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Exagerou no carnaval? Confira as dicas e recupere seu corpo

Uma alimentação saudável e equilibrada deve ser seguida o ano inteiro, mas principalmente quem cometeu excessos durante o Carnaval deve se preocupar em recuperar o corpo e voltar para a rotina alimentar.

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O primeiro passo é priorizar refeições com base em alimentos in natura ou minimamente processados, em grande variedade e predominantemente de origem vegetal. Principalmente após dias de alimentação desregrada e com base em alimentos ultraprocessados, deve-se utilizar óleos, gorduras, sal e açúcar em pequena quantidade. A regra de ouro que facilita o entendimento das recomendações é: prefira sempre alimentos in natura ou minimamente processados e preparações culinárias a alimentos ultraprocessados.

O consumo de frutas, verduras e legumes e água são ainda mais importantes, pois auxiliam na hidratação e reposição de sais minerais perdidos na sudorese, geralmente aumentada nos dias de folia. Alimentos leves e com alto teor de água, como melancia, laranja e melão, e saladas cruas, como alface, cenoura, tomate e rúcula, aumentam a sensação de saciedade e reduzem a sensação de sede.

Água,água de coco e sucos de frutas naturais, sem adição de açúcar, auxiliam na hidratação do corpo. Chás podem ser bons aliados. A água é indispensável ao funcionamento adequado do organismo humano e essencial à vida.
Dê atenção também ao consumo de fibras, elas ajudam a varrer as toxinas do organismo, além de auxiliar no bom funcionamento do intestino.

Temos uma sugestão de suco nutritivo para regular o metabolismo.

-1 folha grande de couve
-1 punhado de folhas de hortelã
– 1 maçã
– 1 cenoura
– 1 lasca de gengibre
– Água de coco ou água para bater

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SUS não está preparado para tratamento de Doenças Mentais

Era uma manhã de domingo quando Jorge Cândido de Assis entrou na estação de metrô Liberdade, em São Paulo. Já na plataforma, ouviu uma voz dizer: “por que você não se mata?”. Três dias depois, acordou em um hospital, sem a perna direita. Aos 21 anos, em um surto de esquizofrenia, o estudante se jogou na frente do trem.

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Em 2003, após quatro graves crises psicóticas, Jorge passou a fazer parte de um grupo de apoio comandado pelo psiquiatra Rodrigo Bressan. O Programa de Esquizofrenia da Unifesp (Proesq) atende pacientes encaminhados pelos centros de apoio psicoterapêuticos (CAPs) e ambulatórios do Sistema Único de Saúde (SUS) que, por falta de infraestrutura, são mal preparados para realizar todos os tipos de atendimento.

Segundo levantamento do programa, 85% dos pacientes que fazem uso da medicação closapina, usada para tratar a esquizofrenia refratária, não conseguem receber o remédio nas unidades do SUS.

O panorama é ainda mais alarmante se levarmos em consideração o número de unidades especializadas em saúde mental disponíveis no país. Na região Norte, só há dois centros de atenção psicossocial infantil (CAPi) – localizados no Amazonas e no Pará.

No Nordeste, em Alagoas, não há nenhum. Na região Centro-Oeste, a maior concentração está em Goiás, e no Distrito Federal há apenas um. No total, somente 11 Estados contam com o serviço. Os dados são da Associação Brasileira de Familiares, Amigos e Portadores de Esquizofrenia (Abre).

Segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde), 3% da população sofre com transtornos mentais severos e persistentes, como a esquizofrenia. No Brasil, cerca de 1% tem a doença que, na maioria dos casos, só é diagnosticada quando o paciente já apresenta sintomas severos e contínuos, como delírios e alucinações.

Tal precariedade é reflexo de uma política pública que até os anos 1980 mantinha em funcionamento os famigerados manicômios, onde pacientes eram submetidos a tratamentos que, além de inadequados, eram desumanos. Esses depósitos de gente não só içavam um muro entre os pacientes e a sociedade, como criaram um estigma sobre o assunto que se estende até hoje.

Publicada em 2001, a Lei nº 10.216, conhecida como Lei Paulo Delgado, “dispõe sobre a proteção e os direitos das pessoas portadoras de transtornos mentais e redireciona o modelo assistencial em saúde mental”. Contudo, por negligencia e omissão do governo, familiares e pacientes ainda aguardam sua regulamentação.

A pedidos dessas pessoas, protocolei recentemente um requerimento para que o ministro da Saúde, Arthur Chioro, preste informações sobre a política de saúde mental no âmbito do SUS. Dentre as demandas, exigimos atendimento humanizado, acompanhamento multiprofissional, implantação de leitos e enfermariaspsiquiátricas em hospitais gerais e apoio ao convívio entre pacientes e familiares.

Assim como a legislação prevê direitos para quem tem uma deficiência, pessoas com transtornos mentais não podem ficar à margem de direitos básicos, como saúde e trabalho.

Pacientes com esquizofrenia, sob tratamento adequado, passam por programas de reabilitação que os preparam para voltar ao mercado profissional. As empresas, no entanto, recusam a contratação, submetendo esses candidatos a mentir e negar parte de sua vida. Como se a doença em si o definisse.

A esquizofrenia e outros transtornos da mente são doenças crônicas que passeiam por nossas emoções. Acreditar no potencial desses indivíduos de se reconectarem à vida é o primeiro passo para fortalecer uma política pública de saúde mental e derrubar preconceitos.

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Dicas para Manter a Saúde Mental

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Principais dicas para a preservação da Saúde e da Juventude

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1. Autoconhecimento: afasta a pessoa dos perigos e dos erros e a conduz para uma vida mais harmoniosa, saudável e plena.

2. Autoestima: É o respeito e o apreço da pessoa por si mesma, a base da idoneidade, do desenvolvimento espiritual e das potencialidades interiores, da saúde e da serenidade interior.

3. Alimentação fresca, pura e saudável: A maioria das enfermidades tem origem nos hábitos dietéticos errôneos. Nada contribui tanto para a acumulação de impurezas e toxinas no sangue como uma alimentação imprópria, sob todos os pontos de vista. É necessário combaterem-se os hábitos dietéticos errôneos, objetivando a preservação e a restauração da saúde.

4. Atividade física regular e moderada: O organismo necessita de uma atividade física moderada e regular, para que os diversos órgãos funcionem normalmente e desempenhem suas funções com regularidade. Os exercícios fortalecem os músculos (restaurando-lhes a elasticidade), os ossos e as articulações (tornando-as mais flexíveis).

5. Respiração correta e ar puro: A respiração, um dos processos fisiológicos mais importantes, pode ser dividida em três partes: respiração baixa (abdominal), média e alta (subclavicular). Ao respirar-se, não só são absorvidas partículas de oxigênio e de outros gases mas também partículas subatômicas de prana ou bioenergia. Segundo os antigos sábios indianos, o prana permeia todo o universo. A respiração ideal é a nasal e, com raras exceções, não se deve respirar pela boca. O ar poluído é um grande perigo para a saúde.

5.1 Técnica de reeducação e ampliação da capacidade respiratória: ao inspirar-se, o ar atmosférico deve ser direcionado para a base dos pulmões, enquanto o ventre se move para fora (respiração abdominal); à medida que o ar preenche os pulmões, de baixo para cima, as costelas se expandem lateralmente (respiração média) e, por último, ocorre a expansão do peito e das clavículas (respiração alta). Ao expirar-se, primeiro o peito e as clavículas se retraem, depois, as costelas e, por último, ocorre o movimento do ventre para baixo.

6. Beber água em abundância: Bebida com fartura, a água hidrata o cérebro e todo o organismo; contribui para o bom funcionamento dos intestinos, dos rins e do fígado e para a eliminação das impurezas do sangue, através da urina e transpiração. Diariamente, um indivíduo adulto deve beber cerca de 1,5 litro de água potável. Deve-se evitar tomar água gelada e bebê-la durante as principais refeições (almoço e jantar), pois a água dilui os sucos gástricos e pode retardar a digestão; habituar-se a beber água, ou suco de frutas, uma hora antes, ou depois, das refeições.

7. Alto nível de higiene pessoal: A higiene é essencial à saúde. As impurezas são expelidas pelos poros, para que não sejam reabsorvidas, ou obstruam aqueles, dificultando a livre respiração da pele e a eliminação das toxinas com o suor; por tal razão, deve-se tomar banho, diariamente. A falta de higiene, em todos os sentidos, além de desdourar a imagem do homem, predispõe-no a inúmeras enfermidades. A saúde também começa pela boca, por isso, deve-se cuidar bem dos dentes.

8. Descanso: O sono e o repouso são os maiores restauradores das energias orgânicas. Deve-se dormir cedo e cerca de oito horas por noite.

9. Bom funcionamento intestinal: Treinar o intestino a funcionar diariamente, de uma a duas vezes ao dia. A prisão de ventre é um mal que pode ocasionar diversos outros males. Nos casos de prisão de ventre, uma dieta rica em fibras e saudável deve ser instituída. As ervas laxativas devem ser utilizadas como parte do programa de retreinamento intestinal.

As substâncias que melhoram o volume fecal, como o farelo de aveia e o córtex da semente de Plântago ovata, podem ser muito úteis. Beber água em abundância. Em geral, as fezes normais são grandes, parecidas com o formato da banana e não devem ter mau cheiro, o que pode indicar uma disfunção do estômago, dos intestinos e presença de toxinas; sua cor normal é marrom. As fezes escuras indicam grande consumo de produtos de origem animal; as fezes muito pretas, uma provável hemorragia interna.

A expulsão de fezes velhas, pretas como carvão e empedradas, indica uma descarga orgânica e, geralmente, é prelúdio de uma saúde melhor. As fezes não devem afundar no vaso sanitário; caso isso ocorra, pode ser indicativo de uma deficiência de fibras dietéticas, de mastigação precária e de ingestão de alimentos inadequados.

Quando a alimentação é equilibrada e o alimento é bem mastigado e digerido, as fezes são marrons, firmes e flutuam na superfície da água. O consumo excessivo de sal de cozinha e uma alimentação pobre em fibras podem tornar as fezes menos volumosas e ressecadas.

10. Não fumar, não beber álcool e não usar drogas: O álcool, o cigarro e as drogas são os maiores inimigos da humanidade, aceleram o envelhecimento do organismo, causam inúmeras doenças e são vícios de grande efeito deletério sobre a saúde.

11. Vida sexual saudável e moderada

12. Suadouros: Suar faz bem à saúde, pois auxilia na eliminação de impurezas do organismo. Aquele que, mesmo com atividade física não consegue transpirar, deve tomar banhos de vapor, para essa deficiência ser compensada.

13. Jejum terapêutico: O jejum de curta duração (24 horas) é usado na terapia naturopática como um método de desintoxicação orgânica, pois é um dos meios mais rápidos de se intensificar a eliminação de detritos e ampliarem-se os processos de cicatrização do corpo. Tal processo preserva o tecido essencial (órgãos vitais), enquanto utiliza tecidos não vitais (tecido adiposo e muscular). Deve ser realizado sob orientação terapêutica.

14. Banhos de sol: O sol, astro que fornece luz e calor, é um elemento psicofisiológico importante na vida do homem. Propicia vida e é indispensável ao bom funcionamento do organismo. O ser humano foi feito para viver em contato com o ar e à luz do sol. Os raios solares, quando moderados, auxiliam a pele a desempenhar as suas funções naturais.

Os raios ultravioletas do sol (até as 10 horas da manhã), irradiados sobre a pele, são muito benéficos à saúde, no combate do raquitismo. Devido à destruição da camada de ozônio da estratosfera, o excesso de radiação solar é grande responsável pelo envelhecimento precoce e pelo surgimento de câncer de pele. As radiações infravermelhas são responsáveis pelo calor; as radiações visíveis (luminosas), pela luz e apresenta ação importante sobre a pele, pois fornecem muita energia; as radiações ultravioletas apresentam ação química e biológica.

15. Clima temperado: O clima também influencia no bem-estar e na saúde, o temperado é o melhor.

16. Higiene moral: A sensualidade e as paixões também figuram entre as causas das enfermidades. Todo bem que se pratica ao próximo prolonga a vida, e todo o mal a reduz.

17. Otimismo: Cada vez mais, a neurociência evidencia o fato de que aquilo que se pensa e se sente exerce grande influência sobre o funcionamento de todo o organismo. A mente humana é muito poderosa, ainda que uma pessoa utilize apenas um estreito percentual de sua capacidade psíquica. Ou seja, cada vez mais existem evidências de que o que se sente, pensa-se e representa-se interiormente exerce um grande efeito sobre a maneira como o organismo funciona. Deve-se cultivar pensamentos e emoções positivas.

18. Higiene mental: Diariamente, deve-se dedicar alguns minutos à prática do silêncio: meditar, relaxar a mente e o corpo, acalmar os pensamentos e as emoções. A meditação propicia equilíbrio interior, discernimento, centralidade psicológica e revitaliza o organismo.

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“Amizade é quando me abro ao outro”, diz cientista social

Respeito, lealdade, presença, aceitação, carinho, amor, afeto, compreensão. No que consiste uma amizade verdadeira? A professora e diretora da Faculdade de Ciências Humanas e da Saúde da PUC-SP, Márcia Almeida Batista, 62 anos, diz que muitas vezes “nós temos uma concepção ideal do amor que rompe todas as barreiras, que está sempre disponível e que compreende tudo o que acontece com o outro, o que não é uma verdade”. “Amizade é quando eu de fato me abro para o outro, para as necessidades do outro, no sentido de poder compreender a posição em que o outro está colocado.”

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Amigos há 20 anos, o fotógrafo Thiago Mello, 28 anos, e o auxiliar de cartório Beto Stoler, 30 anos, compartilham interesses, afinidades e acreditam que a amizade verdadeira “é feita de respeito e reciprocidade”. “É você abrir mão de certas coisas, esquecer alguns defeitos e querer estar com aquela pessoa porque ela te entende, te ouve e tenta te ajudar”, diz Mello. Ser (e estar) presente é essencial. “Sempre que posso, ligo para saber das novidades, ver se ele está bem e conversar um pouco”, conta Stoler. “Apoiar, dar uma palavra de conforto, ou de repente não falar nada, só estar ali presente”, completa Mello.

Para as melhores amigas Diana Della Nina Malimpensa, 25 anos, psicóloga, e Maiara Bianchi Maia, 24 anos, estudante de Administração, não é diferente. “Às vezes, estamos com a vida muito corrida, mas qualquer tempinho que sobra, eu uso para ligar pra ela ou até mandar um oi, perguntar se está tudo bem. Tentando estar presente de alguma forma, deixando claro que não é porque não estamos nos vendo com tanta frequência que a consideração mudou ou diminuiu”, explica Diana. Maiara conta que nessas horas a tecnologia é uma grande aliada: “A gente se fala, no mínimo, umas cinco vezes por semana por telefone ou Whatsapp”.

No entanto, muitas vezes, é possível embarcar nas mudanças dos amigos, mantendo as afinidades independentemente da fase da vida. Quando Maiara engravidou do pequeno Luca, Diana foi muito presente durante toda a gestação e acredita que as duas até se uniram mais: “Não senti que a nossa amizade mudou, estive por perto durante toda a gravidez e, quando o bebê nasceu, acho que virei uma tia e aprendi a ser tia, assim como ela foi aprendendo a ser mãe. Nós fomos compartilhando momentos e crescendo juntas”.

Mello e Stoler acreditam que a amizade não precisa ser deixada de lado quando a vida de cada um parece tomar rumos diferentes. “Coloquei na cabeça que, independente da fase que eu estiver vivendo, vou tentar incluir o Beto e outros grandes amigos nesse momento. Quero poder compartilhar dessas experiências com eles e estar presente em suas vidas”, conta Mello. Stoler tem a mesma opinião, a de que “amizade verdadeira é aquela em que não importa quanto tempo passe, a gente sempre vai conseguir dar um jeito de se ver ou de se falar”.

Embarque nas mudanças
Márcia Almeida Batista, da PUC-SP, explica que, geralmente, “nossos amigos são eleitos por afinidade, no entanto, nossas vidas mudam diversas vezes e nossas expectativas também”. “Quando você começa a ter experiências diferentes das de um amigo – como casar, por exemplo –, os assuntos e diversões ficam mais incompatíveis e as afinidades diminuem, o que não quer dizer necessariamente uma mudança de afeto, mas talvez não seja mais tão fácil eleger aquele amigo para um programa ou para conversar porque o amigo é esse, aquele com quem a gente compartilha a vida no momento em que está vivendo.”

No entanto, muitas vezes, é possível embarcar nas mudanças dos amigos, mantendo as afinidades independentemente da fase da vida. Quando Maiara engravidou do pequeno Luca, Diana foi muito presente durante toda a gestação e acredita que as duas até se uniram mais: “Não senti que a nossa amizade mudou, estive por perto durante toda a gravidez e, quando o bebê nasceu, acho que virei uma tia e aprendi a ser tia, assim como ela foi aprendendo a ser mãe. Nós fomos compartilhando momentos e crescendo juntas”.

Mello e Stoler acreditam que a amizade não precisa ser deixada de lado quando a vida de cada um parece tomar rumos diferentes. “Coloquei na cabeça que, independente da fase que eu estiver vivendo, vou tentar incluir o Beto e outros grandes amigos nesse momento. Quero poder compartilhar dessas experiências com eles e estar presente em suas vidas”, conta Mello. Stoler tem a mesma opinião, a de que “amizade verdadeira é aquela em que não importa quanto tempo passe, a gente sempre vai conseguir dar um jeito de se ver ou de se falar”.

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A luta antimanicomial e o direito à cidade

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Domingo passado, 18 de maio foi o Dia Nacional da Luta Antimanicomial. Trabalhadores da saúde mental, usuários e familiares sairão às ruas por todo o País defendendo uma sociedade com direito à liberdade, igualdade e justiça social, promovendo o cuidado das pessoas em sofrimento psíquico em meio aberto, no seu território, na sua comunidade. E isso é possível com o investimento em serviços e políticas públicas inclusivas e comunitárias, que respeitem a autonomia, direito a liberdade e diferenças regionais.

Em cidades como São Paulo somos confrontados diariamente com as diferenças. Quando a diferença é vista como ameaça acaba nos remetendo ao medo que nos leva ao impulso de querer isolar tal sentimento e assim agir de forma excludente. No cuidado das pessoas em sofrimento psíquico isto é frequente. Podemos observar práticas como esta nas ações cotidianas do Estado, quando por exemplo, ele trata da questão do consumo de drogas,  com um claro e fracassado objetivo de higienização. Vemos medidas inaceitáveis como a operação “dor e sofrimento”, dos então governador Geraldo Alckmin e prefeito Gilberto Kassab, que submeteu em janeiro de 2012 usuários de craque a humilhação, violência e criminalização.

Mas quando nos libertamos do medo, podemos perceber o que há de familiar, entender, nos sentir humanos e então transformar essa realidade. O programa “de braços abertos”, iniciado em janeiro deste ano pela Prefeitura Municipal de São Paulo, que oferece moradia, trabalho e atendimento de saúde ruma neste horizonte, e já colhe frutos. Hoje, de acordo com as equipes de acompanhamento 86% dos participantes conseguem manter frequência regular nas frentes de trabalho, demonstrando que lidar com situações de vulnerabilidade exige grande esforço e necessidade de articulação inter setorial e inter secretarial.

Outro desafio que se faz presente para que um atendimento humanizado seja possível é  a implantação efetiva da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS). Uma diretriz  do Ministério da Saúde  que busca “(…) consolidar um modelo de atenção aberto e de base comunitária.A proposta é garantir a livre circulação das pessoas com problemas mentais pelos serviços, pela comunidade e pela cidade. A RAPS estabelece os pontos de atenção para o atendimento de pessoas com problemas mentais, incluindo os efeitos nocivos do uso de crack, álcool e outras drogas. A Rede integra o Sistema Único de Saúde (SUS). A Rede é composta por serviços e equipamentos variados, tais como: os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS); os Serviços Residenciais Terapêuticos (SRT); os Centros de Convivência e Cultura, as Unidade de Acolhimento (UAs), e os leitos de atenção integral (em Hospitais Gerais, nos CAPS III). Faz parte dessa política o programa de Volta para Casa, que oferece bolsas para pacientes egressos de longas internações em hospitais psiquiátricos. As informações completas estão na Portaria do GM Nº 3.088“. O que significa a articulação entre a União, o Estado e o município, hoje nula quanto ao Estado.

A realidade hoje ainda é de exclusão da população em situação de rua, negra e indígena, pobre e periférica; de criminalização da juventude e movimentos sociais; do desrespeito às orientações sexuais e às mulheres e da exploração e abuso sexual de crianças e adolescentes, que  gera sofrimento e consequências adoecedoras.

Avançamos, mas a luta continua em busca de uma saúde integral, que contemple cultura, moradia, trabalho e o direito à cidade.

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Esgotamento mental não é frescura

Depois de andar para lá e para cá o dia inteiro, trabalhar, ir à academia, fazer compras no mercado, seu corpo está esgotado e precisa de um descanso. Seu cérebro também. Muitas vezes não nos damos conta que, após um intenso trabalho intelectual, o cérebro também fica “cansado”, e também precisa de um tempo para relaxar. Ignorar essa necessidade pode causar uma série de problemas.

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No mundo moderno, em que uma grande parcela da população trabalha em frente a um computador, e em que cada vez mais se exige pensamento rápido, criatividade e empreendedorismo, é muito fácil deixar o cérebro “cansado”. Além disso, muitas vezes exige-se que ele trabalhe com energia total por períodos muito longos. “Podemos dizer que o excesso de demanda da química necessária para manter o corpo e a mente ativados se ‘esgotam’ em algum momento”, alerta Sergio Klepacz, psiquiatra do Hospital Samaritano de São Paulo.

Ele explica que essa química é composta por hormônios e neurotransmissores como cortisol (um dos grandes responsáveis pela preparação do organismo para os enfrentamentos dos desafios do dia a dia e das situações de perigo) e  noradrenalina (neurotransmissor responsável pela sensação de motivação e também da atenção).

“Vários estudos mostram queda nessas substâncias durante esses períodos de estafa”, diz. Por isso, as consequências mais imediatas são falta de atenção, dificuldade de memória, perda de concentração, pensamento mais lento, desânimo, alterações no sono e, é claro, cansaço – excessivo e crônico.

Às vezes o cansaço é tanto que é sentido fisicamente, com dores no corpo, dores de cabeça e até problemas gastrointestinais, como gastrites e úlceras. Por isso muitos pesquisadores afirmam que o esgotamento mental pode ser até mesmo mais grave do que o físico, pois pode causar danos tanto corporais como emocionais. Outro perigo é que muitas vezes ele é ignorado; então o cansaço se acumula e as consequências se agravam.

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