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Curiosidades sobre Sangue e Transfusão

Como ontem (25) foi comemorado o Dia Internacional do Doador de Sangue, segue algumas curiosidades sobre sangue e transfusão:

  • 1. Quatro é o número de vidas que podem ser salvas com cada doação de sangue.
  • 2. O sangue representa cerca de 7% do peso corporal de um indivíduo adulto.
  • 3. Qualquer pessoa com boa saúde, entre 16 e 67 anos de idade e com mais de 50 kg de peso, pode ser doadora de sangue.
  • 4. O volume total de sangue a ser doado não pode exceder 8 ml / kg de peso para as mulheres e 9 ml / kg de peso para os homens. O volume máximo admitido para uma doação é de 450 ml ± 50 ml, aos quais podem ser acrescidos até 30 ml para realização dos exames laboratoriais exigidos pelas leis e normas técnicas.
  • 5. A doação de sangue não engrossa nem afina o sangue.
  • 6. Doando sangue você não ganha nem perde peso.
  • 7. Mulheres podem doar sangue mesmo no período menstrual.
  • 8. A doação de sangue não oferece ao doador nenhum risco de contrair doenças infecciosas. Portanto, você não corre risco de contrair AIDS ou Hepatite com a doação de sangue.
  • 9. Cinco são as etapas para uma doação de sangue: cadastro (ou registro) do doador, triagem clínica (inclui teste de anemia, verificação da pressão arterial, batimentos cardíacos, peso, temperatura e questionário sobre sua saúde), voto de auto-exclusãodoação propriamente dita e lanche pós- doação.
  • 10. Todo o processo de doação de sangue dura cerca de uma hora.
  • 11. O sangue doado é testado para seis doenças infecciosas transmissíveis pelo sangue: Hepatite B, Hepatite C, HIV, HTLV, Sífilis e doença de Chagas.
  • 12. Plasma é a parte líquida do sangue e corresponde a cerca de 55% do seu volume. Os outros 45% do volume do sangue são representados pelas células: glóbulos vermelhos, plaquetas e glóbulos brancos.
  • 13. Glóbulos vermelhos ou hemácias são células que têm a função de transportar oxigênio dos pulmões para os tecidos e gás carbônico dos tecidos para os pulmões. São essas células que dão a cor vermelha ao sangue.
  • 14. Plaquetas são pequenos fragmentos celulares cuja função é ajudar na coagulação do sangue, evitando sangramento em excesso.
  • 15. Glóbulos brancos ou leucócitos são células responsáveis pela defesa do organismo contra infecções.
  • 16. Todas as células do sangue são produzidas na medula dos ossos, principalmente nos ossos chatos.
  • 17. Uma unidade de sangue total doado pode ser fracionada em concentrado de hemácias, plasma, concentrado de plaquetas e crioprecipitado.
  • 18. A validade de um concentrado de hemácias varia de 35 a 42 dias.
  • 19. A validade de um concentrado de plaquetas é de apenas 5 dias.
  • 20. A validade de uma unidade de plasma varia de 1 a 5 anos.
  • 21. Aférese é um tipo especial de doação que permite a coleta de apenas um componente do sangue.
  • 22. Pela técnica de aférese é possível doar separadamente plasma, plaquetas, leucócitos ou hemácias.
  • 23. Mulheres representam menos de 40% dos doadores de sangue no Brasil.
  • 24. De cada 10 candidatos à doação de sangue que comparecem na Fundação Pró-Sangue, 8 estão aptos para doar e dois estão temporária ou definitivamente inaptos para doar.
  • 25. Anemia é a principal causa de inaptidão à doação de sangue na Fundação Pró-Sangue.
  • 26. Para o homem, após uma doação de 450 ml de sangue o plasma é reposto em 48 a 72 horas, os glóbulos vermelhos em aproximadamente 4 semanas e o estoque de ferro em aproximadamente 8 semanas.
  • 27. Para a mulher, após uma doação de 450 ml de sangue: o plasma é reposto em 48 a 72 horas, os glóbulos vermelhos em aproximadamente 4 semanas e o estoque de ferro em aproximadamente 12 semanas.
  • 28. Ainda não há nenhum substituto para o sangue humano.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: www.prosangue.sp.gov.br

O que é Anemia Falciforme?

Mitos e Verdades sobre a Terceira Idade

Não adianta negar, todo mundo vai envelhecer. O processo, que começa perto dos 30 anos com a queda da capacidade pulmonar e cardíaca máxima e com a diminuição na produção de colágeno, é inevitável. Saiba mais sobre os mitos e verdades que acontecem com o corpo quando você alcança a casa dos 60.  


Quando ficamos velhos, ficamos mais esquecidos

Mito. “Quando falamos de envelhecimento, temos alterações em todos os sistemas orgânicos. Do ponto de vista neurológico, existem modificações sim, porém, nem sempre elas comprometem a função cerebral do indivíduo”, explica Roberto Dischinger Miranda, geriatra e cardiologista do Instituto Longevità, de São Paulo. Algumas mudanças no estilo de vida fazem com que o idoso fique menos atento ou participativo. As pessoas mais jovens estão mais ligadas aos fatos que acontecem ao seu redor. À medida que a pessoa fica mais tranquila, tende a diminuir o poder de assimilação dos fatos. “A nossa memória está relacionada à atenção. Pelo próprio estilo de vida que levamos, implica em menor registro, menor foco de memória. Nem sempre lapsos de memória sinalizam doença”, explica o médico. Para evitar que eles apareçam, invista em atividades prazerosas para evitar que o cérebro fique acomodado. Aprender uma nova língua, um instrumento musical ou até mesmo usar o computador pode ser uma ótima maneira de estimular o funcionamento cerebral.

Quando ficamos mais velhos precisamos nos exercitar menos
Verdade. As alterações no organismo próprias do envelhecimento começam aos 30 anos e com elas vem a diminuição das capacidades pulmonar e cardíaca máximas. A repercussão dessas mudanças na vida cotidiana é pequena, porém, a queda de desempenho pode ser facilmente sentida durante os exercícios físicos. “Os exercícios devem ter uma intensidade diferente daquele praticado quando a pessoa era jovem. Mas, em qualquer idade, a atividade física é importante. E a performance ao se exercitar dependerá de cada um, é uma capacidade individual”, comenta o geriatra.

As dores são inevitáveis, principalmente as causadas pela artrite
Mito. Osteoartrose é uma das doenças mais comuns no envelhecimento e provoca dor. “Apesar das dores ocasionadas pela degeneração da cartilagem serem consideras comuns, não podemos considerá-las normais. O paciente deve ir ao médico para fazer um tratamento, fisioterapia e controlar o peso”, explica o médico.

O desejo sexual diminui com a idade
Verdade. Segundo Roberto Dischinger Miranda, o desejo sexual tende a diminuir com a idade, por ser próprio do envelhecimento humano. Nas mulheres, a menopausa faz com que a lubrificação diminua, o que causa dores durante a penetração. No homem, é comum a disfunção erétil. Porém, muitas vezes isso não impede a vida sexual do casal. É importante que os dois estejam bem com a prática, seja uma vez ao dia ou uma vez ao mês.

Acima de 60 anos devo procurar um geriatra
Mito. O geriatra é nada menos que um médico generalista com especialização em doenças mais comuns da terceira idade. Como o processo de envelhecimento começa quando somos jovens, é possível ir ao geriatra para acompanhar o avanço da idade, de maneira preventiva. “Não há nada que impeça a pessoa de envelhecer, o importante é manter a capacidade funcional, motora, física e mental”, explica o médico.

Pessoas com mais de 60 anos sentem menos sede
Mito. A estrutura fisiológica em si não causa essa alteração. “Muitas vezes, o que acontece é que o idoso perde bastante água por um quadro de incontinência urinária ou devido aos remédios diuréticos. Com isso, eles tendem a diminuir a ingestão de água – conscientemente ou não”, diz a nutricionista especializada em gerontologia Maristela Strufaldi. O quadro pode levar à desidratação, tontura, problemas intestinais e prejudicar a pele. “Por mais que o corpo não exija, deve-se tomar a mesma quantidade de água que antes”, defende Maristela.

Os idosos sentem menos sono
Mito. Algumas teorias defendem que o que acontece na verdade é uma mudança na arquitetura do sono. “Muitas vezes, o idoso tem a sensação de que dorme menos ou de que não dormiu bem. Mas nem sempre isso é real”, comenta Miranda. Quando a atividade do corpo é menor durante o dia, é natural que as horas de sono diminuam. Porém, nem sempre é preciso tratar com medicamentos. Primeiramente, é preciso investigar as causas dessa mudança e, se possível, tratá-las.

O paladar muda com a chegada da idade
Verdade. Assim como os outros músculos, as papilas gustativas, que ficam na língua, tendem a atrofiar. Isso influencia na percepção do paladar. “Para compensar essa perda, os idosos tendem a buscar alimentos ora muito doces, ora muito salgados”, elucida Maristela.

Os músculos desaparecem com o passar do tempo
Verdade. Segundo a nutricionista, a queda funcional do corpo faz com que aumente a quantidade de gordura, diminua a quantidade de massa magra e ocasione a queda no colágeno. O quadro, normal com o envelhecimento, acontece devido à morte celular e à atrofia muscular. O problema pode ser levemente corrigido com atividade física e alimentação balanceada.

Existem doenças consideradas normais na 3ª idade (diabetes, hipertensão)
Mito. Tudo que é considerado doença não pode ser chamado de normal. Pressão alta, diabetes, catarata são comuns, porém, jamais devem ser consideradas normais, uma vez que comprometem a vida do indivíduo. “O ideal é envelhecer com saúde e bem-estar”, completa o geriatra.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://saude.terra.com.br

Dúvidas sobre Atividade Física? Vamos Solucionar!

A maioria das pessoas tem dúvidas em relação a alguma atividade física ou a questões relacionadas aos esportes

Na verdade são muitas as dúvidas que geram questionamentos e podem confundir principalmente os iniciantes. Tentando resolver algumas destas dúvidas, respondemos abaixo, algumas questões que têm sido feitas com regularidade..

1. Que erros posso cometer ao fazer caminhadas?

Embora caminhar seja um movimento natural ao ser humano, você poderá apresentar alguns problemas como lesões se fizer caminhada de forma errada. Veja abaixo alguns destes erros:

  • Não caminhe com caneleiras achando que irá melhorar a sua performance. A carga não ajuda em nada e pode sobrecarregar as articulações causando sérias lesões. Neste caso você conseguirá resultados satisfatórios se usar velocidade, subidas e descidas para melhorar o seu condicionamento.
  • Olhe para frente. Evite caminhar de cabeça baixa. É lógico que você deve prestar atenção no caminho como em buracos no chão etc…Mas tente manter uma boa postura, olhando para frente para evitar lesões na região cervical.
  • Não é preciso dar passadas muito largas para não forçar os joelhos e o quadril. Mantenha uma passada confortável.
  • Evite cruzar os braços à frente do corpo, mantê-los parados ou movimentá-los demais. Os braços têm um movimento em 90 graus para frente e para trás, ajudando no equilíbrio do corpo.
  • Fazer alongamentos apenas antes ou depois da caminhada. Os alongamentos são essenciais e devem ser feitos antes (preparando a musculatura e as articulações) e depois (relaxando a musculatura) da caminhada.
  • Não use qualquer calçado para caminhar. O correto é usar um tênis apropriado para caminhadas com sistema de amortecedor, seja a caminhada curta ou longa, na rua ou na areia etc…
  • Use roupas adequadas que promovam a ventilação necessária.
  •  Evite carregar peso como sacolas ou bolsas enquanto caminha. Reserve um tempinho apenas para as caminhada.
  •  Não caminhe de qualquer jeito. Monte um programa de caminhadas de forma que você possa ter melhoras no seu condicionamento físico com este exercício.

2. O que é melhor tomar durante a prática esportiva?

É muito importante fazer um trabalho com nutricionista durante

toda a vida e principalmente aquelas pessoas que praticam atividades físicas e precisam repor as energias gastas.

Quanto à questão acima, a água é a melhor opção para repor os líquidos perdidos durante a atividade física, além de ser suficiente para transportar os nutrientes para os músculos. Embora os isotônicos reponham os sais minerais, só são recomendados para quem malha muito e necessita de isotônicos. Por isso é tão importante fazer uma avaliação com uma nutricionista.

3. Por que sentimos dor quando iniciamos as atividades físicas?

Principalmente os iniciantes sentem dor porque todo exercício exige uma adaptação do organismo ao exercício, já que este não estava acostumado com a atividade física. Essas adaptações acontecem no sistema metabólico, cardiovascular, endócrino, neuro muscular,

etc…

No sistema muscular, ocorre principalmente por rupturas musculares bem pequenas e beneficias, acúmulo de ácido lático etc… Esta dor tende a desaparecer com o treinamento que deve ser progressivo

de acordo com a sua condição física. Esta dor acontece mais depois da atividade do que durante a atividade, aliás, se você sentir dor durante o exercício comunique ao professor para que ele verifique

se você está fazendo o exercício de forma e postura correta ou se você não está se excedendo nos exercícios.

Por: Valéria Alvin Igayara de Souza
CREF 7075/ GSP – Especialista

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://cyberdiet.terra.com.br/

Vacinação

A vacinação é a maneira mais eficaz de se evitar diversas doenças imunopreveníveis, como varíola (erradicada), poliomielite (paralisia infantil), sarampo, tuberculose, rubéola, gripe, hepatite B e febre amarela, entre outras.

É Importante ressaltar alguns conceitos básicos sobre imunização:

Vacina é o mecanismo usado para controlar algumas doenças infecto-contagiosa. Consiste na inoculação de um antígeno na corrente sanguínea de uma pessoa, visando à produção de anticorpos.

pessoa vacinada é aquela que recebeu uma dose da vacina, independentemente de ter recebido o esquema completo.

pessoa imune é aquela que possui anticorpos protetores específicos contra determinado agente infeccioso. Essa imunidade pode ser adquirida naturalmente (pela doença) ou artificialmente (pela imunização adquirida por meio da vacinação).

Imunidade é a capacidade de o sistema imunológico reconhecer substâncias estranhas e promover uma resposta contra elas (micro-organismo responsável por uma doença infecciosa específica ou sobre suas toxinas).

As ações de vacinação são coordenadas pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI) da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde e têm o objetivo de erradicar, eliminar e controlar as doenças imunopreveníveis no território brasileiro.

O Programa foi criado em 1973, regulamentado no ano de 1975 pela Lei nº 6.259, de 30/10/1975, e pelo Decreto nº 78.231, de 30/12/1976, representando um instrumento destinado à proteção da população brasileira contra doenças que podem ser evitadas com o uso de imunobiológicos, incluindo as vacinas. Atualmente, o PNI preconiza a vacinação para a família e, além da imunização de crianças, oferece também a vacinação para adolescentes, adultos, idosos, povos indígenas e populações com necessidades especiais.

O Programa coordena e define normas e procedimentos técnicos e científicos articulados às secretarias de estado e estas com as secretarias municipais, mediante ações estratégicas sistemáticas de vacinação da população, com base na vigilância epidemiológica de doenças imunopreveníveis e inovações tecnológicas da área. Também tem o papel de adquirir, conservar e distribuir os imunobiológicos que integram os calendários de vacinação do PNI nas aproximadamente 34 mil salas de vacina em todo o país.

As ações de vacinação contribuíram, de forma significativa, para manter a erradicação do ciclo urbano da febre amarela e da erradicação da varíola no Brasil. Outro resultado de destaque é a ausência de registros da paralisia infantil há 22 anos e do sarampo, há dez anos.

O PNI do Ministério da Saúde, em consonância com a Constituição da República Federativa do Brasil e a Lei Orgânica da Saúde, proporciona o acesso equânime aos imunobiológicos especiais aos grupos portadores de imunodeficiências congênitas ou adquiridas e seus comunicantes, usuários com história associada a evento adverso pós-vacinação e profilaxia pré e pós-exposição a determinados agravos. Estão disponibilizados nos 42 Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais (Crie) das 27 unidades federadas.

Ainda encontram-se em discussão as recomendações de vacinas para viajantes nacionais e internacionais.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://portal.saude.gov.br

Dúvidas sobre a Vacina contra a Gripe H1N1

1. Para quem já tomou a vacina H1N1 e deseja tomar a da gripe comum, pode tomar a trivalente?

Sim, não há contraindicação.

2. Existe alguma contraindicação para quem está tomando outro medicamento?

Os pacientes que tomam medicação que altere a imunidade (como corticoides ou imunossupressores) podem não ter uma boa resposta com a vacina, mas não estão contraindicados para recebê-la.

3. Crianças devem tomar a vacina em uma ou duas doses?

Todas as crianças abaixo de nove anos de idade, que estejam tomando a vacina para Influenza A H1N1 pela primeira vez, devem receber duas doses com um mês de intervalo.

4. Como tomar a segunda dose da vacina se a mesma não está disponível atualmente?

Aguardamos a liberação das vacinas – que já foram adquiridas e que já estão no Brasil – pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). Ressaltamos que a aplicação da segunda dose da vacina, mesmo com um intervalo superior a um mês, deve ser realizada a fim de tornar efetiva a imunização contra a gripe.

5. A vacina pode ser aplicada independentemente da idade?

A vacina pode ser aplicada em crianças acima de 6 meses de idade.

6. Se a pessoa estiver gripada, ela poderá tomar a vacina?

Se a pessoa estiver sem febre, pode tomar a vacina.

7. Quem não pode tomar a vacina contra a Gripe A (H1N1)?

Pessoas com doença febril aguda, pessoas com doença neurológica em atividade, ou aquelas com antecedentes de alergia grave a componentes do ovo, ao timerosal (Merthiolate®) e à neomicina.
Nos casos de doença febril aguda, passada esta fase, a vacina poderá ser administrada normalmente.

8. Quem está grávida pode tomar a vacina contra a Gripe A (H1N1)?

Sim. Conforme orientação do Ministério da Saúde, publicada em nota técnica de Nº 05/2010, que descreve a estratégia de vacinação contra o vírus Influenza A (H1N1), as gestantes, por constituírem um grupo de alto risco para complicações graves, devem ser vacinadas, independente da sua idade gestacional. Recomenda-se aconselhamento prévio com o seu obstetra.

9. E quem amamenta pode tomar a vacina contra a Gripe A (H1N1)?

Quem amamenta pode tomar a vacina. Não existem contraindicações formais para a administração da vacina em mulheres que se encontrem amamentando.

10. Existe alguma precaução para se tomar a vacina?

A principal contraindicação é alergia grave a ovo.

11. Existe algum efeito colateral?

Os efeitos colaterais mais comuns são: dor local, febre baixa e mal-estar nas primeiras 48 horas após a aplicação.

12. Existe a vacina da gripe comum separada da H1N1 conjugada?

A vacina das clínicas particulares é trivalente, ou seja, tem a da influenza H1N1 associada a duas para influenza sazonais (H3N2 e B).

13. É necessário deixar o nome em uma lista de espera para se obter a vacina?

Não. As vacinas serão disponibilizadas conforme a procura.

14. Qualquer pessoa pode tomar a vacina H1N1?

Sim, desde que tenha mais de seis meses de idade e não haja contraindicação.

15. Qual é a origem dessa vacina?

A vacina que o Hospital Israelita Albert Einstein disponibiliza aos pacientes é de origem francesa, do laboratório SanofiPasteur.

16. O vírus da vacina está morto? Ela pode provocar a Gripe A (H1N1)?

A vacina é produzida por vírus inativados (vírus mortos e fracionados). Não existe, portanto, o risco de se adquirir gripe por meio da vacina.

17. A vacina contra a Gripe A (H1N1) tem efeito imediato?

A proteção começa a existir aproximadamente após duas semanas (15 dias) da administração, prolongando-se por cerca de um ano.

18. O hospital pode avisar aos clientes quando a vacina estiver disponível?

Infelizmente, por limitações operacionais, não há como viabilizarmos esta ação.

19. As vacinas que chegarão nesse segundo lote são iguais às do primeiro lote?

Sim, são da mesma composição, apenas de laboratórios diferentes.

20. A vacina chegará a todas as unidades na mesma data?

Sim.

21. Por quanto tempo a pessoa que tomar a vacina estará imune?

Em média, por um ano.

22. É necessário agendar para tomar a vacina?

Não, basta dirigir-se a uma das unidades do Centro de Imunizações.

23. Haverá reserva para clientes do hospital que apresentam doença crônica?

Infelizmente não há como viabilizarmos esta ação.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.einstein.br

Rio +20: Tirando Dúvidas

Este mês, representantes de 178 países do globo estarão reunidos no Rio de Janeiro para discutir formas de viabilizar o desenvolvimento sustentável e a erradicação da pobreza mundial. Trata-se da Rio+20, conferência da Organização das Nações Unidas (ONU), que será um espaço para a discussão dos problemas socioambientais que afetam todo o mundo e das soluções que podem ajudar a recuperar os estragos já feitos no planeta.

A seguir, respondemos a cinco perguntas sobre a Rio+20 que podem ajudar a contextualizar o assunto:

1. O que é a Rio+20 e por que o evento possui este nome?
É uma conferência da ONU que reunirá 178 líderes do mundo todo para discutir meios de viabilizar a chamada ‘economia verde’ no contexto do desenvolvimento sustentável e da erradicação da pobreza. O evento será entre 20 e 22 de junho. Os objetivos da conferência são assegurar um comprometimento político renovado para o desenvolvimento sustentável; avaliar o progresso feito até o momento e as lacunas que ainda existem para implementar os resultados dos principais encontros sobre desenvolvimento sustentável feitos até hoje.

O evento recebeu o nome de Rio+20 porque acontecerá duas décadas depois da realização da Conferência das Nações Unidas sobre Ambiente e Desenvolvimento, conhecida por Eco-92 ou Rio-92 – considerado o mais importante evento ambiental mundial até hoje.

2. Que conferências ambientais mundiais precederam a Rio+20?
A primeira grande conferência ambiental mundial foi realizada em Estocolmo, no ano de 1972. O evento contou com a participação de representantes de 113 países. Na ocasião, foi elaborado um relatório no qual foram listados os impactos ambientais provocados pelo modelo de desenvolvimento capitalista. Essa foi a primeira manifestação de preocupação mundial a respeito da poluição atmosférica e da intensa exploração dos recursos naturais.

Vinte anos depois, o Rio de Janeiro foi sede do evento que ficou conhecido como Rio-92 ou Eco-92, cujo principal objetivo era discutir meios de conciliar o desenvolvimento socioeconômico com a conservação e proteção dos ecossistemas da Terra. A conferência consagrou o conceito de desenvolvimento sustentável e contribuiu para a mais ampla conscientização de que os danos ao meio ambiente eram majoritariamente de responsabilidade dos países desenvolvidos. Reconheceu-se, ao mesmo tempo, a necessidade de os países em desenvolvimento receberem apoio financeiro e tecnológico para avançarem na direção do desenvolvimento sustentável.

Em 1997, foi realizada a Conferência de Kyoto, cujo principal objetivo era chegar a um consenso internacional para limitar as emissões de gases estufa dos países industrializados. Ficou decidido que os países desenvolvidos reduziriam parte dos gases estufas emitidos por suas indústrias (em média 5%), enquanto os países em desenvolvimento não precisariam fazer essa redução, em um primeiro momento. Os Estados Unidos não assinaram o acordo.

Apesar do nome, a Rio+10 foi realizada em 2002 em Johannesburgo, na África do Sul, com a intenção de discutir o uso dos recursos naturais em todo o mundo e de avaliar as medidas ambientais que haviam sido tomadas no mundo durante os dez anos passados desde a Eco-92. Mais uma vez, discutiu-se a mudança dos padrões de produção, consumo e manejo dos recursos naturais.

3. Que acordos já se converteram em ações reais de desenvolvimento sustentável?
Nos 20 anos que se passaram desde a Rio-92, os países desenvolvidos têm elaborado novos processos e tecnologias para reduzir o uso de matéria-prima e energia em vários setores produtivos. Esses novos procedimentos e tecnologias não foram transferidos para as indústrias de países emergentes, como China ou Índia. O setor mais problemático continua a ser o de geração de energia. O mundo continua dependendo dos combustíveis fósseis, com 53% da energia proveniente de derivados do petróleo ou do gás natural e os outros 27% do carvão. A energia hidroelétrica representa apenas 2,3%, as energias solar e eólica, 0,8%.

4. Quais serão os principais temas debatidos na Rio+20?
Existem sete áreas prioritárias eleitas pelos países que vão participar da Rio+20 e partes interessadas em ajudar a criar um quadro com parâmetros fundamentais para o avanço das economias verdes – o que inclui medidas para a erradicação da pobreza e trabalhos verdes; alternativas para a geração de energia; água; segurança alimentar; urbanização e desastres. Além disso, os participantes da conferência irão debater políticas ecológicas para a conservação de oceanos e mares, além de mudanças climáticas e biodiversidade.

5. Que mudanças concretas podemos esperar da Rio+20?
Ainda é impossível prever que tipos de mudanças podem acontecer depois da Rio+20. Espera-se que, efetivamente, passe a vigorar um mecanismo internacional que permita aos países emergentes e mais pobres fazer a transição para uma economia verde, visando a manutenção da biodiversidade e o crescimento sustentável. No campo da diplomacia, espera-se que haja uma articulação conjunta para a redução das desigualdades sociais, econômicas e ambientais.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://revistaescola.abril.com.br

Os Prejuízos Pelo Uso de Tabaco

Como o cigarro atua no organismo?

A fumaça do tabaco, durante a tragada, é inalada para os pulmões, distribuindo-se para o sistema circulatório e chegando rapidamente ao cérebro, entre 7 e 9 segundos.

Além disso, o fluxo sanguíneo capilar pulmonar é rápido,e todo o volume de sangue do corpo percorre os pulmões em um minuto. Dessa forma, as substâncias inaladas pelos pulmões espalham-se pelo organismo com uma velocidade quase igual à de substâncias introduzidas por uma injeção intravenosa.

Quais os derivados do tabaco mais agressivos à saúde e como agem?

A fumaça do cigarro possui uma fase gasosa e uma particulada. A fase gasosa é composta por monóxido de carbono, amônia, cetonas, formaldeído, acetaldeído e acroleína, entre outras substâncias.Algumas produzem irritação nos olhos, nariz, garganta e levam à paralisia dos movimentos dos cílios dos brônquios. A fase particulada contém nicotina e alcatrão, que concentra 48 substâncias cancerígenas, entre elas arsênico, níquel, benzopireno, cádmio, chumbo, além de resíduos de agrotóxicos aplicados nos produtos agrícolas e substâncias radioativas.

O que causa a dependência do cigarro?

A nicotina, que é encontrada em todos os derivados do tabaco (charuto, cachimbo, cigarro de palha, etc) é a droga que causa dependência. Esta substância é psicoativa, e produz sensação de prazer, o que pode induzir à dependência. Ao ser ingerida, produz alterações no Sistema Nervoso Central, modificando assim o estado emocional e comportamental dos indivíduos, da mesma forma como ocorre com outras drogas psicoativas (tais como o álcool e a cocaína). Depois que a nicotina atinge o cérebro, são liberadas várias substâncias (neurotransmissores) responsáveis por estimular a sensação de prazer, explicando-se assim as boas sensações que o fumante tem ao fumar. Com a ingestão contínua da nicotina, o cérebro se adapta e passa a precisar de doses maiores para manter o mesmo nível de satisfação que tinha no início. Esse efeito é chamado de tolerância à droga.

Com o passar do tempo, o fumante passa a ter necessidade de consumir mais cigarros. De tal forma que, a quantidade média de cigarros fumados na adolescência, nove por dia, na idade adulta passa a ser de 20 cigarros por dia. Com a dependência, cresce também o risco de se contrair doenças debilitantes, que podem levar à invalidez e à morte.

Outro componente da dependência é o hábito de acender o cigarro, nas circunstâncias em que ele traz alívio ou reforço ao prazer, constituindo-se em fenômeno psico-afetivo.

Por que as pessoas fumam?

Vários são os fatores que levam as pessoas a experimentar o cigarro ou outros derivados do tabaco. A maioria delas é influenciada principalmente pela publicidade maciça do cigarro nos meios de comunicação de massa que, apesar da lei de restrição à propaganda de produtos derivados do tabaco sancionada em dezembro de 2000, ainda tem forte influência no comportamento tanto dos jovens como dos adultos. Além disso, pais, professores, ídolos e amigos também exercem uma grande influência.

Pesquisas entre adolescentes no Brasil mostram que os principais fatores que favorecem o tabagismo entre os jovens são a curiosidade pelo produto, a imitação do comportamento do adulto, a necessidade de auto-afirmação e o encorajamento proporcionado pela propaganda. Noventa por cento dos fumantes iniciaram seu consumo antes dos 19 anos de idade, faixa em que o indivíduo ainda se encontra na fase de construção de sua personalidade.

A publicidade veiculada pelas indústrias soube aliar as demandas sociais e as fantasias dos diferentes grupos (adolescentes, mulheres, faixas economicamente mais pobres etc.) ao uso do cigarro. A manipulação psicológica embutida na publicidade de cigarros procura criar a impressão, principalmente entre os jovens, de que o tabagismo é muito mais comum e socialmente aceito do que é na realidade. Para isso, utiliza a imagem de ídolos e modelos de comportamento de determinado público-alvo, portando cigarros ou fumando-os, ou seja, uma forma indireta de publicidade. A publicidade direta era feita por anúncios atraentes e bem produzidos, mas foi proibida no Brasil. Com a Lei 10.167, que restringe a propaganda de cigarro e de produtos derivados do tabaco, esse panorama tende a mudar a médio e longo prazo.

Os resultados das medidas de restrição à publicidade no controle do tabagismo em vários países mostram que este é um instrumento legítimo e necessário para a redução do consumo. Leia mais.

Informações parciais. Confira os textos na íntegra, acessando os sites: http://www.prdu.unicamp.br e http://www.inca.gov.br

Hepatites: Dúvidas

Hemofilia

No dia 17 de abril foi comemorado o Dia Internacional da Hemofilia, não deixando passar a data em branco, vamos tirar algumas dúvidas sobre a doença.


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