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Ambiente influencia saúde da Criança

A infância é um período bastante importante para a criança e para o adulto que ela vai se tornar. É nessa fase que diversos aspectos biológicos e comportamentais são inicialmente estabelecidos. É necessário, portanto, ter cuidado especial ao ambiente em que a criança vive e frequenta, principalmente a partir dos seis anos de idade, quando os pequenos estão em idade escolar e começam a sair mais de casa.

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Vários fatores estão ligados à promoção da saúde e segurança da criança, entre eles os locais em que ela cresce, brinca e é educada, sobretudo a forma como ela se relaciona e é orientada a se relacionar com esses ambientes. Por isso, vale a pena prestar atenção nos novos locais que a criança vai conhecer e auxiliá-la com algumas recomendações.

Confira dicas que podem ajudá-lo a prevenir problemas com a saúde física e psicológica da criança em diversos locais em que ela possa estar:

• Certifique-se de que a linha pedagógica adotada na escola em que seu filho frequenta vai ao encontro com a educação que você pretende dar a ele;

• verifique se a escola oferece condições de segurança e prevenção de acidentes, além do comprometimento de professores atentos às crianças;

• não deixe a criança nadar sozinha ou sem supervisão de um adulto;

E ainda:

• ensine-a a respeitar os animais e a não se aproximar daqueles desconhecidos;

• não permita que a criança brinque na cozinha e na área de serviço;

• evite ter tapetes em casa, pois podem ser prejudiciais à saúde respiratória da criança, já que acumulam sujeira e ácaros. Caso prefira tê-los, procure lavá-los e expô-los ao sol a cada 15 dias;

• incentive a criança a frequentar ambientes ao ar livre.

A casa em que a criança vive também deve ser um ambiente saudável e, para isso, é necessário que a família dê amor, carinho e também limites, que serão necessários para que ela se relacione bem em qualquer lugar em que estiver.

Fonte: Filhos: de 2 aos 10 anos de idade – da Sociedade Brasileira de Pediatria.

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Jovem Líder – Desafios e Perspectivas

A Juventude tanto quanto a maturidade não podem ser vistas de maneira extrema como virtudes ou defeitos utilizadas de forma extremada como critério, inclusive de liderança. Ser jovem ou maduro, de certa forma, não qualifica ou desqualifica alguém para uma determinada função, salvo se as habilidades e competências necessárias forem radicalmente caracterizadas numa ou noutra condição.

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A Liderança é uma dessas posições que, em tese, inclina-se muito mais a maturidade do que a juventude dada a sua natureza diretiva, organizacional, relacional. Não se pode negar que o tempo vivido nos coloca muito mais vezes diante dos dilemas e que se espera muito mais conhecimento e experiência daqueles que estiveram a bordo em muitas turbulências.

A QUESTÃO EXPERIÊNCIA

Lembro-me de uma de minhas primeiras viagens de avião, eu era um adolescente, fui à Porto Alegre visitar um amigo, estava em companhia de meu irmão Augusto César (Analista de sistemas, um dos responsáveis por grandes inovações tecnológicas nos serviços públicos em Minas Gerais), mais velho e experimentado nas aventuras aéreas. Durante o vôo uma turbulência daquelas, comecei a ficar tenso e preocupado, olhei ao lado e vi o Augusto simplesmente lendo um livro e cantarolando como se estivesse no quintal de casa, ele percebeu minha ansiedade e com olhar sereno e uma risada reconfortante me disse, nada como uma balançada! E continuou sua leitura. Tranquilizei-me completamente vendo o seu comportamento. Afinal de contas, se ele que era um “expert” em viagens aéreas não estava preocupado, porque eu ficaria?

SUPERAR A FALTA DE EXPERIÊNCIA

A liderança jovem tem que encarar logo de primeira esse desafio. Passar serenidade e confiança nos momentos de crise. É ai que vem duas competências importantes para o jovem líder, humildade e gestão de competências, Sim, pois se alguém precisa orientar ações e comportamentos em situações ainda não auto-vivenciadas, precisa encontrar no grupo (ou fora dele) aqueles que já passaram por situações pares e delas obter a experiência e (*)competência, tornando (**)hábil para realizar ações de forma conjunta e democrática, é aí que o jovem líder se destaca.

POSIÇÃO X FUNÇÃO

Vaidade. Sentimento comum no ser humano, mas um verdadeiro veneno na liderança. O Olhar deslumbrado para o status faz com que muitos jovens busquem posições de liderança simplesmente pela posição, pelo poder, pelo destaque. Qual de nós, simples mortais, não gosta de ser visto, admirado e desejado? Mas certamente a liderança não é o lugar mais apropriado para isso. Ser líder é uma conquista, uma construção. Estar líder é uma situação, uma condição, uma oportunidade para construir. Definir que se está para se tornar é uma postura monstruosamente importante e definitiva.

VAIDADE, STATUS

A Vaidade mostra alguém focado em si mesmo, preocupado com sua imagem pessoal, transmitindo aos outros uma idéia, com o objetivo de ser admirado e aceito, mostrando com extravagância seus pontos positivos e escondendo seus pontos negativos. É por isso que o líder vaidoso não se desenvolve e não conquista o respeito da equipe, porque em geral, a partir do momento em que as pessoas percebam a vaidade, o efeito é exatamente o contrário, ou seja, rejeição. Liderança, antes de tudo e em especial para a juventude, deve ser entendida como FUNÇÃO e não como POSIÇÃO.

O ANTÍDOTO

Certamente as empresas e organizações precisam ser muito criteriosas na formação de lideranças, valorizar demasiadamente as habilidades em detrimento das competências ou vice versa pode ser um problemão. É preciso perceber os valores que norteiam a vida dos candidatos. Seu envolvimento com as pessoas, a qualidade de suas relações interpessoais, seus objetivos de vida, sua ética. Muito mais que observar, é preciso formar, desenvolver programas vivenciais que alcancem além das rotinas e atinjam a educação para a vida.

A QUESTÃO MATURIDADE

Maturidade não é definida pela passagem por eventos tradicionais, tais como formar-se, casar-se, ter filhos, adquirir imóvel, empreender etc. Mas pela mudança na personalidade e no comportamento. Maturidade não está na área das exatas, nem sempre 2+2=4 funciona. Mas quero deixar um caminho regular para se identificar o processo de crescimento de uma pessoa:

Inicialmente os nossos processos de vida são imprevisíveis e sem controle, dado a falta de experiência, a emotividade fora do equilíbrio e a dificuldade de lidar com o fator ansiedade X tempo.

Em um segundo momento, diante das necessidades, começamos a repetir ações, colocar disciplina e nossos processos começam a ganhar padrão. Aí passamos a ter processos mais consistentes e padronizados em áreas como relacionamentos interpessoais, projetos educacionais e profissionais, projetos de independência pessoal e econômica e outros.
Nesse ponto nossos processos se tornam, não necessariamente na sua totalidade, mais previsíveis e controlados, seguindo um esquema de vida determinado com poucas variantes.

Daí entra o processo de desenvolvimento humano, propriamente dito, onde as experiências se voltam para o aperfeiçoado continuo, a busca pela felicidade, os riscos calculados, as cisões, as novas perspectivas e por ai vai.

A QUESTÃO: EM QUE PONTO ALGUÉM ESTÁ EM CONDIÇÕES IDEAIS PARA A LIDERANÇA?

Certamente que, sem maiores análises, alguém estando um passo a frente pode liderar o outro que vem um passo atrás. Para equipes que apresentem homogeneidade maior na questão maturidade, fica mais fácil perceber o perfil de liderança mais adequado, mas quando acontece o contrário, uma mistura de perfis, estágios de vida e até mesmo competências e habilidades, é certo que a liderança deve, preferencialmente, estar não somente a alguns passos a frente, como também ser um hábil gestor de relacionamentos e competências.

ONDE O JOVEM LÍDER ENTRA AI?

Como mencionei acima, havendo um programa que acompanhe e sugira a troca de experiências entre mestres e discípulos, pode-se fazer a compensação das questões relacionadas a maturidade e aproveitar toda energia e habilidade da jovem liderança na condução de projetos de sucesso. Sugiro nesse contexto que se dê ênfase ao processo de treinamento de Gestão de Competências e Relacionamento Interpessoal, criando um processo de maturação mais acelerada no jovem líder. Lembre-se que maturidade é um processo com etapas variáveis de um indivíduo para outro.

O MITO DA PERFEIÇÃO

Os conceitos de competitividade e eficiência presentes na atual geração chegaram para melhorar todos os processos presentes nas atividades humanas. As relações do homem com o contexto produtivo passou exigir que os indivíduos descubram-se, cresçam, mudem. Enfim, creio que o desenvolvimento individual nunca esteve tão em voga.

ADMINISTRANDO O CONCEITO

O Conceito eficiência não pode ser confundido com PERFEIÇÃO, esta não existe. Um dos desafios que percebo entre os jovens é o de administrar adequadamente os limites individuais e coletivos nos processos produtivos. Existe uma tendência de extrapolar e perder a sensibilidade exigindo, cobrando e punindo. Percebe-se também um processo de padronização de competências, tornando todo mundo igual. O estilo perfeccionista de liderar imprime um ritmo descompassado porque vive de pequenas e inadequadas avaliações seguidas de redirecionamentos tipo “apaga incêndios”. Também se utiliza do fator “culpa” como agente de pressão, o que obviamente produz uma queda na auto-estima e na capacidade de solucionar conflitos.

E A COMPETITIVIDADE?

O cuidado para que o espírito de competição não caracterize as relações no grupo é a primeira providência a ser tomada. Isso ainda deve ser transferido para outras instâncias, tais como a família, amigos, clientes e fornecedores. Viver em estado de competição é um verdadeiro stress. Deve-se exaltar as habilidades individuais, mas sem perder de vista o coletivo. É importante que as pessoas compreendam o valor das realizações (pessoais e coletivas) e que não estamos no grupo apenas para dar ou receber, mas para cooperar e ser parte de um projeto comum e maior. Dentro desse ambiente pode-se desenvolver o processo competitivo de forma equilibrada e eficaz, chamando os indivíduos à disciplina, superação e sucesso.

AVALIANDO O DESEMPENHO

Nessa perspectiva, outro fator importante que necessita atenção é a Avaliação, outro desafio para as lideranças jovens, em especial na dificuldade de se perceber etapas de evolução individuais/coletivas e transformar informações em feedbacks para planejamento de novas estratégias. A concepção deve ser construída de modo a caracterizar:
• Observância às competências / habilidades exigidas / Resultados
• Predomínio dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos, de acordo com a fase de cada um e inclusão da reorientação de processo;
• Acompanhamento;
• Feedback.

LIDER CONSULTOR

Um conceito cada vez mais integrado com as necessidades das empresas é o de líder-consultor, aquele que planeja, orienta e coordena as ações. Uma figura que transmite segurança por sua presença e capacidade buscar soluções, estejam estas onde estiverem. Mais ou menos no estilo gente como a gente, um humano, susceptível a todas as nossas dificuldades, mas com o diferencial de ter foco em soluções, não em problemas. Este papel pode ser desempenhado tranquilamente por jovens ou não jovens, é questão de postura, de percepção e de coragem para se expor no caminho da conquista. Você está pronto?

(*) Competências se constituem num conjunto de conhecimentos, atitudes, capacidades e aptidões que habilitam alguém para vários desempenhos da vida, as competências pressupõem operações mentais, capacidades para usar as habilidades, emprego de atitudes, adequadas à realização de tarefas e conhecimentos;

(**) Habilidades se ligam a atributos relacionados não apenas ao saber-conhecer, mas ao saber-fazer, saber-conviver e ao saber-ser; As competências/habilidades são inseparáveis da ação, mas exigem domínio de conhecimentos.

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5 atitudes que o jovem líder deve ter

Segundo pesquisas, aproximadamente 20% dos líderes nas empresas pertencem à geração Y e são formados por jovens com elevada qualificação acadêmica. Isso certamente aumenta a expectativa de ascensão, principalmente quando o jovem encontra nas empresas profissionais com qualificação acadêmica inferior.

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Contudo, isso também traz efeitos negativos, pois a ascensão a postos de liderança não é composta apenas por conhecimento acadêmico, mas também por conhecimento tácito, adquirido com a experiência funcional.

A falta desse conhecimento tácito em liderança faz com que o jovem líder seja visto como “sem tato” por sua equipe, por isso é indispensável, para todo jovem que pretende ser um bom líder, desenvolver 5 atitudes:

SER FLEXÍVEL – Adaptando sua comunicação a cada público e buscando constantemente um forte entendimento das ferramentas de conexões e das novas tecnologias, usando sua capacidade analítica e conceitual como principal instrumento de adaptação.

CONSTRUIR RELACIONAMENTOS – Garantindo os recursos e ambiente que estimulem a participação de todos em sua equipe. Promovendo a distribuição de atividades de forma desafiadora, buscando o desenvolvimento individual da equipe, sem comprometer os objetivos e resultados.

VALORIZAR A ESTRATÉGIA – Pensando além do momento presente, analisando cenários internos e externos e percebendo tendências que podem ter impacto nas atividades. Aceitando a interferência em suas decisões e objetivos pessoais. Questionando, testando suposições e discutindo as questões abertamente.

PRIORIZAR A INOVAÇÃO – Buscando melhorias através das pessoas, transformando e alinhando os processos em uma desafiadora direção. Considerando sempre a inovação e a mudança, como uma oportunidade de promover o desenvolvimento e a motivação da equipe.

TER ATITUDE – Identificando e lidando com assuntos de forma proativa e persistente, desenvolvendo e executando planos para atingir objetivos organizacionais, definindo prioridades claras, adquirindo, organizando e alavancando recursos disponíveis para atingir resultados sustentáveis com qualidade.

Certamente o tempo trará um novo equilíbrio, na medida que esta geração alcançar posições mais consolidadas, onde possam demostrar maior maturidade e experiência.

Contudo, esse cenário ainda irá pressionar os jovens líderes a uma constante adaptação, pois eles precisam aprender a lidar com os relacionamentos interpessoais usando “ferramentas analógicas”, como as conversas do tipo “olho–no-olho” e não apenas através dos instrumentos virtuais que ele domina com facilidade.

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Atividade Física = Juventude & Saúde

Quando somos jovens, atividades rotineiras que exigem força, flexibilidade, equilíbrio e agilidade parecem fáceis. Por isso não nos importamos em preservar essas capacidades funcionais para o futuro. Com o processo de envelhecimento (que se intensifica aos 30 anos) você naturalmente começa a perdê-las e nem se dá conta. É a diminuição da reserva funcional, que é a capacidade de produzir e usar energia para responder às solicitações do corpo. Os resultados dessa perda: redução de massa óssea e muscular, aumento de gordura, intolerância à desidratação ou ao excesso de líquidos e desaceleração do metabolismo.

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“Quem se mantém ativo desde cedo enfrentará um déficit muito menor lá na frente”, diz Paulo Zogaib, fisiologista do exercício da Unifesp. “O sedentarismo acelera os danos no organismo, já que a falta de contrações musculares estimula a diminuição de massa magra. Entre os 25 e 50 anos a mulher perde cerca de 10% dos músculos”, fala o fisiatra José Maria Santarém, coordenador do Centro de Estudos em Ciências da Atividade Física da Faculdade de Medicina da USP. Veja como garantir sua reserva funcional para a vida inteira.

Entre 30 e 40 anos

Após os 30 inicia-se uma queda lenta e gradual da reserva funcional. Depois dos 35, a perda de massa óssea atinge cerca de 1% ao ano. A composição corporal tende a um acréscimo de gordura localizada e diminuição da massa magra. É um momento marcado por uma dedicação mais intensa à vida profissional e muitas mulheres tornam-se sedentárias.

Atividade física ideal 
Divida a sua malhação em 70% de aeróbico, que visa a fortalecer e proteger o sistema cardiovascular, além de queimar as gordurinhas, e 30% de localizado. O treino de força deve priorizar as áreas que sofrem mais com o envelhecimento — barriga, glúteos, coxas e cintura. Faça uma hora de musculação e uma de aeróbico de três a quatro vezes por semana.

Alimentação perfeita 
Para a nutricionista Heloísa Guarita, possivelmente por questões hormonais, as mulheres sofrem mais com prisão de ventre nessa etapa: “O problema está relacionado ao emocional, que é marcado por mudanças como casamento, emprego e filhos, que aumentam o nível de estresse”. Portanto invista em fibras — frutas frescas, verduras, legumes e grãos integrais — e bastante líquido.

”Meu metabolismo desacelerou ao cruzar a fronteira dos trinta. Até os 26, se engordava um pouco, maneirava na alimentação e os quilos a mais iam embora. Hoje o esforço é muito maior e demora mais tempo. O fato de eu sempre ter sido ativa (já fiz balé, jazz, ginástica olímpica) me deixou como herança uma maior flexibilidade. Pretendo preservá-la na combinação de pilates com caminhada.”
Paula Maia, 32 anos

Entre 40 e 50 anos

É na proximidade do climatério que o envelhecimento se acentua e é mais visível. A menopausa acelera a perda de massa óssea, que chega a 3% ao ano, o que exigirá uma atenção maior com a prevenção à osteoporose.

Atividade física ideal 
Os trabalhos de força ganham mais importância e devem compreender 40% do seu programa de fitness. Dê ênfase aos membros inferiores e ao abdômen, pois há uma tendência de a barriga se tornar mais saliente. Os exercícios que atuam sobre os músculos estabilizadores, principalmente os do tronco, são importantes para manter o equilíbrio. Divida seu treino em musculação e aeróbico três vezes por semana. A corrida estimula a parte óssea.

Alimentação perfeita 
Dobre o consumo de hortaliças, frutas e legumes frescos. “Eles ajudam a reduzir o risco de câncer de mama e de colo de útero”, garante a nutricionista Heloísa Guarita. Alimentos ricos em betacaroteno, presente em vegetais alaranjados e em folhas verde-escuro, protegem contra o câncer de mama. Os alimentos fibrosos fazem você comer menos e, assim, não engordar, pois aumentam a saciedade. E para as mulheres que se aproximam da menopausa, a soja é fundamental.

“Graças à musculação e aeróbica, que sigo religiosamente, consegui minimizar os principais vilões da idade: o aumento de peso e a flacidez. Quem me vê não diz que os 50 estão chegando. Como sempre malhei, não senti os efeitos do tempo… Ainda uso o mesmo manequim dos 20 anos. Os exercícios são minha fórmula da juventude.” 
Claudina Mello, 48 anos

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Prefira o Roxo Para Combater o Colesterol

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O que é colesterol?

Outras causas de colesterol elevado?

Comer muita gordura saturada é uma das principais causas do colesterol elevado, apesar de que há vários outros fatores que podem afetar os níveis de colesterol no sangue:

  • Condições hereditárias tais como Hiperlipidemia Familiar (condição onde as gorduras do sangue estão em níveis alterados).
  • Fumo
  • Idade
  • Diabetes
  • Etnia
  • Importante: sempre consulte seu médico e/ou nutricionista para um atendimento individualizado.

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Colesterol: de gota a Alzheimer

Embora esteja na boca do povo há décadas, com frequência duas grandes confusões são feitas a seu respeito. A primeira é chamá-lo de gordura, quando, na verdade, trata-se de um álcool complexo – detalhe químico mais complexo ainda. A segunda é que seu potencial nocivo se restringe ao sistema cardiovascular. “O colesterol circula por boa parte do organismo para formar membranas celulares, ácido biliar e hormônios”, relata Eder Quintão, endocrinologista do Laboratório de Lípides da Universidade de São Paulo. Esse acesso quase irrestrito, apesar de essencial para inúmeras atividades, traz seus inconvenientes. Isso porque dá a possibilidade de ele, quando nas alturas, acarretar estragos em diversas regiões.

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Após analisarem dados epidemiológicos que relacionam altos índices da partícula a demências, por exemplo, cientistas da Universidade Vanderbilt, nos Estados Unidos, decidiram averiguar o que estaria por trás desse fenômeno. Valendo-se de equipamentos modernos, eles descobriram que o protagonista da reportagem está intimamente ligado ao surgimento das famigeradas proteínas beta-amiloides. “Essas moléculas danificam células nervosas, promovendo a doença de Alzheimer”, ensina o bioquímico Charles Sanders, coordenador da pesquisa.

“O trabalho americano nos ajuda a compreender o motivo pelo qual observamos um acúmulo de placas beta-amiloides ao colocarmos neurônios em um meio de cultura repleto de colesterol”, enfatiza o neurologista Paulo Caramelli, da Universidade Federal de Minas Gerais. “Mas ele não explica por que existe uma associação, principalmente em pacientes acima dos 75 anos, entre a doença de Alzheimer e problemas vasculares”, contrapõe.

Há, claro, quem acredite que esse vínculo seja resultado da idade avançada. Em outras palavras, indivíduos nessa faixa etária tenderiam a sofrer mais com ambos os transtornos simplesmente pelo fato de o corpo estar envelhecendo. Essa, entretanto, não é a única hipótese levantada pelos especialistas. “Taxas elevadas de colesterol provocam inflamações nos vasos, que, ao longo dos anos, também dificultam a passagem de sangue”, ressalta Angelina Zanesco, fisiologista do Instituto de Biociências da Universidade Estadual Paulista, em Rio Claro. Se a artéria comprometida é uma que chega à massa cinzenta, as células nervosas deixam de ser abastecidas adequadamente com o líquido vermelho. Resultado: elas param de funcionar direito por falta de nutrientes, o que contribuiria para o extermínio das memórias.

Outro mal que às vezes implica queima de arquivos mentais atende pelo nome de derrame isquêmico – o bloqueio por completo do fluxo sanguíneo acaba matando os neurônios, digamos, de fome. Em várias situações, a obstrução decorre do excesso de colesterol circulante.

Quando o assunto é diabete, invariavelmente se fala em glicose. Mas adivinhe que outra molécula está envolvida com a enfermidade. “O excesso de colesterol no pâncreas atrapalha a fabricação de insulina, responsável por colocar o açúcar para dentro das células”, revela Francisco Helfenstein Fonseca, cardiologista e coordenador do Setor de Lípides, Aterosclerose e Biologia Vascular da Universidade Federal de São Paulo. E, com doses a menos desse hormônio na circulação, a glicemia sobe que nem foguete. Por outro lado, quando você tem bastante HDL, aquela espécie de faxineiro da circulação, a probabilidade de desenvolver ou agravar o quadro diminui.

Nem as articulações estão a salvo da avalanche de colesterol. “Ele facilita o aparecimento de crises de gota”, exemplifica Ricardo Fuller, chefe do Ambulatório de Reumatologia do Hospital das Clínicas de São Paulo. Esse distúrbio, caracterizado por inchaço e dores intensas nas juntas – principalmente no dedão do pé -, depende de processos inflamatórios para dar as caras. Ao que tudo indica, taxas expressivas da substância em questão auxiliam a alastrar esse incêndio.

A artrite reumatoide, outro mal que ataca as juntas, propiciando incômodos, perda de movimento e deformações, também pode ser agravada por você já sabe quem. “Aliás, uma pesquisa deste ano verificou falhas na função do HDL de quem possui a doença”, reforça Fuller. Mesmo assim, ainda faltam evidências sólidas de que o tratamento para controlar o colesterol beneficie pessoas com desordens reumatológicas.

No futuro, a ciência deve oferecer uma resposta definitiva para essa dúvida. Outra pergunta é se a partícula abordada aqui seria o estopim para cânceres. “Segundo alguns estudos, o uso de estatinas, medicamentos que reduzem a concentração dessa molécula no sangue, previne tumores como o de próstata, mama e intestino”, afirma Samuel Aguiar Júnior, cirurgião oncologista e diretor do Núcleo de Tumores Colorretais do Hospital A.C. Camargo, em São Paulo. “Só que esses trabalhos são poucos e ainda controversos”, ressalva.

Um vestígio extra desse possível elo é o de que levantamentos populacionais definem sujeitos com pouco LDL e muito HDL como mais protegidos contra o câncer. “Resta saber se o dado encontrado é consequência do colesterol ou se hábitos saudáveis, que regulam seus níveis ao mesmo tempo que trazem outras melhorias para o organismo, são os verdadeiros responsáveis pelos números encontrados”, pondera Aguiar Júnior.

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Alimentos para combater o Colesterol alto

No dia 8 de agosto é comemorado o Dia Nacional de Controle do Colesterol. A data, que existe há 10 anos, tem como objetivo conscientizar a população sobre as doenças decorrentes da elevada taxa de colesterol no sangue, formas de prevenção e tratamento.

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De acordo com a nutricionista Natana Martins, o colesterol é a matéria-prima de moléculas muito importantes para o funcionamento do nosso corpo. É a partir dele que se produz vários hormônios, como os sexuais — testosterona e estradiol — e o cortisol. Ele também é responsável pela produção de vitamina D, que é muito importante para a absorção do cálcio e a consequente manutenção da saúde óssea.

O colesterol total é composto de dois tipos de moléculas, o LDL, popularmente conhecido como colesterol ruim e que, em excesso, é responsável pelo entupimento das artérias, e o HDL, o colesterol bom, que impede o depósito de gordura nas artérias.

Natana explica que uma alimentação balanceada, prática regular de exercícios físicos e bons hábitos de vida, como evitar bebidas e cigarros, são o primeiro passo para manter um coração saudável.

— Entretanto, seja por recomendação médica ou por precaução, muitas pessoas fazem uso da suplementação para manter o colesterol sob controle. Isso acontece devido a correria do dia a dia, pela falta de tempo ou apenas para garantir uma vida mais saudável — complementa.

Veja alternativas naturais para suplementar a dieta e manter o colesterol dentro da normalidade

Fitoesterol

Os fitoesteróis são uma classe de gordura de origem vegetal que apresenta estrutura muito parecida à da molécula de colesterol. Por apresentarem essa similaridade, reduzem a absorção do colesterol LDL — ruim — e impedem sua chegada à corrente sanguínea.

Os fitoesteróis são encontrados principalmente em óleos vegetais, oleaginosas, frutos secos, hortaliças, cereais integrais e soja, porém em baixas quantidades.

Estudos clínicos demonstram que o consumo recomendado é de 1,3g ao dia para obter os resultados desejados, encontrado em 185 tomates, por exemplo.

Óleo de Peixe

É a principal fonte animal de ômega 3. Previne problemas cardiovasculares como arritmia, infarto, angina e acidente vascular cerebral. Melhora os níveis de gordura no sangue, reduz os triglicérides e aumenta o bom colesterol — HDL.

Ele também retarda o processo de depósito de gordura nas artérias que pode causar seu entupimento. Além disso, tem ação anti-inflamatória e antioxidante, combatendo os radicais livres que aceleram o envelhecimento.

Óleo de Chia

É a principal fonte vegetal de ômega 3. Apresenta os mesmos benefícios do óleo de peixe. Cultivado sem pesticidas e sem organismos geneticamente modificados, é composto de 80% de ácidos graxos poli-insaturados, sendo 75% de ômega 3 e 25% de ômega 6.

Óleo de Linhaça

Fonte de ômega 3 e 6, ácidos graxos essenciais. O ômega 3 regula os níveis de gordura no sangue, diminui os riscos de arritmia do coração, pode auxiliar no controle da pressão sanguínea e na prevenção de infarto. O ômega 6, por sua vez, colabora com a imunidade.

Óleo de Alho

Regula o colesterol, ajuda a baixar a pressão e inibe o depósito de gordura nas artérias, protegendo o coração. Muito mais do que um simples tempero, ele tem uma série de benefícios adicionais: é expectorante, antisséptico, analgésico, anti-inflamatório, antitérmico, antibacteriano, tônico, vermífugo e antioxidante.

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Colesterol é um dos maiores causadores de problemas cardíacos no país

No dia 8 de agosto comemora-se o Dia Nacional do Controle do Colesterol, que foi instituído pelo governo, em 2003, com o objetivo de conscientizar a população sobre as doenças decorrentes da elevada taxa de colesterol sanguíneo, sobre a importância do controle da doença e como é feito o tratamento.

Colesterol

Atualmente, cerca de 40% dos brasileiros tem colesterol alto e,, aproximadamente, 17 milhões de pessoas morrem em todo o mundo devido às doenças do coração, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). No País, a data foi instituída por causa dos altos números de mortes, cerca de 300 mil por ano, em decorrência de infartos e derrames.

Colesterol

O colesterol pode ser considerado um tipo de gordura (lipídio) produzido pelo organismo, que desempenha funções essenciais como a produção de hormônio e de vitamina D, por exemplo. Porém, o excesso de colesterol é prejudicial à saúde, pois, aumenta o risco de desenvolver doenças cardiovasculares. Ele está presente em alimentos de origem animal, como a carne, o leite integral e os ovos.

Nosso sangue é composto por dois tipos de colesterol: o LDL, que é conhecido como ruim por entrar nas artérias, provocando seu entupimento; e o HDL, conhecido como bom, por retirar o excesso de colesterol das artérias, impedindo seu depósito e diminuindo a formação da placa de gordura.

Alimentação saudável

Os alimentos ricos em colesterol ruim são: bacon, chantilly, ovas de peixes, biscoitos amanteigados, doces cremosos, peles de aves, camarão, queijos amarelos, carnes vermelhas gordas, gema de ovos, sorvetes cremosos, creme de leite, lagosta.

Já os alimentos que ajudam a reduzir o colesterol são: aipo, couve-de-bruxelas, ameixa preta, couve-flor, mamão, amora, damasco, mandioca, azeite de oliva, ervilha, pão integral, aveia, farelo de aveia, pêra, cenoura, farelo de trigo, pêssego, cereais integrais, feijão, quiabo, cevada, figo e vegetais folhosos.

Prevenção

Para evitar o distúrbio, os médicos recomendam ter uma dieta saudável, rica em verduras, legumes, frutas e carnes magras. Pode ajudar também a substituição do leite e derivados integrais por produtos desnatados; o consumo de alimentos que não contenham gordura saturada ou hidrogenada; o controle da pressão arterial; o abandono do cigarro; a manutenção do peso; e a periodicidade dos exames clínicos.

A prática regular de exercícios físicos é uma das grandes aliadas de uma vida saudável. Segundo dados do Ministério da Saúde, a inatividade física é responsável por 54% dos riscos de morte por distúrbios cardiovasculares, 50% dos de derrames fatais e 37% dos riscos de casos de câncer.

O tipo de exercício não importa, desde que seja praticado moderadamente e orientado por profissional habilitado que respeite, acima de tudo, o limite físico de cada pessoa. Os benefícios são a redução da pressão arterial e dos níveis de colesterol, a queima de calorias, o controle da diabetes, o fortalecimento muscular e ósseo, a melhora na capacidade pulmonar e na flexibilidade das articulações.

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Os principais obstáculos da Amamentação e como superá-los

Começou ontem, quinta-feira (01) e vai até o dia 08 de agosto a Semana Mundial de Aleitamento Materno. Com o objetivo de ressaltar a importância da amamentação, a data é celebrada mundialmente com adesão de mais de 170 países, incluindo o Brasil.

Baby breastfeeding

Além de estreitar a relação mãe e bebê, o aleitamento materno tem várias outras funções. O leite humano possui vitaminas, minerais, proteínas, gorduras e açúcares em níveis adequados ao organismo do recém-nascido. Ao amamentar, as mães também protegem seus filhos de possíveis doenças, como diarreia, pneumonia, alergias e infecções. Além disso, o aleitamento materno diminui a incidência de morte súbita e o risco de obesidade infantil. Para bebês prematuros, é ainda mais importante, pois previne infecções intestinais, que são extremamente comuns nessas crianças.

O ideal é que as mães alimentem os bebês exclusivamente com leite materno até o sexto mês. Depois desse período, outros alimentos começam a ser incorporados à dieta da criança, mas o aleitamento materno deve continuar. A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que as mães mantenham a amamentação até a criança completar dois anos de idade.

Fissuras e fortes dores

Apesar de todos os benefícios trazidos pelo aleitamento materno, muitas mulheres têm dificuldades e sofrem durante o período de amamentação. É o caso da contadora Lidiane Zaina Fernandes, 31, que precisou do auxílio da equipe do Banco de Leite da Maternidade Leonor Mendes de Barros para aprender como amamentar corretamente seu filho Gustavo, hoje com três meses de idade.

“No começo foi uma experiência difícil. Eu não consegui amamentar meu filho logo que ele nasceu, pois teve icterícia e precisou ficar no berçário. Só quando o Gustavo já estava saindo do hospital é que foi possível dar de mamar pela primeira vez e não era algo natural”, explica Lidiane que teve fissuras na mama e sentia fortes dores ao dar o peito para o filho.

A contadora foi instruída a usar um bico de silicone, mas isso não ajudou. Para tentar melhorar a experiência da amamentação para ela e seu bebê, buscou ajuda do Banco de Leite que a ensinou a maneira correta de amamentar. Foi então que tudo mudou. “Os profissionais de lá me mostraram que o problema era que a pega do bico do seio estava errada. Depois que aprendi como deveria ser a pega correta, meu filho começou a mamar bem melhor. Só aí tive prazer em amamentar”, complementa.

Mesmo depois de corrigir a pega, se a fissura persistir por algum tempo, as mães não devem usar pomadas ou outros “truques” populares – como passar casca de banana ou mamão no local – para acelerar a cicatrização. É recomendado usar o próprio leite materno antes e depois da mamada para hidratar a região machucada e auxiliar no processo.

Pega errada

Apesar de Lidiane não ter pensado em desistir em nenhum momento, muitas mães que passam por situações parecidas chegam a cogitar a hipótese. Para evitar problemas na amamentação, é preciso, antes de tudo, aprender a fazer a pega adequada, ou seja, certificar-se que o bebê está abocanhando o peito de maneira correta. Para isso, é preciso encaixar o peito na posição indicada e observar o bebê, principalmente na fase inicial do aleitamento.

Existem diferentes posições, tanto da mãe quanto do bebê, para que a amamentação ocorra naturalmente, mas o mais importante é que a boca do recém-nascido fique bem aberta (formato de boca de peixinho), lábios virados para fora, bochecha redonda, queixo encostado no peito e a língua deve envolver o bico.

“O sucesso da amamentação está exatamente nas primeiras mamadas. Se o bebê pegar adequadamente, não vai machucar e a mãe terá sucesso na amamentação. Se ele pegar o bico do seio de uma forma errada, vai machucar e fica complicado mesmo. A criança tem que abocanhar bem a parte marrom do peito, a aréola. Quanto maior é a pega, maior é a eficiência de sucção. Se a boquinha dela escorrega e pega só no bico, a sucção não acontece corretamente e vai acabar machucando a região”, explica o pediatra da Maternidade Pro Matre, Francisco Dutra.

Caso a pega não aconteça da maneira certa no início da amamentação, é possível corrigir para que mãe e filho consigam extrair o melhor dessa experiência. “Se a mãe, logo nos primeiros dias, começar a ter desconforto, fissuras, e perceber que o bebê está muito irritado e que o leite não está saciando, o melhor a fazer é procurar um banco de leite para corrigir essa amamentação”, afirma Renata Oliveira Giesta, supervisora do Banco de Leite do Banco de Leite da Maternidade Leonor Mendes de Barros.

Insegurança

A insegurança foi a grande inimiga da administradora Simone Campos Zanin. Ela teve dificuldades no início da amamentação justamente por não saber se o que estava fazendo era o correto. “Amamentar foi muito gratificante e emocionante. No começo, eu me senti insegura e também tive um pouco de dor, mas depois, quando percebi que estava tudo certo, fiquei realizada. Não há coisa melhor no mundo do que poder amamentar um filho. A relação entre mãe e filho fica muito mais íntima”, conta sobre o laço que desenvolveu com o filho..

Mulheres que passam pela mesma situação, podem conversar com o pediatra para analisar se a criança está ganhando peso e está saudável. Em caso negativo, o médico pode orientar e auxiliar na solução do problema.

Atualmente o filho de Simone, Matheus, tem três anos e ela já está pronta para mais uma fase como mãe: tem uma filha a caminho. “Estou mais segura agora. Espero que experiência seja igual ou melhor do que a primeira”, complementa.

diamamar

Chupeta

Muito usada para acalmar os bebês em momentos de estresse, a chupeta pode interferir de maneira negativa no processo de amamentação, atrapalhando os horários da mamada.

Se o bebê não mamar com regularidade, a mãe pode ter problemas como ingurgitamento mamário, que nada mais é do que o excesso de leite nas mamas popularmente chamado de “leite empedrado”. Para que isso não aconteça, evite oferecer a chupeta para o bebê muito próximo do horário da amamentação.

Mama cheia e mastite

Em alguns casos, o leite pode acumular demais nas mamas – seja pelo uso da chupeta em horários inadequados ou outros fatores – e causar fortes dores no local e febre. Se isso acontecer, a mulher pode estar com mastite, que é a inflamação das glândulas mamárias. O indicado é procurar um médico para dar início ao tratamento adequado.

Se as mamas estiverem doloridas, mas não houver febre, é possível tentar esvaziar o leite acumulado através da ordenha. A mãe deve massagear o seio com a ponta dos dedos, partindo da região da aréola, apoiando o peito com a outra mão. Caso o procedimento seja feito manualmente, é preciso colocar o polegar e o indicador nas extremidades da parte marrom do seio e comprimir a área. Além da ordenha manual, existem aparelhos que ajudam a retirar o leite da mama.

O leite retirado pode ser armazenado – em um recipiente com tampa higienizado – para ser doado ou utilizado posteriormente. Ele pode ser consumido em até 24 horas, se estiver refrigerado, ou em até 30 dias, se for congelado.

Algumas mulheres deixam cair água quente no chuveiro ou colocam bolsa térmica nas mamas para amenizar o problema da mama muito cheia, mas essas atitudes são desaconselhadas. Aquecer o local faz com que a produção de leite seja ainda maior e, consequentemente, o acúmulo também.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://delas.ig.com.br

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