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Críticas ao SUS vão de lentidão do diagnóstico de câncer a demora nos exames

Além da demora na aprovação de medicamentos no Brasil, os pacientes com câncer enfrentam outras dificuldades para se tratarem no Brasil. Muitas vezes, há lentidão no diagnóstico do câncer e demora para realização de exames e acesso a medicamentos modernos.

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O oncologista Rafael Kaliks, diretor clínico da ONG Oncoguia, ONG voltada a dar assistência a pacientes com essa doença, entende que várias questões são ainda mais prioritárias do que a demora na questão dos medicamentos.

— Hoje o que se pratica no SUS (Sistema Único de Saúde) está 20 anos atrasado em relação aos avanços da medicina. O número de casos de câncer está aumentando e vai continuar.

Segundo o especialista, exames preventivos não são realizados pela maioria dos brasileiros, como mamografia e o papanicolau. E ele afirma que, na rede pública, a situação é ainda pior. E se refere à colonoscopia, exame relacionado ao câncer de intestino.

— Se este exame fosse feito em todo adulto (homens e mulheres) acima de 50 anos, a cada cinco anos, conseguiríamos diminuir em 90% a incidência da doença. O SUS tem esse exame, mas não o promove como estratégia de rastreamento, o faz apenas após o teste de sangue oculto nas fezes indicar a necessidade.

O médico garante que o ideal é fazer a colonoscopia também para o rastreamento da doença.

— Mas não existem colonoscópios [aparelhos] em número suficiente. Além disso, o Ministério da Saúde não faz nem campanha para a realização do exame de sangue oculto, muito menos pela colonoscopia.

Ele ressalta, porém, que o problema maior é o fato de o SUS não estar acompanhando a evolução da medicina.

— O buraco é bem mais embaixo, não é apenas restrito à demora de aprovação de medicamentos e pesquisas. É a estrutura de atendimento. 40% dos pacientes teriam de receber radioterapia e não recebem. A aprovação de drogas não vai substituir atrasos determinantes que existem no processo de diagnóstico, que permitem que um tumor evolua e prejudicam o tratamento.

A psicóloga Luciana Holtz, presidente da Oncoguia, teme que uma epidemia de câncer assole o Brasil em um prazo de 10 anos, sem que o País esteja preparado para encarar esta situação.

— Vários fatores, como envelhecimento da população, aumento da obesidade, dificuldades estruturais, problemas para acesso rápido a tratamento, demora no diagnóstico, além de burocracia de instituições vão fazer o câncer chegar pertinho de todos os brasileiros em pouco tempo.

Ministério e Anvisa rebatem

Por meio de sua assessoria de imprensa, o Ministério da Saúde informou ao R7 que o investimento da pasta na assistência oncológica cresceu quase 40% entre 2010 e 2013, totalizando R$ 2,8 bilhões em 2013.

Para a instituição, a expansão dos recursos resultou no maior acesso ao diagnóstico precoce e tratamento, bem como inclusão de medicamentos mais modernos.

O ministério também rebate as críticas de Kaliks, afirmando que houve um aumento de mais de 20% na realização de radioterapia e quimioterapia entre 2010 e 2013, chegando a 10 milhões de procedimentos radioterápicos e 2,7 milhões de quimioterapia.

Segundo o ministério, atualmente, o SUS oferece tratamento oncológico em 283 unidades hospitalares em todo País.

Em nota oficial ao R7, a Anvisa também declarou estar atenta aos perigos de uma epidemia no país. E deixa claro que, mesmo em nível mundial, as pesquisas correm contra o tempo.

“A Anvisa tem adotado medidas que priorizem o registro daquilo que é mais importante e que represente um inovação real para a saúde da população. O aumento do intercâmbio de informações com outras agências do mundo e a consolidação de regras seguras para o registro de medicamentos no país, são sinalizações importantes para que os laboratórios tragam mais novidades para o país. Há uma questão do tratamento do câncer que é o próprio limite da pesquisas atuais.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://noticias.r7.com/

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Prevenir e combater o câncer está ao alcance de todos

O Dia Mundial Contra o Câncer, celebrado pela União Internacional de Controle do Câncer (UICC) em 4 de fevereiro, será lembrado ao longo de uma semana na rede social da Fundação do Câncer. Desde o dia 28 de janeiro, a Fundação divulga o tema da campanha em 2015 – “Está ao nosso alcance” – para levar a seus mais de 165 mil seguidores no Facebook uma abordagem positiva e proativa da luta contra a doença.

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“A proposta da campanha este ano é ressaltar que existem soluções para o controle do câncer, e que elas estão ao nosso alcance. Estamos compartilhando informações nos quatro eixos de abordagem sugeridos pela UICC, que visam à conscientização para a escolha de uma vida saudável, à detecção precoce e ao tratamento efetivos para todos, e à melhoria da qualidade de vida”, explica Claudia Gomes, gerente de Marketing e Captação da Fundação do Câncer.

Fundada em 1933 e com sede em Genebra, na Suíça, a UICC é a maior organização de luta contra o câncer, com mais de 760 organizações participantes em 155 países. A Fundação do Câncer é membro da UICC desde 2008. O objetivo dessa rede de cooperação internacional é promover ações que resultem na queda da incidência do câncer no mundo.

A Fundação do Câncer desenvolve no Brasil campanha mundial com alertas que podem ajudar a combater um terço dos casos da doença. O movimento, que vai ocorrer nas redes sociais, tem como tema Está ao Nosso Alcance. Ele precede o Dia Mundial de Combate ao Câncer, lembrado em 4 de fevereiro. De acordo com o Instituto Nacional de Câncer, 576 mil brasileiros descobriram estar com a doença em 2015.

Segundo Celso Rotstein, oncologista consultor da Fundação do Câncer, a doença é um fenômeno complexo causado pela junção de diversos fatores, inclusive genéticos, mas as pessoas podem fazer muito para evitá-la. Entre esses fatores estão o tabagismo, a obesidade e o sedentarismo, que podem ser contornados.

Criada pela União Internacional de Controle do Câncer, a campanha vai ressaltar que pelo menos um terço dos casos mais comuns da doença pode ser prevenido por meio da redução do consumo de álcool, da adoção de dietas mais saudáveis e do aumento da atividade física. O índice de cânceres que podem ser prevenidos ao parar de fumar chega a 50%.

Rotstein conta que estudos já relacionam o consumo de gordura, por exemplo, em carnes e frituras aos cânceres de próstata, do reto e do intestino. Também existe a relação entre o câncer de mama e a obesidade.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) alerta que, no mundo, 22 milhões de pessoas deverão descobrir que têm câncer em 2022 – quase o dobro dos 14,1 milhões diagnosticados em 2012. As mortes, que chegam a 8,2 milhões por ano, devem subir para 13 milhões. A OMS prevê ainda que as nações em desenvolvimento, incluindo o Brasil, serão as mais afetadas.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.cancer.org.br/

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Dia Mundial de Luta contra a Hanseníase

Você saberia identificar os sintomas da hanseníase? A doença infecciosa é contagiosa e causa manchas esbranquiçadas, avermelhadas ou amarronzadas na pele com diminuição sensibilidade ao calor, frio, dor e ao toque.

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Também pode ocorrer sensação de formigamento, fisgadas ou dormência nas extremidades, surgimento de caroços e placas em qualquer local do corpo e diminuição da força muscular, por exemplo, como ter dificuldade para segurar objetos. Causada pelo bacilo Mycobacterium leprae, a hanseníase não é hereditária e sua evolução depende de características do sistema imunológico da pessoa infectada.

Em dez anos o Brasil registrou uma queda de 68% nos casos de hanseníase. Em 2013, para cada 100 mil habitantes, menos de 16 são diagnosticados com a doença. Antes este número era de aproximadamente 30 pessoas. Em relação ao ano de 2014, dados preliminares apontam números ainda menores, de 12,14 por 100 mil habitantes, correspondendo a 24.612 casos novos da doença no país. Na população menor de 15 anos houve registro de 1.793 casos.

Alcione Fonseca conta que sua mãe, Maria Ednalva Fonseca da Silva, 67 anos, foi diagnosticada com hanseníase e passou seis meses em tratamento. “Ela descobriu depois de umas manchinhas que ela tinha na pele, que coçavam muito, eram branquinhas e com as bordas avermelhadas. Como minha mãe é do interior, ela fazia muito remédio caseiro e nada disso adiantava. Ela notou que a manchinha não tinha sensibilidade na região. Ela colocava tudo, até água quente e dizia que não sentia nada. Eu falei que ela precisava fazer um exame e que poderia ser hanseníase”, explica a filha.

A hanseníase tem cura. O tratamento é feito nos serviços de saúde e é gratuito. Após iniciado o tratamento, a pessoa para de transmitir a doença quase que imediatamente. Quanto antes houver o diagnóstico, mais rápida e fácil também pode ser a cura da doença. O tratamento é via oral, pela poliquimioterapia (PQT), uma associação de medicamentos que evita a resistência do bacilo e deve ser administrada por seis meses ou um ano a depender do caso. Os pacientes deverão ser submetidos, além do exame dermatológico, à uma avaliação neurológica simplificada e sempre receber alta por cura. Vale lembrar que todas as pessoas que convivem ou conviveram com quem recebeu o diagnóstico de hanseníase devem ser examinadas nos serviços de saúde.

Maria Ednalva realizou o tratamento de hanseníase durante os seis meses pelo Hospital Rafael Fernandes, em Mossoró, no Rio Grande do Norte, e já está curada. Nos últimos dez anos, a taxa de cura da doença no país aumentou 21,2%. Em 2003, 69,3% das pessoas que faziam tratamento para hanseníase se curaram. Já em 2014, esse número saltou para 84%.

Para continuar conscientizando a população e alertando sobre os sintomas da hanseníase e a importância de tratar a doença, o Ministério da Saúde lançou a campanha publicitária com ações que marcam o Dia Mundial de Luta contra a Hanseníase. Com o mote, “Hanseníase: quanto antes você descobrir, mais cedo vai se curar”, a ação tem como foco o diagnóstico precoce da doença e o tratamento que é ofertado de graça no Sistema Único de Saúde (SUS).

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Hanseníase ainda é uma doença invisível, afirmam pesquisadores

A hanseníase, popularmente conhecida como lepra, é uma das doenças mais longevas da História, identificada em relatos já no século 6 a.C.. E, apesar de erradicada na Europa e nos Estados Unidos, ainda é um dos grandes problemas nacionais de saúde pública.

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O Brasil é o segundo país do mundo com maior incidência da patologia — perde apenas para a Índia. Dados preliminares do Ministério da Saúde apontam 24,6 mil novos casos em 2014. Mas esse número deve aumentar na contabilidade final, que só será divulgada em março. O que significa que o país ainda está muito longe de erradicar a doença, meta divulgada em 2012.

O motivo para que isso ocorra, na opinião dos profissionais do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/ Fiocruz) que conduzem a pesquisa e o atendimento ao agravo, resume-se numa frase: a hanseníase é uma doença invisível. “A sociedade não quer saber que ela existe. Não é uma doença que apareça na mídia. Não está na moda e não interessa aos epidemiologistas. É pouco estudada pela saúde coletiva. Devido ao estigma, o doente tenta escondê-la a todo custo. Como não provoca mortes, suas estatísticas não chegam a alarmar. Por isso, é uma doença que não incomoda a ninguém, a não ser aos próprios doentes. E muitos desses sofrem por toda a vida, incapacitados e com dor, em silêncio”, define Euzenir Sarno, chefe do Laboratório de Hanseníase do IOC, que pesquisa o tema na Fiocruz desde 1986.

Desafio no diagnóstico – O Ambulatório Souza-Araújo, unidade assistencial do Laboratório de Hanseníase do IOC, é um dos principais centros de referência no Brasil. É o único, inclusive, a já ter recebido certificado de excelência internacional — teve sua acreditação concedida, em 2014, pela Joint Commission International (JCI) e pelo Consórcio Brasileiro de Acreditação (CBA). Seus números de atendimento ilustram um dos principais desafios no combate à doença no país: o diagnóstico correto. Em 2014, 805 pacientes recorreram ao ambulatório com suspeita de hanseníase. Mas, destes, apenas 115 realmente eram portadores do agravo. Ou seja: 85% das pessoas — a grande maioria encaminhada por outros serviços de saúde — não haviam passado por um processo eficaz de diagnóstico.

Apesar de não haver nenhum teste laboratorial que identifique com precisão a doença, o diagnóstico da hanseníase não é difícil. O problema é que, diferentemente da maioria das outras doenças, exige o envolvimento de uma equipe multidisciplinar, com dermatologistas, neurologistas e fisioterapeutas. Além de alguns testes simples, como o que avalia a sensibilidade das lesões, uma conversa aprofundada com o paciente é essencial para que o profissional de saúde possa respaldar a suspeita. “Mas o que percebemos é que os pacientes chegam ao Souza-Araújo sem terem sido devidamente examinados. Com isso, uma responsabilidade do atendimento básico acaba transferida para o centro de referência”, lamenta o médico José Augusto da Costa Nery, responsável clínico pelo ambulatório.

“O diagnóstico da hanseníase tem sido negligenciado pela própria classe médica. Os padrões para essa etapa precisam ser aprimorados, para que possamos enfrentar a doença de fato. É um equívoco imaginar que o paciente demora a procurar atendimento. Já recebemos casos de pessoas com hanseníase que passaram por 13 médicos diferentes, sem ter o diagnóstico”, completa.

Como as lesões iniciais da hanseníase podem ser confundidas com problemas dermatológicos, e as equipes de atenção primária pelo Brasil não costumam ter profissionais de muitas especialidades atuando de forma integrada no diagnóstico, muitas vezes o paciente demora a ter a doença identificada. E, quanto mais tempo fica sem o tratamento, maiores as probabilidades de contaminar parentes e amigos. “Cada caso não diagnosticado vai infectar pelo menos outras duas pessoas”, estima Euzenir.

Essa negligência, que começa no diagnóstico, também se manifesta nas demais etapas do atendimento. Uma delas diz respeito ao estigma, outro grande desafio. Isso porque não basta tratar, com remédios, a pessoa que procurou o serviço de saúde. A hanseníase ainda é uma doença com forte carga de preconceito na sociedade brasileira, e o paciente vai precisar do acompanhamento de um assistente social para lidar com esse problema. Além disso, a atuação de um assistente social é muito importante para identificar as pessoas que convivem de maneira próxima com o doente, e que podem estar, também, infectadas.

Preconceito e silêncio – No Ambulatório Souza-Araújo, todos os pacientes são atendidos pela assistência social tão logo recebem o diagnóstico. Assim podem tirar todas as suas dúvidas e são orientados a identificar, na família e no grupo de amigos, quais pessoas mais próximas podem ter sido contaminadas. Estas devem, então, agendar consultas no ambulatório. Todas as sextas-feiras, o atendimento é exclusivo para os parentes, que são examinados e encaminhados para tomar a vacina BCG. Apesar de usado originalmente contra a tuberculose, vários testes comprovam que o imunizante protege também da hanseníase.

Um problema, porém, é que muitos acabam escondendo a doença da família e dos amigos, por medo do preconceito. “No dia a dia do ambulatório, testemunhamos muitos casos de doentes que perdem o casamento. A mulher ou o marido vão embora, com medo do contágio”, relata Nery. “A hanseníase não provoca apenas lesões nos nervos e na pele. Ela é incapacitante, também, do ponto de vista moral e psicológico. E isso precisa ser levado em conta pelos serviços de saúde.”

Assim que começa o tratamento, diminuem muito as chances de o paciente contaminar outra pessoa. Mas, como a hanseníase tem um tempo de incubação muito extenso — pode levar anos até que apareçam os primeiros sinais — é fundamental que a família também seja examinada e orientada.

E esse é outro desafio. Porque, em geral, as estratégias de enfrentamento da doença não incluem a chamada “busca ativa”: o acolhimento das famílias dos pacientes, como faz o Ambulatório Souza-Araújo. “O sistema [de saúde] não está preparado para fazer exames num número grande pessoas que não estão doentes. Então a busca ativa acaba não acontecendo de forma abrangente. Com isso, se desenvolve uma cadeia que não conseguimos quebrar”, descreve Euzenir.

Atenção mesmo após a cura – Outra particularidade da hanseníase é que, durante o tratamento ou mesmo após a cura, é comum que os pacientes enfrentem os chamados “estados reacionais”. São reações do sistema imunológico, com o agravamento das lesões e da dor. “O estado reacional é um problema sério. O paciente começa o tratamento muito esperançoso e, um mês depois, retorna ao ambulatório com mais lesões, os nervos muito doloridos, febre. E então precisa ser internado. Essa é uma das complicações da lepra. Acomete de 30% a 40% dos casos”, afirma a pesquisadora.

Depois da cura, parte dos pacientes também pode continuar desenvolvendo problemas neurológicos. Como explica Euzenir: “Em não menos que 20% dos casos, os pacientes já curados desenvolvem neuropatias, tornam-se neuropatas crônicos. Mas as pessoas às vezes nem associam as incapacidades físicas e a dor à hanseníase, porque já estão curadas. Elas se acostumam à dor, e permanecem sem a atenção médica ideal.”

Por isso, o procedimento adotado pelo Souza-Araújo é que os pacientes permaneçam sendo acompanhados, mesmo após a cura. “A hanseníase tem grande potencial de provocar incapacidades e deformidades. Mesmo depois da alta, o paciente precisa de vigilância permanente da equipe, ao menos pelos próximos 10 anos seguintes”, explica a fisioterapeuta Lilian Pinheiro, também do ambulatório.

“Para enfrentar a hanseníase, o fundamental não é apenas a questão terapêutica”, completa Nery. “A educação em saúde, as estratégias de informação e a desmistificação da doença são parte primordial no tratamento.”

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Especialista alerta para o diagnóstico tardio da hanseníase

Mesmo com a queda nos novos casos de hanseníase no país, muitas pessoas buscam atendimento médico já com sequelas da doença. Isso faz com que o diagnóstico médico seja feito de forma tardia. O alerta é do coordenador nacional do Movimento de Reintegração das Pessoas Atingidas pela Hanseníase (Morhan), Artur Custódio.

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Em entrevista à Agência Brasil, Custódio avaliou que a principal ação promovida pelo governo nos últimos anos tem como foco identificar novos casos de hanseníase. Apesar dos avanços no diagnóstico, ele defende a necessidade da divulgação permanente de informações sobre a doença nos meios de comunicação.

“Essa campanha [lançada pelo Ministério da Saúde na quinta-feira com foco no diagnóstico precoce] está chegando com pelo menos quatro anos de atraso. Isso porque, há quatro anos, o Congresso Nacional aprovava o Dia Nacional de Luta contra a Hanseníase, a ser comemorado na mesma data do dia mundial”, disse. “A gente precisa falar sobre a doença para diminuir o preconceito e acabar com ela”, acrescentou Custódio.

O coordenador do Morhan ressaltou que a expectativa do movimento é que o governo assuma este ano um “novo tipo de postura” em relação ao combate à hanseníase, por meio da adoção de campanhas permanentes e da capacitação de profissionais para o diagnóstico precoce, incluindo os estrangeiros do programa Mais Médicos e agentes de saúde responsáveis por visitas domiciliares.

Dados do Ministério da Saúde revelam que, em 2013, o Brasil registrou 31.044 novos casos de hanseníase. No ano passado, dados preliminares apontam que 24.612 novos casos foram identificados no país. As áreas de maior risco estão concentradas em Mato Grosso, no Pará, Maranhão, em Rondônia, no Tocantins e em Goiás.

A hanseníase é uma doença crônica, infectocontagiosa e transmitida de uma pessoa doente que não esteja em tratamento para uma pessoa saudável suscetível. Ela tem cura, mas pode causar incapacidades físicas se o diagnóstico for tardio ou se o tratamento não for feito adequadamente já que atinge pele e nervos.

A orientação é que as pessoas procurem o serviço de saúde assim que perceba o aparecimento de manchas, de qualquer cor, em qualquer parte do corpo, principalmente se ela apresentar diminuição de sensibilidade ao calor e ao toque. Após iniciado o tratamento, o paciente para de transmitir a doença quase que imediatamente.

Pelo telefone 0800 026 2001, mantido pelo Morhan, é possível acessar informações sobre a hanseníase, além de denunciar problemas como a discriminação a pacientes ou a falta de medicamento para a doença.

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Brasil registrou 24,6 mil novos casos de hanseníase

O governo federal identificou no ano passado 24.612 novos casos de hanseníase no país, segundo dados preliminares divulgados na ultima quarta-feira (21) pelo Ministério da Saúde.

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O número representa uma queda em relação aos casos identificados em 2013, mas indica um ligeiro aumento da prevalência de casos a cada 10 mil habitantes: de 1,42 casos nesse universo para 1,56.

“Tivemos capacidade de diagnosticar aquilo que estava oculto”, justificou o ministro Arthur Chioro (Saúde).

“Quando a gente olha os 10 últimos anos, temos um declínio lento, gradual, mas consistente da enfermidade no nosso pais. Podemos falar que a tendência da hanseníase no Brasil é para a eliminação, para o controle”, completou.

A meta acordada com a OMS (Organização Mundial da Saúde) é chegar a menos de 1 caso para o grupo de 10 mil pessoas. A partir desse patamar, entende-se que a doença está sob controle. O objetivo inicialmente foi projetado para o ano 2000.

“Optamos pela sustentabilidade das ações, não por fazer o decréscimo rápido, mas com risco de retrocesso”, ponderou Rosa Castália, coordenadora de hanseníase e doenças em eliminação do ministério.

CAMPANHA NACIONAL

Na manhã desta quarta, a pasta lançou campanha nacional de luta contra a doença. Serão usados cartazes, folhetos para profissionais da saúde e informações divulgadas na internet. “Quanto antes as pessoas descobrirem, mais cedo vão se curar”, destaca a iniciativa.

Rosa Castália destacou que a doença se concentra em Estados como Mato Grosso, Maranhão e Tocantins. “Ela tem grande concentração na borda externa da região amazônica e alguns estados do Nordeste também”, disse.

Para ela, adoção de iniciativas descentralizadas para o combate da doença ajudou na redução de novos casos, o que vem ocorrendo desde 2003. Entre elas, estão a estratégia da saúde da família e diagnóstico de crianças matriculadas na rede pública

No dia 25 de janeiro é celebrado o dia mundial contra a hanseníase. O ministro da Saúde reconheceu que a doença ainda enfrenta estigma e, assim como as demais doenças negligenciadas, está associada a situações de pobreza e dificuldade de acesso a serviços de saúde.

A doença é transmitida pelas vias aéreas superiores e tem período de incubação muito longo, de até cinco anos. Entre os sintomas, estão manchas de diferentes colorações, perda de sensibilidade térmica e tátil.

A doença tem cura e o tratamento é oferecido de forma gratuita no SUS (Sistema Único de Saúde).

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Previdência Complementar Para Uma Segurança Adicional

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Previdência Social brasileira comemora 92 anos

No próximo dia 24 de janeiro, a Previdência Social Brasileira completa 92 anos. Durante todo o seu período de existência, o órgão de assistência ao cidadão procurou melhorar a forma de atendimento à população. Sempre se ajustando às necessidades de cada região brasileira.

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Um exemplo disso é o PREVBarco de Santarém (PA), que realizou 12,2 milatendimentos a ribeirinhos em 2014.

No período, foram atendidas comunidades ribeirinhas nas calhas dos rios Amazonas, Tapajós, Xingu, Arapiuns, Nhamundá, Ururá e Trombetas.

O PREVBarco realizou nove viagens para as localidades de Vila Curuai, Vila Socorro, São Miguel, São Pedro, Monte Alegre, Óbidos, Juruti, Faro, Terra Santa, Cachoeira Porteira, Oriximiná, Boa Vista do Cuçari, Santa Maria do Uruará, Senador José Porfírio, Almeirim, Prainha, Aveiro, Brasília Legal, Parauá e Boim.

Segundo a gerente do PREVBarco Santarém, Anne Guedes, os benefícios mais procurados durante as viagens são o salário-maternidade e a aposentadoria por idade rural.

A maior demanda é de segurados especiais, que são os agricultores e indígenas que produzem em regime de economia familiar, os pescadores artesanais, entre outros.

Para 2015, o cronograma do PREVBarco Santarém começa no dia 18 de fevereiro. Até o dia 21 de março serão visitadas as localidades de Santa Maria Uruará, Senador José Porfírio, Prainha e Monte Alegre.

A segunda viagem será realizada entre os dias 29 de março e 16 de maio. No período, serão atendidas as localidades de Oriximiná, Juruti, Óbidos, Vila Curuai e Vila Socorro.

Já Aveiro, Santa Maria do Uruará, Almeirim, Prainha e Monte Alegre serão atendidos entre 24 de maio e 4 de julho. Em seguida, Oriximiná, Faro, Terra Santa, Juruti e Óbidos recebem o PREVBarco entre 12 de julho e 29 de agosto.

A quinta viagem, entre 7 de setembro e 17 de outubro será realizada para as localidades de Aveiro, Almeirim, Senador José Porfírio, Prainha e Monte Alegre.

Oriximiná, Juruti e Óbidos serão visitados, mais uma vez, entre 25 de outubro e 5 de dezembro. Para encerrar o ano, o PREVBarco Santarém visita Monte Alegre entre 13 e 19 de dezembro.

Central 135

Além do PREVBarco, outro canal de atendimento da Previdência Social é a Central 135. Em 2014, o centro de atendimento telefônico do órgão registrou 56 milhões de chamadas.

O funcionamento da Central 135 junto com o agendamento eletrônico permitiu ao segurado marcar dia e hora para ser atendido sem sair de casa. Desse modo, as longas filas nas portas das agências espalhadas por todo o País não existem mais.

Hoje, a Central 135 realiza, em média, 4,7 milhões de atendimentos por mês. Entre os serviços mais procurados pelos cidadãos que ligam para o 135, estão a procura por informações gerais sobre: a situação do benefício, o preenchimento da guia de pagamento, a data da perícia agendada, entre outros serviços.

As demais demandas requeridas pelos cidadãos se referem à marcação de perícia, à inscrição na Previdência Social, a manifestações junto à Ouvidoria-Geral da Previdência Social, além de outros serviços, como emissão de certidões e atualização de endereço.

A Central 135 funciona, de segunda a sábado, das 8h às 23h nos estados que adotaram o horário de verão. Nas demais localidades, o horário de atendimento é de 7h da manhã às 22h.

A ligação para o 135 é gratuita, se feita de telefone fixo, e tem o custo de chamada local, se realizada de celular. Aos domingos, a Central 135 funciona apenas para o atendimento eletrônico.

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Inatividade mata mais do que obesidade, indica pesquisa

A falta de exercício pode estar matando o dobro de pessoas se comparada à obesidade, sugere um estudo feito por 12 anos, que incluiu mais de 300 mil pessoas na Europa.

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Pesquisadores da Universidade de Cambridge registraram cerca de 676 mil mortes por ano por inatividade, contra 337 mil por conta de excesso de peso.

Eles concluíram que pelo menos 20 minutos diários de caminhada rápida poderiam gerar benefícios substanciais.

Especialistas afirmam, ainda, que exercício físico é benéfico para pessoas de qualquer peso.

Obesidade e sedentarismo, muitas vezes andam de mãos dadas. No entanto, sabe-se que as pessoas mais magras têm um maior risco de problemas de saúde se forem inativas. E as pessoas obesas que se exercitam têm melhores condições de saúde do que pessoas inativas.

O estudo, publicado no American Journal of Clinical Nutrition, tenta trazer à tona os perigos da inatividade e da obesidade.

Inatividade mata

Os pesquisadores acompanharam 334.161 europeus por 12 anos. Eles avaliaram os níveis de exercício e a circunferência das cinturas a cada morte.

“O maior risco (de morte precoce) está associado aos classificados como inativos, sejam com peso normal, sobrepeso ou obesidade”, disse às BBC News Ulf Ekelund, um des pesquisadores envolvidos no estudo.

Ekelund afirma que eliminar a inatividade na Europa cortaria as taxas de mortalidade em cerca de 7,5%, ou 676 mil mortes, mas eliminar a obesidade reduziria a mortalidade em apenas 3,6%.

“Mas não acho que seja caso de um ou outro. Nós também devemos nos esforçar para reduzir a obesidade, e a atividade física deve ser reconhecida como uma estratégia muito importante de saúde pública”, acrescentou Ekelund.

Ekelund, que faz pelo menos cinco horas de exercício vigoroso toda semana, afirma que uma caminahada rápida todo dia é suficiente para transformar a saúde.

“Vinte minutos de atividade física, o equivalente a uma caminhada rápida, é algo possível de incluir em qualquer trajeto para o trabalho, ou em intervalos de almoço, ou à noite, em vez de assistir TV”, sugere.

Os males causados por inatividade e obesidade são, em grande parte, os mesmos, como doença cardiovascular. No entanto, a diabetes tipo 2 é mais comum entre os obesos.

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Conheça alguns cuidados na hora de consumir alimentos vendidos por ambulantes

Na hora de comer alguma coisa vendida em carrocinhas de ambulantes é preciso ficar atento a alguns cuidados. Comida vendida na rua pode representar risco à saúde.

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Durante uma viagem de férias, o estudante Pedro Vinícius Santos e a família comeram camarão vendido na praia por um ambulante e todos passaram muito mal. “Eu comi um camarão, que o ambulante passa vendendo, eu comi um camarão que me deu uma intoxicação alimentar muito forte, como eu nunca tinha sentido. Tanto que eu necessitei de atendimento médico na UPA, tomei soro, antibiótico e toda a minha família tiveram caso de intoxicação alimentar. Agora a gente tem que tomar mais cuidado com os alimentos que a gente ingere, principalmente na praia, como eles são preparados. Foi um pouquinho ruim, atrapalhou um pouco as nossas férias”.

A Consultora técnica da coordenação geral de alimentação e nutrição do Ministério da Saúde, Lorena Melo, explica quais cuidados são necessários na hora de fora de casa, principalmente em barracas, trailers e carrocinhas. “Sempre alguns vários cuidados são fundamentais compra, consumo, manipulação dos alimentos. A gente sempre tem que estar atento às condições de higiene do local que a gente compra o alimento, da pessoa que prepara e que vende esses alimentos também. Então sempre procurar os lugares limpos e organizados por serem opções de alimentos de boa qualidade, num bom estado de conservação. Se forem alimentos refrigerados, sempre ter também um cuidado de ver se ele está sob refrigeração e manter o menor tempo possível esse alimento exposto a temperatura ambiente”.

A Consultora técnica da coordenação geral de alimentação e nutrição do Ministério da Saúde, Lorena Melo, explica que comida preparada de maneira inadequada pode fazer muito mal à saúde e causar doenças. “Os microorganismos são os principais causadores de doenças quando presente nos alimentos. os sintomas mais comuns das doenças transmitidas por alimentos são vômito, diarreia, náuseas, dor abdominal, dor de cabeça, febre e pode ter também algum tipo de efeito mais grave em algumas situações como algum tipo de desidratação severa, insuficiência renal ou respiratória, ou diarreia com presença de sangue”.

Se você estiver na praia, prefira alimentos naturais como frutas frescas ou secas e sucos das próprias frutas, mas observando sempre se esses alimentos foram lavados na hora do preparo.

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