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8 dicas para proteger olhos do uso prolongado de eletrônicos

Copa do Mundo é marcada por um período aquecido para o comércio de eletrônicos. Muitas pessoas saem em busca de novas televisões, tablets e smartphones para acompanhar os jogos e as notícias. O que poucos sabem é que o uso contínuo dessas tecnologias não é bom para a saúde dos olhos.

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Segundo o oftalmologista do H. Olhos, Dr. Pedro Antônio Nogueira Filho, ficar na frente do computador ou da televisão por muito tempo pode gerar alguns problemas de visão. Fique atento se você já sentiu cansaço visual, vermelhidão, ardência, lacrimejamento, incômodo à claridade, visão embaçada, sensação de peso nas pálpebras, entre outros sintomas.

Dr. Nogueira Filho disse a INFO que aparelhos eletrônicos ativam uma forma de atenção no Sistema Nervoso Central Humano, a “Atenção Ativa”. Ela é capaz de inibir mecanismos autônomos (aqueles onde não é necessário pensar para que seja realizado, ou seja, é automático), como piscar dos olhos.

“A Atenção Ativa retarda o processo e diminui a frequência do movimento, algo essencial ao bem estar dos olhos, que precisam estar lubrificados”, afirma. Quem realiza a distribuição da lágrima sobre os olhos são as pálpebras quando realizam o movimento do piscar.

A Síndrome da Visão Cansada é o problema mais conhecido de todos. Ela acontece pela fixação das vistas na tela dos aparelhos que emitem luz durante muito tempo. Veja a seguir oito dicas do Dr. Nogueira Filho para seguir no cotidiano e evitar problemas na vista:

1. Faça pausas e saia da frente do computador ou televisão. “As pausas devem ser realizadas a cada 30 ou 60 minutos, devendo ter duração de cerca de 10 minutos”, afirma.

2. Durante a pausa, olhe pela janela ou para um ponto distante da casa. “Orientamos que o paciente procure usar a visão para longe, buscando o horizonte quando em frente a uma janela ou sacada, por exemplo”, diz.

3. Procure piscar mais. É comum, principalmente durante os jogos, que o torcedor fique concentrado por um longo período. Isso causa um aumento do tempo entre as piscadas e no ressecamento ocular. “O usuário fica com a córnea hipersensível, o que causa os sintomas já citados”, disse. Aos poucos, isso pode causar inflamações e ulcerações.

4. Evite brilhos ou reflexos na tela. Para isso, é possível mudar o ângulo de inclinação ou mesmo usar protetores de tela ou tela plana.

5. Mantenha a iluminação ambiente adequada. “Devemos observar que o atual ‘ambiente de trabalho’ é reconhecido como um ambiente hostil, pois envolve iluminação excessiva, umidade do ar baixa (devido o uso do ar condicionado e aquecedores em geral), além do uso dos aparelhos eletrônicos”, afirma. O ideal é que tudo isso seja usado de forma moderada, inclusive a intensidade da iluminação dos aparelhos eletrônicos.

6. Evite ar condicionado ou ventilador direto sobre o rosto. É importante que a temperatura ambiente seja amena. O excesso de vento e as temperaturas baixas podem ajudar a ressecar os olhos e deixar a córnea sensível.

7. A distância ideal para assistir TV deve ser de dois metros. Além de melhorar o campo de visão da tela, essa técnica pode evitar problemas de visão.

8. Evite deixar o monitor do computador ou a televisão acima da linha do olhar. Isso pode provocar um ressecamento maior, já que nesta posição é preciso manter os olhos mais abertos.

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7 dicas para manter a saúde ocular

O Dia da Saúde Ocular é comemorado na próxima quinta-feira (10). Segundo a Agência Internacional de Prevenção à Cegueira, órgão associado à Organização Mundial da Saúde (OMS), no Brasil uma pessoa com mais de 80 anos aumenta em até 30% o risco de ficar cega. Além disso, mais de 100 mil crianças brasileiras possuem algum tipo de deficiência visual.
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A oftalmologista Rosângela da Silva Moreira, do Visão Instituto Oftalmológico, explica que alguns hábitos de vida podem melhorar a saúde ocular, garantindo mais qualidade e conforto para a visão.
Para isso, a especialista recomenda sete dicas:
1. Durma no mínimo oito horas por dia
O sono e as horas dormidas influenciam no cansaço do corpo e dos olhos. Dormir menos de oito horas pode causar vermelhidão ocular, vista cansada e inchaços.
2. Evite o consumo de bebidas alcoólicas
Apesar das bebidas alcoólicas serem metabolizadas pelo fígado, elas produzem resíduos tóxicos, o que favorece o envelhecimento precoce das células oculares. Além disso, o álcool causa desidratação, afetando também os olhos.
3. Tenha alimentação balanceada
Os hábitos alimentares saudáveis influenciam todo o organismo, inclusive os olhos. A ingestão de vegetais verdes escuros é indicada, pois eles fornecem vitaminas benéficas para a retina.
4. Não esqueça os óculos escuros
Óculos com proteção ultravioleta (UV) devem ser utilizados sempre, pois a luz UV é prejudicial às células da retina, causando o envelhecimento precoce delas. Além disso, a incidência de raios UV nos olhos podem provocar catarata precoce e desenvolvimento de doenças degenerativas da retina.
5. Não descuide durante o tempo seco
A baixa umidade do ar causa irritação, ardência e vermelhidão ocular, por agravar a evaporação da lágrima. Ventiladores e ar condicionados devem ser evitados, pois ressecam ainda mais os olhos. Neste caso, o uso de colírios lubrificantes, conhecidos como “lágrimas artificias”, é fundamental.
6. Se você precisa de óculos de grau, não deixe de usá-los
Os óculos de grau devem ser usados corretamente, para evitar problemas oculares e incômodos, como dores de cabeça e cansaço das vistas.
7. Realize consulta oftalmológica anualmente
É preciso fazer, pelo menos, consultas anuais com um especialista. O médico irá avaliar a qualidade da visão e as condições oculares, além de atualizar o grau dos óculos, se necessário. Exames para analisar a pressão intraocular e a retina devem ser feitos periodicamente.
Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.segs.com.br/

Conheça os principais tipos de alergia e seus sintomas

Em épocas frias, como o inverno, os casos alérgicos se tornam comuns, pois as pessoas ficam mais tempo em locais fechados e utilizam mantas, casacos e roupas que por muito tempo ficaram guardados, desencadeando alergias de pele e respiratórias. Segundo a OMS, 35% da população brasileira sofre desse mal.

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Normalmente, o sistema imunológico defende o corpo de substâncias possivelmente nocivas, como as bactérias, por exemplo. Porém, em algumas pessoas, o organismo apresenta uma sensibilidade anormal desencadeada por alguma substância que costuma ser inofensiva, como um alimento ou mesmo a poeira da casa, ocasionando a alergia.

— A pessoa alérgica é aquela que reage a um determinado estímulo que é considerado normal para os outros. Existem outros diversos tipos de reações alérgicas que não estão atreladas à nenhuma estação e também requerem cuidados— afirma Ana Paula Castro, alergista e imunologista.

A médica esclarece os principais tipos de alergias e seus sintomas mais comuns:

Alimentos

Alguns dos principais sintomas são inchaço ou coceira nos lábios, diarreia, vômitos e até mesmo rouquidão. A alergia alimentar geralmente começa na infância, mas pode ocorrer em qualquer idade. Felizmente, muitas crianças se livram delas mais velhas. Entretanto, alergias a amendoim, frutas secas e frutos do mar tendem a durar a vida toda, em função das substâncias encontradas nesses alimentos. O ideal é procurar um médico e evitar a ingestão dos itens.

Pele

As pessoas alérgicas têm a pele normalmente mais seca do que o restante, e com a temperatura baixa do ambiente e banhos quentes prolongados, a cútis tende a ficar mais sensível, áspera e irritadiça. Isso piora com o contato de certos tecidos (principalmente no inverno, quando normalmente se usam texturas mais grossas como lãs, felpos etc). Além de procurar um médico para avaliar a reação, também é válido evitar o uso de muito sabonete nos locais atingidos, para não ressecar ainda mais a pele. A adequada hidratação ajuda bastante na melhora do ressecamento.

Respiratórias

São causadas por alérgenos presentes no ar que contaminam o ambiente: poeira, mofo, ácaros, pólen de plantas, entre outros. Geralmente causam espirros, coriza, coceira nos olhos, falta de ar, tosse, dores de cabeça e podem contribuir para doenças como a rinite, asma e a sinusite. Roupas, cobertores e edredons, guardados por muito tempo, também podem conter uma concentração maior de ácaros e mofo e desencadear crises respiratórias, portanto, devem ser lavados e arejados com frequência.

Medicamentos

Reações adversas a medicamentos são comuns e variam de efeitos mais moderados, como náusea e vômitos, à anafilaxia (dificuldades respiratórias). Normalmente, os principais sintomas das alergias medicamentosas são coceira na pele ou olhos, erupções cutâneas, inchaço dos lábios, língua ou rosto e urticária. Se a pessoa perceber qualquer sintoma após o uso de um medicamento, deve procurar seu médico, que avaliará se é um efeito colateral do medicamento, ou então, uma reação alérgica.

Insetos

A alergia a picada de insetos, também conhecida como estrófulo, ocorre com mais frequência em crianças até 10 anos. Os sintomas são lesões da pele, onde comumente aparecem pápulas (bolinhas) sobre uma área da pele avermelhada. Algumas vezes, dependendo da sensibilidade da pessoa, toda região do corpo pode ficar inchada e vermelha. O número de lesões é variável e a coceira é sempre muito intensa. Os insetos que normalmente mais causam alergias são pernilongos, borrachudos, formigas, carrapatos e pulgas. Deve-se evitar coçar o local, pois isso pode gerar manchas, cicatrizes e até mesmo uma infecção por bactérias (trazidas pelas unhas).

Pelos de animais

Quando se fala em alergia a animais, muitos associam a causa do problema aos pelos. Mas aí está um dos principais mitos, pois na realidade o problema é o grande aumento de ácaros no ambiente, causado pela presença dos bichos. Isso ocorre porque, além de pelos, os animais soltam muita pele – e o ácaro, que se alimenta disso, procria rapidamente e contamina o ambiente. É recomendável evitar que ambientes com animais tenham muitos tapetes e móveis estofados e que os animais durmam no mesmo ambiente que a pessoa alérgica.

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Como prevenir doenças dos olhos durante o inverno

No inverno, a saúde ocular fica em risco. Além de o tempo seco deixar a vista vulnerável a problemas como conjuntivite, o uso excessivo de medicamentos para gripes e doenças respiratórias — comuns nesta época — pode provocar males como glaucoma, catarata e olho seco.

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Oftalmologista do Instituto Penido Burnier, Leôncio Queiroz Neto, alerta que anti-inflamatórios e antialérgicos, por exemplo, interferem na produção de lágrimas, que mantêm os olhos lubrificados e protegidos da entrada de vírus e bactérias que causam a conjuntivite.

E o problema pode piorar se a pessoa insistir no uso de medicamentos sem orientação. O ressecamento permanente do olho pode fazer com que a visão fique opaca. “Isso pode antecipar a degradação natural da capacidade visual, que vem com a idade, deixando a visão cronicamente embaçada”, alerta.

Usado para controlar casos de asma, bronquite e alergias severas, o corticoide, de forma indiscriminada, é um dos mais arriscados. O remédio pode aumentar a pressão dentro do olho e gerar o glaucoma, doença que causa lesão no nervo ótico e que pode levar à cegueira. “O remédio interfere nas células do cristalino a e facilita o surgimento da catarata”.

Esse foi o caso de Thaís Mandetta, 26 anos. Há seis anos, ela descobriu que tinha glaucoma em estágio inicial. O motivo? Uso de corticoide para controlar crises de bronquite. “O oftalmologista pediu para tirar todos os bichos de pelúcia do quarto e isso me salvou. Nunca mais tive crises”, afirma aliviada Thaís.

Mudanças evitam problemas

Os efeitos da dosagem dos medicamentos variam de acordo com o organismo do paciente, mas algumas ações podem evitar problemas futuros. Segundo Leôncio Neto, após cinco dias, o descongestionante nasal pode ser substituído por soro fisiológico. Já quem usa loratadina (antialérgico), antitérmicos ou analgésicos com frequência pode incrementar a dieta com alimentos ricos em ômega 3, como castanhas, salmão e sardinha para reduzir a dependência dos remédios.

“Para quem usa corticoides por mais de seis meses, é importante se consultar com um oftalmologista”, disse.

FIQUE ATENTO

REMÉDIO PARA NARIZ
Risco: glaucoma. Após cinco dias de uso, trocar por soro.

REMÉDIO PARA RINITE
Risco: glaucoma. Em caso de uso por mais de três meses, é recomendado acompanhamento oftalmológico.

CORTICOIDE
Risco: glaucoma e catarata. Oftalmo após 6 meses de uso.

ANTITÉRMICOS E ANALGÉSICOS
Risco: visão embaçada e olho seco. Investir em alimentos ricos em ômega 3.

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Como evitar problemas gástricos nas corridas

Se você é como a maioria dos corredores, provavelmente já passou por algum problema de estômago durante a corrida. Estudos apontam que cerca de 60% dos corredores já apresentaram problemas gastrointestinais pelo menos uma vez na vida. O motivo?

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É que, quando corremos, nosso corpo desvia oxigênio e sangue do trato gastrointestinal para os músculos, para dar energia à atividade. O estômago não dá conta do recado e manda alimentos que não foram bem digeridos para os intestinos, levando líquidos com eles e armando o palco para inchaço, gases, náusea ou até coisa pior.

Veja como evitar que um “piriri” apareça para detonar a sua prova.

Pontadas nas laterais

Dores agudas na região gastrointestinal superior perseguem cerca de 25% dos corredores, segundo levantamento recente. Elas geralmente são causadas por fluxo sanguíneo reduzido na área e também por estresse nos ligamentos.

COMO RESOLVER – Prefira refeições leves antes da corrida e faça um aquecimento lento, com alongamento suave.

Refluxo ácido

Cerca de 20% dos adultos têm queimação no peito associada ao refluxo. Quem sofre do problema sente os sintomas mais intensos enquanto correm.

COMO RESOLVER – Evite alimentos como café ou balas mentoladas. Não deite depois de uma refeição pré-corrida nem use roupas justas na cintura.

Náusea e vômito

Correr com o estômago cheio ou usar suplementos que você não provou nos treinos pode causar um mal-estar ou até vômitos. Evite.

COMO RESOLVER – Muitos corredores precisam de pelo menos 3 horas para fazer a digestão antes de correr. Observe qual é o seu intervalo ideal e teste um plano de abastecimento para evitar surpresas na hora da prova.

Arrotos e gases

Esses sintomas geralmente são causados por alimentos que formam gases (feijão, brócolis, grão-de-bico, refrigerante…). Mas a ansiedade pré-prova pode deixar sua respiração ofegante, fazendo você engolir mais ar e agravar o problema.

COMO RESOLVER – Entre um e dois dias antes da corrida, reduza o consumo de alimentos que causem gases. Também tente seguir uma rotina de meditação pré-corrida. Assim, você se acalma, engole menos ar e também limita a ação dos hormônios do estresse, que atrapalham o fluxo sanguíneo para o trato gastrointestinal.

Diarreia

O grande culpado é a combinação do impacto da corrida mais o fluxo sanguíneo restrito para o trato gastrointestinal. A ansiedade na prova pode estimular o intestino, piorando a situação.

COMO RESOLVER – Pratique uma rotina de relaxamento antes das competições. No quadro “Passe longe”, conheça os alimentos e outros gatilhos que devem ser evitados antes de uma prova.

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Quase 30% da população mundial possui sobrepeso, diz estudo

Por muito tempo relegada aos países desenvolvidos, a epidemia de obesidade já atinge 2,1 bilhões de pessoas, quase 30% da população mundial – dos quais 62% estão nos países em desenvolvimento, segundo um estudo publicado em maio deste ano.

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“A obesidade é um problema que atinge todo mundo, não importando qual é sua renda ou o lugar onde se vive”, resume Christopher Murray, diretor do Instituto de Avaliação da Saúde da Universidade de Washington, que analisou dados sobre 188 países.

Entre 1980 e 2013, a porcentagem de pessoas que têm um índice de massa corpórea (IMC) superior a 25 – limite para que as pessoas sejam consideradas em sobrepeso – passou de 28,8% para 36,9% nos homens e de 29,8% para 38% nas mulheres, segundo o estudo publicado na revista britânica The Lancet.

O IMC é a relação entre a altura e o peso, e um índice superior a 30 é considerado como sinal de obesidade no adulto. Para uma média entre 25 e 30, fala-se em sobrepeso.

Mas o fenômeno ainda está longe de atingir os países da mesma forma. Os Estados Unidos, o Reino Unido e a Austrália são os campeões de obesidade entre as nações mais ricas do mundo: mais de 60% de seus habitantes maiores de 20 anos são obesos ou têm sobrepeso.

Nos países em desenvolvimento, se a obesidade continua uma condição excepcional em alguns países da África como Burkina Faso ou Chade, outras nações do Oriente Médio, América Latina ou Oceania já ultrapassaram os países ocidentais.

É o caso de Egito, Líbia, Arábia Saudita, Omã, Bahrein e Kuwait, onde o sobrepeso e a obesidade tiveram um aumento brutal, atingindo 70% das mulheres com mais de 20 anos.

A mesma tendência é encontrada em diversos países da América Latina (México, El Salvador, Costa Rica, Honduras, Chile e Paraguai) e sobretudo nos pequenos países do Pacífico (ilhas Tonga, Kiribati ou Samoa), onde as taxas ultrapassam os 80% tanto nas mulheres quanto nos homens com mais de 20 anos.

Obesidade infantil em crescimento

Não somente há mais pessoas em sobrepeso, como essa condição aparece cada vez mais cedo. Entre 1980 e 2013, o número de crianças ou adolescentes obesos ou em sobrepeso no mundo aumentou 50%.

A condição atinge atualmente 22% das meninas e 24% dos meninos nos países desenvolvidos, e cerca de 13% das crianças dos dois sexos nos países em desenvolvimento, com uma alta particularmente considerável no Oriente Médio e no norte da África, mas apenas entre as meninas.

“Este aumento é muito preocupante (…) na medida em que a obesidade infantil pode ter graves consequências na saúde, especialmente nas condições cardiovasculares, no diabetes e no desenvolvimento de câncer”, ressalta Marie Ng, pesquisadora que coordenou o estudo.

Segundo um estudo publicado em 2012 na revista The Lancet sobre “O peso mundial da doença”, o sobrepeso e a obesidade teriam causado 3,4 milhões de mortes ao longo do ano de 2010.

Com 160 milhões de pessoas afetadas pela doença, os Estados Unidos são o país com mais obesos ou em sobrepeso do mundo, à frente de China, Índia, Rússia, Brasil e México.

Nos Estados Unidos, o problema atinge pouco mais de 70% dos homens e quase 62% das mulheres com mais de 20 anos, assim como 30% das crianças e adolescentes.

Quanto aos obesos propriamente ditos, eles representam respectivamente 32% dos homens adultos e 34% das mulheres adultas nos Estados Unidos, contra 4% dos adultos chineses ou indianos.

Mesmo que o aumento da obesidade tenha diminuído de ritmo desde 2006 nos países desenvolvidos – após um boom nos anos 1980 e 1990 – os pesquisadores são categóricos.

“Ao longo das três últimas décadas, nenhum país conseguiu reduzir suas taxas de obesidade e nós acreditamos que esses índices irão aumentar regularmente nas nações mais pobres do mundo caso medidas urgentes não sejam tomadas”, advertiu Murray, falando numa crise da saúde pública.

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Sintomas atípicos como dor nas costas e no estômago podem indicar infarto

O sintoma clássico quase todo mundo conhece: dor forte no peito que irradia para o braço esquerdo. Mas outros sinais menos populares e igualmente importantes também podem indicar um infarto.

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Dor na mandíbula, sensação de obstrução na garganta e de indigestão e dor nas costas na altura dos ombros, como a que sentiu o locutor Luciano do Valle, morto em abril, são alguns dos sintomas atípicos do infarto que costumam ser relevados.

Mesmo sendo hipertenso, o representante comercial Luiz Greco, 73, de São Paulo, não pensou que as dores nas costas que sentiu em uma manhã de novembro de 2013 poderiam indicar um infarto.

“Pensei que fosse algum mal jeito”, diz. “Comecei as minhas atividades normalmente, mas, quando sentei no computador, não conseguia sentir os braços”, afirma. “Aí percebi que poderia estar infartando mesmo.”

Quando chegou ao hospital, Luiz descobriu que estava com três artérias entupidas e fez cateterismo para desobstrui-las.

Da mesma forma, o garçom Moisés Rodrigues, 48, não pensou que o enjoo sentido tinha a ver com o coração. Ele jogava bola com os amigos no domingo de Páscoa quando sentiu-se mal.

“Parecia que o estômago estava pesado.”

Como no domingo anterior havia sentido algo parecido, pediu ao cunhado para levá-lo ao pronto-socorro e descobriu que estava infartando. “Se tivesse esperado mais um pouco, o pior poderia ter acontecido”, relata, já com um stent no peito.

Nem mesmo o médico Hans Mandred Voll, 64, percebeu que o mal-estar que sentiu em janeiro era sinal de algo mais grave. “Não tinha sudorese nem qualquer sintoma clássico. Até tomei um antiácido, mas a dor não passou”, conta. Dormiu, acordou e foi trabalhar sentindo dor, mas, por insistência de um colega, consultou-se com um cardiologista e descobriu que tinha infartado.

Segundo o cardiologista do InCor (Instituto do Coração) Sergio Timerman, um dos casos mais incomuns que já atendeu foi o de uma paciente que se queixava de “dor no dente”. “Ele já tinha ido ao dentista, que não constatou nada. A dor, na verdade, era no maxilar”, conta.

O fisiatra João Amadera, do Spine Center do HCor (Hospital do Coração), afirma que não é incomum encaminhar pacientes com fortes dores nas costas para médicos de outras especialidades. Isso porque eles sentem dores irradiadas, reflexo de outras originadas em outras partes do corpo, como no coração.

A dor cardiológica tem a característica de uma dor de aperto, que piora com o esforço e pode causar náuseas, mal-estar e falta de ar. “A dor só da coluna não está associada com falta de ar e mal-estar”, diz. Uma outra característica que pode ajudar na diferenciação das duas dores, segundo Amadera, é que a dor cardiológica é mais alta, com reflexos nos ombros e no queixo.

Para esclarecer a população sobre os principais sintomas do infarto e lidar com emergências cardiovasculares, a SBC (Sociedade Brasileira de Cardiologia) prepara uma campanha para ser lançada em breve. Um encarte será distribuído em locais como metrôs e shoppings.

Mas, afirma Antonio Carlos Carvalho, coordenador do Comitê de Emergências Cardiovasculares e Ressuscitação da SBC, não é preciso entrar em pânico com qualquer manifestação de dor.

A dor de infarto, segundo César Jardim, cardiologista do HCor (Hospital do Coração), costuma durar 20 minutos e pode vir acompanhada de mal-estar, palidez e dificuldade para respirar.

GRUPOS DE RISCO

O principal diferencial, contudo, é que os tais sintomas atípicos são mais comuns em três grupos: diabéticos, mulheres e idosos. Neles, diz Jardim, os sinais de dor persistentes devem ser olhados com mais atenção.

“O quadro clássico de dor no peito que irradia para o braço esquerdo é muito comum até os 60 anos, mas 50% dos idosos, das mulheres e dos diabéticos apresentam os sintomas menos comuns. Isso faz com que a pessoa leve mais tempo pra pensar que tem algum problema e procurar ajuda, que nesses momentos deve ser urgente.”

César Jardim lembra que pacientes com um ou mais fatores de risco (histórico familiar, obesidade, tabagismo, sedentarismo, colesterol e pressão alta) também devem ficar mais atentos a qualquer dor anormal e visitar um médico regularmente.

“O ideal é não esperar sentir dor para procurar atendimento. No cenário perfeito, todos deveriam procurar saber se têm fatores de risco e se cuidar para prevenir algo mais grave.”

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Mortalidade materna cai 43% no Brasil entre 1990 e 2013, diz OMS

O Brasil registrou uma queda de 43% na proporção de mortes de mulheres vítimas de complicações durante a gravidez ou o parto entre 1990 e 2013, em linha com a redução da mortalidade materna no mundo.

Rovena Rosa

Os dados constam de um novo relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS).

No período, a taxa de mortalidade caiu de 120 mães por 100 mil nascidos vivos, em 1990, para 69 mães por 100 mil nascidos vivos em 2013 ─ os últimos dados disponíveis.

Uma tendência similar foi observada no mundo. Nas últimas duas décadas, a proporção de mortes de mulheres por complicações durante a gravidez ou o parto teve queda de 45%, passando de 380 mães por 100 mil nascidos vivos para 210 mães por 100 mil nascidos vivos.

Segundo a OMS, em 2013, ocorreram 289 mil mortes desse tipo. Desse total, 62%, ou 179 mil mortes, foram registradas na região da África Subsaariana, seguida pelo Sul da Ásia, com 24%.

Juntos, dois países respondem por um terço dos óbitos de mulheres gestantes ou no parto no mundo em números absolutos: a Índia, com 17% (50 mil), e a Nigéria, com 14% (40 mil).

Por outro lado, proporcionalmente, Serra Leoa lidera a lista, com 1,1 mil mortes de mães por cada 100 mil nascidos vivos, seguida do Chade (980); República Centro-Africana (880), Somália (850) e Burundi (740).

Ricos x pobres

O relatório também destaca que a mortalidade nos países em desenvolvimento (230) é 14 vezes maior do que a das regiões desenvolvidas (16).

Além disso, o risco de que a mulher morra durante o parto ou gravidez também é superior nas regiões mais pobres do globo.

Se nos países ricos, a estimativa é de que uma mulher morra a cada 3,7 mil, nos países em desenvolvimento, essa proporção é de 1 a cada 160.

Casos de sucesso

Apesar de elogiar o esforço dos governos em diminuir a mortalidade materna, a OMS lembra, no entanto, que nem todos os países devem conseguir cumprir as metas dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio, um conjunto de compromissos adotados em 2000 para melhorar o destino da humanidade.

Um deles se referia à saúde da mulher e estipulava uma diminuição de 75% entre 1990 e 2015 na taxa de mortalidade de mulheres durante gravidez ou parto.

Belarus (queda de 96%) Maldivas (-93%) e Butão (-87%) são os países que lideraram a queda desse tipo de mortalidade entre 1990 e 2013.

Segundo a OMS, embora o ritmo do declínio no período tenha sido mais lento quando comparado com períodos anteriores, uma análise dos dez países que mais obtiveram progresso mostra “um padrão nas estratégias conduzidas pelos governos”, como, por exemplo, novos procedimentos de parto.

Em Ruanda, um dos países mais pobres da África, o governo instruiu profissionais de saúde pública e voluntários para priorizar os casos mais urgentes da população, acrescenta o relatório.

“Ao mesmo tempo, o país investiu em uma visão de longo prazo para construir uma força de trabalho de saúde e manter as escolas de profissionalização abertas, ainda que financiadores externos não vissem isso como uma prioridade e apesar do baixo número de professores”, diz um trecho do estudo.

Além disso, o rápido desenvolvimento de terapias antirretrovirais na década passada em regiões que concentram grande número de soropositivos contribuiu fortemente para a redução da mortalidade materna, conclui a OMS.

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Diabetes ou Depressão?

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Caminhar durante o inverno pode ajudar a combater o diabetes

Caminhar durante a manhã no inverno pode ajudar a combater o diabetes e a obesidade. De acordo com um estudo divulgado na Austrália, o hábito ajuda a regenerar a gordura parda ou tecido adiposo marrom.

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A gordura parda, também chamada de gordura de bebê, ajuda os recém-nascidos a manter a temperatura corporal. Ela também pode queimar energia com maior rapidez do que a gordura comum ou branca, que armazena energia e provoca aumento da massa corporal. Os cientistas descobriram que se uma pessoa é exposta a temperaturas de cerca de 19 graus, esta é capaz de regenerar a gordura parda em quatro semanas.

O líder da equipe de cientistas, o endocrinologista australiano Paul Lee, disse que esta descoberta pode ser uma das chaves para combater a obesidade, que afeta grande parte da população do país oceânico. “A gordura branca comum armazena energia, mas quando há muita, pode causar diabetes, hipertensão e uma série de distúrbios no metabolismo”, disse Lee à emissora “ABC”. “A gordura parda não armazena a energia, a queima, e é por essa razão que os animais que possuem muita gordura parda estão protegidos contra o diabetes, a obesidade e uma série de desordens metabólicos”.

Para o estudo, Lee recrutou cinco homens em bom estado de saúde para que passeassem a cada noite, durante quatro meses, em um quarto na qual a temperatura era de 19 graus. Durante esse período a quantidade de células de gordura parda aumentou em 40%, assim como seu metabolismo acelerou. Mas quando estas pessoas foram expostas a uma temperatura de 27 graus, a quantidade de células de gordura parda diminuiu e seu metabolismo ficou mais lento.

Apesar da temperatura representar uma chave no crescimento da gordura parda, esta por si só não garante a perda do sobrepeso já que isso requer um treino especial, explicou o médico.

“Se uma pessoa for colocada a curto prazo em um ambiente frio sem ser aclimado, seu corpo deverá trabalhar com maior força e potencialmente estimulará o apetite para compensar o estresse produzido pelo frio“, ressaltou o endocrinologista.

Lee recomendou sair a caminhar durante as manhãs de inverno com um traje mais leve que permita sentir o frio (sem sofrer!) para motivar a regeneração do gordura parda, embora também lembrou que o ser humano cada vez está mais acostumado a ambientes mais quentes devido ao uso dos sistemas de calefação.

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