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Dia Mundial de Combate ao Câncer 2014

Hoje, como ocorre todos os anos no dia 8 de abril, o mundo e, especialmente as instituições de saúde oncologicas, mobilizam-se para realizar uma campanha e disseminar informações sobre câncer nas regiões em que são afetadas. Sempre com um foco na Declaração Mundial do Câncer , o slogan principal da campanha é “Derrube os Mitos”.

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Por ser uma doença complexa, existe uma disseminação enorme de conceitos equivocados sobre a doença. Entre os grandes mitos criados em torno do câncer, existem quatro deles que foram selecionados como os principais por atrapalhar o tratamento, a prevenção e o diagnóstico precoce da doença:

Mito 1: Não é necessário falar sobre câncer

Realidade: Apesar do câncer se um tópico difícil de abordar, em particular em algumas culturas e condições, afrontar a doença abertamente pode melhorar os resultados a nível individual, comunitário, e de políticas públicas.

Mito 2: Não há sinais ou sintomas de câncer

Realidade: Para muitos tipos de canceres, há sinais de alerta e sintomas e os benefícios de um diagnóstico precoce são indiscutíveis.

Mito 3: Não há nada que eu possa fazer sobre câncer

Realidade: Há muito o que fazer a nível individual, comunitário e político e, com a estratégia correta, um terço dos canceres mais comuns podem ser prevenidos.

Mito 4: Eu não tenho direito a tratamento de câncer

Realidade: Todos tem o direito a acesso a tratamentos efetivos contra o câncer em igualdade de condições, sem sofrer dificuldades.

Câncer no Brasil

Segundo estimativas do INCA, cerca de 580 mil casos novos da doença são esperados para 2014. A Estimativa 2014 – Incidência de Câncer no Brasil, lançada no ano passado, detalha ainda os cânceres mais incidentes na população brasileira no próximo ano serão pele não melanoma (182 mil), próstata (69 mil); mama (57 mil); cólon e reto (33 mil), pulmão (27 mil) e estômago (20 mil). Ao todo estão relacionados na publicação os 19 tipos de câncer mais incidentes, sendo 14 na população masculina e 17 na feminina. Excetuando-se pele não melanoma, a ocorrência será de 394.450 novos casos, sendo 52% em homens e 48,% entre as mulheres.

O número de casos novos para cada tipo de câncer foi calculado com base nas taxas de mortalidade dos estados e capitais brasileiras (Sistema de Informação Sobre Mortalidade – SIM). A Organização Mundial da Saúde (OMS) fez uma projeção de 27 milhões de novos casos de câncer para o ano de 2030 em todo o mundo, e 17 milhões de mortes pela doença. Os países em desenvolvimento serão os mais afetados, entre eles o Brasil.

O investimento do Ministério da Saúde na assistência aos pacientes com câncer foi de R$ 2,1 bilhões no ano passado, crescimento de 26% em relação a 2010. A previsão é que, até 2014, o valor alocado no fortalecimento do atendimento em oncologia chegue a R$ 4,5 bilhões.

Veja o que fazer para prevenir o câncer:

1) Se você fuma, deixe o cigarro de lado;

2) Alimentação saudável pode reduzir as chances de câncer em pelo menos 40%. Coma mais frutas, legumes, verduras, cereais e menos alimentos gordurosos, salgados e enlatados. A dieta ideal tem que conter cinco porções de frutas, verduras e legumes diariamente;

3) Evite ou limite a ingestão de bebidas alcoólicas;

4) É aconselhável que homens, entre 50 e 70 anos, na oportunidade de uma consulta médica, orientem-se sobre a necessidade de investigação do câncer da próstata. Os homens com histórico familiar de pai ou irmão com câncer de próstata antes dos 60 anos devem realizar consulta médica para investigação de câncer da próstata a partir dos 45 anos;

5) Pratique atividades físicas moderadamente durante pelo menos 30 minutos, cinco vezes por semana;

6) A mamografia, a partir dos 40 anos, deve ser realizada anualmente, ou no máximo, a cada dois anos;

7) As mulheres com idade entre 25 e 59 anos devem realizar exame preventivo ginecológico periodicamente. Após dois exames com resultado normal com intervalo de um ano, o preventivo pode ser feito a cada três anos;

8) É recomendável que mulheres e homens com 50 anos ou mais realizem exame de sangue oculto nas fezes, a cada ano (preferencialmente), ou a cada dois anos;

9) Evite exposição prolongada ao sol, entre 10h e 16h. Use sempre proteção adequada, como chapéu, barraca e protetor solar.

10) Realize diariamente a higiene oral (escovação) e consulte o dentista regularmente.

Informações parciais. Confira os textos na íntegra, acessando os sites:  http://www.hcancerbarretos.com.br/ e http://noticias.r7.com/

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8 dicas para deixar sua vida mais saudável

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Sabia que nesta segunda-feira (7) é comemorado o Dia Mundial da Saúde? Por isso, use esta data como incentivo para melhorar sua própria saúde. A médica clínica geral do Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos, Ligia Raquel Brito, disse que “nessa data é importante às pessoas lembrarem-se de fazer exames preventivos com regularidade e ter hábitos saudáveis, que incluem a prática de exercícios diários e a adoção de uma alimentação balanceada.”

A especialista reforça ainda que diversas doenças, quando diagnosticadas precocemente, têm melhor evolução ao serem tratadas.

— Isso é importante porque certos tipos de doenças podem não apresentar sintomas aparentes, como é o caso hipertensão arterial, diabetes, HIV, hepatites, dislipidemia (aumento de colesterol e/ou triglicérides).

Homens e mulheres precisam de cuidados específicos, assim como as crianças.  Acima de 40 anos, eles devem fazer exames de colonoscopia e próstata, enquanto elas, ultrassom pélvico, de mama e papanicolau (esse apenas para quem tiver vida sexual ativa).

Veja dicas da médica:

1) Realizar exames de checkup, pelo menos, uma vez por ano. Além do teste ergométrico, que avalia o amplo funcionamento cardiovascular, a lista inclui outros para controlar os níveis de colesterol ruim, açúcar, ácido úrico, função do rim e fígado e triglicérides no sangue, além de sorologias para hepatite B e C, HIV, sífilis;

2) Ficar em dia com a caderneta de vacinação. Lembre-se de que nem só as crianças necessitam de vacinas. Doses contra difteria, tétano, sarampo, caxumba e rubéola, entre outras, devem ser repetidas na vida adulta.

3) Prestar atenção aos sinais do corpo. Cólicas, sonolências, fraquezas e enxaquecas podem ser indicativos de doenças sérias ou infecções por vírus e bactérias;

4) Praticar exercícios físicos regularmente e adotar uma alimentação mais saudável possível. Com isso, evitar excessos na ingestão de açúcar, gordura e fritura;

5) Evitar a prática do fumo e a ingestão demasiada de bebidas alcoólicas;

6) Crianças: Além de consultas com pediatra, os pequenos devem passar pelo atendimento com outras especialidades médicas. No caso do oftalmologista, a primeira consulta deve acontecer por volta dos 2 ou 3 anos, período em que ainda é possível a correção de diversos problemas;

7) Mulheres: Exames como ultrassom pélvico, de mama e papanicolau (esse apenas para quem tiver vida sexual ativa). As que tiverem mais de 40 anos precisam incluir: mamografia e densitometria óssea.

8) Homens: É indicado autoexame regular nos testículos. Quem tiver mais de 40 anos, exames de colonoscopia e próstata são recomendados.

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Falta de atividade física pode matar, alerta especialista

Embora nunca tenha se falado tanto sobre vida saudável como hoje, é contraditório o aumento do número de pessoas sedentárias, que não gastam o que consomem. Em 2004, o sedentarismo era o quarto fator de risco e hoje é o segundo, perdendo apenas para a hipertensão arterial.

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‘Isso acontece porque não há uma percepção de que o sedentarismo mata. Para as pessoas, o que mata é a hipertensão, o diabetes e o câncer’, afirma a médica Sandra Matsudo, do Centro de Estudos do Laboratório de Aptidão Física de São Caetano do Sul (Celafiscs).

Nos tempos atuais, gasta-se uma caloria a cada sete consumidas. Na Era Paleolítica, essa relação era de uma gasta a cada três consumidas.

‘Acredito no equilíbrio. As pessoas têm que buscar o seu balanço energético, ou seja, gastar o que consomem. Não tem mágica para isso, é uma simples soma’, resume ela.

Segundo a especialista, o estilo de vida é responsável por 50% das causas das principais doenças que mais matam, como infarto, AVC e câncer.

‘Temos 50% de chance de evitar essas doenças. Basta optar por mudanças de hábitos que incluam atividades físicas’, avalia.

A recomendação é de pelo menos 30 minutos de atividade física moderada, de forma contínua ou acumulada – duas sessões de 15 minutos ou três sessões de 10 – pelo menos cinco vezes por semana.

‘Essa rotina diminui em 84% os riscos de infarto e em 36% os casos de câncer, além de reduzir os riscos cardiovasculares e de hipertensão, mesmo no caso de fumantes’, ressalta.

A má notícia é que mesmo quem faz atividade física regularmente deve se preocupar com o tempo que permanece sentado ao longo do dia. Dados recentes mostram que esses casos apresentam um aumento de 40% nos fatores de risco de doenças cardiovasculares.

Segundo uma pesquisa, uma média de seis horas todos os dias sentado em frente ao computador ou à TV corresponde a cinco anos a menos de expectativa de vida. ‘A orientação é se movimentar por 10 minutos a cada uma hora sentado. Atender ao telefone andando ou colocar o notebook numa mesa mais alta para digitar em pé são boas dicas para quem trabalha em escritório’, sugere.

Copyright (c) Agencia EFE, S.A. 2010, todos os direitos reservados

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Dia mundial da Atividade Física conscientiza e mobiliza população

No domingo, Dia Mundial do Exercício Físico, o programa “Agita” programou diversas atividades físicas e até “exercício virtual” no computador.

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O lema da campanha deste ano, “Atividade Física, um gol de placa para sua saúde”, aproveita a proximidade da Copa, e está focada em dois pilares: primeiro, aumentar o conhecimento da população sobre os benefícios da atividade física; e segundo, multiplicar o número de pessoas que se exercitam pelo menos 30 minutos diários recomendados.

Este ano os 72 países envolvidos no programa terão além da caminhada por várias cidades também a “caminhada virtual”, pela qual quem estiver no computador passará mensagens sobre a atividade física em todas as redes sociais às quais tiverem acesso.

“O público alvo são estudantes, trabalhadores de colarinho branco ou azul e idosos” diz o Dr. Victor Matsudo, diretor geral do “Agita”. Para o médico, olhando-se a iniciativa de forma pontual, não se avaliam os benefícios em médio prazo, cuidadosamente computados pelo Banco Mundial, que mostrou que a população que se exercita regularmente economizou em medicamentos, internações e cirurgias não realizadas, além de consultas, US$ 310 milhões anuais.

Segundo o diretor geral, na década de 1990, 70% da população brasileira eram sedentários e o índice era mais alto entre as mulheres, de 80%; mas hoje, só na Região Metropolitana de São Paulo, registrou-se uma redução de 41% no sedentarismo, que começa a se refletir também na redução da mortalidade por doenças cardiovasculares.

Se em São Paulo o resultado é bom, o mesmo não acontece no restante do mundo, onde a OMS (Organização Mundial de Saúde) calcula que 5,3 milhões de pessoas morrem a cada ano devido ao sedentarismo, que levam às doenças que provocam mortes precoces, que, só perde para a hipertensão arterial.

Caminhadas pelo Brasil

No dia 6 de abril ás 9 horas, milhares de pessoas sairão do vão do MASP (Museu de Arte de São Paulo), em São Paulo, para uma caminhada até a Assembleia Legislativa; no Rio de Janeiro, no dia 8 se inicia o Congresso Mundial da Atividade Física e Saúde Pública e às 16 horas, sairá a caminhada à partir do Hotel Windsor Barra, local do Congresso.

Em todas as capitais brasileiras teremos eventos semelhantes, organizados pela Sociedade Brasileira de Cardiologia uma tradicional aliada do programa “Agita Mundo”.

Para saber sobre o evento em sua cidade: http://www.portalagita.org.br

Participe efetivamente, essa é uma onda de saúde caminhando contra as doenças.

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Sociedade vive na “era do botão” e foge de exercícios físicos

No dia em que se comemora o Dia Mundial da Atividade Física (05/04), o especialista em medicina do esporte e técnico da seleção brasileira paralímpica de natação de jovens, Adalberto Souza, alerta para a falta de costume das pessoas em fazer exercícios. No Brasil, 70% da população não realiza nenhum tipo de atividade física.

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— Nós estamos na chamada “era do botão”, pois existe botão para tudo, para ligar e desligar a televisão, para usar o telefone, para chamar o elevador para até ao andar onde mora e hoje já existe no mercado imobiliário, condomínios com garagem anexa à sala dos apartamentos. Isso faz com que a pessoa não realize movimentos, o que pode deixá-la sedentária.

Segundo o professor, quem permanece nestas condições, pode vir a ter doenças, muitas vezes, até graves.

— O potencial de morte prematura por problemas cardiovasculares, diabetes, câncer de cólon, obesidade, problemas nas articulações, colesterol e triglicérides fora dos níveis ideais. Como resultado dessa somatória de doenças surgem a ansiedade, depressão e baixa auto-estima.

A atividade física tem papel fundamental na vida das pessoas, pois além de reduzir ou adiar o aparecimento dos problemas citados anteriormente, ele aumenta a produção de cálcio fortalecendo os ossos e músculos, combate a osteoporose (perda de massa óssea), aumenta a qualidade do sono e da mente, conforme explicação do especialista. Além do que, se movimentar periodicamente, melhora o sistema cardiorrespiratório, fortalece o coração, ossos e músculos. Além disso, ela é indicada para qualquer idade.

— Após os 30 anos,o declínio muscular acentua-se e, aos 50 anos, a perda de massa muscular pode chegar a 30% nas mulheres e 17% nos homens. Por isso, quanto mais velho, mais será necessário adquirir o hábito de se exercitar.

Escolha o que mais gosta

Antes de iniciar qualquer atividade física, o professor Souza recomenda que a pessoa seja submetida a uma avaliação médica.

— É preciso que o indivíduo respeite as orientações e tenha consciência do que faz bem ou não ao seu corpo.

Se a pessoa optar em ir à academia, os exercícios aeróbicos e musculares devem ser feitos de duas a três vezes por semana. Caso não tenha preferência por essa opção, há uma série de atividades que podem ser realizadas no dia a dia para evitar o sedentarismo.

— Realize atividades domésticas (varra o chão, limpe as janelas, arrume o quarto);

— Suba e desça as escadas do prédio onde mora;

— Vá a pé ao trabalho, à padaria, à faculdade;

— Caminhe durante uma hora ou divida o tempo da atividade (10 minutos de manhã, 30 minutos após o almoço, 20 minutos ao final do dia);

— Levante para ligar e desligar a televisão;

— Dê preferência para as escadas do metrô e não a rolante;

— No trabalho, alongue-se a cada 40 minutos para melhorar a postura; ande pelo escritório e evite ficar sentado várias horas seguidas;

O especialista ressalta que o exagero nos exercícios pode promover lesões precoces causando traumas psicólógicos e favorecendo o abandono às práticas físicas.

— A atividade física faz bem quando sua intensidade é moderada.

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O papel do Exercício na Doença de Parkinson

As últimas duas décadas foram de um grande crescimento  nas pesquisas e no interesse clínico em relação à prática de exercícios como tratamento para problemas de mobilidade em pessoas com Doença de Parkinson. Os estudos mostraram que os exercícios físicos podem reverter ou minimizar o declínio físico no processo do envelhecimento, e essas conclusões podem ser estendidas para indivíduos com doenças neurológicas, principalmente a Doença de Parkinson.

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Os exercícios tem o potencial de ajudar tanto nos problemas motores (como marcha, equilíbrio e força), não-motores (depressão, apatia, fadiga e constipação intestinal) bem como nas complicações secundárias da imobilidade (doença cardiovascular e osteoporose).

A prática regular de atividade física pode ser preventiva para indivíduos sem o diagnóstico da doença e também pode atrasar o aparecimento dos sintomas parkinsonianos naqueles indivíduos com o diagnóstico. Hoje se sabe que a associação dos exercícios físicos com os medicamentos é melhor do que apenas o tratamento medicamentoso isolado.

E quais exercícios podem ser realizados?

  • Exercícios para melhora da marcha e do equilíbrio: Mais da metade dos indivíduos com doença de Parkinson vão evoluir com quedas recorrentes no ano. Alguns fatores como congelamento da marcha, fraqueza muscular e dificuldade no equilíbrio podem ser causadores de quedas. Nesse sentido, treino de marcha, de equilíbrio e fortalecimento muscular tem mostrado impacto positivo.

Estudos mostraram que pacientes que realizaram reabilitação com fortalecimento muscular associado a treino de equilíbrio tiveram maior benefício quando comparados com aqueles que fizeram apenas exercícios de equilíbrio.

A dificuldade da marcha é considerada um dos fatores mais incapacitantes da doença. Dessa forma, o treino de marcha na esteira tem trazido bons resultados, pois favorecem um padrão de marcha mais estável e dinâmico. O treinamento na esteira pode ser realizado em associação com a fisioterapia, aumentando a velocidade e melhorando o ritmo da marcha, bem como a qualidade de vida dos indivíduos com doença de Parkinson.

  • Exercícios para melhora da força e da flexibilidade: indivíduos com doença de Parkinson apresentam com frequência fraqueza nas pernas, que pode levar à dificuldade na marcha, instabilidade postural e risco aumentado de quedas. Treinamento para melhorar o fortalecimento da musculatura dos membros inferiores resulta em aumento da força muscular e, consequentemente, a marcha e a capacidade para mudar de posição, como passar de sentado para de pé e andar, também apresentam melhora.

Indivíduos com doença de Parkinson apresentam flexibilidade reduzida, principalmente do tronco e pescoço, adotando uma postura fletida. Com isso o equilíbrio pode ser prejudicado, assim como a realização de atividades do dia-a-dia que necessitem de tal mobilidade. Para melhorar a flexibilidade estão indicados exercícios específicos para aumento da mobilidade do tronco, relaxamento da musculatura e treinamento postural, trazendo bons resultados para o desempenho físico.

  • Exercícios para melhora do condicionamento aeróbico: pessoas com doença de Parkinson apresentam função cardiopulmonar reduzida. Exercícios aeróbicos, por meio de caminhada ou treinamento na esteira, mostraram benefício na marcha e na qualidade de vida. E com qual frequência esses exercícios devem ser realizados?

Não existe uma regra padrão, pois a indicação da atividade e de sua frequência varia de pessoa para pessoa. Porém, com base nos diversos estudos já realizados, é recomendado que treinamento aeróbico seja feito pelo menos 5 vezes por semana com duração de 30 minutos se intensidade moderada, ou pelo menos 3 vezes por semana com duração de 20 minutos se a intensidade do exercício for elevada.

fortalecimento muscular e exercícios para flexibilidade devem ser realizados pelo menos 2 vezes por semana, com a realização de 8 a 10 exercícios para aumento da força e pelo menos 10 minutos de técnicas de alongamento cada vez.

Em relação ao treinamento para equilíbrio, esse deve ser ajustado em relação às queixas do indivíduo e ao estágio da doença de Parkinson no qual se encontra.

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Tuberculose afeta um milhão de crianças por ano

Quase um milhão de menores de 15 anos desenvolvem tuberculose a cada ano no mundo, duas vezes mais do que se pensava até agora, segundo um estudo publicado pela revista médica britânica “The Lancet”, por ocasião do Dia Mundial de Luta contra a Tuberculose.

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Cientistas americanos calculam que pelo menos 999.800 menores de idade são afetados a cada ano pela tuberculose.

Deles, 32 mil desenvolvem uma tuberculose multirresistente (TB-MR) aos medicamentos.

“Nossas estimativas são duas vezes maiores que as da da Organização Mundial da Saúde (OMS) de 2011 e três vezes a mais que o número de casos notificados entre crianças a cada ano”, disse Ted Cohen, um dos coautores do documento, professor na Harvard School of Public Health de Boston.

Segundo os dados mais recentes da OMS, 530 mil menores de idade contraíram tuberculose em 2012.

Esta é a primeira vez que os especialistas avaliam o número de casos de tuberculose multirresistente (TB-MR) em menores de 15 anos, que representam 25% da população mundial.

A TB-MR é uma forma de tuberculose provocada por um bacilo que resiste à Isoniaziada e à Rifampicina, os dois medicamentes mais eficazes para combater a doença pulmonar.

Segundo o estudo, a Ásia meridional e oriental é a região mais afetada pelo fenômeno, com 400 mil casos a cada ano, sendo 10 mil de TB-MR, à frente da África (280 mil casos anuais, sendo 4,7 mil de TB-MR).

Os cientistas destacam a necessidade de melhorar os métodos de diagnóstico nas crianças e, em particular, nos menores de cinco anos que correm mais riscos de desenvolver formas severas de tuberculose.

De acordo com a OMS, 450 mil pessoas desenvolveram TB-MR no mundo e 170 mil morreram em 2012, mas apenas 20% receberam tratamento adequado, o que favorece a propagação da doença.

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Governo anuncia teste rápido para tuberculose em 92 cidades

O Ministério da Saúde informou nesta segunda-feira (24), Dia Mundial de Combate à Tuberculose, que o SUS em 92 cidades vai oferecer um novo teste para detecção da doença. De acordo com o ministério, essas 92 cidades são estratégicas e concentram 55% dos casos no país. Nem todos os municípios receberão o teste imediatamente. Em alguns deles, o procedimento começará a ser oferecido em maio.

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Atualmente, o teste é feito de forma manual e a sensibilidade (precisão) é de 60%, além de o resultado demorar de um a dois meses para sair. Com o novo teste, o resultado sairá em duas horas, o material será analisado em máquina e a sensibilidade passará a ser de 99%.

Para o secretário de Vigilância em Saúde do ministério, Jarbas Barbosa, além de oferecer vantagens no tempo de resultado e na precisão do diagnóstico, o novo teste também ajuda a identificar que tipo de medicamento o paciente pode tomar.

“Em primeiro lugar, o tempo de espera, que levava de 30 a 60 dias e agora leva cerca de 90 minutos. Segundo, ele é mais preciso. Com a tecnologia tradicional, de cada dez casos que se dizia que não tinham tuberculose, na verdade em três tinham, que eram os falsos negativos. E, em terceiro lugar, (o novo teste) já indica se a pessoa tem resistência ao medicamento da tuberculose, fazendo com que o médico ajuste o esquema terapêutico”, afirmou.

O equipamento começou a ser usado como projeto-piloto em 2012 no Rio de Janeiro e em Manaus. Nesta semana, o governo entregará 50 máquinas nesta semana no Amazonas, Distrito Federal, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo. Até maio, serão distribuídas mais 90. O custo de cada teste é de US$ 10.

O ministério aproveitou o dia de combate à doença e anunciou também a nova campanha do governo de prevenção à tuberculose. Nas inserções no rádio e na TV, o cantor de pagode Thiaguinho  fala sobre quando descobriu que havia contraído a doença e como foi o tratamento.

Casos no Brasil
Ainda de acordo com o ministério, o número de casos da doença no país subiu de 70 mil em 2012 para 71,1 mil em 2013.

Segundo o secretário Jarbas Barbosa a alta no número de casos entre 2012 e 2013 se deu em razão de número maior de visitas por equipes de saúde a casas nos municípios.

“Nós estamos buscando identificar o maior número de casos. Nós estamos fazendo desde o ano passado, principalmente nas áreas de grande incidência, uma busca de fazer visita casa a casa, além de estimular os municípios para que eles não deixem que a população chegue às unidades, mas que eles [os municípios] procurem as casas. Se identificarmos precocemente [a doença], iremos interromper a cadeia de transmissão”, disse.

De acordo com o Ministério da Saúde, a região com a maior incidência da tuberculose para cada 100 mil habitantes é a região Norte (45,2).

Entre os estados, o que possui o maior índice é o Amazonas (70,6 casos por 100 mil habitantes). Entre as capitais, está Recife (oito casos para cada 100 mil habitantes).

Questionado se os números de tuberculose no país ainda “preocupam” o governo, o secretário afirmou que a doença é um “problema importante”, principalmente em locais como periferias das grandes cidades.

“Apesar da redução importante que a gente teve nos últimos dez anos, cerca de 25% no número de casos, tuberculose ainda é um problema importante principalmente em alguns locais, como as periferias das grandes cidades do Brasil.

Ele também destacou quais são os grupos que têm maior risco de contrair a doença. “A população privada de liberdade, indígenas, população de rua, pessoas com o vírus HIV, são os grupos com maior risco do que a média da população”, completou.

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Dia Mundial da Tuberculose: Brasil investe no combate a doença

O Brasil avança em novos tratamentos de combate à tuberculose para atingir as metas estabelecidas dentro dos Objetivos do Milênio definidos pela ONU, depois de ter sido um precursor no método de diagnóstico de uma doença que mata 1,5 milhão de pessoas por ano no mundo.

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O Dia Mundial de Combate à Tuberculose, celebrado anualmente em 24 de março, ganha um significado especial para os brasileiros neste ano em que são lembrados os 50 anos da morte do brasileiro Manuel Dias de Abreu, inventor da abreugrafia, uma das grandes contribuições do país à medicina mundial, que o levou a ser indicado ao Prêmio Nobel cinco vezes.

No entanto, o País que já foi uma referência no combate à doença ainda convive com ela, integrando a lista de 22 nações que concentram 80% dos casos no mundo, com cerca de 4.600 casos por ano, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS).

A redução dos casos detectados até 2015 é um dos requisitos brasileiros dentro dos Objetivos do Milênio, definidos no ano 2000 pela ONU.

No começo do século XX, a tuberculose era uma epidemia no país e não havia políticas de controle eficaz ou tratamento. “Cerca de 50% das pessoas que contraíam tuberculose morriam em dois anos, se a doença evoluísse. Hoje existe a perspectiva do tratamento”, explicou Miguel Aiub Hijjar, diretor do Centro de Referência Hélio Fraga, no Rio de Janeiro.

A descoberta de medicamentos veio nos anos 40 e o número de casos começou a reduzir, graças também à melhoria das condições de vida. Em 1936, o médico Manuel Dias de Abreu criou uma espécie de raio-X simplificado que oferecia um diagnóstico rápido e barato e que ficou conhecido como abreugrafia.

“A utilização do raio-X comum era dificultada pela falta de recursos que evitassem a contaminação”, explicou a especialista em história da tuberculose, Dilene dos Santos. “A abreugrafia virou exame diagnóstico de massas, principalmente nas décadas de 70 e 80, quando era requisitado na admissão a empregos”.

Atualmente, acredita-se que 1/3 da população mundial tenha tido contato com o bacilo de Koch, causador da tuberculose.

Esta semana, uma aliança global contra a tuberculose anunciou o primeiro teste clínico de um novo tratamento para a doença, tanto na forma clássica quanto nas resistentes aos antibióticos, que será realizado no Brasil, e em países como África do Sul e Tanzânia.

A Aliança Mundial para o Desenvolvimento de Medicamentos contra a Tuberculose (TB Alliance), financiada por governos e fundações como a Fundação Bill e Melinda Gates, indicou que uma nova combinação de drogas promete avanços.

Para Hijjar, os maiores desafios no tratamento são a sua associação com a Aids, que aumenta a incidência, a persistência da pobreza e o abandono do tratamento.

“A média de abandono no Brasil é de quase 11%, quando o aceitável é 5%”, afirmou.

O tratamento deve ser realizado durante seis meses e o abandono leva à resistência aos medicamentos. Na tuberculose multirresistente, se estende por dois anos ou mais.

Atualmente, as pesquisas avançam em três direções: na redução desse tempo, na busca por uma vacina recomendada para adultos e por diagnósticos mais rápidos e modernos, como o GenXpert e Genotype MTBDR plus, substituindo a tradicional baciloscopia, utilizada desde sua invenção, no século XIX.

Carlos Basilia, diretor do Fórum de ONGs Tuberculose RJ – que reúne mais de 200 organizações não-governamentais com diferentes áreas de atuação -, lembrou que a tuberculose ainda têm muitos estigmas.

“Há uma invisibilidade do problema e das pessoas com tuberculose, ao contrário da dengue, por exemplo”, afirmou.

Entre os sintomas da tuberculose, estão: tosse persistente há mais de 3 semanas, com presença ou não de catarro ou sangue, perda de apetite, emagrecimento, febre baixa no fim do dia e suores noturnos. Quando apresentado um desses sintomas, é aconselhável procurar o serviço de saúde para que seja feito um exame de escarro.

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Dia Mundial da Água

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Todo dia 22 de março é comemorado o Dia Mundial da Água, uma data criada pela Organização das Nações Unidas (ONU) que serve para propor novas discussões sobre diversos temas relacionados a este líquido natural tão caro a nós. Ok, sabemos que apenas dois terços do planeta é formado por água e que, por isso, evitar o desperdício é um ato de cidadania. Mas a água que chega a nossas torneiras realmente é de qualidade?

O trajeto, de certa forma, é assim: após passar horas dentro de uma estação de tratamento que inclui as fases de decantação da sujeira, filtragem e adição de cloro e flúor, entre outras etapas, a água sai de lá potável e poderia ser consumida direto da torneira. Mas há inúmeros fatores que podem ocorrer no caminho até a casa do consumidor e deixar essa água não tão potável como antes.

Os fatores para essa água ser alterada são vários: a rede de distribuição por onde passa a água tratada pode sofrer quebra e infiltração, por exemplo. Ou pode acontecer de o abastecimento de água for cortado por algumas horas ou até dias como é frequente de acontecer nas grandes metrópoles. Assim, os encanamentos podem enferrujar e sujar a água que passará por ali assim que as comportas forem abertas.

Consumir água não tratada é um perigo porque pode provocar diversas doenças como diarreia e amebíase. Isso sem contar que a utilização de água com excesso de cloro e sujeira pode danificar equipamentos, manchar roupa e trazem outros prejuízos para a sua família.

Escolher o purificador elétrico ou aquele filtro de torneira é uma dúvida que todo mundo tem quando decide comprar um filtro e, no final, escolhe por conta do valor do produto. Mas saiba que o que garante a eficiência do produto, são as funções dos elementos filtrantes e o grau de filtração. Características e informações que você pode verificar na embalagem do produto e selos do Inmetro. Mas dá para filtrar a água da casa? Com purificador elétrico ou de torneira? Quais as características que meu filtro tem que ter para preservar a água?

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://estilo.br.msn.com/

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