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Obesidade Infantil

Foi-se o tempo que criança saudável era criança gordinha.

Hoje o cenário é assustador: a obesidade atinge 15% dos pequenos, que estão expostos a riscos de gente grande. A falta de exercícios e a alimentação inadequada são os grandes culpados pelos quilos a mais. Só para se ter uma idéia, quando o pequeno devora um pacote de bolacha na hora do lanche, está ingerindo o equivalente a uma refeição completa em calorias.

Os prejuízos são enormes: além do impacto na auto-estima, aumenta a chance de problemas ortopédicos, de infecções respiratórias e de pele, de cirrose hepática por excesso de gordura depositada no fígado – a chamada esteatose. Pior: uma criança obesa em idade pré-escolar tem 30% de chances de virar um adulto rechonchudo. O risco sobe para 50% caso ela entre na adolescência gorda. Explica-se: as células adiposas vão ficando cada vez mais recheadas de gordura até que estouram e se multiplicam, fenômeno mais comum justamente no primeiro ano de vida e na adolescência.

Reverter o quadro depende basicamente de uma coisa: reeducação alimentar.


Ele tem tendência à obesidade?

Os cientistas identificaram oito fatores que podem levar à obesidade a partir dos 7 anos:

1. Mães que engordam demais durante a gravidez podem gerar bebês com mais tendência à obesidade

2. Crianças com peso e altura acima da média entre 8 e 18 meses têm maior propensão ao problema

3. Ao completar um ano, o bebê não deve pesar mais do que o triplo do que tinha ao nascer

4. Também não deve crescer mais do que 25 centímetros no primeiro ano.

5. Bebês que dormem pouco ficam mais cansados e fazem menos atividades durante o dia, facilitando o acúmulo de gordura.

6. Crianças com mais de três anos que ficam mais de oito horas por semana na frente da TV

7. Aparecimento de gordurinhas localizadas antes dos quatro anos

8. Pais gordos: além da genética contra, os filhos podem imitar seus hábitos


Como anda a balança do seu filho?

Nas crianças, o IMC isolado não é o melhor parâmetro pois o rápido crescimento e as oscilações de peso e altura não permitem uma avaliação precisa. Mas estes valores servem de referência.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://saude.abril.com.br

Gordo Ativo é tão Saudável quanto Magro, dizem Estudos

Dois estudos publicados hoje questionam o conceito já cristalizado de que gordura extra é sempre sinal de maior risco para a saúde.

O fenômeno é chamado pelos pesquisadores de paradoxo da obesidade: em certos casos, os quilos além da conta não indicam perigo e podem até ser protetores.

A primeira pesquisa analisou dados de 43 mil americanos divididos em grupos conforme o nível de obesidade e os resultados em testes de colesterol, pressão arterial e condicionamento físico.

Após um acompanhamento de cerca de 14 anos, os médicos, liderados por Francisco Ortega, da Universidade de Granada (Espanha), perceberam que os obesos considerados saudáveis após os exames tiveram um risco 38% menor do que os não saudáveis de morrer por qualquer causa. A redução de morte por problema cardíaco ou câncer foi de 30% a 50%.

O desempenho desses gordos “em forma” ao longo do tempo foi similar ao dos magros saudáveis, segundo o estudo, publicado hoje no “European Heart Journal”.

Outro trabalho, na mesma edição da revista especializada, analisou, por três anos, a mortalidade de 64 mil suecos com problemas cardíacos (como angina e infarto) submetidos a um exame de imagem para determinar a saúde de suas artérias coronárias.

Os pacientes foram subdivididos de acordo com seu IMC (índice de massa corporal, calculado dividindo o peso em quilos pela altura ao quadrado, em metros).

O gráfico de mortalidade ficou em forma de “U”: quem estava nos extremos (muito magros ou obesos mórbidos) tinha risco mais alto de morrer do que paciente intermediários, com sobrepeso ou obesidade moderada.

De acordo com o cardiologista Eduardo Gomes Lima, do Hospital 9 de Julho, esses achados propõem um questionamento ao uso do índice de massa corporal como método para avaliar obesidade.

“Dizer que um IMC a partir de 30 significa obesidade é suficiente? Nessa população vai ter obeso de verdade, mas também uma população com boa condição física, com muita massa magra. Não dá para colocar o IMC como grande definidor de prognóstico dos pacientes.”

A pesquisa que acompanhou os americanos credita o melhor condicionamento físico dos obesos saudáveis como responsável pelo menor risco de morte observado nesse grupo em relação aos não saudáveis.

De acordo com o cardiologista Raul Santos, diretor da unidade de lípides do Incor (Instituto do Coração do HC de São Paulo), os exercícios reduzem o impacto dos efeitos prejudiciais da gordura.

“O exercício tem ação anticoagulante, ajuda a dilatação dos vasos e melhora a resistência à insulina, tendo um efeito contrário ao da obesidade. É melhor ser um obeso que se exercita do que um magro sedentário.”

Para Santos, no caso do estudo com cardíacos, o efeito protetor conferido aos obesos moderados é mais difícil de explicar. Uma possibilidade é a de esse grupo ter pessoas com menos gordura abdominal, que produz substâncias inflamatórias e é um conhecido fator de risco cardíaco.

“Recomendamos a quem tem problema cardíaco perder peso, especialmente se a pessoa for barriguda.”

Lima afirma que não se deve ficar com a impressão de que a obesidade não tem consequências. “A obesidade mórbida sempre está associada a um prognóstico pior.”

Para ele, o importante é a necessidade de redefinir os limites da obesidade. “Talvez a gente esteja sendo muito rígido nessa avaliação.”

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/

Sedentarismo deve ser Tratado como Doença, diz Médico Americano

“Se o sedentarismo fosse reconhecido como uma doença, assim como diabetes e hipertensão, seria mais fácil educar a população para a importância do tratamento universalmente eficaz para isso: o exercício físico”, defende o médico Michael Joyner, da Clínica Mayo, nos Estados Unidos.

Em artigo publicado no “The Journal of Physiology”, o especialista diz que a inatividade é o diagnóstico primário de várias enfermidades, entre elas obesidade, lesões articulares, fibromialgia, hipertensão e diabetes.

Além de ser relacionada ao aparecimento dessas doenças, a ausência prolongada de exercício físico faz com que o corpo sofra mudanças estruturais e metabólicas: a frequência cardíaca pode aumentar muito durante a atividade física, ossos e músculos podem atrofiar e podem diminuir a resistência física e o volume sanguíneo.

Essas mudanças no corpo afastam ainda mais o sedentário da atividade, porque, quando ele tenta fazer um exercício, se cansa rapidamente ou sente tontura e outros desconfortos.

Para Joyner, as mudanças metabólicas e as complicações bastam para que a inatividade seja considerada uma doença –e não apenas a causa ou consequência de outras enfermidades– e o exercício supervisionado seja receitado.

“Se medicalizarmos a inatividade, como fizemos com os vícios do cigarro e da bebida, poderemos desenvolver programas de reabilitação formais que incluam terapia cognitivo-comportamental. Políticas públicas podem agir para limitar o sedentarismo”, disse ele, ao site de divulgação científica EurekAlert.

TRÊS MESES

Na mesma edição do períodico, uma pesquisa mostrou que três meses de atividade física melhoram os sintomas de pessoas com um tipo de arritmia cardíaca. O estudo foi feito pela The University of Texas Southwestern Medical Center.

No seu artigo, Joyner diz que essa é mais uma evidência de que a atividade física monitorada deve ser o primeiro passo do tratamento de muitas doenças.

Para os sedentários que tentam começar a fazer exercício, o especialista recomenda que isso seja feito lenta e progressivamente. “Não precisa treinar para uma maratona. Comece com metas alcançáveis”, afirma. Dez minutos por dia, três vezes por semana, já é um começo.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.folha.uol.com.br/

Obesidade Infantil pode estar ligada a Fatores Psicológicos

Além dos hábitos alimentares e do estilo de vida, mais um aspecto pode estar relacionado à obesidade infantil: o fator emocional. Uma pesquisa realizada pela psicóloga Ana Rosa Gliber no Instituto de Psicologia (IP) da USP revela que o ganho de peso em crianças pode estar associado a situações de perda e características de personalidade e que pode haver a necessidade de psicoterapia no tratamento do problema.

Ana identificou, na dissertação de mestrado. Um estudo compreensivo da personalidade de crianças obesas: enfoque kleiniano, a relação entre o ganho de peso e situações traumáticas ou de perda. Ela analisou a personalidade de seis crianças que não possuíam transtorno orgânico que justificasse a obesidade. Comer demais, para elas, é uma forma de amenizar o sofrimento e trazer tranqulidade. “Elas tentam preencher o vazio emocional e lidar com os problemas comendo, pois essa é uma forma de manter algo bom dentro de si. Se você tira isso, ela sente que perdeu algo bom”, afirma. Daí a importância da psicoterapia.

A pesquisadora também observou, em todos os casos, a presença de um problema amplamente discutido nos dias atuais: o bullying, ato de intimidação ou agressão, que pode ser psicológica ou física, praticado geralmente por um grupo de pessoas. As seis crianças passavam por situações do tipo, que as levavam ao isolamento e à depreciação de si, o que agravava ainda mais a questão psicológica que levava à obesidade.

Acompanhamento psicológico

A pesquisa, orientada pelo professor Avelino Luiz Rodrigues, conclui que não só os hábitos alimentares e o estilo de vida influenciam o ganho de peso, mas também a história de vida e o meio em que cada criança vive. Com esses resultados, Ana destaca a importância do acompanhamento psicológico no tratamento da obesidade: as seis crianças analisadas na pesquisa precisavam de psicoterapia para lidar com as situações de vida penosas e sua relação com a comida, além de cuidados médicos e nutricionais.

Ana também enfatiza a importância de um tratamento preventivo: sabendo que algumas características de personalidade, situações de perda e tipo de relação familiar podem contribuir para o desenvolvimento da obesidade, pode-se tentar evitá-la havendo a intervenção precoce em casos como esses. “Vendo a história de vida dessas crianças, fica claro o quanto a parte psicológica influencia na obesidade”, ressalta. Por esses motivos, a psicóloga considera essencial a atuação do psicólogo nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs).

Foram utilizados dois tipos de instrumentos psicológicos na pesquisa: o Procedimento de Desenhos-Estórias (D-E), em que cada criança faz cinco desenhos livres e, após, conta uma história de cada um deles e o Teste de Apercepção Temática Infantil com Figuras de Animais (CAT-A), em que o psicólogo apresenta dez pranchas com ilustrações e pede para que a criança conte uma história sobre a situação retratada na figura. Ana também entrevistou as mães das crianças, para conhecer um pouco da história de vida e do desenvolvimento da obesidade em cada caso.

A pesquisadora também ressalta a contribuição do estudo para os conhecimentos sobre a obesidade infantil. Segundo Ana, até agora são poucos os estudos dedicados a compreender a psicodinâmica da personalidade das crianças que sofrem com o problema, mesmo se tratando de um problema bastante discutido.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://exame.abril.com.br

Combate ao Sedentarismo 2012

Mês de Conscientização contra o Câncer de Mama

Alguns mitos sobre alimentação e exercícios

•  É verdade que tomar qualquer tipo de bebida durante as refeições não é bom?

Mito. Até 1 copo de 200ml não atrapalhará na digestão. O recomendado é beber água ou suco de frutas com baixas calorias. Já refrigerantes ou bebidas com gás são ricas em fósforo e, em geral, em cafeína, que prejudicam a absorção do cálcio, do ferro e das vitaminas da refeição.

•  Fazer exercícios com agasalhos e plásticos enrolados no corpo ajuda no emagrecimento?

Mito. Causa perda exagerada de água e pode provocar desidratação durante o exercício. É importante destacar que suar não indica emagrecer, mas simplesmente perda de água pelo organismo.

• Água com açúcar acalma?

Mito. Quando ingerido, o açúcar vai para o estômago, onde é transformado em dois compostos: frutose e glicose. Ele é transformado em uma importante fonte de energia para o corpo, no entanto não tem nenhuma propriedade sedativa sobre o sistema nervoso.

• Algumas pessoas nasceram para ser obesas?

Mito. A herança genética influencia nas formas e características do nosso corpo, mas isto não significa que a pessoa que herda o gene da obesidade deva ser necessariamente gorda. Afinal, para aumentar de peso, temos que ingerir mais calorias do que queimamos. Para combater a tendência genética é necessário muita disciplina alimentar e atividades físicas frequentes.

 

 

Fonte: Portal Só Nutrição

OMS: latinos devem combater obesidade

Data: 28/02/2011

Fonte: O Estado de São Paulo

 A diretora da Organização Mundial da Saúde (OMS), Margaret Chan, pediu aos governos que tomem medidas para combater a obesidade. A declaração foi dada na sexta-feira, no México, durante a Consulta Regional de Alto Nível das Américas contra as Doenças Crônicas Não Transmissíveis. Segundo ela, a obesidade de 43 milhões de crianças no mundo não é resultado de maus pais, mas de uma política de saúde ruim. O documento aprovado pelos 31 países presentes na reunião propõe um engajamento na luta contra a doença nos setores de educação, cultura, comércio e mídia.

Delícias Gasosas: Saiba por que os refrigerantes prejudicam a saúde

Em tempos de muita correria, sobra pouco tempo para saborear refeições mais nutritivas, o que ocorre na maioria das vezes é a opção pelo fast-food que, além de ser lotado de gorduras Trans (um dos tipos mais perigosos ao nosso organismo), também sempre é acompanhado de algum tipo de refrigerante (colas, soda, guaraná, etc).

Os problemas começam justamente quando vira hábito ingerir diariamente esse tipo de líquido. Assim como qualquer alimento fast-food, o refrigerante não faz bem algum ao corpo, pelo contrário, seu consumo excessivo pode gerar vários problemas à saúde.

De acordo com cientistas, o consumo exagerado do refrigerante corrói os dentes (cáries), gera flatulência (gases), obesidade, agrava quadros de gastrite, confunde os hormônios do apetite durante o processo digestivo, enfraquece os ossos e torna o organismo mais propenso a desenvolver diabetes.

Saiba que:

– Os refrigerantes perdem apenas para TV quando o assunto é fator causador da obesidade!

– Segundo pesquisas americanas, um adulto que costuma beber 3 a 4 vezes ao dia refrigerante tem 62% a mais de chances em desenvolver algum problema dentário comparado ao adulto que não ingeri tal líquido.

– Na década de 50, crianças geralmente bebiam 1 copo de refrigerante para cada 3 copos de leite, atualmente essa estatística se inverteu! A Osteoporose nos dias de hoje atinge milhões de pessoas, mas no futuro, provavelmente teremos uma nação com essa doença, tudo isso graças ao consumo do refrigerante, que desgasta e enfraquece os ossos.

Se você consome diariamente grande quantidade de refrigerante e pretende diminuir ou excluir de sua dieta tal bebida, tente optar por sucos naturais, águas minerais com sabores de frutas, água com gás ou vitaminas. Dessa maneira você evita várias doenças como obesidade, diabetes e problemas dentários, além de obter um dia-a-dia mais leve e saudável.

Postado por Edson Fabrício
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Foto: reprodução

“Dr. Google” dá informações erradas sobre obesidade

O advento da internet mudou a forma como as pessoas buscam informações a cada sintoma apresentado pelo corpo. Um estudo mostra que procurar sites para encontrar notícias e tratamentos sobre a obesidade merece uma boa filtragem do internauta. Quem faz o alerta é a pesquisadora emília vitória da Silva, que abordou o assunto em sua tese de doutorado na Faculdade de Ciências da Universidade de Brasília (UnB). Foram consultadas informações de 134 sites, todos encontrados pelos canais de busca. algumas páginas avaliadas continham erros de informação, dados incompletos, aconselhamento de medicamentos equivocado e omissão de reações adversas ou de contraindicações. O estudo considerou, também, se havia a identifi cação do autor, da instituição responsável, da data e da bibliografia, para se chegar ao resultado.
Das páginas indicadas pelos canais de busca:
39% informavam o autor
69% apontavam a instituição responsável
14% forneciam referências bibliográfi cas
68% tinham caráter comercial

O advento da internet mudou a forma como as pessoas buscam informações a cada sintoma apresentado pelo corpo. Um estudo mostra que procurar sites para encontrar notícias e tratamentos sobre a obesidade merece uma boa filtragem do internauta. Quem faz o alerta é a pesquisadora emília vitória da Silva, que abordou o assunto em sua tese de doutorado na Faculdade de Ciências da Universidade de Brasília (UnB). Foram consultadas informações de 134 sites, todos encontrados pelos canais de busca. algumas páginas avaliadas continham erros de informação, dados incompletos, aconselhamento de medicamentos equivocado e omissão de reações adversas ou de contraindicações. O estudo considerou, também, se havia a identifi cação do autor, da instituição responsável, da data e da bibliografia, para se chegar ao resultado.

Das páginas indicadas pelos canais de busca:
39% informavam o autor
69% apontavam a instituição responsável
14% forneciam referências bibliográficas
68% tinham caráter comercial

Postado por Edson Fabrício
Fonte: Revista Viva Saúde
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Vídeo: Canal Você [reprodução]


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