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Hepatites Virais: Como Prevenir
Published julho 30, 2014 Campanhas 2 CommentsTags:camisinha, Campanha, Como Prevenir, cuidados, dicas, Hepatite, Hepatite A, Hepatite B, hepatite C, Lavar as Mãos, mãos, orientações, Prevenção, proteção, Relações Sexuais, Saúde, Seringas, Sexo, vivamelhor, vivamelhoronline
Campanha nacional incentiva diagnóstico da hepatite C
Published julho 30, 2014 Notícias , Qualidade de Vida Leave a CommentTags:AIDs, AMB, Brasil, Campanha, Campanha Nacional, cuidados, dados, Dia Mundial de Luta as Hepatites Virais, diagnóstico, doença, Exame de Sangue, fígado, hepatite C, hepatites virais, Hepatologia, Hospital das Clinicas, Incidencia, Infectologia, OMS, Saúde, Sangue, SBH
Quem tem mais de 45 anos deve prestar atenção. Está no grupo onde se estima que esteja escondida a maior incidência do vírus da hepatite C. A doença, traiçoeira e silenciosa, já acomete cerca de 2,5 milhões de brasileiros e é a mais grave entre as hepatites virais. Aproveitando o Dia Mundial de Luta Contra as Hepatites Virais, será lançada nesta segunda-feira uma campanha nacional para estimular a busca do diagnóstico específico, que é via exame de sangue.
A campanha 45+ é organizada por um trio de peso — Sociedade Brasileira de Hepatologia (SBH), Sociedade Brasileira de Infectologia e Associação Médica Brasileira (AMB) —, em duas vertentes. Uma é de esclarecimento à população acima dos 45 anos, que representa 70% dos pacientes que têm a hepatite C. A outra é para os médicos, que devem intensificar os pedidos do exame. Não existe vacina contra o tipo C.
— A hepatite C é um problema de saúde pública — alerta o presidente da SBH, Edison Parise.
A preocupação maior é com quem não sabe que tem a doença. Estima-se que apenas 100 mil pessoas estejam sendo tratadas. No Brasil, a epidemia atinge principalmente os nascidos entre 1950 e 1980, diz o hepatologista Hugo Cheinquer, do Hospital de Clínicas:
— Se todos nessas faixas etárias fossem testados, encontraríamos cerca de 70% dos infectados. Até hoje, encontramos menos de 15%.
A transmissão da hepatite C, no país, ocorreu mais por transfusão de sangue e procedimentos invasivos em hospitais ou clínicas usando material não descartável (chamada de contaminação nosocomial). Para o médico, quem fez transfusão de sangue antes de 1992, usou drogas injetáveis ou tem exames de fígado alterados durante check-up de rotina deve fazer o teste.
A hepatite C foi identificada como doença há três décadas, assim como os testes para o diagnóstico. São considerados hábitos arriscados ter tomado injeção de energéticos, medicamentos ou dopantes sem a devida assepsia. É conhecido o drama de ex-jogadores de futebol que faziam infiltrações ou ingeriam estimulantes por agulhas. A doença também pode ser transmitida, por exemplo, por instrumentos de manicure sem esterilização apropriada.
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), as hepatites A, B, C, D e E matam tanto quanto a Aids. São 1,4 milhão de vítimas ao ano. Do total, 90% tinham as modalidades B e C, responsáveis por dois terços dos cânceres de fígado no mundo.
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Suas Mãos Estão Na Posição Correta?
Published julho 25, 2014 Campanhas , Qualidade de Vida Leave a CommentTags:alongamento, Campanha, computador, correção, Dedos, Dor, dores, Ergonomia, L.E.R, mãos, Mouse, Pausas, posição, Prevenção, prevenir, Qualidade de Vida, Saúde, Teclado, vivamelhor, vivamelhoronline
O fator que mais influi em sua saúde…
Published julho 17, 2014 Campanhas Leave a CommentTags:alegria, alimentação, amigos, amizade, amor, Campanha, carinho, conversas, Fatores, felicidade, genetica, Influi, nível de saúde, Pessoas, Riqueza, risadas, rotina, Saúde, União, vivamelhor, vivamelhoronline
Quercetina Contra Alergias
Published julho 9, 2014 Campanhas , Qualidade de Vida Leave a CommentTags:alergênica, Alergias, alho, anti-inflamatória, antialergênica, beneficios, Campanha, cebolas, chá branco, Chá preto, chá verde, Chás, combate, doenças, Flavonóide natural, Flavonoide, macas, nozes, Propriedades, Quercetina, repolhos, Saúde, Viva Melhor, vivamelhoronline
Diabetes ou Depressão?
Published junho 27, 2014 Campanhas , Qualidade de Vida Leave a CommentTags:atingir, Campanha, Ciclo Vicioso, controle, Controle Glicêmico, cuidados, Depressão, Diabetes, Diabetes.org, dicas, Dificuldade, doenças, Glicemia, promover, Saúde, sintomas, tarefas, vivamelhor, vivamelhoronline
Luz do Sol Contra a Asma
Published junho 20, 2014 Campanhas , Qualidade de Vida Leave a CommentTags:15 minutos, antes das 10h, Asma, Campanha, cuidados, dicas, doença, Luz do Sol, manhã, Prevenção, Saúde, sintomas da Asma, sol, Torcendo por 1 Brasil melhor, tratamento, Vitamina D, vivamelhor, vivamelhoronline
Campanha gratuita contra alergias respiratórias de inverno
Published junho 20, 2014 Notícias , Qualidade de Vida Leave a CommentTags:Alergia, Alergias Respiratórias, Asma, Brasil, Bronquite, Campanha, crianças, doença, falta de ar, Internações, Inverno, pulmões, Rinite, Rinite Alérgica, Saúde, Sistema, Sistema Respíratorio, terapia
Só no Brasil, cerca de 20 milhões de pessoas sofrem de asma, enquanto a rinite afeta 26% das crianças
Idealizado e coordenado pelo médico Marcello Bossois, o projeto social Brasil Sem Alergia é um centro de atendimentos gratuitos para os mais variados tipos de processos alérgicos e doenças ligadas ao sistema imunológico, que atualmente conta com três postos na Baixada Fluminense. Nascido em 2007, a ação social já ofereceu mais de 120 mil consultas gratuitas – equivalente à população de Resende (Rio de Janeiro) – com a realização de diversos procedimentos de prevenção, controle e combate dessas doenças. Com a proximidade do inverno, o Brasil Sem Alergia assume um papel muito importante, desenvolvendo uma grande campanha de tratamento das alergias respiratórias, doença que aumenta significativamente na nova estação.
Em maio, foi inaugurada a terceira unidade do projeto, em Xerém, na Baixada Fluminense, no Centro Médico Estrela de David, na Praça da Mantiqueira 18. A sede da iniciativa está localizada na Rua Conde de Porto Alegre, nº167, no bairro 25 de Agosto, Duque de Caxias. O outro posto de atendimentos localiza-se na Cruz Vermelha de Nova Iguaçu, na Rua Coronel Bernardino de Melo 2085. As consultas são oferecidas de segunda à sexta, das 9hs às 18hs. Os interessados já podem agendar seus horários pelos telefones (21) 3939-0239 ou (21) 2652-2175.
O inverno e as alergias respiratórias
A nova estação vai chegar no final deste mês, no dia 21, trazendo temperaturas mais baixas, com noites mais frias, repentinas alterações climáticas e a presença de um ar mais seco e poluído. É, portanto, a hora de tirar do armário aqueles casacos guardados desde o último inverno, provavelmente impregnados de ácaros e poeira – maiores inimigos de quem sofre de alergia. Para piorar a vida dos alérgicos, o período ainda apresenta uma diminuição na quantidade de chuvas e ventos, dificultando a dispersão de poluentes e tornando mais frequentes as chamadas inversões térmicas.
A junção destes fatores, somados a maior presença das pessoas em locais fechados – com pouca ventilação, são responsáveis pelo desencadeamento de inúmeros processos de alergias respiratórias. “O inverno é a estação que os alérgicos mais sofrem, sobretudo pelas bruscas mudanças climáticas e pela a alta exposição a alergenos, como os ácaros e poeira, a qual são expostos”, analisa o Coordenador Técnico do Brasil Sem Alergia, Dr. Marcello Bossois. “Estima-se que as alergias respiratórias aumentem 40% durante a estação”, alerta o alergista.
As incômodas alergias respiratórias, que podem ir de uma simples rinite alérgica até uma asma de fundo alérgico (que pode se transformar em um quadro complicado de pneumonia), podem afetar pessoas de qualquer idade. As mães, entretanto, devem estar muito atentas aos primeiros sinais dessas alergias nos pequenos, pois as crianças que apresentam asma têm muito mais chance de desenvolver pneumonia. Segundo a OMS, mais de 300 milhões de pessoas sofrem de asma em todo o mundo, sendo as crianças mais da metade dos casos.
Uma simples alergia pode se tornar algo bastante preocupante, já que a doença aumenta muito as chances de uma infecção secundária. De acordo com o médico, uma alergia de fundo respiratório mal cuidada pode provocar, por exemplo, uma grave pneumonia crônica, caso a inflamação da mucosa respiratória e o acúmulo de secreção nas vias respiratórias se mantenham por um longo período. “Aproximadamente 35% da população mundial sofre de algum tipo de alergia, então é muito importante que todos estejam atentos aos primeiros sinais de uma alergia respiratória, que poderá se manifestar através de espirros constantes, tosses e/ou falta de ar”, adverte o especialista.
Só no Brasil, cerca de 20 milhões de pessoas convivem de forma persistente com a asma, enquanto a rinite afeta aproximadamente 26% das crianças e 30% dos adolescentes, segundo a Associação Brasileira de Alergia e Imunopatologia (ASBAI). A asma é a quarta maior causa de hospitalização no Brasil, resultando em cerca de 400 mil internações por ano em todo o país (Datasus, 2001). Por ano, mais de 250 mil pessoas morrem em decorrência da doença ao redor do mundo, com base em dados da Organização Mundial de Saúde.
O que é a asma?
A asma é uma inflamação do pulmão e das vias aéreas que provoca inchaço e encurtamento dos brônquios, comprometendo diretamente a qualidade de respiração dos pacientes. Ela é uma doença de fundo alérgico, com diversos fatores causadores, como substâncias ou produtos que irritam as vias aéreas, mudanças bruscas de temperatura ou até fatores emocionais. É conhecida por ser uma doença comum em crianças, até porque elas são 60% dos casos da doença, mas também pode surgir em adultos, inclusive a partir de infecções por vírus e bactérias.
A genética também apresenta um papel importante no desenvolvimento da asma, aponta Dr Marcello. Segundo o médico, que também integra o Consórcio Internacional de Terapia Gênica, o risco de surgimento da doença na infância está relacionada à presença do problema nos pais. “Se um dos pais sofre de asma, o risco de a criança apresentar a doença é de 25%, percentual que aumenta para 50% caso ambos pais apresentem o problema”, afirma.
Os sintomas mais comuns em uma crise de asma são a tosse, o chiado na expiração, a falta de ar e a sensação de aperto ou opressão no peito, podendo variar de intensidade em cada caso. É comum um quadro de asma ter início com crises leves, de pouca duração, que cedem facilmente. A cada inverno, no entanto, os ataques podem ser mais intensos e demorados, até se tornarem contínuos.
O que é a rinite alérgica?
A rinite alérgica, por sua vez, se parece muito a um resfriado, sendo causada por alergia, em especial à poeira e aos ácaros, alergenos muito presentes nessa época do ano. Embora não seja uma doença grave, pode se tornar muito incômoda, causando espirros repetidos, coriza líquida e abundante, com coceiras no nariz, olhos, ouvidos e garganta. Com o passar do tempo, pode acometer outros locais próximos, surgindo outros problemas como sinusites, otites, amigdalites e asma.
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O sangue dos latino-americanos salva milhões de vidas
Published junho 17, 2014 Notícias , Qualidade de Vida Leave a CommentTags:America latina, Brasil, Campanha, Dia Mundial do Doardor de Sangue, Doação, Doação de Sangue, El Pais, Espanha, OMS, Opas, organização, Paises, Pan-Americana de Saúde, Paradigma, Programa Nacional de Sangue, região, Saúde, Salvar, Sangue, Slogan, vidas
Três países da América Latina têm um recorde que muitos consideram vital para a saúde de seus cidadãos: o de doação voluntária de sangue.
Argentina, Brasil e Colômbia encabeçam a lista da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) de unidades de sangue colhidas voluntariamente na região – ou seja, sem remuneração –, que somam 3,8 milhões de unidades na América Latina. Essa quantidade pode salvar quase 12 milhões de vidas, três por doação, segundo os especialistas.
Mas, mesmo assim, a América Latina está longe da meta proposta pelas entidades que coordenam a saúde mundial: que até 2020 todos os países obtenham 100% de seus insumos de sangue por meio de doações voluntárias.
De acordo com os últimos dados da Organização Mundial da Saúde(OMS), de 9,3 milhões de unidades de sangue recolhidas na América Latina e Caribe, só 41% são de doadores voluntários.
No mundo, 73 países recebem mais de 90% de suas doações de forma altruísta. E a Espanha se destaca entre todos: quase 100% do seu sangue é através de doações voluntárias, sem nenhuma contrapartida. Desta maneira, a cada dia 350 pessoas recuperam sua saúde e 75 se salvam de morrer graças aos doadores, segundo os dados da Federação Espanhola de Doadores de Sangue.
O caso da nossa região é, em parte, produto da nossa cultura. Se perguntarmos a um latino-americano quando foi a última vez que doou sangue, provavelmente nos responderia que quando teve um familiar hospitalizado por uma enfermidade grave ou por uma cirurgia. Pouquíssimos responderiam que seu último comparecimento a um banco de sangue foi voluntário.
Devido à coexistência dessas duas modalidades de doação – a reposição do sangue dado a um paciente hospitalizado e as doações voluntárias –, as reservas não são tão abundantes em nossa região, e a situação é um tanto confusa.
“É preciso abandonar a ideia de que somente se doa quando um familiar está mal”, diz Mabel Maschio, coordenadora do Programa Nacional de Sangue na Argentina.
Pelas mães
O dia 14 de junho é o Dia Mundial do Doador de Sangue, que este ano será celebrado sob o slogan “Doe sangue para aquelas que dão vida. Sangue seguro para uma maternidade segura”, com a ideia de conscientizar sobre o acesso adequado ao sangue, e assim prevenir a mortalidade materna.
A cada ano, mais de 500.000 mulheres no mundo morrem durante a gravidez, o parto e a lactância, e estima-se que 15,3% das mortes maternas na América Latina se devam a hemorragias.
A situação não é muito melhor no resto do mundo, onde, segundo cálculos da OMS, apesar de serem coletadas quase 107 milhões de unidades de sangue, nem todas as pessoas que podem se animam a doar. Por isso, não é possível contar com um abastecimento suficiente de sangue seguro.
A falta de sangue é mais sentida nos lugares onde há mais necessidade: enquanto cerca de 36 a cada 1.000 pessoas fazem doações voluntárias nos países de alta renda, naqueles de média e baixa renda este número cai para 11 e quase 3, respectivamente.
Uma mudança de paradigma
Um dos países da região que mais estão se aproximando desse modelo é a Argentina, onde, por dia, mais de 1.000 pessoas precisam receber uma transfusão de sangue. Hoje, os doadores voluntários representam 35% do total, um número que até alguns anos atrás era extremamente incomum: em 2006, apenas 6% das doações de sangue eram voluntárias.
Nessa época, a maioria dos pacientes dependia da gestão de seus parentes ou da urgência da situação para conseguir doadores. E a fragmentação dos bancos de sangue impedia uma rede integrada de abastecimento, com padrões que diferiam de acordo com cada hospital.
Com a ideia de mudar para um modelo no qual todos os doadores o fizessem por vontade própria, o Plano Nacional de Sangue do Ministério da Saúde da Argentina, apoiado pelo Banco Mundial, trabalhou para incentivar províncias e municípios a sair coletando doações e centralizar os bancos de sangue.
“Os bancos de sangue são uma fábrica onde se deve cuidar da qualidade do produto de uma população solidária”, acrescenta Maschio, que conta ter sido doador voluntário de sangue durante muitos anos. “O bem-estar que dá doar vida é imenso”, afirma.
Apesar de o número de doadores voluntários vir aumentando, ainda há muito a se fazer: apenas 1,5% dos mais de 40 milhões de argentinos doa sangue, enquanto o percentual ideal de doadores em um país, segundo a OMS, deve estar entre 3,5% e 5% da população.
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