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Número de doadores de sangue regulares aumenta no Brasil
Published novembro 25, 2014 Notícias , Qualidade de Vida Leave a CommentTags:Brasil, Campanha, Dia Mundial do Doardor de Sangue, Doação, Doação de Sangue, Doador, Doadores regulares, El Pais, Espanha, OMS, Opas, organização, Paises, Paradigma, Programa Nacional de Sangue, região, Saúde, Salvar, Sangue, Slogan, vidas
O número de doadores de sangue fidelizados no Brasil – aqueles que doam com regularidade, aumentou, mas continua longe do ideal. O alerta é de especialistas neste Dia Nacional do Doador do Sangue, celebrado hoje (25).
Para o biólogo molecular da Fundação Pró-Sangue de São Paulo, Eduardo Levy, a melhora da instrução e mais informações podem explicar o aumento. “Cerca de 60% dos doadores aqui [Fundação Pró-Sangue] são doadores que vêm de forma altruística e com regularidade. Mas em alguns países, como na Inglaterra esse percentual chega a 100%”, contou ele.
Por outro lado, o biólogo lamenta que a sociedade esteja cada vez mais individualista, sobretudo, os jovens e teme que os números voltem a cair. “Precisamos de campanhas e de educação nas escolas que combatam o egoísmo e ressaltem a importância de termos uma sociedade solidária. O sangue só vem de um ser humano, não existe sangue artificial e dependemos dos doadores”, completou o médico.
O gerente médico da Associação Beneficente de Coleta de Sangue (Colsan), Fábio Lino, lamentou que o mais comum entre os brasileiros ainda seja a doação a parentes e conhecidos em situações de emergência. “A Organização Mundial da Saúde (OMS) preconiza que 5% da população de um país doem sangue regularmente para manter os estoques de sangue dos hemocentros. No Brasil esse percentual está entre 2% e 2,5%”, disse ele. “As campanhas ajudam pontualmente, mas falta conscientização. Falta essa cultura de perder um dia da vida para tentar ajudar o próximo doando sangue.”
O diretor da Associação Brasileira de Hematologia, Hemoterapia e Terapia Celular (ABHH), hematologista Dante Langhi Jr, compartilha da opinião dos colegas. Ele deu o exemplo do trabalho de conscientização com os doadores específicos, como os de plaqueta. “Como esse doador é contatado muitas vezes pelos serviços e a conscientização é mais efetiva, vimos um aumento desse número de doadores nos últimos anos”, comentou.
Para doar sangue é preciso ter entre 16 e 69 anos, pesar mais de 50 quilos, estar bem de saúde e portar um documento de identidade oficial com foto. Jovens com 16 e 17 anos só podem doar sangue com autorização dos pais ou responsáveis legais. Não é necessário estar em jejum, apenas evitar apenas alimentos gordurosos nas três horas que antecedem a doação.
Os especialistas também elogiaram o uso do teste de ácido nucleico (Teste NAT) no sistema de saúde público que aumenta a segurança das transfusões de sangue. A utilização do NAT nos bancos de sangue tornou-se obrigatória há um ano no país. Ele é o único capaz de detectar a presença do vírus do HIV, da hepatite C e da hepatite B no organismo entre o dia da contaminação por vírus e o momento de sua manifestação (janela imunológica).
Para Lino o Teste NAT foi uma das ferramentas mais importantes de controle do sangue nos últimos tempos. “O número de doações em janela imunológica é muito pequeno, mas ainda assim pode acabar infectando um paciente”, comentou.
Levy acredita que embora a incorporação do Teste NAT seja de extrema importância para fortalecer segurança do sangue, é necessário mais tempo para mensurar sua utilidade no país.
“Ter um doador em janela imunológica é raro, estamos falando de índices de uma a cada 100 mil doações. Alguns bancos de sangue no país vão demorar uns cinco anos para ter 100 mil doações”, explicou ele.
Langhi Jr. comentou que em vários países desenvolvidos o NAT já é utilizado há muitos anos e sua eficácia comprovada por vários estudos. “É sem dúvida nenhuma um grande ganho a obrigatoriedade dos testes NAT. As vantagens que esse teste oferece já são conhecidas na literatura médica específica”.
O NAT é desenvolvido pelo Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-manguinhos) da Fundação Oswaldo Cruz. (Fiocruz), vinculada ao Ministério da Saúde.
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Dia Nacional de Combate ao Câncer Infanto-Juvenil foi lembrado neste domingo (23)
Published novembro 24, 2014 Notícias , Qualidade de Vida Leave a CommentTags:Cancer, Câncer Infantil, cuidados, dados, doenças, estatísticas, Hospital da Criança de Brasília, Infanto Juvenil, Ministério da Saúde, Morte, OMS, Onco-Hematologista, oncologia, Particularidades, Prevenção, prevenir, risco, Saúde, segurança, tratamento, tumor
O Dia Nacional de Combate ao Câncer Infanto-Juvenil é lembrado neste domingo, dia 23 de novembro. Para marcar a data, o Ministério da Saúde reforça a importância do diagnóstico precoce, já que diversos tipos de câncer não têm sintomas quando os tumores ainda estão em fase inicial. Quanto mais cedo começar o tratamento, mais fácil alcançar a cura.
Segundo a assessora técnica da Secretaria de Atenção à Saúde do Ministério da Saúde, Maria Inez Gadelha, as crianças que demonstrarem cansaço excessivo e perda da vontade de brincar ou de se alimentar devem ser encaminhadas rapidamente para um posto de saúde. “Têm que ficar muito atentos para observar qualquer alteração no comportamento da criança ou nos seus hábitos de vida. É preciso que nessa primeira etapa haja uma avaliação médica, seja por médico da saúde da família, seja já num posto por pediatra. E a partir daí, em havendo a suspeita este mesmo corpo profissional cuida do encaminhamento devido para a etapa de diagnóstico, que geralmente deve ser feita em hospital que tenha condição tecnológica, de recursos humanos e de instalações para confirmar esse diagnóstico e tratar”.
O defensor público André Soares tem um filho de três anos de idade que está com câncer de testículo. Ele conta que o diagnóstico precoce foi fundamental para que o tratamento começasse com sucesso. “Foi um susto gigantesco. Logo depois nós mandamos esse tumor para biópsia. Deu lá um tumor maligno, um tumor agressivo, mas que por sorte, graças a Deus, foi identificado no início, logo no começo. Foi extraído mediante uma cirurgia e ele está fazendo as sessões de quimioterapia, vão ser 22 semanas de tratamento, que vão terminar no dia 15 de janeiro agora próximo”.
De acordo com o Ministério da Saúde, entre os casos de câncer em crianças e adolescentes, 40% são de leucemia, 20% de tumores cerebrais e os demais são diversos tumores, como de rim, de osso, de músculos, de olhos e de testículos.
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Particularidades do Câncer Infantil
Published novembro 19, 2014 Qualidade de Vida Leave a CommentTags:Cancer, Câncer Infantil, cuidados, dados, doenças, estatísticas, Hospital da Criança de Brasília, Infanto Juvenil, Ministério da Saúde, Morte, OMS, Onco-Hematologista, oncologia, Particularidades, Prevenção, prevenir, risco, Saúde, segurança, tratamento, tumor
O progresso no desenvolvimento do tratamento do câncer na infância foi espetacular nas últimas quatro décadas.
Estima-se que em torno de 70% das crianças acometidas de câncer podem ser curadas, se diagnosticadas precocemente e tratadas em centros especializados. A maioria dessas crianças terá boa qualidade de vida após o tratamento adequado.

Com base em referências dos registros de base populacional, são estimados mais de 9000 casos novos de câncer infanto-juvenil, no Brasil, por ano. Assim como em países desenvolvidos, no Brasil, o câncer já representa a segunda causa de mortalidade proporcional entre crianças e adolescentes de 1 a 19 anos, para todas as regiões. Como a primeira causa são aquelas relacionadas aos acidentes e à violência, podemos dizer que o câncer é a primeira causa de mortes por doença, após 1 ano de idade, até o final da adolescência. Dessa forma, revestem-se de importância fundamental para o controle dessa situação e o alcance de melhores resultados, as ações específicas do setor saúde, como organização da rede de atenção e desenvolvimento das estratégias de diagnóstico e tratamento oportunos.
Câncer infantil corresponde a um grupo de várias doenças que têm em comum a proliferação descontrolada de células anormais e que pode ocorrer em qualquer local do organismo. As neoplasias mais freqüentes na infância são as leucemias (glóbulos brancos), tumores do sistema nervoso central e linfomas (sistema linfático). Também acometem crianças o neuroblastoma (tumor de células do sistema nervoso periférico, freqüentemente de localização abdominal), tumor de Wilms (tumor renal), retinoblastoma (tumor da retina do olho), tumor germinativo (tumor das células que vão dar origem às gônadas), osteossarcoma (tumor ósseo), sarcomas (tumores de partes moles).
Diferentemente do câncer de adulto, o câncer da criança geralmente afeta as células do sistema sangüíneo e os tecidos de sustentação, enquanto que o do adulto afeta as células do epitélio, que recobre os diferentes órgãos (câncer de mama, câncer de pulmão). Doenças malignas da infância, por serem predominantemente de natureza embrionária, são constituídas de células indiferenciadas, o que determina, em geral, uma melhor resposta aos métodos terapêuticos atuais.
No adulto, em muitas situações, o surgimento do câncer está associado claramente aos fatores ambientais como, por exemplo, fumo e câncer de pulmão. Nos tumores da infância e adolescência, até o momento, não existem evidências científicas que nos permitam observar claramente essa associação. Logo, prevenção é um desafio para o futuro. A ênfase atual deve ser dada ao diagnóstico precoce e orientação terapêutica de qualidade.
Em nosso meio, muitos pacientes ainda são encaminhados ao centro de tratamento com doenças em estágio avançado, o que se deve a vários fatores: desinformação dos pais, medo do diagnóstico de câncer (podendo levar à negação dos sintomas), desinformação dos médicos. Também contribuem para esses atrasos no diagnóstico, os problemas de organização da rede de serviços e o acesso desigual às tecnologias diagnósticas. Mas algumas vezes também está relacionado com as características de determinado tipo de tumor, porque a apresentação clínica dos mesmos pode não diferir muito de diferentes doenças, muitas delas bastante comuns na infância. Os sinais e sintomas não são necessariamente específicos e, não raras vezes, a criança ou o jovem podem ter o seu estado geral de saúde ainda em razoáveis condições, no início da doença. Por esse motivo, é de importância crucial o conhecimento médico sobre a possibilidade da doença.
É muito importante estar atento a algumas formas de apresentação dos tumores da infância.
• Nas leucemias, pela invasão da medula óssea por células anormais, a criança se torna suscetível a infecções, pode ficar pálida, ter sangramentos e sentir dores ósseas.
• No retinoblastoma, um sinal importante de manifestação é o chamado “reflexo do olho do gato”, que é o embranquecimento da pupila quando exposta à luz. Pode se apresentar, também, através de fotofobia ou estrabismo. Geralmente acomete crianças antes dos três anos de idade. Hoje a pesquisa desse reflexo poderá ser feita desde a fase de recém-nascido.
• Algumas vezes, os pais notam um aumento do volume ou uma massa no abdomen, podendo tratar-se nesse caso, também, de um tumor de Wilms ou neuroblastoma.
• Tumores sólidos podem se manifestar pela formação de massa, podendo ser visíveis ou não e causar dor nos membros, sintoma, por exemplo, freqüente no osteossarcoma (tumor no osso em crescimento), mais comum em adolescentes.
• Tumor de sistema nervoso central tem como sintomas dor de cabeça, vômitos, alterações motoras, alterações de comportamento e paralisia de nervos.
É importante que os pais estejam alertas para o fato de que a criança não inventa sintomas e que ao sinal de alguma anormalidade, levem seus filhos ao pediatra para avaliação. É igualmente relevante saber que, na maioria das vezes, esses sintomas estão relacionados a doenças comuns na infância. Mas isto não deve ser motivo para que a visita ao médico seja descartada.
O tratamento do câncer começa com o diagnóstico correto, em que há necessidade da participação de um laboratório confiável e do estudo de imagens. Pela sua complexidade, o tratamento deve ser efetuado em centro especializado, e compreende três modalidades principais (quimioterapia, cirurgia e radioterapia), sendo aplicado de forma racional e individualizada para cada tumor específico e de acordo com a extensão da doença. O trabalho coordenado de vários especialistas também é fator determinante para o êxito do tratamento (oncologistas pediatras, cirurgiões pediatras, radioterapeutas, patologistas, radiologistas), assim como o de outros membros da equipe médica (enfermeiros, assistentes sociais, psicólogos, nutricionistas, farmacêuticos).
Tão importante quanto o tratamento do câncer em si, é a atenção dada aos aspectos sociais da doença, uma vez que a criança e o adolescente doentes devem receber atenção integral, inseridos no seu contexto familiar. A cura não deve se basear somente na recuperação biológica, mas também no bem-estar e na qualidade de vida do paciente. Neste sentido, não deve faltar ao paciente e à sua família, desde o início do tratamento, o suporte psicossocial necessário, o que envolve o comprometimento de uma equipe multiprofissional e a relação com diferentes setores da sociedade, envolvidos no apoio às famílias e à saúde de crianças e jovens.
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Só metade dos casos de câncer infantil é diagnosticada no país
Published novembro 18, 2014 Notícias , Qualidade de Vida Leave a CommentTags:Cancer, Câncer Infantil, cuidados, dados, doenças, estatísticas, Hospital da Criança de Brasília, Infanto Juvenil, Ministério da Saúde, Morte, OMS, Onco-Hematologista, oncologia, Prevenção, prevenir, risco, Saúde, segurança, tratamento, tumor
O câncer é a doença que mais mata crianças no Brasil, mas é um desconhecido mesmo para parte dos médicos. Com sinais e sintomas que podem ser facilmente confundidos com os de outras doenças da infância, o diagnóstico custa a ser feito e essa demora, muitas vezes, custa vidas. A estimativa do Instituto Nacional do Câncer (Inca) é que cerca de 12 mil novos casos surjam por ano no país, mas só a metade é diagnosticada.

“O câncer infantojuvenil é uma causa esquecida. Não é tema obrigatório nas escolas de saúde, o que dificulta o diagnóstico e o encaminhamento a um especialista”, diz a oncopediatra da Fundação Sara Albuquerque Costa, Eliana Cavacami. Para chamar a atenção para o quadro, a entidade, que trabalha no apoio a crianças e adolescentes com a doença em Belo Horizonte e Montes Claros, promove neste mês a campanha Novembro Dourado, para levar informações sobre a doença.
Quando diagnosticado no início, a taxa de cura pode ser superior a 80%. “O encaminhamento para um especialista nem é complicado. O diagnóstico é o grande problema”, reforça a oncopediatra do Hospital das Clínicas, Karine Fonseca. Ela explica que em crianças não há prevenção e todas as ações se iniciam a partir do diagnóstico.
Entre os sinais e sintomas estão vômitos e febres sem razão aparente, fraqueza em algum membro, dores de cabeça persistentes, dor nos ossos, manchas roxas e caroços pelo corpo.
Olhos esbranquiçados em fotos também são sinal de alerta. Se a criança ou adolescente apresentar qualquer desses sinais de maneira prolongada e sem causa definida, os pais devem insistir com o pediatra ou clínico para que sejam realizados exames mais apurados.
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Dicas de Alimentação Para Diabéticos
Published novembro 14, 2014 Campanhas , Qualidade de Vida Leave a CommentTags:açúcar, Adoçantes, alimentação, Alimentos, Campanha, cuidados, Dia Mundial da Diabetes, Diabéticos, Diabetes, dicas, Exageros, frutas, frutose, Prevenção, Qualidade de Vida, Saúde, sucos, Vegetais, Vegetais Coloridos, Viva Melhor, vivamelhor, vivamelhoronline
Dia Nacional da Surdez – 10 de novembro
Published novembro 10, 2014 Notícias , Qualidade de Vida Leave a CommentTags:Audição, canal auditivo, cérebro, complexa, Declínio, deficiência, deficiência auditiva, Dia Nacional da Surdez, distúrbio, doença, duvidas, Fisiologia, fonoaudióloga, médico, ouvido, pavilhão, perdas, perdas auditivas, Problemas, PUC, Saúde, SP, Surdez, tímpano
Como diz a música, é preciso saber viver… e também envelhecer. Manter uma atitude saudável perante a vida está cada vez mais difícil com a rotina frenética dos dias modernos. Mas buscar alegria e relaxamento, através do convívio com familiares e amigos, é essencial. Para isso, precisamos nos manter conectados ao mundo, precisamos escutar bem os sons das músicas, das conversas, seja em casa ou em restaurantes e casas de show.
Entre todas as dificuldades que afetam a vida de um idoso, uma das piores é a perda auditiva. A surdez pode isolar o indivíduo de sua família, de seus amigos e até criar dificuldades no ambiente de trabalho.
Pesquisa realizada pelo site Heart-it comprova que pessoas que sofrem de surdez têm problemas de relacionamento. O que ocorre muitas vezes é um constrangimento, de ambas as partes, devido à dificuldade na comunicação, o que acaba por afastar os deficientes auditivos do convívio em sociedade, podendo acarretar isolamento, tristeza e até mesmo depressão.
“Falar sobre deficiência auditiva nunca é fácil, por causa da resistência que as pessoas têm em admitir a surdez. Mas trazer à tona o problema é a melhor coisa a fazer. Estudos comprovam que o tratamento da perda auditiva, geralmente com o uso de aparelhos auditivos, resulta em melhoras significativas na qualidade de vida do idoso”, afirma a fonoaudióloga Marcella Vidal, da Telex Soluções Auditivas.
Segundo especialistas, muitas pessoas já experimentam algum grau de perda da audição a partir dos 40 anos, por causa do envelhecimento natural do corpo. O processo é diferente em cada um, mas aproximadamente uma em cada dez pessoas nesta faixa etária tem um tipo ou grau de perda auditiva. Depois dos 65 anos, a perda auditiva, conhecida como presbiacusia, tende a ser mais severa. Por isso, o melhor é procurar um especialista aos primeiros sinais de surdez.
“O uso diário do aparelho e o apoio da família são essenciais para que o indivíduo resgate sua autoestima. Infelizmente, muitas vezes, quando se procura tratamento, o caso já está grave. A perda se dá de maneira lenta e progressiva e, com o decorrer dos anos, a deficiência atinge um estágio mais avançado”, explica a fonoaudióloga, especialista em audiologia.
A maioria das pessoas com presbiacusia começa a perder audição quando há um declínio na sua capacidade de ouvir sons de alta frequência (uma conversação contém sons de alta freqüência). Portanto, o primeiro sinal de presbiacusia pode ser a dificuldade de ouvir o que as pessoas dizem para você. Os sons da fala com mais alta freqüência são as consoantes, como o S, T, K, P e F.
Cabe aos médicos otorrinolaringologistas examinar os pacientes e aos fonoaudiólogos indicar qual tipo e modelo de aparelho atende às necessidades do deficiente auditivo.
Atualmente, há uma diversidade de modelos de aparelhos auditivos, com design moderno, discretos, alguns até mesmo invisíveis no ouvido – ficam dentro do canal auditivo -, adequados para diferentes graus de perda auditiva e que não ofendem a vaidade de quem usa. Então, por que não procurar logo uma ajuda?
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