade e doenças cardiovasculares, o câncer, o diabetes e outras doenças”, explica a diretora do Departamento de Vigilância de Doenças e Agravos Não Transmissíveis do Ministério da Saúde, Deborah Malta.

“Na medida do possível, as pessoas devem se planejar para preparar as refeições, usando de alimentos in natura, alimentos regionais, fazendo seu próprio alimento. Evidentemente, a vida é corrida e nem sempre se tem a oportunidade de separa e deixar tempo para o preparo dos alimentos. Mas, isso deve ser planejado e buscado e inserido isso na rotina para buscar uma alimentação mais saudável” esclarece a dra. Deborah Malta.

O novo Guia Alimentar para a População Brasileira e o livro Alimentos Regionais Brasileiros são publicações desenvolvidas pelo Ministério da Saúde que mostram várias dicas de como adotar uma alimentação saudável . Para acessar essas informações, basta entrar na página do ministério.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.blog.saude.gov.br/

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Como encontrar o melhor ovo de chocolate para a sua saúde

A pedagoga Simone dos Santos é chocólotra assumida. Nesta época do ano, ela conta que fica mais difícil resistir a tantas tentações. “Como chocolate todos os dias e quando chega essa época da Páscoa eu aumento mais ainda porque eu não sei entrar numa loja, ver um ovo de Páscoa, nem que seja aquele baratinho, mas tenho que comprar, nem que seja um coelhinho, mas tenho que comprar pra comer. Só chego lá pego e pronto, nunca dei importância pra olhar a quantidade de gordura, essas coisas assim. Agora eu vou passar a ler a embalagem, ver a importância que tem ali, já não vou pegar qualquer um, coisa que antes eu fazia”, relata.

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De acordo com a nutricionista do Hospital Federal Cardoso Fontes, no Rio de Janeiro, Maria Valéria Fontoura, a Simone faz bem em começar a ler o rótulo dos ovos de chocolate antes de levá-los para casa. Segundo a nutricionista muitos desses produtos são ricos em gordura e açúcar.

A especialista dá dicas para escolher um chocolate mais saudável, como as opções com alto teor de cacau, por exemplo. “O cacau é um alimento considerado atualmente muito saudável com vários benefícios, temos algumas outras vitaminas, alguns minerais, mas, principalmente, flavonoides que são os antioxidantes que vão ajudar a manter as artérias. Alguns trabalhos mostram benefícios para o coração, estresse, pra memória também, atuando na ansiedade. Quanto mais amargo acima de 70%, mais saudável ele vai ficar”, explica.

Mas não basta só ficar atento à qualidade nutricional do ovo chocolate. A nutricionista do Hospital Federal Cardoso Fontes, Maria Valéria Fontoura, conta que comer demais também pode ser prejudicial à saúde. “Não comer tudo de uma vez porque pode ter uma intoxicação, uma diarreia porque o chocolate já vem com muito leite, muito açúcar, então a acne também, espinha. Pessoas com açúcar alto, diabéticos vão ter um aumento desse açúcar, muitas vezes, vão precisar de mais remédios ou de mais insulina, isso não é legal, não faz bem. Então, sempre tentar consumir uma quantidade menor”, alerta.

O excesso de gordura e açúcar dos chocolates pode provocar doenças crônicas como diabetes e obesidade. Para saber sobre a política do Ministério da Saúde desenvolvida par a combater essas doenças, acesse a página do ministério.

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Benefícios da alimentação regional brasileira

Os interessados em resgatar a educação alimentar e nutricional, com informações sobre uma alimentação adequada e saudável e com algumas opções que foram esquecidas pelos brasileiros, ganharam importante ajuda com o lançamento da nova edição do livro “Alimentos Regionais Brasileiros”.

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A iniciativa foi publicada pelo Ministério da Saúde, em parceria com outros órgãos da área, e representa uma importante ferramenta para despertar o interesse sobre a grande quantidade de alimentos regionais, alguns de consumo ainda limitado.

A edição divide as espécies por região e exibe em suas 500 páginas as frutas, hortaliças, leguminosas, tubérculos, raízes e cereais, farinhas e preparações, ervas, condimentos e temperos do Norte, Nordeste, Sudeste, Sul e Centro-Oeste.

Para Maria Emília Pacheco, presidente do Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea), a publicação permite a apreciação dos sabores e saberes das tradições regionais, com  receitas que expressam o legado de diferentes grupos e etnias, ao mesmo tempo que mostra ser possível cozinhar com saúde, com menos gordura, menos açúcar e menos sal. “O  livro é um importante instrumento para o desenvolvimento de ações de educação alimentar e nutricional e de promoção da alimentação adequada e saudável. O Consea tem defendido a concepção  do alimento como patrimônio de um povo e não como mercadoria. Essa concepção incorpora o respeito às culturas alimentares, que é tema dessa publicação do Ministério da Saúde”, destaca.

Para o pesquisador Nuno Madeira, da Embrapa Hortaliças, que contribuiu para a construção do livro, a iniciativa vem somar com as necessidades atuais da população brasileira. “O consumidor, que busca cada vez mais uma alimentação saudável, e o produtor, que procura novas oportunidades de mercado, ambas aliadas à valorização das tradições culinárias e de paladar especial e diferenciado”, disse.

A iniciativa

O material traz – além dos alimentos por região – receitas culinárias, dicas de como cozinhar com mais saúde e uma lista de possíveis substituições para as preparações desenvolvidas, ressaltando nossa diversidade cultural.

O resgate, o reconhecimento e a incorporação desses alimentos no cotidiano das práticas alimentares representam importante iniciativa de melhoria do padrão alimentar e nutricional, contribuindo para a garantia do direito humano à alimentação adequada e saudável e da segurança alimentar e nutricional da população brasileira.

Nuno Madeira detalha algumas hortaliças que ele incluiu na publicação por considerar essenciais na alimentação brasileira. “Temos a araruta, fonte de carboidrato reconhecidamente leve. Os mais antigos sempre falavam que as crianças que tinham cólica eram nutridas com mingau de araruta. Outro produto que quase não vemos mais é o jacatupé, de paladar único procurado com chefes gastronômicos e com pessoas do interior que quem comeu nunca esqueça. Hoje quase entraram em extinção”, destaca.

Mudanças na cultura produtiva

Para Nuno, o processo que o País passou de urbanização fez a população abandonar alguns costumes, como os quintais produtivos. “Antigamente, mesmo nas cidades, as pessoas tinham uma horta, mas hoje é difícil imaginar isso. Hoje vão ao mercado comprar o que tem uma cadeia estabelecida. Cai numa concentração de alimentos em muito menor número e caiu em desuso”, analisa, ainda destacando que é preciso, muitas vezes, aliar qualidade nutricional com o gosto.

Como solução, o profissional sugere uma maior interação entre o processo de produção e o consumo necessário. “As pessoas estão se dando conta de como a nossa alimentação está inadequada. Hoje, alguns alimentos têm espaço, mas precisam de produção para atender. Mais diálogo entre produção e consumo. Ainda não temos, mas podemos ter. Os inhames, por exemplo, não tem onde comprar semente, não tem rede de informação muito forte”, disse.

Confira a publicação na íntegra.

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Tenha uma Alimentação Nutricionalmente Balanceada!

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Guia Alimentar para a População Brasileira

O Departamento de Nutrição disponibiliza o Guia Alimentar sobre Alimentação saudável para a população Brasileira do Ministério da Saúde (MS), após discussão do seu conteúdo com Universidades, Sociedades Científicas e população realizada em ampla consulta pública, compartilhado aqui também pelo Viva Melhor Online.

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O guia foi elaborado pela Coordenação geral de Alimentação e Nutrição do MS e tem como propósito oferecer a população brasileira informação sobre alimentação saudável para promoção da saúde e prevenção das doenças crônicas cuja associação com sobrepeso/obesidade, consumo excessivo de alimentos processados e ultra processados têm sido verificada pela literatura científica.

O Guia apresenta princípios  básicos  que servem de norteadores para todos os capítulos. Incentiva o consumo harmonioso e variado dos alimentos, desmitificando  o uso abusivo e midiático do consumo isolado de alguns nutrientes, enfatizando que “alimentação é muito mais do que o consumo de nutrientes”,  já que outros fatores como a combinação entre os alimentos, forma de preparo, aspectos culturais e sociais são essenciais para que de fato o ato de se alimentar promova saúde em toda sua plenitude.

Além disso, ressalta o perigo da substituição dos alimentos in natura (arroz, feijão, legumes e verduras) pelos  alimentos industrializados prontos para o consumo (processados e ultra processados), em geral ricos em sódio e calorias. Outra questão importante abordada é a sustentabilidade do sistema alimentar e as formas de impacto associadas à produção e sua  distribuição justa e integrada ao ambiente.  Na elaboração do Guia há a preocupação de se considerar todos os saberes, incluindo o meio acadêmico por meio dos resultados de pesquisas experimentais, clínicas e epidemiológicas as quais poderão dar suporte e fundamentar a orientação para alimentação saudável, incluindo o resgate das tradições populares tão importantes para ampliação dos nossos conhecimentos e auxiliar o indivíduo na autonomia das escolhas alimentares.

Para a pessoa com diabetes, o Guia se encaixa muito bem porque além de incentivar o consumo de alimentos in natura preparados em casa preferencialmente, recomenda o consumo de alimentos com regularidade, em ambiente apropriado e em companhia, justamente para que a pessoa possa comer devagar desfrutando os alimentos e o ambiente, de tal maneira que os alimentos não sejam o único foco desse momento agradável. Ao apresentar um Guia qualitativo sem especificar quantidades, o mesmo vem de encontro às recomendações do Departamento de Nutrição que preconiza a individualização do plano alimentar de acordo com as necessidades de cada indivíduo. Ademais, a preocupação com a informação técnica e segura para o “empoderamento” e a autonomia do indivíduo nos anima ainda mais a ser parceiros no desafio da melhoria da qualidade da alimentação do brasileiro, com vistas a promoção da saúde e o cuidado nas Doenças crônicas.

Leia o Guia Alimentar para a população Brasileira clicando aqui.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.diabetes.org.br/

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Guia alimentar interativo estimula Alimentação balanceada

O Guia Alimentar da População Brasileira do Ministério da Saúde é a base do projeto “Meu Dia Alimentar”, idealizado pelos estudantes Gabriela Bizari, de nutrição, na Faculdade de Saúde Pública (FSP), e Adriano Furtado, da área de design, na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da USP.

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A ideia é traduzir as recomendações nutricionais do Guia Alimentar de forma mais clara para a população, em especial, para as crianças. Os alunos criaram um quebra-cabeça que ensina corretamente as porções e alimentos ideais para uma alimentação balanceada, permitindo que o próprio usuário faça suas escolhas saudáveis com os alimentos que fazem parte da sua rotina. Uma versão para telefones celulares deverá ser lançada até o final do ano.

Conheça o guia clicando aqui!

Obesidade, diabetes e outras doenças crônicas decorrentes da má alimentação são assuntos constantemente em pauta, pois preocupam uma fração considerável da sociedade. Muitos brasileiros acreditam que possuem bons hábitos alimentares mas, muitas vezes, não sabem corretamente as porções e alimentos ideais para uma correta alimentação. Para isso, o Ministério da Saúde está trabalhando no Guia Alimentar da População Brasileira (edição 2014) que orienta a população dos cuidados para manter uma dieta saudável.

O jogo é montado a partir de uma base guiada por cores e formas, na qual, cada peça representa um alimento e cada grupo alimentar refere-se a uma cor. As peças contém nome, ilustração do alimento e quantidade por porção. Por meio dos espaços coloridos do tabuleiro é indicado o número de porções de cada alimento a serem consumidas diariamente. Para uma alimentação balanceada, o usuário precisa preencher todos os espaços da base com seus respectivos grupos/cores e porções.

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Para testar o projeto, Gabriela visitou uma escola infantil em São Paulo e aplicou o jogo com 40 crianças, entre 7 a 10 anos, e os resultados foram muito positivos. “Cada aluno montou seu próprio quebra-cabeças e encaixou as peças com base em seus hábitos alimentares e o que acreditavam ser bom para saúde. Depois, com a ajuda das professoras, aprenderam informações básicas para uma alimentação saudável”, explica. “Um dos exemplos que percebemos na atividade foi que os alunos trocaram a manteiga pelo requeijão no café da manhã. Pois, como o requeijão é do grupo dos lácteos, eles poderiam utilizar a manteiga (grupo dos óleos) em outras refeições. Assim seria possível deixar a porção de óleo para temperar a salada com azeite no almoço”, completa.

Outro destaque que chamou a atenção da criançada foi a peça que representa a água, pois além de estar centralizada no tabuleiro e ser o único alimento com sua porção referenciada (dois litros por dia), foi considerada a “peça-chave”, já que é a única que não possui substituição no jogo. Os alunos entenderam como é importante beber água para se manter hidratado e prevenir várias doenças. Por meio do jogo, também perceberam a importância de comer frutas e legumes durante o dia, além de compreenderem que cada grupo alimentar precisa de apenas três porções por dia.

Ainda em fase de adaptações, Gabriela e Adriano estão desenvolvendo a versão digital do Meu Dia Alimentar, em parceria com a empresa State of Mind Apps. O aplicativo será gratuito para smartphones, destinado a pessoas de todas as idades,  e deverá ser lançado ainda no segundo semestre deste ano. Para transformar o “Meu Dia Alimentar” em uma ferramenta acessível a todos, os estudantes buscaram incentivos no site de financiamento coletivo Catarse. Durante 40 dias, as pessoas puderam fazer suas doações, podemos destacar entre elas, a Fundação José Luiz Setúbal – Hospital Infantil Sabará, Instituto Asas e Grupo Especializado em Nutrição e Transtornos Alimentares (GENTA).

Ao todo foram 196 apoiadores, 329 pedidos do jogo, os quais 167 serão destinados a instituições públicas de ensino e cerca de 22 mil reais doados. O dinheiro foi utilizado para produção de 2 mil unidades, feitas pela Toyster Brinquedos, empresa especialista em quebra-cabeças. O próximo passo é disponibilizar o jogo para a venda, principalmente para utilização nas escolas. Os alunos também irão realizar palestras sobre o tema e estão trabalhando com docentes da FSP para validar a ferramenta como instrumento de educação nutricional.

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Dia Mundial do Coração: faça escolhas Saudáveis e previna Doenças

E, entre outras coisas, como a genética, o principal motivo que faz os índices de doenças do coração subir são os hábitos nada saudáveis de jovens, adultos e idosos no Brasil. Por isso, os hospitais estão cheios de pacientes com diversos  problemas cardiovasculares, entre eles o infarto, angina, obstrução das artérias coronárias, acidente vascular cerebral, insuficiência cardíaca e, o mais comum, hipertensão arterial.

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Quais as causas 
“Algumas doenças cardiovasculares, como a hipertensão, por exemplo, não têm, na maioria dos casos, um motivo único para o seu desenvolvimento. O conhecimento atual sobre as causas das doenças cardiovasculares aponta para uma combinação de predisposição genética, idade e estilo de vida – alimentação e atividade física, por exemplo”, contou ao Terrao cardiologista Dr. Abel Magalhães, do Vita Check-up Center.

“No geral, estas doenças não têm cura, têm controle. E isso é feito tendo alguns cuidados. Sempre é válido mudar os hábitos e se cuidar para diminuir os riscos”, informou o Dr. Guilherme de Menezes Succi, especialista em cirurgia cardiovascular com doutorado pela USP.

No entanto, apesar de ser comprovado que a prevenção é o principal fator de sucesso contra as doenças cardiovasculares, o Brasil ainda não tem grandes resultados neste aspecto. “Percebe-se que o Brasil ainda não possui uma cultura muito amadurecida de diagnóstico precoce e mudanças no estilo de vida (como preconizado através de check-ups médicos periódicos), ao contrário de países com mais tradição em medicina preventiva”, disse o Dr. Abel Magalhães.

Consuma alimentos que ajudam a proteger o coração
Por isso, o objetivo é buscar alimentos saudáveis que ajudam a proteger o coração, como  castanhas em geral, que possuem substâncias antioxidantes – um tipo de gordura boa que diminui as inflamações. Tomar álcool em pequenas quantidades, principalmente o vinho, que, segundo o Dr. Guilherme Succi, tem subtâncias flavonoides, que têm um efeito cardio protetor, também é um bom hábito. O ideal é uma taça de vinho por dia.

O cacau também tem efeito oxidante. Mas é preciso ficar atento com o chocolate ideal que é aquele com mais de 70% de teor de cacau. “Quem consome chocolates convencionais acaba trocando os benefícios do cacau pelos malefícios do alto teor da gordura”, explica o cardiologista.

As fontes de fibras, como verduras, legumes, frutas e cereais integrais também devem ser priorizados e ajudam tanto na redução da absorção de gorduras, além de controlar o colesterol, promovendo um funcionamento mais adequado do intestino evitando a retenção de toxinas. Mas os diabéticos devem prestar atenção ao consumo de frutas que, apesar de saudáveis, são bastante calóricas.

Alimentos a serem evitados
Para controlar os fatores de risco, como o colesterol, o ideal é trocar as gorduras que não são tão saudáveis por gorduras saudáveis. Tente diminuir o consumo de gordura saturada, como picanha, costela, cupim e todos os embutidos, como presunto, salame e bacon. Alimentos processados como creme de leite, molhos, cremes, recheios e coberturas também devem estar na mesa somente esporadicamente.

A nutricionista Camila Gracia alerta também para o controle do uso de sal. “O ideal é usar o mínimo de sal possível e optar por alternativas, como pimenta, alho, cebola e ervas em geral”.

Carne branca é sempre melhor que a vermelha?
Apesar do senso comum de que carne vermelha é sempre pior que a branca, o Dr. Guilherme Succi esclarece que o critério para avaliar a qualidade do produto é, na verdade, a quantidade de gordura.  “Não interessa a cor da carne. Um peixe de água doce, por exemplo, é extremamente gorduroso e uma coxa de frango com pele também tem mais colesterol que qualquer picanha”.

Ele alerta ainda que a gordura visível que tem nas carnes deve ser sempre retirada, pois é muito prejudicial.

Como cuidar da alimentação de quem foi diagnosticado com uma doença cardiovascular
Uma pessoa diagnosticada com alguma doença cardiovascular deve priorizar uma alimentação rica em verduras e legumes, com maior frequência de peixes, aves sem pele e evitar frituras. “Optar por alimentos mais grelhados, assados, ensopados e cozidos é a melhor opção”, esclarece a nutricionista do HCor.

Ela esclarece ainda sobre o modo de preparo das refeições e afirma que usar o óleo de soja em quantidade moderada para fazer a comida já é um começo. Trocar outros temperos pelo azeite na salada também é uma opção viável e mais saudável.  “No fundo as pessoas sabem o que têm que comer, mas no dia a dia, fazem escolhas erradas”, concluiu a nutricionista Camila Gracia.

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