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Cuide de sua Saúde Ocular

Campanha-SAUDE-OCULAR-2013

10 medidas que aliviam a pele da garotada

Pele seca, sensível e toda empipocada — se o seu filho vive se coçando e ainda tem histórico de rinite, bronquite ou asma na família, não é improvável que ele sofra de um distúrbio comum no mundo inteiro, mas pouco diagnosticado: a dermatite atópica. “Na verdade, as palavras atopia e alergia são sinônimas. Mas os médicos consideram o problema atópico quando ele é genético e de difícil controle”, explica a dermatologista Leandra Metsavaht, da Sociedade Brasileira de Dermatologia. Não estamos falando, portanto, daquelas irritações eventuais que aparecem depois do contato com um material que sensibiliza a pele, por exemplo.

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A doença em questão costuma aparecer cedo, aos 3 meses de idade, e, embora possa persistir a vida inteira, desaparece em 60% dos casos até os 12 anos. Segundo Leandra, até 20% das crianças no planeta são atacadas pelo martírio, mas a tendência é que o organismo se adapte e os sintomas deixem de ser tão intensos com o passar do tempo. A coceira é marca registrada: nos bebês, afeta mais o rosto, o pescoço e as dobrinhas da perna e dos braços. Já nos adolescentes se manifesta em algumas regiões do tronco e das pernas. E o pior é que o prurido gera vermelhidão e até machucados.

O problema pode, inclusive, causar manchas e cicatrizes, mas as sequelas mais evidentes são psicológicas. “Apesar de a dermatite não ser contagiosa, algumas crianças sofrem preconceito e se tornam tímidas, retraídas ou agressivas”, afirma a dermatologista Nadia Almeida, do Hospital Pequeno Príncipe, em Curitiba, no Paraná. Daí a importância de o pequeno ser apoiado pela família e receber ajuda médica. Pensando em todos esses aspectos, a Associação de Familiares e Pacientes de Dermatite Atópica da Espanha se uniu a especialistas na doença para criar o primeiro decálogo europeu de manejo do problema. Vale a pena conferi-lo a seguir.

1- NADA DE SE COÇAR!
A dermatite atópica é um problema marcado por crises recorrentes. Há um período em que a criança sente muita coceira e as áreas afetadas soltam uma espécie de líquido e outra fase caracterizada pelo espessamento da pele. O esfrega-esfrega, no entanto, só piora as coisas. “Quanto mais o pequeno coloca as mãos no local, mais machucada fica a pele, o que desata mais coceira e cria um círculo vicioso difícil de ser quebrado”, observa a dermatologista Leandra Metsavaht. Além disso, infecções oportunistas podem aparecer em decorrência das lesões, o que, é claro, agrava a situação. Ensinar disciplina e autocontrole à garotada é fundamental. Para os bebês, aposte em luvinhas e banhos frescos com amido de milho ou aveia, que acalmam a irritação. E é imprescindível manter as unhas dos pequenos sempre aparadas.

2- ATENÇÃO ÀS ESTAÇÕES DO ANO
O frio ou o calor podem piorar ou desencadear os ataques da dermatite. É recomendável, portanto, fazer o possível para manter a temperatura amena em casa. “No inverno, o quadro piora porque a pele tende a ficar ressecada e os banhos são mais demorados e com água muito quente”, aponta o dermatologista Samar El Harati, do Hospital e Maternidade São Luiz, em São Paulo. “Por isso devemos redobrar os cuidados e a hidratação nesse período.” E, na hora de proteger os filhos do frio, prefira sempre casacos de algodão. O verão também exige atenção, já que as crianças transpiram mais e o suor facilita o ressecamento da pele — além disso, o próprio ar condicionado contribui para a secura. A hidratação continua indispensável, especialmente quando o menino ou a menina brincam no mar ou na piscina. Banhos de sol são bem-vindos, mas sem exageros e com protetor solar.

3- MODA ANTIDERMATITE
Como o problema é fruto de uma sensibilidade exagerada diante de tudo o que entra em contato com a pele, é importante ficar de olho nas roupas das crianças. Dê preferência aos tecidos 100% de algodão e evite lãs e fibras sintéticas. A medida, aliás, vale tanto para os pequenos com o problema quanto para quem cuida deles. “Também orientamos usar o mínimo de sabão em pó e dispensar amaciantes e outros produtos na lavagem”, diz Nadia Almeida. Tudo para evitar possíveis gatilhos do problema. Outra orientação é recortar a etiqueta das blusas, que costuma arranhar a pele. E, por favor, trate de aposentar as peças muito apertadas ou de tecido áspero.

4- ESCOLA SEM CRISE
A irritação crônica na pele também causa feridas psicológicas. É fundamental que os pais conversem com os professores e diretores no colégio, explicando a situação do filho. Isso ajudará os mestres a minimizar o estresse da doença. “Não é raro que haja preconceito das outras crianças, que pensam que a doença é contagiosa”, afirma Nadia. Professores e alunos precisam se conscientizar de que essa é uma visão equivocada e impedir brincadeiras que estigmatizem o pequeno. Assim ele não precisará mascarar seu problema sempre se vestindo com roupas de manga comprida.

5- O TRATAMENTO À RISCA
Só com a ajuda de um médico — e da terapia prescrita — dá para controlar a dermatite. E uma palavra terá de guiar a criança e sua família: comprometimento. É necessário estabelecer um pacto com o especialista e seguir recomendações como abolir bichos de pelúcia — redutos de pó e ácaro —, conservar o quarto do pequeno arejado e, claro, aderir a pomadas, comprimidos e companhia. Além de hidratantes, o tratamento conta com antialérgicos orais para acelerar o fim da crise. Também são receitadas pomadas ou cremes à base de corticoide, que atenua a inflamação na pele. Em casos mais graves, os médicos apelam para remédios imunomoduladores e, se houver infecção no pedaço, a antibióticos. Quando a autoestima da criança está comprometida, a psicoterapia pode ser convocada para resgatá-la.

6- HIDRATAR, HIDRATAR, HIDRATAR…
Não tem jeito: esse mantra terá que ser repetido hoje e sempre por quem tem dermatite. Afinal, o distúrbio anda lado a lado com a pele seca. Você já deve ter reparado que há centenas de hidratantes no mercado — existem até opções só para a garotada. Fique atento e escolha as loções sem fragrância. O ideal é optar por cremes mais espessos, capazes de restaurar a barreira de proteção natural da pele. A hidratação deve entrar em campo mais de uma vez ao dia e é importante caprichar no uso dos produtos logo depois do banho. Também vale incentivar o filho a levar sempre na mochila um potinho de creme para evitar as rachaduras aonde quer que ele vá.

7- CARDÁPIO SEGURO
“A maioria dos casos de dermatite atópica aparece aos 3 ou 4 meses de idade”, conta Nadia. “Esse período coincide com o desmame e a introdução do leite de vaca”, completa. Assim como algumas crianças têm alergia à proteína do leite, outros alimentos podem desencadear a aparição de lesões na pele. Enlatados, ovos, cítricos, chocolates, alguns corantes, conservantes e hormônios lideram a lista de desencadeadores. “Se houver suspeita, podemos solicitar exames de sangue e testes de contato para descobrir se a criança é alérgica a determinados alimentos”, diz El Harati.

8- DIÁRIO DE BORDO
O lápis e o caderno podem ser aliados da criança com dermatite. Como a doença é fruto de uma interação entre os genes e o meio ambiente, os médicos espanhóis acreditam que anotar em que momentos a crise apareceu é um meio eficiente de identificar os fatores desencadeantes. Se a criança é pequena, os pais devem preencher o diário; se ela já sabe ler e escrever, pode assumir sozinha essa tarefa. Afinal, será que a dermatite irrompeu depois de um dia de calor intenso? Manifestou-se após um prato de comida? Deu as caras no momento em que brincava no quarto?

9- A HORA DO BANHO

Esse cuidado se aplica sobretudo quando a temperatura baixa e a criança quer tomar banho com água pelando… Banhos quentes e prolongados estão proibidos para quem tem dermatite. Prefira água fria ou morna e não ultrapasse os 20 minutos debaixo do chuveiro. Os sabonetes devem ser de origem vegetal, sem corantes e conservantes, e usados somente nos genitais, nas mãos e nos pés. “Também pedimos para que se evitem as buchas”, acrescenta El Harati. No momento de secar, não esfregue a toalha na pele. Em seguida, você já sabe, dá-lhe hidratante. Dobre a atenção nas férias, quando as crianças não querem sair da piscina — aquecida ou não.

10- CONSCIENTE DO PROBLEMA
De acordo com o recém-criado decálogo europeu, à medida que a criança cresce, é essencial que ela assuma os cuidados diante da doença. Os pais devem explicar, sempre que possível, o que é a dermatite e ensinar, desde cedo, as medidas que ajudam a evitar os surtos. Os pequenos não devem jamais se sentir culpados pela situação. Se eles souberem, por exemplo, que um banho com água morna e um bom hidratante amenizam os sintomas, irão se sentir mais seguros para tratá-lo e aproveitar as atividades do dia a dia. Selar uma parceria com o dermatologista ou o alergista e afastar tudo o que estimula as crises são fórmulas para a criança, dona de si, subjugar a dermatite — até que, com sorte, a própria idade se encarregue de suprimi-la.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://saude.abril.com.br

Para aliviar os sintomas da alergia: ÁGUA

Campanha-ALERGIA-2013

Dicas de como controlar a Diabetes

No Dia Nacional de Combate a Diabetes, celebrado ontem, quinta-feira (27), o médico endocrinologista Paulo Henrique Maccagnam fala sobre os riscos da doença, que pode ser adquirida em qualquer faixa etária. O diabetes é uma doença que aumenta a glicemia do açúcar no sangue e tem três tipos básicos: o Tipo 2, que geralmente aparece em pessoas acima dos  40 anos e está associada ao aumento de peso, a vida sedentária e suscetível ao fator hereditário. O tipo 1 é encontrado também em criança,  e o paciente aparece com o quadro clínico demonstrando muita sede, urinando muito, perdendo peso e depende da insulina para tratar a doença; e a gestacional que aparece durante o período da gravidez.

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Segundo Maccagnam, a diabetes nem sempre apresenta sintomas específicos. “O diabetes do tipo 2, que é o mais frequente, na maior parte dos casos é assintomático. Se o indivíduo não procurar, não fizer uma campanha de detecção, ou falar com seu médico e não fizer exame ele vai demorar a descobrir. O tipo 1 geralmente vem com quadro clínico. O quadro comum é acordar de noite para urinar, tomar muita água, comer bem e mesmo assim continuar emagrecendo, apresentar infecções recorrentes, visão turva, cansaço fácil. As vezes basta um exame de ponta de dedo e já sai o diagnóstico. Isso principalmente no público jovem crianças e adolescente. Esses sintomas também valem para as pessoas mais velhas e o grupo que está acima do peso, quem tem parentes diabéticos deve ficar mais atento”.

O endocrinologista explica ainda que se a diabetes for detectada precocemente a pessoa pode evitar complicações futuras. “Enquanto você espera sintomas, principalmente no caso do tipo 2, você perde de quatro a cinco anos de tratamento que já poderia estar em curso”, diz.

Para Maccagnam, o termo “cura” para diabetes, principalmente a tipo 2, é errado. “A gente sabe que as complicações decorrentes a diabetes está relacionada ao tipo de controle. Você controla com a dieta, atividade física, os medicamentos via oral, até mesmo a aplicação da insulina para esse tipo de paciente consegue controlar complicações nos olhos, no coração nos rins, que são comuns nos diabéticos”, conta.

O médico explica que o controle do açúcar se aplica também ao consumo de frutas. “As frutas tem açúcar como a do açucareiro, e não só a frutose. O diabético tem que ter um controle do que comer, inclusive fruta. “O diabético deve comer a fruta e não beber. Os sucos devem ser evitados pelo diabético, porque ele tem uma absorção muito rápida do açúcar e é melhor comer as fibras junto”.

A expectativa de vida de uma pessoa diabética que não controla é menor . “Ele vai ter mais complicações e vai ter o risco de morte, principalmente o risco de doença cardiovascular acelerada, que é a principal causa de morte no mundo. O paciente deve buscar o controle justamente por não ter os sintomas”, explica o médico.

Os pais devem tomar mais cuidado com as crianças. “O diabetes tipo 1 é muito difícil para a família toda. A doença crônica depende muito de um paciente e uma família ativa, porque o médico não pode estar sempre com eles. É preciso fazer controle, medir a glicemia e controlar com a insulina. O paciente tem que conhecer a doença, saber como ela age para controlar e viver sem restrições, viver plenamente”, conclui Maccagnam.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site:  http://g1.globo.com

Asma mata cerca de 2,5 mil pessoas por ano no Brasil

No dia 21 de junho começa oficialmente o inverno e também é comemorado o Dia Nacional de Controle da Asma. De acordo com a Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT) a asma atinge mais de 22 milhões de brasileiros. Embora seja uma doença tratável – com medicamento oferecido gratuitamente na rede pública – a doença ainda mata cerca de 2,5 mil pessoas por ano, de acordo com o Ministério da Saúde

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Ainda segundo a SBTP, o número de asmáticos aumenta a cada ano. “Se não for devidamente controlada, a asma pode interferir em toda a função pulmonar do indivíduo, levando a infecções pulmonares e pneumonia”, ressalta o pneumologista do Hospital Nossa Senhora das Graças, João Adriano de Barros.

O inverno é um período favorável para desencadear a doença. A estação fria e o ar seco transformam-se em mecanismo irritante das vias aéreas o que pode propiciar crises de asma. “A asma é uma inflamação aguda das vias aéreas, que causa o fechamento dos brônquios, levando a dificuldades respiratórias”, explica João Adriano.

Além do clima, a predisposição genética, a poeira e ácaro também são fatores que levam ao processo inflamatório.

A doença propicia também o aparecimento de refluxo do estômago para o esôfago e pode gerar alterações crônicas brônquicas, como bronquiectasias (brônquios dilatados e deformados) e bronquite irreversível. “Se não for adequadamente tratada, além das frequentes ida ao pronto-socorro e internações, a asma pode levar à morte”, enfatiza o pneumologista.

Sintomas e tratamento

Os sintomas da doença podem surgir em qualquer fase da vida. “O mais comum é aparecerem na infância, porém podem ocorrer muito tempo depois. Há pacientes que começam a ter crises quando são idosos”, conta o pneumologista.

É importante ressaltar que há pessoas alérgicas que não desenvolvem o problema. “A manifestação da alergia é variável. Podemos dizer que a maioria dos pacientes com asma são alérgicos, porém nem todo alérgico tem ou terá asma”, informa João Adriano.

O diagnóstico da doença é feito por consulta médica, testes físicos e pela espirometria, exame que mede a função pulmonar. O tratamento é realizado com o uso de medicamentos anti-inflamatórios e preventivos e de medicamentos inalados, que, segundo o pneumologista, costumam ser mais eficazes.

Uma boa educação sobre a doença também é necessária. “Não adianta agir como se ela não existisse. Usar os medicamentos indicados diariamente, retirar todos os fatores agravantes da asma (tapete, cortina, livros no quarto, bichos de pelúcia, etc.) e aliar esses cuidados com exercícios físicos, controle do peso e de estresse emocional é essencial para um bom controle da doença”, ensina.

A asma costuma afetar muito a qualidade de vida do paciente, por isso, o seu controle e dedicação no tratamento são tão importantes. “Alterações no sono, em suas atividades físicas e de lazer são comuns quando o tratamento não é adequado”, salienta o médico.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.jb.com.br

Faça um grande gesto pela vida

O sangue funciona como um transportador de substâncias de extrema importância para o funcionamento do corpo. Além disso, quase toda a defesa do organismo está concentrada nele. É um tecido de extrema importância para o funcionamento da máquina humana e não pode ser substituído por nenhum outro líquido. Por este motivo a doação é tão importante.

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A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que o percentual ideal de doadores para um país esteja entre 3,5% e 5% de sua população. No Brasil esse número é preocupante, pois não chega a 2%. Esta quantidade, ainda sofre uma queda alarmante durante o inverno e as férias, períodos em quem os hemocentros são praticamente obrigados a operar com menos que o mínimo necessário. Ainda, complementando alguns dados estatísticos, o Ministério da Saúde divulga que os homens são responsáveis por mais de 70% das doações no Brasil e os jovens de 18 a 29 anos, correspondem a 50% dos doadores.

Levando em conta todos esses números, a Viva Melhor Online procurou a Fundação Pró-Sangue, maior hemocentro da América Latina, para obter orientações e esclarecimentos de dúvidas, que podem ser suas.

Alguns mitos levantados por pessoas sem a devida instrução têm colaborado para que os hemocentros recebam menos doadores. Entre eles estão:

– Quem doa sangue uma vez tem que continuar doando pelo resto da vida;

– A doação “engrossa” o sangue, entupindo as veias;

– A doação faz o sangue “afinar”, “virar água”, provocando anemia;

– Doar sangue engorda;

– Doar sangue emagrece;

– Doar sangue vicia;

– Mulheres menstruadas não podem doar sangue;

– “Posso ficar sem sangue suficiente”;

– Os doadores correm risco de contaminação.

Você sabia?

– A cada doação, é possível salvar 3 vidas;
– Todo mês, cerca de 7.500 vidas são salvas em nossa instituição por meio da doação de sangue;
– O Banco de Sangue da Beneficência Portuguesa recebe anualmente cerca de 40.000 doações de sangue.

Para doar sangue:

Basta que você esteja em boas condições de saúde, pese no mínimo 50 Kg e tenha entre 18 e 67 anos.
*Menores entre 16 e 17 anos podem doar desde que acompanhados pelos pais ou responsáveis.

Lembre-se

Você deve estar alimentado(a) e descansado(a);
Aguarde de uma a duas horas após a refeição;
Traga um documento oficial com foto no momento da doação.

Intervalo entre as doações de sangue

– Homens: 2 meses (4 vezes ao ano)
– Mulheres: 3 meses (3 vezes ao ano)

Para doar plaquetas:

Basta que você esteja em boas condições de saúde, pese no mínimo 50 Kg, tenha entre 18 e 67 anos e a disponibilidade de pelo menos uma hora e meia para a doação.
Manifeste seu interesse em ser doador de plaquetas, agende o melhor dia e horário para a sua doação e lembre-se:

– O ideal é que você já tenha doado sangue pelo menos uma vez;
– Antes da doação, será feita a sua contagem de plaquetas, que deverá estar acima de 150.000/mm3;
– Sete dias antes da doação, interrompa o uso de ácido acetilsalicílico (Aspirina, AAS, entre outros), bem como anti-inflamatórios não-hormonais;
– Trata um documento com foto no momento da doação.

* Em cumprimento a Lei Federal nº1075 de 27/03/50 e Lei Estadual nº 3365 de 06/06/56, será fornecido atestado médico referente ao dia da doação. 

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://revistavivasaude.uol.com.br e  http://www.beneficencia.org.br

Principal Causa de Morte no Mundo: TABACO

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Infecção Hospitalar deve ser prevenida por todos os envolvidos

Segundo dados da Sociedade Brasileira de Infectologia, as Infecções Hospitalares são as mais frequentes complicações ocorridas em pacientes hospitalizados. No Brasil, de 5% a 15% dos pacientes internados contraem algum tipo de Infecção Hospitalar.

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Esse quadro pode levar o paciente a uma nova intervenção cirúrgica ou ocasionar efeitos colaterais causados pela administração do tratamento, que é feito com antibióticos por um período entre duas a quatro semanas. Pode ser necessária também a manutenção do paciente por mais tempo no hospital ou a reinternação, caso ele tenha recebido alta.

Qualquer tipo de infecção contraída pelo paciente dentro do hospital, ou mesmo depois da alta, é chamada de Infecção Hospitalar. Para diagnosticar a Infecção, os médicos observam se o paciente por acaso não chegou ao hospital durante o período de incubação do agente causador. Em seguida observam as informações do prontuário e analisam os resultados de exames laboratoriais.

Uma visão mais recente da Infecção Hospitalar substitui o termo por Infecção Relacionada à Assistência à Saúde, que é bem mais abrangente. Inclui infecções relacionadas a procedimentos ambulatoriais, cuidados em domicílio e até as adquiridas por profissionais da saúde durante o desempenho de suas funções.

Agentes causadores – Os microrganismos causadores das Infecções Hospitalares são bactérias, fungos, vírus e protozoários. Essas formas de vida, invisíveis a olho nu, podem estar presentes no ambiente hospitalar, em outros ambientes e até no próprio organismo. Podem ser transmitidos por meio de água ou alimentos contaminados, de pessoa para pessoa por gotículas de saliva ou pelo ar com pó ou poeira contaminados.

Para que a infecção se manifeste é preciso que haja uma interação entre esses agentes causadores e o paciente. A quantidade de microrganismos presentes, o potencial infeccioso desses micróbios e a capacidade imunológica do paciente é que vão ser decisivos para o desenvolvimento ou não da infecção.

Qualquer pessoa que precise se internar ou fazer algum procedimento ambulatorial está sujeita a contrair uma Infecção Hospitalar. Alguns grupos de pessoas possuem alterações no sistema imunológico e por isso são mais suscetíveis às infecções. Entre eles estão recém-nascidos, idosos, portadores de diabetes, pessoas com câncer e transplantados.

Prevenção – A prevenção é a melhor maneira de reduzir os casos de pacientes que apresentam o quadro de Infecção Hospitalar. Medidas preventivas devem ser tomadas tanto pelas instituições de saúde, quanto pelos seus profissionais e até mesmo pelos e visitantes.

Os hospitais e ambulatórios possuem regras de higiene e procedimentos que visam a prevenção do contágio do ambiente por bactérias e vírus que podem causar infecções e a segurança do paciente. Mas os profissionais que prestam assistência à saúde devem tomar alguns cuidados pessoais, como manter as unhas limpas e os cabelos presos, além de cuidar do jaleco para não usá-lo em outras instituições ou fora do ambiente hospitalar.

A medida de prevenção que deve ser praticada por visitantes, cuidadores domésticos e todos os envolvidos no tratamento é a higiene das mãos. Essa medida simples evita a forma mais comum de contágio por bactérias, germes e vírus. O correto é fazer a lavagem com água e sabão ou utilizando o álcool gel. É indicado lavar sempre as mãos quando for visitar um paciente, antes e depois das refeições e de usar o banheiro e sempre que for fazer um curativo ou administrar medicamentos.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.vivalle.com.br

Dicas para Prevenir a Infecção Hospitalar

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Infecção Hospitalar

A infecção hospitalar é aquela adquirida no hospital e que não estava presente ou em incubação quando da admissão do paciente. Ela pode manifestar-se durante a internação ou mesmo após a alta.

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Quais os agentes causadores?

A infecção é causada por microrganismos ou micróbios – organismos vivos invisíveis a olho nu – que podem ser classificados em: bactérias, fungos, vírus e protozoários, existentes no ambiente hospitalar, em outros ambientes e mesmo no próprio organismo.

Como se transmite?

A infecção é resultante da interação entre: os microrganismos, sua fonte de transmissão e o hospedeiro. Em outras palavras, a infecção depende da quantidade de microrganismos que atinge o indivíduo, da capacidade deste germe em causar infecção, do seu modo de transmissão e da resistência imunológica do indivíduo (como ele responderá a esta agressão).

Os microrganismos podem ser transmitidos de pessoa para pessoa, especialmente pelas mãos; por isso, é fundamental a higiene das mãos. Há também outras maneiras de transmissão: por meio de água e alimentos contaminados; das gotículas que saem da boca quando falamos; ou pelo ar, quando respiramos pó e poeira que contém microrganismos.

Os riscos de aquisição desta infecção podem ser agrupados em:

  • Relacionados aos cuidados prestados: associada aos microrganismos presentes nas mãos dos profissionais de saúde, no ambiente ou no organismo do paciente. Geralmente estão relacionadas a procedimentos invasivos (por exemplo, intubação para auxiliar a respiração, passagem de cateteres venosos, cateteres no sistema urinário, cirurgias etc.). Em algumas situações essas infecções, especialmente as que ocorrem após cirurgias, podem ser prevenida com o uso de antibióticos.
  • Relacionados à organização: sistemas de ventilação de ar e de água, disponibilidade de profissionais (por exemplo, a relação entre número de enfermeiras dedicadas a atender um determinado número de leitos), e estrutura física (mais de um leito no mesmo quarto, a distância entre estes leitos, presença de pias, papel toalha, gel alcoólico para higiene das mãos etc.).
  • Relacionados à condição clínica do paciente: infecção associada à gravidade da doença, o comprometimento da imunidade do paciente, a tempo da internação etc.

Quem está mais exposto ao risco de adquirir a infecção hospitalar?

Recém-nascidos, idosos, diabéticos, pessoas com câncer e transplantados apresentam maiores riscos, pois estes possuem alterações em seu sistema de defesa contra os microrganismos.

Como são tratadas essas infecções e quais as suas complicações?

O tratamento da infecção hospitalar geralmente é feito com antibióticos.

A maior complicação da infecção hospitalar é o fato de poder acarretar problemas médicos adicionais, como a necessidade de re-intervenção cirúrgica ou a ocorrência de efeito colateral relacionado ao antibiótico administrado. Além disso, pode ser necessária a re-internação do paciente no hospital ou seu tempo de permanência ser maior do que o planejado inicialmente.

O que podem fazer pacientes e visitantes para minimizar o risco de transmissão da infecção hospitalar?

É importante lembrar que a prevenção pode reduzir o número de pacientes acometidos por esta infecção e, com isso, diminuir o uso de antibióticos, o tempo de permanência destes pacientes no hospital e os danos associados à infecção. Por isso, este deve ser um esforço de todos: profissionais de saúde (médicos, enfermeiros, fisioterapeutas etc.), visitantes e pacientes.

A higiene das mãos – que devem ser lavadas com água e sabão ou utilizando o gel alcoólico – é uma medida simples, mas muito efetiva para reduzir este risco. Portanto, o paciente pode colaborar observando e lembrando os profissionais e visitantes a realizarem este ato. Pessoas resfriadas, gripadas, crianças com infecções próprias da infância não devem visitar pacientes internados.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.einstein.br


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