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Pesquisa testa terapia para a fase aguda da Anemia Falciforme

Em artigo publicado na revista Blood, pesquisadores do Hemocentro da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) demonstraram que a hidroxiureia – droga usada no tratamento crônico da anemia falciforme ¿ pode também ajudar a aliviar sintomas da fase aguda da doença, atualmente sem opção terapêutica. O trabalho realizado durante o doutorado da estudante Camila Bononi Almeida mereceu destaque no editorial da revista, considerada a mais importante na área da hematologia.

“O paciente que chega hoje ao hospital com uma crise de dor típica da fase aguda recebe apenas analgésicos e hidratação. A ideia de usar a hidroxiureia – já aprovada para tratar de forma crônica esses pacientes – também na etapa aguda é muito atraente para os clínicos. Até agora, isso não havia sido cogitado”, comentou Nicola Amanda Conran Zorzetto, orientadora da pesquisa.

A anemia falciforme, explicou a pesquisadora, é uma doença hereditária caracterizada por uma alteração genética na hemoglobina, proteína que dá a coloração avermelhada ao sangue e ajuda no transporte do oxigênio pelo sistema circulatório. Essa alteração faz com que as hemácias – glóbulos vermelhos do sangue – assumam a forma de foice ou meia lua depois que o oxigênio é liberado. As células deformadas se tornam rígidas e propensas a se polimerizar, ou seja, a formar grupos que aderem ao endotélio e dificultam a circulação do sangue.

“Esse processo é conhecido como vaso-oclusão e hoje já se sabe que está relacionado a um estado inflamatório resultante da doença. Glóbulos brancos e plaquetas também ficam aderidos ao endotélio, obstruindo pequenos vasos”, disse Conran.

Além das intensas crises de dor, que muitas vezes requerem a internação do paciente, a vaso-oclusão pode causar infartos em qualquer parte do corpo e lesionar diversos órgãos. “Problemas como úlceras, osteonecrose, hipertensão pulmonar e acidente vascular cerebral são comuns”, disse a pesquisadora.

O grupo do Hemocentro da Unicamp, ao qual também pertence o reitor da universidade, Fernando Ferreira Costa, já havia demonstrado em pesquisas anteriores o benefício da hidroxiureia no tratamento crônico da anemia falciforme. “A droga aumenta a produção de outro tipo de hemoglobina, conhecida como hemoglobina fetal. Ela tem esse nome porque, normalmente, é produzida no período de vida uterina”, contou Conran.

A hemoglobina fetal é capaz de diminuir a polimerização da hemoglobina geneticamente alterada, reduzindo o risco de vaso-oclusão. “Mas como esse aumento na hemoglobina fetal leva meses para ter efeito, ninguém havia considerado usar a droga nas crises agudas”, disse. Durante seu doutorado, porém, Almeida constatou que, como sugeriam dados da literatura científica, a hidroxiureia tem outros efeitos interessantes. “Ela ativa uma via de sinalização celular dependente de óxido nítrico que facilita a vasodilatação, dificulta a interação entre os glóbulos brancos e vermelhos e, consequentemente, sua adesão ao endotélio”, explicou.

Nos experimentos feitos com camundongos portadores de anemia falciforme, os cientistas observaram que o medicamento não apenas diminuiu a adesão das células à parede dos vasos como também reverteu o quadro inflamatório. “Testamos a hidroxiureia isoladamente e também associada a uma substância chamada BAY73-6691, que também modula a via de sinalização por óxido nítrico. Uma droga potencializa o efeito da outra”, disse Almeida.

Passo a passo
Os animais geneticamente modificados para desenvolver a doença foram divididos em quatro grupos e receberam um estímulo inflamatório para desencadear o processo de vaso-oclusão. O primeiro grupo recebeu apenas placebo. O segundo foi tratado com hidroxiureia. O terceiro recebeu apenas o BAY73-6691 e, o quarto, a combinação das duas drogas.

Após três horas, os pesquisadores avaliaram por meio da microscopia intravital – técnica que permite observar o fluxo sanguíneo sob um tecido translúcido – como ocorria o processo de interação e adesão das células.

No grupo placebo, os pesquisadores verificaram a adesão de seis glóbulos brancos por, no mínimo, 30 segundos, a cada 100 micrômetros (μM) de endotélio. Já entre os animais que receberam ou a hidroxiureia ou o BAY73-6691 separados, esse número caiu 38%. No grupo que usou a combinação das duas drogas, a redução de células aderidas foi de 74%.

Ao analisar a interação dos glóbulos vermelhos com as células brancas previamente aderidas, os cientistas encontraram resultados semelhantes. “Esse dado é importante porque, após a adesão de glóbulos brancos ao endotélio, o próximo passo do processo vaso-oclusivo seria a interação dessas células com os glóbulos vermelhos circulantes”, explicou Almeida.

Os dados mostram uma redução de 44% nas interações do grupo tratado apenas com hidroxiureia e de 62% no grupo tratado apenas com BAY73-6691. A queda chegou a 69% quando as duas drogas foram combinadas. “Também verificamos aumento significativo da sobrevida no grupo que recebeu a combinação de hidroxiureia e BAY73-6691, quando comparado ao grupo controle”, contou Almeida.

Perspectivas
Para Conran, embora os melhores resultados tenham sido obtidos com a combinação das duas drogas, a hidroxiureia isolada também mostrou efeitos importantes e que poderiam ser mais facilmente aplicados na prática clínica. “Estão sendo feitos testes clínicos com drogas da classe do BAY73-6691 para tratamento de Alzheimer e há o interesse de testar também em anemia falciforme. Mas a hidroxiureia já está disponível para tratar os pacientes”, disse.

No entanto, ressaltou a pesquisadora, novos testes clínicos serão necessários para comprovar os benefícios do medicamento na fase aguda também em humanos e acertar a dose adequada. Além da hidroxiureia, o transplante de medula óssea é hoje a única opção terapêutica para anemia falciforme. O procedimento, porém, não é indicado para todos os casos e nem sempre um doador aparentado compatível é encontrado. “Por essa razão, está todo mundo procurando uma forma de tratar a doença e suas complicações de forma mais eficaz”, disse Conran.

O trabalho de Almeida foi premiado no 16º Congresso da Associação Europeia de Hematologia, realizado em Londres em 2011. Também obteve o prêmio principal no Congresso da Associação Brasileira de Hematologia e Hemoterapia de 2010.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://noticias.terra.com.br

1º Passo para Tratar a Obesidade

Obesidade deve matar 10 milhões de Brasileiros até 2012, diz Estudo

Hipertensão e outras doenças ligadas ao excesso de peso atingem mulheres, homens e crianças em todo o mundo.

A obesidade possui relação estreita com a hipertensão. Estima-se que seja responsável por 30% dos casos da doença. Cerca de 75% dos homens e 65% das mulheres brasileiras apresentam pressão alta diretamente ligada ao sobrepeso. Um estudo da Organização Mundial da Saúde afirma que o sedentarismo, a alimentação irregular e compulsiva, inclusive em crianças, resulta em índices alarmantes de obesidade: São 55% dos homens e 62% das mulheres, além de 5% dos 70 milhões de crianças e adolescentes. A projeção, segundo a OMS, é ainda pior: Até 2015, 10 milhões de brasileiros morrerão em decorrência de doenças crônicas originadas pela obesidade. O Brasil está entre os recordistas mundiais desses casos.

Cerca de 30% dos óbitos são ocasionados por doenças cardiovasculares. São aproximadamente 300 mil mortes por ano. A principal causa é o acidente vascular cerebral (AVC), sendo a hipertensão arterial responsável por 40% destes casos. A elevação da pressão arterial aumenta progressivamente a mortalidade cardiovascular. A hipertensão e as doenças a ela relacionadas geram um contingente significativo de internações. Em 2005, foram mais de R$ 1,1 milhão de internações, com um custo que passa de R$ 1,3 bilhões, segundo o Ministério da Saúde.

Números que assustam

Segundo o Ministério da Saúde, a taxa de incidência de hipertensão varia entre 20% e 30% na população brasileira, alcançando 50% em faixas etárias mais avançadas. O mais grave é que dos 43 milhões de adultos hipertensos, 15 milhões (35%) desconhecem a existência do problema e apenas 7 milhões estão em tratamento. Crianças e adolescentes não estão ilesos. São 3,5 milhões de crianças e adolescentes que precisam de tratamento no Brasil.

Anualmente, cerca de 300 mil brasileiros morrem por doenças cardiovasculares, mais da metade em decorrência de pressão alta. Entre essas enfermidades, a principal causa de morte é o acidente vascular cerebral (AVC), que tem como principal fator de risco a hipertensão – responsável por 40% desses óbitos. A hipertensão é também causa direta de aproximadamente 25% das mortes por doença coronariana.

No Brasil, a prevalência hipertensão é de 26,6% nos homens e 26,1 nas mulheres. A doença é mais freqüente em mulheres afrodescendentes com risco 130% mais elevado em relação às mulheres brancas. Outro agravante é o sedentarismo que aumenta o risco de hipertensão em 30%.

O alerta quanto à pressão alta não é menos importante do que o referente à obesidade. No Brasil, 40% da população está acima do peso e 15% tem obesidade. Segundo relatório da OMS sobre doenças crônicas (2005), no país, 55% dos homens e 62% das mulheres estão acima do peso. A projeção para 2015 é de que chegue a 67% no sexo masculino e 74% no feminino, com um total de 10 milhões de mortes por doenças crônicas ocasionadas por obesidade.

Em busca da solução

A medicina mundial está lutando para reverter o quadro. Na América Latina importantes sociedades de cardiologia e endocrinologia se reúnem com esse objetivo. A Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) e seu Departamento de Hipertensão Arterial e outros grupos brasileiros e internacionais realizarão o I Congresso Latino-Americano de Hipertensão e Obesidade, de 29 de novembro a 1º de dezembro, no Rio de Janeiro, no Hotel Intercontinental. O objetivo é criar uma estratégia eficiente para reduzir esses males. “Tratamento, medicação e os métodos cirúrgicos mais eficazes e atuais estarão em pauta no congresso” diz Andréa Araújo Brandão, presidente da Comissão organizadora e do Departamento de Hipertensão Arterial da SBC.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://itodas.uol.com.br/

Obesidade pode contribuir para Evolução do Câncer de Mama

Segundo um estudo publicado recentemente no Journal of Clinical Investigation, as células de gorduras dos seios podem contribuir para o crescimento de tumores na região. Esta gordura que circula no tumor tem fatores de oncogênese – que são ações celulares ou genéticas que podem causar algum tipo de câncer. 

O motivo desta relação é que, tanto nas células do tumor, como nas de gordura, foram encontradas uma grande quantidade de um tipo de proteína chamado Col6.

Segundo os pesquisadores do Centro Médico da University of Texas Southwestern, Philip Scherer e Jiyoung Park, esta proteína acelerou o crescimento dos tumores e promoveu a metástase nos ratos observados. Além disso, os roedores que receberam menos quantidade de Col6 apresentaram um crescimento considerado bem inferior do tumor e pouca metástase.

Assim, os estudos concluíram que a obesidade pode estar ligada com a progressão de casos de câncer de mama e sugere também que o controle desta proteína pode contribuir para uma nova alternativa de tratamento contra a doença.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://saude.terra.com.br/

Prevenção contra Obesidade Infantil começa com Educação de Mães, diz pesquisa

Obesidade infantil é um assunto que, vira e mexe, está presente tanto na mídia quanto nas rodas de mães. Pudera! Afinal, existem hoje em todo o mundo 43 milhões de crianças obesas e acima do peso em idade pré-escolar. Os números são de pesquisadores da Universidade de Sidney e da Western South Sidney e Sidney Medical School, na Austrália, que defendem a educação das novas mães para combater o problema.


Se você tem receio de que o seu filho sofra com excesso de peso, fique de olho nas suas atitudes. Afinal, você bem sabe que ele aprende por meio do seu exemplo, assim será a partir dos seus hábitos que ele vai ter (ou não) uma boa relação com a comida. Realizada com 667 mães de primeira viagem e seus filhos de até 5 anos, a pesquisa, publicada no British Medical Journal, no Reino Unido, revelou que há três pontos fundamentais relacionados com a obesidade infantil: a introdução dos alimentos sólidoscomo as crianças são alimentadas e quanto tempo elas passam em frente à TV.

Para o primeiro ponto destacado pelos pesquisadores, vale reforçar que, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), o aleitamento materno exclusivo deve acontecer até os 6 meses. Segundo Rosangela Rea, endocrinologista do Hospital Pequeno Príncipe (PR), neste período são estabelecidas a experiência sensorial da criança e de suas preferências alimentares futuras. Como o sabor do leite materno se modifica de acordo com a alimentação da mãe, a criança aprende a aceitar diferentes gostos, inclusive de frutas, legumes e verduras.

Acontece que não são todas as mães que conseguem esse tempo todo de licença-maternidade. Assim, muitas vezes introduzem os alimentos sólidos mais cedo e nem sempre da maneira correta. Por medo de que fiquem ser nutrientes necessários, alguns pais podem exagerar e fazer com que a criança coma mais do que realmente precisa. Se você está aflita com a alimentação do seu filho, converse sempre com o pediatra.

Cuidados desde a primeira papinha 

Fique de olho no preparo dos primeiros alimentos sólidos que você dá ao seu filho. Um dos erros mais comuns, diz Rubens Feferbaum, pediatra e nutrólogo do Hospital Infantil Sabará (SP), é incluir alimentos muito energéticos e pouco protéicos na alimentação da criança.

“As mães costumam colocar muita batata, arroz e grãos em geral e pouca carne nas papinhas”, diz ele. E essa comida precisa estar bem balanceada: ou seja, ter uma fonte de carboidrato (arroz, macarrão), uma de proteína (carne, frango) e duas de legumes ou verduras. E fuja do sal. Se for usar, só uma pitada (mesmo!). Para Feferbaum, ele nem deveria ser acrescentado, já que os alimentos possuem a quantidade necessária de sal para o bebê. “É desde o início que se estabelece bons hábitos”, reforça. Abuse de temperos, como salsinha, cebolinha, por exemplo, que dão sabor à papa.

Assim como o cuidado com o sal, o açúcar também é outro vilão. Por isso, nada de adoçar sucos e o leite do seu filho. Esses alimentos, por exemplo, já trazem seu açúcar natural. E não se esqueça: variedade de frutas e muita água também devem fazer parte do cardápio diário.

Hábitos dos pais = hábitos dos filhos

O segundo fator que os cientistas australianos ressaltam como um risco de obesidade é a maneira como você alimenta seu filho. A rotina aqui é peça fundamental. Estabeleça horários para a criança fazer as refeições, e sentada à mesa. Nada de TV ligada ou prato em cima do colo no sofá da sala. Sempre que possível, faça uma das refeições do dia com o seu filho. Vai ser importante ele ver como você se porta (e o que come e bebe!) e ter o seu incentivo para que experimente novos sabores.

O terceiro item destacado na pesquisa é o tempo em que a criança passa na frente da TV. O mesmo vale para jogos de videogame e computadores. Ambos influenciam a quantidade de atividade física que a criança faz (como brincar de pega-pega com os amigos), sem contar que ela tende a comer mais besteiras enquanto fica na frente das telas. Um estudo anterior, realizado pela Universidade de Harokopio, na Grécia, já havia alertado que ter esses aparelhos no quarto da criança era um fator de risco para a obesidade, já que ela se acomoda ainda mais a ficar dentro em casa.

Agora, se você também fica horas na frente da TV e nunca se exercita, vai ser difícil convencer o seu filho do quanto é importante ter hábitos saudáveis. E não precisa muito: fazer caminhadas no quarteirão da sua casa, levar o cachorro para passear, andar de bicicleta com seu filho no parque sempre que possível, brincar no playground do prédio com ele e até dançar na sala de casa já são maneiras de fazer todo mundo se mexer.

Falar de obesidade

Um estudo no Reino Unido publicado no site da revista Children and Younk People Nowmostra que o maior medo dos pais ao conversar com os filhos que estão acima do peso é desencadear algum tipo de distúrbio alimentar no futuro. Dos 1.000 pais entrevistados pelos estudiosos, 37% disseram que temem diminuir a autoestima do filho ao falar sobre peso com ele e 32% revelaram sentir dificuldade para ajudar a criança a se manter saudável.

Você não precisa dizer que ele está gordo! Basta falar sobre a importância de uma alimentação e hábitos mais saudáveis de vida e mostre que você está junto com ele nessa mudança de rotina. O maior problema da obesidade infantil é educacional, é preciso que toda a família mude o estilo de vida. E todos vão ganhar com isso, acredite!

Dicas para ajudar seu filho a ser sempre saudável
– Dê muito carinho ao seu filho durante a amamentação. Escolha um local tranquilo para amamentar e, se preferir, coloque uma música suave para aconchegar este momento;
– Respeite seu apetite. Não o force a comer quando não está com muita fome e cuidado com as porções e/ou restrições exageradas;
– No copo, prefira água. Evite sucos de caixinha, ricos em sódio. Opte por água de coco e sucos naturiais.
– Estabeleça uma rotina para as refeições, com a família unida à mesa, sempre que possível, e ambiente agradável e tranquilo;
– Não engane e não faça chantagem para a criança comer. Nada de “aviãozinho” e doce especial de sobremesa se ela comer tudo o que está no prato. Seu filho precisa aprender a importância da boa alimentação. Converse com ele desde cedo sobre isso;
– Seja exemplo. Alimentação saudável e exercícios físicos devem fazer parte da sua rotina.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://revistacrescer.globo.com/

Jornada SESI de Gestão Sustentável – Recife

Aprenda 10 Passos para Higiene Bucal Perfeita

É difícil saber qual é a melhor forma de fazer a higiene bucal. Muitos mitos ainda são divulgados, conselhos da vovó que não se aplicam mais e falta de tempo para marcar horário no dentista. Para facilitar a vida, o cirurgião-dentista, Hugo Roberto Lewgoy, professor da Associação Brasileira de Odontologia (ABO), tira dúvidas com um manual de 10 dicas para uma higiene oral perfeita.

1° Passo – Antes de qualquer coisa
Lave mãos e unhas com água e sabão. Faça um bochecho com água para eliminar resíduos de alimentos, pois isto diminui a chance da comida ficar presa entre as cerdas da escova.
2° Passo – Escolha da escova
O principal item que define a qualidade da escova dental é o grau de maciez e a quantidade de cerdas. Opte pelas ultramacias com, no mínimo, cinco mil cerdas. Prefira escovas com cabos lisos, as borrachas nos cabos acumulam sujeira e facilitam a proliferação de bactérias. As escovas com tampa acrílica da cabeça, conservam e protegem as cerdas, além de evitar contaminações. Lembre-se de trocar a escova a cada dois ou no máximo três meses. Com cerdas novas, é mais fácil evitar o aumento de força na escovação.
3º Passo – Técnica de escovação
Faça movimentos vibratórios circulares com uma inclinação de 45° em relação à superfície dos dentes. As cerdas das escovas ficarão metade recobrindo a superfície dental e metade recobrindo a gengiva. Dessa forma é possível atingir o sulco gengival, região onde a sujeira (biofilme oral) mais se acumula. Estes pequenos movimentos vibratórios circulares devem ser executados por pelo menos 10 vezes em cada face do dente (parte de fora e parte de dentro). Esta técnica não pode em hipótese alguma ser realizada com escovas duras e sim do tipo ultramacias com uma grande quantidade de cerdas. Caso contrário, pode ocorrer retração gengival e abrasão do esmalte.
4° Passo – Medida certa de pasta
Tenha em mente que o importante é a escova e não a pasta dental. A pasta não pode ser abrasiva e deve ser utilizada em pequena quantidade – semelhante a um grão de ervilha. No caso das crianças, até os seis ou sete anos, procure um creme dental não abrasivo, sem flúor, até que haja controle sobre a deglutição, pois, a água de abastecimento já é fluoretada e o excesso de flúor pode ser prejudicial.
5° Passo – Fio dental nem sempre ajuda
O fio dental é um poderoso aliado para prevenção das doenças orais, porém, devido à região entre os dentes ser côncava (como um prato de sopa) o fio dental não é 100% eficiente. É recomendado usá-lo para a remoção de detritos alimentares e para a higienização da região entre os dentes onde o contato é muito apertado.
6° Passo – Já tem escova interdental?
Apenas as escovas interdentais alcançam completamente concavidades e irregularidades entre os dentes. Insira a ponta da escova interdental entre dois dentes de forma inclinada em direção a gengiva. Nos dentes superiores inclina-se a escova um pouco para cima e nos dentes inferiores inclina-se a escova um pouco para baixo. Lembre-se de fazer isso delicadamente. Se a escova deslizar muito facilmente, sem qualquer pressão, opte por uma de diâmetro maior. Não é necessário fazer movimentos de vai e vem, apenas coloque e retire a escova e a limpeza já estará feita. Mas lembre-se de usa-la diariamente.
7° Passo – Para improvisar
Para complementar a escovação durante o dia, principalmente quando está longe de uma pia, lance mão da escova unitufo. Esta escova permite a desorganização do biofilme oral das principais áreas de acúmulo que são justamente as margens gengivais. Passe a língua sobre os dentes, onde sentir que não está lisinho, escove com a escova unitufo. Não precisa enxaguar a boca ou usar creme dental. Esta escova pode ser utilizada a todo o momento como auxiliar a escovação principal, que deve preferencialmente ser realizada à noite antes de dormir.
8° Passo – Não se esqueça da língua
A limpeza da língua também deve fazer parte de uma higiene bucal perfeita, principalmente para prevenir a halitose.  A halitose está relacionada principalmente pela presença de um tipo de placa bacteriana formada sobre a língua chamada de saburra lingual. Esta saburra sofre um processo de fermentação que provoca a liberação de gases derivados do enxofre que causam um odor muito desagradável na boca. Para evitar esse problema, faça diariamente a higienização da língua para remover a saburra lingual. Para isso, escolha os higienizadores linguais plásticos, do tipo CTC, que removem a saburra lingual sem machucar a língua e sem provocar ânsia e náuseas. A escova foi desenvolvida para escovar os dentes e não a língua.
9° Passo – Cuidado para usar o enxaguante bucal
O uso de antissépticos deve ser recomendado pelo dentista. Quando a desorganização da placa é realizada de forma eficiente, os antisépticos são totalmente dispensáveis. Fazer uma boa escovação, usar o fio dental ou a escova interdental e limpadores de língua são os melhores métodos para prevenir doenças orais.
10° Passo – A escova também precisa de cuidados
Limpe a escova com água corrente. Dê pequenas batidas com a escova sobre a palma da mão. Pingue algumas gotas de antisséptico oral, preferencialmente a base de clorexidina 0,12%, normalmente utilizado para bochechos. Coloque o protetor de cabeça que também deve ser limpo com antisséptico. Guarde a escova com o cuidado de deixá-la separada das outras. Antes da próxima escovação, a escova deve ser novamente muito bem lavada e enxaguada em água corrente para a remoção dos resíduos do antisséptico.
Dica – Para os pequenos
Deixe a criança tentar escovar os dentes de forma divertida, sem repressão ou crítica. Não reclame, por exemplo, se ela estiver mordendo as cerdas, pois, no começo isto é normal. Quando acabar a escovação, cheque se está tudo bem. A higiene bucal deve ser feita pelos pais até os seis ou sete anos, a partir daí, a criança começa a ter coordenação, mas precisa haver treino. Procure tirar um pouco a higiene oral exclusivamente do banheiro. Assistir a um desenho na TV ou jogar videogame enquanto escova os dentes não é algo que deva ser reprimido, mas, sim, incentivado.
Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://saude.terra.com.br

Chocolate faz bem ao Coração, diz Pesquisa

Comer chocolate faz bem ao coração. Ao menos é o que indica uma pesquisa apresentada nesta segunda-feira no Congresso da Sociedade Europeia de Cardiologia, em Paris. De acordo com o estudo, o consumo do alimento está associado à redução, em um terço, dos riscos de doenças cardíacas. Além de reduzir em 37% as chances de males do coração, a ingestão de chocolate faz cair em 29% os riscos de acidente vascular cerebral (AVC), popularmente conhecido como derrame. Os especialistas alertam, porém, que o consumo deve ser feito com cautela – já que o chocolate pode levar à obesidade.

Pesquisas recentes já vinham mostrando que o consumo de chocolate tem uma influência positiva na saúde, em função de suas propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias. Isso incluiria a redução da pressão sanguínea e uma melhora na sensibilidade à insulina (um dos estágios de desenvolvimento do diabetes). As evidências de como o chocolate afetaria o coração, no entanto, ainda permaneciam obscuras.

Pesquisa – Para responder a essa pergunta, uma equipe da Universidade de Cambridge, coordenada por Oscar Franco, realizou um revisão em larga escala de evidências existentes até aqui. Eles pretendiam descobrir como o chocolate influenciaria problemas cardiovasculares, como o infarte e o derrame. Foram analisados os resultados de sete estudos anteriores, que envolviam mais de 100.000 participantes – que podiam ou não ter problemas cardíacos. Os dados foram divididos entre os grupos de pacientes que apresentavam o maior e o menor consumo de choocolate.

Dos sete estudos analisados, cinco apontaram uma relação benéfica entre o alto consumo de chocolate e os riscos cardiovasculares. Não foi encontrada nenhuma redução significativa em relação à insuficiência cardíaca e nem houve diferenciação do tipo de chocolate – como o ao leite ou amargo. A pesquisa incluiu o consumo de barras de chocolate, bebidas, biscoitos e sobremesas.

Precaução – De acordo com os pesquisadores, os resultados devem ser interpretados com cuidado. Isso se deve ao fato de que o chocolate vendido comercialmente hoje é muito calórico – cerca de 500 calorias para cada 100 gramas. O consumo exagerado pode levar ao ganho de peso, o que pode acabar facilitando o aparecimento de problemas como diabetes e doenças cardíacas.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://veja.abril.com.br/

Fórmula Simples para um Coração Saudável

Dicas para Reduzir o Consumo de Colesterol

Você sabia que o bife de fígado contém mais colesterol do que o ovo? E que 100 gramas de camarão cozido têm mais do que a mesma quantidade de toucinho frito? Controlar a quantidade de colesterol no dia a dia exige informação e um pouco de matemática. Neste Dia Mundial do Coração (25), a nutricionista clínica Maria Beatriz Ross, do Hospital do Coração, em São Paulo, dá algumas dicas de como evitar excessos.

O colesterol é um tipo de álcool presente nos produtos de origem animal. “A gente consome colesterol, mas também o produz”, esclarece a nutricionista. O componente é essencial para o bom funcionamento do organismo. No entanto, pessoas que apresentam níveis elevados de colesterol ruim (LDL) no sangue têm de controlar a alimentação e, em alguns casos, aliar a dieta ao uso de medicamentos.

Ross ensina que o recomendável é não consumir mais do que 300 mg de colesterol por dia. Neste álbum de fotos, que tem como fonte a Tabela Brasileira de Composição dos Alimentos, da Unicamp, você vai descobrir que é bem fácil extrapolar o limite. Como nem sempre é possível andar com tabelas e calculadora à mão, a nutricionista dá alguns conselhos para reduzir a ingestão de colesterol durante as refeições:

– Tire sempre a gordura aparente das carnes.

– Ao consumir carne vermelha, dê preferência aos cortes mais magros, como patinho, lagarto e filé mignon. Em relação às aves, evite a pele.

– Embora seja rico em ferro e importante na dieta de quem sofre de anemia, o fígado bovino contém muito colesterol. Tome cuidado.

– A carne de porco não é vilã, como muitos pensam. Cortes como o filé mignon e o lombo são bem pobres em colesterol. Mas, como a gordura é o que dá sabor às carnes, servir os cortes magros com molho pode ser necessário.

– Alguns crustáceos são bastante ricos em colesterol, como é o caso do camarão (que contém 241 mg em cada porção de 100 g). Quem possui colesterol alto no sangue deve consumir com moderação.

– O ovo possui quantidade razoável de colesterol, especialmente concentrado na gema (100 g do ovo inteiro, cozido, têm 397 mg). Mas a proteína da clara é muito saudável, por isso o alimento perdeu a fama de vilão. Quem não tem problemas com colesterol pode comer uma unidade por dia sem culpa.

– As maioneses caseiras, feitas com ovos, são realmente ricas em colesterol. Mas não se preocupe com as versões industrializadas, que são feitas com óleo vegetal emulsificado.

– Modere o consumo de queijos amarelos, dando preferência aos brancos, como minas, ricota e cottage. Atenção: o requeijão é branco, mas pode conter colesterol, então é recomendável dar preferência às versões sem gordura.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://noticias.uol.com.br/


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