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Câncer de Próstata

O câncer de próstata é o sexto tipo mais comum no mundo e o de maior incidência nos homens. As taxas da manifestação da doença são cerca de seis vezes maiores nos países desenvolvidos, quando comparados aos países em desenvolvimento.

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Cerca de três quartos dos casos no mundo ocorrem em homens com mais de 65 anos. Quando diagnosticado e tratado no início, tem os riscos de mortalidade reduzidos. No Brasil, é a quarta causa de morte por câncer e corresponde a 6% do total de óbitos por este grupo.

Segundo estimativa da pesquisa Incidência de Câncer no Brasil em 2010/11, realizada pelo Instituto Nacional do Câncer, a população masculina do Rio Grande do Sul deve ser a que apresentará mais casos de câncer de próstata até o final do ano – 80 para cada 100 mil homens.

Prevenção e tratamento

A próstata é uma glândula masculina localizada na parte baixa do abdômen. Tem a formade maçã e situa-se logo abaixo da bexiga e à frente do reto. A próstata envolve a porção inicial da uretra, tubo pelo qual a urina armazenada na bexiga é eliminada.

Uma dieta rica em frutas, verduras, legumes, grãos e cereais integrais e com menos gordura, principalmente as de origem animal, ajuda a diminuir o risco do câncer. Especialistas recomendam pelo menos 30 minutos diários de atividade física, manter o peso adequado à altura, diminuir o consumo de álcool e não fumar.

Homens a partir dos 50 anos devem procurar um posto de saúde para realizar exames derotina. Os sintomas mais comuns do tumor são a dificuldade de urinar, frequência urinária alterada ou diminuição da força do jato da urina, dentre outros. Quem tem histórico familiar da doença deve avisar o médico, que indicará os exames necessários.

O toque retal é o teste mais utilizado, apesar de suas limitações: somente a porção posterior e lateral da próstata pode ser palpada. É recomendável fazer o exame PSA (antígeno prostático específico, na sigla em inglês), que pode identificar o aumento deuma proteína produzida pela próstata, o que seria um indício da doença.

Para um diagnóstico preciso, é necessário analisar parte do tecido da glândula, obtida pela biópsia da próstata.

Caso a doença seja comprovada, o médico pode indicar radioterapia, cirurgia ou até tratamento hormonal. Para doença metastática (quando o tumor original já se espalhou para outras partes do corpo), o tratamento escolhido é a terapia hormonal. A escolha do tratamento mais adequado deve ser individualizada e definida após médico e paciente discutirem os riscos e benefícios de cada um.

Rede pública

A Política Nacional de Atenção Oncológica garante o atendimento integral a todos aqueles diagnosticados com câncer, por meio das Unidades de Assistência de Alta Complexidadeem Oncologia (Unacon) e dos Centros de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia (Cacon).

Todos os estados brasileiros têm pelo menos um hospital habilitado em oncologia, ondeo paciente de câncer encontrará desde um exame até cirurgias mais complexas.

Mas para ser atendido nessas unidades e centros é necessário ter um diagnóstico já confirmado de câncer por laudo de biópsia ou punção.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.brasil.gov.br

Saiba o que são Vegetais Crucíferos

Diabetes, uma verdadeira epidemia

Embora o termo epidemia tenha sido utilizado, ao longo dos tempos, para a rapidez com que doenças infectocontagiosas se espalham pelo mundo, essa palavra também tem sido utilizada para explicar a velocidade espantosa do alcance do diabetes nos últimos anos. Atualmente, somos 366 milhões de pessoas com diabetes no mundo. A continuar o ritmo atual, seremos 552 milhões em 2030.

Ainda hoje, a maioria das pessoas desconhece a nítida correlação do diabetes com obesidade e sedentarismo, e também os inúmeros agravos à saúde que o diabetes produz, se não controlado a tempo: amputações de membros inferiores, cegueira, insuficiência renal, infarto do miocárdio, acidente vascular cerebral. Portanto, se não forem tomadas medidas de alerta à população quanto a essa associação sedentarismo-obesidade-diabetes, a curva continuará em ascensão. Apenas com intervenções culturais apropriadas conseguiremos reduzir o enorme gasto econômico e sofrimento pessoal daí advindos.

No dia 14 de novembro, escolhido como Dia Mundial do Diabetes por ser a data do nascimento de Frederick Banting, descobridor da insulina, monumentos e prédios históricos do mundo serão iluminados com canhões de luzes circulares azuis, símbolo da campanha deste evento internacional. Países se engajarão, representando a união de todos na luta contra o diabetes.

O Instituto da Criança com Diabetes, ligado ao Grupo Hospitalar Conceição, que hoje assiste a cerca de 2.500 crianças e adolescentes com diabetes tipo 1 (insulinodependentes)  pelo Sistema Único de Saúde, já conseguiu reduzir, ao longo dos seus oito anos de funcionamento, em 80% o índice de internações hospitalares, utilizando medidas simples, mas efetivas e continuadas, como a educação diária através de temas relacionados ao diabetes. Por isso, façamos nossa parte, e pensemos um pouco nesse problema, que é de todos, e em como combatê-lo.

Médico endocrinologista, presidente da Sociedade Brasileira de Diabetes.

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Brasil tem Queda de 44% nos Casos de Dengue

Ministério da Saúde divulgou nesta quinta-feira (17) que, nos primeiros quatro meses deste ano, foram registrados 286.011 casos confirmados de dengue no Brasil. O número representa queda de 44% em relação ao mesmo período de 2011, quando foram registrados 507.798 casos. No entanto, sete estados brasileiros ainda registraram alta no número total de casos confirmados: Tocantins, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Bahia, Roraima e Mato Grosso.

A dengue é causada por um vírus, que é transmitido pelo mosquito Aedes aegypti. A doença pode ser apresentada em duas formas: a clássica, que causa febre e dores na cabeça e nas articulações, e a hemorrágica, que, além desses sintomas, provoca sangramentos e pode levar à morte.

O governo ainda informou que houve diminuição de 87% nos casos graves da doença  – os que requerem hospitalização, geralmente pela dengue hemorrágica. Neste ano, foram registrados 1.083 casos graves e em 2011, foram 8.630 entre janeiro e abril.

Em relação à mortalidade, foi constatada redução de 80% em relação ao mesmo período do ano anterior. Nos quatro primeiros meses de 2012, 74 pessoas morreram de dengue, enquanto no mesmo período do ano passado houve 374 mortes.

Já em comparação a 2010, o Ministério constatou queda de 91% dos casos graves da doença — naquele ano houve 11.845 notificações. A mortalidade em 2012, se comparada ao mesmo período de 2010, diminuiu 84% — foram constatadas 467 mortes. Os casos confirmados em todo país registraram queda de 58% frente 2010, ano que teve 682.130 casos registrados.

O número de mortes de 2012, no entanto, ainda pode ser maior. Segundo o secretário de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa, pode haver um aumento de até 20% até que o balanço seja finalizado — no final de maio. Segundo ele, há casos de mortes que ainda faltam ser confirmados pelo Ministério. Os quatro primeiros meses do ano são considerados o período de maior incidência da doença.

Vírus tipo 4
O vírus tipo 4 da dengue, que era raro até 2011, já é o que mais circula no país. Foi ele que causou 59,3% dos casos registrados nesses quatro meses. Em segundo lugar, aparece o tipo 1, com 36,4% dos casos. Os vírus tipo 2 e tipo 3 também foram registrados.

A presença dos quatro tipos diferentes do vírus é uma ameaça a mais para a saúde pública. Cada pessoa só pode ter dengue uma vez por cada tipo do vírus. Em outras palavras, quem já teve dengue devido ao vírus tipo 1 só pode ter a doença novamente se for infectado pelos tipos 2, 3 ou 4.

A possibilidade da reincidência da doença é preocupante. Caso ocorra um segundo episódio da dengue, os sintomas se manifestam com mais severidade, o que é um problema. Pode causar inflamações e, por isso, aumenta o risco de lesões nos vasos sanguíneos, o que levaria à dengue hemorrágica. Um terceiro episódio poderia ser ainda mais grave, e um quarto seria mais perigoso que o terceiro.

O Ministério reconheceu que o surgimento do novo tipo de vírus representa um “risco real” de aumento de casos, mas explicou que não há ações específicas para combater este vírus no Brasil.

Por regiões
De acordo com o Secretário de Vigilância em Saúde do ministério, Jarbas Barbosa, 81,6% dos casos – 233.488 – notificados neste ano ficaram concentrados em dez estados. O Rio de Janeiro foi o estado com maior número de casos notificados, com 80.160 notificações. Em segundo lugar, ficou a Bahia, com 28.154 casos, e em seguida vem Pernambuco, com 27.393.

A cidade do Rio de Janeiro foi a que teve mais por dengue em 2012 foi o Rio de Janeiro, com 15 óbitos confirmados. Em 2011, foram 43 mortes, enquanto em 2008 foram 161. Barbosa explicou que mais de 90% dos casos de dengue acontecem nos primeiros quatro meses do ano.

De acordo com o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, ainda há uma situação de epidemia de dengue em alguns municípios do país. O Ministério da Saúde considera cidades em situação epidêmica aquelas que tenham acima de 300 casos para 100 mil pessoas. Padilha afirmou que alguns municípios que ainda vivem nesta situação são Rio de Janeiro, Fortaleza, Recife, Palmas, Cuiabá e Aparecida de Goiânia.

Amazonas e Acre foram os estados que tiveram maior queda de casos da dengue. Em 2012, foram registrados no Amazonas 3.009 casos, enquanto em 2011 foram 56.176 casos. No Acre, foram 2.051 casos neste ano e 17.431 no ano passado. “Amazonas e Acre tiveram maior queda porque tiveram grande epidemia no ano passado, grande circulação do vírus tipo 4. Foram os primeiros estados com circulação do novo vírus”, disse o ministro.

Prevenção
De acordo com o Ministério, a diminuição dos números relativos à dengue é resultado de ações do governo. Neste ano foram repassados R$ 92,8 milhões a 1.158 municípios para ações de prevenção e controle da doença.

O ministro afirmou que a decisão do governo de criar incentivos aos municípios de acordo com o desempenho das equipes nas ações de vigilância e controle à dengue pode ter ajudado a diminuir os números. “No ano passado decidimos colocar 20% a mais de recurso nos municípios desde que fossem cumpridas as exigências na vigilância da saúde”, disse.

Padilha também acredita que o conceito de que se enfrenta a dengue ao matar os mosquitos transmissores é ultrapassado. “É preciso integrar as equipes, reduzir tempo de espera para tratamento, para diagnóstico e para início do cuidado de identificação dos riscos dos casos graves. O controle do mosquito é uma das ações”, explicou.

O governo prometeu continuar combatendo a dengue, principalmente no segundo semestre do ano, período em que a epidemia não se manifesta. Ele ainda alertou aos municípios que passarão por período eleitoral para que não haja desmobilização ou redução do trabalho contra a dengue.

Para o ministro, mudanças na quantidade de chuvas não justificariam a queda, pois têm pouca influência sobre as grandes cidades, que registram a maioria dos casos. “Provavelmente não foram mudanças climáticas que tiveram a maior influência no número de casos no país”, apontou.

Padilha também falou sobre as pesquisas para desenvolver a vacina contra a dengue. “Vamos continuar investindo para desenvolver uma vacina contra a dengue. Nós temos três estudos em andamento e vamos realizar um seminário no segundo semestre deste ano sobre o assunto”.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://g1.globo.com

Obesidade deve matar 10 milhões de Brasileiros até 2012, diz Estudo

Hipertensão e outras doenças ligadas ao excesso de peso atingem mulheres, homens e crianças em todo o mundo.

A obesidade possui relação estreita com a hipertensão. Estima-se que seja responsável por 30% dos casos da doença. Cerca de 75% dos homens e 65% das mulheres brasileiras apresentam pressão alta diretamente ligada ao sobrepeso. Um estudo da Organização Mundial da Saúde afirma que o sedentarismo, a alimentação irregular e compulsiva, inclusive em crianças, resulta em índices alarmantes de obesidade: São 55% dos homens e 62% das mulheres, além de 5% dos 70 milhões de crianças e adolescentes. A projeção, segundo a OMS, é ainda pior: Até 2015, 10 milhões de brasileiros morrerão em decorrência de doenças crônicas originadas pela obesidade. O Brasil está entre os recordistas mundiais desses casos.

Cerca de 30% dos óbitos são ocasionados por doenças cardiovasculares. São aproximadamente 300 mil mortes por ano. A principal causa é o acidente vascular cerebral (AVC), sendo a hipertensão arterial responsável por 40% destes casos. A elevação da pressão arterial aumenta progressivamente a mortalidade cardiovascular. A hipertensão e as doenças a ela relacionadas geram um contingente significativo de internações. Em 2005, foram mais de R$ 1,1 milhão de internações, com um custo que passa de R$ 1,3 bilhões, segundo o Ministério da Saúde.

Números que assustam

Segundo o Ministério da Saúde, a taxa de incidência de hipertensão varia entre 20% e 30% na população brasileira, alcançando 50% em faixas etárias mais avançadas. O mais grave é que dos 43 milhões de adultos hipertensos, 15 milhões (35%) desconhecem a existência do problema e apenas 7 milhões estão em tratamento. Crianças e adolescentes não estão ilesos. São 3,5 milhões de crianças e adolescentes que precisam de tratamento no Brasil.

Anualmente, cerca de 300 mil brasileiros morrem por doenças cardiovasculares, mais da metade em decorrência de pressão alta. Entre essas enfermidades, a principal causa de morte é o acidente vascular cerebral (AVC), que tem como principal fator de risco a hipertensão – responsável por 40% desses óbitos. A hipertensão é também causa direta de aproximadamente 25% das mortes por doença coronariana.

No Brasil, a prevalência hipertensão é de 26,6% nos homens e 26,1 nas mulheres. A doença é mais freqüente em mulheres afrodescendentes com risco 130% mais elevado em relação às mulheres brancas. Outro agravante é o sedentarismo que aumenta o risco de hipertensão em 30%.

O alerta quanto à pressão alta não é menos importante do que o referente à obesidade. No Brasil, 40% da população está acima do peso e 15% tem obesidade. Segundo relatório da OMS sobre doenças crônicas (2005), no país, 55% dos homens e 62% das mulheres estão acima do peso. A projeção para 2015 é de que chegue a 67% no sexo masculino e 74% no feminino, com um total de 10 milhões de mortes por doenças crônicas ocasionadas por obesidade.

Em busca da solução

A medicina mundial está lutando para reverter o quadro. Na América Latina importantes sociedades de cardiologia e endocrinologia se reúnem com esse objetivo. A Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) e seu Departamento de Hipertensão Arterial e outros grupos brasileiros e internacionais realizarão o I Congresso Latino-Americano de Hipertensão e Obesidade, de 29 de novembro a 1º de dezembro, no Rio de Janeiro, no Hotel Intercontinental. O objetivo é criar uma estratégia eficiente para reduzir esses males. “Tratamento, medicação e os métodos cirúrgicos mais eficazes e atuais estarão em pauta no congresso” diz Andréa Araújo Brandão, presidente da Comissão organizadora e do Departamento de Hipertensão Arterial da SBC.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://itodas.uol.com.br/

Obesidade pode contribuir para Evolução do Câncer de Mama

Segundo um estudo publicado recentemente no Journal of Clinical Investigation, as células de gorduras dos seios podem contribuir para o crescimento de tumores na região. Esta gordura que circula no tumor tem fatores de oncogênese – que são ações celulares ou genéticas que podem causar algum tipo de câncer. 

O motivo desta relação é que, tanto nas células do tumor, como nas de gordura, foram encontradas uma grande quantidade de um tipo de proteína chamado Col6.

Segundo os pesquisadores do Centro Médico da University of Texas Southwestern, Philip Scherer e Jiyoung Park, esta proteína acelerou o crescimento dos tumores e promoveu a metástase nos ratos observados. Além disso, os roedores que receberam menos quantidade de Col6 apresentaram um crescimento considerado bem inferior do tumor e pouca metástase.

Assim, os estudos concluíram que a obesidade pode estar ligada com a progressão de casos de câncer de mama e sugere também que o controle desta proteína pode contribuir para uma nova alternativa de tratamento contra a doença.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://saude.terra.com.br/

Doenças da Terceira Idade

No Brasil, os idosos (pessoas com 60 anos ou mais) representam 8,6% da população total do País. De acordo com o IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, da década de 1990 para os anos 2000, a população de terceira idade no Brasil cresceu 17%. O País tem hoje cerca de 20 milhões de idosos. Em 2025, esse número deve passar para 32 milhões de pessoas.

Segundo o Ministério da Saúde, as doenças do aparelho circulatório são a principal causa de mortalidade em idosos, com mais de 37% do número de mortes. As mais comuns são derrame, infarto e hipertensão arterial. Em seguida, vêm tumores e doenças do aparelho respiratório, por exemplo, pneumonia e DPOC (doença pulmonar obstrutiva crônica, como o enfisema e a bronquite crônica). A lista completa das doenças e as incidências podem ser acessadas no Portal da Saúde.

A médica geriatra da Santa Casa de São Paulo, Fabíola Borges, explica que o idoso tem alteração da imunidade e maior risco de infecção. Diversas alterações são peculiares a cada órgão. Características pessoais, questões sociais, dificuldades de higienização e alimentação também influenciam no envelhecimento do indivíduo.

Para evitar doenças e ter uma boa qualidade de vida é preciso ter uma alimentação adequada, com a presença de frutas, verduras, leite e vitaminas, já que o idoso tem naturalmente falta de vitamina B. “O exercício físico para aumento da força e da massa muscular está diretamente relacionado à saúde do idoso”, afirma. A partir dos 40 anos, a chance de ter um melhor envelhecimento está ligado a hábitos saudáveis.

Outro aspecto, não direcionado a doenças, mas que garante uma boa qualidade de vida ao idoso é o suporte social. “As relações pessoais que ele conseguiu manter, o trabalho e as condições financeiras vão ser diretamente ligados ao envelhecimento”, conclui.

Tumores também são frequentes fatores de mortalidade em idosos. Segundo o médico oncologista e professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Hakaru Tadokoro, os casos de câncer no Brasil aumentaram porque a população está envelhecendo mais. A doença é mais comum em pessoas com mais de 55, 60 anos, pois o organismo está exposto a substâncias nocivas há muito mais tempo.

O fumo é um dos principais fatores desencadeantes do câncer, além de comida gordurosa, industrializada, alta ingestão calórica e obesidade. Os mais comuns aos idosos são os de próstata (homens), de mama (mulheres) e no pulmão. Segundo o especialista, de 80% a 90% dos casos têm cura se o diagnóstico é precoce.

As pessoas se tornam mais vulneráveis com a idade. De acordo com o professor livre docente em cardiologia pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), Maurício Wajngarten, as doenças crônicas não-transmissíveis vão se acumulando, assim o diagnóstico na pessoa idosa é mais complexo e exige uma avaliação ampla.

Todas as doenças cardiovasculares, respiratórias, cerebrovasculares (AVC), diabetes e até o câncer podem ser consideradas doenças crônicas. Elas representam no Brasil 72% das causas das mortes. Quando se vive mais, há mais chance de ter uma doença crônica, daí a preocupação para que haja controle e prevenção. “O indivíduo pode viver com hipertensão e diabetes, por exemplo, mas precisa ter controle”, resume a gerontóloga.

A gerontologista e coordenadora nacional da Saúde do Idoso, do Ministério da Saúde, Luiza Machado, diz que o envelhecimento não começa aos 60 anos e sim quando o bebê ainda está no útero da mãe. Os hábitos saudáveis de vida desde a infância vão determinar a saúde do idoso. Como a expectativa de vida aumentou muito e o envelhecimento no Brasil é um fator relativamente novo, é preciso capacitar e formar profissionais de saúde para lidar com os problemas. “Hoje a expectativa de vida é de cerca de 75 anos de idade no País e pode chegar a 120 anos daqui a 50 anos”, diz.

A Área Técnica da Saúde do Idoso desenvolve ações estratégicas com base nas diretrizes contidas na Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa, para promover o envelhecimento ativo e saudável, a manutenção e a reabilitação da capacidade funcional. Um idoso saudável tem a autonomia preservada, tanto a física como a psíquica.

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Mitos e Verdades sobre a Terceira Idade

Não adianta negar, todo mundo vai envelhecer. O processo, que começa perto dos 30 anos com a queda da capacidade pulmonar e cardíaca máxima e com a diminuição na produção de colágeno, é inevitável. Saiba mais sobre os mitos e verdades que acontecem com o corpo quando você alcança a casa dos 60.  


Quando ficamos velhos, ficamos mais esquecidos

Mito. “Quando falamos de envelhecimento, temos alterações em todos os sistemas orgânicos. Do ponto de vista neurológico, existem modificações sim, porém, nem sempre elas comprometem a função cerebral do indivíduo”, explica Roberto Dischinger Miranda, geriatra e cardiologista do Instituto Longevità, de São Paulo. Algumas mudanças no estilo de vida fazem com que o idoso fique menos atento ou participativo. As pessoas mais jovens estão mais ligadas aos fatos que acontecem ao seu redor. À medida que a pessoa fica mais tranquila, tende a diminuir o poder de assimilação dos fatos. “A nossa memória está relacionada à atenção. Pelo próprio estilo de vida que levamos, implica em menor registro, menor foco de memória. Nem sempre lapsos de memória sinalizam doença”, explica o médico. Para evitar que eles apareçam, invista em atividades prazerosas para evitar que o cérebro fique acomodado. Aprender uma nova língua, um instrumento musical ou até mesmo usar o computador pode ser uma ótima maneira de estimular o funcionamento cerebral.

Quando ficamos mais velhos precisamos nos exercitar menos
Verdade. As alterações no organismo próprias do envelhecimento começam aos 30 anos e com elas vem a diminuição das capacidades pulmonar e cardíaca máximas. A repercussão dessas mudanças na vida cotidiana é pequena, porém, a queda de desempenho pode ser facilmente sentida durante os exercícios físicos. “Os exercícios devem ter uma intensidade diferente daquele praticado quando a pessoa era jovem. Mas, em qualquer idade, a atividade física é importante. E a performance ao se exercitar dependerá de cada um, é uma capacidade individual”, comenta o geriatra.

As dores são inevitáveis, principalmente as causadas pela artrite
Mito. Osteoartrose é uma das doenças mais comuns no envelhecimento e provoca dor. “Apesar das dores ocasionadas pela degeneração da cartilagem serem consideras comuns, não podemos considerá-las normais. O paciente deve ir ao médico para fazer um tratamento, fisioterapia e controlar o peso”, explica o médico.

O desejo sexual diminui com a idade
Verdade. Segundo Roberto Dischinger Miranda, o desejo sexual tende a diminuir com a idade, por ser próprio do envelhecimento humano. Nas mulheres, a menopausa faz com que a lubrificação diminua, o que causa dores durante a penetração. No homem, é comum a disfunção erétil. Porém, muitas vezes isso não impede a vida sexual do casal. É importante que os dois estejam bem com a prática, seja uma vez ao dia ou uma vez ao mês.

Acima de 60 anos devo procurar um geriatra
Mito. O geriatra é nada menos que um médico generalista com especialização em doenças mais comuns da terceira idade. Como o processo de envelhecimento começa quando somos jovens, é possível ir ao geriatra para acompanhar o avanço da idade, de maneira preventiva. “Não há nada que impeça a pessoa de envelhecer, o importante é manter a capacidade funcional, motora, física e mental”, explica o médico.

Pessoas com mais de 60 anos sentem menos sede
Mito. A estrutura fisiológica em si não causa essa alteração. “Muitas vezes, o que acontece é que o idoso perde bastante água por um quadro de incontinência urinária ou devido aos remédios diuréticos. Com isso, eles tendem a diminuir a ingestão de água – conscientemente ou não”, diz a nutricionista especializada em gerontologia Maristela Strufaldi. O quadro pode levar à desidratação, tontura, problemas intestinais e prejudicar a pele. “Por mais que o corpo não exija, deve-se tomar a mesma quantidade de água que antes”, defende Maristela.

Os idosos sentem menos sono
Mito. Algumas teorias defendem que o que acontece na verdade é uma mudança na arquitetura do sono. “Muitas vezes, o idoso tem a sensação de que dorme menos ou de que não dormiu bem. Mas nem sempre isso é real”, comenta Miranda. Quando a atividade do corpo é menor durante o dia, é natural que as horas de sono diminuam. Porém, nem sempre é preciso tratar com medicamentos. Primeiramente, é preciso investigar as causas dessa mudança e, se possível, tratá-las.

O paladar muda com a chegada da idade
Verdade. Assim como os outros músculos, as papilas gustativas, que ficam na língua, tendem a atrofiar. Isso influencia na percepção do paladar. “Para compensar essa perda, os idosos tendem a buscar alimentos ora muito doces, ora muito salgados”, elucida Maristela.

Os músculos desaparecem com o passar do tempo
Verdade. Segundo a nutricionista, a queda funcional do corpo faz com que aumente a quantidade de gordura, diminua a quantidade de massa magra e ocasione a queda no colágeno. O quadro, normal com o envelhecimento, acontece devido à morte celular e à atrofia muscular. O problema pode ser levemente corrigido com atividade física e alimentação balanceada.

Existem doenças consideradas normais na 3ª idade (diabetes, hipertensão)
Mito. Tudo que é considerado doença não pode ser chamado de normal. Pressão alta, diabetes, catarata são comuns, porém, jamais devem ser consideradas normais, uma vez que comprometem a vida do indivíduo. “O ideal é envelhecer com saúde e bem-estar”, completa o geriatra.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://saude.terra.com.br

Chocolate faz bem ao Coração, diz Pesquisa

Comer chocolate faz bem ao coração. Ao menos é o que indica uma pesquisa apresentada nesta segunda-feira no Congresso da Sociedade Europeia de Cardiologia, em Paris. De acordo com o estudo, o consumo do alimento está associado à redução, em um terço, dos riscos de doenças cardíacas. Além de reduzir em 37% as chances de males do coração, a ingestão de chocolate faz cair em 29% os riscos de acidente vascular cerebral (AVC), popularmente conhecido como derrame. Os especialistas alertam, porém, que o consumo deve ser feito com cautela – já que o chocolate pode levar à obesidade.

Pesquisas recentes já vinham mostrando que o consumo de chocolate tem uma influência positiva na saúde, em função de suas propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias. Isso incluiria a redução da pressão sanguínea e uma melhora na sensibilidade à insulina (um dos estágios de desenvolvimento do diabetes). As evidências de como o chocolate afetaria o coração, no entanto, ainda permaneciam obscuras.

Pesquisa – Para responder a essa pergunta, uma equipe da Universidade de Cambridge, coordenada por Oscar Franco, realizou um revisão em larga escala de evidências existentes até aqui. Eles pretendiam descobrir como o chocolate influenciaria problemas cardiovasculares, como o infarte e o derrame. Foram analisados os resultados de sete estudos anteriores, que envolviam mais de 100.000 participantes – que podiam ou não ter problemas cardíacos. Os dados foram divididos entre os grupos de pacientes que apresentavam o maior e o menor consumo de choocolate.

Dos sete estudos analisados, cinco apontaram uma relação benéfica entre o alto consumo de chocolate e os riscos cardiovasculares. Não foi encontrada nenhuma redução significativa em relação à insuficiência cardíaca e nem houve diferenciação do tipo de chocolate – como o ao leite ou amargo. A pesquisa incluiu o consumo de barras de chocolate, bebidas, biscoitos e sobremesas.

Precaução – De acordo com os pesquisadores, os resultados devem ser interpretados com cuidado. Isso se deve ao fato de que o chocolate vendido comercialmente hoje é muito calórico – cerca de 500 calorias para cada 100 gramas. O consumo exagerado pode levar ao ganho de peso, o que pode acabar facilitando o aparecimento de problemas como diabetes e doenças cardíacas.

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Seu Coração merece Saúde

Você deve conhecer pessoas que sofrem deste mal que tem atingido milhares de pessoas no mundo: a hipertensão. Esta doença, também conhecida como pressão alta acontece quando a pressão sanguínea permanece elevada, com valores iguais ou superiores a 140/90 mm/Hg. Para você entender melhor, estes valores indicam a pressão que o sangue exerce nas paredes do coração durante o período de contração e relaxamento.

O que é pressão arterial?

A pressão arterial é a força que mantém o sangue circulando; ela tem início com o batimento do coração, o qual joga o sangue pelos vasos sanguíneos (artérias). As paredes das artérias são como tubos elásticos, que se esticam e relaxam a fim de manter o sangue circulando por todas as partes do organismo. Os valores normais de pressão sanguínea são próximos de 120/80 mm/Hg.

Por que a hipertensão é perigosa?

Quando a pressão sanguínea, ou seja, a intensidade do sangue nas paredes das veias e artérias está acima do normal, pode ocorrer o rompimento dos vasos, o que muitas vezes é fatal. A hipertensão é uma doença perigosa, porque geralmente não apresenta sintomas, mas de repente, pode levar a pessoa a sofrer um ataque cardíaco ou um derrame.

O que agrava o aumento da pressão?

Muitos fatores podem levar à hipertensão, dentre eles características genéticas, estresse intenso no dia-a-dia, obesidade, sedentarismo, fumo e alimentação rica em colesterol e alimentos fonte de sódio: sal, alimentos embutidos – salame, lingüiça, salsicha e copa – além de outros alimentos industrializados. O sódio é um mineral capaz de aumentar a pressão do sangue, portanto, o seu consumo através da alimentação deve ser controlado.

Alerta e prevenção da hipertensão

A boa notícia vem agora: a hipertensão pode ser prevenida através de hábitos saudáveis. Se você se conscientizar desde já dos problemas que uma alimentação rica em sódio e gorduras pode ocasionar, com certeza, modificará corriqueiros hábitos alimentares e isso trará benefícios importantíssimos para a sua saúde. Acompanhe as recomendações clicando no link abaixo.

Dicas saudáveis para prevenir a Hipertensão

  • Em primeiro lugar você deve, pelo menos uma vez ao ano, procurar a orientação de um cardiologista e solicitar que ele meça a sua pressão sanguínea;
  • Embora seja difícil, evite passar por ocasiões de estresse, dando sua atenção redobrada apenas para situações extremas;
  • Deixe o sedentarismo de lado, tenha motivação para caminhar, dançar, correr e fazer atividades físicas que te façam bem;
  • Procure eliminar o peso em excesso, pois a obesidade pode agravar o aumento da pressão arterial;
  • Não deixe o saleiro na mesa durante as refeições, pois o sal adicionado após o preparo faz com que você ultrapasse a dose diária recomendada;
  • Se o seu médico ou nutricionista recomendarem, o sal light pode ser uma boa opção, já que ele possui menos sódio do que o sal refinado. Geralmente no sal light, o sódio é substituído por potássio;
  • Lembre-se que o ‘vilão’ contido no sal de cozinha é o sódio, pois ele é capaz de elevar a pressão sanguínea. Além do sal, outros alimentos contêm sódio e devem ser evitados, entre eles, carnes processadas (presunto, mortadela, copa, bacon, paio, salsicha, lingüiça, salame, carne seca, nuggets de frango e chouriço);
  • Diminua o consumo de alimentos enlatados ou em conserva (azeitonas, picles, ervilhas e palmito);
  • Queijos amarelos e salgadinhos industrializados também devem ser evitados devido ao alto teor de sódio que possuem;
  • Reduza o consumo de álcool, pois ele pode agravar o aumento da pressão sanguínea;
  • As ervas, especiarias e outros temperos (orégano, manjericão, limão e vinagre) possuem baixo teor de sódio e podem ser utilizados para deixar os pratos mais saborosos;
  • Os temperos e molhos industrializados como o ‘Aji-no-moto’ (glutamato monossódico), ‘Sazon’, catchup, mostarda, maionese, molho inglês, molho shoyo e molhos prontos para saladas fornecem grande quantidade de sódio, portanto, nada de excessos!

Por:
Roberta Stella
Nutricionista formada pela Universidade de São Paulo (USP)

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://cyberdiet.terra.com.br


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