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Saiba como evitar a Dor na Coluna

Cerca de 27 milhões de pessoas sofrem de dores na coluna no Brasil, o que representa mais de 18% da população adulta brasileira. É o que mostra a Pesquisa Nacional de Saúde, realizada recentemente pelo Ministério da Saúde em parceria com o IBGE.

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O ortopedista do Into, Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia, Luis Eduardo Carelli, explica o que favorece as complicações de coluna.”As principais causas de origem posturais tanto as pessoas que trabalham sentadas de uma forma inadequada. Existem situações que causam dores na coluna, causas degenerativas. são as chances das pessoas ter desgastes, fenômenos de artrose, fenômenos degenerativos, pode causar dor na coluna vertebral. Em algumas vezes essas dores são irradiadas tanto para as pernas, para os braços e às vezes sentindo dormência e em alguns casos até perda de força também”.

O aposentado de 52 anos, Wilson de Sousa, trabalhava como mecânico. Ele teve desvio na coluna por causa das peças pesadas que costumava carregar. Neste mês, Wilson vai fazer cirurgia no Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia, no Rio de Janeiro. Ele conta que está otimista com a cirurgia. “A mecânica você tem que pegar peso, fazer certos movimentos com o peso que eu não pude fazer mais, porque passava a doer a coluna. Não pegar peso, não abaixar, não fazer esforços de subir escada muito alta. Impacto qualquer que atinja a região da lombar onde você sente dor, você não aguenta, você para e fica, parar de não poder andar. Eu acho que vai haver uma melhora. Se eu tivesse que pagar lá fora, eu preferia fazer aqui, por causa do que todos falam, que é o melhor do Rio de Janeiro”.

O ortopedista do Into, Luis Eduardo Carelli, ressalta qual a maneira mais adequada para carregar objetos pesados e evitar esforços que possam prejudicar a coluna. “Se uma pessoa que carrega peso ou até um trabalho simples no ambiente doméstico, se você for pegar uma sacola pesada ou um objeto muito pesado no chão a gente recomenda que não faça a flexão do tronco, inclinar o tronco para frente. A gente recomenda que a pessoa dobre as pernas, abaixe para pegar esse objeto e traga ele bem próximo ao corpo e levante com ele bem próximo ao corpo, para esse abaixar e pegar de uma maneira flexionada não ocorra nenhuma sobre carga na coluna”.

Para evitar dores e complicações na coluna, a recomendação do Into é evitar pegar objetos pesados, sentar de maneira correta, praticar exercícios físicos regulares e procurar orientação médica em caso de dor intensa nas unidades básicas de saúde do país.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.blog.saude.gov.br/

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Dia Nacional da Surdez – 10 de novembro

Como diz a música, é preciso saber viver… e também envelhecer. Manter uma atitude saudável perante a vida está cada vez mais difícil com a rotina frenética dos dias modernos. Mas buscar alegria e relaxamento, através do convívio com familiares e amigos, é essencial. Para isso, precisamos nos manter conectados ao mundo, precisamos escutar bem os sons das músicas, das conversas, seja em casa ou em restaurantes e casas de show.

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Entre todas as dificuldades que afetam a vida de um idoso, uma das piores é a perda auditiva. A surdez pode isolar o indivíduo de sua família, de seus amigos e até criar dificuldades no ambiente de trabalho.
Pesquisa realizada pelo site Heart-it comprova que pessoas que sofrem de surdez têm problemas de relacionamento. O que ocorre muitas vezes é um constrangimento, de ambas as partes, devido à dificuldade na comunicação, o que acaba por afastar os deficientes auditivos do convívio em sociedade, podendo acarretar isolamento, tristeza e até mesmo depressão.

“Falar sobre deficiência auditiva nunca é fácil, por causa da resistência que as pessoas têm em admitir a surdez. Mas trazer à tona o problema é a melhor coisa a fazer. Estudos comprovam que o tratamento da perda auditiva, geralmente com o uso de aparelhos auditivos, resulta em melhoras significativas na qualidade de vida do idoso”, afirma a fonoaudióloga Marcella Vidal, da Telex Soluções Auditivas.

Segundo especialistas, muitas pessoas já experimentam algum grau de perda da audição a partir dos 40 anos, por causa do envelhecimento natural do corpo. O processo é diferente em cada um, mas aproximadamente uma em cada dez pessoas nesta faixa etária tem um tipo ou grau de perda auditiva. Depois dos 65 anos, a perda auditiva, conhecida como presbiacusia, tende a ser mais severa. Por isso, o melhor é procurar um especialista aos primeiros sinais de surdez.

“O uso diário do aparelho e o apoio da família são essenciais para que o indivíduo resgate sua autoestima. Infelizmente, muitas vezes, quando se procura tratamento, o caso já está grave. A perda se dá de maneira lenta e progressiva e, com o decorrer dos anos, a deficiência atinge um estágio mais avançado”, explica a fonoaudióloga, especialista em audiologia.

A maioria das pessoas com presbiacusia começa a perder audição quando há um declínio na sua capacidade de ouvir sons de alta frequência (uma conversação contém sons de alta freqüência). Portanto, o primeiro sinal de presbiacusia pode ser a dificuldade de ouvir o que as pessoas dizem para você. Os sons da fala com mais alta freqüência são as consoantes, como o S, T, K, P e F.

Cabe aos médicos otorrinolaringologistas examinar os pacientes e aos fonoaudiólogos indicar qual tipo e modelo de aparelho atende às necessidades do deficiente auditivo.

Atualmente, há uma diversidade de modelos de aparelhos auditivos, com design moderno, discretos, alguns até mesmo invisíveis no ouvido – ficam dentro do canal auditivo -, adequados para diferentes graus de perda auditiva e que não ofendem a vaidade de quem usa. Então, por que não procurar logo uma ajuda?

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.jornaldiadia.com.br/

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Sintomas atípicos como dor nas costas e no estômago podem indicar infarto

O sintoma clássico quase todo mundo conhece: dor forte no peito que irradia para o braço esquerdo. Mas outros sinais menos populares e igualmente importantes também podem indicar um infarto.

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Dor na mandíbula, sensação de obstrução na garganta e de indigestão e dor nas costas na altura dos ombros, como a que sentiu o locutor Luciano do Valle, morto em abril, são alguns dos sintomas atípicos do infarto que costumam ser relevados.

Mesmo sendo hipertenso, o representante comercial Luiz Greco, 73, de São Paulo, não pensou que as dores nas costas que sentiu em uma manhã de novembro de 2013 poderiam indicar um infarto.

“Pensei que fosse algum mal jeito”, diz. “Comecei as minhas atividades normalmente, mas, quando sentei no computador, não conseguia sentir os braços”, afirma. “Aí percebi que poderia estar infartando mesmo.”

Quando chegou ao hospital, Luiz descobriu que estava com três artérias entupidas e fez cateterismo para desobstrui-las.

Da mesma forma, o garçom Moisés Rodrigues, 48, não pensou que o enjoo sentido tinha a ver com o coração. Ele jogava bola com os amigos no domingo de Páscoa quando sentiu-se mal.

“Parecia que o estômago estava pesado.”

Como no domingo anterior havia sentido algo parecido, pediu ao cunhado para levá-lo ao pronto-socorro e descobriu que estava infartando. “Se tivesse esperado mais um pouco, o pior poderia ter acontecido”, relata, já com um stent no peito.

Nem mesmo o médico Hans Mandred Voll, 64, percebeu que o mal-estar que sentiu em janeiro era sinal de algo mais grave. “Não tinha sudorese nem qualquer sintoma clássico. Até tomei um antiácido, mas a dor não passou”, conta. Dormiu, acordou e foi trabalhar sentindo dor, mas, por insistência de um colega, consultou-se com um cardiologista e descobriu que tinha infartado.

Segundo o cardiologista do InCor (Instituto do Coração) Sergio Timerman, um dos casos mais incomuns que já atendeu foi o de uma paciente que se queixava de “dor no dente”. “Ele já tinha ido ao dentista, que não constatou nada. A dor, na verdade, era no maxilar”, conta.

O fisiatra João Amadera, do Spine Center do HCor (Hospital do Coração), afirma que não é incomum encaminhar pacientes com fortes dores nas costas para médicos de outras especialidades. Isso porque eles sentem dores irradiadas, reflexo de outras originadas em outras partes do corpo, como no coração.

A dor cardiológica tem a característica de uma dor de aperto, que piora com o esforço e pode causar náuseas, mal-estar e falta de ar. “A dor só da coluna não está associada com falta de ar e mal-estar”, diz. Uma outra característica que pode ajudar na diferenciação das duas dores, segundo Amadera, é que a dor cardiológica é mais alta, com reflexos nos ombros e no queixo.

Para esclarecer a população sobre os principais sintomas do infarto e lidar com emergências cardiovasculares, a SBC (Sociedade Brasileira de Cardiologia) prepara uma campanha para ser lançada em breve. Um encarte será distribuído em locais como metrôs e shoppings.

Mas, afirma Antonio Carlos Carvalho, coordenador do Comitê de Emergências Cardiovasculares e Ressuscitação da SBC, não é preciso entrar em pânico com qualquer manifestação de dor.

A dor de infarto, segundo César Jardim, cardiologista do HCor (Hospital do Coração), costuma durar 20 minutos e pode vir acompanhada de mal-estar, palidez e dificuldade para respirar.

GRUPOS DE RISCO

O principal diferencial, contudo, é que os tais sintomas atípicos são mais comuns em três grupos: diabéticos, mulheres e idosos. Neles, diz Jardim, os sinais de dor persistentes devem ser olhados com mais atenção.

“O quadro clássico de dor no peito que irradia para o braço esquerdo é muito comum até os 60 anos, mas 50% dos idosos, das mulheres e dos diabéticos apresentam os sintomas menos comuns. Isso faz com que a pessoa leve mais tempo pra pensar que tem algum problema e procurar ajuda, que nesses momentos deve ser urgente.”

César Jardim lembra que pacientes com um ou mais fatores de risco (histórico familiar, obesidade, tabagismo, sedentarismo, colesterol e pressão alta) também devem ficar mais atentos a qualquer dor anormal e visitar um médico regularmente.

“O ideal é não esperar sentir dor para procurar atendimento. No cenário perfeito, todos deveriam procurar saber se têm fatores de risco e se cuidar para prevenir algo mais grave.”

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.folha.uol.com.br/

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Palestra Gratuita “Liderança – amor próprio e generosidade

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Palestra Gratuita “Juventude – Relacionamento Familiar e Drogas”

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Água, maçã, mel, bebidas quentes, limão, gargarejo e soro ajudam a voz

Além de ser um canal para a fala, a voz revela nossas emoções e sentimentos. Quando ficamos nervosos, por exemplo, ela costuma ficar mais aguda. Por isso, é importante cuidar bem da garganta e do nariz, para evitar rouquidão e afonias.

É importante fazer aquecimento vocal antes de um uso intenso e contínuo – como é o caso de cantores, atores, locutores e professores –, segundo a fonoaudióloga Leny Kyrillos e a otorrinolaringologista Adriana Hachiya.

Não comer chocolate duas horas antes de uma palestra ou um discurso, por exemplo, pode ajudar. Também se devem evitar choques térmicos ou ficar “coçando” a garganta com pigarros. Na contramão, soro fisiológico e inalação são ótimos para a voz.

Se a sua rouquidão permanecer por mais de 15 dias, procure um médico. Qualquer disfonia além desse prazo não é normal.

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Um exame disponível no Sistema Único de Saúde (SUS) mostra o funcionamento das cordas vocais. São imagens incríveis que revelam com detalhes como produzimos os sons.

Calo ou nódulo na garganta são lesões benignas provocadas pelo uso intenso da voz, mais comuns em pessoas que falam muito, especialmente em mulheres, por terem uma laringe mais arredondada e curta que a masculina.

Normalmente, esses calos são cuidados com exercícios e mudança de comportamento vocal. Quando o problema não responde ao tratamento, é preciso fazer uma microcirurgia da laringe.

Vibração das cordas vocais
– As de um homem vibram de 80 a 150 vezes por segundo
– Na mulher, são de 150 a 250 vezes
– Em uma criança, as cordas batem entre 250 e 300 vezes

Causas da rouquidão
– Gripe
– Uso excessivo ou inadequado da voz
– Fatores emocionais
– Lesão ou calo nas cordas vocais
– Cigarro e álcool

Aquecimento
– Movimente a boca, como se estivesse mastigando, com e sem som, de boca aberta e fechada
– Vibre a língua e os lábios
– Emita consoantes sonoras prolongadas, como “v”, “z” e “g”, no mesmo tom e depois com modulações
– Comece o exercício com intensidade fraca e vá aumentando gradativamente
– Ao fim da atividade, diminua a intensidade

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://g1.globo.com/

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8 dicas para deixar sua vida mais saudável

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Sabia que nesta segunda-feira (7) é comemorado o Dia Mundial da Saúde? Por isso, use esta data como incentivo para melhorar sua própria saúde. A médica clínica geral do Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos, Ligia Raquel Brito, disse que “nessa data é importante às pessoas lembrarem-se de fazer exames preventivos com regularidade e ter hábitos saudáveis, que incluem a prática de exercícios diários e a adoção de uma alimentação balanceada.”

A especialista reforça ainda que diversas doenças, quando diagnosticadas precocemente, têm melhor evolução ao serem tratadas.

— Isso é importante porque certos tipos de doenças podem não apresentar sintomas aparentes, como é o caso hipertensão arterial, diabetes, HIV, hepatites, dislipidemia (aumento de colesterol e/ou triglicérides).

Homens e mulheres precisam de cuidados específicos, assim como as crianças.  Acima de 40 anos, eles devem fazer exames de colonoscopia e próstata, enquanto elas, ultrassom pélvico, de mama e papanicolau (esse apenas para quem tiver vida sexual ativa).

Veja dicas da médica:

1) Realizar exames de checkup, pelo menos, uma vez por ano. Além do teste ergométrico, que avalia o amplo funcionamento cardiovascular, a lista inclui outros para controlar os níveis de colesterol ruim, açúcar, ácido úrico, função do rim e fígado e triglicérides no sangue, além de sorologias para hepatite B e C, HIV, sífilis;

2) Ficar em dia com a caderneta de vacinação. Lembre-se de que nem só as crianças necessitam de vacinas. Doses contra difteria, tétano, sarampo, caxumba e rubéola, entre outras, devem ser repetidas na vida adulta.

3) Prestar atenção aos sinais do corpo. Cólicas, sonolências, fraquezas e enxaquecas podem ser indicativos de doenças sérias ou infecções por vírus e bactérias;

4) Praticar exercícios físicos regularmente e adotar uma alimentação mais saudável possível. Com isso, evitar excessos na ingestão de açúcar, gordura e fritura;

5) Evitar a prática do fumo e a ingestão demasiada de bebidas alcoólicas;

6) Crianças: Além de consultas com pediatra, os pequenos devem passar pelo atendimento com outras especialidades médicas. No caso do oftalmologista, a primeira consulta deve acontecer por volta dos 2 ou 3 anos, período em que ainda é possível a correção de diversos problemas;

7) Mulheres: Exames como ultrassom pélvico, de mama e papanicolau (esse apenas para quem tiver vida sexual ativa). As que tiverem mais de 40 anos precisam incluir: mamografia e densitometria óssea.

8) Homens: É indicado autoexame regular nos testículos. Quem tiver mais de 40 anos, exames de colonoscopia e próstata são recomendados.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site:  http://noticias.r7.com/saude/

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Sem ressaca! 6 cuidados para manter a saúde em dia durante o Carnaval

Carnaval é o período ideal para quem deseja cair na folia e aproveitar a animação dos blocos, a companhia dos amigos, aquele passeio na praia ou até mesmo usar a folga para descansar. Seja qual for o destino, é preciso ficar atento aos cuidados essenciais com a saúde, evitando os excessos e os problemas após os dias de festa.

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O médico do programa Atenção Vital do Centro Clínico Gaúcho, Marco Wille, esclarece as principais dúvidas sobre alimentação, ingestão de bebidas alcoólicas e hidratação e traz dicas para prevenir os efeitos indesejados.

— É muito mais fácil e benéfica a prevenção do que o tratamento e o desconforto das consequências. Hábitos e comportamentos extremados são geralmente danosos —, aconselha o especialista.

:: Energéticos

Mesmo com a promessa de mais energia para resistir à folia, a ingestão de energéticos deve ser moderada. Isto porque grande parte destas bebidas possuem estimulantes como cafeína e ginseng que, em excesso, podem levar a taquiarritmias, distúrbios gástricos, cefaléia, tremores e outros sintomas indesejados. Quando combinados às bebidas alcoólicas, estes estimulantes também contribuem para o retardamento das consequências do álcool no organismo. Se houver excesso, quando o efeito destas substâncias passar, o organismo pode sofrer com uma resposta exacerbada do álcool.

:: Uso de remédios

A relação com o uso de medicações deve ser sempre observada caso a caso, de acordo com recomendação médica. Deve-se ter um cuidado especial com os remédios antieméticos, utilizados para combater a náusea e o vômito, porque vários deles podem causar sonolência e até sedação. Como a maior parte dos nossos problemas de saúde são autolimitados, muitas vezes o repouso, a dieta equilibrada e o tempo são os melhores remédios.

:: Infecções gastrointestinais

Os dias de folia exigem uma atenção especial com a alimentação. Fique atento ao risco de ingestão de produtos contaminados, que levam a infecções gastrointestinais. Observe a procedência e a aparência dos alimentos, atentando para os cuidados mínimos de higiene. Comidas gordurosas e carnes, que exigem uma digestão mais prolongada, aliados ao álcool, também facilitam complicações gastrointestinais. Casos de vômitos e diarréia isolados não requerem idas precipitadas ao médico. No entanto, episódios persistentes, associados a outros sinais de alerta, como febre e dor, necessitam de avaliação médica.

:: Bebidas alcoólicas

O excesso de álcool aumenta o risco de desidratação e hipoglicemia (diminuição da glicose no sangue). Para amenizar os problemas após a festa, devemos manter uma alimentação equilibrada e intercalada com a ingestão de água ou sucos naturais, o que, inclusive, contribui para amenizar os efeitos negativos da ressaca no metabolismo. Principal recomendação: evitar o exagero.

:: Desidratação

Durante o Carnaval, muitas pessoas permanecem em jejum prolongado e se movimentam além do habitual, provocando gastos de energia e perda de líquidos acima da média. Isto ajuda a ocasionar a desidratação. Para evitá-la, o ideal é manter o corpo sempre hidratado, bebendo muita água, e fazer cinco refeições diárias, preferindo os alimentos leves.

:: Cuidados com a pele

Nos dias de Carnaval, não se esqueça de manter o corpo e a pele hidratada. Use filtros solares compatíveis, o que previne queimaduras, o envelhecimento precoce da pele e ajuda a diminuir a incidência de câncer de pele. Dê preferência a roupas com fibras naturais, como algodão, linho e seda. Roupas sintéticas devem ser evitadas, já que podem ocasionar um efeito estufa sobre o corpo e aumentar a transpiração, mas não o resfriamento da pele, contribuindo, também, para o aparecimento de infecções produzidas por fungos, principalmente nas dobras da pele.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://zerohora.clicrbs.com.br/

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‘O Brasil precisa se antecipar à epidemia do câncer’

Paulo Hoff, diretor-geral do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp), explica como o hospital modelo pode inspirar outras instituições do país.

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Não é raro que a sobrevivência ao câncer seja associada ao acesso a hospitais de ponta e a abundantes recursos financeiros. Aqueles que dependem do Sistema Único de Saúde (SUS), em geral, podem enfrentar longas filas, receber atendimento superficial ou ainda não receberem os melhores tratamentos existentes. O oncologista Paulo Hoff, conhecido por seu trabalho em hospitais renomados, como Albert Einstein e Sírio-Libanês, quer mudar essa imagem em São Paulo.

Nomeado novo diretor-geral do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp), ele será o responsável por um dos melhores centros de referência de câncer no país. Inaugurado em 2008, o Icesp possui 247 leitos de internação, 44 leitos de UTI, 61 consultórios médicos e quase 4.000 colaboradores. Toda essa estrutura é gerida independentemente pela Fundação Faculdade de Medicina, da USP, mas está vinculada à Secretaria de Saúde do estado de São Paulo. Hoff acredita que este é um modelo a ser seguido, em um momento que o país precisa se prevenir da epidemia do câncer, doença que segue em ascensão e deve se tornar a principal causa de morte até 2020, ultrapassando as doenças cardiovasculares.

Leia a seguir a entrevista que ele concedeu ao site de VEJA, no Dia Mundial do Câncer – lembrado nesta sexta-feira:

O senhor vai assumir o cargo de diretor-geral do Icesp, que ambiciona ser o maior centro oncológico da América Latina. O que falta para isso acontecer? O objetivo é dar o melhor tratamento possível aos nossos pacientes e sermos reconhecidos como uma das instituições de ponta da América Latina para o tratamento de câncer. Na parte acadêmica, uma das grandes dificuldades que temos hoje no Brasil é que, por ser uma especialidade recente, a oncologia precisa de mais profissionais especializados, médicos oncologistas, médicos radioterapeutas, físicos que trabalham com radioterapia, tomografia e imagem e mais cirurgiões capacitados para operar o câncer. Um serviço com o tamanho do Icesp tem a massa crítica para poder ajudar na formação desses quadros. Estamos aumentando o número de residentes em oncologia, cirurgia oncológica, radioterapia e estamos trabalhando com a Universidade de São Paulo para o treinamento de físicos, além de enfermeiros e técnicos de enfermagem.

E o atendimento aos pacientes? Na parte assistencial, embora tenhamos atendido 12.000 novos casos em 2010, isso não é suficiente. E sabemos que o hospital comporta mais. Fechamos o ano passado com 60% da capacidade operacional do hospital. Pretendemos fechar 2011 entre 75% e 80% da capacidade. Gostaria que fosse mais do que isso. Mas, obviamente, é preciso organizar o crescimento de acordo com a disponibilidade financeira e de pessoal. Não adianta abrir o hospital inteiro e não ter pessoas treinadas e qualificadas para atender os pacientes. Hoje, o nosso complexo tem nove unidades de radioterapia, o que acredito ser o maior parque radioterápico da América Latina. Queremos atender mais de 15.000 novos casos esse ano. Estimo que a capacidade do hospital esteja próxima de 18.000 casos.

Com menos de dois anos desde a inauguração, o Icesp foi apontado como o segundo melhor hospital do estado de São Paulo. A que o senhor atribui isto? Foi uma eleição feita entre os usuários. O Icesp tem uma filosofia de trabalho muito clara. É um hospital que tem uma filosofia de humanização desde a porta de entrada. Os médicos têm uma dedicação altíssima ao paciente. No instituto, o paciente consegue identificar quem é o médico responsável pelo seu atendimento. Ao ser admitido, ele participa de uma reunião em que lhe é apresentado o que está disponível para facilitar o tratamento, desde nutricionistas, psicólogos e a equipe de enfermagem. O fato de possuirmos uma equipe altamente treinada dá ao paciente a segurança de que ele vai receber um tratamento de ponta.

Existe alguma preparação voltada para o funcionário? Temos várias atividades aqui para fazer com que o funcionário se sinta bem aqui dentro. Trabalhamos a questão psicológica, já que trabalhar com câncer é difícil. No início, tivemos uma rotação alta de técnicos e enfermeiros. É difícil sair da faculdade e começar a ver doentes aqui no hospital. Às vezes é pesado.

Sabe-se que esse modelo deveria ser seguido, mas isso não é comum, principalmente em um serviço público. Por que no Icesp deu certo? Aqui deu certo porque começou do nada. É uma filosofia que fez parte da cultura da instituição desde o seu nascimento. Já nascemos com a missão de fazer um tratamento humanizado. Temos tido mais sucesso que as outras instituições por isso. Esse espírito de humanização pode ser implantado, talvez de forma mais lenta, em todas as unidades públicas. É preciso dar ao médico uma carga de horário que seja justa e que permita a ele que dê atenção diferente ao paciente. Não pode ser uma fábrica. Como a medicina é subfinanciada, você acaba tentando corrigir esse problema forçando uma produtividade maior. Até certo ponto, pode ser válido. Mas chega a um momento em que você começa a pecar por falta da relação humana.

O ministro da Saúde Alexandre Padilha costuma dizer que o problema da saúde é a gestão. O senhor concorda com isso? Certamente, a gestão tem um ponto importante em todos os níveis. A gestão pode ajudar a melhorar certos gargalos. Mas não há como negar que a saúde do Brasil é subfinanciada. Hoje, nós gastamos per capita um terço do que o México gasta per capita, um país que tem um nível sócio-cultural muito similar ao nosso. Deveríamos estar gastando, se não a mesma coisa, pelo menos o mais próximo deles. Na América Latina inteira, o Brasil é um dos últimos colocados em gastos per capita com saúde. Nós temos um serviço de saúde que, dadas as limitações orçamentárias, é melhor que a maior parte dos serviços públicos da América Latina. Então, é um paradoxo, gastamos pouco e temos um serviço que em muitos pontos é considerado um modelo. É difícil querer que um serviço funcione de uma maneira ideal se ele é subfinanciado. Nesse momento, é muito importante que a sociedade como um todo entenda que vai ser preciso financiar a saúde.

Que benefícios esses recursos poderiam trazer? O que incomoda os pacientes atualmente é a demora de atendimento, falta de certos procedimentos de alto custo e ausência de médicos em algumas áreas. São coisas que você pode melhorar de uma maneira relativamente rápida se houver um aporte de recursos maior. Sei que achar dinheiro na administração pública não é fácil. O ministro tem parcialmente razão. Mas é necessário ter o aporte de recursos. Não adianta ter um sem o outro.

O senhor já trabalhou no M.D. Anderson Cancer Center, da Universidade do Texas, o maior centro de oncologia dos Estados Unidos, tem um cargo importante no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, e agora é o diretor-geral do Icesp. Após ter passado por todos esses níveis, qual é a grande dificuldade? Sou muito feliz aqui. Dirigir essa instituição para mim é uma grande missão, que me foi confiada pelos pares e pelo governo, de ajudar essa instituição a se solidificar como um grande centro. Espero que a gente possa ter tanto orgulho do Icesp, como os americanos têm do M.D. Anderson. Ou como nós temos do Sírio-Libanês. Nossa meta é essa, que ele seja considerado referência no tratamento do câncer.

Além disso, o senhor também já disse que deseja que o Icesp passe a produzir mais conteúdo científico. Por que esse interesse? Primeiro, porque eu sou um professor universitário. Um hospital associado a uma universidade tem uma missão também educacional e científica. Este hospital não pode ser um hospital que simplesmente vise o atendimento do paciente. Ele não estaria atingindo todo o seu potencial. Atender o paciente é a nossa primeira missão. Mas formar pessoas que vão atender o paciente aqui e em outras instituições é importantíssimo. E gerar conhecimento também. No Icesp, a ciência pode trazer avanços importantes.

Qual a importância das pesquisas em um hospital? A pesquisa científica disponibiliza ao paciente tratamentos que ele não teria de outra forma. Nós tratamos câncer, uma doença que em muitos casos não tem cura e não tem tratamento. Então, o melhor tratamento para alguns tipos de câncer é entrar no estudo clínico. O paciente precisa participar da pesquisa para ter acesso a essas drogas. Quando você faz um estudo, você pode descobrir tratamentos mais baratos, que podem ajudar outras pessoas. Queremos curar todos os tipos de câncer um dia, mas só a pesquisa clínica vai nos permitir a chegar nesse patamar.

O Brasil está atrasado nesse sentido? O Brasil tem tido um aumento na produção científica nos últimos anos. Infelizmente, esse aumento até agora não resultou em aumento de patentes. Se nós olharmos a produção de patentes no Brasil, esse número ainda é muito pequeno. Temos que estimular a cultura de inovação científica. Porque gerar conhecimento também é importante. Importamos conhecimento e isso tem um custo para o país. Se gerássemos mais conhecimentos, poderíamos melhorar a eficácia dos tratamentos e, a longo prazo, ajudar o país economicamente. No setor da saúde, há um déficit na nossa balança comercial porque nós importamos a maior parte das medicações de alto custo.

O câncer é a segunda maior causa de morte no Brasil, atrás somente das doenças cardiovasculares. O senhor acha que falta conscientizar mais a população? Ao irem a público, pessoas famosas que tiveram esse problema recentemente, como (ex-vice-presidente José) Alencar e a apresentadora Hebe Camargo, ajudaram a conscientizar a população de que a doença independe do nível social. Isso fez com que as pessoas pensassem mais sobre a doença. Enfatizo ainda que, apesar de ser a segunda causa de morte, a incidência é crescente. Em alguns estados americanos, pela primeira vez, o câncer se tornou a principal causa de morte, ultrapassando a doença cardiovascular em 2010. Estima-se que até 2020 – não falta muito – o câncer passe a ser a principal causa de morte. No caso das doenças do coração, as pessoas estão se conscientizando e o tratamento está melhorando. A pessoa não morre mais do coração, e vive por mais tempo, o que aumenta o risco do aparecimento de câncer.

O senhor citou os casos de Hebe Camargo e de José Alencar como exemplos de conscientização. É possível que se pense que o tratamento deles foi bem-sucedidodevido à condição financeira e acesso a serviços de ponta. O que o senhor pensa sobre isso? Um ponto importante que vale ressaltar é que nem sempre eles se curam. O dinheiro sozinho não garante a cura. É fato que a disponibilidade de medicações modernas é limitada no sistema público brasileiro. Isso porque as drogas de alto custo têm um impacto gigantesco no orçamento. Mas temos uma experiência interessante no estado de São Paulo. Dialogamos com a Secretaria da Saúde e escolhemos um pacote de drogas de alto custo, associamos esses medicamentos a uma indicação específica para a doença. Conseguimos a anuência do governo do estado para quando essas medicações forem utilizadas para áreas em que estão comprovadamente indicadas. Hoje, temos no estado de São Paulo uma disponibilidade que, se não é perfeita, é muito forte. Se você comparar com outros países onde a medicina é controlada, como Austrália e Inglaterra, o nosso pacote de medicamentos nas indicações especificas não fica devendo muito ao que é oferecido nesses outros países.

Então, hoje há acesso ao que existe de mais moderno aqui no Brasil? No estado de São Paulo, a pessoa não precisa ter dinheiro para receber tratamento adequado e de ponta. O que tem comprovação cientifica está sendo paulatinamente incorporado. Além disso, o nosso hospital possui exames de imagem, dois PET-CT [equipamentos de tomografia computadorizada], nove máquinas de radioterapia, equipamentos sofisticados que também são encontrados em hospitais de ponta, como o Hospital Israelita Albert Einstein e o Sírio-Libanês.

O que uma pessoa precisa fazer para ter acesso ao Icesp? Se nós tivéssemos as portas abertas, teríamos uma fila interminável. São 130.000 casos de câncer em São Paulo por ano. Só na grande São Paulo são 30.000 casos. É preciso esclarecer que o instituto é um centro de referência e que existem instituições que são credenciadas para nos encaminhar um paciente. Uma pessoa que deseja ser admitida aqui precisa ter passado numa unidade mais próxima de sua residência, que vai fazer o encaminhamento pela Secretaria de Saúde. Várias instituições mandam seus pacientes para cá. Mas eles não podem vir direto, apenas com o diagnóstico já feito.

Vendo a realidade atual do Icesp,  é possível ser otimista sobre o futuro do tratamento de câncer no Brasil? O Icesp mostra o que o Brasil pode ser. Mostra dinamismo, vontade política, comprometimento, já que o orçamento colocado aqui pelo governo do estado é grande. Também demonstra a visão de montar um instituto de câncer, uma doença em ascensão, que será uma epidemia no futuro. Há uma preparação para o futuro. Em vez de esperar o problema chegar e responder a ele, o governo do estado se antecipou e tomou a iniciativa. O Icesp também mostra um modelo de gestão que pode ser utilizado, que são as OSS (Organizações Sociais de Saúde). O Icesp é um prédio da secretaria de saúde, gerida pela Fundação Faculdade de Medicina, que pertence à Universidade de São Paulo, que faz parte do estado. Aqui dentro os médicos seguem horário, são remunerados de uma maneira adequada e são exigidos pelo trabalho que prestam. Nós trabalhamos com metas a cumprir, que são enviadas trimestralmente para a Secretaria de Saúde. Se não cumprirmos a meta, cai o nosso repasse. Acho que esse pode ser um modelo. Não adianta Brasília achar que vai controlar tudo lá de cima. Deixar a gestão na mão de uma fundação dá uma agilidade, o que é fundamental.

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