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13 dicas para manter a forma física (e mental) no trabalho

As desculpas para abdicar das horas dedicadas para qualquer atividade física além do expediente podem ser inúmeras. Mas aviso aos craques neste tipo de justificativa: é possível cuidar da saúde mesmo quando se trabalha demais.

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De acordo com especialistas, algumas mudanças pontuais na rotina de trabalho são suficientes para abandonar o sedentarismo e contribuir para uma vida mais saudável. “O corpo agradece qualquer atitude que você faça para ele. E a mente mais ainda. Você se sente dono do seu destino”, diz Artur Zular, consultor científico do Intituto de Qualidade de Vida (IQV) e diretor científico do Departamento de Psicossomática da Associação Paulista de Medicina. Por isso, acene um adeus para a preguiça e confira as dicas para manter a forma física e mental mesmo quando você trabalha demais:

1. Vá de tênis

Independente do dress code da empresa, lugar de sapato é na bolsa ou na gaveta. Pelo menos, no percurso até o trabalho, aconselham os especialistas. No lugar? Tênis e disposição para caminhar.

Sim. Isso mesmo. Se você vai de carro e a empresa não possui estacionamento próprio, deixe seu carro há algumas quadras da companhia. Se o transporte público é a sua opção, desça um ponto de ônibus antes da parada mais próxima do escritório.

A prática pode até se tornar uma ótima estratégia para driblar a raiva em dias de recorde de trânsito. “Quando o trânsito estiver caótico, em vez de digladiar uma hora, não tenha medo de deixar o carro pelo caminho, ir à pé e enxergar a situação com uma postura diferente”, diz Guilherme Ribeiro, diretor da Regus Brasil.

2. Elevador? Só para os fracos

Mesmo durante o expediente é possível abdicar do sedentarismo e praticar uma atividade física. Como? Dando adeus para o elevador e desbravando os degraus das escadas do prédio em que você trabalha.

Fica assustado só em pensar na ideia? Então, acalme-se. Não é preciso subir de uma vez todos os degraus que separam o andar em que você trabalha do térreo. Ao contrário. De acordo com o especialista, a ideia é adicionar essa prática aos poucos à sua rotina. Novamente, aos poucos – para que você não morra do coração no segundo lance de escadas.

“Na descida todo santo ajuda, na subida, a coisa muda”, brinca Zular. Por isso, a fórmula é simples: para cada degrau que você subir, desça dois. Assim, se você trabalha no 10º andar, suba um andar pelas escadas e depois pegue o elevador. Na hora de voltar, desça dois lances de escadas para então recorrer ao elevador.

Aumente a dose de escada de maneira progressiva na sua rotina. A cada semana, suba um andar a mais e desça dois, além daqueles que já foram desbravados.

3. Coloque a vida em ordem

Arrumar a mesa, as gavetas e as prateleiras do escritório deve entrar para sua lista de atividades semanais. Isso mesmo. Além de garantir gasto calórico, esta prática também contribui para sua sanidade mental.

“Não faz bem para a cabeça trabalhar em um ambiente sujo e bagunçado. Você precisa estar focado”, diz Zular.

4. Desligue-se por três minutos

Quando a rotina pesar sobre seus ombros, pare. Feche os olhos por três minutos e medite. “Não precisa recitar um mantra, nem sentar na posição de lótus”, brinca o consultor do IQV. Basta sentar em uma posição ereta, fechar os olhos (ou olhar para o horizonte) e fazer respirações profundas e expirações lentas.

“Solte o ar lentamente como se tivesse um canudinho na boca”, diz o especialista. Neste período, pense em um lugar que você gosta. “Isso acalma o coração, diminui a adrenalina, o cortisol e o ritmo da frequência cardíaca, além de baixar a pressão arterial e estimular a liberação de neurotransmissores com efeito depressivo”, enumera Zular.

5. Coloque papas na língua

Não fale mal de ninguém. Não fofoque. Não alimente a rádio peão. Os três mandamentos básicos do bom relacionamento corporativo também são essenciais para manter sua boa forma emocional. Ao burlá-los, explica o consultor do IQV, “você gera um clima ruim de trabalho que afeta você também”.

6. Elogie e faça amigos

Antes, comprometa-se consigo mesmo a elogiar (de maneira sincera) pelo menos uma pessoa todos os dias. “Crie e seja responsável pelo melhor clima organizacional”, diz Zular. “Isto torna o ambiente agradável e diminui o estresse”, completa Ribeiro.

7. Seja menos competitivo

“A competência está ligada a desafios internos enquanto a competitividade, em destruir o outro”, diz o especialista do IQV.

Por isso, é essencial colocar a vontade de ser melhor que os outros de lado e focar em ser mais competente – sem se preocupar com o quanto os outros são bons no que fazem ou não.

“É muito melhor trabalhar com várias pessoas boas do que ser o único bacana rodeado por medíocres”, afirma.

8. Gargalhe

Os mal-humorados que nos perdoem, mas bom humor é fundamental. Tanto para tornar o ambiente ao redor mais leve quanto para equilibrar o caos que teima em persistir dentro de todos nós. “Ao rir, você faz ginástica respiratória e há liberação de endorfina”, diz o especialista.

9. Aproveite o dia

Se a sua empresa possui refeitório, uma vez por semana, planeje-se para almoçar fora e aproveitar o dia. “Vale a pena sair. E se for, que seja à pé. Se o restaurante fica a 500 metros da empresa, entre ida e volta, você terá andado 1 quilometro”, diz Ribeiro, da Regus. “No final do ano, isso faz diferença”.

Mas o gasto calórico não é o único benefício desta prática. “As pessoas, geralmente, ficam presas no escritório e não sabem se está fazendo sol ou se está chovendo. Sair deste ambiente contribui para quebrar a rotina e desestressar”, afirma.

10. Almoço é sagrado (e ponto)

Nesta toada, crie uma lei sagrada para a sua vida: nunca deixe um almoço sequer de lado. Tampouco aproveite este momento direto da sua mesa de trabalho.

“Se você come dentro do escritório, provavelmente, comerá rápido, não fará a digestão de uma maneira adequada. Estará comendo enquanto lê um e-mail. OU seja, não teve um tempo para relaxar”, lista Ribeiro. “Tem que aproveitar a cultura brasileira, que valoriza o almoço, e se dedicar para uma refeição saudável”.

11. Não subestime as refeições pequenas

Valorizar o almoço não significa, contudo, que você deve nutrir toda a fome do mundo para este momento e, no bom português, “colocar o pé na jaca”. Ao contrário.

“Se você toma café da manhã às 6h, às 10h já está morrendo de fome. Se você deixa para comer apenas no almoço isto compromete a atenção e aumenta as chances de doenças gástricas”, afirma Zular.

O ideal, de acordo com o especialista, é fazer pequenas pausas para um lanche entre as grandes refeições. Frutas, duas ou três bolachas de água e sal, um sanduíche de peito de peru com queijo branco são alguns exemplos de boas pedidas para este período.

12. Hidrate-se

Não faça da garrafa ou jarra de água apenas mais um objeto de decoração da sua mesa. Antes, discipline-se para tomar, pelo menos, 2 litros de líquidos durante o dia. Destes, no mínimo, 1 litro deve ser de água mineral.

“Quando você sente sede já está 5% desidratada. Por isso, o correto é ofertar água em abundância durante todo o dia”, diz Zular. Se você trabalha em ambiente com ar condicionado, a atenção deve ser redobrada. “O ar condicionado desidrata o ambiente”, diz.

Mas cuidado: os líquidos devem ser ingeridos longe das refeições. “A capacidade gástrica do nosso organismo é de 500 ml. Se você bebe um refrigerante enquanto come, acaba comendo mais e a digestão é dificultada”, explica.

13. Levante-se

Agora, também não valem todos esses cuidados se você passar o dia preso à cadeira e ao computador. Por isso, ligue o cronômetro e levante-se a cada 40 minutos e faça alongamento. Esta simples rotina pode evitar diversos problemas de saúde no futuro, como trombose venosa profunda e dores no nervo ciático, entre outros.

“Quando estiver sentado, alongue a pantorrilha esticando as pernas e direcionando a ponta dos pés para o próprio corpo. Depois, estique os braços na hora de se levantar”, descreve o especialista.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site:  http://info.abril.com.br/

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Só 22% dos brasileiros têm Alimentação Saudável

Em 31 de março comemora-se o Dia Nacional da Saúde e Nutrição, data importante para refletir e avaliar como vai a alimentação. Uma pesquisa divulgada anualmente pelo Ministério da Saúde apontou que, em 2013, apenas 22,7% da população brasileira consumia a quantidade diária de frutas, legumes e verduras recomendada pela Organização Mundial de Saúde: cinco porções ou 400 gramas.

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Esse dado aliado às facilidades do dia a dia – era do carro, do controle remoto, da internet e da comida pronta industrializada – e ao crescimento do sedentarismo tem contribuído para o aumento da obesidade, transformando-a em epidemia mundial.

A doença já é reconhecida como sério problema de saúde pública, pois afeta, em todo o mundo, um número crescente de pessoas, acarretando graves problemas sociais e de saúde. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a obesidade já atinge mais de 400 milhões de pessoas em todo o mundo. Dados do Ministério da Saúde mostram que a obesidade atinge 17% da população brasileira. Em 2006, o índice era de 11%.

Segundo o cirurgião, Sizenando Ernesto de Lima, a obesidade está ligada a um desequilíbrio na alimentação e no consumo excessivo de comida. “Além do fator genético, existe o comportamental. Sempre que as pessoas aumentam a ingestão de alimentos e diminuem a atividade física, engordam. O correto é fazer as três principais refeições do dia – café da manhã, almoço e jantar –, intercaladas com pequenas porções de frutas”, orienta.

O médico explica que a obesidade pode ser classificada como leve (IMC, índice de massa corpórea, entre 30 e 35), moderada (entre 35 e 40) e mórbida (acima de 40). Mais perigosa, a mórbida está, na maioria das vezes, associada à hipertensão arterial, diabetes e doenças respiratórias.

Cirurgia bariátrica

Para os pacientes que atingiram o grau de obesidade mórbida, a única alternativa para não correr riscos de morte e voltar a ter uma qualidade de vida é a cirurgia. Atualmente, são realizados no Brasil 80 mil procedimentos por ano.

O preparo para a intervenção leva de dois a seis meses. O especialista explica que devido à alta complexidade, diversos profissionais devem atuar em conjunto antes, durante e depois do procedimento.

O nível de glicemia tem de estar regulado, em caso de diabetes, e muitos pacientes precisam perder 10% do peso antes da cirurgia. A recuperação da cirurgia passa por um período de total aprendizagem. No primeiro mês, o paciente se alimenta exclusivamente de líquidos – água, sucos, gelatina, chá e isotônicos.

Depois, entra a alimentação pastosa que evolui gradativamente para uma consistência cada vez mais próxima do normal. Em cerca de 90 dias o paciente poderá comer praticamente de tudo, devagar e em pequenas porções. Alimentos doces devem ser suprimidos porque provocam dumping – mal-estar acompanhado de náuseas, suor frio e tremedeira – e para evitar ganho de peso.

Mesmo recuperado e se alimentando normalmente, o paciente precisa de acompanhamento para não ter recaídas. Além das visitas ao cirurgião, deve-se participar de reuniões periódicas de apoio com equipe multiprofissional. O objetivo é buscar o bem-estar físico e emocional, através da seleção dos alimentos que contenham os nutrientes mais saudáveis e adequados às necessidades de cada indivíduo, para que a rápida perda de peso não leve à desnutrição. Diariamente, e para sempre, o operado tem de tomar um complexo vitamínico e ingerir 100 gramas de carne, para evitar anemia.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.bonde.com.br/

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Alimentos para o Bom Humor

Alimentos e sensações caminham juntos para os seres humanos. Essa ligação começa quando o bebê nasce: ao ser amamentado, ele não apenas é nutrido, mas sente prazer. A explicação para esse envolvimento de nossas emoções é científica: a química dos alimentos é capaz de alterar a produção de neurotransmissores – substâncias que transmitem impulsos nervosos no cérebro e são responsáveis pelas sensações.

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Por isso, a máxima de que você é o que come se aplica também ao bom humor. Há uma série de alimentos que podem contribuir para melhorar o ânimo porque estimulam a produção dos neurotransmissores responsáveis pelo prazer, bem-estar e euforia – entre os quais serotonina, dopamina, noradrenalina e acetilcolina.

O mais estudado neurotransmissor é a serotonina. “Sua produção pode ser aumentada com o consumo de alimentos ricos em triptofano, um aminoácido, e carboidratos”, explica Rosana Raele , nutricionista do Centro de Medicina Preventiva Einstein. É por isso que quando alguém está chateado e como um doce tem a sensação de que melhorou.

Na Inglaterra, o estudo Food and Mood Project (Projeto Comida e Humor) revelou que mudanças no que comemos podem ser positivas para a saúde mental. Cerca de 200 pessoas fizeram uma dieta recomendada e avaliaram o impacto da mudança nutricional no seu humor. A experiência mostrou que 26% tiveram uma melhora na instabilidade emocional, 24% na depressão e 26% em ataques de pânico e ansiedade. Os indivíduos estudados diminuíram o consumo de açúcar, cafeína, álcool e chocolate e aumentaram o de frutas, peixes e líquidos.

Uma observação importante: ficar muito tempo sem comer reduz os níveis de glicose, o que pode afetar negativamente o humor. Assim, o ideal é alimentar-se seis vezes ao dia: café-da-manhã, lanche, almoço, lanche, jantar e ceia. Um exemplo de cardápio saudável e ótimo para o astral é apresentado adiante.

Fontes de bom humor

Conheça alguns dos principais alimentos que podem ajudar a melhorar e manter o astral.

Chocolate

Além do açúcar, contém tirosina – substância que estimula a produção de serotonina – e minerais importantes como cobre, manganês e magnésio (nutriente que fica em falta no período pré-menstrual). Dispara a produção de endorfina e dopamina, neurotransmissores responsáveis pelo relaxamento. Os mais recomendados são os com 70% de teor de cacau pelo alto poder antioxidante.

Aveia

Cereal que contém altas doses de triptofano. Além do aminoácido que auxilia o organismo a liberar a serotonina, também tem bons níveis de selênio, que colabora para a produção de energia.

Banana madura

Contém duas substâncias que auxiliam o humor: os carboidratos, que estimulam a produção de serotonina e a vitamina B6, que garante mais energia. É ótima como opção de lanche rápido.

Brócolis

Rico em ácido fólico, que é importante para a liberação da serotonina. Além de garantir o bom humor, renova as células e previne defeitos no sistema nervoso dos fetos, portanto é essencial para as gestantes.

Espinafre e folhas verde-escuras

Têm efeito antidepressivo por serem ricos em magnésio – que atua na produção de energia, potássio e vitaminas A, C e do complexo B, que ajuda a manter o sistema nervoso tranquilo.

Frutas oleaginosas

São as nozes, castanhas, amêndoas e a mais poderosa de todas, a castanha-do-brasil. Auxiliam na diminuição do estresse por conterem um importante antioxidante, o selênio.

Laranja, maracujá e jabuticaba

Por terem altas doses de vitamina C, previnem o cansaço e combatem o estresse. Também colaboraram com as defesas do organismo. A jabuticaba ainda tem a vantagem de conter vitaminas do complexo B.

Leite

Produz um efeito relaxante em toda a musculatura graças ao triptofano, que é precursor da serotonina.

Ovos

Contêm substâncias que garantem o bom humor, como a tiamina e niacina (vitaminas do complexo B), além de fazerem bem para a memória.

Peixes e frutos do mar

Grandes fontes de minerais importantes para a atividade cerebral, como o selênio. Também ajudam a combater o cansaço e a ansiedade. Os frutos do mar são ricos em zinco, mineral essencial para o bom humor.

Pimenta

A sensação de ardência é provocada pela capsaicina – substância presente na pimenta – e faz com que o cérebro produza mais endorfina, neurotransmissor responsável pela sensação de euforia. A pimenta-de-cheiro, a vermelha e a malagueta são as melhores para o humor.

Sementes de abóbora e girassol

Ricas em triptofano, além auxiliarem na manutenção do bom humor, também ajudam a melhorar a qualidade do sono. Podem ser consumidas entre as refeições, como lanche.

Alface

Tem poderoso efeito calmante em razão da lactucina, substância presente em maior quantidade nos talos e coração, que devem fazer parte das saladas, juntamente com as folhas.

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Cardápio animado

Uma alimentação balanceada, sem radicalismo e perseguição de determinados itens, é sempre a mais recomendada. “É importante manter o equilíbrio no fornecimento de nutrientes, principalmente os envolvidos em uma estrutura bioquímica essencial como o nosso cérebro”, diz a nutricionista Rosana.

Ela elaborou este exemplo de cardápio com 2000 calorias para um dia com bastante bom humor e energia.

Café da manhã

  • 1 copo de suco de laranja
  • ½ mamão papaia com aveia
  • 2 fatias de pão integral
  • 1 fatia de queijo branco

Lanche da manhã

  • 3 castanhas-do-pará

Almoço

  • Salada de folhas verdes com tomate
  • 3 colheres (sopa) de arroz integral
  • 1 concha de feijão
  • 3 colheres (sopa) de espinafre refogado
  • Salada de frutas

Lanche da tarde

  • 1 banana com aveia

Jantar

  • Salada de folhas verdes / cenoura/ beterraba
  • 3 colheres (sopa) de arroz integral
  • Salmão assado com amêndoas
  • Brócolis sautée
  • Melão ou jabuticabas

Ceia

  • Chá de erva-doce
  • 4 biscoitos integrais

 

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site:  http://www.einstein.br/

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Café da manhã – Sirva-se de saúde!

Quem nunca ouviu a afirmação: Tenha o café da manhã de Rei, o almoço de Príncipe e o jantar de Plebeu? Saiba que a primeira refeição do dia – ou desjejum – é responsável por nutrir e propiciar o combustível necessário para encarar o dia que vem pela frente!

O café manhã é responsável por ¼ de energia que devemos ingerir durante todo o dia. De acordo com especialistas, pela manhã o metabolismo do corpo é mais acelerado, favorecendo a queima de calorias. No cair da tarde, nosso organismo desacelera, tornando a queima de combustível mais lenta, pois nosso corpo está se preparando para o sono. Enquanto dormimos, nosso corpo gasta energia para manter os órgãos funcionando. E esse consumo abaixa os níveis de glicose no sangue (ou seja, o açúcar que fornece energia para começarmos bem o dia). Talvez por essa razão, muita gente ainda acredite que, ao pular essa refeição, o organismo irá receber menos calorias e, assim, emagrecer. Puro engano.

Na verdade, ocorre o contrário. Após três a cinco horas sem se alimentar, o organismo aciona um mecanismo automático para economizar energia e proteger-se da inanição, essa explicação é histórica. Quando o homem vivia no tempo das cavernas, passava por períodos de escassez de alimentos e seu corpo, muito sábio, desenvolveu um sistema para armazenar energia, caso ela faltasse. Dessa maneira, o metabolismo desacelera para não gastar combustível em excesso, permanecendo lento ao longo de todo o dia. Ou seja, o gasto energético do indivíduo torna-se bastante vagaroso, favorecendo o estoque de gordura (tornando a pessoa obesa).

Por outro lado, segundo estudos realizados no mundo todo, quem faz questão de tomar o café da manhã acelera o metabolismo, contribuindo para a queima de calorias e o emagrecimento. As pessoas evitam beliscar, pois não sentem fome fora de hora. “Elas também não exageram no almoço”, explica os especialistas.

Evidentemente, o hábito do desjejum não é suficiente para garantir quilos a menos, saúde e vida longa. Mas é um dos fatores que, aliado a outras iniciativas, como dieta pobre em gorduras saturadas (nocivas à saúde, encontradas em alimentos de origem animal, como carnes e derivados do leite integral) e trans-insaturadas (presentes em biscoitos, bolos, frituras), a prática de uma atividade física regular, o não tabagismo, entre outros, colabora para uma vida mais saudável.


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