Posts Tagged 'Prevenção'



Ameixa, Tônico Antiestresse

Para o lanche da tarde ou a sobremesa do almoço. Tanto nas receitas doces quanto nas salgadas, as ameixas estão lá. Mas, quem acredita que a maior qualidade desta fruta é a de soltar o intestino preso, está muito enganado. Os benefícios desta saborosa frutinha vão muito mais além. Rica em fibras, vitaminas e com baixo valor calórico, ela auxilia na manutenção de um corpo saudável e contribui no tratamento e na prevenção de diversas doenças.


Vermelha, roxa escura, amarela ou preta. De acordo com a nutricionista Fabiele Johann, todos os tipos de ameixa contêm basicamente os mesmos nutrientes, são pequenas as variações. “A vermelha possui maior quantidade de vitamina A que as outras, a amarela é um pouco mais doce e, por tanto, mais energética, além de conter um pouco mais de proteína também. Todos os tipos de ameixas contêm boas quantidades de fibras, cerca de 2,5g a cada 100g. A preta, desidratada, contém um pouco mais.”, diz.

Elas figuram na lista das frutas que contém mais fibras. Na polpa é encontrada a fibra solúvel, que ajuda na diminuição do nível de colesterol no sangue. Na casca está presente a insolúvel, que serve na prevenção de algumas doenças como o câncer colorretal. As fibras também são as responsáveis pelo benefício mais popular das ameixas, o combate à prisão de ventre. A especialista dá uma dica para quem sofre deste mal. “Deve-se colocar as ameixas secas de molho em um copo de água durante a noite. Pela manhã, ainda em jejum, ingerir as ameixas e a água. É bom lembrar que apenas as ameixas secas têm esse efeito laxativo”, explica.

A ameixa é fonte de cálcio, fósforo e potássio. Além das vitaminas A, B e C. Os nutrientes do Complexo B, que estão presentes na fruta, evitam males da pele e reumatismo. A vitamina C, por sua vez, contribui para o sistema de defesa do corpo e ajuda o organismo na absorção do ferro, que auxilia o sangue e os músculos no recebimento de oxigênio e fornece energia para todas as células. “Para otimizar a absorção da vitamina C, a ameixa deve ser consumida logo após o almoço e o jantar, refeições que normalmente possuem mais alimentos ricos em ferro, como carnes, feijão e folhosos verde-escuros.”, orienta Fabiele Johann.

A proteção da pele da ação dos raios ultravioleta e a preservação do colágeno também estão aliadas à vitamina C. Quanto mais colágeno a pele tiver, mais bonita, firme e saudável será a sua aparência. Além de tudo, as ameixas possuem outro atributo importantíssimo, atuam como antioxidantes. Elas contém uma substância chamada ácido clorogênico, um antioxidante que age na prevenção de doenças, como diabetes, pressão alta e colesterol. “Alguns estudos também têm demonstrado que essa substância pode inibir o crescimento de células cancerígenas no fígado e cólon. Uma outra função do antioxidante é retardar o processo de envelhecimento, uma vez que o processo natural de oxidação do corpo leva a essa consequência.”, conta a nutricionista.

Por todas essas propriedades, cada vez mais os nutricionistas recomendam a ingestão de ameixas no mínimo três vezes por semana para quem tem o funcionamento do intestino normal ou, todos os dias, para quem tem dificuldade de ir ao banheiro. Com tantos acréscimos à saúde em tão poucas calorias, por que não se deliciar com essa superfruta?

 Receita de Bolo Integral com Ameixa

Ingredientes:

  • 4 ovos
  • 1 xícara de suco de laranja
  • 2 colheres de margarina light
  • 3/4 xícara de melado
  • 1 xícara de farinha de trigo
  • 1 xícara de farinha de trigo integral
  • 1/2 xícara de farinha de quinoa
  • 2 colheres (chá) de bicarbonato de sódio
  • 1/2 xícara de castanha-do-pará picada
  • 1 xícara de ameixa-preta picada

Modo de Preparo:

Separe as claras das gemas.Bata as claras em neve e reserve.Na batedeira, bata as gemas com o suco de laranja e a margarina light.Acrescente o melado, as farinhas e o bicarbonato.Adicione a castanha, a ameixa e, por último, as claras em neve.Despeje a massa em assadeira de 22 cm x 32 cm, untada e enfarinhada. Leve ao forno médio (180°C), preaquecido, por 30 minutos ou até dourar (faça o teste do palito).

Informações parciais. Confira o texto e a receita na íntegra, acessando os sites: http://www.saude.com.br e http://tvg.globo.com/receitas

Açaí, a Superfruta

Considerada uma Superfruta por causa dos nutrientes, o açaí deixou de ser apenas um alimento. Muito consumida no Brasil, a fruta típica dos ribeirinhos do norte do País também previne contra o câncer, controla o colesterol e preserva os neurônios. É o que aponta um estudo da Universidade Tufts, nos Estados Unidos.

A nutricionista do Hospital Federal dos Servidores do Estado do Rio de Janeiro, ligado ao Ministério da Saúde, Rossana Gibson, destaca os benefícios do açaí. “É um alimento que além de nutrir, pode agir em outros benefícios para a saúde. Ele reduz o colesterol e tem uma grande composição de gorduras mono e saturada. E isso é importantíssimo para baixar o colesterol ruim. Então ele ajuda nas doenças cardiovasculares, ele tem uma propriedade muito importante com anti-inflamatório, você ajuda a combater diarreia, a combater alguns tipos de câncer, a prevenção. Então ele tem vários nutrientes que transforma ele, como ultimamente ele tem se chamado, em uma superfruta”, explica.

A nutricionista conta que a fruta do açaí não é calórica, tem em média 60 calorias por cada cem gramas.

O açaí é rico em cálcio, ferro, potássio e zinco, essenciais para o organismo. O açaí tem muita antocianina, um pigmento roxo do grupo dos flavonoides, substância química encontrada nas plantas que funciona como antioxidante. Isso significa que a fruta ajuda a combater os radicais livres, retardar o envelhecimento e evitar doenças do coração e células cancerígenas.

Os radicais livres são uma espécie de “ferrugem” que se espalha pelas artérias. Já os antioxidantes são substâncias com poder de limpeza, para retirar essa “sujeira” das nossas células.

A gordura contida no açaí traz benefícios comparáveis ao azeite de oliva. Se consumido puro, in natura, pode ser aproveitado até por pessoas diabéticas, pelo alto teor de gordura monoinsaturada. Também ajuda quem tem colesterol alto ou intestino preguiçoso. Cem gramas da fruta têm cerca de 260 kcal, segundo o endocrinologista.

Para aumentar o teor de energia antes ou depois da atividade física, o açaí pode ser associado a tapioca, guaraná, banana, morango e outras frutas.

No Pará, o açaí faz parte da refeição principal; no restante do país, vai bem no lanche ou como sobremesa.

Halpern e a nutricionista Andréia Naves citaram frutas “irmãs” do açaí: morango, amora, framboesa, ameixa e uva, que também contêm flavonoides.

Receita de Açaí na Tigela

Ingredientes:

  • 400 gr de açaí
  • 2 unidade(s) de banana
  • 60 gr de granola
  • 5 colher(es) (sopa) de xarope de guaraná
Modo de Preparo
Leve todos os ingredientes ao liqüidificador . Bata até formar um creme homogêneo. Sirva em uma tigela e polvilhe a granola. Dica: a banana pode ser substituída por outras frutas, como por exemplo, mamão papaya e abacate. Além disso, para acompanhar, pode-se optar por aveia ou tapioca; o xarope de guaraná pode ser encontrado em lojas de produtos naturais.

Informações parciais. Confira o texto e a receita na íntegra, acessando os sites: http://www.blog.saude.gov.brhttp://g1.globo.com/bemestar e http://cybercook.terra.com.br

Quase 70% dos Mortos por Gripe Suína (H1N1) tinham Fatores de Risco

Cerca de 69% dos casos graves que evoluíram para óbito em São Paulo, causados pelo vírus Influenza A H1N1 ocorreram em pacientes que apresentavam alguma doença crônica ou fator de risco, como hipertensão, obesidade, tabagismo, cardiopatia, pneumopatia, doenças renais e gestantes. Os dados, referentes a 2012, são da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo.

“Estamos observando ainda a presença e a circulação do H1N1, como também do H3N2 e do vírus B. Mas os casos ocorrem em número menor do que em 2009, quando ocorreu a pandemia. Considerando a ocorrência dos casos de [vírus] Influenza em [doentes] crônicos e a gravidade, estamos, então, reforçando a orientação para eles se vacinarem”, disse a diretora de imunização da secretaria, Helena Sato.

Segundo levantamento do órgão, os casos graves confirmados para Influenza A H1N1 apresentaram queda de 38% em julho, em comparação com o mês anterior. Foram 61 casos graves da doença registrados no estado contra 98 em junho. Em 2012 foram registrados 212 casos de Influenza A H1N1, dos quais, 45 evoluíram para óbito.

Para os outros tipos de vírus da gripe, foram registrados no estado, em 2012, 102 casos graves do Influenza A H3N2 sazonal e três casos para Influenza B sazonal. Ao todo, 11 óbitos foram registrados em 2012 causados pelos dois vírus.

Vacinação – Desde o dia 16 de maio, início da campanha de imunização, os postos de saúde em São Paulo aplicaram 5,5 milhões de doses, 80,2% do total do público-alvo. As gestantes estão entre as que menos aderiram à campanha, com imunização de 77%. A vacina também é indicada para idosos com 60 anos ou mais, crianças a partir dos 6 meses e menores de 2 anos, indígenas e trabalhadores da saúde.

“A vacinação das grávidas melhorou um pouco em relação ao ano passado. A grávida, uma vez infectada pelo vírus da gripe, tem um maior risco de desenvolver complicações, como a pneumonia. Daí a importância de ser vacinada. Algumas não tomam a vacina por medo da reação. A vacina é muito bem tolerada. Não mais do que 10% das pessoas vacinadas podem apresentar alguma febre e esse tipo de reação não traz prejuízo ao bebê”, disse Sato.

A vacinação pode ser feita gratuitamente nos postos de saúde por pessoas com doenças crônicas e com fatores de risco, por crianças entre 6 meses e menor de 2 anos de idade, grávidas em qualquer período da gestação, pessoas com 60 anos ou mais e por trabalhadores da saúde.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site:  http://www.estadao.com.br/

Estudo diz que Leite Materno é Melhor Opção

Um estudo realizado por especialistas do Conselho de Pesquisa Médica da Grã-Bretanha indica que mães devem continuar a amamentar seus bebês no peito, apesar de eles ficarem mais chorões do que os alimentados com mamadeira.

Segundo os médicos, é preciso deixar mais claro às novas mães que a irritação dos bebês alimentados dessa forma é algo normal.

“Bebês alimentados com mamadeiras podem parecer mais calmos, mas as pesquisas sugerem que estas crianças podem estar supernutridas e ganhar peso mais rapidamente”, disse Ken Ong, que liderou a pesquisa.

“Nossas descobertas são essencialmente parecidas com (outras descobertas em) outras fases da vida, de que a comida é reconfortante”, acrescentou.

Insatisfeitos

O motivo mais comum alegado pelas mães que param de amamentar seus filhos é que o bebê não fica satisfeito apenas com o leite materno.

De acordo com os cientistas do Conselho de Pesquisa Médica da Grã-Bretanha, isto reflete uma percepção de que a irritação do bebê é algo negativo.

Mas eles acrescentam que esta irritação é normal, é apenas a forma de o bebê comunicar suas necessidades à mãe e não deve ser motivo de preocupação.

No estudo, os pesquisadores britânicos pediram que mais de 300 mães falassem sobre o temperamento de seus bebês e declarassem também se eles eram alimentados com leite materno ou ou outro tipo de leite.

No total, 137 crianças eram alimentas exclusivamente com leite materno, 88 eram alimentadas apenas com outro tipo de leite e 91 eram alimentadas das duas formas.

Os bebês que eram amamentados foram classificados pelas mães como tendo um “temperamento mais desafiador” e tendência a chorar mais.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site:  http://www.bbc.co.uk/portuguese

Bebês Alimentados apenas de Leite Materno ‘Têm Melhor Imunidade’

Bebês alimentados exclusivamente com leite materno até os seis meses de idade ganham proteção extra contra infecções, dizem cientistas gregos.

O efeito observado independe de fatores como acesso à saúde e programas de vacinação, eles explicam.

Segundo os especialistas da Universidade de Creta, o segredo estaria na composição do leite materno.

As conclusões do estudo, que envolveu pouco mais de 900 bebês vacinados, foram publicadas na revista científica Archives of Diseases in Childhood.

A equipe ressalta, no entanto, que o benefício só ocorre quando o bebê é alimentado com leite da mãe apenas. Ou seja, acrescentar fórmulas ao leite materno não produz o mesmo efeito.

Especialistas em todo o mundo já recomendam que bebês sejam alimentados somente com leite materno pelo menos durante os seis primeiros meses de vida.

Estudo

Os pesquisadores gregos monitoraram a saúde de 926 bebês durante 12 meses, registrando quaisquer infecções ocorridas em seu primeiro ano de vida.

Entre as infecções registradas estavam doenças respiratórias, do ouvido e candidíase oral (sapinho).

Os recém-nascidos receberam todas as vacinas de rotina e tinham acesso a tratamentos de saúde de alto nível.

Quase dois terços das mães amamentaram seus filhos durante o primeiro mês, mas o número caiu para menos de um quinto (menos de 20%) seis meses depois.

Apenas 91 bebês foram alimentados exclusivamente com o leite da mãe durante os seis primeiros meses.

Os pesquisadores constataram que esse grupo apresentou menos infecções comuns durante seu primeiro ano de vida do que os bebês que foram parcialmente amamentados ou não amamentados.

E as infecções que os bebês contraíram foram menos severas, mesmo levando-se em conta outros fatores que podem influenciar os riscos de infecção, como número de irmãos e exposição à fumaça de cigarro.

O pesquisador Emmanouil Galanakis e sua equipe disseram que a composição do leite materno explica os resultados do estudo.

O leite materno contém anticorpos recebidos da mãe, assim como outros fatores imunológicos e nutricionais que ajudam o bebê a se defender de infecções.

“As mães deveriam ser avisadas pelos profissionais de saúde de que, em adição a outros benefícios, a amamentação exclusiva ajuda a prevenir infrecções em bebês e diminui a frequência e severidade das infecções”, os especialistas dizem.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site:  http://www.bbc.co.uk

Amamentação: Leite Materno

A mulher, desde o início da humanidade, sempre soube nutrir sua cria. Os conhecimentos eram passados pelas mulheres mais experientes para as novas gerações e assim foi, durante muitos e muitos séculos. Porém, a história da amamentação foi modificada recentemente. É uma tendência da mulher moderna querer se cercar de apetrechos que facilitem sua vida. E foi assim que o peito foi trocado pela mamadeira e o leite materno pelo leite em pó.

As mulheres desaprenderam a amamentar seus bebês e, durante um certo tempo, acreditava-se que substituir o leite materno pelo leite de vaca não traria grandes prejuízos. Contudo, depois de muitos e muitos estudos sobre o assunto ficou provado que o aleitamento materno, além de ser uma grande prova de amor, é também garantia de saúde para o bebê.

Portanto, se o seu bebê está para chegar, mãos à obra: você tem muito o que aprender sobre amamentação e algumas orientações serão bem vindas. E nunca se esqueça, aninhado no colo quentinho da mãe, o bebê recebe carinho e o melhor alimento para sua saúde e desenvolvimento!

O aleitamento materno só faz bem à criança, e à mamãe também! É um grande aliado contra diversas doenças e é facilmente digerido e absorvido.

O leite materno contém nutrientes e enzimas perfeitamente balanceadas, com substâncias imunológicas que protegem o bebê e provêm tudo o que a criança necessita no seu comecinho de vida. O ato de amamentar também supre as necessidades emocionais e diminui a ansiedade de ambos, por meio desse primeiro contato pele a pele e olhos nos olhos.

Fora a grande vantagem do vínculo afetivo que o ato cria, esse leite ainda protege a criança contra uma infinidade de problemas. Segundo a Sociedade de Pediatria de São Paulo, a lista é extensa. O leite materno protege contra doenças alérgicas, diversos tipos de câncer, desnutrição, diabetes mellitus, doenças digestivas, doenças crônicas como osteoporose, doença cardiovascular e ateroesclerose, obesidade, meningites, sarampo e outras doenças infecciosas, doenças respiratórias e otites, doenças do trato urinário e cáries. E ainda promove, melhor desenvolvimento neuro-psicomotor infantil e cognitivo, aumenta o QI, promove melhor padrão cardiorrespiratório durante a alimentação, melhor resposta às imunizações e melhor equilíbrio emocional.

Não é só o bebê que sai ganhando, a mãe que amamenta sente-se mais segura e menos ansiosa, tem diminuição mais rápida do volume do útero, corre menor risco de hemorragia no pós-parto, ter anemia, contrair câncer de mama e de ovário, é menos propensa à osteoporose, volta ao peso normal mais rapidamente e está protegida de engravidar.

E ainda tem o fator econômico. O leite que a mãe produz é suficiente para alimentar o filho até os seis meses de idade, sem necessidade de gastos com água, gás, bicos, mamadeiras, sabão, açúcar, embalagens etc. O leite materno é de graça e está pronto para servir a qualquer hora!

por Paula R. F. Dabus.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site:  http://guiadobebe.uol.com.br

Dicas para Evitar Acidentes de Trabalho

Dia Nacional da Prevenção de Acidentes 2012

Acidente de Trabalho é de Responsabilidade do Empregador

Especialista aponta quais os critérios que caracterizam acidente e da dicas de como se prevenir

Muitos empregadores conceituam o acidente do trabalho como responsabilidade do funcionário. Alguns acreditam ser a falta de atenção o causador principal do acidente. Para delimitar o tema o artigo 19 da Lei n.º 8.213, de 24 de julho de 1991, conceitua como acidente do trabalho “aquele que ocorre pelo exercício do trabalho a serviço da empresa ou pelo exercício do trabalho dos segurados especiais, provocando, direta ou indiretamente, lesão corporal, doença ou perturbação funcional que cause a morte ou a perda ou redução, permanente ou temporária, da capacidade para o trabalho”.
De acordo com a advogada Sandra Sinatora, responsável pela área de Direito do Trabalho da Ragazzi Advocacia e Consultoria, empresa que atua há mais de 10 anos em várias áreas do Direito, este tipo de acidente pode ser dividido em duas opções: acidente típico e doenças ocupacionais. “O acidente típico é o acontecimento brusco, inesperado e traumático, ocorrido durante o trabalho ou em razão dele, que agride a integridade física ou psíquica do trabalhador, causando a morte, a perda ou a redução da capacidade para o trabalho”, explica a especialista.
Para que seja configurado o acidente do trabalho, a legislação exige que o fato decorra do exercício do trabalho a serviço da empresa. “Além do nexo de causalidade, da lesão ou perturbação funcional, é necessária a morte, a perda ou a redução permanente ou temporária da capacidade para o trabalho”, completa Sandra.
Existe também a possibilidade de doenças ocupacionais que são subdivididas em doenças profissionais e doenças do trabalho. “A doença profissional é aquela peculiar à determinada atividade ou profissão, também chamada de doença profissional típica. Consistem em enfermidades vinculadas à profissão em si e não à forma como a atividade é realizada. As doenças do trabalho não estão necessariamente ligadas à profissão e o seu aparecimento decorre da forma em que o trabalho é prestado ou das condições específicas do ambiente de trabalho, as mais comuns são a LER (lesão por esforços repetitivos) e a perda auditiva induzida pelo ruído”, explica Sinatora.
A reação adversa por parte dos empresários é bastante comum, pois figurado o acidente do trabalho este deverá pagar indenização por dano moral ou material ao empregado acidentado, mesmo não agindo com culpa. “O dever de indenizar surgiu da teoria do risco gerado, ou seja, se é o empregador quem cria o risco por meio de sua atividade econômica a ele caberá responder pelos danos causados, independente de dolo ou culpa”, finaliza a advogada.
A letra da lei é bastante clara ao definir que a escolha da espécie de responsabilidade não cabe ao Judiciário, uma vez que está nela definido que a responsabilidade depende de dolo ou culpa. Desta forma, é possível concluir que o sistema jurídico optou por isentar o empregador pelos acidentes do trabalho se cumpridas fielmente as obrigações infraconstitucionais de prevenção de acidentes, descartando então a culpa.
Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.segs.com.br

Prevenção de Acidentes do Trabalho e Doenças Ocupacionais


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