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1º Passo para Tratar a Obesidade

Obesidade deve matar 10 milhões de Brasileiros até 2012, diz Estudo

Hipertensão e outras doenças ligadas ao excesso de peso atingem mulheres, homens e crianças em todo o mundo.

A obesidade possui relação estreita com a hipertensão. Estima-se que seja responsável por 30% dos casos da doença. Cerca de 75% dos homens e 65% das mulheres brasileiras apresentam pressão alta diretamente ligada ao sobrepeso. Um estudo da Organização Mundial da Saúde afirma que o sedentarismo, a alimentação irregular e compulsiva, inclusive em crianças, resulta em índices alarmantes de obesidade: São 55% dos homens e 62% das mulheres, além de 5% dos 70 milhões de crianças e adolescentes. A projeção, segundo a OMS, é ainda pior: Até 2015, 10 milhões de brasileiros morrerão em decorrência de doenças crônicas originadas pela obesidade. O Brasil está entre os recordistas mundiais desses casos.

Cerca de 30% dos óbitos são ocasionados por doenças cardiovasculares. São aproximadamente 300 mil mortes por ano. A principal causa é o acidente vascular cerebral (AVC), sendo a hipertensão arterial responsável por 40% destes casos. A elevação da pressão arterial aumenta progressivamente a mortalidade cardiovascular. A hipertensão e as doenças a ela relacionadas geram um contingente significativo de internações. Em 2005, foram mais de R$ 1,1 milhão de internações, com um custo que passa de R$ 1,3 bilhões, segundo o Ministério da Saúde.

Números que assustam

Segundo o Ministério da Saúde, a taxa de incidência de hipertensão varia entre 20% e 30% na população brasileira, alcançando 50% em faixas etárias mais avançadas. O mais grave é que dos 43 milhões de adultos hipertensos, 15 milhões (35%) desconhecem a existência do problema e apenas 7 milhões estão em tratamento. Crianças e adolescentes não estão ilesos. São 3,5 milhões de crianças e adolescentes que precisam de tratamento no Brasil.

Anualmente, cerca de 300 mil brasileiros morrem por doenças cardiovasculares, mais da metade em decorrência de pressão alta. Entre essas enfermidades, a principal causa de morte é o acidente vascular cerebral (AVC), que tem como principal fator de risco a hipertensão – responsável por 40% desses óbitos. A hipertensão é também causa direta de aproximadamente 25% das mortes por doença coronariana.

No Brasil, a prevalência hipertensão é de 26,6% nos homens e 26,1 nas mulheres. A doença é mais freqüente em mulheres afrodescendentes com risco 130% mais elevado em relação às mulheres brancas. Outro agravante é o sedentarismo que aumenta o risco de hipertensão em 30%.

O alerta quanto à pressão alta não é menos importante do que o referente à obesidade. No Brasil, 40% da população está acima do peso e 15% tem obesidade. Segundo relatório da OMS sobre doenças crônicas (2005), no país, 55% dos homens e 62% das mulheres estão acima do peso. A projeção para 2015 é de que chegue a 67% no sexo masculino e 74% no feminino, com um total de 10 milhões de mortes por doenças crônicas ocasionadas por obesidade.

Em busca da solução

A medicina mundial está lutando para reverter o quadro. Na América Latina importantes sociedades de cardiologia e endocrinologia se reúnem com esse objetivo. A Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) e seu Departamento de Hipertensão Arterial e outros grupos brasileiros e internacionais realizarão o I Congresso Latino-Americano de Hipertensão e Obesidade, de 29 de novembro a 1º de dezembro, no Rio de Janeiro, no Hotel Intercontinental. O objetivo é criar uma estratégia eficiente para reduzir esses males. “Tratamento, medicação e os métodos cirúrgicos mais eficazes e atuais estarão em pauta no congresso” diz Andréa Araújo Brandão, presidente da Comissão organizadora e do Departamento de Hipertensão Arterial da SBC.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://itodas.uol.com.br/

Obesidade pode contribuir para Evolução do Câncer de Mama

Segundo um estudo publicado recentemente no Journal of Clinical Investigation, as células de gorduras dos seios podem contribuir para o crescimento de tumores na região. Esta gordura que circula no tumor tem fatores de oncogênese – que são ações celulares ou genéticas que podem causar algum tipo de câncer. 

O motivo desta relação é que, tanto nas células do tumor, como nas de gordura, foram encontradas uma grande quantidade de um tipo de proteína chamado Col6.

Segundo os pesquisadores do Centro Médico da University of Texas Southwestern, Philip Scherer e Jiyoung Park, esta proteína acelerou o crescimento dos tumores e promoveu a metástase nos ratos observados. Além disso, os roedores que receberam menos quantidade de Col6 apresentaram um crescimento considerado bem inferior do tumor e pouca metástase.

Assim, os estudos concluíram que a obesidade pode estar ligada com a progressão de casos de câncer de mama e sugere também que o controle desta proteína pode contribuir para uma nova alternativa de tratamento contra a doença.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://saude.terra.com.br/

Práticas Saudáveis para Crianças e Adolescentes

Para se desenvolver, todo ser humano precisa de atenção, carinho e condições saudáveis de vida. Isso envolve alimentação, sono e estímulos adequados.

Desde a gestação, a boa nutrição é fundamental para o organismo funcionar corretamente. Nos seis primeiros meses, o bebê precisa ser alimentado somente com leite materno. Nada mais, nem mesmo água, pois leite contém todos os nutrientes necessários. Sugar o peito da mãe ainda exercita a musculatura da face e fortalece o vínculo entre mãe e filho.

Dormir bem também é imprescindível. Segundo o médico Marcelo Masruha, professor de Neurologia Infantil na Universidade Federal de São Paulo e secretário geral da Sociedade Brasileira de Neurologia Infantil (SBNI), desde o início os pais devem treinar a criança a dormir no próprio quarto e sem interrupções. Nada de mamadeira ou água durante a noite.

Segundo o especialista, bebês não devem dormir de barriga para baixo, mas, acordados, devem passar alguns minutos nessa posição, pois ela estimula a musculatura em volta da coluna. Para uma boa estimulação motora, coloque o bebê em diferentes posições ao longo do dia.

O que jamais pode faltar na vida da criança são amor, carinho e atenção às suas necessidades. Nos primeiros três meses fora do útero, o chamado quarto trimestre da gestação, o conforto do corpo da mãe faz falta. Segundo a pediatra Honorina de Almeida, especialista em desenvolvimento e consultora internacional em aleitamento materno, o bebê tem temperamento próprio e precisa de tempo para se adaptar a esse novo mundo. Mas não há receita. “É uma relação puramente afetiva, sem regras. Os pais não devem ter medo de tomar decisões guiadas pelo que dita o coração”, diz.

O afeto é tão importante que interfere até o desempenho escolar. Estudos mostram que as crianças que mantêm um forte vínculo com a família são mais curiosas e tendem a se interessar mais pelos estudos. “A afetividade é o motor do aprendizado”, diz a pedagoga Silvia Colello, professora de psicologia da educação na Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo.

Televisão e videogame não substituem afeto e ainda aumentam o sedentarismo. A OMS recomenda passar no máximo duas horas por dia na frente da tela e aumentar a quantidade de brincadeiras e atividades que movimentem o corpo. Segundo o Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional de 2009, 13% da população de 10 a 19 anos estão com sobrepeso e 3% com obesidade.

Atividade física regular e uma alimentação saudável, rica, variada e equilibrada em proteínas, fibras e carboidratos e o mínimo possível de doces, refrigerantes, frituras e alimentos industrializados, são uma ótima receita de saúde.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.brasil.gov.br

Obesidade Infantil

Foi-se o tempo que criança saudável era criança gordinha.

Hoje o cenário é assustador: a obesidade atinge 15% dos pequenos, que estão expostos a riscos de gente grande. A falta de exercícios e a alimentação inadequada são os grandes culpados pelos quilos a mais. Só para se ter uma idéia, quando o pequeno devora um pacote de bolacha na hora do lanche, está ingerindo o equivalente a uma refeição completa em calorias.

Os prejuízos são enormes: além do impacto na auto-estima, aumenta a chance de problemas ortopédicos, de infecções respiratórias e de pele, de cirrose hepática por excesso de gordura depositada no fígado – a chamada esteatose. Pior: uma criança obesa em idade pré-escolar tem 30% de chances de virar um adulto rechonchudo. O risco sobe para 50% caso ela entre na adolescência gorda. Explica-se: as células adiposas vão ficando cada vez mais recheadas de gordura até que estouram e se multiplicam, fenômeno mais comum justamente no primeiro ano de vida e na adolescência.

Reverter o quadro depende basicamente de uma coisa: reeducação alimentar.


Ele tem tendência à obesidade?

Os cientistas identificaram oito fatores que podem levar à obesidade a partir dos 7 anos:

1. Mães que engordam demais durante a gravidez podem gerar bebês com mais tendência à obesidade

2. Crianças com peso e altura acima da média entre 8 e 18 meses têm maior propensão ao problema

3. Ao completar um ano, o bebê não deve pesar mais do que o triplo do que tinha ao nascer

4. Também não deve crescer mais do que 25 centímetros no primeiro ano.

5. Bebês que dormem pouco ficam mais cansados e fazem menos atividades durante o dia, facilitando o acúmulo de gordura.

6. Crianças com mais de três anos que ficam mais de oito horas por semana na frente da TV

7. Aparecimento de gordurinhas localizadas antes dos quatro anos

8. Pais gordos: além da genética contra, os filhos podem imitar seus hábitos


Como anda a balança do seu filho?

Nas crianças, o IMC isolado não é o melhor parâmetro pois o rápido crescimento e as oscilações de peso e altura não permitem uma avaliação precisa. Mas estes valores servem de referência.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://saude.abril.com.br

Alimentação Saudável contribui com a Saúde Bucal

Ontem foi Dia Mundial do Dentista. E para comemorar esta data, nada mais justo que cuidar do nosso maior cartão de visitas. Um sorriso bonito e saudável pode abrir portas para amizades, relacionamentos e até mesmo para o trabalho.

Dados do Ministério da Saúde mostram que 89% da população, entre 15 e 19 anos, sofre com problemas de cáries – o que é reflexo do exagero em alimentos que contém açúcar.

A maioria das pessoas se preocupa apenas com os dentes, se esquecendo que a gengiva e a mucosa oral também fazem parte da saúde bucal. Uma boca saudável é aquela que permite uma mastigação correta e leva a uma melhor digestão e absorção dos nutrientes.

Grande parte das doenças dentárias pode ser influenciada pela alimentação. Além de uma higiene correta e visita periódica ao dentista, manter uma dieta saudável, com uma ingestão considerável de vegetais, frutas e grãos integrais, pode evitar muitos problemas de saúde bucal.

Os tecidos orais, como a gengiva, dentes e músculos de mastigação têm a mesma exigência nutricional que o restante do organismo e precisam de uma quantidade suficiente de nutrientes para se manterem saudáveis. Essa suficiência é alcançada através de uma alimentação balanceada e rica em vitaminas e minerais.

Seguem algumas dicas para manter sempre um sorriso bonito e saudável:

  • Opte por alimentos nutritivos, como frutas, verduras, legumes e produtos de origem animal, como carnes, leite e ovos;
  • Mantenha os dentes fortes, consumindo a quantidade adequada de cálcio, potássio e fósforo;
  • Ingira alimentos ricos em fibras e grãos;
  • A Vitamina C ajuda previne doenças da gengiva, por isso a inclua na sua dieta;
  • Evite alimentos gordurosos, café, refrigerantes, molhos, doces, condimentos fortes e cigarros, pois eles podem prejudicar o esmalte dos dentes e provocar cáries.
  • Uma alimentação adequada NÃO dispensa uma higienização correta. Abuse da escova e do fio dental.

Aí vão algumas dicas que irão lhe ajudar a cuidar bem dos seus dentes:

  • · Visite seu dentista a cada seis meses, mesmo não sentindo dor;
  • · Alimentação saudável, rica em cálcio, contribui para uma dentição perfeita;
  • · A escova de dente ideal deve alcançar os dentes do fundo;
  • · Use fio dental antes da escovação, assim, seus dentes ficarão livres dos resíduos mais difíceis de alcançar;
  • · Os dentes dos bebês devem ser limpos com cotonete, gaze ou ponta de fralda umedecida; com isto evita-se cáries que, por mais incrível que seja, podem aparecer nos primeiros dentinhos causadas por mamadeiras ou alimentação doce;
  • Após as refeições escove sempre seus dentes, pois com os restos alimentares transformam-se em ácidos que podem destruir o esmalte.

Informações parciais. Confira os textos na íntegra, acessando os sites: http://mundoverde.com.br e http://www.unimedvsf.com.br

Aprenda o Autoexame da Mastigação Correta

Mastigar é um ato mecânico, automático, que não recebe a menor atenção no dia a dia. Acontece que a maneira de mastigar e o número de repetições é muito importante para que o restante do processo de digestão do alimento seja concluído com sucesso, além de interferir diretamente na saúde bucal.

A cirurgiã-dentista, Rosileine Uliana, explica que quanto menor for o número de mastigações, mais preguiçoso o intestino será, sem força para trabalhar e produzir a quantidade necessária de estímulos gástricos essenciais para a digestão. “A principal função da mastigação é diminuir o volume do alimento, em partículas cada vez menores, preparando-as para a deglutição”, diz.
Mastigar errado sobrecarrega a articulação e pode até causar dor de cabeça. Para ver se há algum problema, basta fazer o autoexame. É só ficar na frente de um espelho e observe atentamente dois pontos: se um ombro é mais alto do que o outro e se, ao sorrir, o meio dos dentes de cima não está alinhado com o meio da arcada de baixo. Caso haja alteração, é hora de procurar um especialista.
Fórmula ideal
O recomendado é que os alimentos sejam mastigados por no mínimo 30 vezes, dependendo se são sólidos, pastosos ou líquidos.  O nome é complicado – mastigação bilateral alternada multidirecional -, mas quer dizer que o alimento deve ser distribuído homogeneamente nos dentes do lado direito e do lado esquerdo. “Assim, é possível garantir a estabilidade do sistema articular e periodontal – tecidos que sustentam os dentes, osso, ligamento e gengiva”, afirma Rosileine.
Nutricionistas recomendam soltar os talheres para prestar atenção no ato de mastigar. Isso faz com que a sensação de saciedade seja sentida antes da pessoa comer mais do que é necessário. Também é importante prestar atenção em dicas básicas, como colocar pequenas quantidades de alimento por garfada, comer devagar e manter a boca fechada.
Segundo a cirurgiã-dentista Lucina Saraiva, o desenvolvimento da mastigação começa desde o primeiro dia de vida, com a amamentação. “A força que o bebe faz para sugar o leite estimula a musculatura facial e é muito importante para o desenvolvimento ósseo”, diz. Bebês que não mamam podem se tornar adultos que só respiram pela boca e, com isso, mastigam apenas de um lado para conseguir respirar durante a refeição.
Ginástica da mastigação
Para a dentista Rosileine Uliana, a goma de mascar pode ser uma boa fisioterapia para as glândulas salivares. O ideal é mascar por 20 minutos, duas vezes ao dia. Isso aumenta a salivação, como também massageia as glândulas salivares. Porém, a especialista alerta. “Mascar chiclete em demasia pode saturar os músculos da mastigação, comprometendo o sistema articular e periodontal”.
Saiba quais são as fases da mastigação
-Fase de incisão: quando os alimentos são cortados. Tempo de duração: 5% a 10% do tempo da mastigação.
-Fase de trituração da comida: é a transformação das partes grandes dos alimentos em partes pequenas. Tempo de duração: 65% a 70% do tempo de mastigação.
-Fase de pulverização do bolo alimentar: é quando as partículas pequenas se transformam em elementos muito pequenos. Tempo de duração: 25% a 30% do tempo de mastigação.
Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://saude.terra.com.br

Aprenda 10 Passos para Higiene Bucal Perfeita

É difícil saber qual é a melhor forma de fazer a higiene bucal. Muitos mitos ainda são divulgados, conselhos da vovó que não se aplicam mais e falta de tempo para marcar horário no dentista. Para facilitar a vida, o cirurgião-dentista, Hugo Roberto Lewgoy, professor da Associação Brasileira de Odontologia (ABO), tira dúvidas com um manual de 10 dicas para uma higiene oral perfeita.

1° Passo – Antes de qualquer coisa
Lave mãos e unhas com água e sabão. Faça um bochecho com água para eliminar resíduos de alimentos, pois isto diminui a chance da comida ficar presa entre as cerdas da escova.
2° Passo – Escolha da escova
O principal item que define a qualidade da escova dental é o grau de maciez e a quantidade de cerdas. Opte pelas ultramacias com, no mínimo, cinco mil cerdas. Prefira escovas com cabos lisos, as borrachas nos cabos acumulam sujeira e facilitam a proliferação de bactérias. As escovas com tampa acrílica da cabeça, conservam e protegem as cerdas, além de evitar contaminações. Lembre-se de trocar a escova a cada dois ou no máximo três meses. Com cerdas novas, é mais fácil evitar o aumento de força na escovação.
3º Passo – Técnica de escovação
Faça movimentos vibratórios circulares com uma inclinação de 45° em relação à superfície dos dentes. As cerdas das escovas ficarão metade recobrindo a superfície dental e metade recobrindo a gengiva. Dessa forma é possível atingir o sulco gengival, região onde a sujeira (biofilme oral) mais se acumula. Estes pequenos movimentos vibratórios circulares devem ser executados por pelo menos 10 vezes em cada face do dente (parte de fora e parte de dentro). Esta técnica não pode em hipótese alguma ser realizada com escovas duras e sim do tipo ultramacias com uma grande quantidade de cerdas. Caso contrário, pode ocorrer retração gengival e abrasão do esmalte.
4° Passo – Medida certa de pasta
Tenha em mente que o importante é a escova e não a pasta dental. A pasta não pode ser abrasiva e deve ser utilizada em pequena quantidade – semelhante a um grão de ervilha. No caso das crianças, até os seis ou sete anos, procure um creme dental não abrasivo, sem flúor, até que haja controle sobre a deglutição, pois, a água de abastecimento já é fluoretada e o excesso de flúor pode ser prejudicial.
5° Passo – Fio dental nem sempre ajuda
O fio dental é um poderoso aliado para prevenção das doenças orais, porém, devido à região entre os dentes ser côncava (como um prato de sopa) o fio dental não é 100% eficiente. É recomendado usá-lo para a remoção de detritos alimentares e para a higienização da região entre os dentes onde o contato é muito apertado.
6° Passo – Já tem escova interdental?
Apenas as escovas interdentais alcançam completamente concavidades e irregularidades entre os dentes. Insira a ponta da escova interdental entre dois dentes de forma inclinada em direção a gengiva. Nos dentes superiores inclina-se a escova um pouco para cima e nos dentes inferiores inclina-se a escova um pouco para baixo. Lembre-se de fazer isso delicadamente. Se a escova deslizar muito facilmente, sem qualquer pressão, opte por uma de diâmetro maior. Não é necessário fazer movimentos de vai e vem, apenas coloque e retire a escova e a limpeza já estará feita. Mas lembre-se de usa-la diariamente.
7° Passo – Para improvisar
Para complementar a escovação durante o dia, principalmente quando está longe de uma pia, lance mão da escova unitufo. Esta escova permite a desorganização do biofilme oral das principais áreas de acúmulo que são justamente as margens gengivais. Passe a língua sobre os dentes, onde sentir que não está lisinho, escove com a escova unitufo. Não precisa enxaguar a boca ou usar creme dental. Esta escova pode ser utilizada a todo o momento como auxiliar a escovação principal, que deve preferencialmente ser realizada à noite antes de dormir.
8° Passo – Não se esqueça da língua
A limpeza da língua também deve fazer parte de uma higiene bucal perfeita, principalmente para prevenir a halitose.  A halitose está relacionada principalmente pela presença de um tipo de placa bacteriana formada sobre a língua chamada de saburra lingual. Esta saburra sofre um processo de fermentação que provoca a liberação de gases derivados do enxofre que causam um odor muito desagradável na boca. Para evitar esse problema, faça diariamente a higienização da língua para remover a saburra lingual. Para isso, escolha os higienizadores linguais plásticos, do tipo CTC, que removem a saburra lingual sem machucar a língua e sem provocar ânsia e náuseas. A escova foi desenvolvida para escovar os dentes e não a língua.
9° Passo – Cuidado para usar o enxaguante bucal
O uso de antissépticos deve ser recomendado pelo dentista. Quando a desorganização da placa é realizada de forma eficiente, os antisépticos são totalmente dispensáveis. Fazer uma boa escovação, usar o fio dental ou a escova interdental e limpadores de língua são os melhores métodos para prevenir doenças orais.
10° Passo – A escova também precisa de cuidados
Limpe a escova com água corrente. Dê pequenas batidas com a escova sobre a palma da mão. Pingue algumas gotas de antisséptico oral, preferencialmente a base de clorexidina 0,12%, normalmente utilizado para bochechos. Coloque o protetor de cabeça que também deve ser limpo com antisséptico. Guarde a escova com o cuidado de deixá-la separada das outras. Antes da próxima escovação, a escova deve ser novamente muito bem lavada e enxaguada em água corrente para a remoção dos resíduos do antisséptico.
Dica – Para os pequenos
Deixe a criança tentar escovar os dentes de forma divertida, sem repressão ou crítica. Não reclame, por exemplo, se ela estiver mordendo as cerdas, pois, no começo isto é normal. Quando acabar a escovação, cheque se está tudo bem. A higiene bucal deve ser feita pelos pais até os seis ou sete anos, a partir daí, a criança começa a ter coordenação, mas precisa haver treino. Procure tirar um pouco a higiene oral exclusivamente do banheiro. Assistir a um desenho na TV ou jogar videogame enquanto escova os dentes não é algo que deva ser reprimido, mas, sim, incentivado.
Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://saude.terra.com.br

Curiosidades do Coração

Os nervos cardíacos, que comandam os batimentos pelos impulsos elétricos fornecidos pelo nodo sinoatrial, formam um corpo neural próprio com cerca de 40 mil neurônios. Eles funcionam para dar o ritmo certo da batida e podem ser influenciados pelos neurônios do cérebro: se uma pessoa está estressada, o batimento cardíaco aumenta. O inverso também é verdadeiro em muitos casos.

Em uma pessoa saudável, o coração bate em média 70 a 80 vezes por minuto. Mas, esse número pode ser elevado para até 150 em situações de pânico ou susto. O coração bombeia em média 74 mil litros de sangue por dia – o suficiente para, ao longo de uma vida inteira, encher 100 piscinas. A pressão exercida pelo órgão também é tão forte que o sangue poderia ser jorrado a 10 metros de altura.

Nem todos os animais possuem corações divididos em câmaras, como o homem, configurando o que chamamos de circulação dupla e completa. Nos peixes, o sangue passa apenas uma vez pelo coração, e sangue oxigenado e desoxigenado se misturam.

Anfíbios têm três câmaras: dois átrios e um ventrículo. Dois átrios e um ventrículo parcialmente separados formam o coração dos répteis – exceto os crocodilianos, que têm uma membrana vertical que divide o órgão em quatro partes–, havendo mistura de sangue venoso e arterial. Mamíferos e aves apresentam dois átrios e dois ventrículos, mas é a direção da aorta que muda.

Os casos mais interessantes ficam por conta dos invertebrados. As minhocas apresentam entre dois a 15 pares de vasos no esôfago que exercem a função do nosso coração, enviando o sangue para um vaso central que distribui o oxigênio e os nutrientes para a parte dianteira e traseira. Os três corações do polvo permitem que a pressão sanguínea permaneça constantemente alta, favorecendo a circulação de um sangue muito pobre em oxigênio.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://saude.ig.com.br/

HCor celebra o Dia Mundial do Coração

Profissionais do HCor realizarão aferição de pressão arterial, teste de glicemia, cálculo do IMC (Índice de Massa Corporal) e circunferência abdominal, medição de monóxido de carbono nos fumantes e teste de estresse para alertar sobre os riscos das doenças cardiovasculares, responsáveis por 29,4% das mortes registradas por ano no país

Para celebrar o Dia Mundial do Coração, hoje, 25/09, o HCor – Hospital do Coração, realizará uma ação gratuita com o objetivo de alertar e conscientizar à população sobre a importância da prevenção de doenças e a promoção da qualidade de vida à comunidade. As doenças cardiovasculares são responsáveis por 29,4% das mortes registradas por ano no país, mais de 308 mil mortes por ano, causadas principalmente por infarto e acidente vascular cerebral (AVC).

Com essa ação o HCor pretende levar mais informação sobre saúde e qualidade de vida à população e conscientizar sobre a importância de hábitos de vida saudáveis, com prática de esportes, alimentação balanceada, menos estresse e visitas regulares ao médico para prevenção e controle dos fatores de risco.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), as doenças cardiovasculares, incluindo infarto e acidente vascular encefálico (ou derrame), são responsáveis por 17,3 milhões de óbitos ao ano em todo o mundo, sendo quatro em cada cinco mortes em países pobres ou em desenvolvimento. Por outro lado, 80% dos infartos e derrames poderiam ser evitados com dieta saudável, prática de exercícios físicos pelo menos 30 minutos por dia, redução do estresse e fim do tabagismo.

” A hipertensão – que mesmo sem dar sinal ataca as artérias -, o excesso de açúcar – que leva ao diabetes – e o aumento de gorduras no sangue além de 200 mg/dL são os maiores vilões do coração. No Brasil, o número de hipertensos tem aumentado nas últimas décadas. Pelo menos 50% das pessoas acima de 65 anos têm pressão alta, mal que já atinge 5% das crianças e dos adolescentes. A doença é responsável por 40% dos infartos, 80% dos derrames e 25% dos casos de insuficiência renal grave”,esclarece Dr. Félix Ramires, cardiologista do HCor – Hospital do Coração.

A importância da prevenção e da qualidade da vida:
O HCor – Hospital do Coração por meio de sua equipe multidisciplinar do Clinic Check-up, estabelece avaliações com o intuito de identificar eventuais doenças e seus possíveis fatores de risco – baseado em dados clínicos e achados de exames. São pesquisadas doenças frequentes e clinicamente importantes com impacto na saúde e na qualidade de vida, como tumores, doenças cardiovasculares, metabólicas e infecciosas. Para isso, o serviço conta com uma equipe multidisciplinar composta por cardiologista, urologista, ginecologista, fisiatra, dermatologista, oftalmologista, proctologista e nutricionista.

No que diz respeito às doenças cardiovasculares, além da identificação e controle dos fatores de risco, o HCor conta com o ecocardiograma tridimensional e angiotomografia de artérias coronárias, no qual pode identificar a concentração de cálcio nesses vasos e a presença de placas de aterosclerose, além de ressonância magnética e tomografia computadorizada do coração.

Também são feitas orientações nutricionais para reeducação alimentar, para atividade física, pois é evidente que cada um de nós tem sua parcela de responsabilidade, já que algumas medidas preventivas estão relacionadas diretamente aos nossos hábitos de vida.
Para se ter hábitos saudáveis é necessário a prática de atividade física regularmente. Por isso, os cardiologistas do HCor recomendam as atividades de cunho aeróbico como caminhadas e corridas, porém elas devem ser praticadas moderadamente e nos horários em que o sol está menos agressivo. Outro fator importante para aqueles que participam de competições e realizam exercícios físicos é a hidratação. É importante abusar da água mineral ou de coco, sucos e líquidos isotônicos. Isso facilita a hidratação e reposição das energias dos atletas.

Um alerta para as doenças cardiovasculares:

Infarto Agudo do Miocárdio – um problema mundial:
De acordo com um estudo norte-americano desenvolvido por pesquisadores da Universidade do Colorado, 20% dos pacientes que sofreram ataques cardíacos permanecem sentindo dores no peito mesmo um ano depois de ter ocorrido o evento. Os pesquisadores analisaram quase dois mil pacientes, sendo que, de cada cinco, um deles sofria com as dores. Dos pacientes que responderam ao questionário do estudo, um ano após seus ataques cardíacos, 19,9% ainda tinham dores no peito e 1,2% deles sentiam dor todos os dias.

A angina, nome dado a essa dor no peito, é um sintoma comum de doenças cardíacas e, de acordo com os médicos, é normal que as vítimas de infartos continuem sentindo essas dores. Entretanto, é importante realizar tratamentos para tentar minimizar o problema.

Segundo os pesquisadores, os principais fatores que podem contribuir para essas dores são o fumo e a depressão. Ainda de acordo com a pesquisa, os homens jovens, fumantes ou com sintomas de depressão estão mais propensos a sofrer com a angina. Diante desse cenário, é importante seguir as recomendações médicas para que os pacientes que sofreram infarto parem de fumar, e, quando necessário, procurem ajuda psicológica para controlar a depressão.

O tratamento da Insuficiência Cardíaca:
A insuficiência cardíaca é uma síndrome muito frequente entre as doenças cardiológicas e com muitas formas de tratamento. Pesquisas internacionais apontam que o conhecimento que o paciente tem sobre a sua doença é aquém do desejável.
“Um atendimento multidisciplinar coordenado e efetivo junto ao paciente com IC, e aos seus familiares, esclarece e orienta sobre a doença e seus cuidados. Além disso, o acompanhamento pós-alta reforça a aderência ao tratamento e mantém em contato o paciente com a Instituição e com o seu médico para aumentar a segurança e auto monitoramento”, esclarece o Coordenador do Programa Clínico de IC e cardiologista do HCor, Dr. Felix Ramires.

A disponibilização a todo corpo clínico de serviço especializado em IC também aumenta a aplicação das diretrizes mundiais no tratamento da IC, além da implementação do que existe de mais atual no tratamento clínico e cirúrgico desta síndrome. “Portanto, esse esforço coordenado proporciona, sem dúvida, uma excelência no atendimento desses pacientes melhorando a qualidade de vida e reduzindo a mortalidade”, finaliza Dr. Ramires.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.maxpressnet.com.br


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